Personagens cartoon de banqueiro e XRPL removendo barreira de compliance translúcida, revelando luz institucional e simbolizando adoção por bancos

XRPL Remove Barreiras de Compliance para Bancos

O XRP Ledger atingiu um marco crítico com a implementação de Permissioned Domains, removendo barreiras de compliance que impediam bancos de realizar settlements on-chain. Com mais de 300 parcerias bancárias da Ripple, o volume on-chain era baixo devido a incertezas regulatórias. Agora, instituições podem operar em ambientes controlados. Em paralelo, o XRP exibe capitulação similar à de 2021, com SOPR abaixo de 1.0, podendo sinalizar ponto de entrada para participantes institucionais.


Barreiras de Compliance Superadas

Os dados mostram que o principal obstáculo para adoção institucional no XRPL não era performance técnica, mas conformidade e certeza de contraparte. Bancos precisavam garantir que provedores de liquidez atendessem requisitos regulatórios. A ativação dos Permissioned Domains resolve isso, criando domínios controlados de acesso para participantes regulados.

Segundo o CTO da Ripple, David Schwartz, essa funcionalidade permite settlements on-chain sem riscos de exposição a contrapartes não verificadas. Com o Permissioned DEX programado para 18 de fevereiro, pools de liquidez exclusivos para instituições estarão disponíveis, potencializando bilhões em inflows. O XRPL, projetado para pagamentos cross-border eficientes, agora se posiciona como infraestrutura financeira madura.

Avanços no Roadmap e Utilidade do XRP

O XRP Community Day, marcado para 11 de fevereiro, discutirá pilares como programmability via smart extensions, zero-knowledge proofs para privacidade e blocos de compliance. Esses updates visam expandir a utilidade real do XRP, diferenciando-o de blockchains genéricas.

Atualmente, o XRP cotado a US$ 1,45 (R$ 7,55), reflete volatilidade, mas os fundamentos técnicos avançam. O DEX Pro, em desenvolvimento, integrará dados de mercado profissionais, facilitando decisões em execução descentralizada. Esses elementos estruturam o ecossistema para adoção em escala.

Capitulação Técnica e Padrões Históricos

O Spent Output Profit Ratio (SOPR) do XRP caiu para 0,96, abaixo de 1.0, indicando vendas em perda média. Isso ecoa o período de setembro de 2021 a maio de 2022, quando o indicador permaneceu suprimido por meses, seguido de consolidação lateral ou descendente.

O preço formou um wick até US$ 1,12 após pico de US$ 2,45 no início de 2026, perdendo o custo médio dos holders. Condições extremas de sobre-venda historicamente precedem reversões, embora sem garantia de recuperação em V. Os dados sugerem estresse máximo, potencialmente limpando mãos fracas antes de influxos institucionais.

Níveis Chave a Observar

Traders devem monitorar suporte em US$ 1,37 (atual cotação diária) e resistência em US$ 1,50-1,60. Uma quebra acima de US$ 1,92 poderia sinalizar flip de sentimento. O Aggregate Holder Cost Basis atua como pivô psicológico.

Em resumo, os avanços em compliance posicionam o XRPL para settlement bancário, enquanto a capitulação atual pode representar oportunidade de acúmulo por instituições. Os números indicam maturação técnica em meio a volatilidade de preço. Vale acompanhar volume on-chain pós-DEX.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Núcleo cristalino Bitcoin sob tensão entre ondas de energia vermelha e azul-cyan de CPI e emprego, definindo rumos do mercado cripto

Gatilhos da Semana: CPI e Emprego Definem Rumos do Bitcoin

Os três principais eventos econômicos da semana, incluindo dados de varejo, relatório de empregos e índice de preços ao consumidor (CPI) de janeiro, podem ditar a direção do Bitcoin após a recente queda de US$ 700 bilhões no mercado cripto. Com o BTC oscilando próximo a US$ 70.000, investidores monitoram indicadores que influenciam a política monetária do Federal Reserve. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 364.156,61, com variação de -1,21% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado Cripto

Os mercados cripto estabilizaram no fim de semana, com capitalização total em torno de US$ 2,45 trilhões, o menor nível desde novembro de 2024. O Bitcoin recuperou os US$ 71.000 após cair para cerca de US$ 60.000 na sexta-feira, mas permanece 44% abaixo de sua máxima histórica, configurando um bear market. O Ethereum avançou para US$ 2.100, mas segue 58% aquém do pico de agosto.

De acordo com cotações recentes, o BTC opera em US$ 69.572 (bid), com o dólar a R$ 5,2157. Esses níveis refletem cautela, com o mercado sensível a dados macroeconômicos que sinalizam o ritmo de cortes de juros pelo Fed.

Retail Sales de Dezembro na Segunda-Feira

O dado de vendas no varejo de dezembro, adiado pelo shutdown parcial do governo dos EUA, sai nesta segunda-feira (9 de fevereiro). Esse indicador mede o gasto do consumidor, fundamental para avaliar a resiliência econômica em meio à incerteza. Uma leitura fraca pode reforçar apostas em política monetária mais dovish, beneficiando ativos de risco como o Bitcoin.

Os dados mostram que o varejo influencia diretamente as expectativas de crescimento. Historicamente, números abaixo do consenso de 0,3% (projeção média) correlacionam com quedas no dólar e altas em criptoativos.

Relatório de Empregos e CPI como Fatores Pivôs

Na quarta-feira (11), o Jobs Report de janeiro revela payrolls não-agrícolas, com foco na criação de vagas e taxa de desemprego. Jim Cramer destacou sua relevância: se suave, favorece cortes de juros. Quinta-feira traz Initial Jobless Claims e Existing Home Sales.

O CPI de janeiro, na sexta (13), é o destaque. Medindo inflação via cesta de bens e serviços, uma desaceleração para 2,9% anual (consenso) pode acelerar expectativas de redução de taxas. Cinco falas de membros do Fed esta semana adicionam ruído.

Níveis Técnicos e Estratégia para Volatilidade

Os dados sugerem suporte no BTC em US$ 69.000US$ 70.000, com resistência em US$ 72.000. Uma quebra acima pode testar US$ 75.000, enquanto falha pressiona US$ 65.000. Para o leitor, monitore RSI (atual ~45, neutro) e médias móveis de 50/200 dias.

Em resumo, esses gatilhos definem o humor semanal. Posicione-se com stops baseados em dados, priorizando liquidez em exchanges como a Binance.


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Rede cyber de nós cyan com 10% escurecidos e silhuetas de mineradores abandonando, ilustrando queda no hashrate Bitcoin

Hashrate Bitcoin Cai 10%: Capitulação de Mineradores em Foco

Os dados mostram uma queda de 10% no hashrate global do Bitcoin, conforme apontado pelo desenvolvedor Peter Todd. A dificuldade de mineração despencou para 125,86 T, ante 155,97 T em novembro, representando uma redução de cerca de 19%. Esse movimento reflete a capitulação de mineradores diante da baixa rentabilidade, agravada por preços do BTC em torno de US$ 69.400 e custos energéticos elevados. A rede agora processa blocos em média a cada 8,92 minutos, preparando o terreno para um ajuste ascendente na dificuldade.


Situação Atual da Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração do Bitcoin ajusta-se a cada 2.016 blocos, aproximadamente 14 dias, para manter o tempo médio de produção em 10 minutos. Recentemente, os dados indicam uma contração significativa no poder computacional dedicado à rede. De um pico local de 155,97 T em 11 de novembro para os atuais 125,86 T, a métrica caiu 19,3%. Paralelamente, cerca de 10% do hashrate global foi desligado, segundo Todd, em resposta direta à queda nos preços das criptomoedas.

Essa redução acelerou a produção de blocos para 8,92 minutos por bloco, abaixo da meta de 10 minutos. Os números sugerem um próximo ajuste de alta estimado em 12,15% nas próximas duas semanas, normalizando a velocidade da rede.

Contexto da Capitulação dos Mineradores

A capitulação ocorre quando mineradores menos eficientes desligam equipamentos por falta de lucratividade. O índice hash price, que mede a receita por terahash, atingiu o menor nível histórico de cerca de 3 centavos de dólar por terahash, conforme relatório da Bloomberg. Essa métrica combina o preço do BTC e os custos operacionais, impactados por invernos rigorosos nos EUA, especialmente em Texas e Tennessee.

Tempestades de inverno elevaram custos de energia e causaram interrupções, forçando operadores a reduzir produção. Empresas como CleanSpark, Terawulf, MARA Holdings e Riot Platforms registram quedas expressivas em suas ações, refletindo o estresse setorial.

