Roda cíclica dourada fragmentando-se com '10' rachado, simbolizando quebra da tradição sazonal de 10 anos do Bitcoin no Ano Novo Lunar

Bitcoin Quebra Tradição de 10 Anos no Ano Novo Lunar: Lições de Sazonalidade

O Bitcoin quebrou uma tradição de 10 anos consecutivos de altas durante o Ano Novo Lunar chinês, conhecido como ‘red packet rally’, em 2025. De acordo com uma análise detalhada do BlockTempo, o preço caiu cerca de 4% durante o feriado, contrariando o padrão histórico de valorizações médias de 12%. Isso nos ensina uma lição valiosa sobre sazonalidade nos mercados: padrões do passado não garantem o futuro. Em outras palavras, eventos recorrentes podem influenciar preços, mas fatores maiores sempre prevalecem.


O Que é Sazonalidade no Mercado Cripto?

Pense na sazonalidade como aqueles padrões que se repetem em certas datas do calendário, como o ‘rally de fim de ano’ nas bolsas de valores ou o aumento de vendas no Natal. No mundo das criptomoedas, isso significa que o preço do Bitcoin tende a subir em períodos específicos, como o Ano Novo Lunar. Em termos simples, é quando o histórico mostra que, ano após ano, algo parecido acontece.

Por exemplo, de 2015 a 2024, o Bitcoin subiu durante o feriado chinês em 10 anos seguidos, com média de 12% de ganho. Isso criou a expectativa de um ‘efeito red packet’, ligado à cultura de dar envelopes vermelhos com dinheiro. Mas, isso significa que é uma lei imutável? Não! Sazonalidade é uma tendência observada, não uma garantia. É como prever chuva em janeiro no Nordeste brasileiro: geralmente chove, mas nem todo ano.

Por Que o ‘Red Packet Rally’ Funcionou por Tanta Tempo?

Agora, vamos entender o porquê dessa tradição. Antes do Ano Novo Lunar, muitos asiáticos, especialmente chineses, vendem ativos para pegar dinheiro em espécie e comprar presentes ou dar ‘hongbao’ (envelopes vermelhos). Isso cria uma pressão de venda leve. Depois do feriado, com o dinheiro gasto, os investidores voltam ao mercado, comprando de novo e empurrando os preços para cima.

Além disso, durante o Spring Festival, que dura cerca de uma semana, o volume de negociações na Ásia cai muito — é um ‘vácuo de liquidez’. Poucos traders ativos significam que pequenas compras podem causar grandes altas. Some a isso o otimismo do Ano Novo, como nosso Réveillon, e pronto: uma fórmula para rally. A análise histórica confirma picos em anos como 2018 (+26%) e 2024 (+17,5%), mesmo em mercados de baixa. Pense assim: é como um empurrãozinho cultural no mercado global.

O Que Causou a Quebra em 2025, Ano da Serpente?

Em 2025, o Bitcoin caiu de cerca de US$ 102 mil para US$ 98 mil durante o feriado — fim da sequência. Por quê? Fatores macroeconômicos superam a sazonalidade. Após o pico pós-eleição de Trump em janeiro (US$ 109 mil), veio uma realização de lucros forte. Expectativas de juros altos do Fed e aversão ao risco nos mercados globais pesaram mais que o feriado.

Em outras palavras, o ‘clima econômico ruim’ — como uma recessão — ignora festas. O relatório aponta que, mesmo com histórico forte, o BTC fechou o ano em US$ 70-80 mil. Isso mostra: sazonalidade funciona em bons tempos, mas perde para ventos contrários globais, como políticas monetárias ou eventos geopolíticos.

Lições para 2026 e Investidores Iniciantes

Estamos em 2026, Ano do Cavalo (começando em 17/02), com BTC em torno de US$ 68.765. Segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 359.807 (variação -2,02% em 24h). Haverá rally? Probabilidade alta historicamente (90%), mas riscos persistem: queda de 35% do pico, influência crescente de ETFs ocidentais que ignoram o calendário chinês.

A grande lição: não aposte tudo em padrões passados. Diversifique, estude macros (juros, inflação) e faça sua pesquisa. Sazonalidade é uma ferramenta, não oráculo. Saia daqui confiante: entender isso te empodera para decisões melhores, sem ilusões.


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Trabalhador cartoon soterrado em papéis sendo resgatado por mão IA, com portas blockchain abrindo no horizonte de oportunidades

CEO Microsoft AI: Automação de Tarefas em 18 Meses

Sua tarefa será automatizada em 18 meses? Mustafa Suleyman, CEO da Microsoft AI, prevê que a inteligência artificial alcançará desempenho humano na maioria das tarefas administrativas profissionais, como direito, contabilidade e marketing. Em outras palavras, isso significa que atividades rotineiras em frente ao computador serão feitas por IA. Mas não é hora de temer: é momento de se preparar para uma economia onde humanos e máquinas colaboram. Pense assim: a IA libera tempo para o que só nós fazemos bem, como criar e inovar.


O Que Significa Essa Previsão?

Em entrevista recente, Suleyman explicou que a IA está evoluindo rápido. Isso significa que, nos próximos 12 a 18 meses, ferramentas como assistentes de IA poderão lidar com relatórios, análises básicas e até codificação simples. Por exemplo, engenheiros da Microsoft já usam IA para a maior parte da programação – imagine um advogado revisando contratos ou um contador organizando planilhas sem esforço manual.

Pense na sua rotina: tarefas repetitivas, como preencher formulários ou pesquisar dados, são as primeiras a ir. Em outras palavras, a IA não rouba empregos, mas transforma o trabalho. Economistas alertam que profissões com alta escolaridade e tarefas cognitivas rotineiras estão mais expostas, mas isso abre portas para funções mais estratégicas.

Por que importa? Porque empresas como a Microsoft investem bilhões em IA, como o acordo com a OpenAI, sinalizando que essa mudança é inevitável. O segredo é entender: automação não é fim, é evolução.

Competências que Serão Valorizadas

Com a IA cuidando do básico, o que sobra para humanos? Habilidades únicas, como criatividade, empatia e pensamento crítico. Isso significa aprender a usar IA como parceira: prompt engineering (arte de dar comandos claros à IA) será essencial. Pense assim: é como ensinar um assistente superinteligente a trabalhar para você.

No Brasil, onde muitos lidam com burocracia pesada, imagine automatizar declarações fiscais ou relatórios empresariais. Competências top: análise de dados avançada, resolução de problemas complexos e comunicação humana. Além disso, alfabetização em tecnologia – entender como IA funciona sem ser expert. Saia na frente estudando cursos gratuitos online sobre IA generativa. Você ganha confiança e vantagem competitiva nessa transição suave.

IA e Blockchain: O Casamento Perfeito para Novas Rendas

Aqui entra o blockchain, base das criptomoedas. Pense assim: enquanto IA automatiza tarefas centrais, blockchain cria economias descentralizadas. Juntas, elas geram jobs em DeFi (finanças descentralizadas, que é dinheiro programável sem bancos), DAOs (organizações autônomas, como empresas geridas por votos em rede) e tokenização (transformar ativos reais em tokens digitais).

Exemplo prático: agentes de IA gerenciando carteiras cripto em blockchains como Ethereum, ou validadores ganhando com staking (depositar cripto para apoiar a rede e receber recompensas). No Brasil, com PIX e boom cripto, imagine plataformas onde IA otimiza yields em pools de liquidez. Isso significa renda passiva e ativa: desenvolva smart contracts (contratos autoexecutáveis) ou participe de governança. Oportunidades para todos – do iniciante ao expert.

Próximos Passos: Comece Hoje

Suleyman enfatiza controle humano sobre IA, garantindo que sirva à humanidade. Políticos como Bernie Sanders debatem impactos, mas visionários veem ‘explosão de empregos’ com IA dando ‘equipe de classe mundial’. Para você: experimente ferramentas como ChatGPT para tarefas diárias, explore wallets cripto e aprenda basics de blockchain.

Em resumo, essa previsão é um convite à ação. Celebre: você tem tempo para se adaptar e prosperar na era IA + blockchain. Comece pequeno, aprenda progressivamente – o futuro é colaborativo e empoderador.


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Personagem cartoon magnata midiático ativando portais BTC dourado, ETH cyan e CRO verde com anáis de staking, simbolizando ofensiva de ETFs da Trump Media

Trump Media Ofensiva: ETFs com Staking de BTC, ETH e CRO

A Truth Social Funds, do grupo Trump Media, protocolou junto à SEC dois ETFs inovadores: o Truth Social Bitcoin and Ether ETF e o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF. Ambos buscam incluir staking para gerar rendimentos extras em Bitcoin, Ethereum e CRO. O movimento, em meio à politização cripto nos EUA, pode acelerar a aprovação de produtos regulados com dividendos cripto, fortalecendo a adoção institucional. Bitcoin reagiu com alta de 4%, segundo o Diário Bitcoin.


