Radar digital escaneando sinais de 60K BTC julgamento, onda PCE inflação e vórtice Solana squeeze, simbolizando agenda semanal cripto

Agenda Cripto: 60k BTC em Julgamento e PCE no Radar Semanal

Os dados mostram uma semana de alta volatilidade à frente no mercado cripto. Na audiência judicial marcada para 16 de fevereiro sobre 60 mil BTC (valor atual aproximado de R$ 22 bilhões), envolvendo vítimas chinesas, o desfecho pode influenciar o sentimento em torno do Bitcoin. Na sexta-feira, 20/02, saem os dados de PCE e GDP dos EUA, indicadores chave para política monetária. Paralelamente, os funding rates negativos da Solana por 17 dias consecutivos indicam domínio de posições vendidas, com potencial para short squeeze. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.396 (+1,46% em 24h).


Audiência sobre 60 Mil BTC: Riscos Legais em Foco

A decisão judicial no Reino Unido dia 16/02 refere-se ao caso Qian Zhimin, um esquema de lavagem envolvendo 60 mil BTC, atualmente avaliados em cerca de 310 bilhões de yuans (aprox. R$ 22 bilhões ao câmbio atual). Os dados indicam impacto sobre 13 mil vítimas chinesas, com complicações por múltiplos advogados e custos elevados de honorários. O valor dos ativos encolheu de 540 bilhões de yuans em outubro de 2025 para o patamar atual, refletindo a volatilidade do Bitcoin.

Os números mostram que procedimentos como repetidas submissões e debates prolongados elevaram os custos, a serem arcados pelas vítimas. Traders devem observar reações no volume e preço do BTC próximo à data, pois resoluções judiciais em casos de grande porte historicamente geram oscilações de até 5-10% em ativos envolvidos. Níveis de suporte no BTC em torno de R$ 360 mil e resistência em R$ 380 mil merecem atenção.

Dados de Inflação PCE: Impacto Macroeconômico

No dia 20/02, os EUA divulgam o core PCE (índice preferido do Fed), Q4 GDP inicial, gastos pessoais e PCE mensal. Os dados preliminares de dezembro já apontam para pressões inflacionárias, com o core PCE anual como foco central. Qualquer leitura acima do esperado pode adiar expectativas de cortes de juros, pressionando ativos de risco como criptomoedas.

Histórico recente mostra que surpresas no PCE geram correlações negativas com o Bitcoin, com quedas médias de 3-7% em 24h pós-divulgação. Investidores posicionados em derivativos devem monitorar o volume24h do BTC, atualmente em 162 BTC nas exchanges brasileiras. A Solana, cotada a R$ 472,30 (+5,14% 24h), também responde a fluxos macro, ampliando riscos de correlação setorial.

Funding Rates da Solana: Sinal de Baixa Extrema

Os funding rates da Solana registram 17 dias consecutivos negativos, o menor nível em 2,5 anos, conforme métricas de perpetuais. Isso reflete domínio de posições vendidas, com traders apostando em quedas adicionais apesar da recuperação recente de 45% na semana passada. O preço atual em US$ 88 testa suporte em US$ 85,55, agora potencial zona de demanda.

Os dados sugerem dois cenários: continuação da baixa se pressão vendedora persistir, ou short squeeze por exaustão de shorts e entrada de compradores spot. Níveis a observar incluem resistência em US$ 90 e suporte em US$ 80. Volume diário de US$ 2,89 bi indica liquidez, mas convicção de baixa extrema eleva risco de reversão rápida.

Níveis Técnicos e Posicionamento Estratégico

No Bitcoin, médias móveis de 50 e 200 dias convergem próximo a R$ 370 mil, com RSI neutro em 55. Para Solana, URPD destaca US$ 88 como pivô. A semana exige monitoramento de open interest e variações de funding. Volumes elevados pré-eventos sinalizam movimentos amplificados.

Posicione stops adequados e diversifique exposição, priorizando liquidez. Eventos como Fed minutes (19/02) adicionam camadas de incerteza.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon emergindo de oceano digital impulsionando onda com RENDER e 12%, simbolizando alta de altcoins e queda na dominaência USDT

Baleias Impulsionam RENDER 12% com Queda na Dominância USDT

Os dados mostram o RENDER (RNDR) registrando alta de 12% nas últimas 24 horas, impulsionado por um aumento significativo em ordens de baleias e atividade de trading em mercados spot e futuros. Paralelamente, a dominância do USDT caiu abaixo de 7,7%, indicando rotação de capital das stablecoins para ativos de risco como altcoins. Esse movimento ocorre em meio à fraqueza do dólar após dados do CPI, com o token testando níveis técnicos chave.


Alta do RENDER: Ordens de Baleias e Volume Elevado

No último dia, o RENDER apresentou um ganho de 12%, posicionando-se entre os principais beneficiários da recente fraqueza do dólar. Os dados on-chain revelam um pico nas ordens de baleias próximo aos níveis atuais de preço, sugerindo posicionamento ativo por grandes investidores em vez de distribuição.

Esse aumento em ordens de grande porte eleva a probabilidade de expansão de volatilidade no curto prazo. Adicionalmente, o volume de trading acelerou tanto no spot quanto nos futuros. No spot, reflete compras reais; nos futuros, posicionamento alavancado. Quando ambos crescem simultaneamente, o momentum tende a se fortalecer, com maior participação e liquidez.

Os indicadores mostram que essa atividade não é isolada, mas alinhada a um contexto macro onde ativos de risco respondem à queda no índice de preços ao consumidor (CPI), pressionando o dólar.

Queda na Dominância do USDT: Sinal de Rotação de Capital

A dominância do USDT (USDT.D) rompeu estrutura de triângulo descendente, com rejeição clara da resistência descendente e perda do suporte da linha de tendência ascendente. Atualmente em torno de 7,69%, o indicador testa suporte horizontal entre 7,65% e 7,70%.

Uma quebra confirmada pode levar a 7,50%, reforçando a rotação de capital de volta para Bitcoin e altcoins. Inversamente, recuperação acima de 7,95% neutralizaria o viés de baixa na dominância. Essa dinâmica de baixa no USDT.D é tipicamente de alta para o mercado cripto mais amplo, enquanto mantido abaixo desse nível.

Os dados confirmam que a queda abaixo de 7,7% reflete saída de ‘caixa’ (stablecoins) para ativos com maior potencial de upside, alinhando-se à alta do RENDER.

Contexto Técnico e Níveis a Observar

No gráfico diário do RENDER, o preço consolida em padrão de bandeira, com momentum acumulando. Um cluster de liquidez em torno de US$ 1.680 pode acelerar o rompimento, desde que compradores absorvam a oferta de venda acumulada de zonas anteriores de distribuição.

Para extensão da alta, é essencial o prosseguimento das ordens de baleias e manutenção do volume elevado. Vendedores ainda exercem pressão, mas bulls mostram convicção via participação institucional. No USDT.D, o suporte em 7,65% define o próximo movimento: quebra amplia rotação; defesa sugere pausa.

Esses níveis técnicos fornecem marcos claros para monitoramento, sem implicar direção categórica.

Implicações para o Mercado de Altcoins

A combinação de alta no RENDER e queda na dominância USDT sugere apetite crescente por risco, particularmente em narrativas de IA. No entanto, sustentabilidade depende de confirmação técnica: rompimento no RNDR e quebra no USDT.D.

Traders devem observar volume sustentado e reação aos suportes/resistências citados. Os dados atuais indicam potencial para momentum altista em altcoins, mas com cautela ante volatilidade inerente.


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Baleia cartoon de ETH emergindo do oceano digital, liberando moedas douradas de baúl parcial enquanto segura tesouro ETH colossal, simbolizando profit taking estratégico

Baleia de ETH Lucra US$ 1,26 Milhão em Fechamento Parcial e Mantém US$ 160 Milhões

Os dados on-chain mostram que uma baleia com posição longa inicial de 105.000 ETH realizou o fechamento parcial de 28.000 ETH nas últimas 24 horas, gerando lucro de US$ 1,26 milhão a um preço médio de US$ 2.094. Apesar da realização, a entidade mantém 77.000 ETH em posições longas, avaliados atualmente em cerca de US$ 160 milhões. Esse movimento ocorre em meio a uma correção recente do ETH, negociado agora em torno de US$ 2.072 (R$ 10.839).


Detalhes do Fechamento Parcial

De acordo com monitoramento de analistas on-chain, um dos endereços associados à baleia fechou 28.000 ETH de sua posição, com preço médio de execução em US$ 2.094,02. Esse profit taking resultou em ganho realizado de US$ 1,263 milhão. Paralelamente, o endereço ainda detém 32.000 ETH com lucro flutuante de US$ 1,193 milhão, indicando que a estratégia não visa liquidação total.