Impactos na Rentabilidade e na Rede

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 363.460 (variação de -1,26% em 24h), equivalente a aproximadamente US$ 69.443. Essa cotação pressiona margens, pois mineradores enfrentam custos fixos elevados. A remoção de hashrate ineficiente "limpa" a rede, potencialmente fortalecendo a resiliência a longo prazo.

Histórico mostra que períodos de capitulação de mineradores precedem recuperações de preço, embora correlações não impliquem causalidade. Os dados atuais posicionam o mercado em fase de consolidação técnica.

Níveis Técnicos a Observar

Traders devem monitorar o próximo ajuste de dificuldade, previsto para meados de fevereiro, e a evolução do hashrate. Suportes chave para BTC incluem US$ 68.000 (média móvel de 50 dias) e US$ 65.000 (tendência de baixa recente). Resistências em US$ 72.000 e US$ 75.000 testarão a força compradora.

A recuperação do hash price acima de 5 centavos por terahash pode sinalizar estabilização. Volumes de mineração em exchanges brasileiras totalizam 319 BTC em 24h, com dominância da Binance.


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Cristal gelado rachando com luz dourada formando 72K, ondas cyan e verde se espalhando, simbolizando recuperação do Bitcoin e mercado cripto

Bitcoin Recupera US$ 72 mil: Fim do Ajuste de Fevereiro?

O Bitcoin recuperou os US$ 72.000, marcando o melhor preço desde a ‘quinta-feira negra’ de 5 de fevereiro de 2026, quando caiu para cerca de US$ 60.000. Simultaneamente, o XRP registrou um rebote com volume de US$ 991 milhões em exchanges principais, enquanto o Ethereum retornou à zona acima de US$ 2.000. Os dados indicam esgotamento de vendedores e possível lateralização em suportes-chave, com o BTC cotado atualmente em torno de US$ 70.500 e R$ 364.232 segundo o Cointrader Monitor.


Situação Atual do Bitcoin

Os dados mostram que o Bitcoin atingiu US$ 72.226 nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, após tocar mínimas de US$ 60.000 na semana anterior. Essa recuperação representa uma variação positiva de cerca de 20% em poucos dias, com o preço estabilizando em torno de US$ 70.500 no momento da análise. O gráfico semanal revela um padrão de suporte próximo a US$ 60.000, onde compradores entraram agressivamente.

Fatores externos contribuem para o movimento, como a vitória do oficialismo nas eleições japonesas, sinalizando potencial política monetária expansiva. O índice Nikkei futuro apontou alta, correlacionando com ativos de risco como o BTC. O ouro também subiu para US$ 5.000 por onza, reforçando a tendência de refúgio em ativos reais durante volatilidade.

No mercado brasileiro, o BTC opera a R$ 364.232,50, com variação de -1,03% nas últimas 24 horas e volume de 318 BTC, conforme média das exchanges locais via Cointrader Monitor.

Rebote do XRP e Movimentos das Altcoins

O XRP destacou-se com um volume de trading de quase US$ 991 milhões durante o rebote, concentrado em exchanges como Binance. Esse spike indica entrada de capital significativo, revertendo pressão vendedora que o manteve em canal descendente. O RSI do XRP saiu de território de oversold, curvando para cima, sugerindo alívio temporário dos vendedores.

O Ethereum recuperou a zona verde acima de US$ 2.000, após quase romper suporte psicológico. Cotado em US$ 2.040, o ETH mostra volume crescente em compras, com médias móveis atuando como resistências em US$ 2.300-2.500. Shiba Inu (SHIB), por sua vez, atingiu RSI extremamente baixo, próximo de capitulação, o que historicamente precede rallies de alívio.

Altcoins apresentam movimentos mistos: Humanity Protocol (H) e Decred (DCR) com altas acima de 15% semanais, enquanto outras como Zcash (ZEC) caem mais de 18%.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Analiticamente, o Bitcoin lateraliza entre suportes em US$ 60.000 e resistências em US$ 72.000-75.000, conforme teoria de suportes e resistências. Indicadores como RSI e volume confirmam esgotamento baixista, mas a tendência corretiva maior persiste enquanto médias móveis de 50 e 200 dias não forem rompidas positivamente.

Para XRP, o rebote valida suporte em US$ 1.39 (atual US$ 1.398), com resistência em US$ 1.45. ETH precisa segurar US$ 2.000 para evitar nova queda. Volumes em futuros e spot reforçam interesse comprador, mas liquidez de fim de semana amplifica volatilidade.

Notícias dos EUA, como políticas sob Trump, podem influenciar a direção. Os dados sugerem monitoramento de US$ 72.000 no BTC como pivô para consolidação ou rompimento.

Níveis a Observar

Investidores devem acompanhar: BTC suporte US$ 68.000/resistência US$ 75.000; XRP US$ 1.40; ETH US$ 2.100. Volumes acima de médias indicam força. A correlação com Nikkei e ouro reforça viés de risk on.


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Medidor brutalista com agulha em 5 vermelho e rachaduras, simbolizando medo extremo no índice e buscas baixas por cripto

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em 5 e Buscas por Cripto em Baixa

Os dados do Google Trends mostram que o interesse global por ‘Crypto’ caiu para 30 pontos, uma redução de 70% desde o pico de 100 em agosto de 2025, aproximando-se do mínimo anual de 24. Paralelamente, o Índice de Medo e Ganância atingiu o histórico mínimo de 5 pontos na quinta-feira passada, subindo ligeiramente para 8 no domingo. Esses níveis de medo extremo ecoam o colapso da Terra LUNA em 2022, sinalizando pessimismo generalizado no mercado cripto.


Queda nas Buscas Revela Desinteresse do Público

Os números do Google Trends indicam uma retração acentuada no interesse público. Globalmente, o termo ‘Crypto’ registrou índice de 30, distante do auge de 100 em agosto de 2025. Nos Estados Unidos, o cenário é similar: após pico de 100 em julho do ano passado, o índice caiu para 56 em fevereiro de 2026, próximo ao mínimo de 32 em abril de 2025. Essa queda de 70% no volume de buscas reflete a saída de investidores de varejo, com o mercado total de cripto encolhendo de mais de US$ 4,2 trilhões para cerca de US$ 2,4 trilhões, uma perda de US$ 1,8 trilhão.

O volume de negociações corrobora essa tendência, passando de US$ 153 bilhões em 14 de janeiro para US$ 87,5 bilhões atualmente, uma redução superior a 40%. Esses dados quantitativos apontam para uma contração na participação de mercado, típica de fases de baixa prolongadas.

Índice de Medo e Ganância em Níveis Recorde

O Índice de Medo e Ganância, que agrega volatilidade, momentum de mercado, volume social e pesquisas, marcou 5 pontos na quinta-feira, o menor valor histórico. No domingo, recuperou para 8, ainda na zona de medo extremo (abaixo de 25). Plataformas como Santiment registram o maior volume de comentários negativos desde 1º de dezembro de 2025, reforçando o sentimento de baixa.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 364.366,45 apresenta variação de -0,87% nas últimas 24 horas, com volume de 321 BTC negociados no Brasil.

Comparação com o Crash da Terra LUNA

A configuração atual lembra o período pós-colapso da Terra LUNA em maio de 2022, quando o pânico levou a liquidações em cascata e aprofundou o bear market. Na ocasião, o índice também mergulhou em níveis extremos, coincidindo com buscas mínimas e capitulação de varejo. Historicamente, esses extremos de medo atuaram como contrários: o desinteresse público e o pessimismo máximo frequentemente precedem reversões, embora sem garantia de timing preciso.

Os dados mostram padrões replicáveis, mas o contexto macroeconômico — como políticas monetárias e adoção institucional — difere de 2022, exigindo monitoramento de níveis de suporte como US$ 85.000 no Bitcoin e médias móveis de 200 dias.

Níveis Técnicos a Observar

Para traders, os indicadores sugerem vigilância em suportes críticos: Bitcoin testando a média móvel de 50 semanas em torno de US$ 90.000, com resistência inicial em US$ 95.000. O RSI semanal em território oversold (abaixo de 30) reforça o cenário de exaustão vendedora. Divergências positivas no MACD podem sinalizar momentum de alta incipiente, mas confirmação requer volume sustentado acima de US$ 100 bilhões diários.

Essas métricas fornecem base factual para decisões, independentemente da direção futura do mercado.


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Barreira glassmorphic translúcida marcada 72K pressionada por onda dourada de Bitcoin em 70K com tensão laranja, simbolizando resistência técnica chave

Bitcoin em US$ 70 mil: Sinais de fundo ou armadilha nos US$ 72 mil?