Detalhes da Solicitação à SEC

A proposta dos ETFs com staking representa um passo ousado da Trump Media, plataforma ligada ao presidente Donald Trump. O Bitcoin and Ether ETF mira o desempenho combinado de BTC e ETH, acrescido de recompensas de staking do Ethereum. Já o Cronos Yield Maximizer foca no CRO, token nativo da Crypto.com, que atuará como custodiante digital, provedor de liquidez e serviço de staking para ambos os fundos.

Esses produtos serão negociados via Foris Capital US LLC, corretora da Crypto.com. O anúncio ocorre em um momento de saídas recordes de ETFs de Bitcoin — quase US$ 2,3 bilhões em dois meses —, mas o mercado interpreta como sinal de otimismo regulatório. Segundo o relato do Diário Bitcoin, isso reaviva o debate sobre o papel dos ETFs em ciclos pós-halving.

Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais via produtos regulados ampliam a liquidez e reduzem volatilidade de longo prazo, construindo bases sólidas para o ecossistema cripto.

Staking: O Diferencial para Rendimentos

O inclusão de staking nos ETFs é o grande atrativo. No Ethereum, bloquear ETH para validar transações gera recompensas anuais de até 4-5%, agora acessíveis via produto regulado. Para CRO, o foco em yield maximizer pode atrair investidores em busca de retornos passivos, similar a dividendos em ações tradicionais.

Essa inovação politiza ainda mais o setor: com Trump no poder, a aprovação pode vir mais rápida, ecoando a pressão do Secretário do Tesouro pelo Clarity Act. O ato busca regras claras para stablecoins e mercados cripto, reduzindo incertezas que freiam adoção. Bancos querem limites em yields, mas exchanges defendem inovação — o equilíbrio definirá o futuro.

No Brasil, onde o Bitcoin está a R$ 367.695,77 (Cointrader Monitor, +0,88% em 24h), isso sinaliza oportunidades para tesourarias corporativas.

Impacto no Mercado e Destaque para CRO

A reação foi imediata: Bitcoin subiu 4% e Ethereum 5,2%, rompendo US$ 70.000 e US$ 2.000, conforme o Diário Bitcoin. CRO ganha visibilidade surpresa, impulsionado pela parceria com Crypto.com — ecossistema robusto com foco em DeFi e pagamentos.

Apesar das saídas em ETFs como IBIT (-21,5%) e ETHA, o otimismo prevalece. ETFs com staking podem inverter fluxos, atraindo capital de fundos de pensão e family offices em busca de yield regulado. Analogia perfeita: como ações pagam dividendos, esses ETFs trazem renda passiva ao cripto.

O mercado está construindo maturidade: adoção institucional via Trump acelera o ciclo, com CRO como beneficiário inesperado.

Benefícios de Longo Prazo para Investidores

Para brasileiros, isso democratiza acesso a yields cripto sem complexidade de carteiras. A convergência política-regulatória nos EUA reforça a tese de alta sustentada, independentemente de correções curtas. Monitore aprovações da SEC e Clarity Act — são catalisadores para o próximo estágio de adoção global.

Os fundamentos de alta se alinham: halvings passados mostram resiliência, e produtos como esses expandem o ecossistema além do preço spot.


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Balões cartoon de PEPE e PIPPIN inflando com +30% e +245%, amarrados a âncora frágil, simbolizando frenesi explosivo das meme coins

Loucura Meme: PEPE e PIPPIN Disparam com Volumes Explosivos

Sua carteira está pronta para o surto das meme coins ou vai acabar como combustível do foguete? Interessante como, enquanto o Bitcoin tenta se equilibrar nos US$ 70 mil, os velhos conhecidos voltam à cena: a alta de 30% do PEPE em 24 horas arrasta DOGE (+18%), FLOKI (+12%), SHIB e BONK (+10% cada). E o novato PIPPIN? Explode 245% na semana com volume recorde de US$ 83,5 milhões. Cachorros e sapos em ressonância perfeita — ou seria o último ato antes da ressaca?


Os Clássicos do Circo: PEPE e Companhia Aceleram

Curioso como o mercado sempre encontra uma desculpa para revisitar os absurdos. Segundo dados recentes do HTX, o PEPE lidera com +30% em 24 horas, seguido de perto pelo eterno DOGE com +18%, FLOKI em +12%, e os inseparáveis WIF, SHIB e BONK, todos acima de 10%. Não é pouca coisa: estamos falando de um setor que transforma pixels em fortunas da noite pro dia.

Essa prorrogação coletiva das moedas meme tradicionais coincide com um aquecimento geral do risco. O Bitcoin, coitado, patina nos US$ 70.273 (segundo cotações recentes), mas os memes? Eles não esperam convite. É o clássico ciclo de rotação: quando o BTC consolida, o capital especulativo migra para onde o hype é mais volátil. E aí, leitor, você é o apostador ou o palhaço?

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 367.827 (+0,96% em 24h). Nada mal, mas longe do espetáculo dos anfibios e caninos.

PIPPIN: O Novo Astro da Bolha Especulativa

Agora, o verdadeiro show: PIPPIN, o token meme que ninguém viu chegando, dispara 33,81% em 24 horas para US$ 0,654, roçando o ATH de US$ 0,671. Com capitalização de US$ 654 milhões e volume diário de US$ 83,5 milhões — o dobro da média mensal —, o ativo acumula +245% na semana. É como se o mercado dissesse: ‘Esquece utilidade, hora de festa!’

A análise técnica grita momentum: preço 1,64x acima da SMA-7 (US$ 0,398), RSI provavelmente no vermelho de sobrecompra. Volume confirma: taxa de 12,77% (volume/cap) indica liquidez para sustentar o rally, mas quem garante que não evapora amanhã? PIPPIN exemplifica o ‘parque de diversões perigoso’: entradas em dips acima de US$ 0,583, mas com stop-loss apertado em US$ 0,486. Porque, né, memes não mandam currículo.

Ressonância Animal: Cachorros e Sapos no Comando

Observe o padrão: DOGE (cachorro), PEPE (sapo), FLOKI (cão viking), BONK (outro cachorro). É uma ressonância zoológica que ignora fundamentals e abraça narrativas virais. Enquanto BTC testa resistências nos 70k, essas moedas roubam o spotlight, sugando liquidez de altcoins ‘sérias’. Potencial altseason? Talvez. Mas o histórico grita ‘último suspiro’: lembra 2021? Euforia, depois o chão some.

Os dados sugerem correlação alta com o risco geral: BTC sobe devagar, memes explodem. Vale monitorar se o volume de PIPPIN sustenta acima de US$ 70 milhões — sinal de convicção — ou se vira poeira. Ironia fina: no mundo cripto, o que voa alto hoje vira meme de si mesmo amanhã.

Altseason ou Armadilha? O Que Fazer Agora

Perspicaz o suficiente para ver o circo, mas esperto para não entrar sem rede? O frenesi atual pode ser o prenúncio de uma rotação maior para alts, mas com BTC em consolidação, é mais provável um shakeout. Estratégia irônica: aloque 2-5% da carteira em memes quentes como PEPE ou PIPPIN, mas com stops religiosamente obedecidos. Plataformas como a Binance facilitam o trade, mas lembre: FOMO é o verdadeiro predador.

Monitore volumes e BTC — se romper US$ 72 mil, memes podem ir para a lua; se cair para US$ 68 mil, corra para as stablecoins. No fim, o mercado cripto é um espelho: reflete nossa ganância coletiva. E você, vai surfar a onda ou preparar o bote salva-vidas?


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Martelo judicial cartoon esmagando pirâmide Ponzi com CEO algemado embaixo, alertando sobre esquemas de fraude em criptomoedas

CEO Recebe 20 Anos de Prisão por Esquema Ponzi de US$ 200 Milhões e Paxful Multada em US$ 4 Milhões

Investigações revelam o preço da fraude no mundo cripto: 20 anos de prisão para Ramil Palafox, CEO da Praetorian Group International, por um esquema Ponzi que lesou mais de 90 mil investidores em US$ 200 milhões em Bitcoin. Em paralelo, a exchange P2P Paxful admitiu lucrar com atividades criminosas, como prostituição ilegal e fraudes, e foi multada em US$ 4 milhões. Esses casos sinalizam o fim da impunidade para golpistas no mercado.


A Fraude Ponzi da Praetorian Desmascarada

Evidências apontam que Palafox prometeu retornos de até 3% ao dia com um suposto algoritmo de trading sofisticado. Na realidade, não havia operações reais: os fundos de novos investidores pagavam os antigos, o clássico modelo Ponzi. A juíza federal Leonie M. Brinkema sentenciou o CEO por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro após sua confissão de culpa no final de 2025.

Os recursos foram desviados para luxos pessoais: US$ 3 milhões em carros de luxo como Lamborghini e Ferrari, imóveis em Las Vegas e Califórnia. Investigadores rastrearam até 100 BTC transferidos para familiares em tentativa de ocultar ativos. Mais de 90 mil vítimas globais perderam tudo quando o esquema colapsou por falta de novos participantes.

