Holder cartoon recebendo pilha de cash com selo 0% de juros enquanto segura BTC e ETH intactas, ilustrando lançamento de empréstimos da Nexo

Nexo Lança Empréstimos a 0% de Juros para BTC e ETH

A Nexo anunciou o lançamento do Zero-interest Credit, um produto que permite a holders de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) obterem empréstimos com 0% de juros e sem taxas. Ideal para quem quer liquidez sem vender ativos, o serviço usa os criptoativos como colateral em termos fixos, eliminando risco de liquidação prematura. Disponível em jurisdições permitidas, expande opções de CeFi para maximizar stacks sem custos extras. Anúncio feito em 8 de janeiro de 2026.


O Que é o Zero-Interest Credit da Nexo

O Zero-interest Credit (ZiC) é uma linha de crédito expandida da Nexo, focada em empréstimos fixos para detentores de BTC e ETH. Anteriormente restrito a canais privados e OTC — onde gerou mais de US$ 140 milhões em empréstimos em 2025 —, agora acessível a usuários comuns. A plataforma, fundada em 2018 e atuante em 150 jurisdições, reentrou nos EUA em abril de 2025 após acordo com a SEC.

Trata-se de uma solução CeFi híbrida, combinando simplicidade centralizada com proteção contra volatilidade. Holders escolhem o valor e duração do empréstimo antecipadamente, com condições de repagamento definidas no início, permitindo planejamento preciso sem surpresas.

Como Funciona Tecnicamente

No processo, o usuário deposita BTC ou ETH como colateral e recebe liquidez em stablecoins ou outros ativos. Os termos fixos garantem sem liquidação antes do vencimento, diferentemente de empréstimos variáveis comuns em plataformas como Aave ou Compound. Ao fim do período, repague com stablecoins ou devolva o colateral, dependendo das condições de mercado. Há opção de renovação com novos termos.

A CPO da Nexo, Elitsa Taskova, destacou: “Oferece liquidez custo-eficiente, clara e livre de incertezas de liquidação”. Isso é possível graças à estrutura overcollateralized, onde o colateral excede o valor emprestado, mitigando riscos para a plataforma. Para brasileiros, verifique conformidade regulatória local antes de usar.

Benefícios Práticos para Holders Brasileiros

Imagine manter seu BTC rendendo yields em staking ou savings da Nexo (até 8-12% APY em alguns produtos), enquanto usa como colateral para empréstimos 0% APR. Sem vender, você acessa capital para despesas, investimentos ou trading sem tributação imediata sobre ganhos de capital — comum no Brasil com IR sobre vendas de cripto.

No contexto de recuperação do lending cripto em 2025, com TVL DeFi crescendo de US$ 48 bilhões para pico de US$ 92 bilhões, produtos como esse democratizam acesso a liquidez. Holders evitam sell-offs forçados em bear markets, maximizando HODL estratégias.

Riscos, Limites e Considerações

Apesar dos atrativos, há limites: valores e durações dependem do colateral disponível e elegibilidade por jurisdição — nem todos os países suportam crypto-backed lending. Riscos incluem volatilidade: se o colateral cair muito até o vencimento, repagamento em stablecoins pode ser oneroso. Não há fees iniciais, mas spreads implícitos ou custos de stablecoins aplicam-se.

Monitore LTV (loan-to-value) implícito e regulamentos da CVM/BC no Brasil. Plataformas CeFi como Nexo tiveram lições pós-FTX/Celsius, adotando modelos conservadores. Sempre DYOR: teste com valores pequenos e diversifique colaterais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede isométrica Superchain direcionando 50% dos fluxos de receita dourados para nó OP central pulsante, simbolizando proposta de buyback

Optimism Propõe Buyback de OP com 50% da Receita Superchain

A Optimism Foundation propôs alocar 50% da receita do Superchain para recompras mensais do token OP, em um piloto de 12 meses. A iniciativa visa alinhar o valor do ativo à atividade da rede layer-2, transformando o OP de um simples token de governança em algo diretamente ligado ao crescimento on-chain. O Superchain, que domina 61,4% do market share de fees L2, gerou 5.868 ETH nos últimos 12 meses. A votação ocorre em 22 de janeiro de 2026.


Detalhes da Proposta de Buyback

A proposta de buyback de OP direciona metade da receita mensal do Superchain para aquisições sistemáticas do token no mercado aberto. Os OP recomprados retornarão ao tesouro coletivo, sob controle da governança, para possíveis queimas, recompensas de staking ou incentivos futuros. Isso cria uma demanda recorrente baseada na performance da rede, evitando diluição e promovendo sustentabilidade.

No último ano, a receita totalizou cerca de 5.868 ETH (aproximadamente US$ 18 milhões ao câmbio atual), proveniente de sequenciadores das chains do ecossistema. Metade disso poderia ser convertida em buybacks mensais, limitando impactos no mercado por execuções graduais. A governança manterá parâmetros como volume e timing, garantindo flexibilidade técnica.

Essa mecânica on-chain representa um avanço em tokenomics DeFi, onde holders se beneficiam diretamente do TVL e volume transacional crescentes.

O Ecossistema Superchain Explicado

O Superchain da Optimism é uma rede interconectada de layer-2s construídas com o OP Stack open-source, incluindo OP Mainnet, Base (da Coinbase), Unichain, World Chain, Ink e Soneium. Lançado em fevereiro de 2023, ele processa 13% de todas as transações crypto e captura mais de 60% das fees L2.

A receita vem de uma fração das fees de sequenciadores, compartilhada via acordos contratuais. Essa estrutura permite escalabilidade Ethereum sem comprometer segurança, com bridges nativos e coordenação compartilhada de provas de fraude. Para experts, o Superchain otimiza shared sequencing e rotação de sequenciadores, reduzindo custos e latência.

Com adoção crescente — Base sozinha domina DeFi em volume cross-chain —, o Superchain solidifica o OP como ativo fundamental para o ecossistema L2.