O Bitcoin consolida acima de US$ 70.000 após recuperação de US$ 60.000, mas enfrenta forte resistência na faixa dos US$ 72.000. Paralelamente, ursos de longa data como o Financial Times e Peter Schiff celebram a queda recente, declarando o preço ainda excessivo. Os dados técnicos mostram um cabo de guerra: RSI acima de 50 e MACD com viés de baixa indicam indecisão. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 364.520,29 com variação de -0,79% em 24 horas.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram o Bitcoin estável acima da média móvel simples de 100 horas e US$ 70.000, após romper uma linha de tendência de baixa em US$ 69.800. A recuperação partiu de um suporte em US$ 60.500, superando o nível de retração de Fibonacci de 50%. No entanto, o preço reflete consolidação, com volume moderado. Indicadores como o MACD ganham momentum na zona de baixa, sugerindo pressão vendedora persistente, enquanto o RSI horário permanece acima de 50, indicando força relativa dos comprados.

No contexto brasileiro, a cotação atual reflete volatilidade global, com volume de 318,79 BTC negociados nas últimas 24 horas nas principais exchanges locais. Essa estabilidade acima de US$ 70.000 pode ser testada por fluxos macroeconômicos, como decisões de política monetária.

Contexto Técnico: Sinais de Fundo

Analistas identificam sinais de fundo em meio ao pessimismo dos ursos. A celebração de veículos como o Financial Times, que titula “Bitcoin ainda US$ 70.000 alto demais”, e críticas de Peter Schiff à MicroStrategy — underwater em sua tesouraria de BTC — ecoam capitulação. Historicamente, tais declarações extremas coincidem com reversões. O preço recuperou de US$ 60.000, testando a retração de 61,8% Fib em US$ 72.000, derivada do declínio de US$ 78.988 para US$ 60.500.

Suportes imediatos incluem US$ 68.500 e US$ 67.200. Uma queda abaixo de US$ 70.000 poderia mirar US$ 66.000 ou o suporte principal em US$ 65.000. Esses níveis são derivados de padrões gráficos observados no gráfico horário BTC/USD.

Resistências e Níveis Críticos a Observar

A barreira de US$ 72.000 representa o principal obstáculo para os touros. Um fechamento acima desse nível poderia impulsionar o preço para US$ 73.200, seguido de US$ 74.650 e potencialmente US$ 75.500. Esses alvos baseiam-se em extensões Fibonacci e resistências anteriores. Caso o rompimento ocorra com volume crescente, confirma viés de alta; do contrário, risco de recuo.

Os dados sugerem monitoramento de US$ 71.200 como resistência intermediária. Para traders, a indecisão atual — com touros identificando sinais de fundo e ursos em victory laps — reforça a necessidade de paciência. Estrutura consistente: suporte em US$ 68.500 deve segurar quedas iniciais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 364.520,29, equivalência a cerca de US$ 70.000 reflete câmbio estável. Variação de -0,79% em 24h indica correção moderada. Investidores locais devem observar exchanges como Binance e Mercado Bitcoin, onde volume concentra-se. A batalha em US$ 72.000 definirá direção: rompimento sugere acumulação; falha reforça cautela.

Os números priorizam análise objetiva: aguarde confirmação técnica antes de posicionamentos.


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Política japonesa cartoon em pose vitoriosa com sol nascente formando pico de 72K, simbolizando impulso do Nikkei ao Bitcoin

Bitcoin Toca US$ 72 Mil: ‘Efeito Japão’ Impulsiona Mercado

Por que o Japão está fazendo o Bitcoin e o ouro dispararem juntos? O Nikkei 225 japonês atingiu recorde de 57.000 pontos com alta de 3,4%, impulsionado pela vitória esmagadora da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Esse ‘Takaichi Trade’ gerou apetite por risco global, elevando o Bitcoin brevemente a US$ 72.000 e o ouro acima de US$ 5.000 a onça. Os dados mostram correlação entre estímulos fiscais japoneses e ativos de risco.


Vitória de Takaichi e Recorde Histórico do Nikkei

A primeira-ministra Sanae Takaichi obteve supermaioria nas eleições gerais japonesas, sinalizando aprovação para sua agenda expansionista. Isso inclui um pacote de estímulos fiscais de US$ 135 bilhões em gastos com infraestrutura e cortes de impostos, conforme reportado pela Nikkei Asia. O Nikkei 225 subiu 3,4% na segunda-feira, rompendo os 57.000 pontos pela primeira vez — um marco histórico que reflete confiança no mandato político.

Os dados mostram volume elevado e rompimento de resistências técnicas no índice japonês. A média móvel de 200 dias foi superada com convicção, e o RSI (14 períodos) entrou em zona de sobrecompra acima de 70, indicando momentum forte no curto prazo.

O ‘Takaichi Trade’ e Efeito Cascata nos Mercados Globais

O fenômeno apelidado de ‘Takaichi Trade’ propagou-se para ativos globais. Mercados de ações americanos abriram em alta, com futuros do Dow Jones mirando 100.000 pontos até o fim do mandato de Trump, que parabenizou Takaichi publicamente. Apoio também veio do secretário do Tesouro Scott Bessent, reforçando o otimismo.

Essa política monetária japonesa expansionista aumenta o apetite por risco, com fluxos para equities e ativos alternativos. Historicamente, estímulos no Japão correlacionam com altas em índices globais, com coeficiente de correlação de 0,75 entre Nikkei e S&P 500 nos últimos 12 meses.

Correlação Técnica: Bitcoin e Ouro em Alta Conjunta

O Bitcoin tocou US$ 72.000 durante a sessão asiática, recuando para acima de US$ 70.000. Cotação atual: US$ 69.774, com variação de -0,82% em 24h. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 365.096, com volume 24h de 320 BTC e variação de -0,68%.

O ouro superou US$ 5.000/oz, cotado agora em US$ 5.012 (-0,49%). Os dados revelam correlação positiva de 0,62 entre BTC e XAU/USD no último mês, com ambos testando máximas. No gráfico semanal do BTC, suporte em US$ 68.000 (EMA 50) e resistência em US$ 73.000 (ATH recente). MACD mostra divergência altista, com histograma expandindo.

Níveis Críticos a Monitorar no Bitcoin

Os traders devem observar US$ 70.000 como pivô: manutenção acima reforça viés de alta rumo a US$ 75.000. Queda abaixo ativa suporte em US$ 68.500 (Fib 0,618). Volume spot subiu 15% na Ásia, confirmando interesse institucional. Dólar a R$ 5,21 não pressiona altcoins correlacionadas.

Em resumo, os números indicam que o ‘Efeito Japão’ sustenta momentum, mas volatilidade persiste. Monitore Nikkei e fluxos de risco para confirmações.


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Plataforma glassmorphism cyan flutuante com rachaduras vermelhas na base gravada 1800, simbolizando teste de suporte crítico do Ethereum

Ethereum Testa Suporte Crítico em US$ 1.800: Zona de Demanda em Foco

O Ethereum testou a zona de demanda crítica em US$ 1.800, conforme análise técnica recente. Em meio à euforia do Bitcoin próximo dos US$ 70.000, o ETH sofreu rompimento de suportes prévios em um canal descendente claro no gráfico diário. Apesar de um bounce modesto acima desse nível, os dados indicam que a estrutura permanece de baixa, com liquidez concentrada em áreas inferiores sugerindo riscos de continuidade da queda. Atualmente, o ETH cotado a US$ 2.040 (R$ 10.677) enfrenta testes em zonas de suprimento.


Análise no Gráfico Diário

Os dados do gráfico diário mostram o Ethereum operando dentro de um canal descendente bem definido. Recentemente, houve aceleração rumo à borda inferior, com rompimento limpo abaixo de múltiplos suportes anteriores, seguido de um movimento impulsivo de baixa. Essa dinâmica confirma forte aceitação de baixa, não mero sweep de liquidez.

A zona de US$ 1.800 atuou como base em fases de acumulação prévias de maior timeframe. O bounce observado carece de força estrutural, caracterizando-se como corretivo. O mercado tende a consolidação acima desse suporte crucial até um rompimento decisivo. A linha média do canal, em torno de US$ 2.300, representa resistência principal nessa faixa.

Um rompimento acima dessa zona abriria caminho para retração altista estendida rumo a US$ 2.500, mas os indicadores atuais não sustentam essa probabilidade imediata.

Perspectiva no Gráfico de 4 Horas

No timeframe de 4 horas, a estrutura de baixa ganha clareza. O sell-off recente atingiu demanda, seguido de rebound raso sem follow-through impulsivo. Esse movimento corretivo abre porta para pullback em zonas de suprimento recentes e níveis Fibonacci, entre US$ 2.300 e US$ 2.600.

Essas áreas coincidem com pontos de intervenção anterior de vendedores. Sem volume ou momentum forte, atuam como rejeição, favorecendo continuidade descendente ou consolidação prolongada na faixa inferior, em vez de reversão de tendência.

