Onda vermelha colossal varrendo plataforma digital com silhueta de baleia intacta e luz cyan emergente, simbolizando liquidações recorde na Coinbase

Limpa Global: Coinbase Registra Liquidações Recorde de US$ 170 Milhões

Os dados mostram uma desalavancagem intensa no mercado cripto, com a Coinbase registrando liquidações recordes de US$ 170 milhões em garantias na última semana, impulsionadas pela queda de 17% no Bitcoin e 26% no Ethereum. Paralelamente, uma baleia retirou 20.520 ETH (US$ 41,92 milhões) da Binance via Gnosis Safe, e short-term holders enviaram mais de 94.000 BTC em prejuízo para exchanges, marcando a maior capitulação da correção atual. Métricas on-chain sugerem esgotamento de pressão vendedora.


Liquidações Recordes na Plataforma DeFi da Coinbase

Na plataforma Morpho integrada à Coinbase, cerca de 2.000 usuários perderam US$ 90,7 milhões em garantias apenas na quinta-feira, conforme painel da Dune Analytics. O produto de empréstimos lastreados em cripto, lançado em janeiro de 2025, originou US$ 1,8 bilhão até agora, mas quedas recentes elevaram o risco de liquidação em posições supercolateralizadas.

Os dados indicam que 3.300 usuários permaneceram inativos enquanto suas posições foram liquidadas. A Coinbase notifica clientes a cada 30 minutos sobre riscos, aplicando buffers adicionais. Apesar disso, a volatilidade expôs vulnerabilidades em estratégias alavancadas, com potencial para perdas adicionais de US$ 600 milhões se as garantias caírem mais 50%.

Movimentação de Baleia via Gnosis Safe

Monitoramento on-chain da Onchain Lens detectou a transferência de 20.520 ETH, equivalente a US$ 41,92 milhões na data, de uma wallet marcada como Gnosis Safe para fora da Binance em 7 de fevereiro. Gnosis Safe é amplamente usado por grandes investidores para multisig seguro, sugerindo acumulação ou realocação estratégica em meio à correção.

Essas movimentações de baleias frequentemente precedem mudanças de tendência, pois indicam confiança em níveis de preço atuais. O volume retirado representa uma fração significativa do fluxo diário de ETH, destacando influência institucional.

Capitulação de Short-Term Holders

Short-term holders (STH), detentores há menos de 155 dias, enviaram em média 94.000 BTC diários para exchanges em prejuízo, totalizando cerca de US$ 6 bilhões, o pico de capitulação desta correção conforme Bitcoin caiu abaixo de US$ 65.000. Fluxos para exchanges sinalizam intenção de venda sob pânico.

Bitcoin exibe correlação de 0,731 com Nasdaq e 0,727 com S&P 500 nos últimos 30 dias, com leads de 4-10 dias de equities e dólar. Exposição gamma negativa em opções reforça volatilidade, com 15% do gamma expirando em 13 de fevereiro.

Divergência com Valuation de Longo Prazo

Modelos power-law colocam o valor justo do Bitcoin acima de US$ 120.000, com preço atual 40% abaixo da tendência e Z-score negativo indicando sobrevenda. Enquanto macro pressiona curto prazo, métricas estruturais sugerem mean-reversion gradual até meados de 2026.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 367.547,93 (+2,85% em 24h) reflete recuperação inicial. Traders profissionais monitoram esses níveis de capitulação como potenciais sinais de fundo.


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Balança editorial com influxo dourado elevando prato direito sobre saídas vermelhas vazias, executivo institucional absorvendo medo em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin Revertem: US$ 330 Mi Influxo Após Saídas Bilionárias

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxo líquido de US$ 330,7 milhões em 6 de fevereiro, revertendo uma sequência de três dias de saídas que totalizaram US$ 1,25 bilhão. O BlackRock IBIT liderou com US$ 231,6 milhões, coincidindo com o Taker Buy Ratio do Bitcoin atingindo 0,48, mínima histórica desde outubro de 2025, indicando pico de pessimismo no mercado. Esses dados sugerem que fluxos institucionais estão absorvendo oferta em meio ao ‘medo extremo’.


Detalhes da Reversão nos Fluxos de ETFs

Os dados da SoSoValue mostram que o IBIT da BlackRock captou US$ 231,62 milhões em 6 de fevereiro, seguido pelo ARKB da Ark & 21Shares com US$ 43,25 milhões e BITB da Bitwise com US$ 28,70 milhões. Grayscale Mini BTC Trust registrou US$ 20,13 milhões, enquanto produtos como Valkyrie BRRR e Franklin EZBC tiveram fluxo zero.

Nos três dias anteriores, as saídas foram intensas: US$ 272 milhões em 3 de fevereiro, US$ 544,94 milhões em 4 de fevereiro (maior dia único) e US$ 434,15 milhões em 5 de fevereiro. Os ativos sob gestão (AUM) caíram de US$ 100,38 bilhões para US$ 80,76 bilhões antes de recuperar para US$ 105 bilhões. O IBIT acumulou US$ 61,84 bilhões em influxos líquidos desde o lançamento, contrastando com os US$ 25,88 bilhões de saídas do GBTC.

No mesmo dia, ETFs de Ethereum viram saídas de US$ 21,37 milhões, lideradas pelo ETHA da BlackRock com US$ 45,44 milhões em resgates.

Taker Buy Ratio Sinaliza Pico de Vendas Agressivas

O Taker Buy Ratio (média móvel de 14 dias) na Binance, calculado como proporção de volume de compradores agressivos (takers) versus vendedores, caiu para 0,48 — o menor nível desde outubro de 2025. Valores abaixo de 1 indicam domínio de vendas agressivas, com sellers sobrecarregando o order book sem resistência compradora suficiente.

Essa mínima coincidiu com a correção recente do Bitcoin para US$ 61.000, refletindo esgotamento de compradores. Para uma reversão local, os dados mostram necessidade de estabilização e alta no indicador, sinalizando exaustão de vendas e retorno de compradores. O BTC recuperou acima de US$ 70.000 em 24 horas, com ganho de 11%.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.119,88 nesta manhã, com alta de 2,72% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. O dólar opera a R$ 5,22.

O IBIT registrou volume recorde de US$ 10 bilhões em 5 de fevereiro, com queda de 13% — segunda maior perda diária desde o lançamento. Indicadores como Fear & Greed em 6 (medo extremo) e baixa no Taker Buy Ratio sugerem capitulação, com instituições absorvendo oferta via ETFs.

Níveis a observar incluem suporte em US$ 67.000 e resistência em US$ 71.000, conforme ação recente do preço.

Implicações para Fluxos Institucionais

Os influxos de US$ 330,7 milhões em todos os spot ETFs de Bitcoin indicam que smart money institucional pode estar posicionando em baixas, revertendo a tendência de saídas. Influxos cumulativos totais atingem US$ 54,65 bilhões, com AUM em US$ 105 bilhões. Essa dinâmica ocorre após perda de US$ 1 trilhão em capitalização de mercado desde meados de janeiro.

Os dados mostram estabilização possível, mas momentum permanece bearish até o Taker Buy Ratio reverter. Investidores monitoram se essa absorção sustenta recuperação acima de US$ 70.000.


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Formas geométricas translúcidas deflectindo fluxos vermelhos descendentes em partículas verdes, simbolizando exaustão de vendedores nos suportes de DOGE, ADA e UNI

Suportes Críticos em DOGE, ADA e UNI: Exaustão de Vendedores

Os dados técnicos mostram sinais de exaustão de vendedores em Dogecoin próximo a US$ 0,090, com o indicador TD Sequential 9 completado no gráfico diário. Cardano testa suporte em US$ 0,249 após queda de 10% semanal, enquanto Uniswap demonstra resiliência ao recuperar de US$ 2,8 para US$ 3,5. Essas zonas estruturadas sugerem acumulação potencial em meio ao mercado de baixa, com RSI em sobrevenda e saídas de exchanges reforçando demanda reprimida. Traders monitoram esses níveis para reversões de curto prazo.


Dogecoin: TD Sequential 9 Indica Fadiga de Baixa

No gráfico diário de Dogecoin, o TD Sequential 9 foi completado após nove fechamentos de baixa consecutivos, sinalizando exaustão de vendedores. Essa configuração ocorreu em uma tendência de baixas sucessivas, com preço estabilizando acima de US$ 0,090. Candles de corpo pequeno e pavios inferiores longos confirmam falha dos ursos em sustentar controle.

