Personagens cartoon negociando: empresário ambicioso com stablecoin USD1 e regulador cético em balcão bancário, simbolizando pedido de charter WLFI Trump

WLFI de Trump Busca Charter Bancário para USD1 Stablecoin

A World Liberty Financial (WLFI), plataforma cripto ligada à família Trump, protocolou pedido de charter bancário nacional junto ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC). A iniciativa visa emitir, custodiar e resgatar a stablecoin USD1, avaliada em US$ 3,4 bilhões, sob supervisão federal. Trump vira banqueiro de stablecoin: oportunidade ou risco geopolítico? O movimento ocorre em meio a críticas por conflitos de interesse, mas sinaliza aceleração regulatória pró-cripto sob a administração Trump.


Detalhes da Solicitação ao OCC

A subsidiária WLTC Holdings LLC enviou o pedido esta semana, conforme reportado pelo CoinDesk. Se aprovado, o banco de confiança nacional permitiria operações integradas: emissão gratuita de USD1, conversão de outras stablecoins e custódia para instituições como exchanges e market makers. Zach Witkoff, futuro presidente, destaca uso crescente em pagamentos transfronteiriços e tesouraria. USD1, lançada em 2025, cresceu mais rápido que qualquer stablecoin histórica, impulsionada por investimentos como US$ 2 bilhões na Binance.

O charter é raro para criptoempresas: apenas Anchorage Digital obteve um antes; Circle, Ripple e Paxos receberam aprovações condicionais em dezembro. Isso reflete guinada regulatória sob Trump, com OCC sob Jonathan Gould favorecendo integração cripto-TradFi.

Contexto Político e Regulatório Global

Como correspondente global, vejo o pedido no epicentro geopolítico: administração Trump impulsiona regulação pró-cripto via GENIUS Act, contrastando com era Biden. Família Trump, listada como cofundadores, elevou patrimônio em bilhões via cripto, incluindo perdão a CZ da Binance. Estrutura evita conflitos, alegam, com interesses não votantes e sem controle operacional. No entanto, democratas questionam influência política em aprovações OCC.

Globalmente, acelera adoção: USD1 em pagamentos internacionais reduz dependência de USDT/USDC chineses/americanos tradicionais. Brasil monitora, pois charters federais podem inspirar regulação local via CVM/Bacen, impulsionando stablecoins em remessas LATAM.

Riscos, Implicações e Próximos Passos

Riscos incluem escrutínio por conflitos de interesse: Trump como ‘co-founder emeritus’ e laços com Binance levantam suspeitas sistêmicas. Charter limita empréstimos/depósitos, focando custódia, mas críticos veem risco moral hazard via conexões políticas.

Implicações: full-stack sob OCC acelera expansão USD1 para RWAs (oil/gas tokenizados em janeiro/2026). Prazo indefinido, mas aprovações recentes sugerem viabilidade. Investidores globais devem vigiar: sucesso legitima cripto como infraestrutura financeira, mas falha expõe fragilidades políticas. Monitore OCC e Congresso para market structure bills.


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Executivos cartoon de banco tradicional e tech apertando mãos sobre âncora stablecoin luminosa, simbolizando investimento da Barclays em Ubyx

Barclays Faz Primeiro Investimento em Stablecoin com Ubyx

O Barclays, um dos maiores bancos do mundo e instituição financeira sistemicamente importante, anunciou seu primeiro investimento em uma empresa relacionada a stablecoins, adquirindo uma participação na Ubyx, plataforma americana de clearing e settlement de ativos digitais regulados. A movimentação, divulgada nesta quarta-feira (7), reflete a crescente integração entre o sistema financeiro tradicional e as finanças tokenizadas, especialmente nos EUA, onde regulações como a GENIUS Act pavimentam o caminho para adoção institucional. Para investidores brasileiros, isso sinaliza uma corrida de Wall Street e bancos europeus atrás da infraestrutura cripto.


