Figura cartoon estilizada retirando ETH de cofre Ethereum rachado com vazamento e placa 50% no staking, sinalizando riscos e pressão vendedora

Ethereum sob Risco: Staking Despenca 50% e Vitalik Segue Vendendo

O Ethereum enfrenta uma tempestade perfeita de pressões vendedoras. Vitalik Buterin acelerou as vendas, transferindo 1.869 ETH (cerca de US$ 3,67 milhões) para exchanges nos últimos dias, coincidindo com queda de 5,7% no preço. Ao mesmo tempo, a demanda por staking despencou 50%, liberando oferta líquida, enquanto ETFs spot registraram saídas de US$ 123 milhões na última semana, marcando cinco semanas consecutivas de perdas. É importante considerar: isso compromete a defesa do ETH contra quedas?


Vendas Aceleradas de Vitalik Buterin

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, retirou fundos de protocolos como Aave e vendeu 1.869 ETH em dois dias, totalizando US$ 3,67 milhões. O movimento acelerou após uma pausa de duas semanas, com o preço do ETH caindo de US$ 1.988 para US$ 1.875. Historicamente, vendas semelhantes precederam quedas maiores, como os 22,7% após alienar 6.958 ETH anteriormente.

O risco aqui é a percepção de distribuição por uma figura central. Carteiras ligadas ao fundador são monitoradas de perto, e fluxos para exchanges podem amplificar a pressão vendedora em um mercado já volátil. Atenção para volumes adicionais: se persistirem, podem testar suportes chave como US$ 1.800.

Queda de 50% na Demanda por Staking

A demanda por staking de ETH caiu drasticamente: depósitos líquidos acumulados reduziram quase 50%, de 1,99 milhão para 1,008 milhão de ETH em seis meses. Isso libera ETH para circulação, elevando saldos em exchanges em 2,4% para 14,58 milhões de ETH. Baleias venderam 230 mil ETH em três dias durante uma tentativa de recuperação.

Menos ETH bloqueado significa maior oferta disponível, contrariando narrativas de escassez. É possível que isso neutralize divergências de alta no RSI, pressionando o preço contra resistências em US$ 2.020-2.070. O que observar: se saldos em exchanges continuarem subindo, a recuperação fica em dúvida.

Saques Contínuos nos ETFs de Ethereum

ETFs spot de ETH tiveram saídas líquidas de US$ 123 milhões na semana de 16 a 20 de fevereiro, com BlackRock (ETHA) liderando em -US$ 102 milhões e Fidelity (FETH) em -US$ 7,88 milhões. São cinco semanas seguidas de perdas, totalizando AUM de US$ 11,14 bilhões (4,68% do market cap).

Fluxos negativos de ETFs sinalizam redução de apetite institucional, agravando a oferta vendedora. Em um contexto de staking em baixa, isso reforça vulnerabilidades. Investidores devem monitorar o próximo relatório semanal: entradas poderiam contrabalançar, mas persistência de saídas amplia riscos de teste em mínimas recentes.

Riscos e Pontos de Atenção para Investidores

Essa combinação — vendas de Vitalik, staking enfraquecido e ETFs sangrando — cria um viés de baixa técnico. O ETH cotado a cerca de US$ 1.916 (R$ 9.929) testa suportes em US$ 1.890; rompimento pode levar a US$ 1.740. Pergunta retórica: sem absorção de oferta, a defesa do Ethereum resiste?

É prudente considerar diversificação e stops. Monitore saldos em exchanges, fluxos de ETFs e atividade de baleias. Histórico mostra que pressões cumulativas como essa demandam cautela para evitar perdas evitáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Portal neon falso cyan atraindo silhueta de carteira para abismo vermelho, ilustrando golpe de phishing em anúncios Uniswap no Google

Cuidado: Anúncios Falsos da Uniswap no Google Roubam Milhares

O fundador da Uniswap, Hayden Adams, emitiu um alerta urgente sobre anúncios falsos no Google que imitam o site oficial da exchange descentralizada. Golpistas investem em posições privilegiadas nas buscas patrocinadas por ‘Uniswap’, criando uma falsa sensação de oficialidade. Uma vítima relatou perda de centenas de milhares de dólares após conectar sua carteira ao site fraudulento. É importante considerar que ferramentas como uBlock não bloqueiam esses anúncios pagos, elevando o risco para usuários desatentos. Este golpe destaca vulnerabilidades em plataformas de busca amplamente usadas.


Como o Golpe Funciona na Prática

Os criminosos compram anúncios pagos para aparecerem nas primeiras posições dos resultados de busca no Google ao digitar ‘Uniswap’. Essa estratégia explora a confiança dos usuários nos itens destacados como ‘patrocinados’, que transmitem credibilidade imediata. Ao clicar, o usuário é direcionado a um site falsificado, visualmente idêntico ao oficial, mas com diferenças sutis projetadas para induzir ações perigosas.

O risco aqui é que, ao conectar uma carteira como MetaMask ou WalletConnect para realizar trocas ou acessar funcionalidades, o usuário autoriza transações maliciosas. Isso permite que os golpistas drenem todos os fundos disponíveis, incluindo tokens e NFTs. Atenção para o fato de que tais sites falsos evitam detecção por bloqueadores de anúncios comuns, tornando o phishing ainda mais sofisticado. É um lembrete de que a posição no ranking de busca não garante legitimidade.

Evidências de Vítimas e Alerta do Fundador

Hayden Adams compartilhou o problema publicamente, destacando como esses anúncios criam ‘o sentimento de oficialidade’. Um seguidor identificado como Ika confirmou o golpe ao postar uma captura de tela do Google, mostrando o link falso no topo da página. Sua carteira, contendo uma soma de seis dígitos em dólares, foi completamente esvaziada após a conexão inadvertida.

Este caso não é isolado. O alerta de Adams reforça a necessidade de vigilância, especialmente em um ecossistema onde a confiança é o ativo mais valioso. Usuários que buscam DEXs como Uniswap via motores de busca estão particularmente expostos, pois o clique impulsivo pode resultar em perdas irreparáveis. Pergunte a si mesmo: vale o risco de não verificar antes de conectar?

Contexto de Fraudes Crescentes no Mercado Cripto

Este incidente se insere em uma onda de fraudes sofisticadas. Em outubro de 2024, golpistas já haviam clonado o domínio da Uniswap, alterando botões como ‘Começar’ para ‘Conectar’, enganando usuários. Mais recentemente, em janeiro de 2026, analistas da CertiK reportaram perdas totais de US$ 370,3 milhões com exploits e golpes — o maior valor mensal em 11 meses, quase quatro vezes superior a janeiro de 2025.

Esses números ilustram uma tendência alarmante: os criminosos evoluem mais rápido que as defesas. O mercado cripto viu 40 incidentes só naquele mês, reforçando que a segurança depende mais da educação do usuário do que de ferramentas automáticas. Históricos como esses servem de guia para evitar repetições.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Para evitar cair nesse tipo de armadilha, adote práticas rigorosas. Primeiro, use favoritos para acessar diretamente o site oficial: app.uniswap.org. Nunca clique em links de buscas ou anúncios — digite a URL manualmente. Verifique sempre o domínio: procure por variações mínimas como ‘uni swap’ ou extensões suspeitas.

Antes de conectar qualquer carteira, pause e confirme via canais oficiais, como o Twitter de Hayden Adams ou o Discord da Uniswap. Desative conexões automáticas e use carteiras com aprovações granulares. Monitore transações em exploradores como Etherscan. Lembre-se: se parece bom demais ou apressado, é risco alto. Proteja seu patrimônio com verificação dupla — é a única barreira eficaz contra phishing avançado.


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Ponte cross-chain digital hexagonal rachada com vazamento de energia vermelha, simbolizando hack na IoTeX por vazamento de chaves privadas

Hack na IoTeX: Ponte Cross-Chain Perde US$ 2 Milhões por Chaves Privadas

A ponte cross-chain da IoTeX foi invadida por meio de um vazamento de chaves privadas, resultando em prejuízo de cerca de US$ 2 milhões em ativos como USDC, USDT, IOTX e WBTC. O incidente, confirmado pela equipe e analisado pela PeckShield, levou à pausa nos serviços de depósito e saque. A rede DePIN está segura, com recuperação prevista em 24 a 48 horas. Usuários precisam monitorar anúncios oficiais para evitar riscos adicionais. Sua carteira na IoTeX está exposta?


Detalhes do Ataque Sofisticado

O ataque à ponte da IoTeX foi obra de um grupo profissional que planejou a invasão por longo tempo, obtendo controle total sobre contratos inteligentes como TokenSafe e MinterPool. A PeckShield identificou a extração direta de fundos do cofre, com estimativas iniciais variando de US$ 430 mil a US$ 8,8 milhões — ajustadas para US$ 2 milhões após excluir tokens falsos sem valor, como CIOTX e CCS, que foram congelados.