Recuperação e sustentação acima dessas zonas de suprimento seriam pré-requisitos para a invalidação da tese de baixa de curto prazo.

Dados de Liquidação e Sentimento On-Chain

O heatmap de liquidações dos últimos 6 meses confirma a visão técnica. Concentração significativa de liquidez em torno e abaixo de US$ 2.000 atraiu preço, flushando posições compradas alavancadas. Resíduos abaixo dos níveis atuais indicam objetivos de downside não exauridos totalmente.

A intensidade em US$ 2.000 sugere porção significativa de venda forçada já realizada, explicando estabilização curta. No entanto, perspectiva on-chain apoia consolidação ou rebounds corretivos, não reversão confirmada, salvo shift decisivo em demanda spot.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin registra R$ 364.550 (-0,86% em 24h), com volume de 316 BTC, contextualizando o cenário altista relativo do BTC.

Níveis Chave a Monitorar

Traders devem observar: suporte em US$ 1.800 para validade da demanda; resistência em US$ 2.300 (média do canal); e supply superior em US$ 2.500-2.600. Os dados sugerem consolidação até evidência de shift em volume e liquidez.

Em resumo, enquanto o ETH navega fase crítica, downside permanece relevante sem quebra de resistências chave.


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Prisma XRP geométrico com rachaduras vermelhas e fragmentos '31%', simbolizando queda de 31% e vulnerabilidades gráficas persistentes no XRP

XRP: Queda de 31% no Mês Revela Vulnerabilidades Gráficas Persistentes

Os dados mostram que o XRP acumulou uma queda de 31% no último mês, rompendo o swing low majoritário em US$ 1,20 no gráfico diário. Apesar de um rebote corretivo recente para cerca de US$ 1,50 no timeframe de 4 horas, a estrutura permanece em viés de baixa, com vendedores priorizando liquidez descendente. A zona de demanda próxima a US$ 1,00 surge como último suporte visível de maior timeframe, mas sem absorção significativa até o momento. Traders devem monitorar esses níveis com cautela, evitando interpretações otimistas baseadas apenas no movimento intradiário.


Situação no Gráfico Diário: Rompimento Estrutural Confirmado

No timeframe diário, o rompimento abaixo de US$ 1,20 confirma um rompimento estrutural, não um mero desvio temporário. A venda subsequente foi impulsiva e acentuada, indicando participação forçada de mercado em vez de distribuição controlada. Áreas de demanda previamente respeitadas foram cortadas com resposta mínima, sugerindo que a liquidez de compra nesses níveis já foi exaurida.

A interação atual com a zona de demanda ampla próxima ao limite inferior do canal, em torno de US$ 1,00, é pivotal. Essa região representa uma das últimas áreas de demanda não testada em timeframes superiores. Contudo, a ausência de absorção relevante implica que os vendedores mantêm o controle. Qualquer estabilização demandaria confirmação temporal, não uma reação isolada. Enquanto o preço negociar abaixo das zonas de reação anteriores — agora atuando como oferta —, o XRP permanece vulnerável a novas quedas.

Atualmente, o XRP cotado a aproximadamente R$ 7,34 (equivalente a US$ 1,41 considerando o dólar a R$ 5,21) reflete essa dinâmica, com variação negativa de 3,40% nas últimas 24 horas.

Análise de 4 Horas: Rebote Corretivo Encontra Resistência

No gráfico de 4 horas, o influxo de vendedores levou o preço agressivamente ao limiar de US$ 1,00, seguido por um rebote corretivo que alcançou a zona de oferta interna em torno de US$ 1,50. Essas zonas de oferta coincidem com consolidações prévias e áreas de rompimento, tornando-se regiões propensas a interesse renovado de venda em pullbacks de curto prazo.

A sequência de máximas mais baixas persiste, reforçando a tendência de baixa no timeframe. Movimentos de alta devem ser vistos como corretivos enquanto o preço não romper essas estruturas de oferta. Os dados indicam prioridade para liquidez descendente, com pouca evidência de reversão estrutural. Traders atentos a volume notariam a falta de participação compradora sustentada nesses rebotes.

Essa configuração alinha-se à queda mensal de 31%, contrastando com qualquer euforia gerada pelo rebote intradiário. O Bitcoin, por sua vez, opera a R$ 365.466 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,92% em 24 horas, contextualizando o ambiente de risco geral no mercado cripto.

Níveis Críticos e Contexto de Mercado

Os níveis a observar incluem suporte em US$ 1,00 (demanda de canal diário) e resistências em US$ 1,20-US$ 1,50 (zonas de oferta). Uma estabilização acima de US$ 1,20 invalidaria o rompimento imediato, mas requer volume crescente para validação. Abaixo de US$ 1,00, projeções apontam para demandas mais profundas, embora não quantificadas aqui.

No contexto mais amplo, a volatilidade do XRP reflete desafios regulatórios persistentes da Ripple e dinâmica de liquidez no ecossistema. Investidores devem priorizar análise de múltiplos timeframes, evitando decisões baseadas em rebotes isolados. Métricas de volume e padrões de candle fornecem confirmação adicional para essas zonas.

Essa visão técnica metódica contrasta com narrativas de curto prazo, fornecendo base para decisões informadas sem viés direcional.


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Investidor cartoon direcionando fluxo de liquidez para cofre de exchange com 640M e gráfico de ação subindo 27%, em ondas de mercado oscilante

Bitget Atrai US$ 640 Milhões em Fluxos Enquanto MSTR Sobe 27%

Os dados mostram fluxos institucionais se concentrando em exchanges específicas enquanto ações ligadas a Bitcoin desafiam a lógica macroeconômica. A Bitget registrou entrada líquida de US$ 640 milhões em 7 dias, liderando as CEXs globais segundo DefiLlama. Paralelamente, a ação da MicroStrategy (MSTR) subiu 27% apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4, ilustrando o paradoxo entre perdas contábeis e otimismo de mercado. Para onde os bilhões estão indo em meio às oscilações?


Fluxos Líquidos na Bitget: Liderança Global

De acordo com dados do DefiLlama, a Bitget atraiu US$ 640 milhões em entradas líquidas nos últimos 7 dias, posicionando-se no topo entre as exchanges centralizadas (CEXs) mundialmente. No ranking mensal, ocupa o terceiro lugar. Esse volume equivale a aproximadamente R$ 3,34 bilhões ao câmbio atual de US$ 1 = R$ 5,215, sinalizando concentração de capital institucional em plataformas selecionadas.

Os fluxos refletem uma preferência por exchanges com alta liquidez e ferramentas avançadas, em um mercado onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 70.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 365.840, com variação de -0,88% em 24 horas e volume de 317 BTC. Essa dinâmica sugere que participantes buscam alavancagem e proteção em CEXs consolidadas. (148 palavras)

Paradoxo MicroStrategy: Prejuízo vs. Valorização da Ação

A ação MSTR avançou até 27% em sessão recente, negociada a US$ 132,48, apesar do prejuízo reportado de US$ 12,4 bilhões no Q4. O CEO Phong Le atribuiu a perda a regras GAAP, não a caixa real, destacando um “balanço forte como uma fortaleza”. Ele citou drawdowns passados do BTC, como de US$ 68.000 para US$ 16.000 em 2022, prevendo potencial de US$ 1 milhão em sete anos.

Michael Saylor reforçou a estratégia de acumulação indefinida de Bitcoin, afirmando que covenants de dívida resistiriam a quedas de 90%. Analistas como TD Cowen projetam alvo de US$ 440. Os dados indicam que investidores precificam o tesouro BTC da empresa (mais de 250.000 unidades) acima das perdas não realizadas, ignorando volatilidade de curto prazo em favor de horizonte longo. (142 palavras)

Implicações para Liquidez e Mercado Cripto

A concentração em Bitget e a alta da MSTR mapeiam liquidez fluindo para vetores de alta convicção: exchanges com volume e empresas apostando em BTC como reserva. Em contexto de BTC em R$ 365.840, com suporte próximo a R$ 360.000 (média móvel de 50 dias), os fluxos sugerem acumulação institucional seletiva.

Enquanto o mercado oscila, com dólar a R$ 5,215, participantes monitoram níveis de resistência em US$ 75.000 para BTC. A Bitget, com inflows mensais robustos, pode amplificar alavancagem via derivativos. Para traders, esses padrões indicam rotação de capital para ativos com narrativas de adoção corporativa e plataformas de execução eficientes. Vale observar volumes em CEXs e correlação MSTR-BTC nas próximas sessões. (128 palavras)


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Fluxo dourado de energia ramificando em feixes coloridos cyan, verde e magenta, ilustrando rotação de capital de Bitcoin para altcoins

Saídas de US$ 264 milhões no BTC: Rotação para Altcoins?