Detalhes da Ubyx e Sua Plataforma

A Ubyx, fundada em março de 2025 pelo veterano de pagamentos Tony McLaughlin — ex-Citi com mais de 20 anos de experiência —, desenvolve uma rede global de aceitação para stablecoins reguladas e depósitos tokenizados. Sua plataforma resolve o problema de interoperabilidade “many-to-many”, conectando emissores como Ripple, Paxos, AllUnity e Eurodollar a bancos e fintechs. Isso permite resgates universais, depositando stablecoins de múltiplas blockchains diretamente em contas bancárias tradicionais, visando status de “equivalente a dinheiro vivo” para esses ativos.

Segundo autoridades do Barclays, a tecnologia da Ubyx é pivotal para conectar instituições reguladas em um ecossistema de tokens, blockchains e carteiras digitais. O investimento não divulgou valores, mas alinha-se à estratégia do banco de explorar novas formas de dinheiro digital dentro do perímetro regulatório.

Histórico de Funding e Parceiros da Ubyx

Em junho de 2025, a Ubyx captou US$ 10 milhões em rodada seed liderada por Galaxy Ventures (braço de Michael Novogratz) e Coinbase Ventures, com participação de Founders Fund, VanEck e Paxos, conforme reportado em fontes internacionais. Esse capital impulsionou o desenvolvimento da plataforma, que agora ganha tração com o endosso de um gigante como o Barclays. McLaughlin, autodenominado “maximalista de dinheiro tokenizado”, prevê um mundo onde toda firma regulada oferece carteiras digitais ao lado de contas bancárias tradicionais.

A infraestrutura de stablecoins da Ubyx surge em momento de expansão do setor, com bancos globais testando soluções para pagamentos tokenizados e liquidação mais rápida.

Estratégia do Barclays e Contexto Regulatório Global

O Barclays, sediado no Reino Unido, historicamente cauteloso com cripto — bloqueando compras via cartões de crédito desde junho de 2025 devido à volatilidade —, agora avança em blockchain desde 2018 com patentes e parcerias como Coinbase. Participou de pilotos como o UK Regulated Liability Network para depósitos tokenizados e explora stablecoins atreladas a moedas G7 com Goldman Sachs e UBS.

No contexto regulatório americano, pós-GENIUS Act, e com o Reino Unido finalizando regras para stablecoins em novembro de 2025 (incluindo limites para holdings), o investimento reflete uma mudança pragmática. Autoridades britânicas e consultores veem isso como passo para integrar dinheiro digital em frameworks regulados, fortalecendo infraestrutura de settlement.

Implicações para Investidores e Mercado Global

Para o investidor que monitora ações bancárias, essa jogada do Barclays indica aceleração na tokenização de serviços financeiros. Bancos tradicionais, pressionados pela concorrência de fintechs cripto-nativas, investem em clearing para capturar volume de transações em stablecoins, projetado para crescer com adoção corporativa. No Brasil, onde stablecoins ganham tração para remessas e hedge, decisões em Londres e Nova York moldam o ecossistema global, potencializando parcerias transfronteiriças e reduzindo fricções em pagamentos internacionais. Vale acompanhar como isso impacta valuations de bancos e startups de infraestrutura.


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Senadores cartoon debatendo lei cripto com símbolos DeFi e stablecoins sobre mesa, relógio ao fundo simbolizando votação iminente no Senado dos EUA

Senado dos EUA marca voto cripto para próxima semana e risco de adiamento cresce

O Comitê de Agricultura do Senado dos EUA seguirá o painel bancário em uma votação crucial sobre regulamentação de criptomoedas na próxima semana, conforme autoridades americanas. Liderado pelo senador Tim Scott, o Comitê Bancário marca a sessão para 15 de janeiro, apesar de divergências bipartidárias sobre ética, DeFi e stablecoins. A decisão pode definir o futuro do mercado ou adiar regras claras até 2027, em meio a eleições de meio de mandato e avanços regulatórios globais como o MiCA europeu. Investidores monitoram o impacto em ativos digitais.


Comitês em Sequência e Cronograma Acelerado

O presidente da Comissão Bancária do Senado, Tim Scott, anunciou que o comitê votará o projeto de lei de estrutura de mercado de cripto na quinta-feira, 15 de janeiro. A legislação, negociada por meses entre democratas e republicanos pró-cripto, busca dividir a supervisão entre a SEC e a CFTC, classificando ativos como securities ou commodities. Grupos do setor investiram milhões para apoio bipartidário, mas prazos iniciais — julho, outubro e fim de 2025 — foram perdidos devido à complexidade.