Indicadores de momentum corroboram: RSI subiu dos níveis de sobrevenda para meados dos 40s, enquanto o histograma MACD comprime, indicando enfraquecimento baixista. No timeframe de 4 horas, o setup reforça alívio de curto prazo. Se DOGE mantiver acima de US$ 0,088–0,090, os dados apontam para teste de US$ 0,105–0,112 em reversão à média.

Em escala mensal, DOGE negocia na zona de acumulação US$ 0,077–0,055, após correção de 89% do ATH. Liquidez sugere alvos em US$ 0,156, 0,306 e potencialmente US$ 1, desde que suporte mensal segure. Fechamento abaixo de US$ 0,055 invalidaria a tese de longo prazo.

Cardano: Suportes e RSI Histórico em Sobrevenda

Cardano (ADA) registrou queda de 10% em uma semana, atingindo mínima de US$ 0,22 — o menor nível desde junho de 2023. Analistas projetam suportes sequenciais em US$ 0,249, seguido de US$ 0,115 e US$ 0,053 em cenário extremo. Houve breve quebra abaixo de US$ 0,249, mas touros recuperaram para US$ 0,26.

O RSI semanal atingiu 28, o nível de sobrevenda mais baixo na história do ADA, similar a 2019. Netflow das exchanges negativo, com saídas dominando, indica redução de pressão vendedora à medida que holders movem para custódia própria. Isso sugere estabilização iminente.

Charles Hoskinson reportou perdas acima de US$ 3 bilhões, alertando para piora adicional, mas enfatizando resiliência setorial. Um fechamento semanal abaixo de US$ 0,10 invalidaria setups altistas de curto prazo, enquanto manutenção acima de US$ 0,249 reforça demanda estruturada.

Uniswap: Recuperação e Resistência EMA

Uniswap (UNI) demonstrou resiliência ao rebote de mínima de quatro meses em US$ 2,8 para alta local de US$ 3,5, cotando agora em US$ 3,49 (+9,2% diário). Capitalização recuperou acima de US$ 2 bilhões. Saídas de exchanges atingiram 3,8 milhões de UNI em 6 de fevereiro, com netflow spot negativo de -US$ 6,5 milhões, confirmando compras na baixa.

Força compradora atingiu 89 no indicador Buyer vs. Seller, caindo para 29. No entanto, DMI mostra momentum de baixa intacto, com -DI elevado e ADX em ascensão. Para reversão, UNI precisa fechar acima da EMA20 em US$ 4,2, mirando US$ 4,9.

Caso sellers prevaleçam, reteste de US$ 3,0 é provável. A competição entre compradores e vendedores persiste, com estrutura baixista dominante até rompimento da EMA.

Zonas de Demanda: Onde Profissionais Acumulam?

Os dados convergem para zonas de exaustão: TD9 em DOGE, RSI oversold em ADA e outflows em UNI indicam empilhamento de ordens de compra. Apesar do bear market, essas áreas estruturadas — US$ 0,090 (DOGE), US$ 0,249 (ADA), US$ 3,0 (UNI) — representam potenciais pontos de inflexão. Traders observam volume e fechamentos para confirmação, priorizando gerenciamento de risco em timeframes múltiplos.


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Touro Bitcoin cartoon enfraquecido segurando escudo ETF rachado vazando energia vermelha, com silhueta corporativa ao fundo simbolizando saídas da BlackRock

Queda do Bitcoin: Hedging BlackRock e Saídas de ETFs

Por que os ETFs de Bitcoin, vistos como salvadores do preço, aceleram a queda? Dados on-chain mostram uma pressão de venda institucional intensa, com saídas recordes do IBIT da BlackRock totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, atribui o movimento a hedging mecânico de produtos estruturados ligados ao ETF, gerando vendas automáticas em spot e derivativos. O BTC despencou de US$ 84.000 para US$ 60.000, com recuperação parcial para US$ 68.500 (-16% semanal).


Situação Atual dos Preços e Fluxos On-Chain

Os dados revelam uma queda máxima de aproximadamente 30%, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 60.000 antes de rebote para US$ 68.500. A métrica UTXO Exchange Inflow SMA 7D registrou picos: 14.900 BTC em 4 de fevereiro, 20.800 BTC em 5 de fevereiro, atingindo 22.800 BTC — maior desde outubro, quando BTC superava US$ 122.000. Isso indica envios massivos de carteiras de baleias para exchanges, sinalizando realização de lucros ou redução de exposição.

Na Binance, netflows de BTC atingiram +US$ 727 milhões em 5 de fevereiro, enquanto USDT registrou -US$ 450 milhões, reforçando um ambiente risk-off. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.065,82 às 18:53 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 466,82 BTC.

Saídas Recordes dos ETFs Spot

O IBIT da BlackRock, maior ETF de Bitcoin, sofreu resgates de US$ 4,7 bilhões em 2 de fevereiro e US$ 7,7 bilhões em 5 de fevereiro, totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. O GBTC da Grayscale registrou outflow de US$ 2,1 bilhões no mesmo período. Esses fluxos negativos invertem o padrão de alta anterior, onde inflows institucionais sustentavam compras.

Os dados do CryptoQuant mostram que esses resgates coincidem com o aumento de inflows em exchanges, sugerindo que instituições estão reduzindo posições via ETFs e transferindo para vendas spot. Isso cria pressão descendente, especialmente em mercados com liquidez limitada.

Hedging Mecânico: Teoria de Arthur Hayes

Arthur Hayes explica que dealers e bancos que emitem notas estruturadas e produtos ligados ao IBIT hedgeiam exposição vendendo BTC spot e derivativos. Quando há outflows ou redemptions, ajustes rápidos nos hedges geram vendas mecânicas em cascata, amplificando quedas. “A queda provavelmente deve-se ao hedging de dealers nos produtos estruturados do IBIT”, postou Hayes no X.

Essa dinâmica técnica, não fundamental, diferencia a queda atual de problemas inerentes ao ativo. Picos de volume e rebalanceamentos rápidos observados confirmam o padrão, com liquidez fina exacerbando o movimento.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem suporte próximo de US$ 65.000-68.000, testado recentemente. Resistência em US$ 74.000-US$ 80.000, com médias móveis de 50 e 200 dias como referências chave. Fluxos de ETFs e inflows de exchanges permanecem métricas críticas: reversão para inflows positivos pode sinalizar alívio.

Com dólar a R$ 5,21, o equivalente em reais reforça volatilidade para investidores brasileiros. Vale observar netflows diários e UTXO inflows para avaliação da pressão sustentada.


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Plataforma digital dourada rachando na marca 70K e desabando em abismo sombrio, simbolizando perda de suporte do Bitcoin em vendas intensas

Bitcoin Perde Suporte dos US$ 70 mil em Rotina de Vendas

O Bitcoin perdeu o patamar de suporte dos US$ 70.000 nesta semana, apagando os ganhos acumulados após a eleição de Donald Trump em novembro de 2024. A queda, que levou o preço a testar mínimas próximas de US$ 60.000 antes de uma recuperação limitada para cerca de US$ 69.000, foi impulsionada por uma rotina de liquidações descrita como ‘venda a qualquer preço’. Fatores como o anúncio de fechamento de operações da Gemini em regiões chave e fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot contribuíram para o enfraquecimento do sentimento de mercado. Os dados indicam uma correção de 16,5% em sete dias.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin registrou uma desvalorização de aproximadamente 16,5% na última semana, com o índice CoinDesk 20 caindo mais de 17%. O preço tocou mínimas próximas de US$ 60.000 na quinta-feira, em um dos piores drawdowns diários desde o colapso da FTX. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 69.352 na atualização mais recente, o ativo permanece abaixo do suporte psicológico de US$ 70.000.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 363.630,99 às 18:46 de hoje, com variação de -1,43% nas últimas 24 horas e volume de 465,94 BTC negociados.

Outros ativos sofreram quedas mais acentuadas: Ethereum perdeu 22,4%, BNB 23,4% e Solana 25,2%, refletindo uma pressão ampla no setor.

Contexto da Rotina de Liquidações

A movimentação foi caracterizada por liquidações em cascata, com mesas institucionais reportando ordens de ‘venda a qualquer preço’, conforme análise da Wintermute. A profundidade de mercado em 1% para Bitcoin caiu para cerca de US$ 5 milhões, ante mais de US$ 8 milhões em 2025, tornando os movimentos de preço mais abruptos, segundo dados da Kaiko.

No âmbito das opções, a volatilidade implícita atingiu o 99º percentil, com skew favorecendo puts caros, especialmente em Ethereum, epicentro da pressão. O posicionamento em Bitcoin sugere expectativas de turbulência entre US$ 55.000 e US$ 75.000.

