Plataforma DeFi hexagonal desintegrando com energia vazando e '98%' rachado, simbolizando colapso do ZeroLend e riscos em oráculos

ZeroLend Encerra Operações com TVL em Queda de 98%: Atenção para Saques

O protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend anunciou o encerramento de operações após três anos, com o TVL em queda de 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões. Motivos incluem cadeias inativas como Manta e Zircuit, falha de oráculos e ataques hackers. A equipe alerta: saques imediatos são essenciais, pois fundos podem ficar presos em redes de baixa liquidez. Isso sinaliza a poda natural de protocolos sem receita sustentável no ecossistema DeFi.


Motivos Técnicos por Trás da Queda

O TVL do ZeroLend caiu 98% devido a múltiplos fatores críticos. Inicialmente lançado em 2024 em redes Layer 2 como Linea e zkSync, o protocolo sofreu com a inatividade de chains de apoio. Redes como Manta, Zircuit e XLayer viram sua liquidez secar, tornando operações inviáveis. Oráculos, responsáveis por preços precisos para liquidações, pararam o suporte nessas redes de baixa atividade, quebrando o mecanismo central de empréstimos.

Além disso, ataques hackers e scams aumentaram, explorando vulnerabilidades inerentes a protocolos de lending. Margens de lucro já finas viraram prejuízos crônicos. É importante considerar: dependência de ecossistemas emergentes carrega riscos de obsolescência rápida. Usuários expostos devem avaliar se seus protocolos favoritos enfrentam dinâmicas semelhantes.

Riscos Imediatos para Usuários

Atenção para o risco principal: nem todos os saques serão imediatos. Com LTV zerado em mercados principais, novos empréstimos estão bloqueados, mas em chains como Manta e Zircuit, posições ativas podem prender fundos. A equipe planeja upgrades via timelock para redistribuição, mas sem prazos firmes, há incerteza sobre recuperação total.

Histórico de DeFi mostra casos como Cream Finance, onde ataques levaram a perdas bilionárias. O risco aqui é real: protocolos em declínio podem não honrar retiradas plenas. É recomendável verificar saldos no app oficial e monitorar anúncios. Liquidez reduzida complica as retiradas.

Poda do Mercado DeFi em Andamento

O fechamento do ZeroLend reflete poda natural no DeFi, onde protocolos menores sem unit economics sustentáveis saem de cena. Polynomial encerrou derivados e adiou TGE; Alpaca Finance planeja fim em 2025 por receitas baixas; Elixir’s deUSD colapsou após perdas no Stream Finance. Gigantes como Aave e Compound dominam, consolidando capital.

Essa maturação beneficia o setor a longo prazo, mas expõe vulnerabilidades em projetos de nicho. Pergunta retórica: seu protocolo DeFi gera receita real ou depende de hype? Monitore TVL, auditorias e suporte a oráculos. Essa ‘poda’ elimina os fracos, mas exige vigilância constante de riscos ocultos.

O Que Observar Agora

Para quem usa DeFi, priorize protocolos com TVL estável acima de US$ 100 milhões, múltiplos oráculos redundantes e histórico sem exploits graves. Evite chains de baixa atividade — elas amplificam falhas. O encerramento honroso do ZeroLend é positivo, mas reforça: diversifique e priorize liquidez. Fique atento a atualizações oficiais para soluções de fundos presos. No DeFi, proteção vem da análise proativa de riscos.


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Envelope postal rasgado liberando vórtice vermelho sugando glifos de seed phrase de silhuetas de wallets, alertando scam físico em Ledger e Trezor

Alerta: Golpistas Enviando Cartas Físicas para Roubar Seeds de Ledger e Trezor

Usuários de hardware wallets Ledger e Trezor no Brasil estão recebendo cartas físicas falsas que imitam comunicações oficiais das empresas. Os golpistas, explorando vazamentos de dados antigos, enviam correspondências com hologramas e QR codes que levam a sites falsos para roubar seed phrases. O risco é alto: uma vez digitada, a frase permite acesso total à carteira. Este é um alerta de utilidade pública — o perigo agora bate à sua porta.


Como Funciona o Ataque Offline

É importante considerar o modus operandi dos golpistas: as cartas chegam pelo correio tradicional, usando endereços obtidos em vazamentos passados, como o da Ledger em 2020 e o da Trezor em janeiro de 2024, que expôs 66 mil usuários. Elas exigem “verificação de autenticação” urgente, sob pena de bloqueio do dispositivo, assinadas por falsos CEOs como “Matěj Žák da Ledger” — na verdade, CEO da Trezor.

O golpe inclui QR codes que direcionam a páginas falsas idênticas às oficiais de setup. Ao escanear e inserir a seed phrase, os dados são enviados via API para os criminosos, que importam a carteira e esvaziam os fundos. O risco aqui é que hardware wallets, considerados seguros, tornam-se vulneráveis fora do digital.

Este não é isolado: em 2021, carteiras falsas foram enviadas; em abril de 2025, cartas similares circularam. No Brasil, com crescente adoção de Ledger e Trezor, endereços vazados facilitam o targeting.

Vazamentos Antigos Alimentam o Perigo

A exploração de dados vazados é o cerne. Ledger sofreu múltiplos incidentes, expondo endereços físicos usados para envios. Trezor confirmou phishing em massa em 2024. Especialistas como Dmitry Smilyanets relataram cartas em 13 de fevereiro de 2026, com prazo falso até 15 de fevereiro.

No mercado de baixa, scams evoluem: Deddy Lavid, da Cyvers, alerta que ansiedade torna vítimas mais suscetíveis a táticas de medo. Empresas legítimas nunca pedem seed phrases por e-mail, site ou correio. Verifique sempre canais oficiais.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Atenção para estes passos:

  1. Descarte toda carta pedindo seed phrase ou QR code de Ledger/Trezor — é golpe.
  2. Use seed plates metálicas, nunca digitais.
  3. Monitore vazamentos em Have I Been Pwned.
  4. Ative 2FA e passphrase extra no hardware wallet.
  5. Em caso de dúvida, contate suporte oficial diretamente.

Empresas alertam: Ledger tem página dedicada a phishing postal desde outubro de 2025. O risco aqui é real — proteja sua caixa de correio como protege sua seed.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem cartoon investidor protegendo carteira hardware de cartas falsas phishing e portal DNS falso vermelho, alertando riscos de scams cripto

Ataque DNS OpenEden e Cartas Falsas: Riscos às Carteiras

A OpenEden emitiu alerta urgente após o comprometimento de seu DNS, redirecionando usuários para um portal falso que pode roubar ativos ao conectar carteiras. Em paralelo, golpistas enviam cartas físicas falsificadas de Trezor e Ledger, com QR codes para sites maliciosos solicitando frases de recuperação. Esses vetores exploram confiança digital e física, colocando fundos em risco imediato. É essencial evitar interações suspeitas para proteger o patrimônio.


Comprometimento DNS na OpenEden

O sequestro DNS afeta os domínios openeden.com e portal.openeden.com. Ao digitar o endereço legítimo no navegador, usuários são redirecionados para uma cópia idêntica controlada por atacantes. O risco aqui é conectar uma carteira: a interface falsa solicita assinaturas de transações que parecem normais, mas autorizam transferências para endereços dos criminosos.

A OpenEden, gestora institucional de ativos tokenizados sediada em Singapura desde 2022, emite o token TBILL lastreado em títulos do Tesouro americano. Suas reservas permanecem intactas e verificáveis via Chainlink Proof of Reserve, e os smart contracts não foram alterados. No entanto, sem data para restauração segura dos domínios, é importante considerar acessar apenas via endereços verificados em canais oficiais.

Casos semelhantes ocorreram: Aerodrome Finance em novembro de 2025 e Curve Finance em maio de 2025 sofreram invasões em registradores de domínio, resultando em perdas de ETH, USDC e outros ativos.

Phishing Físico com Cartas Falsas

Usuários de carteiras hardware como Trezor e Ledger recebem cartas pelo correio impersonando as empresas. As missivas, com assinaturas falsificadas do CEO da Ledger e QR codes, criam urgência alegando necessidade de “Authentication Checks” para manter funcionalidades ou acessar serviços adicionais.

Os QR levam a sites falsos que pedem a frase de recuperação — a chave mestra para todos os fundos. Compartilhá-la resulta em perda total, pois concede controle absoluto. Essa campanha física explora a confiança em comunicações oficiais, especialmente após brechas passadas nessas marcas.

Carteiras hardware concentram a maioria dos ativos de longo prazo de investidores institucionais e grandes detentores, tornando-os alvos prioritários após hacks em exchanges centralizadas.

Riscos e Medidas de Proteção

O risco aqui é duplo: digital, via manipulação invisível de DNS que sequestra a confiança no navegador; e físico, via correio que parece autêntico. Pergunte-se: quantos verificam a origem de uma carta oficial? Nunca conecte carteiras em sites sob suspeita de redirecionamento DNS nem siga instruções de comunicações não solicitadas pedindo chaves ou frases.