Esse tipo de invasão destaca um padrão alarmante: em 2025, 88% das perdas no primeiro trimestre vieram de comprometimentos de chaves privadas. Quando o atacante vira ‘administrador’, não há limites lógicos impostos por código — o risco é total. A IoTeX já conteve o incidente e colabora com exchanges e autoridades para rastrear e congelar os fundos roubados.

Riscos Estruturais das Pontes Cross-Chain

É importante considerar que bridges cross-chain são historicamente o elo mais frágil nas blockchains. Casos como Ronin (US$ 625 milhões em 2022), Wormhole (US$ 320 milhões) e Multichain (US$ 126 milhões) mostram o padrão: o problema não está só no código auditado, mas na arquitetura. Alguém precisa gerenciar chaves privadas para validar transferências entre cadeias, criando um ponto único de falha.

O risco aqui é claro: mesmo com auditorias, se o dispositivo ou processo de gestão de chaves for invadido — via malware, phishing ou engenharia social —, tudo colapsa. Em 2026, ainda vemos esses vetores persistirem. Para redes DePIN como IoTeX, que integram IoT e finanças, essa vulnerabilidade pode comprometer ecossistemas inteiros. Atenção para sinais semelhantes em outros projetos.

O Que Fazer para Proteger Seus Fundos

Se você tem ativos na IoTeX, o primeiro passo é verificar saldos em exploradores como o oficial da rede ou PeckShield. Evite interagir com a ponte até o anúncio oficial de reabertura — pausas evitam perdas em cascata. Monitore o Twitter oficial da IoTeX (@iotex_io) e PeckShield para atualizações em tempo real.

Considere diversificar: não concentre fundos em bridges ou hot wallets. Use hardware wallets para chaves principais e ative 2FA em contas ligadas. Historicamente, respostas rápidas como essa da IoTeX recuperam confiança, mas lições de Bybit e HTX mostram que ‘recuperação’ exige vigilância pós-evento. Não ignore: revise suas exposições agora.

Plano de Recuperação e Lições Aprendidas

A IoTeX planeja restaurar operações de chain e depósitos/saques em 24 a 48 horas, após upgrades de segurança. A transparência — divulgando perdas e parcerias com autoridades — é positiva, mas o teste real virá com a prevenção de recorrências. Para investidores brasileiros, avalie o impacto em IOTX: quedas são comuns pós-hack, mas recuperações dependem de execução.

Esse episódio reforça: em cripto, risco de custódia privada supera exploits de código. Monitore, proteja e questione arquiteturas centralizadas em bridges. A proteção começa com informação precisa.


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Escudo de stablecoin CNH₮ corroendo e dissolvendo pela base, simbolizando fim de suporte anunciado pela Tether

Alerta CNH₮: Tether encerra suporte e prazo para resgates

A Tether anunciou o encerramento do suporte à stablecoin CNH₮, lastreada no yuan offshore chinês (CNH), devido à baixa demanda e adoção limitada. A emissão de novos tokens (minting) cessa imediatamente, enquanto os resgates estarão disponíveis por exatamente um ano, até fevereiro de 2027, com aviso prévio. É importante considerar: se você tem saldo em CNH₮ em qualquer blockchain suportada, o risco aqui é perder tudo após o prazo. Não se desespere, mas não durma no ponto — planeje o resgate com calma para evitar pânico ou golpes.


Detalhes do Processo de Encerramento

O anúncio oficial da Tether segue um processo em duas fases, similar a descontinuações anteriores de produtos. Na fase um, iniciada hoje, 21 de fevereiro de 2026, nenhuma nova CNH₮ entrará em circulação. Isso reflete condições de mercado alteradas, onde o uso da stablecoin não justifica mais os custos operacionais aos padrões da emissora.

A CNH₮ foi lançada como parte do portfólio de stablecoins da Tether, atrelada ao yuan offshore — versão acessível a traders internacionais, distinta do yuan onshore da China continental. Apesar do potencial inicial, a baixa liquidez e adoção comunitária levaram à decisão estratégica de realocação de recursos para ativos de maior relevância, como o USDT, líder com US$ 185 bilhões em capitalização.

Holders em todas as blockchains suportadas são orientados a resgatar o quanto antes, sob os termos de serviço vigentes até o fim do prazo.

Riscos Envolvidos e Prazos Críticos

Atenção para o principal risco: após um ano da data de hoje, a Tether encerrará completamente o suporte a resgates. Isso significa que tokens não resgatados podem se tornar irrelevantes ou ilíquidos, resultando em perdas totais para quem ignorar o alerta. Historicamente, descontinuações semelhantes expuseram usuários despreparados a cenários de pânico, com quedas de preço e dificuldade de saída.

O prazo exato será comunicado com antecedência, mas vale monitorar canais oficiais da Tether. Fatores como volatilidade de mercado ou congestão em blockchains podem complicar resgates tardios. É realista admitir que, em um ecossistema cripto repleto de vulnerabilidades, ignorar prazos assim é um erro evitável.

Além disso, o risco de golpes aumenta: fraudadores podem explorar o anúncio oferecendo ‘resgates rápidos’ ou plataformas falsas. Já vimos casos em que pânico levou a perdas por phishing ou contratos maliciosos.

Como Resgatar com Segurança

Para minimizar riscos, siga estes passos práticos e verificados:

  1. Verifique seu saldo em carteiras ou exchanges compatíveis com CNH₮. Use exploradores de blockchain oficiais para confirmação independente.
  2. Acesse apenas o site oficial da Tether (tether.to) para iniciar o processo de redenção. Nunca clique em links de e-mails ou redes sociais não verificados.
  3. Prepare documentação de KYC se exigida, e realize o resgate em lotes pequenos para testar. Evite prazos apertados para não enfrentar taxas altas ou falhas de rede.
  4. Considere converter para USDT ou outra stablecoin de alta liquidez imediatamente após o resgate, diversificando riscos cambiais do yuan.

Não confie em serviços terceiros prometendo resgates ‘facilitados’ — esses são alvos comuns de scams. Sua prioridade deve ser a proteção do capital, agindo com prudência.

Lições para Investidores Cripto

Este caso reforça uma lição recorrente: stablecoins de nicho enfrentam riscos de obsolescência quando a adoção não acompanha. A Tether, ao focar em infraestrutura de alto volume, demonstra maturidade estratégica, mas expõe holders periféricos a transições abruptas. Pergunte-se: quantos ativos em sua carteira têm liquidez real e suporte sustentável?

Monitore atualizações oficiais e evite FUD desnecessário — o risco aqui é gerenciável com ação atempada. Em um mercado de riscos inerentes, a cautela protetora é o melhor escudo.


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Trader cartoon cortando cordas de alavancagem de balão meme coin ancorado por corrente BTC, em meio a nuvens de risco

Traders Reduzem Alavancagem em BTC: Hora da Cautela nas Altcoins

Por que os grandes traders estão tirando o pé do acelerador? Em um cenário de incertezas macroeconômicas e geopolíticas crescentes, a redução na alavancagem em contratos futuros de Bitcoin na Binance sinaliza cautela entre insiders. Ao mesmo tempo, a alta explosiva da meme coin KellyClaude, que superou US$ 10 milhões em capitalização de mercado com ganho de 38,7% em 24 horas, reforça os alertas de risco. É hora de priorizar a proteção do que já se ganhou.


Deleveraging no Mercado de Bitcoin

É importante considerar que o interesse aberto na Binance, que responde por mais de 31% do total global de futuros de Bitcoin (excluindo CME), caiu cerca de 30.000 BTC recentemente. O índice de alavancagem estimada do BTC na plataforma despencou de 0,19 para 0,15 ao longo de fevereiro, indicando uma estratégia deliberada de redução de exposição por parte dos traders.

As reservas de Bitcoin na exchange permanecem estáveis, o que sugere gerenciamento de risco estratégico, e não pânico ou saques em massa. O risco aqui é que posições excessivamente alavancadas amplificam volatilidade, tornando o mercado frágil a choques externos. Atenção para o fato de que essa redução de alavancagem pode gerar pressão de venda de curto prazo, mas limpa o excesso de risco sistêmico, preparando o terreno para uma descoberta de preço mais orgânica.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.881,15, com alta de 1,11% nas últimas 24 horas e volume de 118 BTC.

Riscos nas Meme Coins: O Caso KellyClaude

A meme coin KellyClaude no ecossistema Base exemplifica os perigos da euforia especulativa. Sua capitalização de mercado ultrapassou US$ 10 milhões, impulsionado por um volume de US$ 1,6 milhão em 24 horas e alta de 38,7%. No entanto, esse tipo de ativo depende quase exclusivamente de euforia e emoções de mercado, sem fundamentos reais ou casos de uso concretos.

O risco aqui é evidente: flutuações extremas são a norma. Histórico mostra que meme coins sobem rápido, mas colapsam com igual velocidade quando o entusiasmo esfria ou liquidez seca. Investidores novatos são os mais vulneráveis, atraídos por ganhos rápidos sem considerar a falta de liquidez ou manipulações potenciais. É essencial questionar: vale a pena expor capital a ativos tão voláteis em um momento de incerteza global?