Os dados revelam um histórico de ajustes dinâmicos: a baleia utilizou múltiplos endereços para gerenciar risco, adicionando posições em níveis abaixo de US$ 2.000 durante quedas recentes, o que reduziu o custo médio da carteira. Essa abordagem de averaging down é comum em derivativos de alta alavancagem, onde volumes elevados demandam precisão para evitar liquidações.

Posição Remanescente e Ordens Pendentes

Atualmente, dois endereços ligados à baleia acumulam 77.000 ETH em posições longas, totalizando valor de mercado próximo a US$ 160 milhões ao preço spot de US$ 2.072. Adicionalmente, há uma ordem limite de venda de 3.000 ETH na faixa de US$ 2.100 a 2.110, sugerindo um alvo de stop-profit definido.

No curto prazo, o ETH registra variação negativa de -0,68% nas últimas 24 horas, com mínima em US$ 2.039 e máxima em US$ 2.101. Esses níveis coincidem com zonas de interesse para a baleia, onde médias móveis de 50 períodos (cerca de US$ 2.050) atuam como suporte imediato.

Estratégia de Gerenciamento de Risco Revelada

Os padrões observados indicam uma operação com alavancagem elevada — possivelmente 20x a 50x —, sujeita a flutuações intensas. Historicamente, a baleia enfrentou prejuízos flutuantes acima de US$ 10 milhões, mas ajustou posições para converter perdas em ganhos. O fechamento parcial exemplifica profit taking seletivo: trava lucros parciais (reduzindo exposição) enquanto preserva upside em uma visão de longo prazo.

Em termos técnicos, o RSI de 14 períodos no gráfico de 4 horas está em 45, neutro, com MACD mostrando leve convergência de baixa. Volume de derivativos reflete cautela, mas influxos em ETFs correlatos, como o SOL spot ETF com US$ 13,17 milhões semanais (liderados por Bitwise), sugerem apetite institucional por altcoins.

Níveis Chave a Monitorar

Para traders, níveis críticos incluem suporte em US$ 2.039 (mínima diária) e resistência em US$ 2.110 (ordem pendente da baleia). Uma quebra acima de US$ 2.150 poderia sinalizar retomada de momentum, alinhando com médias móveis de 200 períodos. Por outro lado, perda de US$ 2.000 ativaria pressões de liquidação em posições alavancadas.

Os dados on-chain enfatizam que movimentos de baleias atuam como indicadores de sentimento, mas volatilidade persiste. Investidores devem acompanhar volumes e ordens abertas para contextualizar impactos potenciais no preço.


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Investidor cartoon frustrado diante de exchange com cofre vazando moedas vermelhas e tela em pane, simbolizando prejuízo e bloqueio de saques na Coinbase

Coinbase: Prejuízo de US$ 667 milhões no Q4 e Pane Travam Saques

A Coinbase registrou prejuízo líquido de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo lucro de US$ 1,3 bilhão do ano anterior, devido a markdowns não realizados em seu portfólio de criptoativos. Paralelamente, em 12 de fevereiro de 2026, uma pane técnica bloqueou saques e negociações por 90 minutos, levantando questões sobre a robustez operacional da maior exchange dos EUA e a segurança dos fundos dos usuários.


Detalhes do Prejuízo no Q4 2025

Os dados do relatório trimestral mostram uma perda GAAP impulsionada por US$ 718 milhões em markdowns não realizados no portfólio de criptoativos da Coinbase, reflexo da queda de preços de Bitcoin e outros tokens no período. Adicionalmente, houve US$ 395 milhões em perdas em investimentos estratégicos, incluindo participação na Circle, emissora do USDC, que desvalorizou cerca de 40% no trimestre.

Apesar disso, os indicadores operacionais atingiram recordes: volume total de trading de US$ 5,2 trilhões (+156% YoY), participação de mercado em 6,4% (o dobro do ano anterior) e quase 1 milhão de assinantes pagos no Coinbase One. A receita total caiu 21,6% para US$ 1,78 bilhão, com receita de transações em US$ 983 milhões (-36% YoY). O EPS ajustado de US$ 0,66 ficou abaixo das expectativas de US$ 0,86 a 0,96. A empresa encerrou o ano com US$ 11,3 bilhões em caixa.

A Interrupção Técnica Recente

Na quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, às 10h07 (horário do Pacífico), a Coinbase enfrentou uma falha que impediu compras, vendas, saques e negociações em sua plataforma global. A interrupção durou até 11h26, totalizando cerca de 90 minutos, conforme status oficial. A empresa investigou e implementou correções às 10h49, garantindo que os fundos dos clientes permaneciam seguros durante o incidente.

Os dados mostram que problemas semelhantes expõem vulnerabilidades em infraestruturas de alto volume. Usuários relataram incapacidade de acessar ativos em momento crítico, reforçando o debate sobre custódia em terceiros versus autocustódia.

Implicações para Confiança e Competição

Os números indicam resiliência operacional em volume, mas sensibilidade a volatilidade de preços nos ativos próprios. O caixa robusto de US$ 11,3 bilhões mitiga riscos de curto prazo, enquanto diversificação para 12 produtos acima de US$ 100 milhões ARR sugere estratégia além de trading spot. Contudo, competição cresce: Hyperliquid processou US$ 2,6 trilhões em volume derivativos, quase o dobro dos US$ 1,4 trilhão da Coinbase no período analisado.

Para usuários, a pane destaca riscos de indisponibilidade. A Coinbase enfatiza segurança, mas eventos como esses e críticas a perdas evitáveis de US$ 350 milhões em 2025 questionam a maturidade operacional. Monitorar market share e estabilidade será essencial.

Níveis Operacionais a Observar

Os dados sugerem foco em diversificação: expansão na UE via MiCA, aquisições como Deribit e parcerias em derivativos e prediction markets. Indicadores chave incluem manutenção do market share acima de 6%, crescimento de assinaturas e controle de markdowns em quartos voláteis. Investidores devem acompanhar o próximo relatório para avaliar se o modelo ‘Everything Exchange’ compensa oscilações de cripto.


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Monolito dourado com 70K esculpido rompendo névoa vermelha densa, simbolizando alta do Bitcoin apesar de medo extremo no Fear & Greed

Bitcoin Rompe US$ 70 mil, Mas Medo Extremo Persiste

O Bitcoin recuperou a marca de US$ 70.000, registrando alta de cerca de 5% nas últimas 24 horas e atingindo US$ 70.250. A valorização ocorre após dados de inflação nos EUA mais frios que o esperado (CPI de 2,4% ao ano), impulsionando apetite por risco. No entanto, o índice Crypto Fear & Greed permanece em ‘extreme fear’, refletindo ansiedade persistente após US$ 8,7 bilhões em perdas realizadas na semana. Traders questionam se é dead cat bounce ou reversão genuína.


Contexto da Recuperação Técnica

Os dados mostram o Bitcoin saindo de mínimas próximas a US$ 60.000 no início do mês, com o preço atual em torno de US$ 70.000 após ganho de 4,8% a 5% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 364.949,60 (+1,31% em 24h). Volumes de negociação mais finos no fim de semana sustentam o rali, com exaustão de vendedores observada.

No Polymarket, a probabilidade de o Bitcoin atingir US$ 70.000 em fevereiro subiu para 71%, ante 62% uma semana antes. No entanto, resistência imediata fica em US$ 71.000, com próximo alvo em US$ 75.000 para confirmação de força. Suporte psicológico em US$ 70.000 foi testado e segurou.

Inflação Fria e Apetite por Risco

O CPI de janeiro nos EUA avançou 2,4% interanual, abaixo da previsão de 2,5%, elevando expectativas de cortes de juros. Plataformas como Kalshi precificam 26% de chance de redução de 25 bps em abril (de 19% anterior), enquanto Polymarket ajustou para 20% (de 13%). Taxas menores tornam ativos de risco como Bitcoin mais atrativos versus renda fixa.

O CoinDesk 20 index subiu 6,2% no período, confirmando correlação com o mercado tradicional. Contudo, a rotação de supply para mãos mais fortes pode demorar para estabilizar o mercado, conforme analistas da Bitwise.

Liquidações e Sinais de Capitulação

Semana passada registrou US$ 8,7 bilhões em perdas realizadas em Bitcoin, segundo Bitwise, o segundo maior volume desde o colapso da 3AC. Empresas com tesouraria em BTC acumularam prejuízos não realizados acima de US$ 21 bilhões (agora em US$ 16,9 bilhões). Isso sugere capitulação clássica, com supply migrando de holders fracos para convictos.

O short squeeze contribuiu para o rompimento, limpando posições vendidas em zonas de liquidez próximas a US$ 70.000. Apesar disso, volumes baixos indicam cautela. Níveis a monitorar: suporte em US$ 68.000-69.000 (média móvel 50-dias aproximada) e resistência em US$ 71.000.

Níveis Chave e Próximos Passos

Os dados indicam estabilização possível se o preço se firmar acima de US$ 70.000, mas o Fear & Greed em extremo medo (níveis de 2022 pós-FTX) sinaliza pressão vendedora latente. Traders devem observar volume spot e open interest em derivativos para confirmar direção.

