Trader misterioso cartoon despejando XRP em funil de vendas vs analista otimista Grayscale, simbolizando volumes intrigantes na Coreia

Coreia do Sul: Vendas de US$ 5 bilhões em XRP na Upbit Intrigam Mercado

Dados de exchanges revelam uma venda algorítmica persistente de 3,3 bilhões de XRP na Upbit, totalizando cerca de US$ 5 bilhões em 10 meses no par XRP/KRW. Análise de 82 milhões de trades indica um bot institucional operando 24/7, com pressão vendedora consistente independentemente de movimentos globais. Esse fenômeno na Coreia do Sul, que domina o volume de XRP, contrasta com inflows positivos e otimismo da Grayscale.


Vendas Sistemáticas na Upbit

Os dados mostram um desequilíbrio líquido negativo em todos os meses analisados na Upbit, com picos como -382 milhões de XRP em outubro e -370 milhões em janeiro. Apenas uma semana em 46 registrou fluxo positivo, sem distinção entre dias úteis ou fins de semana. A análise identificou 61% das trades executadas em até 10ms, com tamanhos redondos como 10, 50 ou 100 XRP no lado vendedor, sugerindo automação institucional.

Comparado à Binance, onde a pressão vendedora é 2-5x menor, o par XRP/KRW exibiu um ‘desconto Kimchi reverso’ de 3-6% entre abril e setembro. Os vendedores aceitaram execuções piores que o mercado global, priorizando conversão para KRW. Em outubro, com inversão do prêmio para +2,4%, a taxa diária de vendas dobrou para -11,2 milhões de XRP/dia.

Domínio Coreano no Volume de XRP

A Coreia do Sul lidera o volume de XRP, superando BTC e ETH em exchanges como Upbit e Bithumb. Em 24 horas recentes, XRP registrou US$ 1,2 bilhão contra US$ 285 milhões de BTC e US$ 304 milhões de ETH. Isso ocorre em meio a rotações de capital: enquanto BTC teve saídas de US$ 133 milhões e ETH de US$ 85 milhões em uma semana, XRP captou US$ 33,4 milhões em inflows.

Atualmente, XRP negocia a R$ 7,80, com BTC a R$ 356.965 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,2% em 24h). O dólar está em R$ 5,21.

Otimismo da Grayscale Contrasta com Pressão

A Grayscale classifica XRP como o segundo ativo mais discutido após BTC, impulsionado por uma comunidade vibrante e demanda por produtos de investimento. Clientes buscam exposição ao XRPL, visto como blockchain testado para capturar market share. Inflows semanais reforçam isso, apesar de outflows gerais no mercado cripto.

No entanto, a pressão vendedora na Upbit sugere que baleias coreanas podem estar realizando lucros ou convertendo para won local, possivelmente holders coreanos ou entidades reguladas. A correlação horária entre Upbit e Binance é baixa (0,37), indicando drivers locais.

Implicações para Traders

Os dados sugerem um pipeline de vendas estrutural na Coreia, amplificado por pânico retail em quedas (8x mais intenso) e compras em altas. Traders devem monitorar o par XRP/KRW por sinais de exaustão vendedora, níveis de suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,50. A rotação de capitais e interesse institucional global podem contrabalançar a pressão local a médio prazo.


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Guardião cartoon Coinbase custodando pilar BTC com 80%, recebendo baús ETH de executivos BlackRock e Grayscale, simbolizando influxos e transparência em ETFs

Coinbase Garante Lastro Total em ETFs de BTC com Influxos ETH em Alta

Seu ETF é real? A Coinbase garante que sim. Enquanto os ETFs de Ethereum spot nos EUA registram influxo líquido de US$ 48,6 milhões em 17 de fevereiro, o CEO Brian Armstrong rebateu críticas sobre ‘Bitcoin de papel’, afirmando que os produtos são totalmente lastreados. Os dados mostram confiança crescente em ativos digitais regulados, com a custódia da exchange dominando mais de 80% do mercado de ETFs de Bitcoin.


Influxos em ETFs de Ethereum Ganham Tração

Os ETFs de Ethereum spot nos EUA registraram entrada líquida de US$ 48,6 milhões na terça-feira, 17 de fevereiro, segundo dados da Farside Investors. O destaque foi o iShares Ethereum Trust (ETHA) da BlackRock, com US$ 22,9 milhões em influxos, seguido pelo Grayscale Ethereum Trust (ETH) com US$ 11,3 milhões. Esses números indicam recuperação após períodos de saídas, refletindo apetite institucional por exposição ao ETH.

No contexto brasileiro, o Ethereum cotado a R$ 10.562,48 (alta de 2,18% no dia) reforça o interesse local. Os fluxos positivos sugerem que investidores veem o ETH como complemento ao Bitcoin em portfólios diversificados, especialmente com atualizações na rede Ethereum melhorando escalabilidade.

Defesa da Coinbase Sobre Lastro dos ETFs de Bitcoin

Durante um AMA recente, Brian Armstrong destacou a dominância da Coinbase na custódia de ETFs de Bitcoin, com market share superior a 80%. Ele classificou isso como vantagem competitiva, enfatizando infraestrutura de cold storage auditada regularmente e patenteada. A CFO Alesia Haas explicou que relatórios SOC 1 e SOC 2 confirmam segregação de ativos e reconciliação com a blockchain.

Críticas sobre falta de ‘proof of reserves‘ públicas foram abordadas: a exchange não divulga endereços de wallets por segurança, mas emissores de ETFs verificam holdings on-chain independentemente. Os dados mostram que todos os spot Bitcoin ETFs cumprem exigências regulatórias de lastro total.

Transparência e Confiança no Mercado de Custódia

A concentração na Coinbase, embora elevada, é vista como saudável, com fundos maiores diversificando custodians à medida que crescem. Segundo Armstrong, grandes instituições e governos auditam a infraestrutura, que inclui testes de penetração constantes. Isso mitiga riscos, garantindo que cada share de ETF represente Bitcoin real.

Atualmente, o Bitcoin vale R$ 356.639,19 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,11% em 24h), com volume de 193 BTC. Investidores devem monitorar fluxos de ETF como indicador de sentimento institucional, pois representam bilhões em AUM.

Implicações para Investidores Institucionais

Os influxos em ETH e a defesa do lastro por Coinbase sinalizam maturidade no ecossistema. Dados de fluxos diários, como os da Farside, permitem análise de tendências: entradas consistentes indicam acumulação, enquanto saídas sugerem realização de lucros. Para brasileiros, equivalentes em reais destacam acessibilidade via exchanges locais.

Regulação clara, como o CLARITY Act em discussão, pode ampliar confiança. Os números mostram que transparência operacional sustenta adoção.


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Entidades espectrais de IA emergindo de portal de carteira conectando-se a rede blockchain pulsante, simbolizando agentes autônomos em Phantom e Claude no DeFi

IA Autônoma: Claude Sonnet 4.6 e Phantom Habilitam Agentes em Carteiras

A Anthropic lançou o Claude Sonnet 4.6, com janela de contexto de 1 milhão de tokens e melhorias em planejamento agêntico, enquanto a Phantom introduziu um servidor MCP que permite a agentes de IA gerenciarem transações cross-chain. Sua carteira agora pode “falar” com a IA da Anthropic, assinando swaps e contratos autonomamente. Essa convergência acelera a automação total na Web3, onde agentes operam sem intervenção humana.


Claude Sonnet 4.6: Capacidades Avançadas para Agentes

O Claude Sonnet 4.6 representa um salto em razonamento de longo contexto e planejamento agêntico. Com 1 milhão de tokens de contexto em beta, o modelo processa bases de código inteiras ou documentos extensos, essencial para tarefas como análise de smart contracts ou simulações de DeFi. Anthropic destaca melhorias em codificação, onde desenvolvedores preferem o 4.6 ao 4.5 em 70% dos casos, com menos alucinações e melhor consolidação de lógica.

No uso de computadores, avança no benchmark OSWorld, simulando interações em apps como VS Code ou Chrome via mouse/teclado virtual. Isso habilita agentes a navegarem interfaces legadas sem APIs, crucial para integrações blockchain onde documentação é escassa. Preços mantidos em US$ 3-15 por milhão de tokens democratizam acesso, tornando-o padrão em planos free/pro.

Phantom MCP: Infraestrutura para Operações Autônomas

A Phantom lançou o servidor MCP, um protocolo que traduz operações blockchain — como assinatura de transações, swaps e transferências — em comandos acessíveis a IAs como Claude ou o1. Suporta todas as chains da Phantom, permitindo que agentes gerenciem endereços sem custódia centralizada.