Atenção para:

  1. Verificar domínios via canais oficiais (Twitter, Discord verificados).
  2. Ignorar QR codes e links em materiais físicos; acesse sites digitando manualmente.
  3. Usar VPN ou DNS personalizados para mitigar hijacks.
  4. Manter frases de recuperação offline e nunca compartilhá-las.

Essas práticas evitam perdas evitáveis em um ecossistema onde vulnerabilidades técnicas e sociais persistem.

Contexto e o Que Observar

Phishing físico continua campanhas anteriores, como mencionadas em 15/02, mas o sequestro DNS na OpenEden é fato novo. Com crimes cripto em alta — US$ 158 bilhões movidos illicitamente em 2025 —, reguladores intensificam investigações. Monitore atualizações oficiais da OpenEden e alertas de Trezor/Ledger. A proteção começa com ceticismo: em cripto, confiança excessiva é o maior risco.


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Torre digital com topo hijacked por rachadura vermelha DNS glitchada e base ancorada por correntes douradas, alertando ataque ao site OpenEden

Alerta: OpenEden Sob Ataque DNS – Não Acesse Site Oficial

A plataforma de tokenização RWA OpenEden emitiu um alerta urgente nesta segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026: seu site oficial e o portal tiveram seus registros DNS suspeitamente alterados. A equipe instrui usuários a não acessarem ou interagirem com esses domínios de forma alguma, para evitar o roubo de ativos das carteiras. É importante considerar que reservas estão seguras (SAFU), verificáveis via Chainlink, mas o risco imediato está na interação com páginas falsificadas.


O Que é um Ataque DNS e Como Ele Funciona?

Um ataque DNS, ou hijack de DNS, ocorre quando criminosos alteram as configurações de resolução de nomes de domínio. Em vez de levar ao site legítimo, o navegador redireciona para um servidor malicioso controlado pelos atacantes. Isso é particularmente perigoso no ecossistema cripto, onde usuários conectam carteiras para aprovar transações ou staking.

O risco aqui é sutil: a página falsa pode imitar perfeitamente a interface original, solicitando conexões de wallet ou assinaturas que drenam fundos. Patrícia Prado alerta: "É comum em projetos DeFi e RWA, onde valores altos atraem hackers. Lembre-se do caso de plataformas semelhantes que sofreram perdas milionárias por falhas similares no passado". Usuários inadvertidos clicam, conectam e perdem tudo sem perceber.

Esse tipo de vulnerabilidade explora a confiança no domínio oficial, um ponto fraco da infraestrutura web centralizada que o Web3 ainda não eliminou completamente.

Riscos Específicos para Usuários da OpenEden

A OpenEden é uma plataforma de tokenização de ativos do mundo real (RWA), focada em treasuries tokenizados com rating A da Moody’s e TVL superior a US$ 150 milhões. Apoiada pela Binance Labs, planeja expansão para XRP Ledger. Mas isso a torna alvo prioritário.

Atenção para o seguinte: ao acessar o site sequestrado, você pode ser induzido a conectar MetaMask ou outra wallet, aprovando transações que transferem TBILL ou outros tokens para endereços maliciosos. "O roubo ocorre sem alarde, explorando aprovações ilimitadas comuns em DeFi", explica a análise. Histórico mostra que ataques DNS já causaram prejuízos em milhões em projetos análogos.

Além disso, credenciais roubadas podem levar a acessos não autorizados em portais, ampliando o dano. O mercado RWA cresce, mas com ele os vetores de ataque evoluem.

Status das Reservas e Verificação Independente

A boa notícia: a OpenEden confirma que reservas estão intactas. Dados podem ser verificados diretamente na página de proof of reserves da Chainlink, sem depender do site oficial. Isso reforça a importância de oráculos descentralizados para transparência em RWA.

A equipe investiga ativamente e promete atualizações. "É positivo ver resposta rápida, evitando pânico desnecessário", mas Patrícia recomenda cautela: monitore canais oficiais como X (@OpenEden_X) para confirmações. Evite links suspeitos em e-mails ou DMs.

O Que Fazer Agora: Passos de Proteção

  1. Não acesse o site oficial ou portal até aviso oficial. Use bookmarks antigos? Delete-os temporariamente.
  2. Verifique reservas via Chainlink PoR ou explorers blockchain.
  3. Revogue aprovações pendentes em ferramentas como Revoke.cash.
  4. Monitore seu wallet por atividades suspeitas.
  5. Aguarde update oficial via canais verificados (X, Discord oficial).

Essas medidas minimizam riscos. Em um mercado volátil, priorize proteção sobre conveniência. OpenEden tem fundamentos sólidos, mas eventos assim testam a resiliência de todos.


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Cúpula digital cyan rachada com dados vermelhos vazando e '15K' cristalino, silhueta alarmada simbolizando vazamento na Naver de 15 mil usuários brasileiros

Vazamento na Naver Expõe Dados de 15 Mil Usuários no Brasil

A gigante sul-coreana Naver expôs o histórico de atividades de cerca de 15 mil usuários brasileiros na plataforma Knowledge iN devido a uma falha técnica no serviço de informações pessoais, conforme reportado pela Fintech News Hong Kong. O incidente ocorreu entre 3 e 4 de fevereiro de 2026, afetando 15.067 registros. A empresa desabilitou a funcionalidade, notificou os impactados e lançou novas ferramentas de gerenciamento de dados. É importante considerar os riscos à privacidade: sua identidade digital pode estar em jogo agora mesmo.


Detalhes do Incidente Técnico

O problema surgiu quando um link de perfil do Knowledge iN foi conectado incorretamente ao People Information Service da Naver, expondo publicamente os históricos de atividade dos usuários. Isso aconteceu a partir das 15h de 3 de fevereiro, e a falha só foi corrigida às 22h20 do dia seguinte. Usuários brasileiros, que utilizam a plataforma para buscas e conteúdos especializados, tiveram seus dados acessíveis a qualquer pessoa durante esse período.

A Naver notificou todos os afetados por SMS e e-mail, permitindo que verificassem se foram impactados. A CEO Choi Soo-yeon reportou o caso à Comissão de Proteção de Informações Pessoais da Coreia e prometeu cooperação total na investigação. Casos semelhantes, como vazamentos em plataformas asiáticas de tecnologia, já resultaram em fraudes em massa no passado, o que reforça a necessidade de atenção aqui.

Riscos de Privacidade e Segurança

O risco aqui é claro: históricos de atividade revelam padrões de comportamento, interesses e possivelmente dados sensíveis como preferências pessoais ou profissionais. No Brasil, onde o roubo de identidade é comum, isso pode levar a phishing direcionado, engenharia social ou até golpes financeiros. Imagine criminosos usando esses dados para impersonar contatos ou criar perfis falsos em exchanges de criptomoedas.

Além disso, senhas ou e-mails expostos facilitam ataques de credential stuffing. É prudente considerar que, em um ecossistema digital interconectado, uma brecha em uma plataforma pode comprometer contas em outros serviços. Historicamente, vazamentos como o da Equifax ou Yahoo afetaram milhões, gerando perdas bilionárias — não subestime o impacto individual.

Medidas Corretivas da Naver

Para mitigar futuros incidentes, a Naver lançou o “My Data Management Tool” no Privacy Center. Usuários agora podem solicitar suspensão do processamento de dados pessoais, retirar consentimento para compartilhamento com terceiros e visualizar o status de uso de informações por cada serviço. Há também o Rights Protection Center, para reportar violações de direitos de personalidade, como difamação ou brechas de privacidade causadas por conteúdos alheios — posts próprios estão excluídos.

Essas ferramentas representam um passo positivo, mas o risco de danos já causados persiste. A atenção para implementação eficaz é essencial, pois promessas pós-vazamento nem sempre se concretizam integralmente.

Como Proteger Sua Identidade Agora

Se você usa Knowledge iN ou serviços da Naver, verifique notificações e mude senhas imediatamente. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, monitore extratos bancários e use gerenciadores de senhas. Ferramentas como Have I Been Pwned? ajudam a checar vazamentos. No contexto cripto, evite reutilizar credenciais e priorize wallets frias.

A proteção começa com vigilância: monitore seu crédito via Serasa ou Boa Vista e reporte atividades suspeitas. O mercado de dados roubados é lucrativo — não espere o pior para agir.


