Executivos bancários cartoon conectando cabos ao núcleo RLUSD auditado, formando rede global para 13 mil bancos pela Ripple

Ripple Conecta 13 Mil Bancos ao RLUSD com Auditoria Total

A plataforma de tesouraria da Ripple agora conecta 13 mil bancos ao redor do mundo à stablecoin RLUSD. Lançada após a compra da GTreasury por US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,25 bilhões pelo dólar atual), a ferramenta promete gerenciar o caixa corporativo em tempo real, unindo dinheiro tradicional e ativos digitais. Uma auditoria independente confirma que as reservas do RLUSD superam 100% o valor em circulação, dando segurança extra para instituições. Para brasileiros, isso pode baratear remessas internacionais.


A Plataforma que Une Caixa Tradicional e Digital

Imagine gerenciar o caixa da sua empresa ou banco com visibilidade total, em tempo real, sem esperas de dias para liquidações. É isso que a Ripple Treasury oferece, construída sobre o software GTreasury que a Ripple adquiriu por US$ 1 bilhão. A plataforma integra APIs com 13 mil bancos, permitindo rastrear posições de dinheiro fiat, RLUSD e até XRP como ponte para transações rápidas.

Para o dia a dia, isso significa liquidações em 3 a 5 segundos em pagamentos cross-border, algo vital para empresas que lidam com fornecedores no exterior. O RLUSD, com market cap acima de US$ 1,4 bilhão (R$ 7,35 bilhões), já movimentou US$ 3,59 bilhões em um mês, mostrando adesão crescente de instituições.

No Brasil, onde remessas para família no exterior custam caro em taxas bancárias, uma infraestrutura assim pode reduzir custos. Pense em enviar dinheiro para os EUA sem o spread alto do câmbio tradicional.

Auditoria Garante Reservas Totais e Confiança

A firma BPM, em exame conforme padrões AICPA e regras do Departamento de Serviços Financeiros de Nova York (DFS), confirmou que as reservas do RLUSD são 100% lastreadas ou mais. Elas incluem depósitos bancários segurados, fundos de money-market governamentais e títulos do Tesouro americano de curto prazo, tudo segregado para holders do stablecoin.

Essa transparência é ouro para investidores institucionais, que exigem prova de que cada RLUSD em circulação tem dólar equivalente guardado. Sem isso, stablecoins viram risco, como vimos em colapsos passados. Aqui, o relatório de dezembro mostra reservas de US$ 1,47 bilhão, acima do necessário, alinhado a exigências regulatórias.

Para nós brasileiros, isso traz paz de espírito: ao usar stablecoins reguladas em remessas, evitamos surpresas com desvalorizações ou falta de lastro. Com dólar a R$ 5,25, cada US$ 1.000 em RLUSD viram R$ 5.250 garantidos.

Impacto Prático no XRP Ledger e para Brasileiros

O XRP Ledger ganha como infraestrutura real para bancos, com RLUSD rodando nele e XRP atuando como ponte em corredores voláteis. Atividade no ledger mostra market cap de stablecoins em US$ 395 milhões e volume nos últimos 30 dias com alta de 33,5%, sinal de adoção.

No Brasil, isso afeta remessas – R$ 5 bilhões saem todo mês para fora, com taxas de 5-10% em bancos. Plataformas como essa podem cortar para frações disso, usando RLUSD para converter rápido e barato. XRP, cotado a R$ 8,77 hoje, facilita pontes entre moedas.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está em R$ 415.963 (-5,19% em 24h), mas stablecoins como RLUSD trazem estabilidade para uso diário, não especulação.

O Que Fazer com Essa Informação

Se você envia ou recebe dinheiro internacional, fique de olho em exchanges que listam RLUSD – pode virar opção mais barata que TED ou SWIFT. Monitore custos: uma remessa de R$ 10 mil pode economizar R$ 500 em taxas. Mas lembre: verifique sempre compliance local com Receita Federal para evitar multas em IR sobre ganhos cambiais.

Não é hora de especular, mas de testar ferramentas práticas. Conversão via stablecoin regulada como RLUSD pode simplificar sua vida financeira, especialmente com burocracia brasileira.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Nubank e EUA apertando mãos abrindo portas bancárias com fluxo cripto para clientes, simbolizando licença americana e expansão

Nubank Conquista EUA com Licença Bancária Americana

O Nubank recebeu aprovação condicional do Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) para operar como banco nacional no país. Maior banco digital da América Latina, com milhões de clientes brasileiros usando o app para contas, cartões e compras de criptomoedas, o Nu agora pode criar a Nubank N.A. Isso significa maior solidez para a empresa que você usa no dia a dia e potencial para serviços globais mais acessíveis, como remessas e custódia de ativos digitais.


Detalhes da Aprovação Condicional

A notícia saiu em 29 de janeiro de 2026, no blog oficial do Nubank Internacional. A licença é para uma subsidiária de novo chamada Nubank N.A., que ainda precisa cumprir exigências rigorosas. Entre elas, implementar sistemas de compliance, controles de risco e governança. Além do OCC, faltam aprovações do FDIC (garantia de depósitos) e do Federal Reserve (Fed).

O banco tem 12 meses para captar o capital inicial necessário e 18 meses para iniciar operações. Locais em vista incluem Miami (próximo à América Latina), Baía de São Francisco, Norte da Virgínia e Triângulo de Pesquisa da Carolina do Norte. Esses hubs tecnológicos facilitam contratações e inovação.

Para o brasileiro comum, isso reforça a confiança no Nubank. Imagine sua NuConta lastreada por um banco regulado nos EUA: menos risco em tempos de instabilidade cambial no Brasil.

Serviços Planejados e Liderança

Os serviços iniciais incluem contas de depósito, cartões de crédito, empréstimos e, importante para nós, custódia de ativos digitais. Ou seja, guardar Bitcoin ou Ethereum com a segurança de um banco americano. Perfeito para quem envia remessas para família nos EUA ou quer diversificar fora do real.

A operação será liderada pela cofundadora Cristina Junqueira, enquanto o conselho terá como presidente Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil. O CEO David Vélez celebrou: “É uma oportunidade para provar que o modelo digital-first é o futuro da banca global, sem deixar de focar no Brasil, México e Colômbia.”

No Brasil, onde o Nubank tem mais de 100 milhões de clientes, isso pode se traduzir em taxas melhores para transferências internacionais. Hoje, enviar R$ 1.000 para os EUA pelo Nubank custa em torno de R$ 20-30 em spread cambial. Com presença local, talvez caia para níveis competitivos com Wise ou Remessa Online.

Impacto Prático para Brasileiros

Você que usa Nubank para comprar cripto via Pix sabe: é simples, sem burocracia. Com custódia nos EUA, o app pode oferecer opções mais seguras e integradas, como staking ou yields em stablecoins, regulados pela OCC. Para remessas, famílias com parentes em Miami ou Califórnia ganham: dólares diretos na conta americana, sem IOF cheio.