Funciona como camada de tradução: a IA gera intenções (ex: “troque ETH por SOL”), o MCP valida e executa via chaves privadas seguras. Isso resolve o gargalo de confiança em ambientes permissionless, pavimentando machine-to-machine commerce. Desenvolvedores integram via API, com foco em eficiência de tokens e segurança contra injeções de prompts maliciosos.

Implicações na Web3: De Tendências a Execução Automatizada

Esses lançamentos convergem com plataformas como os attention markets da Zora na Solana, onde trends viram ativos negociáveis por 1 SOL. Agentes equipados com Claude 4.6 + Phantom MCP detectam euforia em redes sociais, deployam pares e realizam arbitragem em tempo real, superando humanos em velocidade e escala.

Por que importa? Redefine tesourarias: carteiras viram entidades autônomas, otimizando yields via staking dinâmico ou rebalanceamento. Métricas on-chain como TVL em DeFi explodem com adoção, mas surgem desafios: governança de agents (multi-sig?), auditoria de lógica e resistências a exploits. É o protótipo de uma economia liderada por agentes.

Desafios e o Futuro da Automação Cripto

Segurança é primordial: Anthropic reforça defesas contra injeções, mas agents com acesso a chaves demandam mecanismos como delays ou reputação. Testes em Vending-Bench mostram planejamento de longo prazo, mas cenários reais testarão robustez.

Para investidores tech, monitore integrações: Claude em Excel com conectores MCP sinaliza adoção enterprise. Nos próximos meses, espere padrões como “Stripe for Agents”, onde Web3 se torna nativamente programável por IA. O código é lei — e agora, ele pensa sozinho.


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Fluxo de ouro líquido através de portal glassmorphic com XAUT para carteira digital, simbolizando dividendos tokenizados acessíveis sem bancos

Dividendos em Ouro Digital: Elemental Royalty Paga via Tether Gold

Chega de esperar semanas pelo banco para receber dividendos: agora o ouro digital cai direto na sua carteira. A Elemental Royalty, empresa americana de royalties em metais preciosos, anunciou que acionistas qualificados podem optar por receber seus dividendos inaugurais em XAUT, o ouro tokenizado da Tether. São US$ 0,12 por ação em pagamentos trimestrais totais, uma novidade mundial para empresas públicas listadas. Isso traz liquidez imediata e proteção contra inflação sem burocracia.


Como Funciona o Pagamento em XAUT

A Elemental Royalty, sediada no Colorado e listada na bolsa (ticker ELE), lucra com royalties de projetos de mineração de ouro e prata, sem os riscos de operar minas. Em comunicado oficial, a empresa revelou sua política de dividendos sustentável. Acionistas registrados qualificados escolhem entre dinheiro tradicional ou XAUT, onde cada token equivale a 1 onça troy de ouro físico armazenado em cofres seguros na Suíça.

O CEO David Cole destacou a inovação: “Isso diferencia a Elemental como investimento de crescimento”. Com o ouro a cerca de R$ 25.656 por onça (equivalente a mais de 14 salários mínimos), um dividendo de US$ 0,12 (R$ 0,63) vira fração de onça diretamente acessível. Nada de taxas de câmbio demoradas ou custódia física.

Vantagens Práticas para Brasileiros

Para quem vive no Brasil, com inflação corroendo o poder de compra e dólar a R$ 5,21, isso muda o jogo. Imagine receber dividendos em ouro digital: venda na hora em exchanges por reais, use em DeFi para rendimento ou segure como reserva de valor. Sem papelada de importação de ouro físico, que cobra IOF de 1,1% e IR sobre ganho.

Diego Duarte aqui, e vejo isso como ferramenta cotidiana. Equivale a proteger sua renda extra da desvalorização do real, como quem guarda em dólar mas com o prestígio do ouro. Tether, que comprou parte da Elemental, garante backing com 140 toneladas de ouro. Liquidez 24/7, sem esperar feriados bancários.

Crescimento do Mercado de Ouro Tokenizado

O setor de ouro tokenizado explodiu: market cap acima de US$ 5 bilhões, com XAUT liderando volume e suprimento. Preço atual em torno de US$ 4.900 (R$ 25.500), após alta de 66% no ouro físico no ano. Wintermute, market maker, prevê US$ 15 bilhões até fim de 2026, com trades OTC para instituições.

Tether introduziu “Scudo” (1/1000 onça) para pagamentos menores. Plataformas como Rumble já aceitam XAUT para tips. No Brasil, com alta do ouro e busca por hedges, isso abre portas para renda passiva tokenizada, misturando tradição com blockchain.

O Que Fazer Agora

Monitore a ação ELE (caiu 7,8% para US$ 19,41 no anúncio). Verifique elegibilidade como acionista registrado. Para brasileiros, avalie exchanges com XAUT, mas lembre: volatilidade existe, mesmo com backing físico. É um passo prático rumo à inclusão financeira via cripto, reduzindo intermediários e acelerando acesso a ativos reais.


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Reservatório translúcido de liquidez ciana acumulando influxos enquanto fluxos dourado e prismático saem, simbolizando stablecoins na Binance vs saídas de BTC e ETH

Stablecoins Refugiam na Binance com BTC e ETH em Saída

Os dados de fluxo spot das últimas 24 horas revelam um influxo líquido de US$ 101 milhões em USD1, enquanto Bitcoin registra saída de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Paralelamente, a concentração de liquidez de stablecoins na Binance atinge US$ 47,5 bilhões, sinalizando rebalanceamento institucional em meio à correção de mercado. Saída de BTC não indica pânico, mas migração para ativos estáveis à espera de níveis de suporte.


Fluxos Spot das Últimas 24 Horas

Os indicadores de fluxo de caixa spot, conforme dados recentes, mostram dinâmica defensiva no mercado. USD1, provável proxy para stablecoins como USDT, acumulou US$ 101 milhões em entradas líquidas. Em contraste, Bitcoin viu saídas de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Outros ativos como ORCA (– US$ 22,57 milhões) e XRP (– US$ 22 milhões) também enfrentam pressões de venda.

Esses movimentos refletem rotação de capital típica em fases corretivas. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, estacionando liquidez em stablecoins. No momento da análise, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 356.872,85 (+0,14% em 24h), enquanto Ethereum negociava a R$ 10.573,55 (+2,30%).

Concentração de Reservas na Binance

A Binance domina com 65% das reservas totais de USDT e USDC em exchanges centralizadas, totalizando US$ 47,5 bilhões. Desses, US$ 42,3 bilhões são em USDT (alta de 36% YoY) e US$ 5,2 bilhões em USDC (estável). OKX segue com US$ 9,5 bilhões (13%), Coinbase com US$ 5,9 bilhões (8%) e Bybit com US$ 4 bilhões (6%).

Essa concentração reforça o papel da Binance como hub de liquidez. Crescimento anual de 31% nas reservas indica confiança institucional, mesmo em bear market. Redes Ethereum e TRON suportam a maioria desses saldos.

Contexto de Mercado e Reservas de Stablecoins

As reservas de stablecoins atingiram o pico em US$ 11,4 bilhões nos 30 dias anteriores a 5/nov/2025, com queda para US$ 8,4 bilhões até 23/dez/2025. Nos últimos 30 dias, saída moderada de US$ 2 bilhões sugere estabilização. Capitalização total do mercado testa US$ 2,3 trilhões, suporte estrutural após pico de US$ 4 trilhões.

Quebra abaixo de médias móveis curtas indica consolidação. Volume de venda elevado, mas em moderação, aponta fim de pânico. Tendência de alta preserva-se acima do suporte de longo prazo.

Níveis a Observar e Implicações

Monitore reservas de stablecoins na Binance por sinais de acumulação. Estabilização em US$ 2,3T no market cap pode preceder consolidação prolongada. Fluxos spot dinâmicos sugerem rotação tática: saídas de BTC/ETH financiam entradas em stables, posicionando para compra em fundos.

Dados indicam investidores institucionais em compasso de espera, aguardando confirmação técnica. Níveis de suporte no BTC (próximo a médias de longo prazo) e ETH serão decisivos para direção futura.


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Touros cartoon recuando em nevasca sobre montanhas digitais, simbolizando inverno cripto com saída de Thiel e Saylor

Inverno Cripto Confirmado: Thiel Sai de ETHZilla e Saylor Admite Baixa

Se até Peter Thiel, o bilionário co-fundador do PayPal, está vendendo toda sua participação na ETHZilla, tesouraria corporativa de Ethereum, e Michael Saylor admite que entramos em um “cripto inverno”, por que você ainda estaria comprando na euforia? Essas movimentações de gigantes do setor validam a tese de baixa, sinalizando instabilidade no Ethereum e um drawdown geral no mercado cripto. A história mostra que quando os touros recuam, o risco aumenta significativamente.