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Cofre digital cyberpunk rachado vazando nuvem de dados vermelhos com 2.5GB glitchado, simbolizando vazamento de dados de clientes na Figure

Alerta Figure: Vazamento de 2,5 GB Expõe Dados de Clientes

A plataforma de empréstimos blockchain Figure Technology confirmou um vazamento de dados que expôs cerca de 2,5 GB de informações pessoais de clientes. O incidente, ocorrido via engenharia social em conta de funcionário, liberou nomes completos, endereços, datas de nascimento e telefones. Hackers do grupo ShinyHunters publicaram os dados após negociações de resgate fracassarem. É importante considerar os riscos imediatos de phishing direcionado e roubo de identidade para usuários da plataforma.


Detalhes do Vazamento Confirmado

O ataque por engenharia social explorou credenciais de um empregado, permitindo o download de arquivos limitados. A Figure enfatiza que não houve falha no sistema blockchain, mas sim erro humano. O grupo ShinyHunters, conhecido por brechas em fintechs, reivindicou a ação e liberou os dados publicamente quando o resgate foi recusado.

Embora o número exato de afetados não tenha sido divulgado, amostras revisadas mostram dados sensíveis suficientes para fraudes sofisticadas. Atenção para o fato de que fundos e serviços principais permanecem seguros, mas a exposição pessoal cria vulnerabilidades paralelas no ecossistema cripto.

Riscos Imediatos para Investidores

O risco aqui é claro: com nomes, endereços e contatos em mãos, criminosos podem lançar phishing direcionado, simulando comunicações oficiais da Figure ou de exchanges parceiras. Imagine receber uma ligação ou e-mail com seus dados pessoais, pedindo verificação de carteira ou reset de senha — isso é o que pode vir a seguir.

Além disso, roubo de identidade facilita abertura de contas falsas ou empréstimos em seu nome. No contexto cripto, onde autenticação de dois fatores (2FA) é comum, mas senhas fracas persistem, o impacto pode se estender a carteiras e plataformas conectadas. Casos históricos, como o da Equifax em 2017, mostram perdas bilionárias e anos de monitoramento necessário.

Guia Prático: Como Verificar e se Proteger

Primeiro, verifique se você foi exposto: acesse sites como Have I Been Pwned (haveibeenpwned.com) e insira seu e-mail ou telefone. Monitore também o site oficial da Figure para notificações personalizadas — a empresa prometeu alertas e monitoramento de crédito gratuito aos impactados.

Troque imediatamente senhas da Figure e de qualquer serviço reutilizado. Ative ou revise 2FA em todas as contas cripto, preferindo apps como Google Authenticator em vez de SMS. Congele seu crédito via Serasa ou Boa Vista no Brasil, e fique atento a transações estranhas em bancos e exchanges.

  1. Acesse sua conta Figure e revise histórico de login.
  2. Use gerenciador de senhas único por site.
  3. Ignore contatos não solicitados sobre ‘segurança’.
  4. Monitore relatórios de crédito mensalmente.

Essas medidas reduzem o risco em até 90%, segundo especialistas em cibersegurança.

Resposta da Figure e Lições para o Mercado

A Figure detectou a atividade suspeita, contratou forenses externos e iniciou revisão interna. Clientes receberão orientações formais. O episódio reforça: em plataformas cripto, o elo mais fraco muitas vezes é humano, não a tecnologia blockchain. É prudente diversificar custodiantes e priorizar provedores com auditorias rigorosas de segurança.

Para investidores brasileiros, avalie se usava Figure para empréstimos ou HELOCs tokenizados. O mercado reage com cautela — monitore atualizações regulatórias, pois brechas assim atraem escrutínio de órgãos como CVM e SEC.


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Personagem cartoon atualizando node rachado do Pi Network com energia cyan, simbolizando urgência do upgrade obrigatório para evitar perda de tokens

Pi Network: Upgrade de Nodes Vence Hoje ou Perca Tokens

Hoje, 15 de fevereiro de 2026, é o prazo final para o upgrade obrigatório dos nodes no Pi Network. Pioneiros que não atualizarem seus nodes até o fim do dia correm o risco de perder conexão com a rede e acesso aos seus tokens acumulados. O risco aqui é real: desconexão significa fim das recompensas de mineração e potenciais complicações na migração futura. Atenção, não deixe para depois — a rede não perdoa negligência.


O Que Significa Não Atualizar Seu Node?

Nodes no Pi Network são computadores comuns que atuam como o “quarto pilar” do ecossistema, validando transações e garantindo a segurança e descentralização da blockchain. Sem o upgrade para a versão mais recente do Mainnet, seu node será desconectado automaticamente. Isso pode resultar em perda de recompensas diárias de mineração, que dependem de uma rede sincronizada.

Pior ainda, em fases críticas como essa, a desconexão pode bloquear o acesso aos seus PI no futuro, especialmente se houver migrações pendentes. É importante considerar que redes blockchain como o Pi priorizam a estabilidade coletiva — um node desatualizado compromete todos. Já vimos casos históricos em outros projetos onde atrasos em upgrades levaram a perdas irreparáveis para usuários descuidados. O risco de perda de acesso é o que mais preocupa aqui.

Passo a Passo Resumido para Atualizar Agora

Para evitar qualquer contratempo, siga este guia simples e direto. É rápido, mas requer atenção aos detalhes:

  1. Acesse o site oficial do Pi Network e baixe a versão mais recente do software Pi Node para seu computador (laptop ou desktop).
  2. Instale o software seguindo as instruções na tela — certifique-se de que seu dispositivo atenda aos requisitos mínimos.
  3. Inicie o node e aguarde a sincronização completa com a rede Mainnet. Isso pode levar algumas horas, dependendo da sua conexão.
  4. Verifique no app móvel do Pi se o node está ativo e conectado.

Faça isso imediatamente, pois estamos no fim do dia. Se encontrar problemas, consulte a comunidade oficial ou o suporte — não confie em fontes não verificadas para evitar scams. Essa ação protetora garante que seus tokens PI permaneçam seguros e acessíveis.

Alta de 35% no PI: Oportunidade com Cautelas

Enquanto o prazo aperta, o token PI registrou uma alta de 35% nas últimas 24 horas, saindo de US$ 0,13 para acima de US$ 0,20. Pioneiros que adotaram estratégias de DCA (investimento gradual) estão vendo ganhos, e há especulações otimistas de até 500% de valorização. No entanto, equilibre o entusiasmo: o PI ainda está 95% abaixo de seu pico histórico.

Adicione a isso o risco de desbloqueio massivo de tokens — cerca de 7,2 milhões de PI por dia nos próximos 30 dias, podendo subir para 13,5 milhões. Essa oferta extra pode pressionar o preço para baixo, criando volatilidade. O upgrade de nodes fortalece a rede contra essas pressões, mas monitore o calendário de unlocks no PiScan para avaliar seu risco real.

Próximos Passos e Monitoramento Essencial

Após o upgrade, acompanhe:

  1. O status do seu node no app Pi diariamente.
  2. Preços e volumes no CoinGecko ou exchanges autorizadas.
  3. Anúncios oficiais sobre próximos upgrades no Mainnet.
  4. Desbloqueios de tokens para antecipar movimentos de mercado.

Você está no controle, pioneiro. Atualizar hoje não é só uma obrigação técnica — é uma medida protetora contra perdas evitáveis. Em um ecossistema como o Pi, onde a mineração mobile atrai tantos brasileiros, negligenciar riscos operacionais pode custar caro. Aja com prudência e proteja seu progresso.


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Holder cartoon defendendo wallet luminosa de mão gigante com chave inglesa, ilustrando riscos de wrench attacks na França

Sequestros por Cripto na França Elevam Alerta de Wrench Attacks

Sua segurança física vale mais que suas chaves privadas. Na França, a prisão de três indivíduos após invasão à casa de um executivo da Binance confirma o risco real dos wrench attacks, ataques físicos para roubar cripto. Em paralelo, um sequestro de 30 horas de uma magistrada e sua mãe idosa, exigindo resgate em cripto do parceiro empreendedor, alerta para a escalada. Criminosos agora miram celulares para acesso rápido. Atenção: ostentação nas redes pode torná-lo alvo.


Detalhes da Invasão ao Executivo da Binance

No dia 12 de fevereiro de 2026, três encapuzados armados invadiram um apartamento em Val-de-Marne, próximo a Paris. Eles roubaram dois celulares do presidente da Binance França, David Princay, segundo relatos locais. A co-fundadora Yi He confirmou que a família está segura e colabora com a polícia, que recuperou os aparelhos e um veículo ligado aos suspeitos. Os criminosos foram presos em outra tentativa em Hauts-de-Seine.

O risco aqui é claro: acessos via celular permitem transferências rápidas de fundos, sem necessidade de hardware wallets. É importante considerar que esses ataques exploram a visibilidade de executivos no setor cripto.

O Sequestro de 30 Horas e a Escalada na França

Em caso separado, invasores entraram na casa de uma magistrada às 3h, arrastando-a e à mãe idosa para uma garagem na região de Drôme. Exigiram resgate em cripto do parceiro, um empreendedor do setor. As vítimas escaparam, alertando um vizinho, e bateram à porta durante a ausência dos sequestradores. A polícia prendeu seis suspeitos, dois dos quais fugiram para a Espanha.