Em seguida, o Comitê de Agricultura deve analisar o texto, ampliando o escrutínio. Scott defendeu a urgência em entrevista ao Breitbart, afirmando que “é hora de registrar posições”. No entanto, analistas questionam se há quórum para avanço ao plenário, exigindo 60 votos contra filibuster.

Divergências Políticas e Questões Pendentes

O anúncio de Scott ocorre após reunião com a Casa Branca e negociadores, revelando uma “oferta final” republicana. Itens não resolvidos incluem regras de ética para conflitos de interesse envolvendo o presidente e Congresso, restrições a rendimentos de stablecoins — visadas pelo setor bancário —, quórum bipartidário em reguladores e proteção legal para DeFi.

Democratas resistem a salvaguardas amplas para softwares descentralizados, citando riscos de lavagem de dinheiro e evasão de sanções. Lobistas cripto como Scott Johnsson, da Van Buren Capital, alertam que votar sem consenso pode enterrar o projeto. A proximidade das eleições de meio de mandato em 2026 adiciona pressão partidária, com democratas relutantes em entregar vitória alinhada ao governo Trump.

Impacto Global e Riscos para Investidores

O projeto enfrenta teste decisivo enquanto a Europa implementa o MiCA e os Emirados Árabes oferecem clareza regulatória. Empresas como Coinbase advertem que atrasos fazem os EUA cederem terreno competitivo, afetando inovação e adoção. Para investidores brasileiros, uma aprovação traria estabilidade a ETFs de Bitcoin e fluxos globais, mas adiamento prolonga incerteza, elevando volatilidade.

Decisões em Washington ecoam em Brasília e Bruxelas: regulação americana influencia políticas latino-americanas e europeias. O texto incorpora elementos da Câmara, como a Lei de Certeza Regulatória da Blockchain, mas pendências em códigos como 18 USC 1960 (transmissores de dinheiro) geram tensão entre inovação e segurança nacional.

O Que Monitorar Agora

A votação de 15 de janeiro no Comitê Bancário será pivotal: aprovação leva ao plenário; rejeição, ao limbo até 2027. Analistas da TD Cowen preveem obstáculos crescentes em ano eleitoral. Investidores devem acompanhar atualizações de comitês e reações do mercado, pois clareza regulatória molda o status quo global de cripto. Movimentos como esses reforçam Bitcoin e altcoins como ferramentas geopolíticas em um mundo fragmentado.


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Executivos fintech cartoon migrando de estátua B3 rachada para horizonte Nasdaq dourado, representando IPO do PicPay na bolsa americana

PicPay mira Nasdaq com IPO de US$ 500 milhões: Fuga da B3?

O banco digital PicPay protocolou pedido de IPO na Nasdaq, visando captar até US$ 500 milhões. Controlada pela J&F, a fintech registra lucros crescentes e 66 milhões de clientes, mas opta pela bolsa americana em meio à crise da B3, que acumula quatro anos sem novos IPOs. A decisão reflete juros altos no Brasil e atrativos de Wall Street para empresas emergentes.


Desempenho Financeiro Robusto

A segunda tentativa do PicPay no mercado americano vem respaldada por números sólidos. Nos nove primeiros meses de 2025, a empresa reportou lucro líquido de R$ 313,8 milhões, alta de 82% ante os R$ 172 milhões de 2024. A receita totalizou R$ 7,26 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,78 bilhões do período anterior, impulsionada pelo crescimento de clientes ativos de 37,5 milhões para 42,1 milhões.

Com uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões e inadimplência acima de 90 dias em 6,2%, o PicPay demonstra maturidade operacional. A gestora Bicycle, de Marcelo Claure, comprometeu US$ 75 milhões, sinalizando confiança de investidores globais. Os recursos do IPO financiarão expansão, tecnologia e novos produtos como seguros e investimentos.

Crise no Mercado de Capitais Brasileiro

A B3 enfrenta seu pior momento em décadas, sem registrar IPOs desde agosto de 2021. A taxa Selic em 15% ao ano — maior desde 2006 — direciona capitais para renda fixa segura, enquanto incertezas fiscais agravam o cenário. O número de empresas listadas caiu de 385 em 2022 para 335 atualmente, com OPAs de gigantes como JBS e EDP Brasil fechando capital.