Exemplo real: um salário mínimo de R$ 1.412 vira cerca de US$ 246 hoje (cotação aproximada R$ 5,75). Enviar isso para os EUA custa caro em taxas. Nubank N.A. pode baratear, competindo com bancos tradicionais. Mas atenção: é condicional, leva até 18 meses e depende de aprovações finais.

Empresas como Nubank mostram que fintechs brasileiras podem conquistar Wall Street. Isso inspira confiança: sua grana está em mãos sólidas, mesmo com Selic alta ou dólar volátil.

O Que Fazer Agora

Monitore atualizações no blog do Nubank e app. Nada muda hoje, mas prepare-se: verifique limites de remessa (R$ 100 mil/ano sem declaração) e impostos sobre cripto (15% IR). Para cripto, custódia regulada reduz riscos de hacks em exchanges menores.

Enquanto isso, o mercado cripto totaliza US$ 2,84 trilhões, com volume diário de US$ 172 bilhões. Expansões como essa sinalizam maturidade no setor.


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Personagens cartoon de fintechs Nubank e SoFi fazendo high-five com chaves de custódia e remessas blockchain, celebrando aprovação e receita em cripto

Nubank Ganha Aprovação Condicional nos EUA e SoFi Registra R$ 5 Bi em Receita com Cripto

O Nubank recebeu aprovação condicional do OCC para abrir um banco nacional nos Estados Unidos, abrindo portas para contas, empréstimos e custódia de ativos digitais. Ao mesmo tempo, a fintech americana SoFi registra receita recorde de US$ 1 bilhão no Q4 de 2025, graças à volta ao trading de cripto, stablecoin própria e remessas via blockchain. Para o brasileiro comum, isso significa opções mais baratas para enviar dinheiro ao exterior e guardar cripto com segurança.


Expansão do Nubank: Do Brasil para o Mundo

O Nubank, que já atende mais de 127 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, agora entra na fase de organização para lançar o Nubank, N.A. nos EUA. A aprovação condicional do OCC exige capitalização total em 12 meses e abertura em 18 meses, além de aprovações do FDIC e Fed. Liderado por Cristina Junqueira e com Roberto Campos Neto como chairman, o banco mira hubs em Miami, Bay Area e Virgínia.

Praticamente, isso pode trazer para os EUA o modelo que revolucionou o Brasil: contas sem taxas abusivas e foco no cliente. Imagine enviar remessas da família nos EUA para cá com as mesmas facilidades do roxinho. Em setembro de 2025, o Nu já nomeou um head de cripto ex-Coinbase, sinalizando custódia de Bitcoin e afins. Com o dólar a R$ 5,25, essa expansão global fortalece o banco que muitos brasileiros usam no dia a dia.

O impacto aqui? Mais confiança no Nu para lidar com cripto e internacionais, possivelmente baixando custos de câmbio e transferências.

SoFi e o Lucro com Cripto no Cotidiano

A SoFi voltou ao cripto em junho de 2025, reintroduzindo trading para clientes comprarem, venderem e holdarem ativos digitais. Em dezembro, lançou a stablecoin SoFiUSD, lastreada em dólar, e expandiu remessas blockchain para mais de 30 países. Resultado: receita ajustada de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,25 bilhões), com 13,7 milhões de membros e 63 mil produtos cripto só nos últimos dias de dezembro.

Net income de US$ 173,5 milhões mostra que cripto gera lucro real. Para nós, brasileiros, remessas via blockchain custam menos que TED ou SWIFT — pense em enviar R$ 1.000 para a família em Portugal por centavos, não 5-10%. A SoFi prova que fintechs lucram integrando cripto ao dia a dia, sem especulação pura.

Impacto Prático para o Brasileiro Comum

Essas notícias mostram o amadurecimento das fintechs. O Nubank nos EUA pode facilitar remessas reversas: dólares de lá para reais aqui, com taxas baixas e custódia segura para quem guarda cripto na carteira digital. Já a SoFi exemplifica como stablecoins e blockchain cortam custos — equivalente a meses de economia em transferências internacionais.

No Brasil, onde enviamos bilhões em remessas anualmente, isso pressiona bancos tradicionais a competirem. Mas lembre: aprovações condicionais têm burocracia, e cripto tem volatilidade. Custos de câmbio ainda pesam, com IOF de 1,1% em compras de dólar. O real impacto vem quando serviços chegam ao usuário final.

O Que Fazer com Essa Informação

Monitore o Nubank: se o banco americano decolar, espere features como custódia cripto aqui no app. Para remessas, teste opções blockchain em exchanges locais — taxas abaixo de 1% vs. 5% de bancos. Converta dólares em reais no momento certo, com dólar a R$ 5,25 hoje.

Comece pequeno: use stablecoins para transferências familiares sem medo de oscilação. Mas sempre calcule impostos e taxas reais. Essas fintechs mostram que cripto é ferramenta prática, não só aposta. Fique de olho nos próximos 18 meses para ver o Nu nos EUA operando.


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Personagens cartoon de Ripple e Nubank lançando raio cyan com '3s' através de globo, simbolizando pagamentos transfronteiriços em segundos

Ripple e Nubank: Pagamentos Internacionais em Segundos

A Ripple Treasury, nova plataforma lançada pela Ripple após aquisição de US$ 1 bilhão da GTreasury, permite liquidações transfronteiriças em apenas 3-5 segundos usando a stablecoin RLUSD, eliminando a espera de dias típica de transferências bancárias. Paralelamente, o Nubank obteve aprovação condicional nos EUA para formar um banco nacional, expandindo serviços de cripto e banking regulado. Para brasileiros, isso significa remessas mais velozes e econômicas entre Brasil e exterior.


Como Funciona a Ripple Treasury

A plataforma integra gerenciamento de caixa tradicional com ativos digitais em um único dashboard, acessível via APIs compatíveis com workflows corporativos existentes. Empresas podem mover fundos transfronteiriços instantaneamente via RLUSD, reduzindo custos com taxas bancárias elevadas e capital ocioso. Em vez de aguardar 3-5 dias úteis para wires internacionais, as transações se completam em segundos, ideal para tesourarias que precisam de liquidez imediata.

Além disso, conecta usuários a mercados de repo overnight e fundos tokenizados como o BUIDL da BlackRock, permitindo rendimento 24/7 em excesso de caixa. Isso é prático para PMEs e grandes firmas que lidam com pagamentos globais, cortando despesas operacionais e otimizando fluxo de caixa diário. A Ripple, ligada ao XRP (cotado a cerca de R$ 9,11 hoje), se posiciona como infraestrutura financeira regulada, não só uma provedora crypto.

Expansão do Nubank nos Estados Unidos

O Nubank, com mais de 127 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, avança para oferecer depósitos, empréstimos, cartões e custódia de cripto nos EUA. A aprovação condicional do OCC inicia a fase de organização bancária, com capitalização e aprovações adicionais do FDIC e Fed. A meta é abrir em até 18 meses, liderada pela cofundadora Cristina Junqueira e com Roberto Campos Neto (ex-presidente do BC) como chair do board.