Incertezas Macro e Geopolíticas no Radar

Vários fatores macroeconômicos explicam essa cautela generalizada. Anúncios de tarifas de 10% por Trump após decisão da Suprema Corte, ameaças de ataques limitados ao Irã, crescimento econômico dos EUA no Q4 abaixo do esperado em 1,4% e Core PCE subindo para 3% criam um ambiente de aversão ao risco.

Esses eventos pesam sobre ativos de risco como criptomoedas, ampliando a volatilidade. Traders experientes sabem que headlines macro podem liquidar posições alavancadas em minutos. O que observar: monitoramento contínuo de indicadores de alavancagem, open interest e respostas do mercado a notícias geopolíticas. Manter posições conservadoras é chave para navegar essa fase.

Proteja Seus Ganhos: O Que Fazer Agora

Neste contexto, o gerenciamento de risco supera qualquer busca por lucros rápidos. Avalie sua exposição: reduza alavancagem, diversifique para ativos mais estáveis e defina stop-loss rigorosos. Para meme coins, limite a porções pequenas do portfólio, tratando-as como apostas de alto risco. Lembre-se: mercados cíclicos repetem padrões, e erros passados como crashes de 2022 ensinam a priorizar preservação de capital.

Atenção para sinais como queda persistente na razão de alavancagem ou picos de volatilidade implícita. Proteja o que você já ganhou — paciência paga no longo prazo.


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Personagem fundador cartoon alertando investidor de scam falso Uniswap em anúncio Google, carteira drenando moedas douradas

Falso Uniswap no Google: Fundador Alerta Após Perda de US$ 500 mil

O fundador da Uniswap, Hayden Adams, emitiu um alerta urgente sobre anúncios falsos no Google que imitam a exchange descentralizada. Uma vítima conhecida como ‘Ika’ perdeu um portfólio no valor de meio milhão de dólares ao conectar a carteira em um site fraudulento que apareceu como primeiro resultado de busca. Adams destacou que esses ‘scam ads’ persistem apesar de anos de denúncias, expondo o risco constante para usuários desatentos.


Alerta Direto de Hayden Adams

Hayden Adams, criador da Uniswap, usou sua conta no X para denunciar a recorrência de anúncios maliciosos. ‘Scam ads keep returning despite years of reporting’, afirmou ele, referindo-se a fraudes que exploram buscas por ‘Uniswap’. O problema não é novo: a plataforma já enfrentou apps falsos durante a espera por aprovação na App Store e sites clonados em 2024, como relatado anteriormente.

Adams enfatiza a campanha contra esses anúncios, que direcionam usuários para páginas falsas onde um simples clique em ‘connect wallet’ autoriza o dreno total de fundos. É importante considerar: quantas vezes você confia no primeiro resultado de busca sem verificar? Esse é o risco aqui, especialmente em um mercado onde a confiança cega leva a perdas irreparáveis.

O Caso da Vítima ‘Ika’: Lições de uma Corrente de Erros

A vítima, identificada como ‘Ika’ no X, compartilhou sua história em um fio intitulado ‘I lost everything, what’s next?’. Após dois anos de disciplina, buscando oportunidades em web3, ele viu seu portfólio de seis dígitos evaporar. ‘Getting drained isn’t bad luck. It’s the final consequence of a long chain of bad decisions’, escreveu Ika, admitindo falhas acumuladas.

O incidente ocorreu após ele clicar em um resultado de topo no Google, que levava a um site falso da Uniswap. Apesar de cuidados prévios, a armadilha funcionou: conexão de carteira e aprovação de transação permitiram o roubo completo. Atenção para o detalhe: sites falsos copiam perfeitamente o design oficial, alterando apenas botões como ‘connect’ no lugar de ‘get started’.

Como Verificar URLs e Evitar Golpes

Para se proteger, siga estas dicas práticas:

  1. Sempre acesse o site oficial digitando a URL diretamente — para Uniswap, é app.uniswap.org. Nunca clique em anúncios ou resultados de busca. Verifique o domínio: evite variações como ‘uniswapp.com’ ou com hífens extras. Use extensões de navegador como Pocket Universe ou Revoke.cash para monitorar aprovações pendentes.
  2. Pause antes de aprovar transações: leia o que está assinando no wallet. Pergunte-se: isso é realmente necessário agora?
  3. Diversifique carteiras — use uma hot wallet só para pequenas quantias.

O risco aqui é real: janeiro de 2026 registrou US$ 370 milhões roubados em scams, quatro vezes mais que no ano anterior, segundo a CertiK.

Contexto Maior: Aumento de Scams no Mercado Cripto

Esse caso reflete uma tendência alarmante. Em janeiro, os roubos via exploits e scams atingiram o maior valor em 11 meses, impulsionados por engenharia social como no caso de US$ 284 milhões perdidos em um único incidente. Histórico como guia: Uniswap já sofreu com clones durante a euforia em torno do L2 Unichain em outubro de 2024.

Como investidora cautelosa, recomendo monitorar sinais de alerta: anúncios pagos em buscas sensíveis, domínios recentes e pressa para conectar wallets. A proteção começa com educação — não deixe que a euforia do mercado cripto ofusque a prudência. Vale observar relatórios de segurança como os da CertiK para antecipar ameaças.


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Monolito dourado Bitcoin rachando sob impacto de massa vermelha angular de conflito geopolítico, sinalizando risco de queda para US$ 38 mil

Bitcoin em Risco: Queda para US$ 38 mil se Conflito EUA-Irã Escalar

O Bitcoin registrou queda de 29% nos últimos 30 dias, aproximando-se dos US$ 66 mil (cerca de R$ 353.689, segundo o Cointrader Monitor). Embora a VanEck indique exaustão de vendedores mid-cycle, analistas da GSR e Stifel alertam que uma escalada no conflito EUA-Irã pode derrubar o preço para US$ 38 mil. É importante considerar esses riscos geopolíticos em um momento de aversão ao risco global.


Vendedores Exaustos, Mas Sentimento em Medo

A análise da VanEck destaca que a recente correção resetou a alavancagem excessiva no mercado, com o indicador NUPL entrando em território de “medo”. Holders de moedas entre 1 e 5 anos, responsáveis pela maior parte das vendas, desaceleraram sua distribuição após absorverem US$ 22,5 bilhões em perdas realizadas. O open interest de futuros atingiu mínimas desde setembro de 2024, sinalizando capitulação.

No entanto, o risco aqui é que essa exaustão não garanta um fundo imediato. A taxa de hash da rede caiu 14% nos últimos 90 dias devido a margens comprimidas para mineradores, um padrão histórico que precedeu retornos fortes, mas depende de estabilização macro. Transações diárias permanecem no 90º percentil histórico, mostrando resiliência on-chain, mas o preço atual reflete pessimismo.

Tensões EUA-Irã Ameaçam Suporte Crítico

Analistas da GSR Research e Stifel preveem queda para US$ 38 mil caso haja ataque direto dos EUA ao Irã. A incerteza bélica impulsiona aversão ao risco, com investidores institucionais liquidando ativos voláteis como o Bitcoin em favor de dólar e ouro. O BTC testa suporte em US$ 65 mil, com demanda de varejo nos menores níveis desde 2022.

Para brasileiros, o dólar a R$ 5,18 pode mascarar perdas em BRL, mas a correlação com bolsas globais aumenta em pânicos. Movimentações de baleias em baixa liquidez agravam a volatilidade. É essencial monitorar manchetes de guerra e dados de inflação PCE nos EUA, que podem acelerar liquidações.

Os Três Riscos Estruturais da Ecoinometrics

A Ecoinometrics identifica três forças sobrepostas para nova queda:

  1. Fraqueza nas ações, com Nasdaq estagnado e BTC abaixo da média móvel de 200 dias (acima de US$ 100 mil).
  2. Volatilidade estrutural reduzida devido a fluxos de ETFs, tornando-o mais correlacionado a tech stocks.
  3. Fed neutro, sem cortes urgentes de juros apesar de inflação controlada e mercado de trabalho resiliente.

Esses fatores criam um ambiente sem tailwinds, onde estabilidade vira fragilidade. Saídas contínuas de ETFs e risk-off amplificam o downside. Historicamente, quando equities declinam, o Bitcoin cai mais rápido.

Proteção é Prioridade: Evite Alavancagem

Diante desses alertas, a proteção do capital é essencial. Evite posições alavancadas, que amplificam perdas em cenários voláteis. Monitore suportes técnicos, fluxos de ETFs e notícias geopolíticas. O Bitcoin pode se recuperar como reserva de valor a longo prazo, mas curto prazo exige cautela realista. Pergunte-se: estou preparado para US$ 38 mil?


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Trader cartoon mordendo isca falsa de Uniswap puxado por rede phishing de anúncio Google, alertando sobre scam em buscas patrocinadas

Armadilha no Google: Trader Perde Seis Dígitos em Fake Uniswap

Nunca clique em anúncios patrocinados do Google para acessar exchanges ou protocolos DeFi. Um usuário do Polymarket perdeu centenas de milhares de dólares — uma soma de seis dígitos — após cair em uma armadilha assim. Ao buscar a Uniswap, o topo dos resultados levou a um site falso que drenou sua carteira. O criador da Uniswap, Hayden Adams, chamou a situação de ‘horrível’ e defendeu o fim da economia de anúncios maliciosos. É um alerta para todos nós.


