Baleia gigante cartoon acumulando moedas BTC caindo de pequenos investidores vendendo, simbolizando dinâmica on-chain em Bitcoin a US$ 93k

Bitcoin a US$ 93k: Baleias acumulam enquanto retail vende

Os dados on-chain do Santiment indicam que baleias e sharks acumularam 56.227 BTC desde meados de dezembro, enquanto carteiras pequenas (<0,01 BTC) realizam lucros. Esse padrão divergente sugere redistribuição de oferta para grandes holders. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 494.877,89 (variação -2,37% em 24h), equivalente a cerca de US$ 93.000, em meio a oscilações recentes entre US$ 87k e US$ 95k.


Acumulação por Grandes Holders

Carteiras com 10 a 10.000 BTC, classificadas como whales e sharks, adicionaram 56.227 BTC ao suprimento desde dezembro, conforme relatório do Santiment. Paralelamente, holders retail com menos de 0,01 BTC mostram profit-taking, um comportamento típico em consolidações. Essa dinâmica eleva as chances de expansão de capitalização de mercado, pois a oferta concentrada em grandes players historicamente precede rallies.

A participação de supply em mãos concentradas caiu de 67% para 47%, sinalizando redistribuição. O Bitcoin testou máximas de sete semanas em US$ 94.800 na Coinbase, mas permanece rangebound entre US$ 87.000 e US$ 94.000 há seis semanas. Volumes baixos e baixa alavancagem suportam consolidação bullish.

Aumento de Atividade em Exchanges

Dados da CryptoQuant revelam que a proporção de entradas de baleias em exchanges atingiu o maior nível em 10 meses (EMA14). Apesar da queda nas reservas de BTC nas plataformas, impulsionada por ETFs, esse spike sugere possível pressão vendedora. Volumes spot caíram para mínimas desde novembro de 2023, per Glassnode, ampliando riscos de volatilidade em liquidez frágil.

Taxas de transação e mempool do Bitcoin estão em níveis historicamente baixos, descritos como "cidade fantasma" por Willy Woo. Em baixa liquidez, vendas moderadas podem gerar correções para US$ 90.000-US$ 88.500, alinhados a gaps na CME.

Contexto Macro e Pressões Externas

A queda nos resultados da Strategy Inc. (ex-MicroStrategy) impactou o sentimento, com ações caindo e destacando dependência de volatilidade do BTC. Rotação para ouro ganha tração, enquanto fluxos de ETFs esfriaram após meses de inflows fortes. BTC ignora crise na Venezuela, per análise do Mercado Bitcoin, focando em regulação EUA (Market Clarity Act) e entradas de US$ 697 milhões em ETFs na segunda-feira.

Opções mostram interesse em calls de US$ 100.000 para janeiro. Geopolítica adiciona ruído, mas fundamentos regulatórios e ETF dominam.

Níveis Técnicos a Monitorar

Resistência imediata em US$ 95.000-US$ 100.000; quebra limpa pode impulsionar. Suporte em US$ 88.000-US$ 90.000, com gaps CME. Indicadores como BB squeeze (Bollinger) sugerem potencial para US$ 107.000 em breakout, mas baixa alavancagem e short-squeeze suportam upside gradual. Os dados apontam viés altista se acumulação persistir, mas volatilidade persiste em liquidez restrita.


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Executivo cartoon carregando mochila gigante de Bitcoin por tempestade financeira, simbolizando compra agressiva da Strategy apesar de prejuízos bilionários

Strategy Compra US$ 116 Milhões em BTC Apesar de Prejuízo Bilionário no Q4

A Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, iniciou 2026 com a compra de 1.287 BTC por US$ 116 milhões, elevando suas reservas para 673.783 unidades. No entanto, a empresa registrou uma perda não realizada de US$ 17,4 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido à queda de 23% no preço do BTC. Por que uma companhia pública persiste na estratégia de acumulação apesar dos números alarmantes? Os dados revelam confiança de longo prazo em meio à volatilidade.


Detalhes da Aquisição de Bitcoin

A operação, financiada por venda de ações ordinárias, custou em média US$ 90.391 por BTC, abaixo da cotação atual de cerca de US$ 93.000. Com custo médio histórico de US$ 75.026 por unidade, as holdings totais valem US$ 62,6 bilhões. Michael Saylor, cofundador e chairman, destacou o movimento em post no X, sinalizando continuidade na tese de Bitcoin como reserva de valor superior ao caixa tradicional.

Em 2025, a Strategy adquiriu 226.102 BTC, mas suas ações caíram 49-58% no período, refletindo preocupações com a exposição concentrada. O mNAV (multiple of Net Asset Value) está em 1,01-1,03, métrica proprietária que mede BTC por ação ajustado por dívida e caixa.

Prejuízo Bilionário no Q4 2025

O prejuízo não realizado de US$ 17,4 bilhões decorre da desvalorização do BTC de US$ 120.000 para US$ 88.000 no trimestre, queda de mais de 23%. Apesar disso, a empresa reportou benefício fiscal diferido de US$ 5 bilhões, mitigando impactos tributários futuros. Analistas questionam a sustentabilidade do modelo, com ações da MSTR subindo 4% pré-mercado para US$ 157-163, mas acumulando perdas anuais expressivas.

Dados do Cointelegraph mostram que empresas públicas detêm 1,09 milhão de BTC (5,21% do suprimento total), lideradas pela Strategy. Concorrentes como Metaplanet (Japão) seguem o playbook, mas volatilidade persiste como risco chave.

Reforço na Reserva de Caixa

Paralelamente, a Strategy elevou sua reserva em dólares para US$ 2,25 bilhões, adicionando US$ 62 milhões via emissões de ações. Essa ‘USD Reserve’, criada em dezembro com US$ 1,44 bilhão inicial, pré-financia dividendos de ações preferenciais perpétuas por 32,5 meses, reduzindo dependência de vendas de BTC em quedas.

A estratégia equilibra acumulação de BTC com liquidez, evitando diluição excessiva de BTC por ação quando mNAV <1. Em 2025, emissões de ações comuns geraram US$ 312 milhões na semana, sem uso de preferenciais desde dezembro.

Implicações para Investidores e Mercado

A contradição — compra agressiva versus perdas colossais — destaca o trade-off corporativo: confiança no BTC como hedge inflacionário contra risco de caixa fiduciário. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 507.977 (+0,49% 24h) reforça apelo para brasileiros. Investidores devem monitorar mNAV, política monetária do Fed (reunião em 28/01) e adoção institucional, com ETFs absorvendo US$ 21,3 bilhões em 2025.

Os números sugerem resiliência, mas volatilidade Q4 alerta para diversificação. Empresas como Strategy testam limites da tesouraria em criptoativos.


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