Esse vácuo contrasta com a vitalidade de mercados emergentes como Índia e México, onde reformas atraem listagens. No Brasil, políticas monetárias restritivas limitam o apetite por risco, forçando fintechs a buscar alternativas internacionais para maximizar valuation e liquidez.

Vantagens da Nasdaq e Precedentes

Wall Street oferece múltiplos mais elevados e acesso a investidores institucionais globais, essenciais para escala. Fintechs brasileiras como Nubank, Stone, XP Inc., Pátria e Inter já trilharam esse caminho com sucesso, negociando sob tickers como NU e XP. O PicPay adotará PICS, com bancos como Citigroup e Bank of America coordenando a oferta prevista para janeiro.

Globalmente, regulações mais amigáveis nos EUA — apesar de escrutínio da SEC — facilitam captações em comparação a burocracias locais. Essa tendência reflete uma migração de valor de economias emergentes para centros financeiros consolidados, similar a movimentos asiáticos pós-2020.

Debate sobre o Futuro das Fintechs Brasileiras

A escolha do PicPay reacende o debate: é fuga de talentos ou estratégia pragmática? Para investidores brasileiros, significa perda de oportunidades locais, mas exposição indireta via ADR. Autoridades da B3 e CVM precisam abordar juros altos e incentivos fiscais para reter empresas. Enquanto isso, o sucesso do IPO pode incentivar mais saídas, consolidando os EUA como hub para inovação latina.

Monitorar o calendário da SEC e roadshows a partir de 20 de janeiro será crucial para avaliar o apetite do mercado.


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Executivos cartoon ocidental e asiático apertando mãos liberando onda XRP ascendente, simbolizando captação de US$ 500 mi da Ripple e alta de 20%

Ripple Capta US$ 500 Milhões sem IPO: XRP Dispara 20% na Ásia

A Ripple descartou planos de IPO após captar US$ 500 milhões em novembro de 2025, a um valuation de US$ 40 bilhões. A empresa, segundo sua presidente Monica Long, prefere permanecer privada para financiar expansão global, com foco na Ásia. No Japão, parcerias com bancos como Mizuho e SMBC impulsionam o tokenized securities no XRPL, enquanto Singapura concede licença especial. O XRP subiu 20%, batendo US$ 2,25 e ganhando o título de “negociação mais quente do ano” pela CNBC.


Financiamento Estratégico e Aquisições

A rodada de financiamento incluiu investidores como Fortress Investment Group e Citadel Securities, além de fundos cripto nativos. Monica Long destacou em entrevista à Bloomberg que o balanço patrimonial permite crescimento sem acesso público a capital. Os termos foram “muito favoráveis” à Ripple, com proteções para investidores como direito de recompra de ações.

Em 2025, a empresa realizou quatro aquisições totalizando quase US$ 4 bilhões: Hidden Road (prime brokerage multi-ativo), Rail (pagamentos stablecoin), GTreasury (gestão tesouraria) e Palisade (custódia e wallet). Essas movimentações visam posicionar a Ripple como provedora completa de infraestrutura digital para empresas, centrada no stablecoin RLUSD. O volume de pagamentos da Ripple Payments superou US$ 95 bilhões até novembro.

Expansão Geopolítica na Ásia

Desafios regulatórios nos EUA levaram a Ripple a priorizar mercados asiáticos. No Japão, colaborações com Mizuho Bank, SMBC Nikko e Securitize Japan avançam tokenized securities e real-world assets (RWAs) no XRP Ledger (XRPL). Autoridades locais veem o blockchain como ferramenta para eficiência financeira em um cenário de envelhecimento populacional e dívida pública elevada.

Em Singapura, a Monetary Authority (MAS) concedeu licença especial para serviços adicionais. Expansões semelhantes ocorrem nos Emirados Árabes, Tailândia e outros. Com mais de 70 licenças globais, a Ripple adota abordagem “compliance first”, conectando regulação local a tendências como stablecoins e tokenização, essenciais para adoção institucional na região.