Desde 2022, o Nubank integra cripto via Paxos, permitindo compra/venda/holding de ativos como Bitcoin, Ethereum e agora 20 tokens incluindo ADA e SOL. Planos incluem pagamentos com stablecoins vinculados a cartões, facilitando uso cotidiano de digitais em finanças tradicionais. Essa expansão regulada fortalece a presença global, especialmente para brasileiros enviando/recebendo dólares.

Benefícios Práticos para Remessas Brasileiras

Imagine enviar dinheiro para a família nos EUA ou pagar fornecedores sem perder dias em filas bancárias: a Ripple acelera o processo técnico, enquanto o Nubank pode integrá-lo em sua app acessível. Taxas de remessas, que chegam a 7-10% via SWIFT, caem drasticamente com blockchains, potencializando economia de centenas de reais por transação. Com dólar a R$ 5,25, cada segundo conta em volatilidade cambial.

Para o dia a dia, isso resolve dores comuns: freelancers recebendo de plataformas gringas, estudantes pagando mensalidades ou imigrantes mandando auxílio. A combinação cria um ecossistema onde Nubank usa tech como Ripple para oferecer transferências em tempo real, 24/7, sem horários bancários.

Próximos Passos e O Que Monitorar

A Ripple já lançou o produto, mas adoção depende de integrações empresariais. Nubank precisa finalizar aprovações em 18 meses. Vale acompanhar parcerias potenciais entre fintechs latinas e provedores como Ripple, especialmente com tendência de licenças bancárias para crypto (Circle e Revolut seguem caminhos similares). Para usuários, teste apps Nubank para crypto e fique de olho em atualizações de remessas internacionais.


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Trader cartoon ativando portal cyan de depósitos instantâneos de cripto para cofre digital, simbolizando integração Binance Pay com eToro

Binance Pay: Depósitos Instantâneos em Corretoras como eToro

A integração do Binance Pay pelo Match2Pay está revolucionando depósitos em corretoras como eToro e prop firms. Traders agora fazem transferências instantâneas de cripto, sem esperar confirmações de blockchain, economizando tempo e taxas. Com 45 milhões de usuários ativos no Binance Pay, que processou mais de US$ 250 bilhões desde 2021, a solução chega em momento de alta adoção de stablecoins, que representam até 60% dos depósitos em alguns mercados. Além disso, a listagem do BGB na Kraken amplia acesso a novos tokens.


Como Funciona a Integração Match2Pay e Binance Pay

O Match2Pay, gateway de pagamentos cripto, conectou sua plataforma ao Binance Pay, permitindo que corretoras e fintechs recebam depósitos via ecossistema Binance, com mais de 300 milhões de usuários. Diferente de transferências on-chain, que demoram e cobram taxas variáveis, o Binance Pay usa rede interna para creditações imediatas.

Traders evitam erros comuns como rede errada ou endereços inválidos. Usuários já verificados pelo KYC da Binance reduzem rejeições e chamados de suporte. O processo usa checkout hospedado, com atualizações via API do Match2Pay. “Merchants querem depósitos confiáveis e simples”, disse Andrey Kalashnikov, head do Match2Pay.

Exemplo prático: eToro lançou depósitos cripto nos Emirados Árabes em novembro de 2025, atendendo demanda por experiência nativa em cripto.

Benefícios Práticos para Traders Brasileiros

Para quem opera em corretoras como eToro ou OctaFX, isso significa depósitos em segundos, ideais para scalpers ou quem precisa de liquidez rápida. Stablecoins como USDT ou USDC, atreladas ao dólar, dominam: até 60% dos volumes em certos mercados, segundo dados do setor. Na América Latina e Sudeste Asiático, chegam a 40%, como na Eightcap.

Economia de taxas é chave: sem gas fees variáveis ou esperas de 10-30 minutos. Corretoras ganham controle sobre onboarding e dados de transações, melhorando risco e perfil do cliente. Regulamentações como GENIUS Act (EUA, julho 2025) legitimam stablecoins como ferramenta mainstream.

Hoje, com dólar a R$ 5,70 (aprox.), um depósito de US$ 1.000 custa menos e chega instantâneo, permitindo trades imediatos em forex, CFDs ou cripto.

Kraken Lista BGB: Mais Tokens Acessíveis

A Kraken inicia trading de BGB em 30 de janeiro às 15h UTC, expandindo o token utility da Bitget e Morph Network. Usado em pagamentos, governança e incentivos, BGB negocia a ~US$ 3,45, apesar de queda de 6% semanal.

CEO Gracy Chen anuncia mais exchanges. Isso facilita acesso a ecossistemas como Bitget, com volume TradFi de US$ 4 bi/dia. Para brasileiros, diversifica opções além de Binance, via corretoras integradas.

Como Usar Hoje: Passos Práticos

  1. Tenha uma conta verificada na Binance.
  2. Carregue saldo via Binance Pay.
  3. Na corretora parceira (via Match2Pay), selecione Binance Pay no checkout.
  4. Confirme e receba fundos instantâneos.

Monitore corretoras como eToro para suporte. Vale testar com valores pequenos para eficiência.


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Rede isométrica da BNB Chain com estradas glowing sem barreiras e fluxos de stablecoins, simbolizando prorrogação de taxa zero até fevereiro

BNB Chain Prorroga Taxa Zero em Stablecoins Até Fevereiro

A BNB Chain prorrogou o ‘0 Fee Carnival’ até 28 de fevereiro de 2026, eliminando taxas de gas para transferências de USDC, USD1 e U na BSC e opBNB. A iniciativa, já na quarta extensão, economizou mais de US$ 4,5 milhões em custos para usuários. Enquanto isso, gigantes como Visa e Mastercard mostram resistência ao uso de stablecoins em pagamentos diários, destacando como as redes cripto avançam na utilidade prática.


Detalhes da Prorrogação e Parceiros Envolvidos

O programa cobre saques de nove exchanges centralizadas, incluindo Binance, Bitget, MEXC e HTX. Na Binance, por exemplo, saques de USD1 e USDC na BSC têm mínimo de US$ 10, enquanto USDC no opBNB exige US$ 20. HTX tornou os saques de USD1 gratuitos permanentemente. Treze carteiras, como Trust Wallet e TokenPocket, permitem transferências wallet-to-wallet ilimitadas para USD1 e U (mínimo US$ 0,10), com USDC limitado a duas transações diárias gratuitas.

Para bridges cross-chain, Celer cBridge e Meson.fi eliminam custos ao trazer USDC de Ethereum, Arbitrum, Polygon e outras para a BSC. Essa cobertura ampla facilita movimentações sem fricção, ideal para traders e usuários DeFi que transferem fundos diariamente entre plataformas.