Impacto no Preço do OP e Governança

O token OP, atualmente em torno de US$ 0,31, sofreu queda de 83% em 2025 e 93% desde o ATH de 2024. Buybacks recorrentes podem criar suporte de preço ao absorver oferta, especialmente em bear markets, enquanto sinalizam confiança na tração on-chain. Holders ganham alavancagem direta sobre métricas como TVL (atualmente bilhões) e volume diário.

Na governança DeFi, isso expande o utilitário do OP além de votos, potencialmente para segurança de infraestrutura compartilhada e coordenação de sequenciadores. O piloto de 12 meses permite testes sem compromisso permanente, com oversight comunitário via fórum Optimism Governance.

Analistas veem isso como mecanismo sustentável, alinhando incentivos entre builders, usuários e holders em um modelo flywheel de crescimento.

Próximos Passos e Oportunidades

Discussões estão no fórum de governança, com community call em 12 de janeiro e votação em 22 de janeiro. Se aprovada, buybacks iniciam em fevereiro de 2026. Holders de OP podem delegar votos ou participar diretamente para influenciar o futuro do token.

Essa proposta reforça a maturidade da Optimism como hub L2, oferecendo value accrual real. Monitore métricas como receita Superchain no Dune Analytics para projeções de impacto.


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Estrutura isométrica Ethereum com blobs cyan expandidos conectando Layer 2 via fluxos verdes, simbolizando upgrade Fusaka e redução de fees em DeFi

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs para Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target para 14 e o limite máximo para 21 blobs. Essa mudança, implementada na rede principal nesta semana, prepara o terreno para o upgrade Fusaka, o próximo passo na evolução da blockchain após o Dencun. Para usuários de DeFi e holders, isso significa transações mais baratas e rápidas em soluções Layer 2, beneficiando ecossistemas como rollups.


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como grandes caminhões que transportam dados temporários na rede Ethereum. Introduzidos no upgrade Dencun de março de 2024, eles substituem chamadas caras ao Layer 1 para dados de Layer 2, como transações em rollups otimistas ou zk-rollups. Antes, esses dados ocupavam espaço permanente no blockchain, elevando custos. Agora, blobs são dados "descartáveis" após um período, liberando espaço e reduzindo fees.

A capacidade inicial era limitada: target de 3 blobs por bloco (cerca de 384 KB) e máximo de 6 (768 KB). Com a demanda crescente de DeFi e dApps, a rede saturava, forçando usuários a pagar mais. Essa atualização responde a essa pressão, aumentando a eficiência geral.

Preparação para o Upgrade Fusaka

O Fusaka é o codinome do próximo hard fork, sucedendo Pectra (previsto para o 1º trimestre de 2026). Ele visa refinar ainda mais o modelo de dados, com propostas como EIP-7691, que eleva permanentemente esses limites. A mudança recente é um ajuste prévio, testado em redes de simulação como Hoodi, para evitar gargalos no mainnet.

Desenvolvedores do Ethereum Foundation monitoram métricas on-chain: desde Dencun, fees em L2 caíram até 90% em alguns casos. Com mais blobs, espera-se continuidade dessa tendência, tornando ETH mais competitivo contra rivais como Solana em throughput e custo.

Impactos para DeFi e Holders de ETH

Para protocolos DeFi em rollups como Arbitrum e Optimism, mais blobs significam mais dados processados por bloco, reduzindo latência e custos operacionais. Holders se beneficiam indiretamente: maior adoção em L2 impulsiona demanda por ETH como gas token no settlement layer.

Analogia simples: pense na rede como uma rodovia. Blobs extras são faixas adicionais para carpool de dados L2, aliviando o tráfego principal. Resultado? Viagens (transações) mais fluidas e econômicas, atraindo mais usuários e volume para o ecossistema Ethereum.

Próximos Passos e Monitoramento

Embora o ajuste seja bem-vindo, a comunidade observa riscos como centralização se poucos validadores dominarem produção de blobs. Ferramentas como beaconcha.in mostram uso atual próximo do limite anterior, justificando a expansão. Fusaka deve trazer otimizações adicionais, como melhorias em verifier efficiency.

Vale monitorar: se o target de 14 estabilizar sem congestionamentos, 2026 pode ser o ano de maturidade para scaling Ethereum.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Estrutura hexagonal translucida expandindo blobs de dados com fluxos cyan estaveis, simbolizando upgrade Fusaka para escalabilidade Ethereum em DeFi

Ethereum Eleva Capacidade de Blobs para Upgrade Fusaka

A atualização recente no Ethereum elevou a capacidade de blobs por bloco, passando o alvo de 10 para 14 e o limite máximo de 15 para 21. Essa mudança, implementada na segunda fork BPO (Blob Parameters Only), prepara a rede para o upgrade Fusaka, melhorando a escalabilidade sem grandes reformulações. Para usuários de DeFi e holders de ETH, isso significa transações mais baratas e rápidas em layer-2s, continuando os ganhos pós-Dencun.


O Que São Blobs e Por Que Eles Importam?

Imagine os blobs como pacotes compactos de dados que as layer-2s (L2s), como Arbitrum, Optimism e Base, enviam para a camada principal do Ethereum. Ao contrário de dados calldata tradicionais, que ocupam espaço caro no bloco principal, os blobs são armazenados temporariamente (cerca de 18 dias) e acessíveis apenas para verificação de segurança, reduzindo drasticamente os custos.

Introduzidos no upgrade Dencun em março de 2024, os blobs já cortaram fees de L2s em até 90%. Antes, postar dados de transações custava caro; agora, com mais espaço, as L2s processam milhares de transações off-chain e publicam apenas resumos baratos. Essa expansão gradual da capacidade evita congestionamentos e mantém fees estáveis, mesmo com crescente adoção de DeFi e NFTs.

Atualmente, o uso de blobs está abaixo da capacidade, dando folga à rede. Mas com o crescimento de rollups zk (como zkSync e Starknet), essa margem é essencial para evitar picos de custo.