Impacto no XRP e ETFs

O XRP reagiu com alta de 20% na semana, impulsionado por inflows em ETFs spot como Canary Capital, Bitwise e Franklin Templeton, totalizando US$ 1,25 bilhão. A CNBC destacou o interesse de “big money”, com reservas em exchanges em queda e vendas de whales.

Embora WisdomTree tenha retirado seu S-1, o ecossistema XRP ganha tração. Analistas comparam o momento atual a picos de 2017 e 2024, mas reguladores asiáticos monitoram de perto para evitar bolhas.

Implicações para Investidores Globais

A estratégia privada da Ripple evita escrutínio público, permitindo agilidade em aquisições e expansão. Para brasileiros, isso significa monitoramento de como decisões em Tóquio e Singapura afetam o XRP em exchanges locais. A tokenização de ativos reais na Ásia pode elevar liquidez global, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar integrações das aquisições e volumes de RLUSD.


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Balança regulatória com burocrata brasileiro aprovando Drex e coreano congelando contas cripto, investidor equilibrando no centro

BC prioriza Drex e tokenização; Coreia planeja congelamento de contas cripto

O Banco Central do Brasil definiu Drex e tokenização de ativos reais como pilares da estratégia para 2026-2029, formando a terceira grande infraestrutura digital pública ao lado de Pix e Open Finance. Em paralelo, autoridades sul-coreanas avaliam o congelamento prévio de contas cripto suspeitas de manipulação de mercado. Movimentações indicam aceleração global na integração regulatória de ativos digitais.


Estratégia Brasileira: Drex e Tokenização em Foco

Segundo Rogério Lucca, secretário executivo do BC, o Drex só alcançará pleno potencial com um ecossistema robusto de tokens lastreados em ativos reais, enquanto a tokenização depende de um ambiente institucional seguro. Essa convergência promete modernizar o mercado de capitais, estendendo a eficiência do Pix para transações de ativos financeiros.

A integração com Open Finance permitirá maior concorrência e acesso a dados, com o Drex atuando como camada de liquidação. O BC planeja também conectar títulos públicos brasileiros ao mercado internacional e atualizar regimes de resolução financeira, facilitando influxo de investidores globais. No entanto, o projeto Drex enfrenta desafios tecnológicos, com a blockchain inicial considerada inadequada, embora a autarquia insista em avançar.

Para combater fraudes crescentes em 2025, o BC intensificará supervisão sobre Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs), elevando exigências de capital mínimo e monitorando provedores de infraestrutura bancária.

Coreia do Sul: Medidas Drásticas Contra Manipulação

A Financial Services Commission (FSC) sul-coreana discute um sistema de suspensão de pagamentos similar ao usado no mercado de ações, permitindo congelar contas cripto antes que suspeitos de manipulação — como front-running ou wash trading — lavem ganhos ilícitos. Atualmente, mandados judiciais atrasam ações, facilitando ocultação de fundos em wallets privadas.

Essa proposta integra a segunda fase da legislação cripto local, após foco inicial em proteção ao usuário. Emendas à Capital Markets Act, efetivas desde abril de 2025, já permitem freezes em ações por práticas abusivas. Autoridades argumentam que o dinamismo das cripto exige ferramentas preventivas mais ágeis.

Outras iniciativas incluem buscas em cold wallets pela National Tax Service e responsabilidade bancária para exchanges em casos de hacks.

Implicações para Investidores Locais e Globais

Para o investidor brasileiro, a agenda do BC sugere um sistema financeiro mais integrado e eficiente, mas com maior escrutínio regulatório, impactando exchanges e custodiantes de cripto. PSAVs precisarão de maior robustez, potencialmente elevando custos operacionais e barreiras de entrada.

Na perspectiva global, a Coreia exemplifica tendência asiática de alinhar criptoativos a padrões de securities markets, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar como essas regras afetam liquidez e inovação: proteção contra manipulação fortalece confiança, mas freezes preemptivos podem gerar preocupações com privacidade e acesso rápido a fundos.

Enquanto o Brasil avança em CBDCs e tokenização, a Ásia reforça enforcement, moldando um ecossistema cripto mais maduro, mas regulado. Vale acompanhar atualizações do BC e FSC para ajustes em estratégias de portfólio.