Economia Real no Bolso do Usuário Diário

Em uma rede como a BSC, taxas de gas típicas variam de US$ 0,50 a US$ 2 por transação. Para quem move US$ 1.000 em stablecoins semanalmente, isso representa uma economia de até US$ 100 mensais. Brasileiros, lidando com volatilidade cambial, ganham com transferências rápidas e baratas para arbitragem ou proteção em stablecoins, sem intermediários caros. O programa, iniciado no final de 2025, prioriza o crescimento do ecossistema ao reduzir barreiras para adoção cotidiana.

Com o market cap de USDC em US$ 71,64 bilhões, pequenas economias se acumulam rapidamente. Usuários podem otimizar rotinas: saque da exchange, transfer para wallet e bridge para DeFi, tudo sem custo extra até fevereiro.

Contraste com o Conservadorismo de Visa e Mastercard

Enquanto a BNB Chain subsidia custos reais, executivos da Visa afirmam não ver ‘product-market fit’ para stablecoins em mercados desenvolvidos como os EUA, citando alternativas como contas bancárias. O CEO da Mastercard vê potencial em infraestrutura, mas enfatiza que o uso atual é mais especulativo que pagamentos diários. Ambas testam blockchain, mas não veem ameaça imediata aos seus negócios centrais.

No entanto, dados mostram on-chain activity superando: Bitcoin liquidou US$ 25 trilhões em 2025, mais que Visa e Mastercard juntas. Redes como BSC provam que cripto já serve ao usuário prático, deixando tradicionais para trás na inovação para o bolso.

Como Aproveitar Agora

Verifique suporte na sua exchange ou wallet preferida e comece transferências com mínimo baixo. Monitore o prazo de 28/02/2026 para mais extensões. Para brasileiros, isso significa economia em remessas ou posições em dólar digital sem IOF ou spreads altos. Abra conta na Binance para acessar saques gratuitos diretamente.


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Trader cartoon brasileiro ativando portal Jupiter na Coinbase para acessar tokens Solana e airdrop SKR, facilitando trades on-chain

Coinbase Integra Jupiter: Acesso Fácil a Milhões de Tokens Solana

Seu acesso à Solana acaba de ficar mais fácil: a Coinbase integrou o Jupiter Exchange, permitindo trades diretos em milhões de tokens on-chain sem esperar listagens centralizadas. Usuários usam saldos existentes para negociar via self-custodial wallets. Para brasileiros, há utilidade imediata com o airdrop Seeker (SKR), que distribuiu R$ 200 mil a desenvolvedores e pode ser resgatado até abril. Uma porta aberta para explorar a rede com praticidade.


Como Funciona a Integração Jupiter-Coinbase

A Coinbase agora usa o Jupiter como camada de execução para trades na Solana. Em vez de listar tokens individualmente, a exchange conecta usuários a pools de liquidez descentralizados via agregador do Jupiter, que processa US$ 50 bilhões mensais em volume spot.

Praticamente, você acessa o app da Coinbase, seleciona um token Solana obscuro e executa a troca instantaneamente com seus saldos em fiat ou cripto. Não precisa de bridges complexos ou múltiplas wallets: tudo roda on-chain, com roteamento otimizado para melhores preços. A integração, anunciada em 29 de janeiro de 2026, segue parcerias do Jupiter com Robinhood e Uniswap, provando maturidade da infraestrutura DeFi.

Para o dia a dia, isso significa liquidez imediata em ativos da Solana, rede conhecida por velocidade e baixas taxas — ideal para quem quer testar memecoins ou projetos emergentes sem burocracia.

Benefícios Práticos para Explorar Solana

Imagine querer comprar um token novo na Solana sem caçar DEXs ou gerenciar gas fees altas em outras chains. Com essa integração, brasileiros acessam milhões de tokens diretamente na Coinbase, usando reais convertidos ou USDC. A Solana cotada a cerca de R$ 604 hoje (queda de 5,5% em 24h) torna trades acessíveis mesmo em posições pequenas.

A utilidade é cotidiana: traders retail evitam listagens demoradas das exchanges centralizadas, enquanto a Coinbase ganha com fluxo de ordens ampliado — seu volume mensal é de US$ 80-100 bilhões. Para novatos, simplifica a entrada em DeFi Solana, com execução seamless e self-custody opcional.

Monitore riscos como liquidez baixa em tokens menores, mas a conveniência supera para experimentos rápidos.

Airdrop SKR: R$ 200 Mil para Brasileiros até Abril

Uma oportunidade real de “dinheiro na mão”: o airdrop Seeker (SKR), da Solana Mobile, distribuiu tokens para 100 mil usuários globais, com R$ 200 mil indo a desenvolvedores brasileiros. O SKR subiu 300% em 24h, com volume inicial de US$ 200 milhões na Meteora.

Prazo prático: resgate até 90 dias após 21 de janeiro (fim de abril de 2026). Acesse o portal Solana Mobile, conecte sua wallet e reivindique — tokens não resgatados voltam ao pool. Sucessor do Saga phone, o Seeker foca Web3 móvel, incentivando devs na rede escalável da Solana.

Para brasileiros, é chance de ganhos gratuitos: verifique elegibilidade agora e use a nova integração Coinbase para negociar SKR ou outros ganhos Solana.


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Investidor cartoon conectando cofre bancário a rede crypto com cartão IBAN luminoso, simbolizando lançamento do My Bank da Bybit

Bybit Lança ‘My Bank’: IBAN Próprio e Fiat-Crypto em Fevereiro

Finalmente sua conta de cripto vai funcionar como uma conta bancária real. A Bybit anunciou o lançamento do ‘My Bank’ em fevereiro, oferecendo IBAN pessoal aos usuários verificados via KYC. Isso permite depósitos fiat diretos, recebimento de salário, pagamento de contas e trading de criptomoedas, tudo no próprio nome, eliminando intermediários e taxas abusivas de bancos tradicionais. O serviço chega após keynote do CEO Ben Zhou, prometendo simplicidade para milhões de usuários globais.


O Que é o ‘My Bank’ da Bybit

O ‘My Bank powered by Bybit’ é um produto de banking retail integrado à exchange. Após completar o KYC, o usuário ganha imediatamente um IBAN pessoal, permitindo envios e recebimentos em múltiplas moedas fiat — com suporte inicial ao dólar americano e potencial para até 18 divisas, sujeito a aprovações regulatórias.

Isso significa acesso instantâneo a fundos fiat para trading crypto, sem depender de ramps externos que cobram taxas altas e demoram dias. Parcerias com bancos como Qatar National Bank (QNB), DMZ Finance e Pave Bank (Geórgia) garantem a infraestrutura confiável, transformando a Bybit em uma solução completa de finanças híbridas.

Benefícios Práticos para o Dia a Dia

Para o investidor comum, o grande ganho está na utilidade cotidiana. Imagine receber salário diretamente no IBAN da Bybit, pagar boletos ou até comprar um carro sem conversões complicadas. Como destacou o CEO Ben Zhou, “para o banco, é só uma transferência para sua própria conta”, evitando rejeições por transações crypto.