Preparando o Terreno para Fusaka

O Fusaka é o próximo grande upgrade do Ethereum, focado em escalabilidade via PeerDAS (Peer Data Availability Sampling), permitindo que nós armazenem menos dados completos enquanto verificam a rede inteira. As forks BPO, como essa de 8 de janeiro de 2026, são ajustes paramétricos para testar e otimizar blobs antes do lançamento principal.

Essa estratégia de “tuning gradual” difere de upgrades passados como The Merge ou Dencun, que envolviam mudanças radicais. Em vez de um big bang, o Ethereum itera com forks menores, garantindo estabilidade. Vitalik Buterin destacou recentemente essa fase, onde melhorias em data availability e zkEVMs impulsionarão throughput sem comprometer descentralização.

Com blobs em alta demanda, mas uso controlado, a rede tem headroom significativo. Isso escala preemptivamente o Ethereum antes de pressões reais de congestionamento.

Benefícios para DeFi, Holders e Usuários Brasileiros

Para o ecossistema DeFi, mais blobs significam custos previsíveis em protocolos como Uniswap L2 ou Aave. Holders de ETH ganham com o ETH mais eficiente como “combustível” da rede, potencializando valor via maior utilidade. No Brasil, onde exchanges como Binance e Mercado Bitcoin adotam L2s, isso reduz slippage e atrai mais liquidez local.

Pós-Dencun, fees caíram de dólares para centavos por transação em L2s. Fusaka pode multiplicar isso por até 8x a capacidade atual de blobs, beneficiando traders brasileiros em voláteis mercados cripto.

Vale monitorar: se demanda explodir, fees podem subir temporariamente, mas ajustes contínuos como esse mantêm equilíbrio.


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Balança isométrica equilibrando cofre poupança tradicional e estruturas DeFi de staking e lending, simbolizando yields cripto rivais e estáveis

Crédito Cripto Rivaliza com Poupança Tradicional

O mercado de crédito cripto está se maturizando rapidamente, com yields comprimidos pela liquidez profunda e arbitragem eficiente, assemelhando-se a contas de poupança tradicionais. De acordo com relatório da Flowdesk, o staking de ETH estabilizou em torno de 2,5%, enquanto o lending de USDC segue padrões de fundos de mercado monetário. Essa convergência DeFi-CeFi oferece aos investidores retornos mais previsíveis e menos voláteis, em meio a recordes de demanda e TVL crescente.


Evolução do Staking de ETH

O staking de Ethereum exemplifica essa transformação. Apesar do TVL aproximando-se de US$ 30 bilhões, os yields caíram para 2,5%, longe dos picos de dois dígitos de ciclos anteriores. Essa compressão resulta de maior participação em mercados on-chain, derivativos e trades de basis em futuros, que reduziram a volatilidade geral.

Os dados da DefiLlama mostram que a eficiência arbitrável e influxo de liquidez transformaram o staking de oportunidade especulativa em infraestrutura estável. Para o investidor brasileiro, isso significa yields comparáveis a CDBs conservadores, com a vantagem da acessibilidade via carteiras DeFi.

Dinâmica no Lending de Stablecoins

No lending de stablecoins como USDC, a demanda por empréstimos atingiu recordes em 2025, mas o supply abundante manteve as taxas baixas e estáveis. A Flowdesk destaca que esse equilíbrio entre oferta e procura suprimiu volatilidades, tornando o produto similar a money market funds.

Essa estabilidade é crucial em DeFi, onde anteriormente flutuações eram comuns. Agora, com mais participantes, incluindo instituições tradicionais, os retornos mid-single-digit rivalizam com poupanças em dólares, protegendo contra inflação sem o risco de desvalorização cambial.

Crédito Garantido por Bitcoin

O crédito lastreado em Bitcoin reflete o mesmo padrão. A liquidez do BTC atraiu lenders tradicionais, padronizando o que era um bespoke trade. Com mais concorrência, margens encolheram, LTVs apertaram e excess returns sumiram, configurando um mercado maduro.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 484.188 (-1,9% em 24h), reforçando seu papel como colateral premium em um ecossistema mais líquido.

Implicações e Próximos Passos

Com yields vanilla eficientes, o alpha futuro virá de produtos complexos como crédito bespoke, colaterais altcoin ou estruturas híbridas CeDeFi. Essa maturidade beneficia o leitor comum, que ganha acesso a yields seguros sem exposição excessiva a volatilidade.

Vale monitorar TVL em protocolos como Aave e Compound, além de relatórios on-chain para identificar oportunidades em nichos emergentes. A convergência DeFi-CeFi sinaliza adoção institucional plena.


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Estrutura isométrica Ethereum com blocos de blobs expandidos conectados a rollups L2, simbolizando otimização de scaling pré-Fusaka

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs Pré-Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target de 10 para 14 e o limite máximo de blobs de 15 para 21. Essa mudança, implementada via um fork específico para parâmetros de blobs, prepara a rede para o upgrade Fusaka, estabilizando taxas em rollups e tornando transações em Layer 2 (L2) mais previsíveis e potencialmente mais baratas. ETH mais acessível: Fusaka acelera?


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como “pacotes de bagagem” que as soluções Layer 2 enviam para o Ethereum principal. Ao contrário dos calldatas tradicionais, que são caros e permanentes, os blobs são dados temporários (disponíveis por apenas 18 dias) usados por rollups para publicar provas de transações off-chain. Plataformas como Arbitrum, Optimism, Base, Mantle, zkSync Era, StarkNet e Scroll dependem deles para manter custos baixos enquanto herdam a segurança do Ethereum.

Essa estrutura, introduzida no Dencun (março de 2024), revolucionou o scaling. Antes, rollups competiam por espaço caro no bloco principal; agora, blobs oferecem um “mercado de dados” dedicado, mais eficiente. Com o uso atual ainda abaixo da capacidade — mesmo com crescimento de atividade em L2s —, o ajuste é preventivo, evitando picos de fees como visto em períodos de alta demanda.