França registra cerca de um sequestro cripto por semana. CertiK relata 75% de alta em wrench attacks em 2025, com 72 casos globais e US$ 40,9 milhões em perdas. A Europa responde por 40%, França liderando com 19 incidentes.

Riscos dos Wrench Attacks e Como se Proteger

self-custody é poderoso, mas atrai violência física quando a riqueza é visível. Blockchain é público: transações irreversíveis incentivam criminosos. Pergunta retórica: suas postagens em redes sociais revelam holdings ou estilo de vida? Isso é o que os bandidos usam para mirar.

Atenção para estas medidas práticas:

  1. Privacidade nas redes: Evite fotos de luxo, menções a ganhos ou NFTs caros. Use pseudônimos.
  2. Não ostente: Carros, joias ou imóveis gritam alvo em áreas de risco.
  3. Segurança móvel: Bloqueie apps de wallet com biometria dupla; evite seed phrases no celular.
  4. Multi-sig e diversificação: Não concentre tudo em um lugar ou dispositivo.
  5. Alarmes e vizinhança: Instale sistemas conectados e informe vizinhos discretamente.

Esses passos reduzem o risco sem abrir mão dos benefícios da cripto. Monitore notícias locais sobre crimes cibernéticos.


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Executivo cartoon em casa high-tech alertado por invasores com ferramentas pela janela, ilustrando wrench attack a executivo da Binance

Executivo da Binance Sofre Ataque Armado na França

Um executivo da Binance France foi alvo de uma tentativa de home-jacking armado na região parisiense, resultando na prisão de três suspeitos. O incidente, ocorrido na quinta-feira (12/02), reforça a transição dos riscos no universo cripto: de ciberataques digitais para invasões físicas, conhecidas como wrench attacks. Criminosos priorizaram o roubo de celulares para acessar contas, não apenas hardware wallets. É importante considerar: sua exposição nas redes sociais pode atrair ameaças à sua porta?


Detalhes da Invasão em Val-de-Marne

Por volta das 7h (CET), três indivíduos encapuzados e armados forçaram entrada no prédio no Val-de-Marne. Eles invadiram primeiro o apartamento de outro morador, exigindo que os levasse ao domicílio do responsável da Binance. No local, revistaram o imóvel e roubaram dois telefones móveis antes de fugir.

Duas horas depois, durante uma segunda tentativa nos Hauts-de-Seine, moradores alertaram a polícia, que efetuou as prisões. Os aparelhos roubados e um veículo ligando os suspeitos à cena foram recuperados. A Binance confirmou o episódio, destacando que o colaborador e sua família estão ilesos, e está cooperando com as autoridades. Yi He, cofundadora, agradeceu à Brigade de Repressão ao Banditismo pela resposta rápida.

Embora David Prinçay, presidente da Binance France, seja especulado como vítima, a empresa não confirmou a identidade por razões de segurança.

A Explosão dos Wrench Attacks em 2025

O caso se insere em uma tendência alarmante: os wrench attacks cresceram 75% em 2025, com 72 incidentes globais confirmados pela CertiK, gerando perdas mínimas de US$ 40,9 milhões. A França lidera com 19 casos, e a Europa responde por 40% do total mundial. O risco aqui é claro: criminosos migram do virtual para o físico, visando diretamente detentores e executivos de cripto.

Recentemente, seis pessoas foram presas por sequestro com pedido de resgate em cripto na mesma região, ilustrando a escalada. Atenção para o padrão: não são roubos comuns, mas ataques direcionados baseados em perfis online.

Exposição Online: O Elo Fraco da Segurança

O que atrai esses criminosos? A visibilidade nas redes sociais. Executivos e investidores proeminentes postam sobre ganhos, posições em empresas como a Binance e estilos de vida, facilitando o rastreamento. No ataque, o foco foram celulares — portais para apps de exchanges, 2FA e contas bancárias —, não necessariamente hardware wallets.

É prudente refletir: ostentação de cripto ou afiliação pública aumenta o risco físico. No Brasil, com adoção crescente, o mesmo padrão pode emergir. Recomendo anonimato: evite compartilhar localização, ganhos ou rotinas. Considere segurança residencial reforçada, como câmeras e alarmes conectados a forças policiais.

Lições para Investidores Brasileiros

Embora na França, o alerta vale globalmente. Aqui, com exchanges locais aquecidas, baleias e influenciadores devem priorizar proteção. Monitore sinais: tentativas de phishing precedem físicos. Diversifique custódia, use autenticação biométrica e evite seed phrases em casa. A prioridade é preservar patrimônio e integridade física — o cripto é volátil, mas a vida, irrecuperável.

O mercado reage com maior conscientização, mas cabe a cada um agir preventivamente.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon segurando cofre digital aberto por mão sombria, com dados vermelhos vazando, alertando sobre breach na Figure via engenharia social

Alerta Figure: Vazamento Expõe Dados de Milhares de Clientes

Seus dados pessoais valem uma fortuna para hackers. A Figure Technology, fintech de empréstimos blockchain, sofreu um ataque de engenharia social que expôs dados de clientes, incluindo nomes completos, endereços, datas de nascimento e telefones. O grupo ShinyHunters vazou 2,5 GB após recusa de resgate. É importante considerar os riscos de roubo de identidade e phishing direcionado nos próximos meses. A empresa notifica afetados e oferece monitoramento de crédito gratuito.


Como o Ataque de Engenharia Social Ocorreu

O risco aqui é que um simples truque enganou um funcionário da Figure, permitindo acesso não autorizado a arquivos limitados. De acordo com relatos, os atacantes usaram táticas de engenharia social para manipular o colaborador, explorando a confiança humana — o elo mais fraco em muitas seguranças cibernéticas. A Figure identificou a intrusão rapidamente, bloqueou o acesso e contratou uma firma forense para investigar.

Esse tipo de ataque não requer exploits técnicos sofisticados, mas sim perfis falsos ou chamadas convincentes. Lembra do caso do Twitter em 2020, onde funcionários foram ludibriados para roubo de contas de celebridades? A história se repete em fintechs cripto, onde dados sensíveis atraem predadores. Atenção para: sempre valide solicitações inesperadas de TI ou segurança.

Dados Expostos e Riscos para Clientes

A publicação de 2,5 GB pelo ShinyHunters inclui informações críticas como endereços residenciais e datas de nascimento, ideais para fraudes de identidade. No Brasil, isso pode significar uso indevido de CPF em aberturas de contas ou empréstimos falsos. O que observar? Aumento de spear phishing — ataques personalizados usando esses dados para enganar vítimas.

Nos próximos meses, espere tentativas de roubo de credenciais ou wallet drainers. Dados da Scam Sniffer mostram que perdas com phishing cripto caíram 83% em 2025, mas breaches como esse reacendem ameaças. Pergunta retórica: você verificaria um e-mail “da Figure” pedindo atualização de dados? É exatamente aí que reside o perigo.

Resposta da Figure e Contexto da Campanha

A fintech, listada na Nasdaq como FIGR desde setembro de 2025 com IPO de US$ 787,5 milhões, está notificando clientes e fornecendo monitoramento de crédito. Eles afirmam que fundos permanecem seguros, graças a salvaguardas robustas. No entanto, o incidente faz parte de uma campanha maior do ShinyHunters contra usuários de Okta, incluindo Harvard e UPenn.

É prudente questionar: por que empresas de blockchain, pioneiras em descentralização, ainda dependem de single sign-on centralizados? Breaches crescem — mais de 8 mil notificações em 2025 afetaram 374 milhões de pessoas. Figure lançou recentemente a rede OPEN para ações tokenizadas, mas esse vazamento destaca vulnerabilidades off-chain.

Medidas de Proteção Acionáveis

Para se proteger, monitore seu crédito via Serasa ou Boa Vista e ative alertas de fraudes bancárias. Desconfie de contatos não solicitados da Figure ou similares — verifique sempre pelo app oficial. Use autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas cripto e considere hardware wallets para ativos sensíveis.

Atualize senhas únicas e evite clicar em links suspeitos. No ecossistema cripto, onde recuperação é impossível, prevenção é essencial. Vale monitorar dark web para seus dados via serviços como Have I Been Pwned. Proteja-se agora para evitar arrependimentos amanhã.


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Rede hexagonal XRPL com hexágono central transitando de rachadura vermelha para selo cyan, silhuetas de validadores aplicando upgrade crucial

RippleX Alerta Validadores XRPL: Upgrade Crucial em Andamento

A RippleX emitiu um alerta urgente para todos os operadores de nós e validadores do XRP Ledger, recomendando o upgrade imediato para a versão 3.1.0 do rippled. Lançada no final de janeiro, essa atualização traz novas emendas protocoladas e correções críticas de bugs. É importante considerar que atrasos podem comprometer a continuidade de serviços e o alinhamento com a rede principal, especialmente com emendas em processo de ativação. O XRP opera atualmente a R$ 7,81, com alta de 6% nas últimas 24 horas.