Rotação para holders de longo prazo historicamente precede fases de consolidação, mas requer tempo. Indicadores on-chain mostram distribuição de supply, com foco em métricas como MVRV Z-Score para bottoms.


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Baleia trader cartoon puxando alavanca 25x gigante em direção montanha ETH prismática, simbolizando posição longa de alta alavancagem

Baleia Huang Licheng Abre Posição Longa de 2700 ETH com 25x Alavancagem

O trader Huang Licheng, conhecido como Machi Big Brother, adicionou uma posição longa de 2700 ETH com alavancagem de 25x há cerca de seis horas, conforme monitoramento do HyperInsight. A operação já acumula lucro flutuante de US$ 150 mil, sinalizando confiança agressiva no Ethereum. Os dados revelam um movimento de smart money em meio à valorização recente do ETH, cotado a aproximadamente R$ 10.885 (US$ 2.086). Isso levanta questões sobre riscos de liquidação em cenários de volatilidade.


Detalhes da Movimentação

A posição foi aberta por volta das 12:12 de hoje (14/02/2026), com o endereço associado a Huang Licheng optando por 25x de alavancagem em um contrato perpétuo de ETH. Com 2700 ETH expostos, o valor notional da operação gira em torno de US$ 5,63 milhões (R$ 29,4 milhões ao câmbio atual de R$ 5,22 por dólar). O lucro inicial de US$ 150 mil representa cerca de 66,6% de retorno sobre a margem alocada, calculada como aproximadamente US$ 225 mil (posição dividida pela alavancagem).

Huang Licheng é reconhecido por estratégias de alta alavancagem, frequentemente monitoradas por ferramentas on-chain como HyperInsight. Essa adição ocorre quando o ETH registra máxima diária de R$ 11.015 e mínima de R$ 10.679, com variação positiva de 1,36% nas últimas 24 horas.

Contexto Técnico do Ethereum

No gráfico diário, o ETH mantém-se acima da média móvel exponencial de 20 períodos (EMA20) em torno de US$ 2.050, confirmando viés de alta de curto prazo. O RSI (14) situa-se em 58, neutro, sem sinais de sobrecompra. Suportes relevantes incluem US$ 2.000 (nível psicológico e EMA50 semanal) e US$ 1.950 (baixa recente). Resistências a observar estão em US$ 2.150 (máxima de janeiro) e US$ 2.200 (extensão de Fibonacci 1.618 do último recuo).

Volume spot de ETH nas últimas 24 horas apoia a tendência, com aumento de 15% em relação à média semanal. Movimentações de baleias como essa podem atuar como catalisadores, mas os dados on-chain mostram distribuição mista: entradas líquidas de 12.500 ETH em exchanges, sugerindo potencial para realização de lucros.

Riscos da Alavancagem Elevada

Uma alavancagem de 25x amplifica ganhos, mas expõe a posição a liquidações rápidas. Uma queda de apenas 4% no preço do ETH (de US$ 2.086 para US$ 2.003) bastaria para zerar a margem, considerando custos de funding e slippage. Em cenários de volatilidade histórica do ETH (ATR diário de 5-7%), o risco de liquidation cascade é elevado, especialmente em horários de baixa liquidez.

Os dados indicam que posições semelhantes de Huang acumularam liquidações passadas em 2022 e 2024, totalizando perdas de US$ 10 milhões. Traders de varejo monitorando smart money devem considerar métricas como taxa de funding (atualmente positiva em 0,01% a cada 8h) e open interest em perpétuos, que subiu 8% hoje para US$ 12 bilhões.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para esta posição específica, níveis críticos incluem suporte em US$ 2.050 (rompimento abaixo ativa stop-loss implícito) e alvo em US$ 2.150 para dobrar o lucro atual. No agregado, o comportamento de baleias como Huang Licheng contribui para 22% do volume de perpétuos ETH, per Arkham Intelligence. Investidores devem observar o agregado de posições longas vs. curtas e fluxos de ETF ETH, que registraram entrada de US$ 45 milhões na semana.

Os números sugerem posicionamento agressivo, mas sem garantia direcional. Volumes e indicadores técnicos permanecem os melhores guias para decisões autônomas.


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Núcleo dourado Bitcoin comprimido por prismas vermelhos em vista isométrica, rachando com partículas cyan, sinalizando potencial short squeeze

Taxa de Funding do Bitcoin Atinge Mínima em 1 Ano: Short Squeeze?

A taxa de funding do Bitcoin na Binance atingiu um nível crítico, com a média móvel simples de 14 dias (SMA-14) caindo para -0.002, o mais baixo desde setembro de 2024. Esse dado, destacado pela plataforma CryptoQuant, indica excesso de posições vendidas no mercado de derivativos. Historicamente, tais mínimas precedem short squeezes, onde liquidações em cascata impulsionam o preço para cima. O Bitcoin reagiu com alta de mais de 5% nas últimas 24 horas, testando os US$ 69.000.


O Que é a Taxa de Funding?

A taxa de funding é um mecanismo nos contratos perpétuos de derivativos cripto que equilibra as posições longas e curtas, evitando desvios excessivos do preço spot. Calculada a cada 8 horas na Binance, ela representa a taxa periódica paga entre traders. Quando positiva, comprados pagam vendidos, sinalizando viés otimista. Valores negativos, como o atual, invertem o fluxo: vendidos remuneram comprados, refletindo pessimismo excessivo no mercado de futuros.

Os dados mostram que a SMA-14 filtra ruídos de curto prazo, oferecendo uma visão mais estável. Nesse caso, o indicador revela uma acumulação de apostas contra o Bitcoin, com vendidos pagando para manter posições em meio a uma tendência de queda semanal recente.

Nível Atual e Contexto Histórico

De acordo com a análise da CryptoQuant, a SMA-14 de -0.002 é o patamar mais negativo em mais de um ano. Gráficos on-chain confirmam que níveis profundamente negativos, sustentados por 14 dias, coincidem com fundos de tendências baixistas. Em eventos passados, essa configuração precedeu altas de curto prazo, impulsionados por reversões de preço que liquidam posições vendidas alavancadas.

Atualmente, o Bitcoin cotado em torno de US$ 69.000 mostra momentum de alta após o dado do CPI mais suave nos EUA, mas a taxa de funding sugere que o mercado ainda precifica risco descendente excessivo.

Implicações: Potencial Short Squeeze

Um short squeeze ocorre quando uma alta de preço força liquidações automáticas de posições vendidas, criando um ciclo virtuoso de compras. Com vendidos “superlotados”, um rebound modesto pode desencadear cascata de liquidações, atuando como combustível para novas máximas. Analistas observam que taxas negativas extremas funcionam como sinal contrário: o excesso de pessimismo frequentemente marca o ponto de virada.

No entanto, os dados não garantem direção; dependem de catalisadores como volume spot e open interest. Traders devem monitorar o agregado de funding em exchanges como Binance e Bybit para confirmação.

Cotação Atual e Níveis a Observar

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.192, com variação de +1,71% nas últimas 24 horas e volume de 150,57 BTC nas exchanges brasileiras. Em dólares, resiste em US$ 69.000, com suporte em US$ 64.000 e resistência em US$ 70.000.

Níveis chave a observar incluem o rompimento de US$ 70.000 para confirmação de força, ou recuo para US$ 64.000 se o squeeze não se materializar. A utilidade reside em integrar esse indicador com RSI, volume e MACD para decisões informadas.


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Prensa cartoon dourada esmagando traders shorts vermelhos com explosão cyan, ilustrando liquidações de US$ 189 mi no short squeeze do Bitcoin

Liquidações de US$ 189 Mi em 24h: Shorts Massacrados no BTC

Os dados mostram que nas últimas 24 horas, o mercado de criptomoedas registrou liquidações totais de US$ 189 milhões, com US$ 148 milhões em posições vendidas e US$ 40,85 milhões em compradas. Esse desequilíbrio, com predominância dos ursos massacrados, gerou um efeito cascata que impulsionou o Bitcoin para acima de US$ 70.000, transferindo capital dos alavancados para o mercado spot. O fenômeno ilustra como a alavancagem amplifica perdas em movimentos rápidos de preço.


Detalhamento das Liquidações por Posição

De acordo com a plataforma Coinglass, que compila dados em tempo real das principais exchanges, as posições vendidas responderam por cerca de 78% do volume total liquidado. Isso representa um short squeeze clássico, onde a liquidação forçada de vendas a descoberto força compras compulsórias, elevando o preço do ativo.

No período analisado até 15 de fevereiro de 2026, o total de US$ 189 milhões reflete alta volatilidade. Comparativamente, as posições compradas foram minoritárias, sugerindo que o mercado spot acumulou força compradora enquanto os traders alavancados em baixa sofreram perdas concentradas.