Impacto da Mudança nas Taxas L2

O novo target de 14 blobs por bloco (cerca de 360 KB de dados) e máximo de 21 (540 KB) amplia o espaço disponível em 40% no alvo e 40% no pico. Isso significa mais “respiro” para rollups, reduzindo a escassez que causa spikes nas taxas. Usuários de L2s, que processam milhares de transações diárias a frações de centavo, ganham estabilidade: imagine uma rodovia com mais faixas, onde o tráfego flui sem engarrafamentos repentinos.

Desenvolvedores e traders em DeFi veem benefício direto: custos operacionais menores incentivam mais dApps e liquidez. Dados on-chain confirmam que a demanda por blobs cresce, mas não satura o sistema, posicionando o Ethereum para absorver o boom esperado com Fusaka.

Roadmap Ethereum: Ajustes Graduais para Fusaka

Essa é a segunda atualização só para blobs, refletindo a estratégia de Vitalik Buterin: evoluir via “tuning fino” em disponibilidade de dados, em vez de forks massivos. Fusaka, o próximo grande upgrade, deve integrar avanços como data availability sampling (DAS) e melhorias em zkEVM, elevando a largura de banda sem comprometer descentralização.

Transição de “escalabilidade em grandes saltos” para iterações contínuas permite previsibilidade. Para o ecossistema brasileiro, isso reforça o Ethereum como base sólida para bridges e L2s locais, com transações mais baratas atraindo devs e usuários em reais via exchanges como Binance.

O Que Esperar Agora?

Com headroom ampliado, o foco vira monitorar adoção: se rollups saturarem os novos limites, mais ajustes virão. Investidores devem observar métricas como uso de blobs e fees médias em L2s. Essa preparação para Fusaka sinaliza maturidade: Ethereum não só escala, mas o faz de forma sustentável, beneficiando todos os participantes da rede.


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Estrutura isométrica DeFi com nüleo BTC conectado a staking e lending, tubo de energia injetando capital da a16z para yields em holders

Babylon Capta US$ 15 Milhões da a16z para Lending e Staking BTC

O protocolo Babylon recebeu US$ 15 milhões da a16z Crypto por meio da compra de tokens BABY, para acelerar o desenvolvimento de infraestrutura de collateral Bitcoin trustless. Fundado em 2022, o projeto permite que holders de BTC gerem yield via staking e lending nativos, sem bridges ou custodians, mantendo o controle total dos ativos na rede Bitcoin. Essa expansão abre portas para DeFi diretamente no BTC.


Tecnologia por Trás do Babylon

Babylon Labs, criado por David Tse da Stanford e Fisher Yu, desenvolveu um sistema de vaults trustless que usa criptografia avançada como witness encryption e garbled circuits. Isso permite que Bitcoin funcione como collateral verificável em protocolos on-chain sem sair da rede principal, evitando riscos de wrapped BTC ou custódia terceirizada.

Originalmente focado em staking, o protocolo já atraiu mais de US$ 2 bilhões em TVL, com parceiros como BitGo e Kraken. Agora, com o investimento, avança para lending nativo via BTCVaults, transformando BTC ocioso — mais de US$ 1,4 trilhão parados — em capital produtivo para DeFi.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 484.427,68 (variação -1,82% em 24h), reforçando seu papel como reserva de valor ideal para essas estratégias.

Parceria com Aave e Expansão DeFi

Em dezembro de 2025, Babylon anunciou parceria com Aave Labs para integrar Bitcoin nativo como collateral no Aave V4. Essa ‘Bitcoin-backed Spoke’ permitirá empréstimos e yields sem wrappers ERC-20, com testes no Q1 2026 e lançamento em abril. Usuários poderão depositar BTC diretamente e acessar liquidez em stablecoins ou outros ativos.

Essa inovação corrige limitações da programmabilidade limitada do Bitcoin, permitindo que ele participe de perpetual futures, stablecoins e primitives financeiras sem comprometer segurança. Para holders brasileiros, isso significa gerar yield em BTC sem vender e pagar impostos sobre ganhos de capital.

Evolução do Lending Bitcoin em 2025

O setor de lending evoluiu após lições do colapso FTX em 2022, priorizando colateralização total e custódia não rehipotecada. Exemplos incluem Coinbase com empréstimos até US$ 100 mil em USDC contra BTC via Morpho, Xapo Bank com até US$ 1 milhão para HODLers, e Ledn focado em BTC-only.

Babylon se destaca por ser nativo e trustless, reduzindo riscos de contraparte. Analistas veem potencial para desbloquear trilhões em liquidez BTC, impulsionando adoção DeFi. O token BABY subiu 5% após o anúncio, sinalizando otimismo do mercado.

Oportunidades para Holders de BTC

Para o leitor brasileiro, a grande vantagem é acessar yield em Bitcoin sem venda: stake ou empreste BTC nativo para ganhos passivos, mantendo exposição ao ativo. Com volatilidade atual — BTC em US$ 89 mil —, estratégias como essas preservam upside enquanto geram renda.

Vale monitorar o progresso da integração Aave e adoção de BTCVaults. Essa tendência bullish posiciona Bitcoin não só como reserva, mas como pilar de DeFi on-chain.


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Vitalik cartoon gesticulando para autoestrada digital expandindo faixas com '1000x', simbolizando escala Ethereum via PeerDAS e ZKPs

Vitalik: Escala Ethereum 1000x com Analogia da Rodovia

Vitalik Buterin, cofundador da Ethereum, propõe uma mudança estratégica no roadmap de escalabilidade: priorizar o aumento de bandwidth (capacidade de dados) em vez de reduzir latency (tempo de confirmação de transações). Usando a analogia da rodovia, ele argumenta que adicionar mais faixas é viável e escalável até 1000x, superando limites físicos como a velocidade da luz. Essa visão impacta diretamente o futuro das aplicações descentralizadas.


A Analogia da Rodovia Explicada

Imagine a Ethereum como uma rodovia congestionada. Para transportar mais veículos (transações), duas opções surgem: acelerar os carros ou construir mais faixas. A redução de latência, equivalente a carros mais rápidos, é limitada pela velocidade da luz e por fatores como suporte a nós em áreas rurais, resistência à censura e anonimato. Esses constraints tornam a aceleração perigosa e fisicamente impossível em larga escala.