Detalhes do Alerta da RippleX

A mensagem da RippleX, divulgada via X (antigo Twitter), destaca que a versão 3.1.0 é essencial para garantir a operação ininterrupta do XRP Ledger (XRPL). Operadores que não atualizarem correm o risco de desincronização com a rede, o que pode afetar validações de transações e exposição a vulnerabilidades conhecidas. O risco aqui é real: em redes distribuídas como o XRPL, a heterogeneidade de versões pode criar pontos de falha, similar a incidentes passados em outras blockchains onde upgrades atrasados levaram a forks temporários ou interrupções.

Atualmente, emendas como fixBatchInnerSigs estão próximas da maioria, com 70,59% de consenso. Essa correção aborda um problema específico em transações em lote, onde assinaturas internas eram erroneamente validadas, potencializando exploits se explorado por atores maliciosos. Atenção para o fato de que validadores representam a espinha dorsal da segurança do ledger — sua negligência pode impactar todos os usuários.

Novas Funcionalidades e Correções Implementadas

A v3.1.0 introduz o SingleAssetVault, que permite pooling de um único ativo para uso no novo Lending Protocol. Esse protocolo habilita empréstimos fixos e sem colateral, gerenciados por brokers que ajustam apetite por risco, proteções a depositantes e incentivos econômicos. É uma expansão significativa para finanças descentralizadas no XRPL, mas o risco aqui é a complexidade adicionada: protocolos de empréstimo mal configurados historicamente levaram a perdas bilionárias em DeFi.

Outros fixes incluem reordenação de erros em lotes, suporte a dependências para clientes via libxrpl, remoção de campos default em associateasset e expansão de suporte a inteiros completos. Esses ajustes, embora técnicos, fortalecem a robustez da rede. No entanto, é crucial monitorar a ativação plena, pois transições incompletas podem expor brechas transitórias.

Riscos de Não Atualizar e o Que Observar

O principal risco de ignorar o alerta é a perda de alinhamento com amendments em ativação, potencialmente invalidando transações ou expondo a rede a ataques direcionados. Casos históricos, como falhas em upgrades do Ethereum, mostram que validadores lentos amplificam volatilidade e desconfiança. Para operadores, o custo de inação supera o esforço de update — downtime pode resultar em perda de confiança e receita de staking ou fees.

O que observar: acompanhe o progresso das emendas no dashboard oficial do XRPL e teste a atualização em ambiente de desenvolvimento primeiro. Usuários comuns devem verificar se suas carteiras ou exchanges dependem de nós atualizados, evitando interrupções inesperadas. Em um ecossistema onde a segurança é coletiva, a prudência coletiva é essencial.

Contexto Ampliado no Ecossistema XRPL

Paralelamente, o XRPL avança com Token Escrow (XLS-85), agora live na mainnet, estendendo escrow para tokens baseados em trustlines e MPTs, além do XRP nativo. Isso suporta liquidações condicionais on-chain para stablecoins como RLUSD e Real World Assets. Nos próximos dias, espera-se o Permissioned DEX, completando blocos de compliance.

Esses desenvolvimentos posicionam o XRPL para adoção institucional, mas reforçam a necessidade de vigilância. Pergunte-se: sua infraestrutura está pronta para essas mudanças? A proteção começa com atualizações oportunas.


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Casa cartoon de executivo sob invasão armada noturna por figuras sombrias, polícia prendendo suspeitos, alertando riscos físicos a holders cripto

Invasão Armada à Casa de Executivo da Binance: 3 Presos

Nem hardware wallets ou medidas de segurança digital protegem contra invasões armadas a residências de executivos cripto. Na quinta-feira (12/02/2026), três homens encapuzados tentaram invadir a casa de David Prinçay, presidente da Binance na França, em Val-de-Marne, perto de Paris. Eles arrombaram portas, roubaram celulares e foram presos horas depois em Lyon. O caso alerta para o aumento de ataques físicos ligados a criptomoedas na França desde 2025.


Detalhes das Tentativas de Invasão

Por volta das 7h, os criminosos forçaram a entrada no prédio residencial. Sem achar o apartamento correto de imediato, arrombaram a porta de um vizinho para perguntar o endereço exato. Localizaram a residência de Prinçay, entraram, mas o executivo não estava em casa. Fugiram levando dois celulares.

Duas horas depois, às 9h15, tentaram novamente em Vaucresson, Hauts-de-Seine. Erraram o alvo: agrediram uma moradora com coronhadas de arma até perceberem o equívoco. “O endereço não é o correto”, disseram antes de fugir, conforme relatos à rádio RTL.

O risco aqui é claro: exposição pública como executivo de uma grande exchange como a Binance facilita a identificação de alvos de alto patrimônio.

Operação Policial Rápida e Prisões

A polícia usou os celulares roubados e imagens de câmeras de segurança para rastrear o grupo. O mesmo veículo foi flagrado nas duas cenas. Autoridades de diferentes regiões coordenaram: seguiram os suspeitos até o trem para Lyon.

Na estação Gare de Lyon-Perrache, a Brigada de Repressão ao Banditismo prendeu os três. Eles foram colocados sob custódia. Richard Teng, CEO global da Binance, confirmou: “Ele e sua família estão em segurança e colaboram com as forças de segurança. Três indivíduos foram presos.”

É importante considerar como a tecnologia — rastreamento de celulares — ajudou, mas o foco deve ser na prevenção.

Aumento de Ataques Físicos na França

Desde 2025, a França registra sequência de invasões, sequestros e resgates envolvendo investidores e empresários cripto. Em junho de 2025, já eram dez casos. Vazamentos de dados, como o da plataforma Waltio, expõem holders com grandes saldos.

Agora, executivos viram alvos diretos. A exposição pública aumenta o risco. Atenção para isso: segurança digital (Ledger, multi-sig) não basta contra ameaças físicas.

Dicas de Segurança Pessoal para Holders

Você acumula cripto em self-custody? Proteja-se offline. Não ostente riqueza em redes sociais — evite fotos de luxo ou menções a ganhos. Use endereços comerciais ou de familiares para entregas de hardware wallets.

Instale câmeras, alarmes e contrate segurança privada se possível. Mantenha discrição: quem sabe do seu patrimônio? Reflita: vale o risco de exposição por status? Priorize anonimato — é a melhor defesa contra invasões armadas.

Casos como esse mostram: o perigo real está fora da tela.


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Rede blockchain hexagonal com silhueta humana infiltrada vazando dados vermelhos, ilustrando ataque de engenharia social na Figure

Figure Confirma Vazamento de Dados Após Ataque a Funcionário

A Figure Technology confirmou um vazamento de dados de clientes após um funcionário ser vítima de engenharia social. O grupo hacker ShinyHunters publicou 2,5 GB de informações sensíveis, incluindo nomes completos, endereços residenciais, datas de nascimento e números de telefone. Como empresa listada em bolsa (ticker FIGR), o incidente destaca o risco humano em plataformas blockchain. Clientes afetados recebem monitoramento de crédito gratuito, mas o alerta é para phishing direcionado nos próximos meses.


Detalhes do Ataque de Engenharia Social

O elo mais fraco em qualquer sistema de segurança continua sendo o fator humano. Na Figure, um funcionário foi enganado por atacantes que usaram táticas de engenharia social, como e-mails ou chamadas falsas, para obter acesso à conta corporativa. Isso permitiu o download de arquivos limitados contendo dados de clientes. A empresa agiu rapidamente ao bloquear a atividade e contratou uma firma forense para investigar o escopo exato do vazamento.

ShinyHunters, conhecido por ataques semelhantes, alega que a Figure recusou pagar resgate, levando à publicação dos dados. O incidente faz parte de uma campanha maior contra usuários do provedor de single sign-on Okta, afetando também instituições como Harvard e University of Pennsylvania. É importante considerar que esses grupos exploram vulnerabilidades humanas sistematicamente, independentemente do uso de blockchain como na plataforma Provenance da Figure.

Dados Comprometidos e Contexto da Empresa

Os arquivos vazados incluem informações pessoais básicas, mas suficientes para phishing direcionado ou roubo de identidade. A Figure, fundada em 2018 e listada na Nasdaq desde setembro de 2025 após IPO de US$ 787,5 milhões, foca em linhas de crédito com garantia imobiliária (HELOC) tokenizadas na blockchain Provenance. Seu valor de mercado chegou a US$ 5,3 bilhões no debute, mas as ações caíram 37% no último mês, fechando em alta de 3,57% na sexta-feira a US$ 35,29.