Os dados semanais da CoinShares revelam saídas líquidas de US$ 264 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, contribuindo para outflows totais de US$ 187 milhões no mercado cripto. Em contraste, altcoins como XRP (US$ 63,1 milhões), Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões) registraram entradas. Esse movimento ocorre em um contexto de ‘impressão gradual’ do Federal Reserve, conforme análise de Lyn Alden, sugerindo rotação setorial em ativos escassos.


Fluxos Semanais: Bitcoin sob Pressão

De acordo com o relatório da CoinShares referente à semana encerrada em 9 de fevereiro de 2026, os produtos de investimento em ativos digitais acumularam outflows de US$ 187 milhões. O Bitcoin foi o principal responsável, com saídas de US$ 264 milhões, reduzindo o total de ativos sob gestão (AUM) para US$ 129,8 bilhões — o menor nível desde março de 2025. Regionalmente, houve inflows em Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões).

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 365.544,12, com variação de -0,91% nas últimas 24 horas e volume de 317,19 BTC. Os dados indicam uma desaceleração nos outflows em relação a semanas anteriores, apesar da pressão de preços.

Altcoins Ganham Tração

Enquanto o Bitcoin registra outflows expressivos, altcoins mostram resiliência. XRP liderou com inflows de US$ 63,1 milhões, seguido por Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões). Em reais, XRP cotado a R$ 7,35 (-3,66%), Solana a R$ 442,60 (-4,53%) e Ethereum a R$ 10.717,72 (-2,95%). Esses fluxos sugerem uma rotação setorial, com investidores diversificando para além do BTC em um ambiente de volatilidade.

O dólar está em R$ 5,2131 (-0,05%), contextualizando os valores em BRL. Tal padrão pode refletir busca por ativos com maior potencial de upside relativo ou hedge contra debasement monetário.

Contexto Macroeconômico: ‘Impressão Gradual’ do Fed

Lyn Alden, em sua análise recente, afirma que o Federal Reserve entrou em modo de ‘impressão gradual’, expandindo o balanço patrimonial no ritmo do PIB nominal ou ativos bancários totais. Isso difere de um ‘big print’ agressivo, estimulando preços de ativos de forma moderada. Alden recomenda posse de ativos escassos de alta qualidade, rebalanceando de áreas eufóricas para subvalorizadas.

A nomeação de Kevin Warsh por Trump como próximo chair do Fed adiciona incerteza, com probabilidades de corte de juros em março caindo para 19,9% no CME FedWatch. A oferta de M2 continua expandindo, alinhando com debasement de longo prazo.

Implicações para Portfólios

Os fluxos observados apontam para uma possível rotação: do Bitcoin para altcoins ou ativos tradicionais como ouro, cotado a R$ 26.208,40 (-0,31%). Investidores devem monitorar níveis de suporte no BTC (próximo a médias móveis de 50 dias) e inflows contínuos em altcoins. Em um cenário de impressão gradual, diversificação em escassez digital pode ser estratégica, mas os dados enfatizam cautela em eufóricos excessivos.

Os números sugerem que o mercado está ajustando posições em resposta a estímulos moderados do Fed, priorizando resiliência setorial.


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Cristal hexagonal de dificuldade Bitcoin contraindo com rachadura '11%' vermelha, representando maior queda de mineração em 5 anos

Bitcoin Registra Maior Queda de Dificuldade em 5 Anos no Bloco 935.424

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou queda de 11,16% no sábado (7), no bloco 935.424, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Os dados do mempool.space indicam que o indicador recuou para 125,86 trilhões, refletindo uma redução de cerca de 20% no hashrate nos últimos 30 dias. Esse mecanismo automático do protocolo garante blocos a cada 10 minutos, mesmo sob estresse climático e de preço. O Bitcoin ficou mais fácil de minerar: entenda o que isso muda para a segurança da rede.


Detalhes Técnicos do Ajuste

Os ajustes de dificuldade ocorrem a cada 2.016 blocos, aproximadamente 14 dias, para manter o tempo médio de produção de blocos em 10 minutos. No período anterior, o hashrate global caiu significativamente devido à combinação de tempestades de neve nos EUA — que afetaram operações em Texas e outros hubs — e à desvalorização do BTC para próximo de US$ 60 mil na quinta-feira (5). Segundo dados do Hashrate Index, a queda no poder computacional foi de 20% em 30 dias.

A nova dificuldade de 125,86T representa o 10º maior recuo percentual da história, conforme análise do desenvolvedor Mononaut. Isso eleva a rentabilidade para os miners remanescentes, cujos custos fixos com energia agora enfrentam menor barreira para lucratividade. Os dados mostram que pressões externas como clima adverso e volatilidade de preço impactam o hashrate, mas o protocolo se adapta automaticamente.

Impacto na Rentabilidade dos Miners

Com a queda de 11,16% confirmada, menores participantes — mais sensíveis a custos energéticos — ganham fôlego. Quando o preço do BTC cai abaixo do breakeven de muitas operações (estimado em US$ 65-70 mil para rigs eficientes), miners desligam ASICs para evitar prejuízos. O ajuste reduz a competição, aumentando a probabilidade de encontrar blocos e, consequentemente, a recompensa de 3,125 BTC por bloco.

No contexto atual, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 371.028,61 (alta de 1,97% em 24h), equivalente a cerca de US$ 71 mil com dólar a R$ 5,21. Isso sugere recuperação parcial, mas miners monitoram se o hashrate estabiliza acima de níveis críticos para evitar ajustes adicionais negativos.

Resiliência do Protocolo Bitcoin

O mecanismo de ajuste dinâmico prova a robustez do Bitcoin. Em 2021, o banimento chinês derrubou o hashrate em 50%, mas a rede se reequilibrou rapidamente, migrando para EUA, Cazaquistão e Rússia. Hoje, sob estresse duplo (clima e preço), o protocolo mantém a emissão estável de 3,125 BTC por bloco, preservando a segurança via Proof-of-Work.

Hashrate sustentado garante descentralização e resistência a ataques de 51%. Quedas temporárias não comprometem a rede, pois incentivam eficiência: miners com acesso a energia barata (ex: Texas com flexibilidade) prevalecem. Os dados históricos mostram recuperação pós-ajustes negativos, com hashrate atingindo recordes em 2025 apesar de ATH de US$ 126 mil.

Níveis a Observar no Hashrate

Próximos ajustes ocorrem em cerca de 14 dias. Traders e miners devem acompanhar o hashrate em plataformas como mempool.space: suporte atual em torno de 600 EH/s, com resistência em 700 EH/s pré-queda. Se o BTC estabilizar acima de US$ 70 mil, espera-se influxo de hashrate, elevando dificuldade.

Volume de mineração em 24h atingiu 281,76 BTC nas exchanges brasileiras. Indicadores on-chain sugerem que, sem novos choques climáticos, a rede retorna à tendência de alta. Monitorar correlação preço-hashrate é essencial para avaliar saúde da rede.


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Ondas turbulentas vermelhas colidindo sobre monolito dourado de Bitcoin no fundo de abismo digital, simbolizando medo extremo e possível fundo de mercado

Google Trends em 100: Medo Extremo Revela Possível Fundo do Bitcoin

Os dados do Google Trends registram pico de 100 pontos para buscas por Bitcoin na semana, o máximo anual, coincidindo com o Índice de Medo e Ganância em ‘medo extremo’ (7/100 no alternative.me e 8/100 no CoinMarketCap). Após queda para US$ 59.900 em 5 de fevereiro, o BTC recuperou para acima de US$ 70.000, com perda semanal de 15,51%. Esse padrão histórico sugere capitulação de varejo, momento em que dados indicam entrada de investidores institucionais.


Pico de Buscas no Google Trends

Os dados mostram que a avaliação semanal de buscas por ‘Bitcoin’ atingiu 100 pontos no Google Trends até o final de semana de 8 de fevereiro de 2026, o nível máximo nos últimos 12 meses. O pico anterior foi de 95 pontos entre 16 e 23 de novembro de 2025, quando o BTC caiu abaixo de US$ 100.000 pela primeira vez em seis meses. No ambiente russo via Yandex Wordstat, as buscas por ‘биткоин’ dobraram, de 45.000 em 30 de janeiro para 120.000 em 5 de fevereiro, com maior volume em Moscou, Irkutsk e Ingushetia.

Analistas como André Dragosch, da Bitwise, observam que esse interesse varejista pode indicar compras massivas por investidores menores. Julio Moreno, do CryptoQuant, nota que após a queda para US$ 60.000, o prêmio da Coinbase virou positivo pela primeira vez desde meados de janeiro, sugerindo acumulação por americanos.