Sem intermediários, você elimina taxas abusivas de terceiros — comuns em depósitos via PIX ou TED para exchanges. No Brasil, onde burocracia bancária é alta, isso agiliza aportes em Bitcoin ou altcoins, permitindo reações rápidas a oportunidades de mercado. Usuários unbanked ou underbanked, comuns em emergentes, ganham inclusão financeira real.

Expansão Global e Contexto do Lançamento

A Bybit, com 82 milhões de usuários em 181 países, avança na fusão fiat-crypto apesar de desafios passados, como o hack de US$ 1,4 bilhão em 2025 — do qual se recuperou honrando saques. O lançamento em fevereiro alinha com ambições de expansão para Américas e possível IPO em Wall Street.

Enquanto neobancos como Revolut entram em crypto, a Bybit inverte o jogo: exchanges virando bancos. Para brasileiros, monitore aprovações regulatórias locais, mas o IBAN facilita remessas internacionais sem IOF excessivo em alguns casos.

Como Isso Muda Seu Fluxo de Investimentos

Na prática, seu fluxo diário simplifica: deposite via banco tradicional no IBAN Bybit, converta para USDT ou BTC instantaneamente e trade. Sem esperas ou custos extras, você foca no essencial — analisar mercado e capturar ganhos. Teste pós-lançamento para ver se suporta BRL diretamente, mas o modelo já revoluciona a ponte fiat-crypto.

Monitore atualizações oficiais, pois aprovações podem variar por jurisdição.


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Personagens cartoon regulador e tech erguendo âncora USDU sobre mapa global com fluxos cyan, simbolizando stablecoin regulada nos Emirados

Emirados Lançam USDU: Primeira Stablecoin USD Registrada pelo BC

A primeira stablecoin de dólar oficial registrada pelo Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (CBUAE) está no ar: a USDU, lançada pela Universal Digital de Abu Dhabi. Projetada para pagamentos internacionais e remessas, ela oferece segurança regulada para transações de alto valor, desafiando os bancos tradicionais com eficiência e transparência. Instituições agora têm uma opção 1:1 lastreada em USD para liquidação de ativos digitais.


Lançamento e Regulamentação da USDU

A Universal Digital, regulada pela FSRA do Abu Dhabi Global Market (ADGM), obteve registro como primeiro emissor de Foreign Payment Token sob a Payment Token Services Regulation (PTSR) do CBUAE, em vigor desde agosto de 2024. Essa dupla supervisão garante padrões elevados de custódia de reservas, governança e controles operacionais.

Como primeiro token USD conforme a PTSR, a USDU é o único stablecoin estrangeiro autorizado para pagamentos de ativos digitais e derivativos nos EAU, superando opções globais como USDT e USDC, que não possuem esse registro local. Isso cria um caminho claro de conformidade para bancos, corretoras e venues licenciadas.

O token ERC-20 opera na rede Ethereum, focado em uso institucional e profissional, alinhando-se à evolução regulatória que prioriza proteção ao cliente e mitigação de riscos.

Estrutura de Reservas e Medidas de Segurança

A USDU mantém paridade 1:1 com o dólar americano, lastreada por reservas em contas onshore protegidas nos bancos Emirates NBD, Mashreq e MBank. Esses parceiros institucionais fornecem custódia segura, enquanto uma firma global de auditoria realiza atestações mensais independentes, assegurando transparência total.

Essa estrutura conservadora é crucial para transações de altos valores, reduzindo riscos de volatilidade e oferecendo confiança a empresas que lidam com remessas internacionais. Diferente de stablecoins não regulados, a supervisão do CBUAE impõe disciplina rigorosa, tornando a USDU ideal para liquidações rápidas e reportes compliant.

Para brasileiros enviando ou recebendo valores nos EAU — comum em comércio e expatriados —, isso significa custos menores e velocidade superior aos canais bancários tradicionais, com a garantia de um banco central soberano.

Aplicações Práticas em Pagamentos e Remessas

Nos Emirados, a USDU facilita pagamentos sem fronteiras para ativos digitais, permitindo liquidações em USD regulado sem conversões fiat demoradas. Para remessas, ela agiliza transferências de trabalhadores migrantes ou negócios globais, integrando-se a workflows existentes de compliance.

Instituições podem usá-la em on-ramps e off-ramps, combinando eficiência blockchain com segurança bancária. Imagine enviar remessas da Ásia para os EAU em minutos, com taxas baixas e rastreabilidade total — adeus às filas e burocracia dos bancos.

O foco prático beneficia quem transaciona valores altos, como importadores ou fintechs, posicionando os EAU como hub de pagamentos cripto regulados na região.

Parcerias Estratégicas e Perspectivas Futuras

A Universal firmou com Aquanow (licenciada pela VARA de Dubai) para distribuição global, expandindo acesso institucional. Há também colaboração com AE Coin, stablecoin em dirham dos EAU, para conversões futuras USDU-AECoin, unificando pagamentos USD e locais.

Juha Viitala, executivo sênior, destaca: “Isso dá clareza e confiança às instituições”. Com o mercado de stablecoins em US$ 296 bilhões, a USDU pavimenta o caminho para adoção mainstream nos EAU e além, impulsionando remessas eficientes.

Vale monitorar integrações com mais bancos e exchanges para ampliar o uso cotidiano.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon da Coinbase e Kalshi ativando rede luminosa sobre mapa dos EUA, simbolizando lançamento de mercados de previsão em todos os 50 estados

Coinbase Lança Mercados de Previsão em Todos os EUA

A Coinbase lançou sua plataforma de mercados de previsão para todos os clientes nos Estados Unidos, em parceria com a Kalshi, regulada pela CFTC. Disponível em todos os 50 estados americanos, a ferramenta permite apostas em resultados reais como eleições, esportes e cultura pop usando saldo em USDC. Diferente de plataformas offshore como Polymarket, aqui tudo é legal e regulado.


Como Funcionam os Contratos de Previsão

Os mercados de previsão da Coinbase operam com contratos binários simples: você compra posições “sim” ou “não” sobre um evento específico. O preço de cada contrato reflete a probabilidade implícita no mercado — por exemplo, se um contrato “sim” custa US$ 0,70, o mercado precifica 70% de chance de ocorrência. Ao final do evento, o contrato vencedor paga US$ 1, enquanto o perdedor vale zero.

Essa mecânica é prática para quem quer expressar opiniões sobre o mundo real sem complicações. A Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, fornece a infraestrutura regulada pela CFTC, garantindo transparência e proteção ao investidor. É ideal para o Super Bowl iminente ou eleições futuras, com liquidez crescente à medida que mais usuários participam.

Passo a Passo para Usar na Coinbase

Para começar, acesse sua conta Coinbase verificada nos EUA. Converta dólares ou outros ativos para USDC, a stablecoin usada nesses mercados. Navegue até a seção de mercados de previsão, escolha um evento — como “Os Chiefs vencem o Super Bowl?” — e compre contratos “sim” ou “não” com seu saldo USDC.