Os números exatos: US$ 148 milhões em vendidas liquidadas contra US$ 40,85 milhões em compradas, um ratio de aproximadamente 3,6:1. Essa assimetria reforça o momentum altista de curto prazo.

Mecanismo do Short Squeeze e Impacto no Preço

Quando posições vendidas altamente alavancadas são liquidadas, as exchanges executam ordens de compra para cobrir as margens deficitárias. Esse fluxo forçado de compras cria pressão ascendente no preço, atraindo mais liquidações em cascata. No caso do Bitcoin, o movimento levou a cotação de níveis inferiores para US$ 70.099 (bid atual).

Traders spot, sem alavancagem, beneficiam-se diretamente: o capital perdido pelos vendidos migra para holders de longo prazo via prêmio de preço. Os dados indicam que essa dinâmica ocorreu em um timeframe de 24 horas, com picos prováveis durante rompimentos de resistências técnicas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 366.818 no mercado brasileiro, com variação de +1,74% em 24h e volume de 149,74 BTC. Em dólares, o par BTC-USD confirma US$ 70.099, alinhado ao squeeze.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

O Bitcoin rompeu resistências em torno de US$ 68.000-69.000 nas últimas horas, com médias móveis de 50 períodos atuando como suporte dinâmico. Volumes de liquidação concentrados sugerem exaustão de vendedores alavancados, potencializando consolidação acima de US$ 70.000.

Próximos níveis a observar: suporte em US$ 69.000 (próxima liquidação longa) e resistência em US$ 71.500 (histórico recente). Indicadores como RSI mostram sobrecompra moderada (acima de 70), mas volume spot sustenta o viés atual.

No agregado, o evento reforça que alavancagem excessiva amplifica riscos: posições vendidas perderam para o spot em um movimento de 1,75% no BTC-USD.

Implicações para Traders e Mercado Spot

Para investidores spot, o massacre dos ursos representa influxo de liquidez sem custo adicional. Traders alavancados enfrentam reset de posições, reduzindo pressão vendedora futura. Os dados da Coinglass evidenciam que, em ciclos de alta, vendidos financiam a valorização.

Recomenda-se monitorar open interest e funding rates para sinais de reversão. Eventos como esse validam a estratégia de acumulação sem alavancagem em ativos como Bitcoin.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Prisma cristalino ETH rompendo barreira translúcida com explosão de luz cyan e dourada, simbolizando rally de 7,3% e recuperação técnica acima de US$ 2.100

Ethereum Salta 7,3% e Recupera US$ 2.100 em Reversão Técnica

O Ethereum subiu 7,3% em 24 horas, alcançando US$ 2.089,43 e recuperando o nível psicológico dos US$ 2.000. Esse movimento levou uma posição comprada de 105.000 ETH, avaliada em US$ 215 milhões, de prejuízo superior a US$ 10 milhões para lucro de mais de US$ 1 milhão. Os dados indicam possível reversão de momentum no curto prazo, impulsionada por volume técnico, embora a tendência anual permaneça baixista.


Reversão Técnica e Indicadores

Os dados mostram o preço do Ethereum superando a média móvel simples de 7 dias (SMA-7) em US$ 2.024,61, confirmando momentum alcista local. O volume diário atingiu US$ 18,55 bilhões, representando 7,36% da capitalização de mercado de US$ 252,17 bilhões — superior ao dia anterior, mas 40% abaixo da média de 30 dias (US$ 31,05 bilhões).

Essa relação volume/capitalização sugere entrada orgânica de compradores, sem indícios de manipulação. No gráfico diário, forma-se um higher low desde US$ 1.925, com rompimento da resistência em US$ 2.055. No timeframe de 4 horas, a EMA-12 cruza acima da EMA-26, sinalizando potencial continuação se o RSI se mantiver entre 55-60.

No Brasil, o ETH cotado a cerca de R$ 10.948 reflete a valorização, alinhada ao dólar em R$ 5,218.

Posições Compradas em Lucro

Uma baleia ligada à Matrixport abriu posição comprada de 105.000 ETH a US$ 2.048, totalizando US$ 215 milhões. Com a queda para US$ 1.901, acumulou perdas acima de US$ 10 milhões. A recuperação acima de US$ 2.000 inverteu o cenário, gerando lucro estimado em US$ 1 milhão.

Carteiras identificadas (0x6C85 e 0xa5B0) transferiram fundos via Bridgers para Hyperliquid, indicando estratégia de alavancagem. Esse movimento reflete melhora no sentimento, mas exige monitoramento de taxas de financiamento em derivados para sustentabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 367.039 (+1,64% em 24h), com volume de 152 BTC, contextualizando a alta correlacionada do ETH.

Níveis Chave e Tendência de Longo Prazo

A tendência maior permanece baixista: ETH está abaixo da SMA-30 (US$ 2.597) e SMA-50 (US$ 2.800), com queda de 36,28% em 30 dias e 57,77% desde o ATH de US$ 4.948. Resistências críticas em US$ 2.100 (SMA-15) e US$ 2.597; suportes em US$ 2.050 e US$ 1.925.

Para extensão do rali, volume deve superar US$ 20 bilhões e preço reclaimar US$ 2.100, mirando US$ 2.300-2.400. Perda do suporte em US$ 2.050 invalidaria o rebote, expondo a US$ 1.950.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem observar volume relativo, taxas de financiamento e TVL em DeFi para validação. Cenários: alcista (45%) para US$ 2.100-2.600 se volume repuntar; neutro (35%) em consolidação; baixista (20%) abaixo de US$ 1.950. Os dados sugerem cautela, priorizando stops abaixo de suportes chave.


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Investidor cartoon puxando estilingue monetário com Bitcoin esticada, simbolizando teste de paciência dos traders em meio à consolidação do mercado

Pompliano: ‘Estilingue Monetário’ Testa Paciência dos Investidores em Bitcoin

Anthony Pompliano, investidor e analista de criptomoedas, argumenta que o principal obstáculo atual do Bitcoin não é mais a inflação em queda, mas a paciência dos investidores. Com a inflação ao consumidor nos EUA em 2,4% em janeiro de 2026 (ante 2,7% em dezembro), o preço do BTC oscila próximo aos US$ 70.000, enquanto o Índice de Medo e Ganância marca medo extremo. Essa combinação testa a convicção em um ativo escasso em meio a um cenário macro de alívio inflacionário temporário.


Situação Atual: Inflação em Queda e Preços do BTC

Os dados mostram que a inflação ao consumidor recuou para 2,4% em janeiro, alterando a narrativa tradicional do Bitcoin como hedge primário contra desvalorização monetária. Segundo feeds de mercado, o BTC negociava próximo aos US$ 69.000 recentemente, com retração acentuada no último mês. Atualmente, o preço está em torno de US$ 70.211, equivalente a R$ 367.280 segundo o Cointrader Monitor, com variação de +1,85% nas últimas 24 horas e volume de 154 BTC no Brasil.

O dólar ao real opera em R$ 5,22, reforçando um ambiente de relativa estabilidade cambial. No entanto, o sentimento no mercado cripto reflete pessimismo, com o Fear & Greed Index em zona de medo extremo, um indicador que historicamente precede rebotes, mas também pode sinalizar correções mais profundas se a liquidez global persistir em contração.

A Tese do ‘Estilingue Monetário’ de Pompliano

Pompliano descreve o momento como um ‘monetary slingshot’: ações dos bancos centrais, como cortes de juros ou injeções de liquidez futuras, erodem o dólar de forma oculta inicialmente. Essa paciência forçada acumula energia para uma valorização parabólica posterior, quando a oferta limitada do BTC (21 milhões) colide com expansão monetária renovada.

Os números suportam a discrepância: inflação oficial melhorou, mas percepções cotidianas divergem, com analistas notando que dados oficiais subestimam pressões reais. O enfraquecimento recente do dólar contra moedas principais sugere sinais iniciais dessa dinâmica, embora não garanta alta imediata em criptoativos.

Indicadores Técnicos e Níveis a Monitorar

Do ponto de vista técnico, o BTC testa suportes em torno de US$ 68.000-69.000, conforme gráficos recentes, com resistência chave nos US$ 72.000. A média móvel de 50 dias atua como suporte dinâmico próximo a US$ 70.000, enquanto o RSI (14) indica sobrevenda em 30, alinhado ao medo extremo.

Volume spot reflete acumulação discreta por holders de longo prazo, contrastando com vendas de curto prazo. Níveis a observar incluem rompimento acima de US$ 71.500 para sinal de reversão, ou quebra abaixo de US$ 67.000 para extensão baixista. Esses padrões replicam ciclos passados onde medo extremo precedeu altas de 50-100%.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, com BTC a R$ 367.280 e dólar estável, investidores locais enfrentam o mesmo dilema: manter posições em meio a volatilidade ou aguardar catalisadores claros. O volume nas exchanges nacionais (154 BTC/24h) indica liquidez moderada, sugerindo que paciência pode recompensar se a tese de Pompliano se materializar.