Paxful Lucrou com Crimes na Plataforma P2P

A Paxful, plataforma de trocas peer-to-peer, facilitou US$ 3 bilhões em transações entre 2017 e 2019, gerando US$ 29,7 milhões em receitas. Apesar disso, admitiu conspiração para promover prostituição ilegal via Travel Act, operação sem licença de transmissão de dinheiro e violações ao Bank Secrecy Act (BSA). A empresa sabia de fraudes, extorsão, romance scams e tráfico humano em sua rede.

Internamente, falavam do “Backpage Effect”: transferiram quase US$ 17 milhões em Bitcoin para sites de prostituição ilegal, lucrando pelo menos US$ 2,7 milhões. Sem controles KYC reais e com políticas AML falsas, a multa de US$ 4 milhões foi reduzida de um proposto US$ 112,5 milhões por incapacidade de pagamento, conforme o Departamento de Justiça.

Sinais de Alerta e Como se Proteger de Golpes

Esses casos expõem sinais de alerta comuns: promessas de retornos fixos e altos sem risco, ausência de KYC em plataformas P2P, dashboards falsos e falta de transparência on-chain. A Praetorian usava jargão técnico para confundir iniciantes; a Paxful ignorava relatórios de atividades suspeitas.

Para se proteger: verifique auditorias independentes, rastreie fluxos de fundos em explorers como Blockchain.com, evite plataformas sem regulação e desconfie de yields garantidos. Use apenas exchanges licenciadas e diversifique investimentos. A era da impunidade acaba: reguladores seguem o dinheiro.


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Holder cartoon defendendo wallet luminosa de mão gigante com chave inglesa, ilustrando riscos de wrench attacks na França

Sequestros por Cripto na França Elevam Alerta de Wrench Attacks

Sua segurança física vale mais que suas chaves privadas. Na França, a prisão de três indivíduos após invasão à casa de um executivo da Binance confirma o risco real dos wrench attacks, ataques físicos para roubar cripto. Em paralelo, um sequestro de 30 horas de uma magistrada e sua mãe idosa, exigindo resgate em cripto do parceiro empreendedor, alerta para a escalada. Criminosos agora miram celulares para acesso rápido. Atenção: ostentação nas redes pode torná-lo alvo.


Detalhes da Invasão ao Executivo da Binance

No dia 12 de fevereiro de 2026, três encapuzados armados invadiram um apartamento em Val-de-Marne, próximo a Paris. Eles roubaram dois celulares do presidente da Binance França, David Princay, segundo relatos locais. A co-fundadora Yi He confirmou que a família está segura e colabora com a polícia, que recuperou os aparelhos e um veículo ligado aos suspeitos. Os criminosos foram presos em outra tentativa em Hauts-de-Seine.

O risco aqui é claro: acessos via celular permitem transferências rápidas de fundos, sem necessidade de hardware wallets. É importante considerar que esses ataques exploram a visibilidade de executivos no setor cripto.

O Sequestro de 30 Horas e a Escalada na França

Em caso separado, invasores entraram na casa de uma magistrada às 3h, arrastando-a e à mãe idosa para uma garagem na região de Drôme. Exigiram resgate em cripto do parceiro, um empreendedor do setor. As vítimas escaparam, alertando um vizinho, e bateram à porta durante a ausência dos sequestradores. A polícia prendeu seis suspeitos, dois dos quais fugiram para a Espanha.

França registra cerca de um sequestro cripto por semana. CertiK relata 75% de alta em wrench attacks em 2025, com 72 casos globais e US$ 40,9 milhões em perdas. A Europa responde por 40%, França liderando com 19 incidentes.

Riscos dos Wrench Attacks e Como se Proteger

self-custody é poderoso, mas atrai violência física quando a riqueza é visível. Blockchain é público: transações irreversíveis incentivam criminosos. Pergunta retórica: suas postagens em redes sociais revelam holdings ou estilo de vida? Isso é o que os bandidos usam para mirar.

Atenção para estas medidas práticas:

  1. Privacidade nas redes: Evite fotos de luxo, menções a ganhos ou NFTs caros. Use pseudônimos.
  2. Não ostente: Carros, joias ou imóveis gritam alvo em áreas de risco.
  3. Segurança móvel: Bloqueie apps de wallet com biometria dupla; evite seed phrases no celular.
  4. Multi-sig e diversificação: Não concentre tudo em um lugar ou dispositivo.
  5. Alarmes e vizinhança: Instale sistemas conectados e informe vizinhos discretamente.

Esses passos reduzem o risco sem abrir mão dos benefícios da cripto. Monitore notícias locais sobre crimes cibernéticos.


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Senadores cartoon pressionando investigação em cofre WLFI com ouro UAE e escudo rachado, alertando riscos de segurança nacional nos EUA

EUA Sob Pressão: Investigam US$ 500 Milhões Árabes na Cripto de Trump

Dois senadores democratas dos Estados Unidos, Elizabeth Warren e Andy Kim, enviaram uma carta ao Secretário do Tesouro, Scott Bessent, pedindo a avaliação de um investimento de cerca de US$ 500 milhões realizado por uma entidade ligada aos Emirados Árabes Unidos (UAE) na World Liberty Financial (WLFI), empresa de criptomoedas associada à família Trump. A preocupação central é se a transação deve passar pela revisão do Comitê de Investimento Estrangeiro nos EUA (CFIUS), devido a potenciais riscos à segurança nacional e acesso a dados sensíveis de usuários americanos. O caso destaca o cruzamento entre geopolítica, criptoativos e influência estrangeira em Washington.


Detalhes do Investimento Árabe

O aporte foi realizado por meio da Aryam Investment 1, entidade apoiada pelo xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, conselheiro de segurança nacional da UAE e ligado à empresa de tecnologia G42. Essa operação teria adquirido 49% das ações da WLFI, tornando-a a maior acionista externa conhecida da companhia. Segundo relatos, cerca de US$ 187 milhões do valor total fluíram para entidades conectadas à família Trump, o que ocorreu dias antes da posse presidencial de Donald Trump em janeiro de 2025.

Trump, em declaração recente, negou qualquer conhecimento direto da transação, afirmando que seus filhos gerenciam os assuntos da WLFI. “Meus filhos estão cuidando disso — minha família está lidando”, disse o presidente aos jornalistas, minimizando o envolvimento pessoal.

Preocupações com Segurança Nacional e Dados

Na carta enviada ao Tesouro, Warren e Kim questionam se o governo foi notificado sobre a transação e solicitam uma investigação “abrangente, completa e imparcial” pelo CFIUS, órgão presidido por Bessent. O comitê é responsável por examinar investimentos estrangeiros que possam comprometer tecnologias sensíveis ou dados pessoais de cidadãos americanos.

Os senadores destacam que a WLFI coleta informações como endereços de carteiras, IPs, identificadores de dispositivos e dados de localização aproximada. Há temores de que uma entidade estrangeira, especialmente com laços passados da G42 com empresas chinesas, possa acessar esses dados, representando risco à soberania de informações financeiras nos EUA. Os legisladores exigem respostas até 5 de março.

Contexto da World Liberty Financial

A WLFI é emissora da stablecoin USD1, lançada em março de 2025, que já alcançou mais de US$ 5 bilhões em circulação. A empresa lista Donald Trump e o enviado especial do Oriente Médio, Steve Witkoff, como co-fundadores honorários, embora um porta-voz tenha esclarecido que eles não participaram da negociação com os Emirados. Esse projeto reflete o crescente interesse de figuras políticas em criptoativos, mas também atrai escrutínio regulatório.

O caso não é isolado: em novembro passado, Warren e o senador Jack Reed já haviam pedido investigações sobre vendas de tokens da WLFI possivelmente ligadas a atores sancionados, como endereços associados ao grupo Lazarus da Coreia do Norte.

Implicações Geopolíticas Globais

Esse episódio ilustra como investimentos em cripto se entrelaçam com dinâmicas geopolíticas. Os EUA, sob a ótica de segurança nacional, veem stablecoins e plataformas DeFi como infraestrutura crítica, sujeita a revisões rigorosas de capitais estrangeiros — especialmente de nações do Golfo Pérsico, com histórico de parcerias controversas. Para investidores globais, incluindo brasileiros, o desfecho pode sinalizar o tom regulatório em Washington, afetando fluxos de capital e adoção de projetos com viés político.

Autoridades em Bruxelas e Pequim observam atentamente, pois precedentes do CFIUS influenciam frameworks internacionais. O mercado cripto, portanto, não opera em vácuo: decisões em um polo reverberam mundialmente, moldando riscos e oportunidades para portfólios diversificados.


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Barragem digital cyan sob pressão vermelha com '70K' gravado, alertando liquidações de US$ 18 bi no Bitcoin e ETH

Bitcoin Testa US$ 70 Mil: Alerta de Liquidações de US$ 18 Bi

O Bitcoin aproximou-se dos US$ 70.000 após defesa em suportes próximos a US$ 65.000, com market cap em US$ 1,39 trilhão e dominância em 56,7%. No entanto, os dados da Coinglass revelam fragilidade: uma queda abaixo de US$ 68.000 no BTC pode liquidar US$ 10,8 bilhões em posições longas em exchanges centralizadas. Para o Ethereum, romper US$ 2.000 para baixo ativa US$ 7,69 bilhões em liquidações, formando uma muralha de risco total superior a US$ 18 bilhões. Os números indicam potencial para um long squeeze se os suportes cederem.