Monitore as posições em tempo real, vendo probabilidades atualizadas pelo mercado. Liquide posições antes do fim para lucros parciais ou segure até o resultado. Tudo integrado à plataforma familiar da Coinbase, sem necessidade de wallets externas ou KYC adicional. É prático para quem já negocia cripto diariamente.

Vantagens Reguladas vs Plataformas Offshore

Diferente do Polymarket, que opera offshore e usa cripto nativa com riscos de acesso bloqueado nos EUA, a Coinbase-Kalshi é 100% regulada federalmente. Sem preocupações com VPNs ou sanções estaduais — disponível em todos os 50 estados. Enquanto Polymarket enfrenta escrutínio por insider trading, como no caso Maduro, aqui a CFTC supervisiona conformidade.

Para brasileiros monitorando o mercado global, isso sinaliza maturidade: prediction markets como ferramenta de análise de sentimento, não só especulação. Use para insights sobre eventos americanos que impactam cripto, como decisões do Fed ou eleições.

Eventos Cobertos e Próximos Passos

Os mercados cobrem esportes (NFL, NBA), política (eleições locais), cultura (prêmios Oscar) e economia (inflação, desemprego). Coinbase visa ser uma “everything exchange”, adicionando isso a ações e tokens. Apesar de desafios em estados como Tennessee sobre sports betting, a base federal protege usuários.

Se você é trader, teste com valores pequenos para entender dinâmicas. Monitore volumes para probabilidades precisas — melhor que pesquisas tradicionais. Essa legalização nos EUA pode inspirar regulação global, beneficiando ecossistemas cripto maduros.


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Personagens cartoon em agência de seguros trocando apólice por pagamento cripto via carteira digital luminosa, ilustrando serviço em Dubai

Seguro Cripto em Dubai: Pague Prêmios Diretamente com Ativos Digitais

Pagar o seguro com criptomoedas? Dubai torna isso realidade para o mundo. A Dubai Insurance lançou uma carteira digital habilitada para cripto, permitindo que segurados paguem prêmios e recebam reembolsos diretamente em ativos digitais. Em parceria com a Zodia Custody, a iniciativa opera dentro das regulamentações dos Emirados Árabes Unidos, marcando a primeira oferta desse tipo no setor de seguros local. Isso expande o uso prático de cripto no cotidiano, similar a cartões na Europa.


Como Funciona a Carteira de Cripto para Seguros

A nova wallet da Dubai Insurance foi projetada para simplificar transações no dia a dia. Policyholders podem agora usar ativos digitais para quitar prêmios de seguros gerais e de vida, oferecidos pela companhia desde 1970. Além disso, reembolsos de sinistros serão pagos diretamente em cripto, facilitando a liquidez imediata sem conversões desnecessárias.

Embora a empresa não tenha detalhado os ativos suportados no lançamento, a ênfase em stablecoins para reembolsos sugere foco em estabilidade, ideal para pagamentos cotidianos. Imagine receber indenização por um acidente de carro em USDT ou USDC, pronto para uso imediato em despesas reais. Essa abordagem torna o seguro mais acessível para quem já acumula cripto, eliminando barreiras fiat.

O serviço está disponível em todo o UAE, integrando-se ao ecossistema financeiro local e promovendo a adoção prática de blockchain no setor tradicional de seguros.

Parceria Estratégica com Zodia Custody

A infraestrutura por trás da wallet vem da Zodia Custody, provedora regulada de custódia institucional. Zane Suren, diretor-gerente para Oriente Médio e África, destacou que “com a aceleração da adoção de ativos digitais, seguradoras precisam de infraestrutura confiável para transações seguras”.

Essa parceria garante conformidade com as rigorosas normas dos UAE, protegendo usuários contra riscos comuns em wallets não reguladas. Diferente de soluções DIY, aqui a custódia profissional mitiga preocupações com hacks ou perdas, tornando o uso de cripto para seguros viável para o público geral.

Para o leitor brasileiro, isso ecoa avanços locais, mas em escala global: Dubai posiciona-se como hub cripto-friendly, atraindo inovações que podem inspirar regulamentações semelhantes no Brasil.

Comparação com Cartões Cripto na Europa e Viagens

Na Europa, serviços como o cartão da OKX já permitem gastos cotidianos com cripto convertida em fiat. Dubai Insurance vai além, integrando diretamente ao ciclo de seguros — pagamento e recebimento —, sem intermediários. É como um “cartão de débito cripto” para prêmios anuais ou reembolsos emergenciais.

Para viagens, plataformas como Travala ou AirTM facilitam reservas com cripto, mas seguros adicionam proteção real. Pagar viagem com BTC e, se algo der errado, receber claim em stablecoin cria um loop fechado de utilidade. Dubai demonstra como cripto resolve dores reais: volatilidade controlada via stablecoins e velocidade em transações.

Outros exemplos globais reforçam a tendência: Meanwhile captou US$ 82 milhões para seguros em Bitcoin, e Hong Kong avalia investimentos cripto em seguradoras. Isso sinaliza maturidade do setor.

Benefícios Práticos para o Dia a Dia

Para quem vive de cripto, essa wallet significa liberdade financeira prática. Evite taxas de conversão ao pagar prêmios anuais — use saldo de trading diretamente. Reembolsos em cripto mantêm exposição ao mercado, útil em fases de alta.

No Brasil, onde adoção cresce, inovações como essa inspiram: imagine pagar auto ou saúde com USDT via Pix cripto. Dubai lidera, mas o ecossistema global expande opções reais de gasto. Vale monitorar rollout e assets suportados para planejar usos futuros.


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Personagens cartoon de Coinbase e Kalshi apertando mãos sobre painéis de previsão com selo CFTC, simbolizando lançamento de mercados regulados

Coinbase Lança Mercados de Previsão no App com Kalshi

A Coinbase agora permite que usuários nos Estados Unidos apostem no futuro diretamente pelo app, em parceria com a Kalshi. Lançada nesta semana, a funcionalidade oferece contratos simples de ‘sim ou não’ sobre eventos reais como eleições, esportes, economia e cultura. Com regulação da CFTC, é acessível usando saldo em dólares ou USDC, democratizando o que antes era nicho como o Polymarket.


Como Funciona na Prática

Imagine prever o resultado do Super Bowl ou se a inflação americana vai cair abaixo de 2% no próximo trimestre. Basta abrir o app da Coinbase, selecionar o mercado e comprar contratos ‘sim’ ou ‘não’. O preço de cada contrato reflete a probabilidade estimada pelo mercado — por exemplo, se custa US$ 0,70 o ‘sim’, o mercado vê 70% de chance. Ao final do evento, o contrato vencedor paga US$ 1, e o perdedor zero.

Usuários financiam com USD ou USDC da própria conta, sem necessidade de transferências extras. Disponível quase 24/7 nos 50 estados americanos, com manutenção curta às quintas-feiras. Toni Gemayel, chefe de mercados de previsão na Coinbase, destaca o volume de negociações como métrica chave de sucesso, além do uso para hedge de riscos cotidianos.