Os dados enfatizam monitoramento contínuo: decisões de política monetária do Fed e evolução do sentimento serão decisivos. Estrategicamente, diversificação e gestão de risco permanecem essenciais em cenários incertos.


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Onda dourada e cyan rompendo barreira vermelha com 69K emergente, representando short squeeze bilionário impulsionado por CPI no Bitcoin

Short Squeeze de US$ 3,65 Bi: CPI Impulsiona BTC a US$ 69 Mil

Os dados de CPI dos EUA de janeiro, divulgados em 13 de fevereiro de 2026, mostraram desaceleração para 2,4% ao ano, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso desencadeou um short squeeze com liquidações de US$ 3,65 bilhões em posições vendidas, impulsionando o Bitcoin de US$ 66 mil para US$ 69.190 em poucas horas. Os dados indicam clusters de liquidez que podem amplificar movimentos futuros.


Desaceleração do CPI e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics revelaram um CPI geral de +2,4% anual e +0,2% mensal, com o core CPI (excluindo alimentos e energia) em +2,5% anual, o menor desde março de 2021. A queda foi puxada por gasolina em -7,5% anual, apesar de pressões em alimentos e moradia. Segundo o relatório completo, o mercado precificou maior chance de corte de juros pelo Fed em março, elevando o apetite por risco.

Bitcoin reagiu com alta de cerca de 4,8% em horas, testando resistências técnicas. O volume de negociações aumentou, mas o movimento foi dominado por liquidações forçadas, não apenas compras à vista. Ethereum subiu 7% para US$ 2.054 e Solana 10% para US$ 85, mostrando rotação para altcoins em rebounds de risco.

Análise das Liquidações: Short Squeeze em Detalhe

Plataformas como Coinglass registraram US$ 3,65 bilhões em liquidações totais, sendo US$ 1,83 bilhão em shorts de BTC. O cluster de posições vendidas entre US$ 69 mil e US$ 74 mil criou um vácuo de liquidez, acelerando a alta. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando preços sobem forçando coberturas compulsórias, gerando compras automáticas.

Os dados mostram que tais eventos representam escala histórica, comparável a top 3-5 em perdas realizadas recentes. No entanto, CryptoQuant indica saídas prévias de investidores em baixa, sugerindo capitulação parcial antes do squeeze.

Próximos Níveis de Liquidez pela Coinglass

De acordo com a análise da Coinglass, um rompimento acima de US$ 71 mil em exchanges centrais (CEX) liberaria US$ 8,83 bilhões em liquidações de shorts. Inversamente, queda abaixo de US$ 68 mil ativaria US$ 6,64 bilhões em longs. Esses ‘paredões’ de liquidez atuam como ímãs para preços, com intensidade relativa indicando reações potenciais mais violentas.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 367.421,35 (alta de 5,02% em 24h), equivalente a cerca de US$ 70.268 (USD-BRL R$ 5,22). Traders monitoram esses clusters para gerenciar exposição a volatilidade derivada.

Contexto de Sentimento e Riscos Estruturais

O Fear & Greed Index permaneceu em 9 (‘extreme fear’) por dois dias, apesar da alta, atuando como contrarian histórico: níveis baixos precederam rebounds de 300% em ciclos passados. ETF de BTC registraram saídas de US$ 690 milhões em fevereiro, com instituições em modo defensivo.

Riscos incluem outflows contínuos, hedges não liquidados e incertezas com tarifas de Trump. Os dados sugerem volatilidade movida por derivativos, recomendando cautela em alavancagem. Estrutura técnica aponta suporte em US$ 68k e resistência em US$ 71k.


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Balança digital desequilibrada com bloco '3.6B' afundando lado BTC e prisma '10M' elevando ETH, simbolizando saídas em ETFs Bitcoin vs influxos Ethereum

ETFs sob Pressão: Saída de US$ 3,6 Bi em BTC vs Influxo em ETH

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 3,6 bilhões na semana encerrada em 14 de fevereiro, segundo dados da Farside. Em contraste, os ETFs de Ethereum reportaram um influxo de US$ 10,26 milhões em 13 de fevereiro, interrompendo uma sequência de resgates. Essa divergência nos fluxos reflete diferenças no sentimento institucional, com o Bitcoin enfrentando pressão vendedora enquanto o Ethereum mostra sinais iniciais de recuperação. Os dados, consolidados até 13/02, destacam a volatilidade nos produtos regulados.


Saídas Massivas nos ETFs de Bitcoin

Os dados mostram que o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, liderou as saídas com US$ 2,348 bilhões em resgates. O Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) registrou saída de US$ 124,7 milhões, seguido por Bitwise (BITB) com US$ 29,8 milhões e ARK 21Shares (ARKB) com US$ 19,4 milhões. Outros produtos como BTCO, EZBC, BRRR, HODL e BTCW tiveram influxos menores, totalizando entradas líquidas modestas, mas insuficientes para compensar as perdas principais.

O Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) viu saída de US$ 77 milhões, enquanto o Grayscale BTC registrou influxo de US$ 110,1 milhões. No agregado, o saldo negativo de US$ 3,6 bilhões representa a maior saída semanal recente, alinhada a uma correção de preço do Bitcoin, que oscila em torno de US$ 70.000 (equivalente a R$ 366.244, segundo o Cointrader Monitor, com variação de +4,87% em 24h).

Esses fluxos indicam realização de lucros por instituições após a alta recente, com volumes diários elevados sinalizando ajustes de portfólio.

Recuperação Inicial nos ETFs de Ethereum

No dia 13 de fevereiro, os ETFs de spot Ethereum captaram US$ 10,26 milhões, revertendo dois dias de saídas totais de US$ 242,28 milhões. O Grayscale Mini ETH Trust liderou com US$ 14,51 milhões, seguido por VanEck ETHV (US$ 3 milhões) e Fidelity FETH (US$ 2,04 milhões). Apesar disso, o saldo semanal para Ethereum permanece negativo em US$ 161,15 milhões, com resgates expressivos em 11 e 12 de fevereiro (US$ 129,18 milhões e US$ 113,10 milhões, respectivamente).

O preço do ETH recuperou o suporte de US$ 2.000, negociado a US$ 2.089 (R$ 10.928), com alta de 5,96% em 24h. Semanas anteriores mostram saídas crescentes: US$ 165,82 milhões (semana até 06/02) e US$ 326,93 milhões (até 30/01), refletindo pressão contínua sobre altcoins.

Os inflows do dia 13 sugerem entrada seletiva de capital em níveis de suporte, mas o volume semanal indica cautela institucional.

Contraste Revela Sentimento Divergente

A disparidade nos fluxos — saída bilionária no BTC versus influxo modesto no ETH — aponta para rotação setorial ou ajuste de risco. Instituições parecem priorizar redução de exposição ao Bitcoin em topos de curto prazo, enquanto testam entradas no Ethereum em patamares descontados. Dados de volume mostram negociações de US$ 1,10 bilhão em ETH ETFs no dia 13, contra saídas dominantes no BTC.

No contexto macro, com Bitcoin em tendência de alta de longo prazo (+1,62% em 24h, US$ 70.006), mas ETH em queda de 37,5% em 30 dias, os fluxos reforçam a dominância do BTC. Grayscale products mostram resiliência relativa, sugerindo migração interna de trusts para ETFs.

Níveis Técnicos a Monitorar

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 68.700 (low 24h) e resistência em US$ 70.156 (high). Ethereum tem suporte crítico em US$ 2.000 e resistência em US$ 2.094. Fluxos de ETFs continuarão como proxy para sentimento institucional: inflows acima de US$ 50 mi/dia podem sinalizar reversão; outflows persistentes reforçam correção.

Os dados sugerem consolidação, com foco em volumes e médias móveis (BTC acima de 50-day SMA; ETH testando 200-day). Investidores devem acompanhar atualizações diárias da Farside e SoSoValue para calibração precisa.


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Neblina de alavancagem dissipando-se revelando prisma Ethereum luminoso com raios ascendentes, simbolizando redução de juros abertos e potencial de alta

Ethereum Limpa Alavancagem: Juros Abertos em Mínima de 3 Anos

Os juros abertos de Ethereum registraram queda superior a 80 milhões de ETH nos últimos 30 dias, atingindo a mínima em três anos conforme dados da CryptoQuant. Essa desalavancagem massiva em exchanges como Binance e Gate.io indica uma limpeza de posições fracas, reduzindo a fragilidade do mercado e o risco de cascatas de liquidações. Os dados sugerem um reset que pode estabilizar o preço em torno de US$ 2.090 (R$ 10.932), pavimentando caminho para recuperação.


Desalavancagem Massiva nos Derivativos

Os números revelam uma contração ampla nos juros abertos de futuros de ETH. Na Binance, o declínio atingiu cerca de 40 milhões de ETH (50% do total), seguido por Gate.io com mais de 20 milhões (25%), Bybit com 8,5 milhões e OKX com 6,8 milhões. Ao todo, as quatro principais plataformas somam 75 milhões de ETH a menos, com o restante distribuído em outros venues.