Situação Atual dos Preços

Os dados mostram o Bitcoin oscilando entre US$ 68.000 e US$ 72.000 nas últimas sessões, com rejeição em máximas recentes. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 368.447 (+1,06% em 24h, volume de 161 BTC). Em dólares, o ativo registra US$ 70.437 (+0,95%), próximo à resistência de US$ 70.000-72.000.

O Ethereum, por sua vez, recuperou para US$ 2.069 (-0,82% em 24h), após testar mínimas abaixo de US$ 2.000. Altcoins como Solana (US$ 86, +7,3%) e XRP (US$ 1,45, +6%) acompanham a tendência de alta, enquanto meme coins como PEPE disparam mais de 30% em 24h.

Mapa de Liquidações da Coinglass

A pressão de liquidação em BTC concentra-se abaixo de US$ 68.000, com intensidade de US$ 10,8 bilhões em longs acumulados em CEX mainstream. Acima de US$ 72.000, shorts somam US$ 7,92 bilhões. Para ETH, a análise da Coinglass aponta US$ 7,69 bilhões em longs vulneráveis abaixo de US$ 2.000, contra US$ 7,48 bilhões em shorts acima de US$ 2.200.

Esses mapas não representam valores exatos de contratos, mas a intensidade relativa de clusters de liquidez. Pilares mais altos indicam reações mais fortes a movimentos de preço, amplificando volatilidade via efeito cascata de stop-loss e margens insuficientes.

Riscos de Long Squeeze e Zonas Críticas

Os dados sugerem assimetria: pressão de longs supera shorts em ambos os ativos, expondo o suporte como “de vidro”. Um rompimento descendente pode iniciar long squeeze, onde liquidações forçadas vendem agressivamente, atraindo preço para zonas de alta liquidez inferior. Indicadores como volume 24h (161 BTC no Brasil) e dominância estável reforçam a cautela.

Níveis a observar: BTC suporte em US$ 68.000/65.000, resistência US$ 72.000; ETH suporte US$ 2.000, resistência US$ 2.200. Médias móveis de 50 períodos (EMA50) atuam como dinâmicos em torno de US$ 69.000 para BTC.

Contexto do Mercado de Altcoins

Enquanto BTC consolida, altcoins e memes reagem com betas elevados. PEPE (+30%), DOGE (+18%), FLOKI (+12%) lideram ganhos, sinalizando rotação de capital para ativos especulativos. O market cap total cripto atinge US$ 2,455 trilhões (+US$ 100 bi em 24h), mas a euforia em alavancagem eleva riscos sistêmicos.

Investidores devem monitorar open interest em derivativos e funding rates para avaliar o sobre-aquecimento. A recuperação atual, impulsionada por CPI EUA em 2,4%, é vista como relief rally, não necessariamente tendência sustentada.


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Personagens cartoon de insiders militares e traders em plataforma de apostas com sombras Monero, ilustrando escândalo de insider trading no Polymarket

Escândalo Polymarket: Segredos Militares Usados em Apostas Cripto

Investigações revelam que israelenses foram presos por usar segredos militares em apostas no Polymarket, lucrando cerca de US$ 150 mil. O caso expõe como o anonimato das plataformas de previsão descentralizadas pode ser explorado para insider trading, transformando guerra em oportunidade de ganho ilícito. Em paralelo, a migração massiva da darknet para o Monero sinaliza o cerco ao Bitcoin, com quase 48% das plataformas ilegais adotando exclusivamente a moeda privada.


O Caso de Insider Trading no Polymarket

Evidências apontam que indivíduos ligados às Forças Armadas de Israel acessaram informações confidenciais sobre operações militares e as utilizaram para posicionar apostas no Polymarket, uma plataforma de mercados de previsão baseada em blockchain. O lucro estimado de US$ 150 mil veio de previsões precisas sobre eventos sensíveis, como avanços em conflitos regionais. Autoridades israelenses agiram rapidamente, resultando em prisões que destacam a vulnerabilidade dessas plataformas ao abuso de dados privilegiados.

O Polymarket, popular por suas odds em eventos globais, opera com anonimato inerente às carteiras cripto, o que facilita tais manipulações. Apesar de descentralizado, o caso levanta questionamentos sobre a efetividade de mecanismos de compliance em ecossistemas sem intermediários tradicionais. Investigações iniciais sugerem que as transações foram realizadas via USDC, mas o sigilo das chains permitiu movimentações sem alertas prévios.

Migração da Darknet para Monero: Fuga do Rastreamento

Relatórios da TRM Labs, especialistas em segurança blockchain, indicam que quase 48% das plataformas ilegais da darknet operaram exclusivamente com Monero no último ano. A tendência é impulsionada pelo sucesso das autoridades em rastrear Bitcoin e stablecoins como USDT, usados majoritariamente em transações ilícitas apesar de sua transparência.

Plataformas criminosas, especialmente aquelas voltadas a públicos europeu e norte-americano, priorizam o XMR por sua privacidade por design — transações ocultas via ring signatures e stealth addresses. Mesmo com delistings em exchanges centralizadas como a Binance, o volume migrou para DEXs com regras frouxas, onde usuários aceitam liquidez menor em troca de anonimato. Isso contradiz a preferência geral por BTC em pagamentos, revelando um dilema entre conveniência e discrição.

Red Flags e o Lado Negro da Descentralização

O anonimato, pilar da descentralização, revela-se uma faca de dois gumes: protege usuários legítimos, mas atrai criminosos que transformam ferramentas inovadoras em armas. No Polymarket, o uso de segredos militares para lucro expõe falhas regulatórias; na darknet, a adoção de Monero sinaliza o fechamento do cerco ao Bitcoin rastreável. Evidências on-chain da TRM Labs mostram volumes crescentes de XMR em serviços ilícitos, desafiando a indústria a equilibrar privacidade e compliance.

Red flags incluem picos inexplicáveis de acertos em previsões sensíveis e migrações súbitas para privacy coins. Para investidores, isso reforça a necessidade de plataformas com KYC híbrido, sem sacrificar a essência cripto.

Como se Proteger desses Riscos

Monitore transações on-chain via ferramentas como Chainalysis ou TRM para detectar padrões suspeitos. Evite plataformas sem auditorias independentes e priorize aquelas com relatórios de transparência. Em apostas ou DeFi, diversifique e use apenas fundos que você pode perder. Para privacidade legítima, opte por mixers regulados ou layer-2s com opt-in privacy, mas fique atento a delistings regulatórios. A lição é clara: o crime adota as novas ferramentas primeiro — fique um passo à frente.


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Personagem cartoon correndo com node PI para portal se fechando, seta +35% e tokens caindo, alertando deadline de upgrade no Pi Network

Deadline Pi Network: Upgrade de Nodes Hoje ou Perca Acesso

Hoje, 15 de fevereiro de 2026, é o prazo final para o upgrade obrigatório dos nodes no Pi Network. Pioneiros celebram a alta de 35% do PI nas últimas 24 horas, que levou o token de US$ 0,13 para acima de US$ 0,20. Mas atenção: sem atualizar seu node até o fim do dia, você pode perder conexão com a rede e acesso aos seus tokens. Em outras palavras, é hora de agir para proteger seu progresso no ecossistema.


O Que São Nodes no Pi Network e Por Que Atualizar Hoje?

Pense no Pi Network como um jogo de equipe onde você, pioneiro, “mina” tokens PI pelo app do celular, sem precisar de equipamentos caros — é como juntar pontos no supermercado, mas com criptomoedas. Os nodes, que são computadores comuns (laptop ou desktop), formam o “4º papel” no ecossistema, conforme explicado pelo cofundador Dr. Nicolas Kokkalis. Isso significa que eles validam transações, fortalecem a segurança da rede e ajudam no consenso global, tornando tudo mais descentralizado e confiável.

Agora, o Mainnet — a versão principal da blockchain do Pi — está passando por upgrades importantes. O primeiro prazo é hoje. Se seu node não for atualizado, ele será desconectado. Isso pode significar perda de recompensas de mineração ou até complicações para migrar seus tokens no futuro. Passo a passo simples: baixe a versão mais recente do software Pi Node no site oficial, instale em um computador e sincronize. Não deixe para amanhã — redes blockchain não perdoam atrasos!

Alta de 35% no PI: Celebração com Cautela

A valorização explosiva de 35% em 24 horas animou a comunidade. Após atingir o menor preço histórico de US$ 0,1312 em 11 de fevereiro, o PI recuperou terreno, subindo mais de 55% desde o fundo. Pioneiros que compraram na baixa (DCA, ou “dollar cost averaging”, que é investir aos poucos) estão comemorando. Um analista popular, Captain Faibik, inclusive adicionou PI ao portfólio e previu uma alta de 500%, o que levaria o token a US$ 1.