Saída Total de Peter Thiel da ETHZilla

A saída completa de Peter Thiel e seu Founders Fund da ETHZilla, revelada em filing da SEC de 31 de dezembro de 2025, representa um revés para as estratégias corporativas de tesouraria em Ethereum. Thiel havia adquirido 7,5% da empresa em agosto de 2025, vista como endosso à adoção institucional do ETH. Agora, com a venda total, o papel da ETHZilla despencou 5% no after-hours e acumula queda de 28% no ano.

Antes conhecida como 180 Life Sciences, a ETHZilla pivoteou de biotecnologia para modelo de tesouraria ETH em meados de 2024, detendo hoje 69.802 ETH avaliados em cerca de US$ 140 milhões — colocando-a entre as top 10 holdings corporativas públicas de Ethereum. Recentemente, lançou a subsidiária ETHZilla Aerospace para tokenizar equity em motores de aviões alugados, mas o mercado parece ignorar esses pivôs, focando na saída de investidores de peso.

O mercado está ignorando esses sinais? Thiel, conhecido por apostas visionárias, raramente erra em ciclos de topo. Sua retirada sugere ceticismo com a sustentabilidade do ETH em cenários de baixa prolongada.

Saylor Admite o ‘Cripto Inverno’

Em entrevista ao Fox Business, Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, confirmou oficialmente o ‘cripto inverno’: “Esta é a quinta grande queda do Bitcoin nos últimos cinco anos”. Apesar de seu histórico de alta, Saylor reconhece o drawdown atual, com custo médio de aquisição da MicroStrategy em torno de US$ 76.000 por BTC, bem acima dos níveis atuais.

Ele tenta suavizar, chamando-o de “inverno mais brando e curto”, graças ao suporte de uma Casa Branca pro-Bitcoin com 12 membros do gabinete favoráveis a ativos digitais e adoção bancária. No entanto, a admissão em si é reveladora: mesmo evangelistas como Saylor veem riscos macro, com liquidez global apertada e correlações com mercados tradicionais aumentando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.937,92 nesta quarta-feira (18/02/2026), com variação de +0,12% em 24h — longe dos picos recentes.

Implicações para o Ciclo de Baixa

Esses eventos não são isolados. A história mostra que bolhas especulativas — das tulipas holandesas à dot-com — terminam com saídas de capitais inteligentes. Thiel saindo do ETH e Saylor admitindo inverno validam preocupações com exuberância irracional no setor. Ethereum, com ETH a R$ 10.570 segundo cotações recentes, enfrenta instabilidade extra pela rejeição de seu maior endossador corporativo.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados (2018, 2022) provam que invernos duram mais que o esperado, destruindo capital alavancado. O mercado cripto ignora taxas de juros elevadas e liquidez escassa, mas os grandes players não.

Proteção de Capital em Tempos de Baixa

Para o investidor brasileiro, sobreviver ao bear é prioridade. Monitore o mNAV das treasuries ETH/BTC, dividendos pressionados e pivôs desesperados como o da ETHZilla. Diversifique, reduza alavancagem e priorize preservação — lições de crises asiáticas e bear markets cripto anteriores. Quando todos eufóricos compram, os céticos vendem. Vale questionar: seu portfólio resiste a outro 50-80% de queda?


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Torre cristalina rachando com '85%' nas fendas vermelhas, simbolizando perda de valor em 85% dos tokens lançados em 2025

Realidade Crua: 85% dos Tokens de 2025 Perdem Valor

A realidade dos tokens lançados em 2025 é brutal: cerca de 85% negociam abaixo do preço de lançamento, segundo dados destacados pela Galaxy Research. Isso equivale a 8 em cada 10 moedas compradas no pico do hype dos venture capitals (VCs) valendo menos hoje. Ao mesmo tempo, a Benchmark cortou a meta de preço da Metaplanet em mais de 50%, de 2.400 para 1.100 ienes, apesar de manter o rating de compra. O mercado ignora os sinais de topo de ciclo.


O Fim do Boom dos Venture Capitals

A história mostra que toda euforia tem seu preço. Em 2022, os VCs captaram quase US$ 17 bilhões só no segundo trimestre, financiando mais de 80 fundos novos. Projetos com roadmaps vagos e pitch decks chamativos recebiam milhões. Hoje, o cenário mudou drasticamente. A criação de novos fundos cripto atingiu o mínimo em cinco anos, com captação no último trimestre em apenas 12% do pico de 2022.

Embora os VCs tenham investido US$ 8,5 bilhões recentemente — um aumento de 84% em relação ao trimestre anterior —, isso reflete capital levantado no boom anterior. Entre 2023 e 2025, o total deployado mal iguala o de 2022 sozinho. O retorno sobre investimento (ROI) dos VCs despenca, forçando projetos a priorizarem produto e usuários reais em vez de hype tokenizado. Como alertou um analista de DeFi: “Quando a influência dos VCs diminui, vencem os projetos com usuários e receita reais”.

Massacre dos Tokens: 85% no Vermelho

O dado de 85% não é isolado. Mesmo tokens apoiados por firmas top-tier mal saem do zero ou mergulham no vermelho. Isso sinaliza o fim do ciclo de alta impulsionado por VCs, onde o lançamento de tokens garantia ganhos rápidos. A demanda enfraquece, e a liquidez seca. Projetos sem fundamentos sólidos — a maioria — são os primeiros a sucumbir.

No macro, taxas de juros elevadas e liquidez global restrita corroem o apetite por risco. O Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, negocia a R$ 356.980 com variação de +0,1% em 24h. Mas altcoins e tokens novos sofrem mais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Metaplanet: Riscos da Estratégia Corporativa

A Metaplanet, apelidada de “MicroStrategy asiática”, ilustra os perigos. A Benchmark manteve “compra”, mas reduziu a meta de 2.400 para 1.100 ienes. O prejuízo de US$ 6,19 bilhões no ano fiscal até dezembro veio de perdas não realizadas no Bitcoin devido à queda de preço. Apesar de receitas operacionais crescerem com serviços relacionados ao Bitcoin, a volatilidade expõe a fragilidade.

Analistas destacam o equilíbrio precário: negócios de yield em Bitcoin via opções financiam aquisições sem vender o hold, mas dependem de demanda por priority stocks perpétuos. Qualquer diluição ou baixa prolongada ameaça dividendos e reservas. É um teste real da adoção corporativa em bear market.

Lições para Proteger o Capital

Cuidado com narrativas de VCs e picos de euforia — o mercado está ignorando lições de bolhas passadas como dot-com. Foque em sobrevivência: priorize Bitcoin como reserva de valor comprovada, evite tokens sem tração real e monitore ciclos macro. Projetos que sobrevivem ao bear constroem bases sólidas. Seu capital agradece a cautela agora, antes da correção plena.


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Investidor Wall Street e trader cripto conectados por fios a relógio FOMC influenciando Bitcoin, destacando impacto macro no mercado

FOMC e Buffett: Wall Street Define Ritmo do Bitcoin Hoje

Os dados indicam que o gap ascendente no DAX alemão pode servir como sinal inicial para o Bitcoin nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Com os minutos da reunião do FOMC às 14h ET e os resultados da Palo Alto Networks (PANW) após o fechamento, o SPX dita o ritmo das criptomoedas. A rotação de ativos sinalizada pelo último 13F de Buffett, com corte de 70% na Amazon, reforça a correlação entre Wall Street e BTC, atualmente em US$ 76 mil.


Calendário Econômico e FOMC em Foco

Os números mostram um calendário denso para hoje. Às 8h30 ET, saem housing starts (1,31M em nov/dez) e building permits (1,40M), seguidos de durable goods orders (-2,0%) e industrial production (0,3%). O destaque é às 14h ET: minutos do FOMC de janeiro, que podem alterar expectativas de taxas. O rendimento do 10Y Treasury próximo a 4,35% atua como gatilho para tech e ativos de risco como BTC.

No DAX, análise técnica aponta para zona de overbought, com gap up possível, mas risco de preenchimento por margin calls da quinta passada. Ouro e prata em queda reforçam cautela. PCE e GDP na sexta completam a semana volátil.

PANW Earnings e Implicações para Cibersegurança

A Palo Alto Networks divulga balanço após o fechamento, com implicações para o setor: CRWD, ZS e FTNT sob pressão por pricing power. Os dados do mercado indicam estrutura barbell, com varejo defensivo (WMT em ATH) contrastando high-beta como cripto. BTC segura US$ 76 mil em rumores de reserva soberana, mas MSTR adiciona alavancagem volátil.

Riscos geopolíticos em terras raras (China gallium/germanium) pesam em NVDA/AMD, enquanto TSLA FSD e biotech (VKTX) mostram rotações under-the-radar.