Em contrapartida, aumentar o bandwidth significa expandir a capacidade da rede para lidar com mais dados simultaneamente. Vitalik enfatiza que isso permite escalabilidade praticamente infinita, mantendo a descentralização. Essa analogia simplifica conceitos complexos do blockchain, tornando-os acessíveis para desenvolvedores e usuários técnicos que acompanham o roadmap.

Essa abordagem remete a discussões antigas de Vitalik sobre limites de escalabilidade, onde ele refutou ideias como as de Elon Musk sobre Dogecoin, destacando trade-offs entre velocidade, segurança e descentralização.

Limites Físicos e Constraints da Latência

Reduzir o tempo de confirmação de transações enfrenta barreiras fundamentais. A propagação de mensagens é limitada pela física: sinais não viajam mais rápido que a luz. Além disso, a rede deve suportar nós operados por usuários comuns em laptops, não só data centers centralizados, para preservar a essência descentralizada da Ethereum.

Vitalik alerta para riscos de centralização: elites coordenadas poderiam alterar regras em benefício próprio se nós fossem concentrados. Tecnologias como melhorias P2P com erasure coding e redução no número de nós por slot (de 30.000 para 512) podem melhorar a latência em 3 a 6 vezes sem compromissos, mas não além disso. A prioridade deve ser bandwidth, pois não há limites intransponíveis para sua expansão.

Para leitores técnicos, isso significa focar em otimizações que não sacrifiquem a robustez da rede global.

Tecnologias para Bandwidth: PeerDAS e ZKPs

O caminho para escalar milhares de vezes envolve tecnologias maduras. PeerDAS (Peer Data Availability Sampling) permite que nós verifiquem disponibilidade de dados sem baixar tudo, escalando a capacidade de blobs – introduzidos no Dencun upgrade. Combinado com Zero-Knowledge Proofs (ZKPs), Ethereum pode processar volumes massivos mantendo verificabilidade.

Vitalik afirma que esses avanços tornam viável combinar escala extrema com descentralização. No contexto do roadmap, isso posiciona a Ethereum como o ‘World Heartbeat’ – uma base pulsante e confiável para o ecossistema global, não um servidor de videogame de alta velocidade.

Aplicações que demandem latência ultrabaixa, como jogos, terão componentes off-chain e soluções de layer 2, preservando a eficiência da camada base.

Implicações para o Roadmap e Investidores

Essa visão consolida o compromisso da Ethereum com escalabilidade sustentável. Desenvolvedores ganham clareza: foque em L2s e rollups para performance, enquanto a L1 expande bandwidth. Para o mercado, reforça a resiliência do ETH ante concorrentes centralizados.

Monitore atualizações no blog de Vitalik e propostas EIPs relacionadas a PeerDAS. Essa estratégia pode impulsionar adoção em DeFi, NFTs e Web3, beneficiando holders de longo prazo. Vale acompanhar como essas ideias evoluem em 2026.


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Rede isométrica Layer 2 com pulsos de energia cyan acelerando pela metade da distância, simbolizando upgrade Fourier no opBNB contra Solana

opBNB Reduz pela Metade o Tempo de Blocos com Hard Fork Fourier

A rede Layer 2 opBNB da BNB Chain ativou o hard fork Fourier em 7 de janeiro de 2026, às 03:00 UTC, reduzindo o tempo de blocos de 500 milissegundos para 250 ms. Essa mudança melhora significativamente a velocidade de confirmação de transações, beneficiando aplicativos DeFi sensíveis à latência. O cofundador da Binance, Changpeng Zhao, confirmou o sucesso da ativação, reforçando o compromisso da BNB Chain com escalabilidade.


Detalhes Técnicos do Upgrade Fourier

O hard fork Fourier representa um avanço crucial na infraestrutura da opBNB, solução de escalonamento Layer 2 construída sobre o OP Stack da Optimism. Anteriormente, os blocos eram produzidos a cada 500 ms, o que, embora eficiente, limitava a responsividade em cenários de alta demanda. Com o novo intervalo de 250 ms, as transações são finalizadas duas vezes mais rápido, reduzindo a latência final para usuários e desenvolvedores.

Operadores de nós foram orientados a atualizar para as versões op-node v0.5.5 e op-geth v0.5.9 antes da ativação. Esse upgrade segue melhorias anteriores, como o hard fork Fjord em setembro de 2024, que otimizou cálculos de taxas Layer 1, e o Wright em agosto de 2024, que introduziu suporte a transações sem gas. Tecnicamente, o tempo de bloco menor exige otimizações no consenso e na propagação de blocos, mas mantém a compatibilidade com o ecossistema Ethereum.

Benefícios para dApps e Experiência do Usuário

Para desenvolvedores de decentralized applications (dApps), o impacto é direto: confirmações mais rápidas significam interações mais fluidas em protocolos DeFi, games on-chain e NFTs. Em aplicações sensíveis à latência, como trading de alta frequência ou real-time auctions, os 250 ms de intervalo reduzem o tempo de espera de segundos para frações, aproximando a experiência da web2.

Usuários finais ganham com menor latência e custos previsíveis, já que a opBNB preserva taxas baixas herdadas da BNB Chain. Dados da Token Terminal indicam que a BNB Chain lidera com cerca de 56 milhões de endereços ativos mensais, superando NEAR e Solana, o que demonstra a adoção real dessa infraestrutura escalável.

Concorrência com Solana e Posição da BNB Chain

O foco em velocidade posiciona a opBNB como concorrente direta de redes como Solana, conhecida por seus blocos de ~400 ms e alta throughput. Enquanto Solana prioriza paralelismo no L1, a opBNB combina rollups otimistas com a robustez da BNB Chain, oferecendo similar performance em L2 com herança EVM. Essa evolução responde à demanda por blockchains que equilibrem velocidade, segurança e descentralização.

No contexto mais amplo, upgrades como o Fusaka do Ethereum em dezembro de 2025 melhoraram disponibilidade de dados em L2s, e declarações de Vitalik Buterin destacam avanços em ZK-EVMs. A BNB Chain, com liderança em atividade de usuários, usa o Fourier para manter vantagem competitiva, especialmente em ecossistemas DeFi e gaming.