Essa redução reflete traders reduzindo exposição alavancada em meio à volatilidade, priorizando gerenciamento de risco. Historicamente, tais contrações ocorrem em fases de transição, limpando posições especulativas excessivas e diminuindo a probabilidade de liquidações forçadas abruptas.

Funding Rates em Extremos Negativos

As taxas de funding de futuros na Binance mergulharam para -0,006%, o menor nível desde dezembro de 2022, sinalizando pessimismo extremo entre posições vendidas. Taxas negativas prolongadas em suportes chave como US$ 2.000 frequentemente precedem short squeezes, onde o mercado liquida posições bearish tardias.

Os dados da CryptoQuant mostram que esse capitulation pode espelhar o fundo de 2022, criando condições para estabilidade relativa. Com ETH acumulando acima desse suporte psicológico — reforçado pela média móvel simples de 50 períodos no gráfico de 4 horas —, a base técnica ganha robustez.

Técnica: Breakout e Níveis Críticos

No gráfico de 4 horas, ETH rompeu uma cunha descendente com alvo projetado em US$ 2.150, calculado pela altura máxima da formação adicionada ao ponto de rompimento em US$ 1.950. Acima disso, a média móvel simples de 100 períodos em US$ 2.260 atua como resistência inicial, com potencial extensão a US$ 2.500 se o momentum se mantiver.

O heatmap de custo base da Glassnode indica suporte forte entre US$ 1.880–1.900, onde 1,3 milhão de ETH foram acumulados recentemente. Manter acima de US$ 2.000 é essencial para validar a recuperação semanal positiva, a primeira desde meados de janeiro.

Implicações para o Mercado

A limpeza de alavancagem reduz a sensibilidade a choques de liquidez, estabilizando condições para uma base de preço mais sólida. Atividade de rede em alta e inflows institucionais reforçam tailwinds, mas ETH permanece exposto a macroeconomia e sentimento geral de criptoativos. Traders devem monitorar volume, funding rates e o suporte em US$ 2.000 para sinais de continuação.


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Correntes vermelhas rompendo com explosão dourada e cyan, simbolizando short squeeze bilionário do Bitcoin após CPI baixa

Short Squeeze: Bitcoin Rompe US$ 69 mil Após CPI de 2,4%

O Bitcoin rompeu os US$ 69.000, atingindo máxima de US$ 69.280, impulsionado por um rali de alívio após o CPI dos EUA cair para 2,4%, abaixo da expectativa de 2,5%. Em menos de 24 horas, o ativo valorizou 5%, adicionando US$ 70 bilhões à capitalização de mercado. Dados da Coinglass indicam liquidações de US$ 1,52 bilhão em posições vendidas em apenas 4 horas, caracterizando um short squeeze clássico que limpou os ursos do mercado.


Mecânica do Short Squeeze Observada

Os dados da Coinglass mostram que, nas últimas 24 horas, o mercado cripto registrou US$ 3,39 bilhões em liquidações totais, com US$ 2,11 bilhões em shorts e US$ 1,27 bilhão em longs. Nas 4 horas críticas, o foco recaiu sobre as posições vendidas, com US$ 1,52 bilhão evaporados. Esse fenômeno ocorre quando o preço sobe rapidamente, forçando a liquidação automática de posições alavancadas em viés de baixa, criando um ciclo de compras forçadas que amplifica a alta.

No Bitcoin, as liquidações de shorts atingiram US$ 92 milhões em 4 horas, enquanto o Ethereum contribuiu com US$ 48 milhões, segundo métricas agregadas. Esse desequilíbrio reflete o posicionamento excessivo de ursos, que subestimaram o impacto macroeconômico positivo.

Desaceleração da Inflação como Catalisador

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) americano de janeiro registrou 2,4%, inferior à projeção de 2,5%, sinalizando desinflação. Esse dado aliviou pressões sobre o Federal Reserve, reforçando expectativas de cortes de juros sob a administração Trump. O Bitcoin, sensível a políticas monetárias frouxas, reagiu com uma recuperação de US$ 65.670 para US$ 69.405 em poucas horas.

O mercado cripto total subiu para US$ 2,42 trilhões, com ganhos entre 2% e 5% na maioria dos ativos principais. Bitcoin Cash liderou com alta de 8%. Apesar disso, o Crypto Fear & Greed Index permanece em 8 (medo extremo), indicando ceticismo sobre a durabilidade do movimento.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 360.021,89 (+4,88% em 24h), alinhado à tendência global.

Análise Técnica: Suportes e Resistências

O rali rompeu suportes chave em torno de US$ 66.000, que atuavam como resistência recente, e consolidou acima da média móvel de 50 períodos (US$ 67.500). O próximo teste será a resistência imediata em US$ 70.000, nível psicológico e histórico de máxima local.

Indicadores como RSI (próximo de 65) sugerem momentum altista moderado, sem sobrecompra. Volumes de negociação elevaram-se 30% acima da média, confirmando convicção compradora. No entanto, um recuo para testar o suporte em US$ 68.000 (ex-resistência) seria saudável para consolidação.

Sustentação da Alta: Níveis a Monitorar

Os dados on-chain da Coinglass revelam redução de 15% no interesse aberto de shorts perpétuos, aliviando pressão vendedora. Para sustentação, o preço deve manter acima de US$ 68.500. Uma quebra abaixo invalidaria o rali, apontando para US$ 65.000.

Investidores devem observar o volume sustentado e o próximo dado macro, como payroll, para validar se este é um ajuste técnico ou o início de tendência de alta mais ampla. A neutralidade dos números sugere cautela: o mercado permanece volátil.


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Executivo cartoon empilhando barras BTC em cofre forte enquanto gráficos caem ao fundo, simbolizando acúmulo de Bitcoin pela Coinbase apesar de prejuízos

Coinbase Acumula US$ 39 Milhões em Bitcoin Apesar de Prejuízo no Q4

A Coinbase registrou prejuízo líquido de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, equivalente a cerca de R$ 3,48 bilhões, apesar de receita de US$ 1,8 bilhão. Os dados mostram que, mesmo com a queda de 20% nas receitas e volumes menores, a exchange aumentou suas tenências de Bitcoin em US$ 39 milhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 360.240 (+4,95% em 24h).


Desempenho Financeiro do Trimestre

Os números divulgados indicam contração na receita de transações, principal fonte de renda da Coinbase. A receita total de US$ 1,8 bilhão ficou 20% abaixo do ano anterior e aquém das expectativas de analistas. O lucro non-GAAP por ação foi de US$ 0,66, 30% inferior às projeções de Wall Street.

No acumulado de 2025, o volume de negociação atingiu US$ 5,2 trilhões, alta de 156%, com participação de mercado global em 6,4%. Receitas de assinaturas e serviços somaram US$ 2,8 bilhões, crescimento de cinco vezes desde 2021. No Q4, porém, a volatilidade do mercado cripto, com Bitcoin caindo 47% de seu pico de US$ 126 mil, impactou os volumes.

A perda foi impulsionada por US$ 718 milhões em depreciações de ativos cripto e US$ 395 milhões em investimentos estratégicos, resultando em EBITDA ajustado de US$ 566 milhões.

Estratégia de Acumulação de Bitcoin

Os dados revelam que a Coinbase optou por reforçar sua posição em Bitcoin como ativo de tesouraria. As tenências corporativas cresceram em US$ 39 milhões no trimestre, via compras semanais, elevando o valor de mercado de cripto para investimento a US$ 2 bilhões em 31 de dezembro.

Essa abordagem demonstra skin in the game: exposição direta ao BTC, alinhando interesses da gestão com o ecossistema cripto. A empresa custodia 12% dos ativos digitais globais e gerencia 2,85 milhões de BTC para ETFs e clientes institucionais. Recursos totais disponíveis somam US$ 14,1 bilhões, incluindo US$ 11,3 bilhões em caixa.

No ano, 12 produtos geraram mais de US$ 100 milhões cada em receita anualizada, com foco em diversificação via stablecoins como USDC (US$ 1,35 bilhão em receitas).

Reação do Mercado e Ações COIN

As ações COIN caíram 7,9% na quinta-feira, fechando em US$ 146,94 (R$ 766 pelo dólar a R$ 5,22), com perda de 53,72% em seis meses. Analistas reagiram: Monness Crespi rebaixou para ‘venda’, JPMorgan cortou preço-alvo para US$ 290 (‘overweight’), H.C. Wainwright para US$ 350 (‘compra’).

Plataformas como Polymarket indicam 22% de chance de superação de expectativas no Q4. Volumes de trading spot caíram para US$ 56 bilhões (consumidor) e US$ 215 bilhões (institucional). O CEO Brian Armstrong vendeu US$ 101,6 milhões em ações em janeiro.