Rotação de Ativos no Último 13F de Buffett

O portfólio final de Berkshire Hathaway revela compra inédita de 5,06 milhões de ações do NYT (US$ 352 milhões), redução de 4,3% em Apple (ainda US$ 619 bilhões em AAPL) e corte de 70% em Amazon (de 10 milhões para 2,27 milhões de ações). BAC cai 9% (de 568 milhões para 517 milhões de ações), Chevron sobe para 130 milhões de ações. Core como KO e AXP estáveis.

Essa realocação sinaliza rotação para mídia digital estável e energia, em transição para novo CEO Greg Abel, mantendo filosofia de valor.

Correlação SPX-BTC: Níveis a Monitorar

Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 356.955 (+0,02% 24h, volume 193 BTC). Correlação com SPX persiste: suporte em US$ 76 mil para BTC alinha com SPY em barbell market. Níveis chave: resistência 10Y em 4,35%; monitore preenchimento do gap DAX e shift no FOMC para yields.

Os dados sugerem volatilidade, com minutos do Fed como pivô para risk-on/off em cripto.


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Influencer cartoon erguendo carta colecionável amarela vitoriosa sobre NFTs fragmentados, ironizando valor tangível superando euforia digital de Logan Paul

Pikachu de Papel 1×0 NFTs: Logan Paul Bate Recorde de R$ 86 Milhões

Interessante como uma carta Pokémon de papel de 1998 bateu todos os recordes ao ser vendida por US$ 16,492 milhões (cerca de R$ 86,1 milhões) em leilão da Goldin Auctions. Logan Paul, o mesmo que promoveu euforia nos NFTs como ninguém, entregou seu Pikachu Illustrator PSA-10 para o Guinness World Records como o trading card mais caro da história. Enquanto JPEGs digitais viram pó, o papelão resiste — e lucra. O comprador? A.J. Scaramucci, capitalista de risco com pedigree familiar.


A Venda Épica e Seu Contexto Histórico

Curioso como Logan Paul transformou um acessório de pescoço em relíquia bilionária. Ele comprou a carta em 2021 por US$ 5,275 milhões, usou-a em eventos para viralizar e agora embolsou o triplo. O leilão, conduzido pela Goldin, durou semanas com lances insanos, culminando em um evento ao vivo onde um juiz do Guinness oficializou o recorde. Paul agradeceu à comunidade Pokémon e a Ken Goldin, mas o tom agridoce revela: “orgulhoso de ter sido o guardião da maior relíquia do mundo”.

A carta, uma das 39 produzidas no Japão para um concurso nos anos 90, é o Santo Graal dos colecionadores. Grau PSA-10 — impecável. Vendida para A.J. Scaramucci, filho do ex-comunicador da Casa Branca Anthony Scaramucci, que a exibiu em um colar de diamantes customizado. Espetáculo puro, como convém ao YouTuber.

Do Fractional NFT ao Lucro Tangível

A ironia não para aí. Anos atrás, Paul tentou tokenizar frações da mesma carta via Liquid Marketplace, vendendo 5,4% por US$ 270 mil. Investidores reclamaram quando ele recomprou a fatia em 2024 e o site sumiu — Paul diz que bancou os reembolsos. Hoje, com a venda integral por US$ 16,5 milhões, aqueles tokens fracionados parecem uma piada cósmica. NFTs de Paul, como os do CryptoZoo, derreteram; o papel, não.

É o clássico embate: valor intrínseco do físico (raridade, condição, nostalgia) versus euforia digital efêmera. Enquanto o mercado de NFTs despenca — vendas caíram 20% recentemente —, trading cards explodem. Paul, pioneiro no fracasso dos NFTs de celebridades, agora valida o analógico.

Lições: Papel Vence Hype?

Para colecionadores e cripto-entusiastas, a mensagem é clara: nem tudo que brilha na blockchain perdura. O Pikachu prova que escassez real + emoção tangível superam pixels. O mercado de colecionáveis físicos bate recordes enquanto NFTs de celebridades como Paul, Bieber e Neymar afundam em prejuízos. Vale monitorar: será que isso inspira mais hibridizações, ou o papel segue rei?

No Brasil, com dólar a R$ 5,22, o lucro de Paul soa ainda mais absurdo — imagine R$ 86 milhões em uma carta que cabe no bolso. Quem diria que Pikachu daria uma aula de finanças ao Web3?


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Carteira hardware estilizada perfurada por carta sombria revelando QR code vermelho maligno, alertando sobre phishing físico em Ledger e Trezor

Alerta: Cartas Falsas de Ledger e Trezor Chegam às Casas Brasileiras

O golpe bateu na sua porta? Donos de carteiras hardware Ledger e Trezor no Brasil estão recebendo cartas falsas pelo correio, com hologramas e QR codes que levam a sites maliciosos para roubar seeds. Segundo reportagens recentes, as empresas nunca enviam esse tipo de correspondência pedindo dados sensíveis. O risco aqui é alto: um escaneamento equivocado pode custar todos os seus ativos cripto. Atenção para proteger sua família e patrimônio.


Como Funciona o Golpe das Cartas Falsas

As cartas imitam perfeitamente a identidade visual de Ledger e Trezor, incluindo hologramas, assinaturas falsificadas de executivos — como a do CEO da Ledger em uma carta da Trezor — e carimbos postais dos EUA. Elas alegam atualizações obrigatórias, como “Verificação de Autenticação®” ou “Verificação de Transação”, com prazos falsos para “ativar” o recurso via escaneamento de QR code.

É importante considerar: ao escanear, o usuário é redirecionado a sites falsos que pedem a seed phrase da carteira. Golpistas usam dados de vazamentos antigos para personalizar envios, aumentando a credibilidade. O correio físico explora nossa confiança em notificações oficiais, diferente de e-mails spam.

Vazamentos Passados Alimentam o Ataque

O risco aqui é agravado por vazamentos históricos. A Ledger sofreu vazamentos em 2020 (mais de 1 milhão de e-mails e endereços) e recentemente via parceiro de e-commerce. A Trezor teve incidentes via MailChimp (2022) e portal de suporte (66 mil usuários afetados). Esses dados “pegajosos” — e-mails, endereços e provas de compra — permitem ataques direcionados anos depois.

Especialistas como David Sehyeon Baek alertam: “Uma carta com seu endereço sinaliza ‘podemos localizá-lo’, desencadeando pânico”. Alex Katz, da Kerberus, reforça que phishing ocorre no navegador, fora do dispositivo seguro. Usuários de exchanges com KYC também estão vulneráveis.

Passos Imediatos para se Proteger

Você recebeu uma carta suspeita? Siga estes passos claros para evitar perdas:

  1. Não escaneie QR codes de correspondências inesperadas — eles levam a phishing.
  2. Nunca digite sua seed phrase em sites ou apps não oficiais. Empresas legítimas nunca pedem isso por correio.
  3. Verifique apenas canais oficiais: sites e redes sociais de Ledger e Trezor. “Não confie. Verifique”, alerta Trezor.
  4. Destrua a carta imediatamente: rasgue, queime ou descarte de forma segura.
  5. Monitore sua carteira por atividades suspeitas e ative notificações 2FA onde possível.

Essas medidas simples protegem seu patrimônio. Lembre-se: segurança cripto começa com ceticismo.

O Que Esperar e Próximos Passos

Os golpistas combinam canais — correio, SMS, apps falsos — para maximizar sucesso. Presuma que você é alvo constante. Reporte à polícia e às empresas via canais oficiais. No Brasil, denuncie à polícia ou plataformas como o site da Ledger/Trezor.

Atenção para o futuro: com dados vazados persistindo, esses ataques evoluem. Proteja-se hoje para evitar arrependimentos amanhã.


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Plataformas isométricas de Polygon elevadas acima de Ethereum com fluxo de partículas migrando, simbolizando flippening de taxas pelo Polymarket

Flippening de Taxas: Polygon Supera Ethereum com Boom do Polymarket

Pela primeira vez na história, a Polygon superou o Ethereum em receitas de taxas diárias, registrando US$ 407.100 contra US$ 211.700 na rede principal. Esse marco, ocorrido na sexta-feira, 14 de fevereiro de 2026, foi impulsionado pelo boom de apostas no Polymarket, com mais de US$ 15 milhões em apostas em uma única categoria do Oscar. O fenômeno destaca a migração de uso real para soluções Layer 2, onde custos baixos atraem atividade intensa.


O Marco das Taxas Diárias na Polygon

A Polygon, uma solução de escalabilidade Layer 2 para Ethereum baseada em sidechains e zk-rollups, alcançou um pico histórico em receitas de taxas. Na sexta-feira, suas taxas totalizaram US$ 407.100, superando as do Ethereum mainnet pela primeira vez. Esse valor representa um aumento significativo, impulsionado por um volume semanal de taxas superior a US$ 1 milhão na rede.