Reação do Mercado e Perspectivas

O preço do BNB reagiu moderadamente, negociando em torno de US$ 917, com alta de 1% nas últimas 24 horas e 6% na semana. Apesar de ganhos anuais acima de 25%, foi superado recentemente pelo XRP em capitalização. Investidores técnicos devem monitorar métricas como TPS pós-upgrade e adoção de dApps na opBNB.

Para traders brasileiros, plataformas como a Binance oferecem acesso facilitado ao BNB e opBNB, com ferramentas para testar essas melhorias.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon estilizados de Fireblocks e TRES em handshake sobre engrenagens on-chain, simbolizando aquisição e domínio no back-office cripto

Fireblocks Adquire TRES por US$ 130 Milhões: Domínio no Back-Office Cripto

A Fireblocks anunciou a aquisição da TRES, plataforma especializada em contabilidade e conformidade fiscal para criptoativos, por US$ 130 milhões. A transação, divulgada nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, visa consolidar a infraestrutura institucional no ecossistema cripto, atendendo à crescente demanda por ferramentas profissionais de back-office. Com liquidações em stablecoins ultrapassando centenas de bilhões mensais, empresas precisam de protocolos precisos para auditoria e compliance on-chain. Isso representa um passo estratégico para tesourarias corporativas que operam em blockchain.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A Fireblocks, provedora líder de infraestrutura para ativos digitais, investiu US$ 130 milhões para integrar a tecnologia da TRES ao seu stack institucional. De acordo com o CEO Michael Shaulov, a combinação permite que clientes executem operações de ativos digitais e obtenham inteligência financeira auditável em uma única plataforma segura e escalável. A TRES continuará operando como produto independente, mas ganhará aceleração em crescimento, segurança e prontidão empresarial graças aos recursos da Fireblocks.

O anúncio destaca o momento crítico do mercado, com empresas tradicionais migrando tesourarias para on-chain. A aquisição foi confirmada pela Fortune, enfatizando a necessidade de compliance em meio ao uso crescente de blockchain por instituições financeiras globais.

O Que a TRES Traz para a Mesa

A TRES é uma plataforma de contabilidade cripto focada em gerar registros financeiros prontos para auditoria e conformes com obrigações fiscais. Ela resolve um desafio técnico central: rastrear transações on-chain de forma precisa, lidando com a complexidade de múltiplas blockchains, wallets e instrumentos como stablecoins. Para tesourarias, isso significa relatórios transparentes que atendem padrões regulatórios, evitando erros comuns em planilhas manuais ou sistemas legados.

Como explica Tal Zackon, CEO e cofundador da TRES, a integração com Fireblocks aprimorará o serviço sem interrupções para usuários atuais. Essa sinergia técnica é vital em um ecossistema onde a precisão contábil pode definir a adoção institucional de criptoativos.

Contexto da Fireblocks no Mercado Institucional

A Fireblocks já atende 2.400 empresas e processou mais de US$ 10 trilhões em transações, oferecendo custódia, transferência e liquidação de cripto. Recentemente, adquiriu a Dynamic, uma provedora de wallets empresariais, expandindo seu portfólio. Agora, com a TRES, a empresa avança para um gerenciamento de tesouraria full-spectrum, integrando operações front-to-back.

No cenário atual, com o Bitcoin cotado a R$ 484.780 segundo o Cointrader Monitor (variação de -2,25% em 24h), instituições buscam soluções robustas para navegar volatilidade e regulação.

Implicações para Tesourarias Brasileiras e Globais

Para gestores de tesouraria no Brasil e mundo, essa aquisição sinaliza maturidade no setor. Ferramentas como TRES facilitam a adoção de cripto em balanços corporativos, garantindo rastreabilidade e compliance com normas locais como as da CVM e Receita Federal. É provável que vejamos mais integrações semelhantes, consolidando o back-office cripto como peça essencial para empresas tradicionais.

Investidores institucionais ganham confiança em plataformas que unem segurança, escalabilidade e inteligência fiscal, potencializando fluxos de tesouraria on-chain sem comprometer a governança.


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Personagem investidor cartoon desbloqueando fortaleza Bitcoin para fluxo DeFi cyan, simbolizando captação da a16z em colateral nativo

Babylon Labs capta US$ 15 milhões da a16z: Bitcoin como colateral nativo

A Babylon Labs captou US$ 15 milhões da a16z Crypto via venda de tokens BABY. O investimento financia o desenvolvimento de BTCVaults trustless, uma infraestrutura que permite o uso de Bitcoin nativo como colateral em aplicações financeiras on-chain, sem necessidade de custodiantes ou wrapping. Essa evolução técnica pode desbloquear trilhões em BTC ocioso para DeFi, mantendo a soberania do usuário sobre seus ativos na camada base do Bitcoin. Anunciado em 7 de janeiro de 2026.


O que são os BTCVaults da Babylon?

Os BTCVaults representam uma inovação em protocolos de colateral Bitcoin-native. Diferente de soluções wrapped como WBTC, que transferem o controle para bridges ou custodiantes, o sistema da Babylon permite que BTC permaneça bloqueado diretamente na blockchain do Bitcoin. Métricas on-chain verificam a existência e o status do colateral em tempo real para aplicações externas.

Fundada em 2022 por David Tse e Fisher Yu, a Babylon foca em staking e lending nativos. Os vaults funcionam como um banco de dados distribuído criptográfico: o BTC é “depositado” via transações UTXO, com proofs zero-knowledge ou timestamps para comprovação sem revelar detalhes sensíveis. Isso elimina riscos de custódia centralizada, comum em hacks de DeFi como o da Euler em 2023.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 494.285 (variação -0,73% em 24h), destacando o potencial de um ativo volátil como colateral produtivo.

Como funciona a infraestrutura trustless?