O Caso do Trader Enganado

Um trader ativo no Polymarket compartilhou publicamente sua perda devastadora: toda sua rede de valor em cripto, estimada em seis dígitos em dólares, evaporou após conectar a carteira a um site clonado da Uniswap. O erro fatal? Clicar no primeiro anúncio patrocinado exibido no Google ao pesquisar o protocolo DeFi.

Dezenas de usuários reagiram nas redes sociais com solidariedade, mas o incidente destaca um risco persistente. O fundador do DefiLlama divulgou o caso como lição coletiva, reforçando que esses golpes não são isolados. É importante considerar: quantas vítimas silenciosas ainda não relataram suas perdas?

Como Funciona o Golpe: Punycode e AngelFerno

O script malicioso AngelFerno, operando no modelo scam-as-a-service, foi o responsável pelo roubo. Ele já atacou protocolos como OpenEden e Curvance e permanece ativo em domínios listados em blocklists do GitHub. Os atacantes usam Punycode — caracteres cirílicos que imitam visualmente domínios legítimos como ‘uniswap.org’ —, tornando o site falso indistinguível a olho nu.

A vítima acessa o link, conecta a carteira e assina uma transação aparentemente inofensiva. Na realidade, isso autoriza o drenagem total de ativos. O risco aqui é claro: anúncios pagos priorizam lucro sobre verificação, permitindo que fraudadores comprem visibilidade no topo das buscas.

Reação de Hayden Adams e Críticas ao Google

Hayden Adams, fundador da Uniswap, reagiu com indignação: ‘A economia de anúncios precisa acabar’. Ele destacou anos de luta contra esses clones fraudulentos. O investigador ZachXBT exigiu punições severas ao Google por falhas na moderação, ecoando relatórios de Chainalysis sobre vetores recorrentes de ataque via ads patrocinados.

Casos semelhantes abundam: em julho de 2025, outro usuário perdeu US$ 1,2 milhão da mesma forma. Atenção para o padrão — o Google persiste como porta de entrada para esses phishing avançados.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Para evitar armadilhas como essa, anote: acesse protocolos DeFi apenas digitando URLs diretamente no navegador ou usando bookmarks salvos. Verifique sempre o domínio por caracteres estranhos — ferramentas como VirusTotal ajudam. Nunca conecte carteiras em sites de buscas pagas.

Use wallets com simulação de transações, como as da MetaMask atualizada, e ative alertas de segurança. O que observar? Anúncios no topo prometendo ‘acesso rápido’ a Uniswap ou similares são bandeiras vermelhas. Proteja seu patrimônio com hábitos preventivos — o custo de um clique impulsivo pode ser irreversível.


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Rede hexagonal Ethereum com toxina vermelha se espalhando de nó central, representando ataques de envenenamento apos upgrade Fusaka

Fusaka: Upgrade do Ethereum Alimenta Ataques de Envenenamento de Endereços

O upgrade Fusaka da Ethereum, implementado em dezembro, reduziu drasticamente as taxas de gas, mas ironicamente facilitou uma onda recorde de ataques de envenenamento de endereços (address poisoning). Golpistas agora enviam milhares de transações mínimas diárias para poluir o histórico das carteiras, aumentando o risco de usuários copiarem endereços falsos. É importante considerar: taxas baixas podem significar risco alto para quem não toma precauções. (68 palavras)


O Que é Envenenamento de Endereços?

O envenenamento de endereços é uma tática simples, mas eficaz, usada por golpistas. Eles enviam quantias mínimas, conhecidas como dust, de endereços que imitam os contatos reais da vítima no histórico de transações. Ao copiar um endereço recente do histórico para uma nova transferência, o usuário pode inadvertidamente enviar fundos para o atacante.

Antes do Fusaka, cerca de 30.000 transações dust ocorriam por dia na Ethereum mainnet, analisando 101 tokens. Após o upgrade, que cortou as taxas de gas em seis vezes, o volume saltou para 167.000 diários, com pico de 510.000 em um único dia de janeiro. O risco aqui é claro: o que era caro e limitado agora é escalável e massivo.

Estudo do pesquisador Andrey Sergeenkov revela que, em pouco mais de dois meses pós-Fusaka, as vítimas perderam mais de US$ 63 milhões, 13 vezes os US$ 4,9 milhões do período anterior equivalente. Mesmo excluindo um roubo isolado de US$ 50 milhões em USDT em 19 de dezembro, as perdas ainda foram 2,7 vezes maiores. Atenção para esse padrão: custos baixos amplificam vulnerabilidades não resolvidas.

Impactos do Fusaka e Falhas de Segurança

O Fusaka resolveu um problema crônico da Ethereum — altas taxas —, permitindo maior uso da rede, com volumes de stablecoins atingindo US$ 7,5 trilhões em um trimestre e taxas abaixo de um dólar. No entanto, sem medidas de segurança contra spam, como limites em transações dust, os atacantes transformaram a rede em um playground para golpes em massa.

Sergeenkov critica: reduzir fees é positivo, mas problemas de segurança ampliados por transações baratas deveriam ter sido priorizados. Quando se fala em ‘segurança de trilhões de dólares’, a proteção do usuário deve vir antes de métricas de crescimento. É possível que upgrades futuros incluam filtros anti-spam, mas por enquanto, cabe ao usuário mitigar os riscos.

Historicamente, ataques semelhantes já custaram caro em outras redes. Na Ethereum, o boom pós-Fusaka mostra como otimizações técnicas podem expor falhas humanas — confiar no histórico como lista de contatos confiáveis é um erro comum e evitável.

Como se Proteger e o Que Observar

A regra de ouro é nunca copiar endereços do histórico de transações. Sempre digite manualmente ou use copiadores verificados, como códigos QR ou bookmarks salvos. Verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de confirmar qualquer envio — golpistas exploram a preguiça visual.

Monitore ferramentas como Etherscan para padrões suspeitos em sua carteira. Use carteiras com alertas de dust, como MetaMask com extensões anti-phishing. Para grandes valores, valide endereços por canais off-chain, como mensagens confirmadas.

Vale observar atualizações da Ethereum Foundation sobre anti-spam. Enquanto isso, pergunte-se: o benefício das taxas baixas compensa o risco ampliado? Seja prudente — uma verificação extra pode salvar milhões.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura encapuzada cartoon protegendo moedas douradas inativas em bloco de gelo contra vórtice quântico, debatendo risco em Bitcoin de Satoshi

Plano de Emergência: Congelar Bitcoins de Satoshi Contra Risco Quântico?

O fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, propôs uma medida controversa: congelar os bitcoins inativos de Satoshi Nakamoto e outros endereços antigos para proteger o Bitcoin contra ameaças da computação quântica. A ideia afeta cerca de 6,89 milhões de BTC, incluindo o mítico acervo de 1 milhão do criador da rede. É importante considerar se essa solução protege ou compromete os princípios fundamentais do BTC. O debate divide a comunidade.


O Que é o Risco Quântico para o Bitcoin?

A computação quântica representa um risco significativo para a criptografia atual do Bitcoin. Computadores quânticos, com seus qubits, podem resolver problemas matemáticos complexos em minutos, algo que levaria bilhões de anos para máquinas clássicas. No caso do BTC, o algoritmo ECDSA — usado para gerar chaves públicas e privadas — pode ser quebrado pelo algoritmo de Shor.

Endereços antigos, como P2PK ou P2PKH onde a chave pública foi exposta em transações, ficam vulneráveis. Cerca de 6,89 milhões de BTC inativos estão em risco, dos quais 3,4 milhões não se movem há mais de 10 anos. O risco aqui é que, em 5 a 10 anos, hackers com acesso quântico possam derivar chaves privadas e gastar esses fundos, inundando o mercado e derrubando o preço.

Para o leitor comum, atenção: se suas bitcoins estão em endereços modernos como Bech32 (começando com bc1q), sem exposição da chave pública até o gasto, elas estão mais seguras por enquanto. Mas o ecossistema todo pode sofrer com a perda de confiança.

A Proposta de Ki Young Ju e Seus Desafios

Ju questionou na rede X: “Você apoiaria congelar moedas inativas, incluindo as de Satoshi, para salvar o BTC de ataques quânticos?”. A solução técnica envolveria uma atualização soft fork no protocolo, tornando esses endereços não gastáveis. Isso preservaria o suprimento escasso do Bitcoin, evitando uma diluição massiva.

No entanto, o risco de implementação é alto. A comunidade Bitcoin é conhecida por resistir mudanças radicais, como visto nos debates sobre SegWit2x. Congelar fundos viola o mantra "not your keys, not your coins", podendo abrir precedentes para censura centralizada. Sem consenso, forks rivais poderiam fragmentar a rede, como ocorreu no passado com Bitcoin Cash.