Esse cenário se alinhou a uma deleveraging cross-asset, com o Nasdaq 100 caindo 500 pontos base em três sessões e metais preciosos distantes de máximas cíclicas.

Impactos no Sentimento de Mercado

O anúncio da Gemini sobre o fechamento de operações no Reino Unido, União Europeia e Austrália, com corte de 25% no quadro de funcionários, agravou o pessimismo. A exchange entrará em modo de saques apenas para usuários afetados, com parceria com a eToro para transferências.

Adicionalmente, os ETFs de Bitcoin spot registraram saques líquidos de cerca de US$ 1,25 bilhão nos últimos três dias, conforme SoSoValue. O custo médio de aquisição nesses veículos está próximo de US$ 90.000, gerando perdas não realizadas de US$ 15 bilhões, estima Jim Bianco da Bianco Research.

Correlações com ações de software, como Salesforce (-8%), Adobe (-9%) e ServiceNow (-13%), reforçam a visão de que o Bitcoin negocia como um ‘ativo de software programável’ em meio a pressões setoriais.

Níveis Técnicos a Monitorar

Do ponto de vista técnico, o suporte imediato testado em US$ 60.000 atuou como piso tático, conforme Jonathan Krinsky da BTIG. Para confirmação de um fundo negociável, os dados apontam a necessidade de recuperação acima de US$ 73.000, nível de rompimento chave.

Abaixo de US$ 70.000, níveis relevantes incluem a mínima recente em US$ 60.000, potencial suporte na média móvel de 200 dias (próxima de US$ 65.000 em timeframes semanais) e zona de US$ 55.000, alinhada a expectativas de opções. Acima, resistências em US$ 75.000 e o patamar pré-correção de US$ 90.000 merecem atenção.

Esses patamares, baseados em volume de perfil e históricos de suporte, oferecem referência objetiva para traders monitorarem a evolução do preço.


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Baleias cartoon emergindo de oceano digital acumulando XRP perto de barreira 1.50 com explosão de volume +235%, sinalizando rotação alta em XRP

XRP Testa US$ 1,50 com Volume +235% e Baleias Acumulam 230 Milhões

Baleias atacam: grandes investidores acumularam 230 milhões de XRP nas últimas 48 horas, equivalentes a mais de US$ 335 milhões, coincidindo com um volume negociado de US$ 12,3 bilhões, alta de 235% ante média de 30 dias. O preço testou US$ 1,48, próximo ao nível psicológico de US$ 1,50, mas permanece abaixo das médias móveis relevantes, sinalizando rotação tática em tendência baixista maior. Dados atuais: XRP a US$ 1,43 (R$ 7,51).


Explosão de Volume e Acumulação por Baleias

Os dados mostram um volume de transações de US$ 12,3 bilhões em 24 horas, 3,3 vezes superior à média mensal de US$ 3,66 bilhões. A taxa volume/capitalização atingiu 13,63%, contra 4,06% habitual, indicando rotação agressiva de posições. Carteiras com 100 milhões a 1 bilhão de XRP capturaram 230 milhões de moedas, reduzindo oferta circulante e absorvendo pressão vendedora após queda de 36% recente.

Atividade on-chain reforça: novos endereços cresceram 51,5%, para 5.182 em 48 horas, maior em dois meses e meio. Essa entrada de capital fresco sugere interesse além de especulação curta, com ROI de 30 dias em -31,35% marcando o rebote como mean reversion dentro de correção maior.

Análise Técnica: US$ 1,50 como Pivô Crítico

O preço avançou de US$ 1,27 para US$ 1,48 intraday em 06/02/2026, expandindo volatilidade, mas fecha abaixo da SMA-7 em US$ 1,56. A SMA-200 está distante em US$ 2,47, mantendo viés baixista estrutural. US$ 1,50 atua como resistência psicológica imediata, com taxa volume/capitalização elevada sugerindo possível distribuição se não houver follow-through.

Expansão de range (US$ 1,27–1,48) e gap de abertura em US$ 1,44 indicam reposicionamento, mas ausência de dados de derivados limita causalidade a preço e volume. Cotação atual reflete correção: -2,48% em 24h para US$ 1,43 (R$ 7,51, com dólar a R$ 5,22).

Níveis de Suporte, Resistência e Cenários

Resistências: US$ 1,50 (psicológica), US$ 1,56 (SMA-7), US$ 1,70 (próximo alvo se rompimento). Suportes: US$ 1,44 (abertura), US$ 1,37–1,28 (retracement), US$ 1,27 (mínimo recente), US$ 1,13 (pânico).

Cenários baseados em dados: alcista se fechamento acima US$ 1,56 com volume estável (probabilidade média); neutro em range US$ 1,27–1,56 (probabilidade média-alta); baixista abaixo US$ 1,27 com volume crescente. Capitalização em US$ 90,33 bilhões posiciona XRP como large cap sensível a rotação setorial.

Implicações para o Mercado

Rebote ocorre em contexto de volatilidade geral, com XRP -61,40% do ATH (US$ 3,84). Ausência de métricas em cadeia (transações, comissões) impede validação de uso real, priorizando gestão de risco. Traders monitoram SMA-7 para confirmação; investidores de longo prazo aguardam recuperação progressiva a SMA-90 (US$ 2,01).


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Prisma cristalino Ethereum rompendo barreira vermelha com silhuetas de baleias, sinalizando queda abaixo do custo médio e risco de capitulação

Ethereum Cai Abaixo do Custo Médio das Baleias: Risco de Capitulação?

O preço do Ethereum caiu abaixo do custo médio de aquisição (realized price) das baleias (detentores com mais de 100 mil ETH), fixado em torno de US$ 2.074. Essa quebra ocorreu após uma desvalorização superior a 30% na primeira semana de fevereiro, atingindo mínimas de US$ 1.850 em 6 de fevereiro. Os dados on-chain indicam um momento crítico, com potencial para capitulação ou recuperação violenta, conforme padrões históricos. Atualmente, o ETH negocia a US$ 2.106 (R$ 11.041).


Quebra do Realized Price em Todos os Cohorts

De acordo com métricas on-chain da CryptoQuant, o Ethereum rompeu o realized price não apenas das baleias, mas de todos os grupos de investidores por tamanho de carteira. O realized price representa o custo médio de aquisição dos holders, calculado pelo valor total realizado dividido pelo suprimento em circulação nessas carteiras.

As linhas de custo médio das baleias (roxo, >100k ETH) em US$ 2.074, grandes investidores (azul), médias (verde) e pequenas carteiras (amarelo) foram todas violadas para baixo. Essa convergência simultânea é rara e eleva a pressão sobre os grandes players, que detêm volumes significativos capazes de influenciar o mercado.

No contexto atual, com o ETH em US$ 2.106, o mercado testa essa zona crítica. A perda de suporte no realized price das baleias historicamente atua como resistência em quedas prolongadas.

Padrões Históricos de Comportamento

Analisando dados de 2018-2022, o rompimento abaixo do realized price das baleias apresentou dois caminhos principais. Em meados de 2020 e final de 2022, o preço reverteu violentamente, transformando o nível em suporte e iniciando altas expressivas. Já em 2018-2019, a quebra levou a uma capitulação prolongada, com quedas para mínimas multianuais.

Os dados mostram que baleias, com maior capital, tendem a HODL em cenários de rebound, mas capitulam sob pressão extrema para evitar liquidações. Essa dualidade explica a volatilidade: quem tem mais a perder pode amplificar movimentos em ambas as direções.

Diferentemente de varejistas, as ações das baleias impactam liquidez e sentiment. Uma venda coordenada poderia acelerar a baixa, enquanto acumulação em baixas históricas sinalizou fundos.

Níveis Críticos a Monitorar

O nível mais relevante é o realized price das baleias em US$ 2.074. Uma recuperação acima dele em 30-45 dias seguiria padrões de 2020/2022, potencializando alta. Falha nesse prazo pode levar a suportes em US$ 1.800, com risco de extensão para US$ 1.600-1.300.

Para holders menores, a faixa de US$ 2.534-2.675 atuará como resistência inicial em tentativas de rebound. Indicadores como médias móveis de 50 e 200 dias reforçam essa zona, alinhando com volumes de capitulação recente.

Atualmente, com variação positiva de 2,1% nas últimas 24 horas, o ETH recupera terreno, mas o volume indica cautela. Traders devem observar fluxos on-chain e liquidações em exchanges.