A mecânica central dos BTCVaults usa criptografia de threshold e timelocks do Bitcoin Script para enforcement. Imagine um smart contract que não roda no Bitcoin (devido a limitações de Turing-incompleto), mas usa oráculos ou relayers para sincronizar estado: o colateral é locked com condições de liberação baseadas em eventos on-chain verificáveis.

Integrações como com Aave V4 demonstram viabilidade: um “Bitcoin-backed Spoke” permite empréstimos contra BTC nativo, com testes em Q1/2026 e lançamento em abril. Liquidações ocorrem via mecanismos criptográficos, não custodiantes, reduzindo TVL exposto a chaves privadas únicas.

Commits no GitHub da Babylon mostram atividade rigorosa, com foco em segurança formal verification de proofs. Isso contrasta com protocolos reempacotados, priorizando inovação real sobre hype.

Impacto no ecossistema DeFi e adoção Bitcoin

Essa infraestrutura aborda o gargalo do Bitcoin: programabilidade limitada. Com ~19 milhões de BTC minerados, apenas frações participam de DeFi via wraps arriscados. BTCVaults habilitam lending, borrowing e derivativos nativos, potencializando TVL em protocolos Bitcoin-only.

No contexto de 2025, lending evoluiu para modelos fully collateralized, como Coinbase e Xapo Bank. A Babylon eleva isso a DeFi permissionless, com usuários ativos medidos por transações de lock/unlock. Métricas iniciais sugerem escalabilidade para bilhões em colateral.

Por que importa? Desbloqueia BTC como “capital produtivo”, similar a um banco de dados sharded onde queries externas confirmam saldos sem migração. Investidores devem monitorar mainnet metrics: locks diários, taxa de liquidação e integrações.

Próximos passos para o Bitcoin-native lending

A rodada da a16z, compradora estratégica, acelera scaling. Com BABY +13% pós-anúncio, o mercado sinaliza confiança. Para brasileiros, isso significa opções DeFi acessíveis via wallets como Electrum ou Sparrow, sem KYC forçado.

Vale acompanhar parcerias como Aave e concorrentes como Sovryn. Os dados on-chain ditarão sucesso: não hype, mas usuários reais e TVL verificável.


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Visionário cartoon apontando prisma Ethereum refratando luz cyan, dourada e verde em harmonia perfeita, celebrando superação do trilema com ZK-EVM e PeerDAS

Vitalik: Ethereum Resolveu o Trilema com ZK-EVM e PeerDAS?

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, declarou que a rede resolveu o trilema blockchain graças aos upgrades ZK-EVM em estágio de produção e PeerDAS no mainnet. Esses avanços combinam escalabilidade, segurança e descentralização, superando limitações históricas. Com o ETH acima de US$ 3.200 e previsões de até US$ 11 mil em 2026, o mercado reage positivamente aos fundamentos técnicos.


O Trilema Blockchain Explicado

O trilema, proposto por Vitalik, questiona se uma blockchain pode ser simultaneamente descentralizada, segura e escalável. Historicamente, redes como Bitcoin priorizavam as duas primeiras, sacrificando throughput. Ethereum, com PeerDAS (Peer Data Availability Sampling), remove as limitações históricas de bandwidth ao permitir que nós verifiquem dados de forma amostrada e distribuída, como um banco de dados peer-to-peer eficiente.

Os ZK-EVMs (Zero-Knowledge Ethereum Virtual Machines) geram provas criptográficas de execução de blocos, validando transações sem reexecutar código completo. Isso eleva o limite de gás, permitindo mais de 1 milhão de transações por segundo em camadas escaladas, sem comprometer a segurança. O código está rodando ao vivo, não em teoria.

Roadmap Técnico: De 2026 a 2030

Para 2026, Vitalik prevê aumentos significativos nos limites de gás via Bandwidth Allocation Limits (BALs) e enshrined Proposer-Builder Separation (ePBS), com os primeiros nós ZK-EVM emergindo. Entre 2026-2028, virão repricing de gás, mudanças na estrutura de estado e payloads em blobs, tornando gas limits altos seguros.

De 2027 a 2030, a validação ZK-EVM se tornará primária, com construção distribuída de blocos como meta de longo prazo para equidade geográfica. Métricas on-chain atuais mostram contagens de blobs mais altas e qualidade de software de nós melhorada em 2025, preparando o terreno para adoção real: mais usuários ativos e TVL em DeFi.

Sinais de Mercado e Previsões Altistas

No gráfico ETH/BTC, o preço flipou a média móvel de 21 dias como suporte, segurando acima de 0.035 BTC após consolidação. Inflows líquidos em ETFs de ETH viraram positivos, com reservas em exchanges em mínimas de 16,5 milhões de ETH, reduzindo pressão vendedora.

Analistas como Crypto GEMs e Yimin preveem ETH acima de US$ 11 mil até o fim de 2026, impulsionado por breakout de trendline descendente. RSI acima de 80 indica sobrecompra curta, mas tendência de alta persiste se suporte em US$ 3.200 holding.

Impacto Prático para o Ecossistema

Esses upgrades significam taxas mais baixas e velocidade para dApps: imagine DeFi com liquidações instantâneas ou games on-chain sem lag. Para desenvolvedores, ZK-EVM facilita portabilidade de contratos; para usuários, mais transações diárias sem centralização. Vale monitorar commits no GitHub de clientes como Geth e atualizações de TVL em protocolos como Uniswap. O código é lei: esses fundamentos podem sustentar valor real além do hype.


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Estruturas isométricas DeFi com filas staking ETH vazias liberando energia e USDC transbordando sobre USDT, sinalizando shifts em adoção

Ethereum Zera Filas de Staking e USDC Supera USDT em Crescimento

As filas de staking do Ethereum foram praticamente zeradas, eliminando a narrativa de supply shock e sinalizando um estado de equilíbrio na rede proof-of-stake. Ao mesmo tempo, o USDC da Circle superou o crescimento do USDT pelo segundo ano consecutivo, com alta de 73% para US$ 75,12 bilhões. Essas métricas on-chain destacam mudanças fundamentais na adoção e liquidez do ecossistema Ethereum, impactando trades e DeFi.