Ju alerta que a inação pode ser pior: liberação gradual desses BTC por atacantes quânticos erodiria a confiança no ativo como “dinheiro duro”.

Debate Ético e Implicações para Investidores

A reação é mista. Charles Edwards vê um dilema: congelar socava a imutabilidade, mas permitir roubo destrói o valor. Marco Battistoni chama de “tirania”, prevendo que moedas perdidas serão redistribuídas em décadas. André Dragosch prefere perdas localizadas a intervenções forçadas.

Para nós, investidores brasileiros, é crucial observar: uma crise quântica poderia impactar o preço global do BTC, afetando nossas posições em reais. Plataformas como exchanges já discutem migrações para criptografia pós-quântica, mas o Bitcoin precisa de consenso comunitário. Historicamente, falhas como o hack da Mt. Gox ensinaram que ignorar riscos técnicos custa caro.

Enquanto isso, priorize carteiras com múltiplas assinaturas e endereços não reutilizados. O futuro quântico é incerto, mas a prudência sempre paga.


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Garras cibernéticas neon vermelhas emergindo de portal digital capturando carteiras cripto fragmentadas, alertando sobre plugins IA maliciosos

Alerta: 1.184 Plugins de IA Maliciosos Roubam Carteiras Cripto

Sua produtividade com IA pode custar suas criptomoedas: o marketplace ClawHub do OpenClaw abriga 1.184 skills maliciosas que roubam chaves SSH, carteiras cripto, senhas de navegador e até abrem reverse shells. Um único atacante uploadou 677 pacotes, com o top skill baixado milhares de vezes apesar de 9 vulnerabilidades. É importante considerar: texto em IA agora é executável, alerta a analista Patrícia Prado.


Detalhes do Ataque em Cadeia de Suprimentos

O risco aqui é claro: os plugins se disfarçam de ferramentas úteis como bots de trading cripto, trackers de carteiras Solana ou resumos de YouTube. No entanto, o SKILL.md embute instruções maliciosas que levam usuários a executar scripts shell ofuscados. Esses baixam o Atomic Stealer (AMOS), um malware para macOS que varre carteiras Phantom, sessões do Telegram, chaves de API de exchanges e arquivos sensíveis.

Identificado como “ClawHavoc” pela Koi Security, o ataque afeta 12 contas no ClawHub, com domínios falsos como clawhub1. A atenção deve ir para o volume: downloads na casa dos milhares mostram como a confiança cega em marketplaces de IA expõe usuários a perdas irreversíveis em carteiras não custodiais.

Fundador da SlowMist, Yu Xian, reforça: muitos skills OpenClaw têm riscos potenciais, demandando ambientes isolados para execução.

Moonwell: Exemplo Real de Perda por IA

Não é teoria: o hack na Moonwell custou US$ 1,78 milhão há poucos dias. Um erro em código para precificar cbETH — gerado com co-autoria do Claude Opus 4.6 — esqueceu de multiplicar taxas ETH/USD, permitindo liquidações em massa e prejuízos para 181 borrowers.

Auditorias humanas, GitHub Copilot e ferramentas como OpenZeppelin falharam. Isso destaca o risco ampliado: a segurança Web3 vai além de contratos; IA em ferramentas de desenvolvimento e agents cria novas superfícies de ataque. Patrícia Prado alerta: o que observar são falhas sutis em código vibe-coded que passam testes unitários mas colapsam em produção.

Passos Práticos para Mitigar Riscos

Atenção para ações imediatas:

  1. Verifique skills instalados no ClawHub/OpenClaw: remova qualquer com downloads suspeitos ou autores como hightower6eu.
  2. Use ambientes isolados: VMs ou containers (Docker) para rodar agentes de IA, separando chaves privadas.
  3. Audite scripts manualmente antes de executar: evite curl de fontes desconhecidas.
  4. Monitore carteiras com ferramentas como Clawdex da Koi Security e ative 2FA/multi-sig onde possível.
  5. Atualize OS e carteiras; rode antivírus focados em macOS como contra AMOS.

Esses passos reduzem exposição sem abandonar IA produtiva.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Com 1 milhão de agentes de IA previstos para 2026 (VanEck), marketplaces como ClawHub testam a maturidade da segurança em IA-Web3. Plataformas agora têm report flags, mas prevenção exige auditoria rigorosa. O leitor deve refletir: vale a conveniência se custa seus BTC? Priorize proteção — histórico de ataques em cadeia de suprimentos como este ensina que prevenção evita perdas evitáveis.


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Figura regulatória cartoon bloqueando token suspeito com sinal de alerta vermelho 'X', alertando riscos de scam no criptomercado pela SFC de Hong Kong

Fique Longe: SFC de Hong Kong Alerta Contra Token Suspeito

A Securities and Futures Commission (SFC) de Hong Kong incluiu o token ‘HOMEO顺势’ em sua lista de produtos de investimento suspeitos. Operado pela Excelente Homeopatia Sequencial (Hong Kong), o ativo é promovido via palestras locais, prometendo retornos aos investidores, mas sem qualquer autorização regulatória. Isso representa um risco de perda total para quem investir, servindo como alerta global sobre ofertas não reguladas. A medida, divulgada em 20 de fevereiro de 2026, reforça a vigilância contra fraudes no ecossistema cripto.


Detalhes do Alerta da SFC

É importante considerar o contexto regulatório em Hong Kong, um dos hubs mais avançados para ativos digitais. A SFC listou o token ‘HOMEO顺势’ como produto não autorizado para venda ao público. A entidade por trás, Excelente Homeopatia Sequencial, distribui materiais sobre o token em eventos presenciais, alegando benefícios de investimento ligados a conceitos de homeopatia sequencial. No entanto, nenhum documento foi revisado pela SFC, o que viola normas locais de transparência e proteção ao investidor.

A SFC enfatiza que produtos não licenciados podem levar a perdas completas, sem mecanismos de recuperação. Essa ação faz parte de uma série de alertas recentes, destacando a proatividade do regulador em monitorar ofertas que misturam narrativas inovadoras com promessas de ganhos fáceis.

Sinais de Alerta no Projeto HOMEO顺势

O risco aqui é evidente: promessas de retornos sem base regulatória. Atenção para os seguintes pontos:

  1. promoção via palestras offline, comum em esquemas que evitam escrutínio digital;
  2. fusão de homeopatia — uma prática alternativa — com cripto, criando uma narrativa exótica sem whitepaper técnico ou auditoria blockchain verificável;
  3. ausência de licença SFC, essencial para qualquer oferta pública em Hong Kong.

Projetos semelhantes já causaram prejuízos históricos, como rug pulls disfarçados de inovações médicas ou terapêuticas. Pergunto: você verificaria a autorização regulatória antes de investir? Essa é a lição central — a falta de compliance é um sinal vermelho inegociável.

Lições para Investidores Brasileiros

Mesmo distante, esse caso serve como espelho para o mercado global, incluindo o Brasil. Reguladores como a CVM atuam similarmente contra ofertas não registradas. O perigo de promessas não reguladas transcende fronteiras: tokens promovidos com yields garantidos frequentemente ocultam volatilidade extrema ou saques fraudulentos.

É prudente adotar hábitos protetores: sempre cheque listas de alertas da SFC, CVM ou equivalentes; priorize projetos com KYC/AML comprovados; evite narrativas que soam boas demais. Aqui, o foco é proteção — melhor pecar por excesso de cautela do que por euforia desinformada.

O Que Observar e Próximos Passos

Vale monitorar atualizações da SFC sobre esse token, pois investigações podem evoluir para ações judiciais. Para você, leitor, o passo imediato é revisar portfólios em busca de ativos semelhantes: sem regulação, sem segurança. Considere diversificação em exchanges licenciadas e ativos estabelecidos como Bitcoin ou Ethereum.

Em resumo, esse alerta reforça que o criptomercado maduro exige due diligence rigorosa. Proteja seu capital priorizando compliance sobre hype.


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Monolito dourado rachado à beira de precipício digital com '20K' no abismo, alertando risco de queda do Bitcoin

Bitcoin em Alerta: Risco de Queda para US$ 20 Mil

Bitcoin a US$ 20 mil? O cenário de pesadelo está ganhando força entre analistas. Peter Schiff alerta que, se o suporte de US$ 50 mil for rompido, o preço pode despencar 84% do ATH atual, impulsionado por tensões geopolíticas como os temores de conflito EUA-Irã. Paralelamente, métricas on-chain negativas indicam entrada em um mercado de baixa prolongado, com rotação de capital enfraquecida. É importante considerar esses riscos para proteger o capital.


Métricas on-chain revelam fraqueza estrutural

A Razão de Lucro/Prejuízo Realizado do Bitcoin comprimiu-se para a faixa entre 1 e 2, sinalizando transição para fases de maior estresse. Historicamente, níveis próximos a 1 indicam predominância de perdas realizadas, com redução no apetite por lucros e pouca rotação de liquidez. Sem uma alta sustentada acima de 2, a fraqueza persiste.