Índice de Medo e Ganância em Extremos

O Crypto Fear & Greed Index do alternative.me está em 7/100 (‘extreme fear’), próximo aos 9 pontos de junho de 2022 durante o colapso da Terra. O índice usa volatilidade (25%), momentum/volume (25%), atividade social (15%), dominância BTC (10%) e Google Trends (10%). Já o CoinMarketCap marca 8/100, analisando top 10 criptos com volatilidade (Volmex), momentum de preço, sentimento social, derivativos (put/call Deribit) e composição de mercado.

Ambos os gauges caíram para mínimas recentes após o crash de 5 de fevereiro, que levou o mercado cripto a perder US$ 2 trilhões do pico de outubro e US$ 800 bilhões só no último mês, per CoinGecko. Capitalização atual em torno de US$ 3.579 trilhões reflete correção de 18% mensal.

Contexto Histórico e Psicologia de Mercado

Historicamente, picos de buscas com ‘medo extremo’ precedem fundos por capitulação, quando varejo vende em pânico e smart money acumula. Em 2022, níveis similares coincidiram com baixas locais. Dados do bits.media confirmam perda semanal de 15,51% no BTC, com recuperação parcial para US$ 70.767 (às 18h UTC). O RSI em 31 sugere oversold, enquanto médias móveis (EMA 10 a SMA 200) atuam como resistências acima de US$ 75.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 370.731,28 (+1,8% em 24h, volume 280 BTC) reflete resiliência local apesar da volatilidade global.

Níveis Técnicos a Observar

Suportes chave em US$ 66.000-68.000 e US$ 60.000; resistências em US$ 71.000-72.000 e US$ 75.000. Compressão no gráfico de 1h indica expansão iminente de volatilidade. ADX em 44 confirma força de tendência baixista, com MACD negativo. Investidores monitoram se o varejo capitula totalmente, permitindo reversão se suporte segurar. Dados sugerem sensibilidade alta a shifts modestos, com pânico potencialmente precificado.


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Executivo institucional cartoon liderando influxos dourados para núcleo Bitcoin em vale sombrio, simbolizando domínio BlackRock em ETFs e possível fundo de mercado

BlackRock Lidera Influxos de US$ 330 Milhões em ETFs de Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxos líquidos de US$ 330 milhões na sexta-feira, 6 de fevereiro, liderados pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock com US$ 231,62 milhões. Esse movimento ocorre paralelamente ao Sharpe Ratio do Bitcoin em mínimas históricas, indicador de retorno ajustado ao risco que reflete alto risco para retornos fracos — típico de fases finais de baixa. Os dados mostram instituições comprando quando o varejo hesita, confirmando tese de acumulação silenciosa em meio à volatilidade.


Detalhes dos Influxos nos ETFs

De acordo com dados preliminares do mercado, os ETFs de Bitcoin americanos postaram US$ 330 milhões em entradas líquidas na sexta-feira, revertendo três dias consecutivos de saídas intensas na semana. O IBIT da BlackRock liderou com US$ 231,62 milhões, seguido pelo ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB) com US$ 43,25 milhões, Bitwise Bitcoin ETF (BITB) em US$ 28,7 milhões e Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC) com US$ 20,13 milhões. O Invesco Galaxy Bitcoin ETF (BTCO) registrou US$ 6,97 milhões.

Esses fluxos coincidiram com o Bitcoin reclaimando os US$ 70.000 temporariamente na sexta, enquanto o Coinbase Premium — indicador de demanda de investidores dos EUA — virou positivo. No agregado semanal, os ETFs acumularam cerca de US$ 350 milhões em saídas líquidas, equilibradas por entradas como os US$ 561 milhões de segunda-feira, 2 de fevereiro. Em valores aproximados ao câmbio atual (dólar a R$ 5,22), isso equivale a cerca de R$ 1,72 bilhão em influxos diários.

Sharpe Ratio em Zona de Baixa Histórica

O Sharpe Ratio do Bitcoin, métrica que avalia o excesso de retorno por unidade de risco, atingiu níveis reminiscentes das fases finais de mercados de baixa passados. Calculado como (retorno do ativo – taxa livre de risco) / desvio padrão, valores baixos ou negativos indicam que investidores assumem alto risco para retornos insuficientes ou negativos — comum em capitulações.

Os dados do CryptoQuant mostram o indicador em declínio contínuo, sinalizando que o Bitcoin ainda não atrai risco-takers convencionais. Historicamente, essa dinâmica precede acumulação por mãos fortes, após flushing de posições fracas. Desde o pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, o BTC caiu mais de 52% para zona dos US$ 60.000-70.000, reforçando o cenário de risco elevado.

Implicações e Níveis a Monitorar

A convergência de influxos institucionais com Sharpe Ratio deprimido sugere que grandes players veem valor em níveis atuais, ignorando o pessimismo do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 371.215,67 às 18:40 de hoje, com alta de 1,85% em 24 horas e volume de 279 BTC.

Abordagens metódicas incluem exposição gradual à medida que o ratio melhora ou espera por confirmação. Níveis chave: suporte em US$ 60.000 (próximo de mínimas recentes) e resistência em US$ 70.000-75.000. O mercado pode permanecer em baixa por meses, mas os fluxos de ETFs indicam convicção institucional crescente. Investidores devem monitorar o agregado semanal de influxos e evolução do Sharpe Ratio para sinais de reversão.


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Rede isométrica DeFi com fluxo dourado rotacionando de âncora Bitcoin para nodos cyan pulsantes, simbolizando recordes de Aster e Hyperliquid

Rotação no DeFi: Aster e Hyperliquid Batem Recordes

Os dados mostram o Bitcoin recuperando para US$ 71,3 mil neste domingo (8), com alta de 3,2% em 24 horas após queda para US$ 62 mil na quinta-feira, segundo o Portal do Bitcoin. Em paralelo, a Aster dispara 16% para US$ 0,62, impulsionada por volumes recordes em DEXs de futuros perpétuos. A Hyperliquid acumula US$ 25,19 milhões em receita semanal, sinalizando rotação tática para protocolos DeFi com geração de receita real durante a lateralização do BTC.


Contexto do Mercado: Recuperação do Bitcoin

O Bitcoin registra alta de 3,2% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 71,3 mil, após perdas semanais de 9,1%. A mínima de US$ 62 mil na quinta-feira representou o menor nível em dois anos, pressionado por liquidações generalizadas. Ethereum avança 4,4%, Solana 2,7% e XRP 4,1%, indicando recuperação ampla no top 100.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 371.215,63 apresenta variação positiva de 1,68% em 24 horas, com volume de 278,99 BTC. Os dados sugerem estabilização, mas volumes em derivativos DeFi destacam rotação setorial.

DEXs de perpétuos registraram o segundo maior volume diário histórico na quinta, superando US$ 70 bilhões, conforme DeFiLlama. Esse movimento reflete busca por alavancagem em cenários de volatilidade.

Alta da Aster: Volumes em Futuros Perpétuos

A Aster, DEX na BNB Chain especializada em futuros perpétuos com alavancagem até 1.001x, lidera ganhos com +16% em 24 horas para US$ 0,62. Na quinta, capturou US$ 10 bilhões em volume, atrás apenas da Hyperliquid (US$ 24,7 bilhões).

Os números indicam atração de traders para plataformas com liquidez profunda em derivativos. Lançada recentemente, a Aster compete diretamente com Hyperliquid, beneficiando-se do apoio de figuras como CZ, cofundador da Binance, que adquiriu posições significativas. Níveis a observar: suporte em US$ 0,50 e resistência em US$ 0,70, baseados em padrões recentes de volume.

Essa performance ocorre apesar da correção no BTC, reforçando fundamentos de receita via taxas de trading em períodos de alta volatilidade.

Hyperliquid: Receita Recorde e Desempenho do HYPE

A Hyperliquid acumula US$ 25,19 milhões em receita na semana, com crescimento contínuo por três semanas, per DeFiLlama. O token nativo HYPE valorizou mais de 80% desde o mínimo de US$ 20,5 (21/01), atingindo picos acima de US$ 38 antes de recuar para US$ 31,5.

Em relação ao BTC, o par HYPE/BTC avança mais de 70% nas últimas duas semanas, destacando resiliência relativa. Volumes elevados sustentam a geração de receita, com taxas de plataforma capturando fração significativa das negociações perpétuas.

Indicadores técnicos apontam média móvel de 50 períodos em US$ 28 como suporte chave, enquanto RSI em 65 sugere momentum moderado sem sobrecompra.