Contexto de Mercado e Implicações

A queda do Ethereum reflete um mercado de baixa amplo, com Bitcoin em R$ 365.010 (Cointrader Monitor), variando -0,82% em 24h. Correlação positiva pressiona altcoins como ETH.

Os dados sugerem monitorar o comportamento das baleias: acumulação ou distribuição definirá o próximo movimento. Investidores devem avaliar risco de capitulação, priorizando gerenciamento de posições em níveis técnicos chave.


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Torre cyberpunk com rachaduras '23' vermelhas e energia BTC dourada vazando, alertando premium negativo persistente no Coinbase

Coinbase Premium Negativo há 23 Dias: Alerta nos EUA

O sinal negativo da Coinbase: por que os americanos pararam de comprar Bitcoin? Os dados mostram que o Coinbase Bitcoin Premium Index permanece em território negativo há 23 dias consecutivos, com valor atual de -0.0878%. Isso indica que o preço do BTC na principal exchange americana está abaixo da média global, sinalizando maior pressão de venda nos EUA. Em 2026 até o momento, apenas dois dias registraram valores positivos: 6 de janeiro (0.011%) e 15 de janeiro (0.0023%).


O Que é o Coinbase Premium Index?

O Coinbase Premium Index, disponível em plataformas como CoinGlass, mede a diferença percentual entre o preço spot do Bitcoin na Coinbase e a média ponderada dos preços em exchanges globais. A fórmula aproximada é: (Preço Coinbase – Média Global) / Média Global × 100.

Valores positivos refletem demanda superior nos EUA, com americanos pagando um “prêmio” pelo BTC, frequentemente associado a entradas de capital institucional. Já o território negativo, como os atuais -0.0878%, aponta para vendas líquidas predominantes, com preços mais baixos na Coinbase em relação ao resto do mundo. Essa métrica é um indicador chave de apetite por risco entre investidores americanos.

Os dados confirmam consistência: desde o início de 2026, o índice exibiu apenas breves momentos de positividade, reforçando uma tendência de aversão ao risco ou realocação de posições nos EUA.

Dados Atuais e Histórico Recente

De acordo com a análise da Odaily, o índice acumulou 23 dias consecutivos negativos até 7 de fevereiro de 2026. O valor mais recente, -0.0878%, ocorre em um contexto de volatilidade moderada no BTC, com o ativo oscilando próximo a níveis de suporte globais.

No ano corrente, a predominância negativa sugere saída de fundos ou redução de posições longas por participantes institucionais americanos. Comparativamente, em períodos de euforia (como pós-halving), o premium pode ultrapassar +2%, contrastando com o atual viés de baixa.

Essa persistência — superior a três semanas — é estatisticamente rara, ocorrendo em menos de 10% dos ciclos observados desde 2020, conforme padrões históricos da métrica.

Implicações para Fluxos Globais

Um premium negativo prolongado implica que os EUA atuam como fonte de liquidez para outros mercados. Regiões como Ásia e Europa podem estar acumulando BTC a preços “descontados” da Coinbase, equalizando os preços globais via arbitragem.

Para investidores brasileiros, isso reforça a relevância de monitorar fluxos regionais. Enquanto exchanges locais refletem médias globais, a pressão vendedora americana pode pressionar cotações em BRL indiretamente. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 364.674,08, com variação de -1,15% nas últimas 24 horas e volume de 467 BTC.

Os números sugerem cautela em narrativas de alta imediata nos EUA, priorizando análise de volumes e open interest em derivados.

Níveis Técnicos a Observar

Traders devem acompanhar se o premium romper -0.10%, potencialmente sinalizando aceleração de vendas. Níveis de suporte para BTC incluem US$ 85.000 (média móvel 200-dias) e resistência em US$ 95.000.

Uma reversão para positivo exigiria influxos institucionais ou catalisadores macro, como decisões do Fed. A métrica permanece um termômetro preciso de sentiment regional, recomendando cruzamento com indicadores como funding rates e inflows de ETF.

Manter vigilância sobre atualizações diárias do índice para decisões informadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza dourada Bitcoin rachada por impactos vermelhos em nível 65K, núcleo intacto brilhando, simbolizando capitulação e saúde on-chain

Capitulação do Bitcoin: US$ 890 milhões em liquidações nos US$ 65 mil

O Bitcoin experimentou uma capitulação massiva, com perdas realizadas atingindo US$ 890 milhões em média diária nos últimos sete dias, o maior nível desde o final de 2022, segundo métricas da Glassnode. O preço despencou para US$ 60.000 — mínima desde outubro de 2024 — antes de recuperar acima dos US$ 65.000, acompanhado de US$ 2,6 bilhões em liquidações de posições alavancadas em 24 horas, predominantemente compradas. Os dados on-chain indicam redução de risco acelerada, mas levantam dúvida: o pior passou ou a capitulação inicia?


Magnitudes da Capitulação On-Chain

Os dados da Glassnode registram o segundo maior pico na métrica de capitulação em dois anos, com vendas forçadas elevando as perdas realizadas. Em cerca de 10 horas de trading intenso, posições alavancadas foram liquidadas, transferindo moedas de compradores recentes para vendedores rápidos. O preço caiu abaixo de marcadores de custo on-chain de holders de curto prazo, gerando pressão emocional adicional.

Essa dinâmica removeu alavancagem acumulada, mas deixou o mercado com menor liquidez em níveis atuais. A média de US$ 890 milhões em perdas diárias reflete desalavancagem significativa, similar a eventos de estresse passados que precederam volatilidade elevada.

Contexto Técnico: Sobrevenda Extrema

De acordo com análise do mercado de derivativos, o US$ 65.000 emergiu como campo de batalha após rompimento do suporte em US$ 70.000. O RSI posicionou o Bitcoin como o terceiro mais sobrevendido em sua história, condição historicamente associada a rebounds violentos. Open interest em futuros caiu abaixo de US$ 100 bilhões pela primeira vez desde março de 2025.

As taxas de funding anuais para BTC viraram negativas, sinalizando demanda por posições vendidas. Volatilidade implícita de 30 dias saltou para 100%, recuando para 70% após a recuperação inicial. Puts em opções curtas negociam com prêmio de 20 pontos sobre calls, indicando receio persistente de downside.

Recuperação Inicial e Estrutura de Longo Prazo

O mercado mostrou sinais de estabilização, com Bitcoin recuperando de US$ 60.000 para US$ 67.949 e Ether de US$ 1.750 para US$ 2.007. Altcoins como Solana e Optimism caíram 30%, enquanto DeFi underperformou com perdas acima de 10%. Indicador de altseason caiu para 24/100, sugerindo rotação para ativos mais seguros.

No longo prazo, a capitulação diferencia pânico de curto prazo — com liquidações de posições compradas especulativas — da estrutura de mercado. Níveis de suporte próximos a US$ 65.000 foram testados, mas médias móveis de longo prazo (ex: 200-semanas) permanecem acima. Os dados sugerem limpeza de posições fracas, potencialmente fortalecendo bases para recuperação, embora volatilidade persista.

Cotação Atual em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.992,10 nesta manhã de sábado (07/02/2026), com variação de +3,04% em 24 horas e volume de 861 BTC. Traders devem monitorar realized losses, OI em futuros e RSI para sinais de continuação ou reversão.


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Executivo cartoon esforçado equilibrando balança com peso '12.4B' e Bitcoins, simbolizando prejuízo recorde da Strategy no Q4

Perda de US$ 12,4 Bi no Q4: Balanço da Strategy Sob Pressão?

A Strategy reportou prejuízo líquido recorde de US$ 12,4 bilhões no quarto trimestre de 2025, impulsionado pela correção de mais de 40% no preço do Bitcoin desde seu pico em outubro. A perda por ação diluída atingiu US$ 42,93, com impacto operacional de US$ 17,4 bilhões. Apesar dos números vermelhos, o CEO Phong Le afirmou que o balanço permanece estável, salvo um colapso prolongado do BTC para US$ 8.000 por 5-6 anos. Os dados revelam a tensão entre estratégia de longo prazo e volatilidade contábil de curto prazo.


Detalhes do Prejuízo Trimestral

Os números do Q4 mostram uma deterioração acentuada. A perda operacional saltou 16,4 vezes em relação ao ano anterior, para US$ 17,4 bilhões, quase inteiramente ligada à desvalorização não realizada das reservas de 713.502 BTC, adquiridos a custo médio de US$ 76.052. A receita de licenças de software, núcleo do negócio original, despencou 48%, de US$ 15,2 milhões para US$ 7,8 milhões.