Além disso, a rede mostra desaceleração: 42% menos endereços ativos e 47% menos novos endereços em comparação a cinco anos atrás. Isso reflete menor crescimento orgânico, apesar da resiliência recente do preço em torno de US$ 66.700. Atenção para esses sinais — eles sugerem que o otimismo pode estar fragilizado.

Previsão Catastrófica de Peter Schiff

O economista Peter Schiff, crítico ferrenho do Bitcoin, intensificou seus alertas. Em postagem recente, ele previu que uma quebra abaixo de US$ 50 mil levaria o ativo a testar US$ 20 mil, citando o alto hype, alavancagem e participação institucional. O risco aqui é amplificado pelas tensões geopolíticas, como preparativos militares dos EUA contra o Irã, que elevam a aversão ao risco global.

Schiff compara com quedas históricas, mas destaca que o contexto atual — com maior capitalização de mercado — torna o impacto potencialmente mais devastador. Investidores de curto prazo já vendem com prejuízo, conforme o SOPR abaixo de 1, reforçando capitulação entre as “mãos fracas”.

Indicadores Técnicos e Suportes Críticos

O Bitcoin negocia próximo ao suporte de US$ 66.550, mas a tendência de baixa iniciada em janeiro pressiona. Perda desse nível pode levar a US$ 60 mil ou até US$ 52.775. O Preço Realizado em US$ 54.920 atua como barreira psicológica — quebras abaixo dele historicamente marcam mercados urso prolongados.

As Bandas de Bollinger estão apertadas, indicando movimento explosivo iminente, mas com viés de baixa dado o contexto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.138 (variação +0,3% em 24h), mas a volatilidade pode acelerar quedas em reais também.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

É essencial monitorar o suporte de US$ 66.550 e resistência em US$ 71.693. Um rompimento para cima poderia aliviar pressões, mas o risco de baixa domina. Pergunte-se: sua posição está dimensionada para uma correção de 20-50%? Considere diversificação, stops e liquidez em stablecoins para evitar surpresas.

Histórico mostra que ignorar métricas on-chain e alertas como os de Schiff custou caro em ciclos passados. Priorize preservação sobre ganhos rápidos — o mercado cripto não perdoa mãos fracas.


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Estrutura hexagonal digital reparada com núcleo dourado pulsante, simbolizando recuperação de hack DNS na OpenEden e marco de 100M XRP tokenizados pela Flare

Susto no RWA: OpenEden Recupera Domínio Após Hack DNS

A plataforma RWA OpenEden recuperou o controle total de seu domínio após uma modificação não autorizada no DNS, sem impacto em ativos ou sistemas. Em paralelo, a Flare celebrou 100 milhões de XRP tokenizados como FXRP, avaliados em US$ 140 milhões, mas pausou o minting preventivamente por alertas de segurança. Esses eventos acendem o sinal vermelho para vigilância constante em protocolos de ativos reais.


Detalhes do Incidente na OpenEden

É importante considerar que, apesar da robustez dos contratos inteligentes, a infraestrutura off-chain como o DNS representa um ponto vulnerável clássico. A OpenEden detectou a alteração não autorizada e ativou protocolos de resposta em conjunto com parceiros de segurança. Em menos de 24 horas, o controle foi restaurado, com o site voltando ao normal.

Crucialmente, não houve invasão em sistemas centrais, contratos ou reservas de ativos, comprovadas por mecanismos como o Proof of Reserve da Chainlink. Ainda assim, o risco aqui é real: um DNS comprometido poderia redirecionar usuários a sites falsos, facilitando phishing ou roubo de chaves. A plataforma já reforçou proteções, mas isso reforça a necessidade de auditorias contínuas em toda a stack tecnológica dos RWAs.

Para investidores, atenção para verificar sempre domínios oficiais e usar verificadores independentes de reservas antes de interagir com protocolos tokenizados.

Milestone da Flare e a Pausa Preventiva

A Flare atingiu um marco significativo apenas cinco meses após o lançamento dos FAssets: 100 milhões de FXRP em circulação, representando 100 milhões de XRP tokenizados e um valor total de cerca de US$ 140 milhões, mintados em mais de 38 mil transações. Mais de 60% desses tokens estão staked em protocolos DeFi nativos como Kinetic e Firelight, indicando uso real para geração de yield.

No entanto, o risco aqui é que o crescimento rápido atrai escrutínio. Hugo Philion, cofundador, anunciou a suspensão temporária do minting da ponte FAssets após relatório de um parceiro de segurança. Não há exploit confirmado nem fundos perdidos, mas a medida preventiva destaca a prudência necessária. Uma atualização contratual está em preparação para mitigar potenciais brechas.

Isso ensina que, em RWAs, o equilíbrio entre inovação e segurança é delicado — expansão sem pausas para verificações pode expor vulnerabilidades.

Lições para o Ecossistema RWA

Os casos da OpenEden e Flare ilustram os desafios híbridos dos Real World Assets: segurança on-chain é essencial, mas falhas off-chain, como DNS ou alertas em pontes, podem comprometer a confiança. Historicamente, incidentes semelhantes em projetos DeFi levaram a perdas bilionárias por distração em camadas infra.

O que observar? Monitore atualizações de segurança, Proofs of Reserve independentes e pausas operacionais. Para o leitor, priorize protocolos com licenças regulatórias, como a OpenEden (permitida pela MAS de Singapura), e diversifique exposições. RWAs prometem bridges para finanças tradicionais, mas exigem vigilância constante contra esses ‘sustos’ que testam a resiliência do setor.

É possível que esses episódios acelerem padrões mais rigorosos, beneficiando a maturidade do mercado a longo prazo.


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Prisma hexagonal translúcido com camadas internas se realinhando e selando rachaduras cyan, simbolizando reestruturação de segurança no Ethereum e Base

Segurança Máxima: Ethereum e Base Reestruturam para 2026

A Ethereum Foundation anunciou reestruturação de sua equipe de protocolo em três trilhas principais para 2026: Scale, Improve UX e Harden the L1, com foco explícito em segurança de longo prazo. Simultaneamente, a Base, L2 da Coinbase, decide se separar do Optimism Superchain para uma pilha tecnológica unificada própria. É importante considerar: essas mudanças simultâneas sinalizam um remanejamento defensivo contra vulnerabilidades profundas na infraestrutura Ethereum.


Trilhas da Ethereum: Prioridade à Defesa no L1

A Ethereum Foundation reflete sobre um 2025 produtivo, com upgrades como Pectra e Fusaka, que dobraram o throughput de blobs e aumentaram o limite de gás para 60M. Agora, a nova estrutura abandona o modelo de marcos para trilhas de longo prazo. A trilha Scale une esforços de L1 e blobs, mirando gas limits acima de 100M. Improve UX avança abstração de contas nativa e interoperabilidade L2.

Mas o destaque é a trilha Harden the L1, liderada por Fredrik Svantes, Parithosh Jayanthi e Thomas Thiery. Ela aborda segurança pós-quântica, resistência à censura via FOCIL (EIP-7805) e infraestrutura de testes robusta. O Trillion Dollar Security Initiative visa proteger contra ameaças futuras, como computação quântica que poderia quebrar chaves ECDSA. Historicamente, falhas em L1 custaram bilhões — lembre-se do DAO hack em 2016, que expôs riscos de consenso.

Próximos upgrades: Glamsterdam no primeiro semestre de 2026, seguido de Hegotá. O risco aqui é: sem hardening adequado, escalabilidade pode amplificar vulnerabilidades, expondo validadores e usuários a ataques coordenados.

Base Abandona OP Stack: Riscos de Dependência Externa

A Base, uma das L2s mais usadas, anuncia separação do ecossistema Optimism, abandonando OP Stack, Flashbots e Paradigm. Virará para uma pilha unificada baseada em Reth e componentes open-source otimizados. Isso reduz coordenação entre múltiplas equipes, mas introduz hard forks: Base V1 suporta Fusaka com TEE/ZK proofs, sincronização com Glamsterdam.

Manterá compatibilidade curta com OP Stack como Stage 1 rollup, mas migração para cliente Base será obrigatória. O alerta: dependência de stacks compartilhados, como visto em incidentes OP Mainnet, cria pontos únicos de falha. Em 2024, exploits em rollups custaram US$ 1,7 bilhão. Base busca autonomia, mas transições mal gerenciadas podem causar downtime ou perda de fundos.

É prudente observar: o protocolo é aberto, convidando implementações alternativas, mas ecossistema fragmentado aumenta riscos de interoperabilidade.

Implicações para Investidores: O Que Observar

Essas reestruturações ocorrem em momento crítico: Ethereum enfrenta pressão por escalabilidade sem comprometer segurança. O foco em Harden L1 e pilha própria da Base é positivo, mas levanta questões: e se testes falharem? Casos como Ronin (US$ 625 milhões roubados em 2022) mostram que infraestruturas maduras ainda vulneráveis.

Investidores devem monitorar: sucesso de Glamsterdam, métricas de resistência à censura, adoção de clientes alternativos na Base e auditorias independentes. Atenção para sinais de atrasos ou disputas de governance — eles podem sinalizar riscos maiores. Não é FUD: é realismo. Proteja-se diversificando e priorizando projetos com histórico de segurança comprovada.