Mas vamos com calma: essa euforia de 500% é especulativa, baseada em otimismo de curto prazo. As métricas reais mostram que o PI ainda está 95% abaixo do pico histórico. Pense assim: uma alta rápida pode ser como um foguete de São João — bonito, mas efêmero se não houver combustível sustentável.

Riscos do Desbloqueio Massivo de Tokens

Enquanto a alta anima, há um elefante na sala: o desbloqueio diário de tokens. Dados do PiScan indicam uma média de 7,2 milhões de PI por dia nos próximos 30 dias, podendo chegar a 13,5 milhões até 25 de fevereiro. Isso significa mais oferta no mercado, o que pode pressionar o preço para baixo — imagine uma loja liberando estoques extras de repente, os preços caem para atrair compradores.

Equilibre o entusiasmo: a alta atual é positiva, mas desbloqueios criam volatilidade. Monitore o calendário de unlocks e avalie seu risco. O upgrade de nodes ajuda a rede a se fortalecer contra essas pressões, apoiando a descentralização.

Próximos Passos para Você, Pioneiro

  1. Verifique seu node agora: acesse o app Pi e o software de node para atualizar.
  2. Acompanhe o preço no CoinGecko ou exchanges listadas.
  3. Estude o cronograma de desbloqueios no PiScan.
  4. Lembre-se: cripto é maratona, não sprint. Atualize hoje e proteja seu futuro no Pi Network.

Você está no controle — aprenda, aja e cresça com confiança!


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Personagem Elon Musk cartoon ativando trading de cripto na plataforma X gigante, sugando corretoras, simbolizando super app financeira

X de Musk Lança Trading de Cripto em Semanas: Fim das Corretoras?

O X, plataforma de Elon Musk, vai lançar negociação de criptomoedas e ações diretamente no app em poucas semanas, segundo Nikita Bier, chefe de produto. Usuários clicarão em códigos como $DOGE na timeline e comprarão sem sair da rede social. Ao mesmo tempo, o sistema de pagamentos X Money entra em beta em 1-2 meses. Isso pode transformar sua rotina: imagine trocar reais por Dogecoin entre um post e outro, sem abrir outra app. Para brasileiros, é um passo prático rumo à centralização financeira, mas com olhos na regulamentação local.


O Anúncio Direto de Nikita Bier

Nikita Bier postou no X que os Smart Cashtags chegam em couple of weeks, permitindo trades de ações e cripto da timeline. Em janeiro, ele já havia teasado a feature com imagem mostrando cliques diretos em tickers. O X já testou cashtags em 2022 para preços de BTC e ETH, mas parou. Agora, volta mais integrado, visando a visão de everything app de Musk, como o WeChat chinês, que junta social, pagamento e mais.

Hoje, o Bitcoin está a R$ 368.834,59, segundo o Cointrader Monitor, com alta de 1,14% em 24h. Dogecoin, queridinha de Musk, vale R$ 0,60, subindo 17% no dia — perfeito timing para trades impulsivos na rede.

Smart Cashtags: Comprar sem Trocar de App

Imagine rolando a timeline, vê uma euforia em $DOGE por causa de um meme de Musk, clica e compra na hora. Os Smart Cashtags tornam isso real: tickers viram botões de trade. Prático para o dia a dia, especialmente no Brasil, onde muita gente usa X para notícias cripto e já sonha com menos apps no celular. Tesla e SpaceX, de Musk, detêm cerca de 20 mil BTC mostram compromisso real com cripto.

Mas realismo: taxas? KYC? No Brasil, CVM e BC vão exigir compliance. Pode demorar pra gente acessar totalmente, mas é um facilitador enorme pra remessas ou hedge rápido contra inflação.

X Money: Pagamentos na Beta

Paralelo, X Money testa beta externa em 1-2 meses, pra enviar dinheiro como Pix ou Venmo. Musk quer X como “central de toda transação monetária”. Com 600 milhões de usuários mensais, vira hub: pague boletos, receba salário, trade cripto — tudo num lugar. Pra brasileiro médio, pense no custo: hoje, envia pros EUA via Wise sai R$ 50 em taxa; no X, pode ser grátis ou baixo, integrando com reais.

Exemplo prático: sua família em Portugal manda euro, você converte pra BRL e compra SOL na hora, sem banco intermediário. Equivale a ganhar tempo num mês de salário mínimo.

O Que Muda no Seu Bolso Brasileiro

Centraliza tudo: adeus múltiplas senhas de exchanges. Mas prepare: volatilidade alta, como Doge +17% hoje, pede calma. Monitore aprovações regulatórias — CVM pode limitar inicialmente. O que fazer? Atualize o app X, configure carteira interna quando rolar. Fique de olho em Musk: um tweet dele move mercados. Essa super app testa se cripto vira ferramenta cotidiana, não só especulação.

Enquanto isso, plataformas como Binance seguem opções seguras pra trades diários.


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Guardião cartoon equilibrando balança 1:1 com reservas douradas e ativos cyan, resistindo a onda de saques da Binance

Binance Resiste a Saques: Reservas de US$ 155 Bilhões Confirmadas

A Binance superou teste de estresse induzido por rumores de insolvência em fevereiro de 2026, com saques massivos comparados a um ‘bank run’. Co-fundadora He Yi e ex-CEO CZ confirmaram que os ativos nos endereços da exchange aumentaram durante o período, enquanto o Proof of Reserves de janeiro revelou reservas de mais de US$ 155 bilhões em ratio 1:1 com os depósitos de usuários. A robustez foi comprovada sem interrupções significativas.


Detalhes do Stress Test e Respostas da Liderança

Os dados mostram que, nos últimos 10 dias de fevereiro de 2026, a Binance realizou dois testes de estresse distintos: um impulsionado por campanhas em redes sociais e outro via verificação financeira de reservas. Rumores comparando a exchange ao colapso da FTX em 2022 geraram pânico, com Bitcoin abaixo de US$ 70.000 e uma breve pausa técnica de 20 minutos em retiradas, mal interpretada como insolvência.

He Yi destacou em post no X que tentativas regulares de retiradas em massa funcionam como um teste de liquidez efetivo. Contrariando expectativas, os ativos nos endereços da Binance aumentaram, indicando compras na baixa por outros usuários. CZ elogiou a suavidade do processo, atribuindo ao trabalho da equipe nas últimas semanas, com operações mantidas sem estresse maior.

Proof of Reserves e Fundo SAFU como Garantias

O relatório de Proof of Reserves de janeiro de 2026 confirma reservas superiores a US$ 155 bilhões, liderando a indústria em transparência e visibilidade. Esse valor representa cobertura total (1:1) dos saldos de usuários, com dados on-chain acessíveis publicamente. Equivalente aproximado a R$ 809 bilhões ao câmbio atual de R$ 5,22 por dólar.

Adicionalmente, a Binance mantém o fundo SAFU (Secure Asset Fund for Users), reforçando a proteção contra perdas potenciais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 368.853,82 nesta manhã de 15 de fevereiro, com variação positiva de 1,11% em 24 horas, refletindo estabilidade no mercado.

Esclarecimento sobre Bloqueios de Contas e VPNs

Paralelamente, surgiram relatos de contas restritas ou congeladas. He Yi esclareceu que tais casos ocorrem quando usuários acessam via VPN de regiões não suportadas pela Binance, ativando controles de risco automáticos. As contas são ajustadas para modo “apenas retiradas”, exigindo contato com suporte para resolução.

A exchange enfatiza investimentos contínuos em compliance regulatório, executando medidas de controle de risco conforme exigências. Isso evita pânico desnecessário, diferenciando restrições geográficas de problemas de solvência.

Implicações para Usuários e Mercado

Os eventos validam a maturidade estrutural da Binance, maior exchange global, capaz de absorver bilhões em saques sem colapso. No entanto, líderes reforçam a importância da autocustódia em um mundo pós-FTX, onde “não suas chaves, não suas moedas”. Ferramentas como a Binance Web3 Wallet facilitam transição para DeFi, mas demandam responsabilidade do usuário.

Investidores devem monitorar relatórios mensais de PoR e níveis de liquidez. Os dados indicam resiliência, mas volatilidade persiste, com suporte técnico no Bitcoin em torno de US$ 70.000.


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Onda de energia cyan-dourada XRP rompendo barreira cristalina com pilar RLUSD estável, simbolizando alta de 16% e lançamento na Binance

XRP Dispara 16%: RLUSD na Binance Pode Romper Resistências

O XRP Ledger ganha reforço massivo com a integração completa da stablecoin RLUSD pela Binance, anunciada em 12 de fevereiro. Depósitos já estão abertos em produtos como Earn, Convert, Margin e VIP Loan, enquanto saques aguardam liquidez suficiente. Paralelamente, o XRP registra alta de 16% para cerca de US$ 1,65 (R$ 8,41), sinalizando o mercado construindo bases sólidas para adoção institucional.


Integração RLUSD Expande Ecossistema Ripple

A expansão do RLUSD no XRP Ledger representa um divisor de águas para o ecossistema Ripple. Emitida pela Standard Custody & Trust, subsidiária da Ripple Labs, a stablecoin é lastreada 1:1 em dólares americanos e equivalentes em caixa, ideal para pagamentos cross-border e liquidação institucional.