Rotação Tática para DEXs de Derivativos

Durante a lateralização do Bitcoin entre US$ 62-71 mil, traders rotacionam para DEXs como Aster e Hyperliquid, priorizando protocolos com revenue real via volumes de perpétuos. Esses ativos capturam taxas em cenários de liquidações massivas, como os US$ 70 bilhões da quinta.

Os dados mostram correlação inversa temporária: enquanto BTC consolida perdas semanais, perp DEXs expandem market share. Traders devem monitorar volumes diários acima de US$ 20 bilhões por plataforma como sinal de sustentabilidade. Próximos níveis para BTC: suporte em US$ 68 mil e resistência em US$ 75 mil.

Essa dinâmica reforça diversificação em DeFi para exposição a derivativos descentralizados.


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Correntes vermelhas de energia fragmentando contra barreira cyan translúcida com luz dourada emergente, simbolizando exaustão de venda em Solana e Ethereum

Sinais de Exaustão: Crash em Solana e Ethereum Pode Acabar

Solana (NewsBTC) registrou queda de 27%, atingindo mínimas de dois anos abaixo de US$ 80, enquanto Ethereum (NewsBTC) perdeu o suporte de US$ 2 mil em correção similar. Analistas observam sinais de exaustão de venda, com o índice de fear em níveis extremos e altcoins tocando zonas de demanda. ETH em US$ 2 mil atua como divisor de águas para estrutura de mercado.


Situação Técnica da Solana

Os dados mostram Solana rompendo o Point of Control (POC) de US$ 100 de janeiro de 2024, caindo para a zona de US$ 67-73. Essa movimentação representou desvalorização de 27%, com rebote posterior de 12% confirmando demanda temporária. Volume crescente durante a retração indica convicção baixista, com preço atual em torno de US$ 86,80 (equivalente a R$ 455,20).

A estrutura diária permanece em viés de baixa, exigindo flip acima de US$ 100,93 (POC anterior agora resistência) para alvos em US$ 120,59, US$ 128,43, US$ 138,77 e US$ 150,36. Sem base sólida, reversão sustentada é improvável, conforme análise de Umair Crypto.

Ethereum e o Suporte Crítico em US$ 2 Mil

Ethereum testou abaixo de US$ 2 mil, mas o par ETH/BTC mantém validade técnica. Níveis de fear atingem extremos, frequentemente associados a turning points. Próxima zona de interesse fica em US$ 1.700, alinhada a estrutura corretiva mais ampla. Preço atual: US$ 2.104 (R$ 11.034).

Perda do suporte de US$ 2 mil é significativa, mas dados sugerem possível absorção de venda. Bitcoin, rejeitado em US$ 72 mil, pode formar base em US$ 57-58 mil (Fibonacci), influenciando altcoins. Segundo ChainHub, após downside massivo, upside massivo costuma seguir.

Contexto nas Altcoins e Indicadores de Exaustão

Solana tocou demanda significativa pela primeira vez em dois anos (low US$ 75), preenchendo wicks de agosto de 2024. XRP, Dogecoin, Cardano e Avalanche também revisitaram lows semelhantes, restaurando equilíbrio. Esses movimentos indicam limite da dor, com potencial para range formation.

Bitcoin, cotado a R$ 371.779 segundo o Cointrader Monitor (+1,89% em 24h), testa demanda de verão 2024. Volumes e fear extremo reforçam possibilidade de momentum bullish nas próximas semanas, sem invalidar riscos adicionais de downside limitado.

Níveis Chave a Monitorar

Para Solana: resistência US$ 100,93 e suportes US$ 67-73. Ethereum: US$ 1.700 como piso potencial e US$ 2 mil como teto inicial. Dados de volume e estrutura sugerem observação de flips diários para confirmação. Mercado permanece volátil, com BTC como referência principal.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma de vidro translúcido com núcleo dourado e marca 70K em tensão, simbolizando Bitcoin testando resistência em meio a medo e potencial alta

Bitcoin nos US$ 70 mil: Alívio ou Armadilha para Touros?

O Bitcoin superou os US$ 70.000 nesta semana, trazendo alívio ao mercado após fortes vendas recentes. Com alta de 2,65% nas últimas 24 horas, o preço oscila em torno de US$ 71.000 (R$ 372.287, segundo Cointrader Monitor), mas a resistência na casa dos 70 mil permanece forte. Bitcoin nos US$ 70 mil: alívio ou armadilha para os touros? Os dados indicam equilíbrio precário entre recuperação e risco de correção.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin com ganho de 3% no dia, negociado a US$ 71.071, após queda de 10% na semana. A capitalização total do mercado cripto também subiu 3%, com altcoins como Ethereum recuperando a marca de US$ 2.000. O volume de 24 horas atingiu US$ 44,95 bilhões, sinalizando alta participação, mas o Fear & Greed Index em 7 reflete medo extremo.

Nos ETFs de Bitcoin à vista, houve inflows de US$ 330 milhões em um dia, com BlackRock IBIT captando US$ 230 milhões, revertendo abfluxos anteriores de US$ 1,25 bilhão. Essa estabilização sugere redução no pressão vendedora, mas a liquidez permanece baixa e a volatilidade elevada.

Análise Técnica: Resistência e Volume

No gráfico diário, os US$ 70.000 atuam como resistência chave, com rejeição recente apesar do volume robusto. A falha em sustentar acima desse nível indica compradores insuficientes para absorver a oferta concentrada ali. Gráficos mensais revelam perda de suporte em baixa liquidez, similar a padrões de 2021-2022, onde consolidações precederam acelerações descendentes.

Indicadores de volume confirmam engajamento elevado, mas sem convicção compradora dominante. Médias móveis, como a de 50 períodos, aproximam-se da zona de US$ 70 mil, atuando como barreira dinâmica. Um fechamento sustentado acima invalidaria o viés de baixa de curto prazo, enquanto quedas abaixo reforçariam o momentum negativo.

Níveis Chave e Invalidação

Reivindicar os US$ 70.000 com aceitação (fechamentos consistentes) pode projetar alta de 8-10%, mirando US$ 75.000-77.000. Essa extensão envolveria cobertura de vendidos e entrada de novos compradores. Por outro lado, rejeição sustentada eleva risco de teste em meados dos US$ 60.000, zona de demanda histórica.

Níveis de invalidação da alta incluem perda dos US$ 70k, com suporte imediato em baixa liquidez até US$ 65.000. Para baixa, rompimento abaixo de US$ 65k confirmaria expansão descendente. Traders monitoram estrutura de mercado em timeframes superiores para sinais estruturais, priorizando dados sobre volatilidade de curto prazo.

Cotação em Reais e Contexto Brasileiro

No mercado local, o Bitcoin cotado a R$ 372.287, com variação de +2,1% em 24 horas e volume de 279 BTC. O dólar a R$ 5,22 reforça o equivalente em reais próximo de R$ 370-375 mil. Esses níveis locais acompanham a dinâmica global, com foco em suporte acima de R$ 350 mil para manter recuperação.


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Vórtice cyan neon com XRP e 2860% no núcleo expandindo fluxos dourados, simbolizando salto de 2.860% nos fluxos spot de XRP

XRP Registra Salto de 2.860% nos Fluxos Spot e Apetite por Risco

Os fluxos spot de XRP registraram um aumento expressivo de 2.860% nas últimas oito horas, conforme dados do Coinglass citados pela U.Today. Esse movimento ocorre após dias de pressão baixista contínua, com o ativo atingindo condições extremas de sobrevenda. Os fluxos positivos tanto em spot quanto em futuros sugerem que traders estão posicionando-se para uma possível recuperação de curto prazo, em um cenário de apetite por risco renovado no mercado cripto. A cotação do XRP está em US$ 1,4382 (alta de 0,96%) e R$ 7,54 (+0,36%), refletindo estabilização inicial.


Situação Atual dos Fluxos Spot

Os dados mostram uma das maiores expansões de fluxos de curto prazo em meses para o XRP. Esse salto de 2.860% indica intervenção ativa de participantes do mercado após o preço tocar níveis de sobrevenda extrema. Em um período de oito horas, o volume de fluxos spot passou de volumes mínimos para picos significativos, alinhando-se com padrões observados próximos a fundos locais.

No gráfico XRP/USDT, o ativo exibe sinais iniciais de estabilização, com candles de rejeição em mínimas recentes. Apesar da fragilidade do preço, que oscila em torno de US$ 1,41 a US$ 1,47 no dia, os fluxos net positivos em spot e futuros apontam para acumulação em vez de distribuição adicional.

Contexto Técnico e Mercado Amplo

O movimento acontece em sessão de fim de semana, tradicionalmente com menor liquidez, o que amplifica a volatilidade. O mercado cripto mais amplo permanece pressionado, com o Bitcoin cotado a R$ 372.362 pelo Cointrader Monitor, registrando alta de 2,1% nas últimas 24 horas e volume de 279 BTC. Essa dinâmica sugere que o XRP está desafiando a tendência geral, possivelmente liderando uma rotação setorial para altcoins.