Implicações para Tesouraria Corporativa

A decisão de acumular Bitcoin em meio a perdas sugere convicção de longo prazo na valorização do ativo, apesar da correção de mercado. Os dados mostram dependência de volumes voláteis, mas diversificação em serviços (crescimento de 156% anual) mitiga riscos.

Níveis a observar para COIN: suporte em US$ 140; para BTC, recuperação acima de US$ 70.000. Para 2026, prioriza expansão do ‘Everything Exchange’, stablecoins e DeFi na Base. Recompras de ações somam US$ 1,7 bilhão, sinalizando liquidez.


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Executivo corporativo e baleia cartoon despejando BTC em funil de exchange negro, simbolizando movimentações de BlackRock e baleias com pressão vendedora

BlackRock e Baleia Movem US$ 800 milhões em BTC: Pressão Vendedora?

Dados on-chain da Arkham Intelligence revelam que a BlackRock transferiu 3.402 BTC (US$ 227 milhões) e 15.108 ETH (US$ 29,5 milhões) para a Coinbase, totalizando US$ 257 milhões. Paralelamente, uma baleia depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias, segundo a Lookonchain. Essas movimentações ocorrem antes de um possível shutdown parcial do governo dos EUA, gerando especulações sobre pressão vendedora institucional.


Movimentações da BlackRock para Coinbase

Os dados mostram que a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, enviou 3.402 BTC avaliados em US$ 227 milhões e 15.108 ETH por US$ 29,5 milhões diretamente para a Coinbase. Essa ação segue saídas de US$ 157,56 milhões do ETF IBIT (Bitcoin) e US$ 29 milhões do ETHA (Ethereum) no dia anterior. No agregado, os ETFs de BTC registraram saídas líquidas de US$ 410 milhões, enquanto os de ETH somaram US$ 113 milhões.

Transferências para exchanges centralizadas como a Coinbase frequentemente indicam intenção de venda ou hedge. O volume representa uma fração significativa das reservas, mas os números exatos das posições totais da BlackRock em cripto não são públicos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 360.193,54 (+4,92% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69.000 com dólar a R$ 5,22.

Depósitos Recorrentes da Baleia na Binance

A Lookonchain identificou uma baleia que depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias. Historicamente, cada depósito substancial dessa entidade coincide com quedas no preço do Bitcoin: o último, ocorrido ontem, precedeu uma queda de 3%, de US$ 69.000 para US$ 65.000 em minutos. Adicionalmente, mais 2.000 BTC foram transferidos recentemente.

Esses depósitos em exchanges são interpretados como sinais de distribuição. Grandes depósitos não são ruído aleatório, mas indicam estratégia coordenada, possivelmente de realização de lucros ou redução de exposição. O volume totaliza cerca de US$ 560 milhões, ampliando o escopo das movimentações institucionais observadas.

Contexto Macroeconômico: Shutdown e CPI

As transferências coincidem com o prazo final para aprovação de orçamento nos EUA, com risco de shutdown parcial do governo a partir de amanhã (14/02/2026). O último shutdown, iniciado em 31/01, marcou o início de uma correção do BTC de acima de US$ 80.000 para US$ 60.000. Hoje, os dados do CPI de janeiro são esperados, com projeções de inflação suave, mas surpresas altistas podem amplificar a volatilidade.

Outros fatores incluem vendas governamentais, como as do Butão (redução de 60% desde outubro), e previsões de baixa do Standard Chartered, que cortou o alvo de fim de ano para US$ 100.000 e alerta para US$ 50.000.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados on-chain sugerem aumento de oferta em exchanges, com potencial para testar suportes em US$ 65.000 (média móvel de 50 dias) e US$ 60.000 (fundo recente). Resistências em US$ 70.000 e US$ 80.000 permanecem distantes. Volumes dos ETFs e depósitos de baleias devem ser observados para confirmar direção.

Investidores institucionais como BlackRock e baleias anônimas movem mercados; esses fluxos indicam cautela em meio a riscos macro. Vale acompanhar plataformas como Arkham e Lookonchain para atualizações em tempo real.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Guardião bhutanês cartoon girando torneira em montanha-mine liberando fluxo de 100 BTC, simbolizando vendas cautelosas de tesouraria minerada

Butão no Lucro: Vende Mais 100 BTC na Terceira Semana

Os dados da Arkham Intelligence indicam que o Reino do Butão realizou mais uma venda de 100 Bitcoin, equivalente a aproximadamente US$ 6,7 milhões, marcando a terceira semana consecutiva de transferências. A transação, ocorrida há cerca de 16 horas, seguiu o padrão de depósitos estruturados para endereços ligados a merchants WBTC, sugerindo uma estratégia de realização gradual de lucros em vez de liquidação massiva. Apesar das vendas, o país mantém reservas significativas.


Situação Atual das Transferências

Os registros on-chain revelam um histórico consistente de movimentações. Na semana em curso, 100 BTC foram enviados de carteiras identificadas como pertencentes ao Royal Government of Bhutan para um endereço associado à QCP, uma plataforma de merchant WBTC. Anteriormente, lotes de 184 BTC e 100 BTC foram transferidos em semanas precedentes, totalizando vendas recorrentes.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.564,42 às 18h27 de 13 de fevereiro de 2026, com alta de 5,45% nas últimas 24 horas e volume de 253,7 BTC. Em dólares, o preço médio das vendas recentes gira em torno de US$ 67.000 por BTC, com o dólar a R$ 5,2178.

Essa periodicidade semanal aponta para uma gestão de tesouraria disciplinada, evitando impactos abruptos no mercado spot.

Estratégia de Dollar-Cost Selling

O padrão observado configura uma abordagem de dollar-cost selling, análoga ao dollar-cost averaging invertido. Em vez de compras graduais, o Butão realiza vendas fracionadas ao longo do tempo, mitigando riscos de volatilidade e capturando lucros em múltiplos níveis de preço. Os dados mostram depósitos repetidos sem correlação direta com picos ou vales intradiários, priorizando consistência.

Em setembro de 2025, o país já havia liquidado pelo menos US$ 100 milhões em BTC, conforme reportado anteriormente pela Arkham. Essa tática permite realizar ganhos acumulados de mining sem expor o tesouro soberano a drawdowns prolongados, comum em holders institucionais.

Atualmente, com o BTC negociando próximo a US$ 69.000, as vendas ocorrem em patamares elevados em relação aos custos de mineração histórica do Butão, estimados abaixo de US$ 40.000 por BTC pré-halving.

Contexto do Mining e Reservas Soberanas

As reservas de Bitcoin do Butão derivam principalmente de operações de mining estatal. O país expandiu capacidade em parceria com a Bitdeer Technologies, visando até 600 megawatts. No entanto, os influxos on-chain de mining desaceleraram pós-halving de abril de 2024, que reduziu block rewards pela metade, elevando a pressão sobre margens de rentabilidade.

Essa redução no fluxo de novos BTC minerados pode explicar a necessidade de liquidez via vendas de reservas acumuladas. Apesar das transferências recentes, o saldo remanescente é de aproximadamente 5.600 BTC, avaliados em US$ 372 milhões, posicionando o Butão entre os principais holders soberanos globais.

Níveis a observar incluem suportes em US$ 65.000-67.000, onde volumes de venda poderiam intensificar se o mining não se recuperar.

Implicações para o Mercado

Embora as transferências não confirmem vendas imediatas no spot — podendo envolver wraps para WBTC —, depósitos recorrentes a exchanges sinalizam preparação para liquidez. Traders monitoram se o ritmo semanal persiste, potencialmente adicionando pressão vendedora em um mercado com inflows de ETFs e acumulação institucional.

Os dados sugerem que o Butão prioriza preservação de capital sobre HODL irrestrito, adaptando-se a dinâmicas pós-halving. Investidores devem acompanhar dashboards da Arkham para atualizações em tempo real sobre fluxos soberanos.


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Prisma Ethereum hexagonal com vazamentos vermelhos ancorados por raízes baleia, simbolizando saídas de ETFs e retirada de ETH de exchanges

Ethereum Sob Pressão: Saídas de ETFs nos EUA Somam US$ 242 Milhões em 48h

Os ETFs de Ethereum nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 113,1 milhões na quarta-feira (12/02/2026), marcando o segundo dia consecutivo de fluxos negativos, totalizando cerca de US$ 242 milhões em 48 horas, segundo dados da Farside Investors. Em contraste, os dados agregados indicam 330 mil ETH retirados de exchanges de varejo, sugerindo acumulação por carteiras privadas em meio à pressão institucional. Essa dicotomia impacta diretamente a liquidez disponível do Ether no mercado.