Em 2025, breaches de dados foram epidêmicos, com mais de 8 mil notificações afetando 374 milhões de pessoas, segundo o Privacy Rights Clearinghouse. No cripto, scams de impersonação via IA roubaram US$ 17 bilhões, reforçando a necessidade de vigilância constante.

Ações da Figure e Riscos Imediatos

A empresa comunicou parceiros e afetados, implementando salvaguardas adicionais e oferecendo monitoramento de crédito gratuito a todos que receberem notificação. "Temos fortes proteções para fundos e contas dos clientes", afirmou. No entanto, o risco aqui é o pós-vazamento: criminosos com esses dados podem impersonar a Figure em contatos falsos, solicitando credenciais ou pagamentos.

Atenção para e-mails ou ligações não solicitadas pedindo verificação de conta. Históricos como o da Chainalysis mostram que esses ataques persistem meses após breaches iniciais.

O Que Clientes Devem Fazer Agora

Primeiro, verifique se você é cliente da Figure e monitore extratos e alertas de crédito. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as plataformas financeiras. Suspeite de qualquer contato inesperado da empresa — acesse contas diretamente pelo app oficial, não por links recebidos.

Monitore dark web por seus dados via serviços gratuitos como Have I Been Pwned. Para proteção extra, considere congelar crédito temporariamente. O risco de perda financeira é real, mas ações preventivas minimizam danos. Fique atento: em um mercado volátil como o cripto, segurança pessoal é a base de qualquer estratégia.


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Policiais cartoon com cofre BTC vazio e CEO defendendo mansão contra invasores sombrios, alertando riscos de segurança física no cripto

Polícia Perde 22 BTC e CEO da Binance Sofre Ataque Físico

Nem a polícia de Seul, nem o CEO da Binance na França estão seguros: 22 BTC no valor de US$ 1,5 milhão desapareceram de uma cold wallet sob custódia estatal, enquanto David Prinçay foi alvo de uma tentativa de invasão domiciliar por criminosos armados. Esses incidentes, ocorridos em fevereiro de 2026, sinalizam um novo patamar de risco no ecossistema cripto, onde a segurança digital não basta mais. É importante considerar que vulnerabilidades físicas e institucionais ameaçam até autoridades e líderes do setor.


Falha na Custódia Policial em Seul

A estação Gangnam Police Station descobriu a perda durante uma auditoria nacional de ativos digitais apreendidos. Os 22 BTC, entregues voluntariamente em novembro de 2021 durante uma investigação, foram transferidos externamente sem autorização aparente. A cold wallet não foi roubada, mas o paradeiro dos fundos permanece incerto.

Esse caso segue outro escândalo: 320 BTC sumiram do escritório do Ministério Público de Gwangju em agosto de 2025, atribuído a um ataque de phishing. Segundo o Cointrader Monitor, cada BTC vale cerca de R$ 360.400 hoje (+5,01% em 24h), elevando o prejuízo para aproximadamente R$ 8 milhões. O risco aqui é claro: mesmo instituições estatais falham em protocolos básicos de custódia, expondo a fragilidade de terceiros para holders individuais.

Autoridades sul-coreanas investigam, mas a suspensão do caso original levanta dúvidas sobre recuperação. Atenção para o histórico: decisões judiciais recentes classificam BTC como “objeto de apreensão”, ampliando exposição a erros humanos.

Invasão Domiciliar Contra Executivo da Binance

Na França, três homens mascarados tentaram invadir a residência de David Prinçay em Val-de-Marne, perto de Paris, na madrugada de 12 de fevereiro. Eles arrombaram o prédio errado, agrediram vizinhos e roubaram dois celulares do executivo, que não estava presente. Horas depois, falharam em outro assalto em Vaucresson.

A polícia rastreou os aparelhos roubados e câmeras de vigilância, prendendo o trio na estação Lyon Perrache após viagem de trem. O incidente reforça a onda de wrench attacks — assaltos físicos visando chaves de cripto —, comum contra figuras proeminentes. CZ, fundador da Binance, destacou a necessidade de “segurança e privacidade”. Felizmente, sem acesso a fundos da exchange.

Investigadores ligam os crimes a redes criminosas, mas motivos exatos são sigilosos. O risco aqui é a visibilidade: perfis públicos atraem predadores.

Riscos Físicos e Lições para Holders

Esses eventos expõem que a segurança vai além de wallets e senhas. Na Coreia, falhas institucionais custam milhões; na França, ataques físicos testam defesas pessoais. O aumento de wrench attacks em 2025-2026, incluindo sequestros e invasões contra empreendedores cripto, sugere uma tendência alarmante.

Para holders, é essencial considerar: discrição absoluta sobre holdings, uso de auto-custódia com multisig e geolocalização mínima em redes sociais. Evite ostentar riqueza cripto — criminosos monitoram executivos e baleias. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas, mas a proteção real começa com anonimato pessoal.

Vale monitorar investigações: se recuperados, reforçam confiança; caso contrário, alertam para reformas urgentes em custódia global.


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Cena cartoon de vítima presa em teia romântica scammer sugando cripto, com escudo protetor DOJ, alertando sobre golpes no Dia dos Namorados

Alerta DOJ: Golpes de Romance no Dia dos Namorados Miram Cripto

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ), por meio da promotoria do Norte de Ohio, emitiu um alerta urgente para o Dia dos Namorados: golpistas usam plataformas de namoro e redes sociais para criar relacionamentos falsos e roubar criptomoedas. Conhecidos como ‘pig butchering scams’, esses crimes combinam manipulação emocional com promessas de investimento, resultando em perdas bilionárias. É importante considerar os riscos emocionais e financeiros antes de enviar qualquer fundos.


Como Funcionam os Golpes de Romance com Cripto

Os estafadores criam perfis falsos com fotos roubadas em sites de namoro, redes sociais ou apps de mensagens. Eles se apresentam como profissionais no exterior — militares, trabalhadores de plataformas de petróleo ou empresários —, professam amor rapidamente e migram conversas para canais privados. Após semanas ou meses ganhando confiança, surgem pedidos de dinheiro para ‘emergências’, viagens ou oportunidades de investimento em cripto.

O risco aqui é alto: vítimas são direcionadas a plataformas falsas que mostram retornos irreais antes de os golpistas sumirem com os fundos. Autoridades destacam que esses esquemas, apelidados de pig butchering, cresceram 40% em 2024, segundo a Chainalysis, com depósitos explodindo mais de 200%.

David M. Toepfer, procurador federal, alerta: ‘Estelionatários românticos não buscam amor, buscam dinheiro’. Atenção para o padrão: confiança construída para exploração financeira.

Sinais de Alerta que Você Deve Observar

Declarações precoces de amor, desculpas constantes para não se encontrar pessoalmente e repetidas ‘emergências’ são bandeiras vermelhas clássicas. Pedidos de pagamentos irreversíveis — como criptomoedas, cartões-presente ou transferências bancárias — elevam o perigo. No Ohio, um caso envolveu um ghanês que roubou mais de US$ 8 milhões de idosos via esses golpes.

A Comissão Federal de Comércio (FTC) registra mais de US$ 1 bilhão em perdas anuais só com estafas românticas, enquanto fraudes de investimento em cripto lideram prejuízos do FBI. O mercado cripto facilita isso pela irreversibilidade das transações. Pergunte-se: essa pessoa verificou sua identidade? Há consistência nas histórias?

Esses sinais indicam manipulação emocional, onde o maior risco não é só o financeiro, mas o trauma psicológico de traição.

Impacto Bilionário e Ações das Autoridades

Em 2025, estafas com cripto somaram pelo menos US$ 14 bilhões em perdas globais, conforme Chainalysis. Nos EUA, o DOJ e o FBI intensificam esforços, com colaborações como Chainalysis, Tether, Binance e OKX congelando US$ 50 milhões em agosto passado e US$ 225 milhões em 2023 de redes no Sudeste Asiático.

Casos locais no Ohio ilustram a escala: uma mulher perdeu todos os seus poupanças em um esquema de investimento falso. Nacionalmente, perdas crescem, com cripto como método preferido por sua rastreabilidade difícil.

É crucial monitorar esses padrões, especialmente em datas românticas como o Valentine’s Day, quando vulnerabilidades emocionais aumentam.

Como se Proteger e Proteger os Outros

Nunca envie dinheiro, cripto ou cartões-presente a quem não conheceu pessoalmente. Verifique identidades via videochamadas e busque consistências. Se suspeitar, corte contato, preserve evidências e reporte ao IC3 do FBI ou autoridades locais.

Compartilhe este alerta com amigos e familiares — o benefício é duplo: proteção financeira e emocional. Em um mercado volátil como o cripto, a cautela é a melhor defesa contra engenharia social.