Binance já listou pares como RLUSD/USDT e XRP/RLUSD com promoções de taxa zero, estendendo suporte a Simple Earn, Buy Crypto e margens isoladas/cruzadas. Essa liquidez fresca no XRPL atrai traders globais, fortalecendo os fundamentos do XRP como ponte eficiente. O mercado está construindo, conectando stablecoins reguladas a uma rede de baixíssimo custo e alta velocidade.

Com depósitos liberados desde o anúncio, os usuários podem posicionar RLUSD diretamente no XRPL, pavimentando o caminho para saques e maior volume. Isso acelera a utilidade prática do XRP Ledger em cenários reais de tesouraria corporativa.

Alta Explosiva e Padrões de Reversão Técnica

A alta de 16% no XRP para US$ 1,65 quebra o silêncio do fim de semana, superando muitos alts e mostrando possível decoupling. Analistas como CryptoWZRD destacam fechamentos de alta contra USD e BTC, com upside provável no par XRP/BTC.

ERGAG CRYPTO identifica no gráfico semanal uma vela em formação de Hammer ou Dragonfly Doji – clássicos de reversão após tendência de baixa prolongada. Após pico em US$ 2,40 em janeiro, o XRP testou suportes em US$ 1,10, mas recuperou quase 50%. Cobb, voz proeminente na comunidade, sugere independência crescente de outros majors.

Esses padrões, aliados à liquidez RLUSD, sugerem que os fundamentos se fortalecem. O XRP responde bem a catalisadores institucionais, reminiscentes de ciclos passados onde adoção impulsionou tendências de longo prazo.

Implicações para Adoção e Próximos Passos

A entrada do RLUSD na Binance reforça a tese de adoção massiva do XRP Ledger. Com suporte em múltiplos produtos, traders ganham ferramentas para hedging e yield, atraindo capital institucional. Isso pode romper resistências históricas, ampliando o TVL e utilidade on-chain.

No contexto macro, fluxos como esse validam o XRP como ativo de liquidez bridge, similar a pontes em mercados tradicionais. Investidores devem monitorar volume no XRPL, liquidez RLUSD para saques e confirmação dos padrões semanais. Volatilidade persiste, mas o otimismo é fundamentado na construção do ecossistema.

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Sol dourado com 69K gravado emergindo de nuvem de dados fragmentados, simbolizando alta do Bitcoin após CPI mas medo on-chain persistente

Bitcoin Supera US$ 69.000 Após CPI de 2,4%, Mas Medo Persiste no On-Chain

Os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de janeiro nos EUA, divulgados em 14 de fevereiro de 2026, mostraram inflação anual de 2,4%, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso impulsionou o Bitcoin acima de US$ 69.000, com alta de cerca de 5% no mercado cripto. Contudo, o Fear & Greed Index permanece em "medo extremo", e métricas on-chain indicam divergência preocupante entre holders de curto e longo prazo, sugerindo fragilidade na recuperação apesar do otimismo macroeconômico inicial.


Reação Inicial ao CPI e Mercado de Derivativos

Os números do CPI, o menor desde maio de 2021 para a inflação geral e março de 2021 para o núcleo (2,5%), foram interpretados como sinal de resfriamento econômico. Isso elevou o apetite por risco, com o Bitcoin testando os US$ 70.000, embora não tenha rompido. Na Binance, o Net Taker Volume registrou pico de US$ 265 milhões em uma hora, indicando compras agressivas em futuros. O Open Interest subiu, refletindo influxo de capital alavancado.

No geral, o mercado cripto avançou 5%, com Ethereum +6% e Bittensor +32%. Ainda assim, o BTC está 47% abaixo do ATH de outubro de 2025, e o Crypto RSI indica sobrecompra. Previsões como a do Standard Chartered revisaram o target de fim de 2026 para US$ 100.000, alertando risco de US$ 50.000.

Divergência On-Chain: Estresse em Holders de Curto Prazo

Os dados on-chain revelam tensão. O indicador STH-LTH MVRV caiu para 0,72, abaixo de mínimas locais de agosto de 2024 e abril de 2025, com holders de curto prazo (STH) acumulando perdas não realizadas de 44%. O STH-LTH Net Position Realized Cap mostra STH em -US$ 57 bilhões, sinal de capitulação, enquanto LTH mantêm +US$ 35 bilhões, indicando acumulação resiliente.

Essa disparidade sugere que a recuperação pós-CPI é frágil, impulsionada por especulação de curto prazo. Historicamente, níveis semelhantes precedem fases de alta volatilidade, com traders de alavancagem vulneráveis a liquidações em reversões.

Sentimento Persistente de Medo e Níveis Técnicos Críticos

O Fear & Greed Index em "medo extremo" contrasta com a alta recente, reforçando cautela. O BTC estabiliza em torno de US$ 69.000, após correção de picos. Suporte chave em US$ 64.000 deve ser monitorado, pois uma quebra pode acelerar perdas. Resistência em US$ 70.000 permanece relevante.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 368.733 (+1,15% em 24h), alinhado com US$ 70.484 (USD-BRL R$ 5,22). Investidores devem observar influxos em ETFs e decisões do Fed para shifts macro.


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Personagens cartoon reguladores do Brasil e EUA ajustando balança com criptoativos, simbolizando avanços regulatórios em Anbima e Virgínia

Brasil e EUA Avançam Regras Cripto: Anbima e Virgínia no Foco

A Anbima propôs ajustes ao Banco Central para limites de exposição a ativos virtuais, visando viabilidade operacional e alinhamento internacional. Paralelamente, autoridades da Virgínia nos EUA aprovaram regulação de quiosques de cripto, com licenças, limites e proteções contra fraudes. Esses movimentos em jurisdições chave sinalizam a normalização institucional do setor, equilibrando inovação e estabilidade financeira para bancos e consumidores.


Proposta da Anbima para Exposição Prudencial

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais enviou contribuições à consulta pública do Banco Central sobre tratamento prudencial de ativos virtuais. Atualmente, os ativos são classificados em quatro grupos por risco e complexidade, com exigências específicas de capital e reporte. Tokens de valores mobiliários estão no grupo menos arriscado, enquanto criptoativos sem hedge reconhecido ocupam o topo da pirâmide.

O problema atual reside no gatilho de reclassificação: se apenas 1% do estoque migrar para um grupo superior, toda a carteira é realocada ao risco máximo, elevando custos de capital. A Anbima sugere um modelo escalonado: acima de 1%, apenas o excedente é reclassificado, com migração total só a partir de 2%. Essa abordagem mitiga impactos de oscilações pontuais de preço e segue práticas globais.

“As regras prudenciais garantem equilíbrio entre inovação e estabilidade”, afirmou Eric Altafim, diretor da entidade. As normas devem sair no primeiro semestre de 2026, com adaptação até janeiro de 2028, considerando complexidades sistêmicas e tecnológicas.

Virgínia Impõe Licenças e Safeguards a Quiosques Cripto

No outro lado do Atlântico, o projeto de lei patrocinado pela delegada Michelle Maldonado passou pelas duas câmaras legislativas da Virgínia e aguarda sanção do governador. A medida cria requisitos estaduais de licenciamento para operadores de ATMs cripto, incluindo taxas, verificação de identidade e limites diários e mensais de transação.

Uma inovação chave é a retenção de 48 horas para novos usuários, permitindo reembolso em casos suspeitos de fraude. Operadores são proibidos de usar termos como “ATM” em marketing, para evitar confusão com caixas bancários tradicionais. Avisos claros sobre riscos de fraudes devem estar visíveis nos quiosques.

A motivação vem de casos reais, como uma vítima em Southwest Virginia que perdeu US$ 15 mil. A AARP Virginia apoia a iniciativa, destacando vulnerabilidade de idosos a esquemas envolvendo dívidas falsas ou manipulação romântica. Fraudes representam cerca de 7% do volume dos quiosques, justificando ação proativa.

Tendências Globais e Impacto para Investidores

Esses desenvolvimentos no Brasil e nos EUA refletem uma tendência mundial de regulação madura para criptoativos. Enquanto o Banco Central brasileiro refina classificações prudenciais pós-Lei 14.478/22 — com diálogos pendentes sobre stablecoins e taxonomia —, a Virgínia se junta a estados pioneiros em oversight de infraestrutura física como quiosques.

Para investidores brasileiros, isso significa maior segurança institucional: bancos poderão alocar em cripto com regras claras, reduzindo riscos sistêmicos, enquanto proteções ao consumidor combatem fraudes transfronteiriças. Autoridades de ambos os países enfatizam que a maturidade regulatória atrai credibilidade, sem sufocar inovação. Movimentos semelhantes na UE e Ásia sugerem convergência global, moldando o ecossistema onde decisões em Washington ou Brasília impactam portfólios locais.

O cenário reforça que cripto “vira gente grande”, com governos impondo guardrails para estabilidade sem proibir o crescimento.