No dia do anúncio, as ações MSTR caíram 20%, eliminando US$ 7 bilhões em valor de mercado em 24 horas, acumulando perda de 72% em seis meses. A diluição via emissões de ações comuns representou 79% das captações ATM no período, totalizando US$ 7,8 bilhões contra US$ 1,6 bilhão em ações preferenciais.

Declaração do CEO sobre Limite Crítico

Durante a teleconferência de resultados, o CEO Phong Le delineou o teste de estresse: em um cenário extremo de queda de 90% no BTC para US$ 8.000, as reservas igualariam a dívida líquida, exigindo reestruturação, equity adicional ou mais dívida. “Isso é o ponto em que nossas reservas de Bitcoin igualam nossa dívida líquida”, afirmou Le, destacando que as atuais holdings cobrem amplamente as obrigações.

O BTC yield para acionistas comuns em 2026 YTD é de apenas 0,3%, contrastando com picos de 74,3% em 2023. Dividendos a preferenciais consumiram US$ 381,3 milhões em 2025, ausentes no ano anterior.

Liquidez e Estratégia de Longo Prazo

A Strategy manteve US$ 2,25 bilhões em caixa no fim do ano, suficientes para 2,5 anos de dividendos e juros. Em 2025, captou US$ 25,3 bilhões para acumular BTC, adicionando 41.002 unidades só em janeiro de 2026. Michael Saylor reforçou o HODL, ignorando FUD sobre computação quântica.

Os dados sugerem resiliência: prejuízos são não realizados e contábeis, enquanto a tesouraria em BTC visa valorização de longo prazo. No entanto, a dependência de diluição e queda na receita operacional indicam riscos se o BTC não se recuperar.

Contexto de Mercado Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 356.658 (variação +2,6% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,22. O mercado cripto perdeu US$ 2,4 trilhões desde outubro, testando a tese de Saylor em um ambiente de alta volatilidade.

Vale monitorar níveis de suporte em US$ 60.000 e resistência em US$ 70.000 para projeções de curto prazo.


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Figuras cartoon de Vitalik e baleia antropomórfica despejando ETH em zonas de liquidação '1.7K' e '1K', ilustrando pressão vendedora crítica

Vitalik e Baleias Vendem ETH em Zonas Críticas de US$ 1.700

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, vendeu 6.183 ETH (cerca de US$ 13,2 milhões) em três dias, enquanto o preço do ETH despencou abaixo de US$ 2.000. Paralelamente, o fundo Trend Research, ligado ao investidor Jack Yi, reduziu 96% de sua posição de 645.000 ETH. Dados on-chain indicam clusters de liquidação entre US$ 1.000 e US$ 1.700, elevando o risco de cascata de vendas. Por que os criadores do ativo estão vendendo agora? Os números revelam uma dança das baleias em meio à correção.


Vendas de Vitalik Buterin: Movimentações On-Chain

Carteiras associadas a Vitalik Buterin transferiram 6.183 ETH para exchanges entre 2 e 5 de fevereiro, com preço médio de saída de US$ 2.140, totalizando US$ 13,2 milhões, conforme dados da Lookonchain. Parte dos recursos, cerca de US$ 500.000 de 212 ETH vendidos em 2 de fevereiro, foi direcionada ao fundo Kanro, focado em pesquisa biomédica contra doenças raras.

Buterin justificou retiradas recentes de 16.384 ETH para financiar projetos em biotecnologia, hardware seguro e software de privacidade, em meio a um período de contenção de gastos na Ethereum Foundation. Esses movimentos coincidem com a queda de 30% semanal do ETH, que testou US$ 1.900, abaixo das médias móveis de 50 e 100 semanas.

Trend Research e Jack Yi: Liquidação em Massa

O fundo Trend Research, gerido por Jack Yi, registrou pico de 645.000 ETH (valor superior a US$ 1,8 bilhão no auge), financiado via empréstimos na Aave (cerca de US$ 958 milhões em stablecoins). Entre 1 e 4 de fevereiro, vendeu 153.500 ETH a US$ 2.294, seguido de lotes adicionais de 20.000-30.000 ETH para a Binance, deixando apenas 21.300 ETH (US$ 44 milhões).

Jack Yi havia postado em 3 de fevereiro sobre o “melhor momento para compra spot“, prevendo ETH acima de US$ 10.000, mas optou por desmontar a posição alavancada. Sua esposa, Joy Lou, contrastou ao prever meltdown nas ações americanas em duas semanas, gerando debates sobre hedging familiar.

Zonas de Liquidação: Riscos para Grandes Holders

Dados on-chain da Lookonchain identificam clusters críticos: Trend Research com 356.150 ETH (US$ 671 milhões) liquida entre US$ 1.562-1.698; Joseph Lubin e duas baleias com 293.302 ETH (US$ 553 milhões) em US$ 1.329-1.368; 7 Siblings com 286.733 ETH (US$ 541 milhões) em US$ 1.029-1.075. Esses níveis atuam como ímãs em correções, ampliando volatilidade.

O ETH opera abaixo de todas as principais médias móveis semanais, com volume de venda em expansão confirmando distribuição. Suporte imediato em US$ 1.600-1.750; rompimento expõe US$ 1.300. Recuperação exige reteste acima de US$ 2.200.

Contexto Técnico e Níveis a Monitorar

No momento da redação, ETH cotado a aproximadamente R$ 10.538 (equivalente a ~US$ 2.020 com dólar a R$ 5,22). Indicadores semanais mostram momentum enfraquecido, com rompimento de estrutura de consolidação tardia. Volumes crescentes em quedas sugerem pressão sustentada de venda institucional, conforme índice Coinbase Premium em mínimas desde 2022.

Investidores devem observar liquidez nessas zonas de liquidação e interações com Bitcoin, que também corrige. Estabilização acima de US$ 2.000 indicaria pausa na correção; fechamento semanal abaixo de US$ 1.700 ativa próximos clusters.


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Miner cartoon carregando saco BTC para cofre institucional sob tempestade vermelha, simbolizando transferência da Marathon durante queda de 50% do Bitcoin

Marathon Digital Transfere US$ 87 Milhões em BTC: Estratégia ou Capitulação?

A Marathon Digital Holdings (MARA), maior mineradora de Bitcoin, transferiu 1.318 BTC, equivalentes a cerca de US$ 87 milhões, para endereços associados a instituições como Two Prime, BitGo e Galaxy Digital. Os dados em cadeia, monitorados por plataformas como Arkham Intelligence, registram o movimento em um período de 10 horas, coincidindo com a queda de 50% do Bitcoin desde seu pico histórico, para níveis próximos de US$ 60.000. As mineradoras sob pressão: esse fluxo indica capitulação ou rebalanceamento estratégico?


Detalhes das Transferências em Cadeia

Os dados mostram transferências precisas: 653.773 BTC (US$ 42 milhões) para Two Prime, uma firma de crédito e trading; cerca de 300 BTC (US$ 20,4 milhões) para BitGo, custodiante de criptoativos; e 305 BTC (US$ 20,72 milhões) para uma wallet ligada à Galaxy Digital. Adicionalmente, 355 BTC foram distribuídos em endereços não identificados. Segundo Arkham Intelligence, essas operações ocorreram enquanto o Bitcoin negociava na faixa dos US$ 64.000 a US$ 66.500.

Apesar do outflow, a MARA mantém 52.850 BTC em tesouraria, representando cerca de 2,5% de suas reservas totais. Plataformas como Bitcointreasuries.net confirmam sua posição como segunda maior detentora corporativa pública de Bitcoin. Esses fluxos para wallets institucionais sugerem gestão de tesouraria, possivelmente para colateral em financiamentos ou OTC, em vez de vendas spot imediatas.

Pressão Financeira no Setor de Mineração

O contexto técnico revela desafios: o preço médio de produção para miners está estimado em torno de US$ 87.000 por BTC, 20% acima da cotação atual. Com o Bitcoin caindo 15% em 24 horas para mínimos de US$ 60.000 — primeiro em 15 meses —, o setor enfrenta margens negativas. Histórico indica que em mercados de baixa, miners vendem para cobrir custos operacionais, como energia e manutenção de rigs.

No entanto, os destinatários — Two Prime (trading/credito), BitGo (custódia) e Galaxy (institucional) — apontam para movimentos planejados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 357.718,65 (+3,25% em 24h) mostra recuperação inicial, com volume de 860 BTC nas exchanges brasileiras.