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Olho cibernético de vigilância com íris rachada emitindo partículas vermelhas tóxicas, alertando sobre ransomware via bossware em cripto

Alerta Ransomware: Hackers Usam Softwares de Monitoramento

Pesquisadores da Huntress descobriram que hackers de ransomware estão explorando softwares de monitoramento de funcionários, como o Net Monitor for Employees Professional, para invadir sistemas corporativos. Combinados com ferramentas de acesso remoto como SimpleHelp, esses programas legítimos viram vetores persistentes de ataque. Dois incidentes recentes, em janeiro e fevereiro de 2026, mostram tentativas de deploy do ransomware Crazy, com foco em carteiras de cripto. É importante considerar os riscos para quem trabalha remotamente ou em empresas de criptomoedas.


Como Funciona o Vetor de Ataque

O risco aqui é que ferramentas de monitoramento, conhecidas como bossware, oferecem capacidades avançadas além da simples captura de tela. O Net Monitor permite conexões reversas em portas comuns, execução de shell, gerenciamento de arquivos e até mascaramento de processos para se passar por componentes legítimos do Windows, como OneDrive. Atenção para isso: quando pareado com SimpleHelp, uma ferramenta de gerenciamento remoto legítima usada por TI, cria um foothold duplo difícil de detectar.

Os atacantes exploram perímetros expostos, como contas VPN comprometidas, para instalar esses agentes. Uma vez dentro, eles desabilitam contas Guest, ativam Administrador, resetam senhas e enumeram usuários via comandos net. Isso demonstra uma tendência crescente: threat actors usam software comercial legítimo para se misturar ao ambiente empresarial, evitando detecção por antivírus tradicionais.

Você já parou para pensar se o software de produtividade da sua empresa tem privilégios administrativos desnecessários? Essa é a brecha principal identificada pela Huntress.

Casos Recentes e Motivação Financeira

Nos dois casos investigados pela Huntress no fim de janeiro e início de fevereiro de 2026, os invasores tentaram deployar múltiplas variantes do Crazy ransomware, da família VoidCrypt. No primeiro, atividade suspeita em contas levou à descoberta do agente Net Monitor, que baixou SimpleHelp de um IP externo e tentou burlar o Windows Defender.

No segundo, acesso via VPN de vendor comprometido permitiu instalação direta do agente, com nomes customizados para evasão. Eles configuraram triggers de monitoramento para palavras-chave como carteiras de criptomoedas, exchanges e plataformas de pagamento, revelando motivação financeira clara. Empresas de cripto, com dados sensíveis de wallets, tornam-se alvos prioritários.

A desenvolvedora do Net Monitor afirma que a instalação requer privilégios admin, mas isso não elimina o risco se contas forem comprometidas. Casos anteriores, como o vazamento de 21 milhões de screenshots no WorkComposer em 2025, reforçam a vulnerabilidade desses tools.

Riscos para o Setor Cripto e Trabalho Remoto

Para empresas de cripto e profissionais em home office, o impacto é ampliado. Bossware é comum: cerca de 60% das firmas nos EUA e um terço no Reino Unido o utilizam para rastrear produtividade via screenshots e logs. Mas isso expande a superfície de ataque, especialmente com o uso remoto pós-pandemia.

O que observar: configurações que permitem execução remota sem autenticação forte, ou monitoramento de termos como ‘Bitcoin’ ou ‘wallet’. Em cripto, onde fundos estão em risco, uma invasão pode levar a roubo direto. É prudente questionar se o benefício do monitoramento supera esses perigos.

Medidas de Proteção Essenciais

Para se proteger, priorize higiene de identidade: use autenticação multifator (MFA) em VPNs e contas admin, limite privilégios e audite softwares instalados. Desabilite contas desnecessárias como Guest e monitore logs por comandos suspeitos como net user.

Implemente segmentação de rede, EDR (Endpoint Detection and Response) e revise políticas de bossware — evite tools com capacidades RAT-like. Para indivíduos, verifique permissões de apps corporativos e use VPN pessoal confiável. Treinamentos anti-phishing são cruciais, pois muitos acessos iniciais vêm de credenciais roubadas.

Empresas devem considerar alternativas menos invasivas a bossware, focando em métricas reais de performance. O risco aqui é real, mas gerenciável com práticas básicas de segurança.


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Cena cartoon de funcionário exchange liberando acidentalmente enxurrada de BTC, clientes vendendo e regulador furioso, ilustrando erro bilionário da Bithumb

Erro Bilionário da Bithumb: 620 Mil BTC Creditados por Engano

A Bithumb, segunda maior exchange da Coreia do Sul, creditou por engano 620 mil BTC a clientes durante uma promoção em 6 de fevereiro de 2026. O erro, que equivalia a cerca de US$ 42 bilhões na época, afetou 249 contas, com 86 usuários vendendo 1.788 BTC em 35 minutos antes do congelamento. O regulador FSS classificou o incidente como “catastrófico”, iniciando investigação sobre falhas sistêmicas. É um alerta sobre a fragilidade operacional de exchanges centralizadas.


Detalhes do Erro Operacional

A promoção era uma “caixa aleatória” para distribuir 620 mil won (cerca de R$ 2.195) entre 695 clientes. Um funcionário inseriu o valor em BTC em vez de won coreano, creditando saldos fictícios que representavam 14 vezes o estoque da própria Bithumb. Embora a exchange revertesse 99,7% dos créditos via ajustes internos no ledger, cerca de US$ 9 milhões em won permanecem irrecuperados.

É importante considerar que exchanges centralizadas atualizam saldos em bancos de dados privados antes de liquidações onchain, permitindo trades rápidos mas dependentes de precisão interna. A Bithumb detinha apenas 175 BTC próprios contra 42 mil BTC em custódia de clientes no Q3 2025.

Reação Regulatória e Pressão Política

O Serviço de Supervisão Financeira (FSS) sul-coreano chamou o episódio de “problemas estruturais” nos sistemas de registro. O presidente Lee Chan-jin alertou que vendedores podem enfrentar prejuízos ao devolver BTC valorizado. Uma audiência parlamentar ocorreu em 11 de fevereiro, com inspeções no local e possível probe formal.

O risco aqui é sistêmico: sem salvaguardas como validações múltiplas ou limites automáticos, erros humanos podem gerar trades executáveis com ativos inexistentes. A aliança de exchanges DAxA iniciou auditorias em todos os membros, acelerando a “fase dois” de regulação com foco em controles internos bancários.

Riscos Jurídicos para Usuários e Lições para o Mercado

A Bithumb iniciou “persuasão individual” com 80 clientes para devoluções voluntárias em won, evitando ações judiciais. Na esfera civil sul-coreana, o enriquecimento sem causa pode exigir restituição em BTC original, agravado pela alta recente do preço. Criminalmente, criptos não são “propriedade” pela Suprema Corte de 2021, mas disputas civis persistem.

Atenção para o precedente: balances exibidos parecem definitivos, mas são reversíveis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.662,94 (-0,52% em 24h), ampliando perdas potenciais para quem vendeu cedo.

O Que Investidores Devem Observar

Este caso reforça vulnerabilidades em CEX: confiança depende de processos opacos. Monitore exigências regulatórias como aprovações múltiplas para promoções e auditorias frequentes de ledgers. Para proteção, considere auto-custódia e diversificação de plataformas. O elo fraco não é sempre o código, mas o humano — e sem controles robustos, qualquer exchange pode falhar.


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Holder cartoon fugindo de perseguidores sombrios em rua noturna, com polícia aproximando, alertando riscos físicos de sequestro para detentores de cripto na França

Alerta: Prisões Após Tentativas de Sequestro de Holders de Cripto

Três homens foram presos em Lyon pela Brigade de Recherche et d’Intervention (BRI) nesta quinta-feira, após duas tentativas de sequestro contra detentores de criptomoedas na região parisiense. Os ataques ocorreram no mesmo dia em Saint-Mandé e Vaucresson, mirando profissionais do setor cripto. Este caso reforça o risco físico crescente para holders na Europa, onde a discrição se torna essencial para proteção. Sua segurança digital não basta mais.


Detalhes das Tentativas de Sequestro

Os incidentes começaram por volta das 6h da manhã em um pavilhão em Saint-Mandé, no Val-de-Marne, onde os criminosos abordaram um homem identificado como trabalhador no ecossistema de criptomoedas. Sem sucesso inicial, eles fugiram para Vaucresson, nos Hauts-de-Seine, visando outra vítima. Pelo menos uma das vítimas sofreu prejuízos, segundo relatos iniciais da investigação.

É importante considerar que esses ataques ocorreram em plena luz do dia, em áreas residenciais, demonstrando a ousadia dos agressores. A polícia de Paris, da brigade de répression du banditisme, iniciou uma filatura que levou à identificação dos suspeitos embarcando em um trem para Lyon. A intervenção da BRI na Gare de la Part-Dieu foi precisa, evitando maiores danos.