Isso simplifica o processo: sem carteiras extras, sem KYC duplicado. Para o investidor comum, é como adicionar uma camada prática de análise de eventos reais ao portfólio cripto.

Eventos Disponíveis e Facilidade de Uso

Os mercados cobrem política (eleições presidenciais), economia (taxas de juros do Fed), esportes (Super Bowl, NBA) e até cultura ou cripto. Diferente de apostas tradicionais, aqui o foco é na precisão coletiva — o CEO Brian Armstrong chama de ‘ultimate truth-seeking‘, pois com dinheiro em jogo, as previsões são mais confiáveis que enquetes enviesadas.

A integração com Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, traz liquidez imediata. Volumes em plataformas como Polymarket e Kalshi explodiram em 2025, superando bilhões semanais. No app Coinbase, isso vira rotina: verifique probabilidades em tempo real enquanto negocia BTC ou ETH no mesmo lugar.

Prático para quem quer diversificar sem complicações, medindo sentimento de mercado sobre eventos que impactam cripto, como decisões do Fed.

Regulação e Por Que Importa

A Kalshi é regulada pela CFTC (Commodity Futures Trading Commission), garantindo transparência e proteção ao usuário — contraste com plataformas offshore. Isso alinha com a visão da Coinbase de ser uma ‘everything exchange’, expandindo além de cripto para derivativos regulados.

Robinhood também usa Kalshi, mostrando maturidade do setor. Apesar de controvérsias em alguns estados sobre sports betting, a CFTC aprova esses contratos como ferramentas de descoberta de preço, não jogos de azar.

Para brasileiros, é sinal de tendência: exchanges globais como Coinbase testam inovações reguladas que podem inspirar plataformas locais ou chegam via apps internacionais.

Próximos Passos para Usuários

Nos EUA, acesse já pelo app e teste com valores baixos. Monitore volumes para ver adesão. No Brasil, fique de olho: regulação cripto avança, e features como essa podem facilitar hedges contra dólar ou eleições locais. Vale acompanhar como Coinbase expande globalmente.


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Personagem cartoon passando cartão cripto em terminal com fluxo de stablecoins sem taxas e cashback dourado, ilustrando lançamento OKX na Europa

OKX Lança Cartão Cripto com Taxa Zero na Europa via Mastercard

A OKX anunciou o lançamento do OKX Card na Área Econômica Europeia, permitindo pagamentos diretos com stablecoins em qualquer merchant que aceite Mastercard. Sem taxas de transação ou câmbio, apenas um spread de 0,4%, o cartão integra cripto ao cotidiano: imagine pagar o café da manhã com USDC mantendo self-custody até o checkout. Com cashback de até 20% em cripto, é um passo prático para usar stablecoins no dia a dia.


Benefícios Práticos do Cartão OKX

O grande atrativo do cartão OKX é a ausência de taxas: nem para transações nem para conversão de moeda estrangeira. Usuários pagam apenas o spread de mercado de 0,4% na hora da compra, quando stablecoins como USDC ou USDT são convertidas automaticamente para euros. Isso elimina barreiras comuns, como pré-carregar saldo em fiat ou lidar com conversões manuais.

Além disso, há cashback instantâneo em cripto: VIPs ganham até 20% de volta por 30 dias promocionais, enquanto usuários regulares recebem até 15%. Suporte a Apple Pay e Google Pay facilita o tap-to-pay em supermercados, restaurantes ou online, tornando stablecoins viáveis para compras reais, como um café ou gasolina.

Como Funciona no Dia a Dia

A mecânica é simples e segura: suas stablecoins ficam na carteira até o momento exato da compra. No checkout, ocorre a conversão on-chain para euros, emitida por um parceiro licenciado na Europa sob regras de AML e KYC. Isso mantém o controle total do usuário, sem necessidade de depositar fundos em contas da exchange previamente.

No cotidiano europeu, o cartão opera em milhões de pontos Mastercard, de padarias a e-commerces. É o que faltava para stablecoins saírem do trading e entrarem na rotina: pague o almoço com USDT, receba cashback em cripto e use novamente. Para brasileiros, é um modelo pronto para copiar, mostrando como cripto resolve problemas reais de pagamento.

Pressão para Soluções no Brasil

Embora restrito à Área Econômica Europeia, o lançamento pressiona exchanges globais como Binance e locais como Mercado Bitcoin a acelerarem cartões cripto no Brasil. Com regulação avançando via Pix e open finance, soluções semelhantes podem chegar em 2026, permitindo pagar boletos ou compras com stablecoins sem IOF alto ou spreads abusivos de bancos.

Imagine usar USDC para o supermercado sem converter para reais primeiro. OKX Europa prova viabilidade técnica e regulatória. Exchanges brasileiras devem observar: usuários querem praticidade, não só trading. Monitore anúncios de parcerias Mastercard ou Visa por aqui.

Próximos Passos para Usuários

Europeus já podem solicitar o cartão via app OKX, sujeito a verificação KYC. No Brasil, vale testar stablecoins em wallets como Phantom ou MetaMask para compras online internacionais, enquanto aguardamos equivalentes locais. Essa tendência global torna cripto indispensável no bolso diário.


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Personagens cartoon pagando com cartão USDC na Europa e transferindo via app no México, simbolizando cripto no cotidiano e viagens

OKX e Revolut: Cripto no Dia a Dia na Europa e México

A exchange OKX anunciou o lançamento de um cartão de pagamento com stablecoins na União Europeia, permitindo gastos em USDC e USDG onde Mastercard é aceito. No mesmo ritmo, a Revolut inaugura seu primeiro banco fora da Europa no México, com contas que rendem juros e transferências internacionais baratas. Essas novidades encurtam a distância entre cripto e o dia a dia, facilitando viagens e compras com ativos digitais de forma prática e regulada.


OKX Card: Stablecoins Direto no Bolso Europeu

O OKX Card, emitido pela parceira Monavate via rede Mastercard, transforma saldos em stablecoins como USDC e USDG em pagamentos reais. Usuários verificados na UE recarregam a carteira OKX Pay diretamente da exchange e gastam em qualquer comércio que aceite Mastercard, sem complicações técnicas.

Regulamentado sob o MiCA, o cartão exige KYC rigoroso para cumprir normas de AML. O CEO da OKX Europe, Erald Ghoos, destaca a praticidade: “Pague e seja pago com cripto no mundo real, mantendo controle total dos ativos”. Ideal para viajantes europeus que querem evitar taxas de câmbio ou usar stablecoins em hotéis, restaurantes e compras online.

Com a adoção crescente de cartões cripto — gastos em Visa-linked subiram 525% em 2025 —, o OKX reforça a tendência de pagamentos cotidianos sem depender de dinheiro fiat tradicional.