Impacto da Pressão Vendedora no Preço do BTC

Fluxos de miners para exchanges historicamente exercem pressão descendente, aumentando oferta em momentos de baixa liquidez. Dados on-chain indicam que grandes transferências de pools de mineração correlacionam com quedas de preço em 60-70% dos casos, conforme padrões observados em ciclos anteriores. No episódio atual, o mercado absorveu a venda: suporte em US$ 62.000 segurou, formando mínimas mais altas e retraçamento para US$ 68.000.

A MARA, com hash rate robusto, demonstra resiliência ao optar por canais institucionais, potencialmente evitando vendas spot que amplificariam a volatilidade. O dólar a R$ 5,22 reforça o impacto em reais para investidores brasileiros, convertendo os US$ 87 milhões em cerca de R$ 454 milhões.

Níveis Técnicos e Próximos Passos a Monitorar

Os dados sugerem vigilância em: suporte imediato em US$ 62.000-64.000 (média móvel 50 dias); resistência em US$ 70.000 (200 dias). Métricas como MVRV Z-Score e Puell Multiple indicam oversold no setor minerário, com potencial reversão se o preço ultrapassar US$ 70.000. Investidores devem rastrear fluxos on-chain da MARA via Arkham e saldo de exchanges para avaliar pressão contínua.

Esses movimentos exemplificam a dinâmica entre produção e preço: miners ajustam tesouraria conforme rentabilidade, influenciando liquidez de curto prazo sem alterar fundamentos de longo prazo do Bitcoin.


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Prisma hexagonal de Ethereum rachado liberando energia cyan, simbolizando saídas de US$ 80 mi em ETFs e liquidações na Coinbase

Fuga Institucional no Ethereum: ETFs Registram Saídas de US$ 80 Mi

Os ETFs spot de Ethereum registraram saídas líquidas de US$ 80,79 milhões em 5 de fevereiro, com o FETH da Fidelity liderando com US$ 55,78 milhões em saídas. Paralelamente, a Coinbase anotou liquidações recordes de US$ 170 milhões em empréstimos lastreados em cripto na semana, impactando cerca de 3.300 usuários. ETH caiu abaixo de US$ 2 mil, quebrando suportes técnicos chave em meio a uma correção de 26% semanal.


Saídas nos ETFs: Fidelity na Frente

Os dados da SoSoValue indicam que o FETH da Fidelity foi responsável por 69% das saídas totais nos ETFs spot de Ethereum em 5 de fevereiro. Apesar da entrada histórica de US$ 2,51 bilhões no FETH, o movimento diário reflete cautela institucional. Grayscale Ethereum Mini Trust registrou entrada de US$ 7,05 milhões e Invesco QETH de US$ 3,53 milhões, mas insuficientes para compensar o saldo negativo.

Os ativos totais dos ETFs agora somam US$ 10,9 bilhões, equivalentes a 4,83% da capitalização de mercado do ETH. Essa dinâmica sugere posicionamento seletivo, sem acumulação ampla, em um contexto de preços voláteis. Atualmente, ETH cotado a US$ 2.011 (R$ 10.544), conforme AwesomeAPI.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

A estrutura de preço do Ethereum enfraqueceu com a perda do suporte em US$ 2.125, agora atuando como resistência. O ativo testou mínimas em US$ 1.750 recentemente e permanece em tendência de baixa no gráfico de 4 horas, sem reversão confirmada.

Níveis de liquidez próximos a US$ 2.200 e US$ 2.300 são monitorados para reações potenciais. Um rompimento sustentado acima de US$ 2.345 seria necessário para sinalizar mudança de tendência. Os dados on-chain mostram detentores médios reduzindo exposição, enquanto grandes carteiras acumulam, indicando divergência entre cohorts.

Liquidações Recordes na Coinbase

Na plataforma Morpho integrada à Coinbase, empréstimos lastreados em BTC e ETH geraram US$ 170 milhões em liquidações na semana, com US$ 90,7 milhões apenas na quinta-feira, afetando 2.000 usuários. Desde janeiro passado, o produto originou US$ 1,8 bilhão em empréstimos, com limites até US$ 5 milhões por cliente.

Com BTC em queda de 17% e ETH de 26% semanalmente, posições supercolateralizadas tornaram-se insustentáveis. A Coinbase notifica usuários a cada 30 minutos sobre riscos, mas 3.300 optaram por não adicionar colateral ou pagar dívidas em USDC. O produto não gera fees diretas de liquidações para a exchange, que lucra via performance fees de gerenciadores de risco.

Níveis a Observar e Contexto de Mercado

As saídas nos ETFs e liquidações de empréstimos reforçam o momentum de baixa, com entradas de exchanges como Binance em níveis de 2022, sugerindo distribuição. Investidores devem monitorar reações nos suportes citados e o AUM dos ETFs para sinais de estabilização.

Bitcoin cotado a R$ 357.535 (Cointrader Monitor), com variação de +3,02% em 24h, oferece contraponto relativo. Dados indicam que a tendência de baixa persiste até reversões técnicas confirmadas.


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Olho de furacão digital com nüleo BTC calmo e bordas turbulentas em cyan e laranja, simbolizando calmaria antes da volatilidade no Bitcoin

Funding Rate Mínimo e US$ 2,1 Bi em Opções: Volatilidade no BTC

O Bitcoin recuperou de uma mínima de US$ 60.300 para próximo de US$ 69.300 em meio a compras na baixa, mas os dados mostram sinais de tensão nos derivativos. O funding rate em mínima histórica desde 2023 atingiu níveis negativos, enquanto opções no valor de US$ 2,1 bilhões expiram nesta sexta-feira, potencializando a volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 359.870 (+4,35% em 24h) reflete essa dinâmica instável no mercado brasileiro.


Recuperação Recente e Queda no Funding Rate

Os dados compilados por plataformas como CoinGlass indicam que o Bitcoin caiu para US$ 60.245 recentemente, partindo de máximas de outubro passado. A recuperação observada ocorreu com volume de negociações elevadas, mas acompanhada por uma redução acentuada no open interest de futuros, sinalizando redução de alavancagem pelos traders.

O funding rate, métrica chave nos contratos perpétuos, despencou para o menor patamar desde 2023. Esse indicador reflete pagamentos periódicos entre posições longas (compradas) e curtas (vendidas). Taxas negativas, como as atuais, ocorrem quando shorts pagam longs, sugerindo expectativa de continuidade da baixa pelos participantes do mercado. Mais de US$ 1 bilhão em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, reforçando essa pressão.

No momento da consulta, o dólar opera a R$ 5,22, enquanto o BTC em USD está em torno de US$ 68.600, alinhando com a cotação local de R$ 359.870.

Funding Rate: Indicador de Sentimento nos Derivativos

O funding rate é calculado com base no prêmio dos contratos perpétuos em relação ao preço spot, ajustando o equilíbrio entre longs e shorts a cada poucas horas. Níveis negativos prolongados, como os atuais, historicamente precedem períodos de baixa contínua ou consolidação, pois indicam domínio de posições de baixa. Os dados mostram que essa mínima coincide com o Crypto Fear and Greed Index em zona de extremo medo, nível que frequentemente marca fundos de ciclos de alta.

Traders experientes monitoram esse indicador para ajustes de risco, especialmente em mercados alavancados. A combinação com queda no volume de futuros sugere uma calmaria aparente, mas com potencial para explosão de volatilidade à medida que posições são realinhadas.

Vencimento de Opções: US$ 2,1 Bilhões em Jogo

O evento principal desta semana é o vencimento de opções de Bitcoin totalizando US$ 2,1 bilhões, concentrado em plataformas como Deribit. O put/call ratio de 0,60 reflete posicionamento de alta pré-queda, com a maioria das calls fora do dinheiro. O max pain está em US$ 82.000, nível onde o maior número de opções expira sem valor, incentivando movimentos de preço para essa zona pré-expiry.

Esses eventos frequentemente geram volatilidade, com dealers hedgeando posições e gamma squeezes amplificando oscilações. Investidores devem observar o fechamento semanal para sinais de direção pós-expiry.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico semanal, o RSI atingiu território de oversold pela primeira vez desde julho de 2022, padrão seguido de rebotes históricos. O preço tocou o alvo de um padrão de rising wedge, medido em 42% do ponto mais largo, projetando exatamente US$ 60.000. Sinais de hammer candlestick emergem, com fechamento acima de US$ 69.000 confirmando potencial reversão.

Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 60.000-60.300 e resistências em US$ 69.300 e US$ 82.000 (max pain). No entanto, os dados admitem risco de dead-cat bounce, onde rebotes curtos precedem novas quedas. A média móvel de 200 semanas permanece como referência de longo prazo.