Filas Zeradas: O Que Mudou no Mecanismo de Staking

No Ethereum pós-Merge, as filas de validadores funcionam como um medidor de liquidez e sentimento: tempo de espera para entrar ou sair do staking. Com queues próximas de zero, a rede agora processa entradas e saídas em tempo real, como um banco de dados distribuído sem gargalos. Isso reflete 30% do supply total em staking, mas sem picos de demanda episódicos que criavam escassez artificial.

Recompensas caíram para cerca de 3% anuais, comprimidas pelo crescimento do ETH staked superando emissão e fees. Anteriormente, filas longas reforçavam o argumento de supply shock — ETH “preso” mais rápido que a rede absorvia. Hoje, staking é uma alocação líquida, com saídas suaves, reduzindo pressão vendedora imediata mas enfraquecendo narrativas de lockup forçado. Dados de validadores mostram estabilidade, provando maturidade do protocolo.

Fragmentação no DeFi: TVL e Captura de Valor

O TVL DeFi do Ethereum está em US$ 74 bilhões, 58% do total setorial, mas abaixo do pico de US$ 106 bilhões em 2021, apesar de endereços ativos diários dobrados. A fragmentação é chave: ecossistemas como Solana e Base (L2 do Coinbase) capturam crescimento incremental, com Base gerando mais fees que o L1 Ethereum nos últimos 30 dias.

Isso questiona a captura de valor para ETH. Em L2s, fees são mais baratos e UX melhor, mas burns e demanda por ETH diluem. Analistas como Bradley Park, da DNTV Research, notam perda de “direção clara”: ETH como ativo de confiança em staking reduz burns, elevando pressão emissora. Mercados preveem só 11% de chance de ATH até março 2026 no Polymarket.

USDC vs USDT: Corrida Regulatória das Stablecoins

USDC expandiu 73% em 2025, contra 36% do USDT (para US$ 186,6 bilhões). Juntos, dominam 80% do mercado de US$ 312 bilhões. O driver: demanda institucional por dólares digitais regulados, impulsionada pelo GENUIS Act nos EUA, que enquadra stablecoins de pagamento.

USDC, da Circle (listada NYSE), é backed por cash e Treasuries curtos, com licenças em estados americanos e MiCA na Europa. USDT, da Tether, opera sem regulação plena nos EUA/Europa. Instituições como Visa, Mastercard e BlackRock preferem USDC para settlements. JPMorgan destaca transparência e audits como diferenciais.

Implicações para o Futuro do Ethereum

O crescimento do USDC — majoritariamente emitido em chains Ethereum e L2s — sinaliza confiança na infraestrutura ETH para finanças reguladas. Com staking estabilizado, foco vira otimização de value accrual: upgrades como Prague/Electra podem elevar burns via L2 revenue sharing. Para traders, ETH vira posição yield-bearing líquida, não scarcity play. Métricas on-chain sugerem maturidade, mas adoção real (usuários ativos, TVL efetivo) define o próximo ciclo.


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Pilar glassmórfico translúcido com ouro líquido dourado e energia cyan fundindo no centro, simbolizando evolução das stablecoins com JupUSD e Scudo

Jupiter lança JupUSD com BlackRock; Tether cria Scudo de ouro

O protocolo DeFi Jupiter na Solana lançou a stablecoin JupUSD, paritária com o dólar e respaldada principalmente pelo fundo tokenizado BUIDL da BlackRock. Em paralelo, a Tether criou o Scudo, uma unidade fracionada de ouro equivalente a 1/1.000 de onça troy, facilitando transações digitais. Esses lançamentos sinalizam a evolução da guerra das stablecoins, com respaldo institucional e foco em utilidade on-chain.


Como funciona o JupUSD na Solana

A JupUSD é emitida como token SPL nativo da Solana, em parceria com a Ethena Labs. Inicialmente, 90% das reservas estão em USDtb, uma stablecoin lastreada em ações do BUIDL — fundo de mercado monetário tokenizado da BlackRock. Os 10% restantes são em USDC, atuando como buffer de liquidez em pool secundário na Meteora.

As reservas são custodiadas pela Porto via Anchorage Digital e verificáveis on-chain, garantindo transparência. No produto de lending do Jupiter, depósitos em JupUSD mintam um token yield-bearing, que acumula retornos enquanto é usado em limit orders ou dollar-cost averaging. A integração nos perpetuals está planejada, migrando collateral de USDC gradualmente.

Para instituições, suporta minting e redenção on-chain contra USDC em transação única, aproveitando a eficiência da Solana para settlement.

Scudo: Ouro fracionado como sats do Bitcoin

O Scudo representa 1/1.000 de uma onça troy de ouro físico, ligado ao XAUT da Tether, que tem market cap de cerca de US$ 2,3 bilhões e é respaldado por mais de 1.300 barras de ouro. Projetado para transações menores on-chain, resolve limitações de divisibilidade e custódia do ouro tradicional.

Paolo Ardoino, CEO da Tether, compara o Scudo aos satoshis do Bitcoin, posicionando o ouro como reserva de valor ao lado do BTC. Com preços do ouro acima de US$ 4.550/oz após alta de 65% em 2025, o Scudo facilita uso digital em meio a demanda institucional e de bancos centrais.

Evolução das stablecoins e implicações para DeFi

Esses lançamentos exemplificam a tendência de application-specific stablecoins: JupUSD otimiza o ecossistema Jupiter/Solana, competindo com USDT e USDC via integração nativa e yield on-chain. O respaldo do BUIDL traz credibilidade institucional, com reservas auditáveis e rebalanceadas pela Ethena.

O Scudo expande o universo Tether para ativos reais tokenizados, atraindo quem busca hedge contra inflação sem vender BTC. Métricas on-chain como TVL em Solana e volume de XAUT serão chave para medir adoção real — usuários ativos e transações diárias importam mais que hype.

Para protocolos DeFi, isso significa mais liquidez nativa e opções de collateral diversificadas, potencializando composability. Investidores devem monitorar commits no GitHub do Jupiter e auditorias de reservas para validar solidez técnica.


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