Para contextualizar tecnicamente: as taxas em blockchains como Ethereum e Polygon são pagas pelos usuários para processar transações, priorizando inclusão em blocos via proof-of-stake. Na Polygon, o mecanismo de consenso mais eficiente e custos reduzidos permitem maior throughput, com milhares de transações por segundo contra as dezenas do L1 Ethereum.

Esse "flippening" de taxas não é isolado: reflete métricas on-chain como 12 milhões de transações diárias em USDC na Polygon, superando outras chains como Base e Arbitrum.

Polymarket: O Catalisador do Boom

O Polymarket, mercado de predições descentralizado construído na Polygon, foi o principal driver. No fim de semana, registrou mais de US$ 15 milhões em apostas sobre vencedores do Oscar, atraindo varejo com eventos de alto engajamento. Prediction markets funcionam como oráculos baseados em consenso coletivo: usuários compram shares de outcomes (sim/não) com base em probabilidades implícitas, resolvidas por feeds on-chain.

Técnicamente, cada bet envolve múltiplas transações: depósitos em USDC, swaps, liquidações e retiradas. Com taxas médias de US$ 0,0026 por transação na Polygon, isso gera volume massivo sem onerar usuários, ao contrário do Ethereum. Polymarket concentrou a maioria das taxas recentes, provando adoção real de dApps práticas.

Essa dinâmica ilustra como aplicações consumer-facing migram para L2s: alto volume de microtransações viabilizadas por baixa latência e custo.

Vantagens Técnicas da Polygon sobre Ethereum L1

A vantagem de custo da Polygon é quantitativa: taxa média de US$ 0,0026 versus US$ 1,68 no Ethereum. Essa diferença, 600x menor, decorre da arquitetura: Polygon usa um bridge para herdar segurança do Ethereum enquanto processa transações off-chain, batchando-as em rollups para settlement final no L1.

Enquanto Ethereum enfrenta congestionamento em picos (ex: volatilidade recente com movimentos de baleias), a Polygon mantém estabilidade. Métricas on-chain confirmam: usuários ativos priorizam L2s para DeFi e gaming, onde frequência importa mais que valor unitário.

Resultado: migração de "uso real", medido por transações diárias e taxas geradas, não apenas TVL especulativo.

Implicações para o Ecossistema DeFi

Esse evento sinaliza a maturação das L2s: Polygon demonstra que escalabilidade técnica impulsiona receitas sustentáveis. Para desenvolvedores, reforça a escolha de chains com EVM-compatibilidade e baixos custos para dApps de alto volume como prediction markets.

No longo prazo, espera-se mais "migrações": conforme Ethereum avança com Dencun e Prague upgrades, L2s como Polygon capturam valor real. Investidores devem monitorar métricas como usuários ativos diários (DAU) e receita de taxas para avaliar saúde de protocolos.

O uso prático do Polymarket exemplifica: DeFi evolui de especulação para utilidade cotidiana, redefinindo o ecossistema blockchain.


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Personagem soberano de Abu Dhabi cartoon despejando ouro em cofre ETF Bitcoin com executivo BlackRock, simbolizando investimento de US$ 630 milhões

Abu Dhabi Impulsiona ETF Bitcoin da BlackRock para US$ 630 Milhões

O fundo soberano Mubadala, de Abu Dhabi, elevou sua posição no iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, para 12,7 milhões de ações avaliadas em US$ 630,6 milhões até 31 de dezembro de 2025, um aumento de 46% em relação ao trimestre anterior. Junto à Al Warda Investments, veículos de investimento emiratis somam mais de 20 milhões de ações e US$ 1,1 bilhão, conforme divulgações à SEC. Esse movimento reforça a tese de Bitcoin como ativo de reserva estratégica para nações do Golfo, em meio à diversificação econômica além do petróleo.


Expansão Agressiva do Mubadala no Mercado Cripto

O Mubadala Investment Company, gestor de mais de US$ 330 bilhões para o governo de Abu Dhabi, reportou a compra de cerca de 4 milhões de ações adicionais do IBIT no quarto trimestre de 2025. Essa operação elevou sua participação para 12,7 milhões de ações, equivalentes a aproximadamente R$ 3,29 bilhões ao câmbio atual de R$ 5,22 por dólar. A estratégia visa gerar retornos sustentáveis e apoiar a diversificação econômica dos Emirados Árabes Unidos, reduzindo a dependência do petróleo em um contexto de transição energética global.

Paralelamente, a Al Warda Investments, vinculada ao Abu Dhabi Investment Council sob o guarda-chuva do Mubadala, incrementou sua posição para 8,22 milhões de ações do IBIT, ante 7,96 milhões no trimestre anterior. Esses investimentos públicos em ETFs de Bitcoin marcam uma mudança notável para a região, tradicionalmente focada em ativos privados.

Participações Institucionais Reforçam Tendência

Não só fundos soberanos: a Jane Street, gigante de trading, adicionou mais de 7,1 milhões de ações ao IBIT, totalizando 20,3 milhões avaliadas em US$ 790 milhões. Morgan Stanley e a própria BlackRock expandiram posições em mais de 2 milhões de ações cada, enquanto Barclays e Susquehanna registraram aumentos expressivos de 22% e 71%, respectivamente. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.663 (variação -1,13% em 24h) reflete volatilidade, mas atrai alocações institucionais diversificadas.

Contrastes surgem com reduções: JPMorgan cortou 42,7% e Goldman Sachs 39%, optando por cautela, enquanto Harvard reduziu 21% no IBIT para investir em ETF de Ethereum.

Bitcoin como Reserva Soberana: Corrida Geopolítica

O caso de Abu Dhabi ecoa iniciativas nos EUA, como o Texas, primeiro estado americano a comprar US$ 5 milhões em IBIT para sua reserva estratégica em novembro de 2025, enquanto planeja custódia própria. Esses movimentos validam a narrativa de nações competindo por Bitcoin como “ouro digital”, hedge contra inflação e sanções. Países do Golfo, com fundos soberanos robustos, veem cripto como arma econômica em um mundo multipolar.

Segundo autoridades emiratis, a acumulação via ETFs regulados permite exposição sem complexidades regulatórias diretas de custódia. Isso contrasta com reservas tradicionais em ouro ou dólar, expostas a políticas monetárias ocidentais.

Implicações para Investidores Globais

Para brasileiros e investidores latino-americanos, essa tendência soberana sinaliza maturidade do Bitcoin como classe de ativo. Com o IBIT liderando com US$ 52,4 bilhões em AUM, o mercado de ETFs consolida influxos institucionais. Monitore decisões em Washington, Bruxelas e Pequim, pois regulações moldarão o acesso soberano a BTC. Vale acompanhar volumes e variações para posicionamentos estratégicos.


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Executivos cartoon saindo com caixas de arranha-céu de exchange rachado e seta vermelha descendente, ilustrando crise na Gemini pós-IPO

Crise na Gemini: Ações Caem 14% Após Saída de Três Executivos Pós-IPO

A Gemini Space Station Inc. (GEMI) registrou a saída imediata de três executivos-chave — COO Marshall Beard, CFO Dan Chen e CLO Tyler Meade —, conforme filing regulatório divulgado nesta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. As ações caíram até 14%, para cerca de US$ 6,50, sinalizando instabilidade institucional apenas cinco meses após o IPO na Nasdaq. Os dados indicam preocupações com governança e prejuízos projetados em torno de US$ 600 milhões para 2025.


Detalhes das Saídas e Transição de Liderança

Os dados do filing 8-K revelam que as demissões são efetivas imediatamente, com Beard também renunciando ao conselho de diretores, sem desacordos operacionais reportados. A Gemini não planeja substituir o COO, transferindo responsabilidades de receita para o cofundador Cameron Winklevoss. Foram nomeados interinos: Danijela Stojanovic como CFO e Kate Freedman como general counsel, conforme detalhado na análise de mercado.

Essa transição ocorre em um contexto de corte de 25% da força de trabalho global, anunciado recentemente, e redução de ativos totais de US$ 10,8 bilhões em outubro para US$ 5,2 bilhões atuais. Os números mostram 600 mil usuários mensais transacionando, um aumento de 17% em relação ao ano anterior, mas insuficiente para mitigar a pressão financeira.

Impacto Imediato nas Ações e Desempenho de Mercado

As ações GEMI registraram queda de 10% a 14% no pregão inicial, negociando em US$ 6,54 por volta das 18h (horário de Brasília), enquanto o mercado amplo subia. Esse movimento contracíclico reflete perda de confiança dos investidores, com o ticker sobperformando pares do setor cripto. Os dados de volume de negociação da Gemini, em 19º lugar entre CEXs com US$ 31,9 milhões em 24h, indicam posição enfraquecida.

Bitcoin opera em US$ 67 mil, com retração de 25% nos últimos três meses, ampliando o cenário desafiador para exchanges públicas. A volatilidade das ações GEMI pós-IPO destaca a sensibilidade a eventos de governança em empresas cripto listadas.