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Núcleo dourado Bitcoin impulsionado por rede cyan institucional após absorver ondas vermelhas, com 71K luminoso marcando recuperação técnica

Bitcoin Supera US$ 71 Mil Após Queda: Recuperação Técnica

Bitcoin volta aos US$ 71 mil: recuperação histórica ou armadilha de urso? Após tocar US$ 60 mil na quinta-feira em capitulação extrema, o BTC registrou uma reversão V-shaped, subindo mais de 17% em horas e alcançando US$ 71.372 nesta sexta-feira. Volumes atingiram picos de dois anos e RSI em zona de sobrevenda sinalizam absorção da oferta por institucionais, conforme reportado por CoinDesk.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin recuperou integralmente a queda de quinta-feira, com alta de 3,45% nas últimas 24 horas e pico intradiário de US$ 71.224, de acordo com U.Today. Essa trajetória marca o potencial maior ganho diário desde março de 2023, superando eventos como a crise SVB. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 373.936, com variação de +10,28% em 24 horas e volume de 1.171 BTC.

A recuperação para o nível de 5 de fevereiro demonstra resiliência, com o preço estabilizando acima da zona de suporte psicológico de US$ 70.000. Ether subiu 2,2%, Solana 2% e XRP impressionantes 17% no mesmo período.

Contexto Técnico: RSI e Volumes

Indicadores técnicos confirmam a reversão. O RSI (14 períodos) atingiu níveis profundamente na zona de sobrevenda, abaixo de 30, típico de capitulações que precedem rebotes. Paul Howard, da Wincent, destacou volumes de BTC e ETH nos maiores em mais de dois anos, sugerindo entrada agressiva de compradores. Essa configuração técnica — sobrevenda + pico de volume — frequentemente resulta em reversões de curto prazo, embora a sustentabilidade dependa de confirmações adicionais.

Gráficos de 14 meses mostram o BTC retornando a níveis pré-queda, testando a média móvel de 50 dias em torno de US$ 70.500. A ausência de resistência imediata acima de US$ 71.000 reforça o momentum altista inicial.

Reação Institucional e Ações Relacionadas

Ações proxy do ecossistema cripto dispararam: MicroStrategy (MSTR) +14%, MARA Holdings +12% e Galaxy Digital +15%, apesar de prejuízos reportados como os US$ 14,2 bilhões da MSTR no Q4. Michael Saylor anunciou programa de segurança quântica para Bitcoin, interpretado por alguns como sinal de fundo. Esses movimentos indicam que institucionais absorveram a oferta durante a queda, estabilizando o mercado.

O volume spot vs. derivativos sugere predominância de fluxos institucionais, com redução em posições alavancadas de varejo liquidadas na baixa.

Níveis Chave a Observar

Suportes imediatos em US$ 68.000 (próxima média móvel) e US$ 70.000 (psicológico). Resistências em US$ 72.500 (ATH recente) e US$ 75.000. Volumes sustentados acima de US$ 50 bilhões diários e RSI retornando a 50 validariam continuação. Traders devem monitorar open interest em exchanges e fluxos ETF para avaliação da força.

No Brasil, equivalentes em BRL testam R$ 370.000 como suporte. Os dados atuais apontam para consolidação, mas volatilidade persiste em ativos de risco.


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Rede hexagonal DeFi rompendo com cascata de partículas ETH dourado em vórtice descendente, simbolizando liquidação massiva de baleia na Aave

Baleia Despeja US$ 3 Bilhões em ETH: Liquidação na Aave Pressiona Ether

Os dados on-chain mostram que a Trend Research, ligada ao investidor Jack Yi, vendeu 170.033 ETH em apenas 10 horas, equivalentes a cerca de US$ 3,225 bilhões, para quitar empréstimos na Aave. Essa ação faz parte de uma redução maior de posição em mais de 400 mil ETH desde o início de fevereiro, impulsionada pela queda de 30% no preço do Ether para US$ 1.748. O movimento reflete desalavancagem forçada em meio a riscos de liquidação próximos a US$ 1.700.


Mecânica de Desalavancagem na Aave

A Trend Research construiu sua posição em ETH usando o protocolo Aave: comprou Ether em exchanges como a Binance, usou-o como colateral para emprestar stablecoins e reinvestiu esses fundos em mais ETH. O custo médio de aquisição ficou em torno de US$ 3.180 por ETH, resultando em prejuízos não realizados de aproximadamente US$ 469 milhões com o preço atual em US$ 2.076.

Com a recente correção de mercado, o valor do colateral caiu abaixo dos thresholds de liquidação da Aave, entre US$ 1.698 e US$ 1.562. Para evitar perdas totais, a entidade transferiu lotes significativos para a Binance, incluindo 20 mil ETH avaliados em US$ 39,8 milhões recentemente. Essa estratégia reduziu sua exposição de 651 mil para 247 mil ETH em wrapped ETH (AETHWETH).

Escala da Pressão Vendedora On-Chain

Desde 1º de fevereiro, a Trend Research liquidou mais de 411 mil ETH na Binance, com preço médio de venda de US$ 2.294. Os dados da Arkham e Lookonchain confirmam volumes cumulativos acima de US$ 3,5 bilhões em ETH vendido, coincidindo com a queda de 30% no ETH na semana passada. No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 10.881 por ETH atualmente.

Essa pressão vendedora colossal contribuiu para testar suportes críticos no gráfico diário do Ether, como a média móvel de 200 dias em torno de US$ 1.800. Apesar da recuperação para US$ 2.076 (+13,8% em 24h), o volume de vendas reflete fragilidade em posições alavancadas no ecossistema DeFi.

Implicações para a Saúde do Mercado Ethereum

A desalavancagem destaca vulnerabilidades on-chain: protocolos como Aave exigem ratios de colateral acima de 150-180% para posições longas em ETH. Com o mercado cripto volátil, baleias como a Trend Research priorizam gerenciamento de risco, evitando liquidações em cascata que amplificariam quedas.

Os dados sugerem que o suporte em US$ 1.700 foi pivotal; uma violação poderia acionar mais de US$ 19 bilhões em liquidações globais, como visto em eventos recentes. Traders devem monitorar o saldo de ETH na Aave e fluxos para exchanges, indicadores chave de pressão vendedora persistente.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Torre cibernética com fluxo dourado-vermelho escorrendo para portal negro, simbolizando outflows de US$ 434 mi em ETFs Bitcoin e transferências institucionais

Outflows nos ETFs: US$ 434 Milhões Saem e BlackRock Move BTC/ETH

Os dados mostram que os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 434 milhões na quinta-feira, contribuindo para um saldo semanal negativo de US$ 690 milhões, enquanto o preço do BTC tocou brevemente US$ 60.000. No mesmo período, a BlackRock transferiu US$ 291 milhões em BTC e ETH para a Coinbase, coincidindo com a expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto no Deribit. Esses fluxos institucionais ocorrem em meio a uma queda acentuada no mercado.


Detalhes dos Outflows nos ETFs de Bitcoin

De acordo com dados da SoSoValue, os ETFs spot de Bitcoin acumularam US$ 434 milhões em resgates na quinta-feira, seguindo US$ 545 milhões no dia anterior. Apesar de entradas de US$ 561 milhões na segunda-feira, o saldo semanal negativo alcançou US$ 690 milhões até a manhã de sexta-feira. Os ativos totais sob gestão nos ETFs atingiram cerca de US$ 81 bilhões, com fluxos cumulativos líquidos de US$ 54,3 bilhões desde o lançamento em janeiro de 2024.

Esses outflows coincidem com uma correção no preço do Bitcoin, que testou US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024, segundo CoinGecko. Analistas destacam críticas ao modelo dos ETFs, com menções a um suposto "paper Bitcoin", onde o mesmo BTC suporta múltiplos instrumentos derivados simultaneamente, potencialmente diluindo a escassez inerente ao ativo.

Movimentação da BlackRock para a Coinbase

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, realizou transferências significativas: 4.248 BTC e 5.734 ETH, totalizando US$ 291 milhões, para carteiras da Coinbase, conforme dados da Arkham. Essa ação segue outflows em seus próprios ETFs: US$ 175,33 milhões no IBIT (Bitcoin) e US$ 8,52 milhões no ETH ETF na quinta-feira.

O IBIT registrou volume diário recorde de US$ 10 bilhões, um aumento de 169% em relação ao pico anterior, enquanto seu preço caiu 13%, o segundo pior dia desde o lançamento. Tais movimentações sugerem possível preparação para vendas, em um contexto de liquidação de posições alavancadas no mercado.