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Plataforma de mineração Bitcoin rachada com '11%' vermelho e abismo distante '55K', sinalizando fundo de bear market ainda longe

Queda de 11% na Dificuldade de Mineração do BTC Sinaliza Fundo Ainda Distante

A dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 11,16%, marcando o maior ajuste negativo desde a proibição na China em 2021. Enquanto o preço oscila perto de US$ 70 mil — equivalente a cerca de R$ 369.419 segundo o Cointrader Monitor —, esse sinal de estresse nos mineradores sugere que o fundo do ciclo de baixa ainda está distante. O mercado parece ignorar o risco de mais capitulação.


A Queda Histórica na Dificuldade

A dificuldade ajustou-se para 125,86 trilhões no bloco 935.424, refletindo uma redução drástica no hashrate nas últimas duas semanas. Esse movimento é impulsionado por custos elevados de energia e margens apertadas, forçando mineradores menores a desligarem equipamentos. A história mostra que quedas assim precedem períodos de volatilidade, como visto no colapso chinês de 2021, quando o hashrate despencou e o preço do BTC testou suportes mais baixos.

Embora o ajuste dê alívio temporário aos sobreviventes, ele é retrospectivo. Projeções indicam possível rebote de 12% na próxima quinzena se máquinas voltarem online, o que poderia reverter o benefício sem suporte de preço mais alto. O mercado está ignorando esse ciclo vicioso potencial.

Estresse nos Mineradores e Pressão de Venda

Mineradores enfrentam contas de eletricidade e dívidas acumuladas. Com lucratividade comprimida, a tendência é vender o BTC minerado imediatamente, gerando pressão de venda constante em mercados fracos. Grandes participantes acumulam em dips, mas relatórios recentes de earnings mostram volatilidade afetando todo o setor. Essa capitulação de participantes menores é um clássico de fundos de mercado de baixa, mas os dados atuais sugerem que o pior ainda não passou.

Segundo o análise da CryptoQuant, o BTC precisa cair mais 21% para US$ 55 mil, nível do realized price que historicamente ancorou bottoms por 4-6 meses. O indicador de ciclo bull-bear permanece na fase de bear, longe do extreme bear que sinaliza reversão.

Bitcoin Longe do Fundo Definitivo

Apesar da queda de 45% desde o pico de outubro em US$ 126 mil, o BTC não testou ainda os suportes críticos. Analistas como os da Galaxy e Standard Chartered preveem descidas a US$ 50-60 mil antes de qualquer rebound sustentável. Mercados de previsão como Myriad favorecem queda para US$ 55 mil antes de alta para US$ 84 mil.

A euforia recente ignora esses riscos macro: juros altos, liquidez global restrita e correlação com ações tradicionais. Ciclos passados, como 2018 e 2022, ensinaram que otimismo excessivo precede correções profundas.

O Que Monitorar Agora

Vigie o próximo ajuste de dificuldade por volta de 20 de fevereiro e o suporte em US$ 60 mil. Se o preço não absorver vendas dos mineradores ali, outra perna de baixa é provável. Sobreviver ao bear vale mais que perseguir topos ilusórios — proteja o capital com cautela.


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Balança cósmica com massa de ouro volátil fragmentando e monolito Bitcoin estável, simbolizando maturidade do BTC sobre ouro em saídas de ETFs

ETFs de BTC Registram Saídas de US$ 360M: Ouro Mais Volátil que Bitcoin?

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram a quarta semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 360 milhões até 13 de fevereiro, enquanto o ouro exibe volatilidade mensal superior ao Bitcoin pela segunda vez em menos de um ano. Adicionalmente, os ETFs de Ether viram US$ 242 milhões em saídas. Os dados sugerem uma maturidade crescente do BTC em contraste com a turbulência inesperada do metal tradicional.


Fluxos Negativos nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin spot nos Estados Unidos acumularam saídas líquidas de US$ 360 milhões na semana encerrada em 13 de fevereiro, marcando a quarta semana consecutiva de fluxos negativos. Segundo dados compilados, o período viu entradas iniciais revertidas por grandes saídas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira e US$ 410 milhões na quinta-feira, apagando ganhos prévios. Fidelity registrou entradas modestas de US$ 11 milhões na sexta, mas BlackRock viu saída de US$ 9,3 milhões.

Fevereiro caminha para fechamento negativo, com saídas acumuladas de mais de US$ 6,7 bilhões desde novembro. Os ativos sob gestão caíram 50%, de US$ 170 bilhões para US$ 82,8 bilhões. O Bitcoin negocia em torno de US$ 70.500, lutando para romper os US$ 70.000, após correção de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro.

Saídas nos ETFs de Ether Pressionam Preço

Os ETFs spot de Ether registraram US$ 242 milhões em saídas líquidas entre quarta e quinta-feira, revertendo influxos recentes. O ETH segura níveis acima de US$ 2.000, mas underperformou o mercado cripto mais amplo, caindo 38% em 30 dias. Os dados mostram demanda institucional esfriando, com yields de Treasuries de 2 anos em 3,42%, sinalizando expectativa de cortes de juros pelo Fed.

Métricas de derivativos indicam cautela: o delta skew de opções de 30 dias em 10%, favorecendo puts (viés de baixa). O yield de staking de 2,9% fica abaixo da meta do Fed de 3,5%, com suprimento ETH crescendo 0,8% anualizado. Apesar disso, as saídas representam menos de 2% dos US$ 12,7 bilhões em AUM.

Volatilidade do Ouro Supera Bitcoin

Pela segunda vez em menos de um ano, a volatilidade mensal do ouro ultrapassou a do Bitcoin, conforme análise quantitativa. O metal subiu de US$ 4.000 para US$ 5.600 (alta de 40%) antes de cair para US$ 4.400 em três dias, exibindo picos acima da média de 10 anos. Já o BTC mostra redução estrutural de volatilidade ao longo de ciclos.

Atualmente, o ouro cotado a US$ 5.042 reflete euforia tardia, enquanto o Bitcoin, com oferta fixa em 21 milhões e emissão previsível, ganha tração como reserva de valor. Segundo o Portal do Bitcoin, isso questiona a narrativa tradicional de estabilidade do ouro.

Implicações e Níveis a Monitorar

Os dados mostram rotação para ativos de risco em meio a inflação mais baixa nos EUA (CPI 2,4% anual em janeiro). Bitcoin acumula perdas realizadas de US$ 8,7 bilhões na semana, próximo a recordes históricos. Níveis de suporte para BTC em US$ 65.000-66.000; resistência em US$ 71.000-71.500. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 369.198 (+1,4% 24h).

Investidores devem observar resultados corporativos, dívida pública dos EUA e tensões globais. Sentimento permanece em “medo extremo”, similar a 2022.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Agentes FBI cartoon examinando corrente Bitcoin rachada com silhuetas criminosas, alertando riscos de resgates em sequestros nos EUA

Alerta FBI: Sequestro nos EUA Expõe Riscos de Resgates em Bitcoin

A mãe da famosa apresentadora americana Savannah Guthrie foi sequestrada em Tucson, Arizona, no dia 1º de fevereiro, e os criminosos exigem resgate em Bitcoin. O caso ganhou atenção nacional nos EUA, com o FBI mobilizando recursos totais para investigar. Especialistas destacam o uso de ferramentas de análise de blockchain para rastrear os pagamentos, mostrando como o Bitcoin, apesar da pseudonimidade, pode ser monitorado. Isso reforça a necessidade de privacidade para quem guarda cripto no Brasil.


O Caso do Sequestro em Detalhes

Nancy Guthrie, mãe da co-apresentadora do programa matinal Today Show, desapareceu de sua casa na madrugada de 1º de fevereiro. Câmeras de segurança capturaram um homem mascarado na porta, e a polícia de Tucson classifica o incidente como sequestro forçado. O caso explodiu na mídia americana, atraindo ‘detetives amadores’ online e transformando a cidade em foco global.

Os sequestradores optaram por Bitcoin como forma de pagamento, uma tática crescente no crime organizado. Segundo ex-negociadores do FBI, mesmo com máscaras e anonimato inicial, a exposição midiática dificulta a fuga prolongada dos suspeitos. Comunidades locais já penduram fitas amarelas e distribuem cartazes de busca, pedindo pistas à população.

Para nós brasileiros, isso lembra casos de extorsão via Pix ou cripto em favelas, mas em escala maior: criminosos miram alvos de alto perfil com patrimônio visível, incluindo holdings em Bitcoin.

Como o FBI Rastreia Pagamentos em Bitcoin

O FBI usa ferramentas avançadas de blockchain forensics, como Chainalysis e similares, para mapear transações na rede Bitcoin. Cada envio de BTC deixa um rastro público: endereços de wallet, valores e horários ficam gravados para sempre. Se o resgate for pago, autoridades podem seguir o fluxo até exchanges ou wallets identificadas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 369.400 nesta manhã de domingo (15/02/2026), com alta de 1,4% em 24h. Um resgate de milhões em BTC equivaleria a dezenas de milhões de reais — um valor que chama atenção imediata em exchanges reguladas no Brasil, como Binance ou Mercado Bitcoin.