Contexto Financeiro e Estratégico

A empresa projeta prejuízo líquido de US$ 587 milhões a US$ 602 milhões em 2025, apesar de receita líquida estimada em US$ 165-175 milhões, alta ante US$ 141 milhões em 2024, impulsionada por cartões de crédito. O IPO de setembro de 2025 captou US$ 425 milhões, mas a estratégia de retração — fechamento de operações no Reino Unido, UE e Austrália, foco em EUA e prediction markets — reflete ajustes drásticos.

Indicadores técnicos mostram suporte próximo a US$ 6,00 e resistência em US$ 7,50. Volumes elevados no dia sugerem realização de lucros, com médias móveis de 50 dias em declínio. Investidores monitoram o próximo filing trimestral para métricas de mNAV e liquidez.

Implicações para Governança e Mercado Cripto

Os números expõem riscos de concentração em fundadores Winklevoss, com Cameron acumulando papéis múltiplos. Para traders, vale observar níveis de suporte em US$ 6,00; rompimento abaixo pode acelerar vendas. O episódio reforça a necessidade de equipes executivas estáveis em exchanges públicas, especialmente em ciclos de baixa como o atual, com BTC testando mínimas recentes.

Dados sugerem maior escrutínio regulatório e de acionistas, potencialmente impactando valuation. Usuários devem avaliar diversificação de plataformas em meio à reestruturação.


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Executivos cartoon chocados segurando pilares BTC e ETH rachando em partículas vermelhas, simbolizando prejuízos bilionários em tesouraria cripto

Prejuízos Colossais: Strategy e BitMine Perdem US$ 137 Bilhões em BTC e ETH

As tesourarias corporativas de Strategy e BitMine acumulam perdas flutuantes colossais, totalizando US$ 137 bilhões em Bitcoin e Ethereum, segundo dados recentes de analistas on-chain. A Strategy, focada em BTC, registra prejuízo de US$ 57,56 bilhões, enquanto a BitMine, em ETH, soma US$ 79,43 bilhões. Esses números expõem a fragilidade de estratégias que apostam tudo em ativos voláteis, em um mercado que ignora lições históricas de bolhas passadas.


Situação Precária da Strategy em Bitcoin

A Strategy detém 717.131 BTC, avaliados atualmente em US$ 487,65 bilhões, com custo médio de US$ 76.027 por unidade. Isso resulta em uma perda flutuante de US$ 57,56 bilhões, à medida que o preço do Bitcoin oscila abaixo dos níveis de aquisição. A história mostra que empresas que concentram tesourarias em um único ativo de risco enfrentam pressões intensas durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.628,59, com variação de -1,09% em 24 horas. Em dólares, isso reforça a cautela: o mercado está ignorando os riscos de liquidez global apertada e elevação de juros, que historicamente punem ativos especulativos.

BitMine e o Fardo do Ethereum

A BitMine, por sua vez, segura 4.371.497 ETH, no valor atual de US$ 86,73 bilhões, mas com custo médio de US$ 3.801 por token, gerando prejuízo de US$ 79,43 bilhões. Essa posição reflete uma aposta agressiva em Ethereum durante picos de euforia, agora testada por uma reprecificação severa. Cuidado com narrativas de ‘HODL eterno’: ciclos passados, como o colapso da dot-com, revelam que tesourarias inchadas em ativos sobrevalorizados raramente sobrevivem sem diluição de capital ou vendas forçadas.

O Ethereum negocia a cerca de R$ 10.470 por unidade, mas a volatilidade inerente questiona a sustentabilidade dessa estratégia para empresas listadas, sujeitas a acionistas e relatórios trimestrais impiedosos.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

Essas perdas não são isoladas; representam o custo multibilionário de uma euforia institucional cega pelo Bitcoin e Ethereum. A Strategy e BitMine exemplificam como vincular o balanço patrimonial a criptoamplifica choques macroeconômicos. Em 2022, vimos mineradoras e fundos evaporarem; hoje, com dívida corporativa crescente, o risco de default ou recapitalização forçada cresce. O mercado ignora que toda alta é seguida de baixa, e proteção de capital deve vir antes de apostas heroicas.

Analistas apontam para correlações crescentes com ações tech, vulneráveis a recessões. Sem recuperação rápida, essas tesourarias podem forçar vendas em baixa, acelerando quedas.

O Que o Investidor Deve Monitorar

Vale observar indicadores como mNAV (market Net Asset Value) dessas empresas e comunicados sobre dividendos ou emissões de ações. Se o Bitcoin não romper resistências acima de US$ 70 mil, pressões aumentam. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,22, essas perdas em reais superam R$ 700 bilhões — um lembrete brutal de que sobrevivência ao ciclo importa mais que ganhos efêmeros.

A história ensina: exuberância tem preço. Ceticismo não é pessimismo; é preparação realista.


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Personagens cartoon de regulador federal e estados em cabo de guerra sobre portal Web3, simbolizando disputa CFTC contra proibições em prediction markets

CFTC Entra em Guerra com Estados por Mercados de Predição

A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), sob comando de Mike Selig, entrou com um breve amicus curiae no tribunal para defender sua autoridade exclusiva sobre mercados de predição nos EUA. Estados como Nevada, Massachusetts e Nova York barram plataformas como Polymarket, Kalshi e Crypto.com, tratando-as como apostas esportivas. Selig alerta: ‘Veremos vocês na corte’. Essa guerra federal versus estadual marca um ponto de virada para a Web3, redefinindo mercados de predição como finanças reguladas, não jogos de azar. O embate ocorre em 17 de fevereiro de 2026, com implicações globais para previsões on-chain.


Autoridade Federal sobre Event Contracts

O presidente da CFTC, Mike Selig, argumenta que a agência regula esses mercados há mais de duas décadas, conforme a Commodity Exchange Act. Prediction markets são vistos como derivativos baseados em commodities, permitindo hedge contra riscos como variações climáticas ou preços de energia. Segundo autoridades da CFTC, eles funcionam como verificadores de informação, mais precisos que pesquisas tradicionais em eventos como eleições de 2024, onde Polymarket registrou bilhões em volume.

A agência reverteu posturas anteriores da era Biden, abandonando apelações contra Kalshi e abraçando inovação sob Trump. Selig enfatiza que contratos de eventos são swaps sem exposição direta ao ativo subjacente, excluindo cebolas e bilheterias de cinema da definição ampla de commodities. Essa posição federal busca unificar regulação, evitando fragmentação estadual que inibe crescimento.

Desafios Estaduais e Litígios em Massa

Estados contestam a jurisdição da CFTC, alegando violação de leis locais de apostas. Nevada decidiu em novembro que contratos esportivos não cabem à agência federal. Há mais de 50 ações judiciais contra exchanges registradas como Kalshi (19 processos), Polymarket (sob escrutínio em Tennessee, Nevada e Nova York) e Crypto.com, que recebe suporte direto da CFTC em apelação no Nono Circuito.

Coinbase também processa Connecticut, Illinois e Michigan por tentativas semelhantes. Governador de Utah, Spencer Cox, rebateu Selig no X, chamando-os de ‘jogo puro’ que destrói famílias. Senadora Elizabeth Warren critica a CFTC por enfraquecer poderes estaduais contra ‘golpes’ em gambling.

Mercados de Predição: Finanças ou Apostas?

A distinção é crucial: CFTC classifica como ferramentas financeiras para prever eleições, economia, esportes ou moda, gerando previsões mais ágeis que pesquisas. Diferente de apostas, oferecem hedge comercial e checagem de notícias. Plataformas on-chain como Polymarket revolucionam Web3 ao tokenizar probabilidades em blockchain, atraindo volumes massivos.

No contexto global, essa batalha reflete tensões regulatórias vistas na UE e Ásia, onde prediction markets testam fronteiras entre DeFi e gaming. Para investidores brasileiros, decisões nos EUA influenciam fluxos globais, podendo validar modelos híbridos em jurisdições emergentes.

Implicações para o Setor Web3

Uma vitória da CFTC solidificaria liderança americana em inovação financeira, protegendo plataformas de proibições locais e fomentando regras novas para event contracts. Perdas poderiam fragmentar o mercado, impulsionando migração para offshores. Investidores devem monitorar o Nono Circuito, pois o precedente moldará adoção de previsões on-chain mundialmente, conectando regulação doméstica a dinâmicas geopolíticas maiores.


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Personagem cartoon remendando rede hexagonal rachada com NFT luminoso, simbolizando sistema SOU recuperando fundos do hack Shibarium

SHIB: Como o Sistema SOU Recupera Fundos do Hack Shibarium

Vítima do hack no Shibarium? Veja como os novos NFTs SOU da Shiba Inu podem recuperar seus fundos. Lançado em 16 de fevereiro de 2026, o sistema “Shib Owes You” cria recibos digitais on-chain para rastrear o valor devido a cada usuário afetado. Pense assim: é como um vale-compra imutável na blockchain Ethereum, auditado pela Hexens para total segurança. Transparente e negociável, ele restaura confiança após o incidente de 2025.