Indicadores técnicos como RSI mostram o XRP em território de sobrevenda (abaixo de 30), com potencial para recuo em direção a médias móveis de curto prazo. No entanto, a confirmação depende da sustentação desses fluxos quando a liquidez plena retornar na segunda-feira.

Dados On-Chain e Atividade na Rede

Análises on-chain revelam nuances adicionais. O volume de pagamentos no XRP Ledger registrou queda drástica, indicando redução na atividade empresarial e institucional. Essa desaceleração sugere que os fluxos atuais são dominados por especulação varejista, em vez de demanda fundamental sustentada por grandes participantes.

Métricas como volume de transações e endereços ativos corroboram a desaceleração na rede, com foco em movimentos especulativos. Apesar disso, a persistência dos fluxos spot pode sinalizar acumulação em carteiras de exchanges, preparando o terreno para maior atividade se o preço romper resistências chave em torno de US$ 1,50.

Níveis Chave a Monitorar

Os traders devem observar suportes em US$ 1,41 (mínima diária) e resistências em US$ 1,47-US$ 1,50. Uma quebra acima da média móvel de 50 períodos (próxima de US$ 1,48) validaria momentum altista de curto prazo. Por outro lado, perda do suporte atual pode levar a teste de mínimas semanais.

Em resumo, os dados indicam potencial para recuperação técnica, mas a volatilidade de fim de semana exige cautela. A evolução dependerá da continuidade dos fluxos e do comportamento do mercado na abertura semanal.


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Baleia surreal digital devorando cristais ETH em oceano turbulento de dados, simbolizando acumulação de baleias durante dip de mercado

Baleias Devoram Dip: US$ 105 Milhões em ETH Saem de Exchanges

Os dados on-chain indicam saques expressivos de Ethereum de exchanges centralizadas. Um novo endereço retirou 30 mil ETH (US$ 63,48 milhões) da Binance, enquanto a Bitmine adquiriu 20 mil ETH (US$ 42 milhões) perto dos mínimos recentes. Esses movimentos somam cerca de 50 mil ETH (US$ 105 milhões) em 24 horas, contrapondo o pânico do varejo e sinalizando acumulação por smart money em meio à volatilidade. O ETH cotado a US$ 2.110 (R$ 11.065) luta por suporte.


Acumulação Estratégica da Bitmine

Os dados mostram que a Bitmine elevou suas holdings em 42 mil ETH ao longo da semana, com os últimos 20 mil ETH comprados durante o pico de volatilidade. A transação, identificada por Lookonchain, ocorreu de uma hot wallet da Kraken, totalizando US$ 41,98 milhões ao preço de aquisição próximo aos mínimos diários de US$ 2.067.

Essa estratégia reflete posicionamento de longo prazo, com foco em staking. O chairman Tom Lee projeta receitas anuais de US$ 374 milhões com a expansão da Made in America Validator Network. Holdings totais aproximam-se de 4,17 milhões de ETH, enquanto as ações da empresa negociam a 0,96x do NAV reportado (US$ 20,44 vs. US$ 21,25 por ação).

A ausência de hedges ou distribuições reforça o tratamento do ETH como reserva estratégica, independentemente de oscilações de curto prazo.

Saques por Novo Endereço na Binance

Monitorado pelo Onchain Lens, o endereço 0x929f…faE9 — recém-criado — transferiu 30 mil ETH da Binance, equivalentes a US$ 63,48 milhões na cotação do momento (08/02/2026, 11:39 UTC). Esse volume representa uma movimentação significativa, alinhada a padrões de acumulação por grandes players durante dips.

No agregado, os saques de ETH das exchanges ultrapassam US$ 100 milhões em 24 horas, contrastando com liquidações de posições alavancadas no varejo. Volumes de transações na rede Ethereum atingiram 2,89 milhões ontem, recorde histórico, com endereços ativos em 1 milhão.

Esses fluxos on-chain sugerem redução de oferta disponível em exchanges, potencial suporte a níveis de preço.

Contexto Técnico do Ethereum

O ETH registra máxima diária de US$ 2.142 e mínima de US$ 2.067, com variação de +0,91% nas últimas 24 horas. Em reais, o ativo oscila entre R$ 10.829 e R$ 11.248, cotado atualmente a R$ 11.065 (bid). O Bitcoin, por sua vez, avança 2,3% para R$ 372.544, segundo o Cointrader Monitor.

Níveis chave incluem suporte em US$ 2.067 (mínima diária) e resistência na média móvel de 200 dias (EMA 200), recentemente testada. O RSI mostra neutralidade em 50, sem sobrecompra ou sobrevenda. Volume spot elevado corrobora a força institucional.

Implicações para Estabilização

A acumulação por instituições como Bitmine contrabalança vendas do varejo, estabilizando o mercado. Métricas de rede — transações recordes e staking em alta — indicam resiliência fundamental. Investidores devem monitorar fluxos on-chain e níveis de suporte em US$ 2.000 para sinais de continuação do dip ou reversão.

Os dados sugerem que smart money posiciona-se para yields de staking e apreciação de longo prazo, independentemente de volatilidade imediata. Volumes de saída de exchanges merecem atenção contínua.


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Rede hexagonal translucida de mineracao Bitcoin com bordas dissolvendo em vermelho, simbolizando queda de 11% na dificuldade comparada a 2021

Queda na Dificuldade do BTC: Paralelos com 2021

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou uma queda de 11,16% em 7 de fevereiro de 2026, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Esse movimento, o décimo maior da história da rede, reflete uma redução de cerca de 20% no hashrate global em um mês, impulsionada por queda no preço e uma tempestade de inverno nos EUA. Os dados mostram resiliência da rede, mas expõem pressões econômicas sobre os mineradores.


Situação Atual: Queda Acelerada no Hashrate

Os dados on-chain indicam que o hashrate do Bitcoin despencou de picos acima de 1,1 Zettahashes por segundo (ZH/s) em outubro de 2025 para cerca de 863 Exahashes por segundo (EH/s) na semana passada. Essa retração de aproximadamente 20% em 30 dias forçou o protocolo a ajustar a dificuldade de 141,67 trilhões para 125,86 trilhões. Segundo a análise técnica, o hashrate chegou a mínimas de 800 EH/s durante a crise climática, recuperando parcialmente para 1,0-1,06 ZH/s.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 372.656,94, com variação de +2,28% em 24 horas e volume de 277,19 BTC. Em dólares, o preço ronda US$ 71.000, após queda de cerca de 45-50% desde o ATH de US$ 126.000.

Comparativo Histórico com 2021

Em julho de 2021, o banimento da mineração na China provocou ajustes negativos superiores a 20% na dificuldade, devido à migração massiva de operações. O evento atual, embora de magnitude menor (11,16%), é o mais significativo desde então e figura entre os dez maiores recuos históricos. Os dados mostram padrões semelhantes: hashrate colapsou rapidamente, refletindo saídas de capacidade computacional. Diferentemente de 2021, que foi regulatório, o trigger agora é econômico e climático, com mineradores desligando ASICs não rentáveis para evitar prejuízos.

A relação preço-hashrate permanece consistente: quedas bruscas no preço elevam o shutdown price, ponto em que custos operativos superam receitas. Em ambos os ciclos, a rede manteve blocos a cada 10 minutos, graças ao ajuste algorítmico da dificuldade.

Fatores Contribuintes e Rentabilidade

A tempestade de inverno nos EUA, no fim de janeiro, forçou desligamentos para aliviar redes elétricas, combinada à desvalorização do BTC. Atualmente, apenas modelos eficientes como o Antminer S23 (eficiência ~9,5 J/TH) geram lucros líquidos de US$ 7-25/dia a US$ 0,10/kWh. Os dados de hashprice atingiram mínimos históricos, sinalizando margens apertadas para a maioria da frota.

Projeções indicam recuperação da dificuldade em duas semanas (2.016 blocos), à medida que hashrate se estabiliza. Isso sugere que o ajuste oferece alívio temporário aos miners sobreviventes.

Implicações Técnicas para a Rede

A dificuldade garante inelasticidade da oferta, mantendo emissão previsível independentemente de flutuações no hashrate. Os números mostram que variações extremas não comprometem a segurança: pós-2021, o hashrate superou recordes. Níveis a observar incluem suporte em 900 EH/s e resistência em 1,1 ZH/s. Mineradores com reservas baixas podem intensificar vendas, impactando liquidez de curto prazo.

Os dados reforçam a resiliência do protocolo Bitcoin ante choques exógenos.


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