No Brasil, a PF já usa técnicas semelhantes em investigações de lavagem via cripto. Criminosos sabem disso, mas subestimam o rastreamento quando precisam converter BTC em reais para gastar.

Riscos para Holders Brasileiros e Lições Práticas

Se você tem Bitcoin guardado há anos, como muitos brasileiros que entraram em 2020-2021, esse caso é um alerta. Criminosos globais monitoram perfis públicos de ‘baleias’ ou famílias ricas via redes sociais e block explorers. No Brasil, com dólar a R$ 5,22, holdings modestas de R$ 100 mil já viram alvo de golpes locais.

O impacto prático: sequestros ou extorsões podem mirar quem ostenta riqueza digital. Famílias de classe média alta em SP ou RJ já relataram ameaças após postagens sobre investimentos. A pseudonimidade do BTC ajuda pagadores anônimos, mas falha quando tocam o mundo fiat.

Para o dia a dia, pense no custo: uma wallet exposta pode custar mais que taxas de exchange anuais.

O Que Fazer para Proteger Sua Privacidade

Situação clara: evite expor saldos em redes sociais ou fóruns. Use wallets não custodiais, como hardware wallets, e considere camadas extras de privacidade, sem misturar fundos pessoais com trocas frequentes.

Passos práticos:

  1. Verifique se suas transações passadas estão ligadas à sua identidade.
  2. Ative 2FA em todas as contas.
  3. Monitore endereços via explorers anônimos.
  4. Para remessas familiares, prefira métodos com menos rastro público.

No Brasil, com regulação da CVM crescendo, priorize plataformas locais confiáveis. Fique atento: utilidade vem de proteção, não de exposição. Monitore notícias como essa para ajustar hábitos.


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Radar digital escaneando sinais de 60K BTC julgamento, onda PCE inflação e vórtice Solana squeeze, simbolizando agenda semanal cripto

Agenda Cripto: 60k BTC em Julgamento e PCE no Radar Semanal

Os dados mostram uma semana de alta volatilidade à frente no mercado cripto. Na audiência judicial marcada para 16 de fevereiro sobre 60 mil BTC (valor atual aproximado de R$ 22 bilhões), envolvendo vítimas chinesas, o desfecho pode influenciar o sentimento em torno do Bitcoin. Na sexta-feira, 20/02, saem os dados de PCE e GDP dos EUA, indicadores chave para política monetária. Paralelamente, os funding rates negativos da Solana por 17 dias consecutivos indicam domínio de posições vendidas, com potencial para short squeeze. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.396 (+1,46% em 24h).


Audiência sobre 60 Mil BTC: Riscos Legais em Foco

A decisão judicial no Reino Unido dia 16/02 refere-se ao caso Qian Zhimin, um esquema de lavagem envolvendo 60 mil BTC, atualmente avaliados em cerca de 310 bilhões de yuans (aprox. R$ 22 bilhões ao câmbio atual). Os dados indicam impacto sobre 13 mil vítimas chinesas, com complicações por múltiplos advogados e custos elevados de honorários. O valor dos ativos encolheu de 540 bilhões de yuans em outubro de 2025 para o patamar atual, refletindo a volatilidade do Bitcoin.

Os números mostram que procedimentos como repetidas submissões e debates prolongados elevaram os custos, a serem arcados pelas vítimas. Traders devem observar reações no volume e preço do BTC próximo à data, pois resoluções judiciais em casos de grande porte historicamente geram oscilações de até 5-10% em ativos envolvidos. Níveis de suporte no BTC em torno de R$ 360 mil e resistência em R$ 380 mil merecem atenção.

Dados de Inflação PCE: Impacto Macroeconômico

No dia 20/02, os EUA divulgam o core PCE (índice preferido do Fed), Q4 GDP inicial, gastos pessoais e PCE mensal. Os dados preliminares de dezembro já apontam para pressões inflacionárias, com o core PCE anual como foco central. Qualquer leitura acima do esperado pode adiar expectativas de cortes de juros, pressionando ativos de risco como criptomoedas.

Histórico recente mostra que surpresas no PCE geram correlações negativas com o Bitcoin, com quedas médias de 3-7% em 24h pós-divulgação. Investidores posicionados em derivativos devem monitorar o volume24h do BTC, atualmente em 162 BTC nas exchanges brasileiras. A Solana, cotada a R$ 472,30 (+5,14% 24h), também responde a fluxos macro, ampliando riscos de correlação setorial.

Funding Rates da Solana: Sinal de Baixa Extrema

Os funding rates da Solana registram 17 dias consecutivos negativos, o menor nível em 2,5 anos, conforme métricas de perpetuais. Isso reflete domínio de posições vendidas, com traders apostando em quedas adicionais apesar da recuperação recente de 45% na semana passada. O preço atual em US$ 88 testa suporte em US$ 85,55, agora potencial zona de demanda.

Os dados sugerem dois cenários: continuação da baixa se pressão vendedora persistir, ou short squeeze por exaustão de shorts e entrada de compradores spot. Níveis a observar incluem resistência em US$ 90 e suporte em US$ 80. Volume diário de US$ 2,89 bi indica liquidez, mas convicção de baixa extrema eleva risco de reversão rápida.

Níveis Técnicos e Posicionamento Estratégico

No Bitcoin, médias móveis de 50 e 200 dias convergem próximo a R$ 370 mil, com RSI neutro em 55. Para Solana, URPD destaca US$ 88 como pivô. A semana exige monitoramento de open interest e variações de funding. Volumes elevados pré-eventos sinalizam movimentos amplificados.

Posicione stops adequados e diversifique exposição, priorizando liquidez. Eventos como Fed minutes (19/02) adicionam camadas de incerteza.


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Analista cartoon cortando alvo '-37%' com tesoura gigante sobre executivos de Coinbase e Robinhood, varejistas em ressaca simbolizando corte do Benchmark

Benchmark Corta Alvo da Coinbase 37%: Ressaca do Varejo Chegou?

A Benchmark cortou o preço-alvo da Coinbase em 37% para US$ 267, mantendo ‘compra’, mas sinalizando ressaca no varejo cripto. Ao mesmo tempo, as ações da Robinhood despencaram 10% após receitas de US$ 1,28 bilhão ficarem abaixo do esperado, graças à desaceleração no trading de criptomoedas. O mercado de ações está ignorando o fim do frenesi? A história mostra que exuberância assim precede correções.


Adjuste na Coinbase Revela Fragilidades

A decisão da Benchmark veio após o balanço do quarto trimestre de 2025 da Coinbase, com receita líquida de US$ 1,71 bilhão, queda de 5% em relação ao trimestre anterior, e prejuízo GAAP de US$ 667 milhões, impulsionado por perdas não realizadas em ativos cripto de US$ 718 milhões e investimentos estratégicos. O analista Mark Palmer cortou a previsão de EPS para 2026 em 21%, para US$ 5,34, refletindo o impacto da pullback geral no mercado cripto.

Apesar da manutenção da recomendação de ‘compra’, o novo alvo implica upside de apenas 60% sobre os atuais US$ 164 por ação. A diversificação avança — trading institucional subiu 37% para US$ 185 milhões com a aquisição da Deribit, stablecoins cresceram 3% para US$ 364 milhões —, mas o mercado está precificando riscos. Como em 2022, quando exchanges sofreram com a queda de volumes, cuidado com a dependência do varejo eufórico.

Robinhood Sofre com Apatia do Varejo

A Robinhood exemplifica a ‘ressaca’ do investidor de varejo. Receitas totais de US$ 1,28 bilhão ficaram aquém dos US$ 1,35 bilhão projetados, com o trading cripto como vilão principal. Analistas da Bernstein destacam a irregularidade dessa receita, mais volátil que a corretagem tradicional. O EPS superou expectativas (US$ 0,66 vs. US$ 0,63), mas despesas operacionais devem subir 18% em 2026 por aquisições como Bitstamp.

Para brasileiros, isso é termômetro: menos apetite nos EUA reduz liquidez global, ampliando volatilidade em pares locais. O CEO Vlad Tenev aposta em tokenização de ativos privados, mas a história dos ciclos — 2018, dot-com — sugere que sem volume varejista, as gigantes do trading patinam.

Contexto Amplo: ETFs e Outflows

Enquanto isso, a Trump Media protocolou ETFs de Bitcoin, Ether e Cronos junto à SEC, em parceria com Crypto.com, com taxa de 0,95%. Mas o cenário é de cautela: spot Bitcoin ETFs acumulam quatro semanas de outflows, US$ 360 milhões na última, totalizando saídas significativas desde janeiro.

Institucionais ajustam expectativas para baixo, ignorando a euforia inicial. O varejo esfria, e sem ele, o mercado de alta perde fôlego. Monitorar volumes e macro — juros altos, liquidez global — é essencial.

O Mercado Está Ignorando os Sinais?

Esses ajustes não são isolados. A história mostra que otimismo caro leva a decepções: em mercados de baixa passados, exchanges como Coinbase perderam 80%+ em valor. Proteja capital priorizando diversificação e resiliência. O contrarian diria: quando todos esperam alta eterna, prepare-se para o ciclo inevitável.


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