O Que é o Sistema SOU?

Em outras palavras, SOU significa “Shib Owes You” — ou “Shib Deve a Você”. É uma inovação da Shiba Inu para compensar holders impactados pelo hack na rede Shibarium, uma camada 2 do Ethereum dedicada a transações rápidas e baratas com SHIB.

O Shibarium sofreu um ataque em 2025, causando perdas para usuários. Agora, o SOU emite um NFT único para cada vítima. Esse NFT registra o valor principal devido — como pagamentos, doações ou recompensas. É prova criptográfica permanente: ninguém pode alterar ou apagar. Isso significa que você tem um documento oficial na blockchain, visível para todos.

Pense assim: imagine um recibo de loja que você pode verificar online a qualquer hora, e que atualiza sozinho quando recebe o reembolso. Exatamente como um vale-alimentação digital, mas turbinado pela tecnologia blockchain.

Como Funcionam os NFTs SOU na Prática?

Os NFTs SOU são on-chain, ou seja, vivem na blockchain Ethereum. Cada um rastreia seu saldo devido em tempo real. Quando a Shiba Inu faz um pagamento ou a comunidade doa, o valor principal diminui automaticamente. É simples: valor inicial menos reembolsos = saldo atual.

O melhor? Eles são flexíveis: você pode transferir seu SOU para outra carteira, dividi-lo (se o valor permitir), mesclá-lo com outros ou até negociá-lo em marketplaces de NFTs. Isso democratiza a recuperação — se precisar de liquidez urgente, venda parte do seu “recibo” para outro holder.

Exemplo prático: suponha que o hack te custou 1 milhão de BONE (token do Shibarium). Seu SOU NFT mostra esse valor. Um pagamento de 200 mil reduz para 800 mil. Verifique no explorador de blockchain, como Etherscan, para confirmar tudo.

Auditoria da Hexens: Segurança em Primeiro Lugar

Para passar confiança, o sistema passou por uma auditoria completa da Hexens, firma especializada em segurança blockchain. Eles revisaram lógica de recuperação de ativos, fluxos de pagamento, mecânicas dos NFTs, controles de acesso e proteção de fundos.

Resultado? Tudo aprovado. Shytoshi Kusama, embaixador líder da Shiba Inu, elogiou: “Great work, kaal dhairya and the team”. Isso importa porque, em cripto, hacks acontecem — mas transparência e auditorias evitam repetições. Para você, iniciante ou veterano, é garantia de que seu reembolso não some no ar.

Em resumo, o SOU não é só reembolso: é uma lição de inovação, usando NFTs como “títulos de dívida” negociáveis, algo novo no setor.

Como Reivindicar Seu SOU e Próximos Passos

Primeiro, acesse o anúncio oficial no X da Shiba Inu e siga as instruções para reivindicar. Conecte sua carteira afetada (geralmente MetaMask ou similar) ao portal SOU. O NFT será mintado automaticamente baseado nas perdas verificadas.

  1. Verifique elegibilidade no site Shibarium ou dashboard SHIB.
  2. Conecte carteira e reivindique o NFT SOU.
  3. Monitore pagamentos via blockchain.
  4. Se quiser, liste em marketplaces como OpenSea.

Vale monitorar atualizações, pois doações comunitárias aceleram reembolsos. Isso empodera você: saia confiante, sabendo que a Shiba Inu prioriza holders como você.


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Personagem Trump cartoon batendo martelo para dividir placa SEC/CFTC, liberando luz cyan para Bitcoin, sinalizando nova lei regulatória

Trump Sinaliza Lei Regulatória: Divisão SEC/CFTC Avança

O presidente Donald Trump sinalizou o empurrão final para a aprovação da lei de estrutura de mercado cripto nos Estados Unidos. A proposta S. 3755/H.R. 3633 divide a regulação entre SEC (títulos) e CFTC (commodities), atribuindo primazia à CFTC para Bitcoin e Ethereum. Com prazo de reconciliação no Senado até 28 de fevereiro, o mercado reage com otimismo moderado, vendo clareza regulatória como catalisador para adoção institucional.


Detalhes da Proposta Legislativa

A legislação estabelece um marco claro: a CFTC assume autoridade principal sobre commodities digitais como Bitcoin e Ethereum, enquanto a SEC cuida de securities. Exchanges e corretoras terão 180 dias para registro provisório após a sanção, facilitando a operação legal de plataformas. O presidente do CFTC, Michael Selig, indicou que o texto pode chegar à mesa de Trump em meses, com regras conjuntas SEC-CFTC em até 18 meses para transações mistas e margens.

Essa divisão resolve anos de incerteza, onde a SEC aplicava regras de securities a ativos não fungíveis. O mercado está construindo bases sólidas, similar aos ciclos passados pós-halving, onde clareza regulatória impulsionou fluxos institucionais.

Contexto Político e Prazos

O Comitê de Agricultura do Senado avançou o Digital Commodity Intermediaries Act por 12-11 em janeiro, mas precisa reconciliar com o Comitê Bancário antes do prazo final de 28 de fevereiro para frameworks de stablecoins da Casa Branca. Apoiada por Trump, a proposta reflete o ‘Trump trade’ pró-cripto, contrastando com a era anterior de ações agressivas da SEC.

Apesar críticas da Coinbase sobre restrições a DeFi e stablecoins, a narrativa maior é de maturidade. Fundamentos se fortalecem com adoção, e o dólar a cerca de R$ 5,22 reforça atratividade para investidores brasileiros monitorando fluxos globais.

Implicações para o Mercado Cripto

Clareza regulatória é o combustível para o próximo rali. Com CFTC supervisionando BTC e ETH, exchanges ganham confiança para listar novos ativos, atraindo capital institucional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 354.338, com variação de -1,13% em 24h, mas a visão de longo prazo permanece de alta.

Isso contextualiza movimentos de baleias e ETFs, onde volume institucional dita tendências. Investidores devem observar reconciliação no Senado como gatilho para alta moderada.

Oportunidades e Projetos em Destaque

O otimismo abre portas para projetos vinculados, como potenciais airdrops em ecossistemas Trump-related, apesar de escrutínio sobre tokens como WLFI. Plataformas como a Binance oferecem acesso amplo para capturar essas tendências, com ferramentas para staking e trading.

No ciclo atual, regulação positiva reforça tesourarias corporativas em BTC. Monitore prazos: clareza regulatória pode ser o divisor de águas para adoção em massa, beneficiando holders de longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de empresas cripto: um avançando por portão aberto na Coreia e outro diante de muro na Polônia, simbolizando mudanças regulatórias contrastantes

Mapa Cripto Muda: Coreia Libera Empresas Após 9 Anos, Polônia Veta MiCA

O mapa regulatório cripto global se transforma rapidamente: o governo da Coreia do Sul revogou a proibição de nove anos ao uso de criptomoedas por empresas, permitindo investimentos limitados em ativos como Bitcoin e Ether. Em contraste, o presidente polonês vetou pela segunda vez um projeto para implementar a lei MiCA da UE, forçando firmas locais a buscar licenças no exterior. Essas decisões opostas sinalizam uma reorganização macro que pode redirecionar fluxos de capital entre Ásia e Europa.


Abertura Cautelosa na Coreia do Sul

A Comissão de Serviços Financeiros (FSC) sul-coreana encerrou a restrição imposta em 2017, motivada por temores de especulação retail, lavagem de dinheiro e instabilidade financeira. Agora, cerca de 3.500 organizações, incluindo empresas listadas e gestoras profissionais, podem alocar até 5% do capital acionário anual em cripto. Os investimentos ficam restritos às 20 maiores criptomoedas por capitalização, negociadas nas cinco exchanges reguladas locais.

Essa medida integra a “Estratégia de Crescimento Econômico de 2026”, que inclui leis para stablecoins e ETFs spot de cripto. Autoridades implementam salvaguardas como execução escalonada de ordens para mitigar volatilidade. Diferente de EUA e Japão, onde não há tetos fixos, a Coreia adota caminho conservador, priorizando estabilidade sistêmica enquanto observa influxos institucionais graduais.

Segundo Veto Polonês ao MiCA

O presidente Karol Nawrocki rejeitou o projeto de lei 2064 por considerá-lo “praticamente idêntico” ao anterior, vetado em dezembro. Críticos, como o político Tomasz Mentzen, veem na proposta uma super-regulação que afasta inovação. Nawrocki enfatizou: “A Polônia deve atrair inovação, não repeli-la”.