Perfil dos Suspeitos e Armamento

Os detidos são jovens de 18, 20 e 21 anos, um perfil surpreendente para crimes tão graves, mas que reflete a profissionalização de gangs menores no targeting de holders. Um deles portava uma arma de punho, elevando o risco de violência letal. Durante a guarda à vue, as autoridades buscam conexões com redes maiores de crypto kidnappings.

O risco aqui é claro: criminosos estão usando informações públicas ou vazadas para mapear alvos ricos em ativos digitais. Você já parou para pensar se suas postagens em redes sociais revelam seu envolvimento com crypto? Essa é uma vulnerabilidade comum que Patrícia Prado, como analista de risco, alerta repetidamente.

Contexto Alarmante na França

2026 já é considerado o pior ano para sequestros relacionados a criptomoedas na França, com casos em ascensão. Recentemente, uma magistrada e sua mãe de 66 anos foram sequestradas por 30 horas em Lyon para extorquir o marido, diretor de uma empresa de Bitcoin. A polícia enfatiza: “a discrição é uma proteção”. O cofundador da Ledger, Eric Larchevêque, clama por penas exemplares.

Essa onda de violência física vai além da segurança digital tradicional. Holders estão sendo rastreados via OSINT (inteligência de fontes abertas), como perfis LinkedIn ou transações on-chain visíveis. O mercado crypto atrai não só investidores, mas predadores que veem carteiras como alvos fáceis.

OPSEC Física: Como se Proteger

Segurança digital é o básico, mas OPSEC física é vital agora. Atenção para: evite ostentar ganhos em redes sociais; use pseudônimos em fóruns cripto; varie rotinas diárias; informe vizinhos ou familiares sobre riscos sem detalhes; considere alarmes residenciais e câmeras. Em caso de abordagem suspeita, priorize fuga e acione autoridades imediatamente.

Não se trata de paranoia, mas de realismo. Casos históricos mostram que discrição salva vidas e patrimônio. Monitore notícias locais e adapte sua rotina. A proteção começa com consciência dos riscos emergentes no ecossistema crypto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Traders cartoon frustrados cercando terminal de negociação apagado com faíscas, representando apagão técnico na Coinbase e riscos de CEX

Coinbase Trava Negociações em Apagão Técnico Antes dos Balanços

A Coinbase confirmou uma interrupção temporária em sua plataforma, impedindo usuários de comprar, vender ou transferir criptomoedas nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026. O problema surgiu horas antes da divulgação dos resultados financeiros do quarto trimestre de 2025, em um momento de queda de 2,25% no Bitcoin, cotado a R$ 343.374 segundo o Cointrader Monitor. Embora os fundos estejam seguros, a impossibilidade de negociar durante volatilidade representa um risco real de perdas para traders.


Detalhes da Interrupção na Plataforma

A falha técnica afetou o site principal da Coinbase.com, conforme relatado pela própria empresa em seu canal oficial de suporte no X (antigo Twitter). Usuários relataram dificuldades para executar operações básicas, gerando frustração especialmente em um dia de movimentações bruscas no mercado cripto. A companhia enfatizou que sua equipe investigava o problema e que uma correção foi implementada rapidamente, com monitoramento contínuo.

É importante considerar que interrupções como essa, embora raras na Coinbase, destacam vulnerabilidades operacionais em exchanges centralizadas (CEX). Plataformas como essa processam bilhões em volume diário, e qualquer downtime pode amplificar impactos durante picos de volatilidade. Historicamente, outages semelhantes ocorreram em momentos de estresse, como crashes de mercado, deixando usuários “presos” sem acesso aos seus ativos.

Impacto nas Ações COIN e Expectativas de Mercado

As ações da Coinbase (COIN) reagiram negativamente, caindo cerca de 8% e negociando em torno de US$ 140 durante a sessão de quarta-feira. Analistas da Monness Crespi emitiram um duplo downgrade, passando de “compra” para “venda”, com preço-alvo de US$ 120. As projeções para 2026 foram revisadas para baixo, citando mercados de baixa prolongados no cripto.

O timing é crítico: o relatório de earnings do Q4 2025 e ano completo estava previsto para após o fechamento do mercado nos EUA. Expectativas apontam para EPS de US$ 1,00 (queda de 33%) e receita de US$ 1,81 bilhão. Essa combinação de outage e fraqueza macroeconômica reforça preocupações sobre a resiliência da empresa em cenários adversos.

Riscos da Dependência em Exchanges Centralizadas

O risco aqui é claro: em CEX como a Coinbase, você depende de terceiros para acessar seus fundos. Durante quedas acentuadas, como a atual no Bitcoin, a incapacidade de vender pode resultar em perdas maiores do que o necessário. Atenção para o fato de que, mesmo com fundos seguros, o opportunity cost de um downtime é alto para traders ativos.

Casos históricos, como o outage da Robinhood em 2021 ou falhas na Binance durante fases de alta, ilustram o padrão. É possível que isso afete a confiança do varejo, especialmente com volumes baixos e preços em baixa. Investidores devem questionar: vale a pena concentrar posições em uma única plataforma?

O Que Monitorar e Medidas de Proteção

Vale monitorar atualizações da Coinbase sobre a causa raiz da falha e o desempenho nos earnings. Indicadores como volume de negociação e métricas de usuário serão chave para avaliar impactos duradouros. Para mitigar riscos, considere diversificação entre exchanges, uso de carteiras não custodiais e estratégias de hedging.

Em um mercado volátil, a lição é priorizar plataformas com histórico de uptime elevado, mas sempre ter planos de contingência. O episódio reforça que a autodescustódia reduz dependências, embora exija mais responsabilidade do usuário.


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Crítico cartoon apontando para torre digital rachada com fissuras vermelhas se espalhando, alertando crise BlockFills e riscos de contágio em cripto

Crise BlockFills: Roubini Ataca Riscos no Mercado Cripto

O economista Nouriel Roubini, conhecido como Dr. Doom, criticou duramente o mercado de criptomoedas após a suspensão de saques pela BlockFills, plataforma de empréstimos respaldada pelo gigante Susquehanna. Em meio a uma turbulência que derrubou o Bitcoin de US$ 90.000 para cerca de US$ 60.000, Roubini alerta para perdas de até 99% em altcoins e bloqueios de retiradas, reacendendo debates sobre vulnerabilidades sistêmicas no setor.


O Ataque de Roubini ao ‘Crypto Shitcoin Land’

É importante considerar o timing do comentário de Roubini. Conhecido por prever a crise financeira de 2008, ele usou sua conta no X (antigo Twitter) para ironizar o ecossistema cripto, chamando-o de ‘crypto shitcoin land’. Segundo ele, investidores perdem de 50% a 99% em semanas e depois nem conseguem sacar os restos. O risco aqui é claro: plataformas que prometem liquidez falham nos momentos críticos.

A BlockFills, que registrou US$ 60 bilhões em volume de negociação em 2025, atende cerca de 2.000 instituições financeiras, incluindo gestores de ativos e fundos de hedge cripto. Requer investimento mínimo de US$ 10 milhões para opções, o que a posiciona como player institucional — e torna sua crise ainda mais preocupante.

Detalhes da Suspensão na BlockFills

A plataforma restringiu não só saques, mas também negociações, citando proteção a clientes e à própria empresa. Essa medida, implementada inicialmente no ano passado, persiste em meio à queda do Bitcoin. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.191,87, com variação de -2,25% nas últimas 24 horas — reflexo da volatilidade global.

O que observar: lenders institucionais como BlockFills expõem fragilidades mesmo com backing de firmas como Susquehanna, uma trading global. Investidores com exposição a esses serviços devem verificar liquidez e termos de saque imediatamente. A história mostra que restrições assim precedem contágios maiores.

Paralelos com Crises Históricas

Essa não é novidade. Há três anos, o colapso da FTX levou a falências em cadeia, com Sam Bankman-Fried preso por fraude. Em 2022, lenders como Celsius, Voyager, BlockFi, Vauld e Genesis pararam saques, coincidindo com perda de 70% no mercado cripto. A crise atual evoca esses padrões: euforia seguida de pânico e bloqueios.

Patrícia Prado alerta: o risco de contágio é real em ecossistemas interconectados. Instituições que pareciam sólidas revelam pontos de falha sob pressão. Pergunta retórica: e se sua plataforma for a próxima a restringir acessos? Histórico como guia nos ensina a priorizar diversificação e due diligence.

O Que Fazer Diante dos Riscos

Para leitores expostos, atenção para sinais: atrasos em saques, restrições de trading e comunicados vagos sobre ‘proteção’. É prudente mapear alternativas com prova de reservas auditadas e priorizar auto-custódia. Roubini pode soar cético, mas eventos como BlockFills validam preocupações com maturidade do setor.

Não é FUD, mas realismo: em mercados voláteis, preservar capital exige vigilância constante. Monitore atualizações da BlockFills e similares para evitar surpresas.


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