Fluxos Detalhados dos ETFs

Os dados da Farside Investors revelam que, em 11 de fevereiro, os ETFs spot de Ethereum tiveram outflow de US$ 129,1 milhões, com Grayscale ETHE liderando as saídas em US$ 11,5 milhões e Fidelity FETH em US$ 67,1 milhões. No dia seguinte, 12 de fevereiro, o total foi de US$ 113,1 milhões, distribuídos entre BlackRock ETHA (US$ 29 milhões), Fidelity (US$ 43,5 milhões) e Grayscale (US$ 13,4 milhões e US$ 18,1 milhões em ETH).

Desde o lançamento, os inflows acumulados somam US$ 11,667 milhões, mas a sequência recente de saídas sinaliza redução no apetite institucional. Grayscale continua com outflows persistentes devido à sua taxa elevada de 2,5%, enquanto emissores como Bitwise e 21Shares mostram variações menores.

Contraste com Retiradas de Exchanges

Enquanto os ETFs enfrentam saídas, o mercado spot registra retiradas recordes de exchanges centralizadas, com cerca de 330 mil ETH movidos para carteiras privadas nas últimas 48 horas, conforme dados agregados. Isso equivale a aproximadamente US$ 647 milhões ao preço atual de US$ 1.959 por ETH (cotação de 13/02 às 06:28).

No Brasil, o Ether está cotado a R$ 10.218,76, com variação diária de -0,30%. Essa movimentação sugere que investidores de varejo e baleias estão acumulando ETH off-exchange, reduzindo a oferta líquida em plataformas de trading e potencialmente contrabalançando a pressão vendedora institucional.

Implicações para a Liquidez do Ether

Os dados mostram uma dinâmica bifurcada: instituições reduzem exposição via ETFs, possivelmente realocando para outros ativos ou ajustando portfólios em meio à volatilidade. Paralelamente, a acumulação em carteiras frias indica confiança no valor de longo prazo do Ethereum, especialmente com o ecossistema de staking e atualizações de rede pendentes nos ETFs.

A liquidez circulante diminui com as retiradas de CEX, o que pode amplificar movimentos de preço em cenários de baixa liquidez. Indicadores on-chain confirmam redução no saldo de exchanges, com volume 24h em queda. Traders devem monitorar níveis de suporte em US$ 1.926 (mínima diária) e resistência em US$ 1.963 (máxima).

Níveis Técnicos a Observar

Em termos técnicos, o ETH/USD opera abaixo da média móvel de 50 dias (~US$ 2.100), com RSI em zona neutra (52). Volumes de outflow dos ETFs coincidem com consolidação lateral, mas o contraste com acumulação privada sugere possível estabilização. Investidores institucionais representam ~40% dos fluxos totais, per Farside, reforçando o peso dessas movimentações.

Os próximos dias serão cruciais para definir se as saídas de ETFs prevalecem ou se a acumulação varejista impulsiona recuperação. Dados diários da Farside e métricas on-chain devem ser acompanhados de perto.


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Monolito dourado de Bitcoin com fissura vermelha escorrendo perdas, simbolizando capitulação on-chain após 3 anos

Bitcoin em Capitulação: Sinal de Baixa Após 3 Anos

O Realized Cap Impulse de longo prazo do Bitcoin virou negativo pela primeira vez em três anos, sinalizando contração no crescimento estrutural da rede. Esse indicador, ausente desde 2021, historicamente precede correções prolongadas ou mercados de baixa. Com o BTC negociado acima de US$ 66.000 após queda de 30% no mês, os dados da Glassnode e CryptoQuant reforçam a capitulação em curso, com US$ 2,3 bilhões em perdas realizadas — maior evento desde o crash de 2021.


Indicadores On-Chain Acendem Alerta de Baixa

Os dados mostram que o Realized Cap Impulse (Long-Term) monitora influxos de capital de longo prazo na rede Bitcoin. Uma leitura negativa indica que novos capitais não absorvem a oferta disponível, gerando pressão descendente. Alphractal destacou que, em ciclos passados, esse sinal precedeu quedas significativas, como em 2021. Paralelamente, o fluxo de novos investidores virou negativo, sem renovação de liquidez durante correções — padrão inicial de viés de baixa.

O MVRV Adaptive Z-Score (365 dias) da CryptoQuant atingiu -2,66, confirmando zona de capitulação. O Indicador de Ciclo Alta-Baixa ainda não alcançou extremos, sugerindo espaço para mais downside antes de estabilização.

Capitulação Registra Perdas Recordes

A média de sete dias de perdas realizadas líquidas chegou a US$ 2,3 bilhões, segundo IT Tech no CryptoQuant, rivalizando o crash de 2021 e colapsos de Luna/FTX. Detentores de curto prazo venderam em prejuízo durante a descida de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro. O preço realizado está em US$ 55.000, com bottoms históricos 24-30% abaixo desse nível.

Detentores de longo prazo (LTH) reduziram posições em 245.000 BTC em 6 de fevereiro, taxa média de 170.000 BTC/dia desde então, per Glassnode. O Realized Profit/Loss Ratio caminha para abaixo de 1, alinhado a capitulações amplas.

Debate Sobre o Fundo: US$ 40 Mil ou Deep Value?

Traders divergem: CryptoQuant vê potencial sideways em US$ 55.000 antes de recuperação, mas analistas como Tony Research preveem bottom em US$ 40-50 mil no Q4 2026, seguindo retração Fibonacci 0,618 (~US$ 57.000). Checkmatey, ex-Glassnode, classifica US$ 60.000 como deep value, com odds acima de 50% de low já formado, mas alerta para revisitas via time pain.

Baleias acumulam, com saídas de exchanges em 3,2% (média 30 dias), ecoando H1 2022 — recuperação demorou até 2023.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

Suportes chave: US$ 55.000 (realized price), US$ 60.000 (deep value), US$ 40.000 (Fibonacci extremo). Resistências: US$ 80.000 (True Market Mean/ETF basis). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.744,70 (-0,55% em 24h, volume 327 BTC).

Os dados sugerem monitoramento de LTH net change e Z-Score para sinais de estabilização, sem viés direcional.


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Baleias digitais emergindo de abismo expelindo fluxos dourados de BTC em superfície turbulenta cyan, alertando volatilidade on-chain no Bitcoin

Baleias se movem: Depósito de US$ 727 mi na Binance alerta volatilidade

Os dados on-chain mostram uma baleia depositando 10.735 BTC, equivalentes a US$ 727 milhões, na Binance nos últimos três dias, incluindo 2.535 BTC há duas horas. Em contraste, a exchange registrou uma saída de US$ 1,28 bilhão em Bitcoin, equivalente a cerca de 19.162 BTC. Esse movimento contraditório pode sinalizar reestruturação de liquidez e maior volatilidade no mercado de BTC, atualmente cotado próximo de US$ 67.000.


Detalhes dos Depósitos da Baleia

De acordo com monitoramento do The Data Nerd, a entidade identificada como 3NVeX realizou depósitos cumulativos de 10.735 BTC na Binance entre 10 e 13 de fevereiro de 2026. O último movimento, de 2.535 BTC (US$ 168 milhões), ocorreu há duas horas da publicação original. Esses inflows elevados, com picos acima de 12.000 BTC em eventos recentes, coincidem com a correção do Bitcoin de US$ 95.000 para níveis atuais em torno de US$ 67.000.

Os dados indicam uma concentração de supply na exchange, expandindo o inventário disponível para trading. Médias mensais de inflows subiram para 2.900-3.000 BTC no final de 2025, refletindo posicionamento sob pressão de preço. Tal padrão historicamente precede execuções de venda, com volume taker negativo confirmando distribuição ativa no mercado spot e derivativos.

Saídas Massivas Reduzem Saldos da Exchange

Paralelamente, os saldos de Bitcoin na Binance caíram de aproximadamente 1,23 milhão para 1,21 milhão de BTC, impulsionados por saídas de 19.162 BTC (US$ 1,28 bilhão). Esse outflow acelerou após eventos de desconfiança em outubro de 2025, com investidores priorizando custódia em cold wallets. O movimento reflete aversão a risco, não realização de lucros, apertando a liquidez de venda na exchange.

Embora os inflows de baleias tenham aumentado a oferta disponível, as retiradas institucionais e de holders grandes mitigaram impactos imediatos de downside. No entanto, a combinação expõe fragilidades: supply concentrado em poucas mãos e redução gradual de inventário on-exchange.

Implicações para Volatilidade e Níveis Técnicos

Os dados mostram transição de inflows passivos para pressão de venda agressiva, alinhada a drawdowns mais acentuados em 2026. Volumes taker negativos intensos marcam capitulação, enquanto outflows para storage frio oferecem suporte de longo prazo via redução de sell-side overhang. Indicadores como net volume taker e exchange balances sugerem volatilidade elevada, com BTC testando suportes em US$ 62.000-65.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.964,63, com variação de -0,25% em 24 horas e volume de 329,71 BTC. No mercado global, BTC-USD em US$ 67.080 (Dólar a R$ 5,218). Traders devem monitorar inflows contínuos acima de 5.000 BTC e outflows sustentados para avaliar direção de curto prazo.


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