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Escudo cibernético hexagonal rachado com energia vermelha infiltrando, simbolizando hacks em contas cripto e alertas de scams

Hack na Asobitcoin e Golpes SOU: Riscos Iminentes

A conta oficial no X da Asobitcoin, associação bitcoin de El Salvador, foi hackeada e agora promove uma estafa com vídeo falso de Michael Saylor prometendo 500 BTC e 10 mil ETH. Em paralelo, um executivo da Shiba Inu alerta sobre golpes no novo projeto NFT SOU, com sites falsos e links de phishing para drenar carteiras. É essencial verificar fontes antes de qualquer ação, especialmente em projetos recentes como esses.


Hack na Asobitcoin: Sinais de Alerta no X

É importante considerar que o risco aqui é alto quando contas verificadas são comprometidas. A conta @Asobitcoin foi alterada para @incensiv, uma suposta blockchain de camada 1 falsa. O perfil publicou um post com vídeo gerado por IA mostrando Saylor distribuindo criptomoedas via código QR, uma tática clássica de phishing. Atenção para o fato de que posts antigos da organização ainda permanecem visíveis, o que pode confundir seguidores desatentos.

A Asobitcoin, dedicada à adoção de Bitcoin em El Salvador, não emitiu alerta oficial em outras redes até o momento da redação. Isso reforça a necessidade de canais secundários de verificação. Usuários como Adrián Treviño já avisaram da fraude, mas o dano potencial é grande em um país pioneiro na adoção legal de Bitcoin. Histórico mostra casos semelhantes, como o hack na conta de Gloria Zhao do Bitcoin Core em janeiro.

O risco aqui é que vítimas conectem carteiras ao QR ou links, perdendo fundos irrecuperáveis. Sempre pergunte: isso faz sentido vindo de uma entidade oficial?

Golpes no Projeto SOU da Shiba Inu

O novo projeto SOU (SHIB OWES YOU), lançado para compensar perdas de um exploit em bridge do Shibarium em setembro de 2025 – estimadas em US$ 2-4 milhões em 17 tokens –, já atrai scammers. Lucie, executiva da Shiba Inu, advertiu sobre portais falsos, sites espelho do oficial e links phishing que pedem conexão de wallets para mintar NFTs compensatórios.

Os NFTs SOU são auditados pela Hexens e emitidos na Ethereum, registrando publicamente o que o ecossistema deve aos afetados. No entanto, fraudadores exploram a euforia criando clones maliciosos. O risco aqui é duplo: perda financeira direta e erosão de confiança em mecanismos legítimos de compensação.

Projetos pós-exploit são alvos comuns, pois misturam legitimidade com urgência. Verifique sempre via canais oficiais, como o site principal da Shiba Inu, e evite cliques impulsivos.

Como Identificar e se Proteger

Atenção para estes sinais de contas hackeadas no X:

  1. mudanças abruptas de nome,
  2. posts promocionais de sorteios irreais,
  3. vídeos com IA de figuras conhecidas,
  4. QR codes suspeitos.

Nunca dê permissões a sites sem confirmação por Discord oficial, Telegram ou site verificado.

Para SOU, acesse apenas o portal oficial e valide contratos via Etherscan. Use wallets com aprovações limitadas e monitore transações. Em geral, o princípio é: se parece bom demais, provavelmente é scam. Revogue permissões antigas em sites como Revoke.cash periodicamente.

Esses incidentes destacam vulnerabilidades em redes sociais e projetos emergentes. É possível que mais fraudes surjam; monitore atualizações oficiais.

Lições para Investidores Cripto

Casos como Asobitcoin e SOU lembram que segurança é prioridade sobre oportunidade. O mercado cripto evolui, mas riscos persistem: hacks em contas influentes e exploração de eventos recentes. Proteja seu patrimônio verificando sempre múltiplas fontes e evitando ações precipitadas.

Vale monitorar respostas oficiais da Asobitcoin e Shiba Inu. Fique atento: proteção começa com ceticismo saudável.


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Orbe oráculo DeFi glitchado com cbETH distorcido emergindo de rachadura vermelha, rede hexagonal fragmentando em liquidações massivas

Caos na Moonwell: Erro de IA em Oráculo Gera US$ 1,8 Milhão em Perdas

Um erro de configuração no oráculo Chainlink da Moonwell precificou o cbETH em cerca de US$ 1 em vez de US$ 2.200, gerando US$ 1,8 milhão em dívida inadimplente. Bots de liquidação capturaram 1.096 cbETH (US$ 2,44 milhões), enquanto correções exigiram votação de governança e timelock de cinco dias. É importante considerar os riscos de falhas em oráculos, mesmo em protocolos estabelecidos.


A Falha Técnica no Oráculo

A Moonwell, protocolo de empréstimos DeFi em redes como Base e Optimism, sofreu com uma proposta de governança aprovada que alterou a configuração do oráculo. Em vez de considerar o preço em dólares do ETH aliado à taxa cbETH/ETH (~1,12), o sistema usou apenas essa razão, resultando em um valor irreal de US$ 1,12 para o cbETH. Isso desencadeou liquidações automáticas, pois posições de empréstimo ficaram subcolateralizadas instantaneamente.

Usuários depositaram cbETH como garantia para empréstimos, mas o colapso artificial permitiu que bots liquidassem dívidas mínimas para capturar o ativo. A resposta rápida incluiu cortes em caps de suprimento e empréstimo, mas a correção completa demandou tempo devido a mecanismos de governança. O risco aqui é claro: oráculos são o elo fraco em DeFi, alimentando dados reais para contratos inteligentes imutáveis.

O Perigo do vibe-coding por IA

O incidente ganhou destaque ao se descobrir que o pull request responsável pela mudança, no GitHub da Moonwell, foi co-autorado pela IA Claude Opus 4.6. O termo vibe-coded refere-se a código gerado por IA sem auditoria rigorosa, priorizando velocidade sobre robustez. Commits mostram alta atividade do contribuinte, mas ausência de testes de sanidade de preço, como alertado por especialistas.

É possível que a automação acelere desenvolvimento, mas sem validação humana profunda, erros simples de configuração viram catástrofes. Moonwell acumula três falhas de oráculo em seis meses, totalizando mais de US$ 7 milhões em dívida inadimplente. Isso reforça: dependência de IA em contratos Solidity exige testes automatizados e auditorias independentes para mitigar vulnerabilidades.

Histórico de Riscos na Moonwell

Não é o primeiro tropeço. Em outubro de 2025, discrepância entre feeds Chainlink e DEXs gerou US$ 1,7 milhão em dívida inadimplente durante crash de mercado. Pouco depois, impacto do hack Balancer (US$ 129 milhões) afetou oráculo wrsETH/ETH, adicionando US$ 3,7 milhões. Em 2022, hack Nomad Bridge dizimou TVL em Moonbeam de US$ 100 milhões para US$ 21 milhões.

Um atacante recorrente explora essas brechas, escaneando por valor extraível. Hoje, TVL da Moonwell é de US$ 90 milhões, longe do pico de US$ 380 milhões. Atenção para protocolos com histórico de falhas: eles sinalizam fragilidades sistêmicas, mesmo com governança descentralizada.

O Que Observar para Proteger Seu Patrimônio

Erros como esse zeram posições sem aviso. Verifique sempre a origem dos oráculos — Chainlink é confiável, mas configurações erradas anulam isso. Em novos contratos, busque auditorias múltiplas e histórico de incidentes. Monitore caps de empréstimo e TVL; quedas bruscas indicam problemas. Para DeFi, diversifique colaterais e use posições conservadoras (LTV baixo).

Questão retórica: vale o risco de yield alto em protocolos com oráculos instáveis? Priorize proteção: ferramentas como alertas de liquidação e simulações de estresse salvam patrimônio. Moonwell corrige, mas lições valem para todo ecossistema.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede DeFi hexagonal com oráculo central rachado emitindo pulsos vermelhos, contrastando com pilar Bitcoin sólido, alertando riscos no Moonwell

Alerta DeFi: Erro em Oráculo Gera US$ 1,78 Milhão em Dívidas no Moonwell

O protocolo DeFi Moonwell registrou cerca de US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes devido a um erro de configuração no oráculo de preços cbETH, que fixou o valor em apenas US$ 1. Bots e liquidadores exploraram a falha, liquidando 1.096 cbETH e gerando prejuízo aos usuários. Em contraste, mineradores de Bitcoin retiraram 36 mil BTC das exchanges, reforçando a importância da auto-custódia em meio a riscos DeFi. É um alerta para quem expõe ativos em protocolos terceiros.


Detalhes do Incidente no Moonwell

Em 15 de fevereiro, o Moonwell aprovou a proposta MIP-X43 para integrar o wrapper OEV da Chainlink, visando otimizar receitas com atualizações de oráculos. No entanto, a configuração do oráculo para cbETH falhou gravemente, ancorando o preço em US$ 1. Isso permitiu que transações automatizadas e liquidadores repayassem dívidas mínimas para capturar colaterais valiosos.