A Autoridade de Supervisão Financeira (KNF) alerta para a ausência de autoridade competente local até o prazo MiCA de 1º de julho de 2026. Empresas como Kanga Exchange e Zonda Crypto, de raízes polonesas, já buscam licenças em Estônia e Luxemburgo, criando assimetria regulatória: estrangeiras como Coinbase operam livremente, enquanto locais enfrentam limbo jurídico.

Impactos no Fluxo de Capital Global

Na Coreia, a entrada corporativa pode elevar a liquidez doméstica, reduzindo spreads e dominância retail, mas o limite de 5% freia influxos massivos iniciais. Conglomerados coreanos, já familiarizados com blockchain em supply chains, testarão tesourarias em BTC, similar ao Metaplanet japonês. Isso atrai produtos como ETFs e custódia, fortalecendo Seul como hub asiático contra Hong Kong e Singapura.

Na Polônia, o veto impulsiona êxodo para jurisdições MiCA-friendly, drenando capital de exchanges locais e beneficiando centros como Luxemburgo. Economistas como Krzysztof Piech preparam projetos mais amigáveis, mas o atraso cria desequilíbrio: firmas polonesas menores podem sair do mercado, enquanto globais ganham terreno.

Reconfiguração Macro e Lições para Investidores

Esses movimentos opostos ilustram a geopolítica cripto: Ásia avança com controles locais, Europa enfrenta fragmentação apesar do MiCA unificado. Para investidores brasileiros, monitorar esses fluxos é essencial — abertura coreana pode pressionar liquidez global em BTC/ETH, enquanto bloqueios europeus redirecionam capitais para exchanges asiáticas ou americanas. Autoridades equilibram inovação e riscos como volatilidade e custódia, moldando o ecossistema onde o capital fluirá.


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Balança digital brutalista desequilibrada com massa vermelha de medo dominando, Bitcoin testando suporte rachado, ilustrando índice Fear & Greed em mínima de 4 anos

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em Mínima de 4 Anos

O sentimento em torno do Bitcoin atingiu o nível mais baixo em quatro anos, com o Crypto Fear & Greed Index marcando próximo de 10, zona de "medo extremo". Historicamente associado ao fim de quedas intensas, como pós-FTX, o indicador reflete pânico generalizado. O BTC opera em US$ 68.000, acompanhando a correlação positiva com Nasdaq, que passou de -0,68 para +0,72 desde 3 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.427, com variação de -1,09% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin em queda de 1,25% para US$ 68.000, alinhado à fraqueza nos futuros do Nasdaq (-0,55%) e ouro (-2,4%). Memecoins como PEPE, DOGE e TRUMP lideram perdas de 3,5% a 4,5%, enquanto o interesse aberto (OI) em futuros cripto recuou 1,5% para US$ 93 bilhões. Liquidações de posições alavancadas somam US$ 229 bilhões em 24 horas, majoritariamente compradas.

O Crypto Fear & Greed Index tocou 5 na semana passada, o mais baixo histórico, estabilizando entre 10 e 13. A capitalização do BTC caiu 47% desde o ATH, posicionando-o na 13ª maior do mundo, com market cap total cripto em US$ 2,435 trilhões.

Análise Técnica e On-Chain

Técnicos indicam condições de sobrevenda: o BTC negociou a duas desvios-padrão abaixo da média móvel de 20 dias, evento raro nos últimos cinco anos. Funding rates em perpétuos normalizaram após negativos prolongados, sugerindo menor risco de liquidações em cascata. On-chain, detentores de longo prazo mantêm suprimento elevado, com reservas em exchanges em baixa, apontando acumulação estratégica apesar de cinco declínios mensais consecutivos.

A correlação com Nasdaq reforça o viés de risk-off, impulsionado por temores em IA e disrupção setorial. Volatilidade implícita de BTC e ETH recuou de máximos mensais, com puts mais caros que calls no Deribit, mas posicionamento menos defensivo que há duas semanas.

Níveis Críticos de Suporte

Suportes chave incluem US$ 65.000, onde consolidação sustentada poderia sinalizar fundo inicial. Rompimento abaixo ativaria pressão vendedora adicional, testando US$ 55.000 conforme análises on-chain. Dominância do BTC oscila entre 57,4% e 60,1% desde setembro, com altcoins enfraquecidas em timeframes curtos.

Exaustão de vendedores é evidenciada pela reversão do sentimento médio de 21 dias abaixo de zero, ecoando fundos passados. Fechamento negativo em fevereiro marcaria a maior sequência baixista desde 2018, tipicamente associada a transições cíclicas.

Implicações e Monitoramento

Os dados sugerem proximidade de exaustão, mas sem garantia de reversão imediata. Investidores monitoram macroliquidez, com aperto financeiro pesando em ativos de risco. Institucionais continuam expandindo infraestrutura, sustentando tese de longo prazo. Níveis a observar: suporte US$ 65.000 e resistência inicial em US$ 70.000.


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Pêndulo no ápice da oscilação entre luzes verde e vermelha sobre horizonte digital, simbolizando expectativa dos minutos FOMC no mercado cripto

Fed: Expectativa de Cortes e Minutos FOMC Agitam Cripto

Na abertura das bolsas americanas nesta terça-feira (17/02), as ações ligadas a criptomoedas registraram quedas generalizadas, com MSTR caindo 2,73%, COIN 0,75% e GEMI (Gemini) despencando 8,6% após demissões de executivos. Paralelamente, o conselheiro do Fed, Austan Goolsbee, sinalizou múltiplos cortes de juros caso a inflação continue em queda, enquanto os minutos do FOMC de janeiro, divulgados amanhã, prometem volatilidade no mercado cripto. Os dados mostram correlação forte com ações de tecnologia e liquidez global.


Queda na Abertura das Bolsas e Impacto em Ações Cripto

Os índices americanos abriram mistos: Dow Jones subiu 31 pontos (+0,08%), S&P 500 caiu 0,24% e Nasdaq recuou 0,59%. As ações de cripto seguiram o viés negativo do setor de tecnologia. MicroStrategy (MSTR), proxy para Bitcoin, abriu com perda de 2,73%. BitMine (BMNR) caiu 2,56%, Coinbase (COIN) 0,75%.

O destaque negativo foi GEMI, com queda de 8,6%, impulsionada por relatório da Bloomberg sobre saídas simultâneas de COO, CFO e CLO da Gemini pós-IPO. Os dados indicam correlação de 0,85 entre Nasdaq e índice de ações cripto nos últimos 30 dias, refletindo apetite por risco em ativos de alto beta.

Volume de negociação inicial foi moderado, com foco em realização de lucros após rali recente do Bitcoin acima de US$ 67.000.

Sinalizações do Fed: Cortes Condicionados à Inflação

Austan Goolsbee, membro do Fed de Chicago, afirmou que a inflação nos serviços americanos não é “moderada”, mas vê 3% como taxa neutra de juros. Se o CPI continuar caindo para próximo de 2%, múltiplos cortes estão no radar. Isso ecoa o CPI de janeiro em 2,4% YoY, abaixo das expectativas de 2,5%.

Jerome Powell reforçou em janeiro: “sem pressa para cortar”. Mercados precificam 2,5% de cortes totais em 2026, com probabilidade de manutenção em março acima de 92% pelo CME FedWatch, após payrolls de +130k empregos.

Fed funds permanece em 3,5%-3,75%. Analistas notam que dados de emprego fortes contrabalançam dovishness inflacionário.

Minutos do FOMC: Rali ou Choque para Cripto?

Os minutos de janeiro, liberados em 18/02 às 14h ET, detalharão debate interno sobre pausa nos cortes após easing de fim de 2025. Tom hawkish (riscos inflacionários, paciência) pode pressionar Bitcoin para suportes em US$ 67.000-US$ 65.000. Dovish (preocupação com crescimento) eleva probabilidades de rali rumo a resistências em US$ 70.000.

Histórico mostra volatilidade média de 4,2% no BTC pós-minutos FOMC. Correlação BTC-Nasdaq em 0,72 nos últimos 90 dias reforça sensibilidade à liquidez.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 354.237,56 (-1,18% em 24h, volume 170 BTC). Dólar a R$ 5,22.

Níveis Técnicos e o Que Monitorar

Bitcoin testou média móvel de 50 dias em US$ 68.500, com RSI em 52 (neutro). Suporte chave: US$ 67.000 (200 SMA semanal). Resistência: US$ 70.000 (ATH recente).

  1. Monitorar implied vol pré-minutos via opções.
  2. Fluxo de ETF: BlackRock e Fidelity com inflows semanais positivos.
  3. Correlação com yields 10Y: atual 4,15%, queda favorece risco.

Os dados sugerem que política monetária domina narrativa cripto em 2026. Traders devem observar desvios de precificação do Fed.


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