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Balança cartoon com dragão chinês esmagando RWA e cowboy EUA liberando hacker Bitfinex, ilustrando contrastes regulatórios globais

China Proíbe RWA enquanto Hacker da Bitfinex Sai Livre nos EUA

Enquanto autoridades chinesas declaram a tokenização de ativos reais (RWA) uma atividade financeira ilegal, nos Estados Unidos o hacker responsável pelo roubo de US$ 11 bilhões em Bitcoin da Bitfinex celebra sua libertação antecipada, atribuindo-a à legislação assinada por Donald Trump. Essa contradição regulatória destaca a geopolítica cripto em 2026, com Pequim fechando portas e Washington sinalizando abertura em meio a políticas reformistas prisionais. Investidores globais monitoram como essas decisões moldam fluxos de capital e inovação em blockchain.


China Fecha Portas para Tokenização de RWA

Sete associações financeiras chinesas, incluindo a China Internet Finance Association e a China Banking Association, emitiram um comunicado conjunto classificando a tokenização de RWA como ilegal sob a lei local. A medida abrange emissão de tokens representando ativos reais, como imóveis ou títulos, equiparando-os a atividades de alto risco fraudulentas, ao lado de stablecoins e mineração de cripto.

O aviso estende responsabilidade a projetos offshore com equipe ou provedores no continente chinês, desmantelando ecossistemas Web3 domésticos. Autoridades enfatizam ausência de aprovação regulatória, citando violações à lei criminal e de valores mobiliários, como captação ilegal de recursos e oferta pública não autorizada. Isso contrasta com Singapura, líder global em adoção de RWA em 2025.

A proibição ocorre em meio ao digital yuan, com novo centro em Xangai para pagamentos cross-border, bloqueando gigantes como Ant Group de emitirem stablecoins em Hong Kong para preservar monopólio estatal.

Alcance da Proibição e Riscos Identificados

A declaração destaca riscos como ativos fictícios, falhas operacionais e especulação, negando narrativas de ‘ancoragem em ativos reais’ ou ‘conformidade offshore’. Provedores de serviços — de desenvolvedores a influenciadores — enfrentam accountability se souberem ou devessem saber de envolvimento com cripto.

Corretoras em Hong Kong são pressionadas a cessar operações de RWA. O padrão ‘saber ou dever saber’ presume culpa objetiva, invalidando modelos comuns de empresas offshore com staff chinês. Isso efetivamente encerra a cadeia de serviços Web3 no país, após fraudes disfarçadas de RWA.

Para investidores brasileiros, essa rigidez reforça a centralização chinesa em CBDCs, desviando inovação para jurisdições mais amigáveis como EUA e Europa.

Libertação Antecipada do Hacker da Bitfinex

Ilya Lichtenstein, condenado a cinco anos por roubar 119.000 BTC da Bitfinex em 2016 — valor atualizado para cerca de US$ 11 bilhões —, foi transferido para prisão domiciliar logo após o Ano Novo. Ele credita a soltura à First Step Act de Trump, que permite reduções de pena por bom comportamento e alternativas para certos condenados.

Sua esposa, Heather Morgan, também liberada cedo, agradeceu publicamente a Trump. Os fundos, recuperados pelo governo americano, exploraram vulnerabilidades da exchange. Um porta-voz da Casa Branca confirmou a transição legal, sem detalhes sobre comutação presidencial.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 495.164 nesta quarta-feira (07/01), com variação de -2,34% em 24h.

Contrastes Geopolíticos e Implicações Globais

A dualidade China-EUA exemplifica a fragmentação regulatória: Pequim prioriza controle financeiro via yuan digital, enquanto políticas americanas sob Trump facilitam reinserção de atores cripto controversos. Isso pode atrair talentos e capitais para os EUA, acelerando adoção de stablecoins e RWA em jurisdições ocidentais.

Para o mercado global, decisões chinesas limitam exposição asiática a riscos, mas impulsionam migração para plataformas em Singapura ou Dubai. Investidores devem observar como sanções e reformas prisionais influenciam confiança em blockchains permissionados versus permissionless.

No Brasil, onde regulação avança via CVM e BC, esses eventos reforçam a necessidade de equilíbrio entre inovação e estabilidade financeira.


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