A equipe reagiu limitando o borrow e supply de cbETH a 0,01, mas o dano já estava feito: US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes agora sobrecarrega o protocolo. O Moonwell se recusa a comentar detalhes da falha, o que aumenta a incerteza para depositantes e borrowers. É importante considerar que erros humanos em integrações externas podem evaporar patrimônio rapidamente.

Riscos Inerentes aos Oráculos em DeFi

Oráculos são o elo fraco em DeFi: fornecem dados off-chain para smart contracts, mas falhas de configuração, manipulações ou atrasos geram liquidações injustas. No caso Moonwell, um simples erro de setup expôs usuários a perdas irreversíveis, destacando a dependência de terceiros como Chainlink.

Históricos semelhantes, como manipulações em protocolos menores, mostram que o risco aqui é sistêmico. Atenção para dívidas inadimplentes: elas diluem yields para provedores de liquidez e podem levar a governança forçada. Usuários em posições alavancadas devem monitorar LTVs e oráculos manualmente, evitando over-exposure em protocolos em desenvolvimento.

Mineradores Optam pela Auto-Custódia

Enquanto DeFi patina, mineradores sinalizam confiança ao retirar mais de 36 mil BTC das exchanges desde fevereiro. Desses, 12 mil saíram da Binance, com picos diários de 6 mil BTC — o maior desde novembro. Movimentos para cold storage reduzem oferta spot e indicam expectativa de valorização.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 356.536 (-0,01% em 24h). HODLers acumularam 380 mil BTC em 30 dias, reforçando suporte on-chain. Essa tendência contrasta com riscos DeFi, priorizando controle total sobre chaves privadas.

Lições para Proteger Seu Patrimônio

O risco aqui é claro: DeFi oferece yields, mas falhas técnicas custam caro. Para evitar dívidas inadimplentes, mantenha colaterais acima de 150% LTV e diversifique oráculos. Vale monitorar: retire ativos de exchanges para wallets frias, como mineradores fazem — reduz custódia terceirizada e riscos de hacks ou falhas.

Em um mercado volátil, a auto-custódia é a estratégia mais inteligente agora. Pergunte-se: seu patrimônio está exposto desnecessariamente?


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Carteira hardware estilizada perfurada por carta sombria revelando QR code vermelho maligno, alertando sobre phishing físico em Ledger e Trezor

Alerta: Cartas Falsas de Ledger e Trezor Chegam às Casas Brasileiras

O golpe bateu na sua porta? Donos de carteiras hardware Ledger e Trezor no Brasil estão recebendo cartas falsas pelo correio, com hologramas e QR codes que levam a sites maliciosos para roubar seeds. Segundo reportagens recentes, as empresas nunca enviam esse tipo de correspondência pedindo dados sensíveis. O risco aqui é alto: um escaneamento equivocado pode custar todos os seus ativos cripto. Atenção para proteger sua família e patrimônio.


Como Funciona o Golpe das Cartas Falsas

As cartas imitam perfeitamente a identidade visual de Ledger e Trezor, incluindo hologramas, assinaturas falsificadas de executivos — como a do CEO da Ledger em uma carta da Trezor — e carimbos postais dos EUA. Elas alegam atualizações obrigatórias, como “Verificação de Autenticação®” ou “Verificação de Transação”, com prazos falsos para “ativar” o recurso via escaneamento de QR code.

É importante considerar: ao escanear, o usuário é redirecionado a sites falsos que pedem a seed phrase da carteira. Golpistas usam dados de vazamentos antigos para personalizar envios, aumentando a credibilidade. O correio físico explora nossa confiança em notificações oficiais, diferente de e-mails spam.

Vazamentos Passados Alimentam o Ataque

O risco aqui é agravado por vazamentos históricos. A Ledger sofreu vazamentos em 2020 (mais de 1 milhão de e-mails e endereços) e recentemente via parceiro de e-commerce. A Trezor teve incidentes via MailChimp (2022) e portal de suporte (66 mil usuários afetados). Esses dados “pegajosos” — e-mails, endereços e provas de compra — permitem ataques direcionados anos depois.

Especialistas como David Sehyeon Baek alertam: “Uma carta com seu endereço sinaliza ‘podemos localizá-lo’, desencadeando pânico”. Alex Katz, da Kerberus, reforça que phishing ocorre no navegador, fora do dispositivo seguro. Usuários de exchanges com KYC também estão vulneráveis.

Passos Imediatos para se Proteger

Você recebeu uma carta suspeita? Siga estes passos claros para evitar perdas:

  1. Não escaneie QR codes de correspondências inesperadas — eles levam a phishing.
  2. Nunca digite sua seed phrase em sites ou apps não oficiais. Empresas legítimas nunca pedem isso por correio.
  3. Verifique apenas canais oficiais: sites e redes sociais de Ledger e Trezor. “Não confie. Verifique”, alerta Trezor.
  4. Destrua a carta imediatamente: rasgue, queime ou descarte de forma segura.
  5. Monitore sua carteira por atividades suspeitas e ative notificações 2FA onde possível.

Essas medidas simples protegem seu patrimônio. Lembre-se: segurança cripto começa com ceticismo.

O Que Esperar e Próximos Passos

Os golpistas combinam canais — correio, SMS, apps falsos — para maximizar sucesso. Presuma que você é alvo constante. Reporte à polícia e às empresas via canais oficiais. No Brasil, denuncie à polícia ou plataformas como o site da Ledger/Trezor.

Atenção para o futuro: com dados vazados persistindo, esses ataques evoluem. Proteja-se hoje para evitar arrependimentos amanhã.


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Balança da justiça com influenciador cartoon despejando moedas para juiz, sombras de scammers ao fundo, alertando riscos de scams no cripto

Justiça Cripto: Bitboy Condenado a US$ 2,8 milhões por Difamação

Uma corte dos Estados Unidos condenou o influenciador Ben ‘Bitboy’ Armstrong a pagar US$ 2,8 milhões ao empresário Kevin O’Leary por difamação. Em paralelo, os irmãos Raees e Ameer Cajee, fundadores da Africrypt, retornaram à África do Sul anos após o colapso de sua plataforma, que deixou investidores com perdas estimadas em dezenas de milhões. Esses casos reforçam o fim da impunidade no ecossistema cripto e alertam para os riscos de seguir influenciadores sem verificar fontes.


Condenação de Bitboy: Acusações Falsas e Consequências

É importante considerar o contexto desse veredicto. Em 2025, Armstrong reviveu alegações falsas sobre um acidente de barco em 2019 envolvendo a esposa de O’Leary, que resultou em duas mortes. Bitboy chamou O’Leary de assassino e afirmou que ele pagou milhões para encobrir o caso, incentivando seguidores a compartilhar seu número pessoal. O impacto foi imediato: perda de contratos, questionamentos de parceiros e gastos extras de US$ 200 mil anuais em segurança.

O influenciador tentou anular a decisão alegando prisão e problemas mentais, mas o tribunal rejeitou, afirmando falta de provas concretas. O risco aqui é claro: conteúdos sensacionalistas de influenciadores podem destruir reputações e expor seguidores a desinformação. Atenção para quem segue dicas sem checagem — isso pode custar caro não só financeiramente, mas em credibilidade.

Retorno dos Irmãos Cajee e o Caso Africrypt

A plataforma Africrypt, operada pelos Cajee entre 2019 e 2021, prometia retornos de até 13% ao mês via trading com IA. Aceitava depósitos em rand sul-africano e cripto, atraindo investidores com yields irreais. Em abril de 2021, alegaram um hack bilionário e sumiram, fugindo para Maldivas e Dubai. Investigações apontam perdas reais entre US$ 40-50 milhões, não os US$ 3,6 bilhões iniciais especulados.

Agora, localizados em condomínio de luxo Zimbali Estate, os irmãos evitam contato. Advogados de vítimas lutam para notificar processos, bloqueados por seguranças. Esse caso histórico mostra como fraudes se escondem em promessas altas, explorando euforia do mercado. O risco de plataformas sem regulação é evidente: fundos evaporam, e recuperação é árdua.

Riscos para Investidores: Desinformação e Scams

Esses episódios destacam vulnerabilidades no cripto. Influenciadores como Bitboy geram FUD ou FOMO sem base, levando a decisões ruins. Plataformas como Africrypt usam yields impossíveis — lembre-se de casos como FTX ou OneCoin. É prudente verificar: quem audita? Há transparência em wallets? Regulação local existe?

Para brasileiros, atenção redobrada: scams transfronteiriços complicam resgates via Justiça. Diversifique, use exchanges reguladas e ignore promessas de ganhos garantidos. O mercado cripto amadurece com accountability, mas proteja-se primeiro.

O Que Observar nos Desdobramentos

Monitore o pagamento de Bitboy e apelações — pode definir precedentes para difamação online. No caso Africrypt, avance judicial na África do Sul pode recuperar fundos ou punir. Sinais de alerta: influenciadores com histórico polêmico, plataformas opacas. Verifique fontes sempre: DYOR não é slogan, é proteção essencial.


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