Expiração de Opções e Volatilidade Esperada

A movimentação ocorre no dia da expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto na Deribit. O "max pain" para Bitcoin está em US$ 82.000, e para Ethereum em US$ 2.550. Esses níveis representam pontos de equilíbrio onde a maioria das opções expira sem valor, podendo influenciar o preço spot para convergir a eles.

Fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, comentou que vendas institucionais em tal escala seriam raras sem pressão forçada, alertando para risco de cascata: liquidações de fundos, falências de mineradores e vendas retail. Sem rebound significativo nos próximos níveis, o risco de vendas estruturais aumenta.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin registrou a maior queda diária de sua história, superior a US$ 10.000, superando liquidações recordes anteriores. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 374.292,38 às 19:38 de sexta-feira, com alta de 11,15% em 24 horas e volume de 1.185 BTC nas exchanges brasileiras.

Os dados sugerem pressão vendedora institucional, com ETFs e grandes players como BlackRock contribuindo. Níveis a monitorar incluem suportes em torno de US$ 60.000 e resistências próximas a US$ 70.000-72.000, conforme médias móveis de 50 e 200 dias. Investidores devem observar fluxos semanais e expiração de opções para avaliação da direção.


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Executivos cartoon de BitMine e MicroStrategy tropeçando com pilhas de BTC/ETH derretendo em vermelho, simbolizando perdas bilionárias no crash do Bitcoin

Gigantes Cripto no Vermelho: Perdas Bilionárias no Crash do BTC e ETH

Os dados mostram que a queda do Ether abaixo de US$ 2.000 gerou perdas não realizadas de US$ 8 bilhões para a BitMine Immersion, tesouraria com 4,29 milhões de ETH adquiridos por US$ 16,4 bilhões. Paralelamente, o Bitcoin em US$ 65.000 pressiona empresas como a MicroStrategy, cujas ações caíram 77% desde julho. Apesar da desvalorização de 40% no BTC desde outubro, ETFs spot registram saídas de apenas 6,6% em ativos sob gestão.


BitMine: Déficit de US$ 8 bilhões em Exposição ETH

A BitMine Immersion Technologies (BMNR), liderada por Thomas Lee, acumulou 4,29 milhões de ETH a um custo médio de US$ 16,4 bilhões. Com o Ether negociado em torno de US$ 1.910, o portfólio vale agora US$ 8,4 bilhões, resultando em perdas não realizadas de aproximadamente US$ 8 bilhões, ou 49% do valor investido. As ações BMNR despencaram 88% desde o pico de julho, atingindo mínima histórica na quinta-feira, com queda adicional de 9% no dia.

Apesar do impacto, a empresa afirma ausência de covenants de dívida e geração de receita via staking de 2,9 milhões de ETH, além de caixa de US$ 538 milhões. Segundo o Cointrader Monitor em 06/02/2026 às 07:06, o Bitcoin opera a R$ 346.583, com variação de -7,62% em 24 horas e volume de 1.523 BTC.

Pressão em Tesourarias Bitcoin: MicroStrategy e Outras

O Bitcoin, em US$ 65.000 — queda de 40% desde outubro —, expõe vulnerabilidades corporativas. A MicroStrategy, maior detentora com mais de 700.000 BTC, viu ações migrarem de US$ 457 para US$ 106, perda de 77%. A empresa revisou guidance para 2025, prevendo lucro de US$ 6,3 bilhões ou prejuízo de US$ 5,5 bilhões, contra lucro anterior projetado de US$ 24 bilhões. Criou reserva para dividendos em meio à volatilidade.

Outras afetadas incluem Smarter Web Company (-18%), Nakamoto Inc. (-9%), Metaplanet (-7%), Alt5 Sigma (-8,4% em WLFI), SharpLink Gaming (-8% em ETH) e Forward Industries (-6% em SOL). O Ether, por sua vez, registra -9,45% em 24h, cotado a R$ 10.105.

Resiliência dos ETFs Spot Bitcoin

Em contraste, os ETFs spot de Bitcoin demonstram estabilidade. Apesar da desvalorização de 40% no ativo subjacente desde outubro, saídas somam apenas 6,6% do AUM, segundo Eric Balchunas da Bloomberg. Investidores institucionais tratam BTC como alocação de 1-2% em portfólios diversificados, suportados por equities fortes. Diferente de traders nativos cripto em ‘crise existencial’.

Histórico do ouro mostra recuperação pós-quedas semelhantes: ETFs de ouro perderam 33% em seis meses há uma década, mas atingem US$ 160 bilhões hoje. BTC ETFs rivalizaram brevemente com ouro antes do selloff.

Implicações para Confiança Institucional

Os dados indicam ‘sangramento’ em tesourarias corporativas agressivas, erodindo confiança em estratégias concentradas. Níveis chave: BTC suporte em US$ 60.000-65.000; ETH em US$ 1.900. Volumes em ETFs sugerem ancoragem institucional, mas monitorar se saídas aceleram abaixo de 6,6%. Volatilidade persiste como custo dos retornos históricos do BTC, com sete drawdowns similares em 17 anos.


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Pilares digitais de BNB dourado e Cardano ciano rachando em bases com linhas de suporte vermelhas, simbolizando queda e suportes críticos em altcoins

BNB e Cardano em Queda: Próximos Suportes Críticos

As grandes altcoins testam suportes vitais após quedas expressivas. O preço da BNB registrou correção de 22,5%, caindo de US$ 900 para US$ 698, mínima em sete meses. Já o Cardano perdeu 20%, negociando próximo a US$ 0,25, com investidores atentos ao lançamento de futuros ADA na CME em 9 de fevereiro. Os dados indicam pressão baixista generalizada no mercado.


Situação Técnica da BNB

Os dados mostram que a BNB enfrentou forte pressão vendedora nas últimas sessões, com queda de 22,5% em sete dias. O preço estabilizou em torno de US$ 698, próximo ao suporte identificado pela extensão de Fibonacci em US$ 682. Abaixo desse nível, o próximo patamar fica em US$ 650.

Apesar da fraqueza, a rede registra criação de quase 1,3 milhão de novos endereços diários, sinalizando entrada de capital fresco. No entanto, o mercado de futuros revela desbalanceamento: liquidações potenciais de posições compradas somam US$ 43 milhões contra US$ 6 milhões de posições vendidas, com maior concentração em US$ 682. Esse posicionamento reforça risco de volatilidade adicional em recuo.

Indicadores como volume em derivativos e mapas de liquidação sugerem que a estabilização depende da absorção da oferta por novos participantes. Acima de US$ 735, resistência em US$ 768 poderia invalidar o viés negativo.

Cardano e o Catalisador CME

O Cardano registrou perda de 20% na semana, com preço em US$ 0,2523 após sequência de candles vermelhos. O suporte imediato em US$ 0,25 é crucial; rompimento pode levar a US$ 0,23 ou inferior a US$ 0,20. O RSI em 28,10 indica condição de sobrevenda, enquanto MACD confirma momentum negativo.

O lançamento de futuros ADA na CME, em 9 de fevereiro, introduz contratos padrão (100.000 ADA) e micro (10.000 ADA), além de Stellar e Chainlink. Baseados no CME CF New York Variant Index, esses produtos visam atrair instituições, potencializando liquidez e hedging. O open interest caiu para US$ 90 milhões, e a razão comprados/vendidos em 0,90 reflete sentimento baixista.

Volume spot cresceu 123% para US$ 1,42 bilhão, mas predominância de vendas limita rebound imediato. Recuperação acima de US$ 0,30 seria sinal positivo pré-CME.

Contexto Geral do Mercado

A correção afeta o ecossistema amplo, com Bitcoin em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 347.474,56, com variação de -7,61% em 24 horas e volume de 1.520 BTC. Essa dinâmica pressiona altcoins correlacionadas como BNB e ADA.

Capitalização total do mercado cripto encolheu 5,2% para US$ 2,28 trilhões, ampliando liquidações. Traders monitoram se influxo institucional via CME pode contrabalançar o pânico atual.

Níveis Chave a Monitorar

Para BNB, os dados apontam US$ 682 como pivô: defesa pode levar a teste de US$ 735; perda acelera para US$ 650. No Cardano, US$ 0,25 define estabilidade pré-CME; abaixo, risco de extensão bearish até US$ 0,20.

Análise técnica enfatiza observação de volume on-chain e derivativos. Novos endereços na BNB sugerem suporte orgânico, mas predominância baixista exige cautela. Investidores devem acompanhar timeframes de 4 horas para confirmações.


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