Revolut Banco México: Rendimento e Transferências Fáceis

No México, a Revolut capitalizou com mais de US$ 100 milhões — o dobro do mínimo regulatório — e obteve rating HR AAA. É o primeiro banco digital independente aprovado por solicitação direta, oferecendo contas com rendimento automático nos primeiros MXN 25 mil, transferências gratuitas entre usuários e envios internacionais a custo baixo.

O app suporta mais de 30 moedas, conversões competitivas e planos como Metal, com cartões personalizados e acesso a salas VIP no aeroporto da Cidade do México. Em breve, Revolut Kids & Teens para menores. O CEO Nik Storonsky vê o México como modelo para 100 milhões de clientes em 100 países.

Para brasileiros, há boas notícias: a Revolut avança no Brasil com licença SCD, preparando conta local, Pix e cartões, mirando 10-20 milhões de usuários.

Facilitando Viagens e Gastos com Cripto

Esses lançamentos práticos mostram como cripto vira ferramenta cotidiana. Na Europa, o OKX Card permite gastar stablecoins sem conversão fiat, perfeito para turistas evitando volatilidade. No México e América Latina, a Revolut resolve dores como burocracia bancária e remessas caras, com multi-moedas úteis para viagens regionais.

Monitore essas opções para otimizar gastos: recarregue com USDC no OKX para a Europa ou abra uma conta Revolut para transferências México-Brasil. A ponte cripto-fiat fica mais curta, acelerando o fim do dinheiro tradicional em pagamentos diários.


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Jovem cartoon pagando com cripto via smartphone em loja aceita por lojista sorridente com display 39%, simbolizando boom de adoção nos EUA

Pagando com Cripto: PayPal Revela Boom de Adoção nos EUA

Já imaginou pagar seu cafezinho com Bitcoin? Uma pesquisa da PayPal revela que isso está virando realidade nos EUA: 39% dos lojistas já aceitam criptomoedas no checkout, impulsionados pela demanda de clientes jovens. Quase 9 em 10 lojistas receberam pedidos para isso, sinalizando o fim da fase experimental e o início do uso cotidiano.


Adoção Acelerada por Grandes Empresas

No mercado americano, a aceitação de cripto no varejo cresce rápido. Empresas grandes, com faturamento acima de US$ 500 milhões anuais, lideram com 50% adotando pagamentos em ativos digitais. Gigantes como Starbucks, Walmart e Home Depot já integram opções de Bitcoin e stablecoins, facilitando transações rápidas.

Para quem aceita, as criptomoedas representam 26% do faturamento total. Setores como hospitalidade e viagens (81%), bens digitais e games (76%) e varejo online (69%) veem maior interesse. A PayPal lançou em julho um tool de checkout que suporta mais de 100 criptomoedas, simplificando o processo para lojistas.

Vantagens práticas incluem velocidade de transação (45%), atração de novos clientes (45%) e maior segurança (41%). Isso torna o cripto uma ferramenta real para crescer vendas no dia a dia.

Jovens Impulsionam o Uso Cotidiano

O público jovem é o motor dessa tendência. 77% dos Millennials e 73% da Geração Z mostram interesse em pagar com cripto, segundo os lojistas. Pequenas empresas relatam 82% de pedidos vindos de Gen Z, comparado a 65% nas grandes.

Exemplo prático: donos de cafeterias como Win Win Coffee notam que opções flexíveis de pagamento ajudam a fidelizar clientes digitais. Com 88% dos lojistas recebendo inquéritos mensais sobre cripto, a pressão dos consumidores acelera a adoção. 69% querem usar pelo menos uma vez por mês, transformando o experimental em hábito.

Isso responde à demanda por pagamentos globais e rápidos, ideais para compras online ou viagens, onde cartões tradicionais ainda cobram taxas altas.

Barreiras e o Caminho para a Simplicidade

O principal obstáculo? Complexidade técnica. 90% dos lojistas adotariam cripto se o processo fosse tão simples quanto cartões de crédito. A pesquisa, feita com 619 decisores em outubro de 2025 pela National Cryptocurrency Association, mostra otimismo: 84% esperam que vire padrão em 5 anos.

A PayPal, com sua VP May Zabaneh, destaca que ferramentas amigáveis estão levando cripto da euforia para o comércio real. 72% dos adotantes viram aumento nas vendas cripto no último ano, provando viabilidade prática.

Privacidade (40%) e acesso global também pesam, especialmente para empreendedores que querem competir sem intermediários caros.

Impacto no Comércio Brasileiro

No Brasil, onde o Pix já revolucionou pagamentos, essa tendência americana acelera o futuro cripto. Plataformas como Mercado Pago e PicPay testam integrações, e jovens brasileiros, ávidos por tech, pressionam por opções. Imagine pagar no supermercado ou delivery com BTC sem conversão manual.

Com adoção nos EUA validando o modelo, exchanges locais podem lançar checkouts simples. Fique de olho: o que funciona lá chega aqui rápido, trazendo utilidade real para seu bolso. Vale testar wallets com suporte a pagamentos para se preparar.


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Cofre cerebral de IA rachado vazando chaves douradas e fluxos vermelhos, representando falha de segurança no Clawdbot e scams cripto

Clawdbot Vaza Chaves de API e Credenciais: Scams de Tokens Falsos e Como se Proteger

O assistente de IA viral Clawdbot, usado por desenvolvedores incluindo no ecossistema cripto, está expondo chaves de API, credenciais e conversas privadas devido a configurações falhas. Pesquisadores encontraram centenas de servidores públicos acessíveis via ferramentas como Shodan. Ao mesmo tempo, o fundador Peter Steinberger alerta para scams de meme coins falsos como CLAWD após sequestro de suas contas no GitHub e X. Usuários precisam agir rápido para mitigar riscos.


Vulnerabilidade no Clawdbot Expõe Dados Sensíveis

O Clawdbot é um agente de IA open-source que roda localmente no dispositivo do usuário, conectando modelos de linguagem grandes (LLMs) a plataformas de mensagens e executando comandos via interface web “Clawdbot Control”. O problema surge quando o gateway é colocado atrás de um proxy reverso mal configurado, permitindo bypass de autenticação.

Pesquisadores como Jamieson O’Reilly identificaram centenas de instâncias expostas publicamente. Buscas simples por “Clawdbot Control” no Shodan revelam servidores com acesso total a credenciais como chaves API, tokens de bots, segredos OAuth, históricos de conversas e até capacidade de enviar mensagens ou executar comandos em nome do usuário. A firma SlowMist confirmou riscos de roubo de credenciais e execução remota de código.

Em um teste prático, o CEO da Archestra AI, Matvey Kukuy, usou injeção de prompt via e-mail para extrair uma chave privada em apenas cinco minutos, destacando o perigo para carteiras cripto e acessos sensíveis.

Sequestro de Contas Gera Scams de Meme Coins

Durante o rename forçado de Clawdbot para Moltbot por questões de trademark, scammers exploraram uma brecha para sequestrar as contas GitHub e X de Steinberger. Isso gerou promoção de tokens falsos como CLAWD, lançado na Solana via pump.fun, falsamente ligado ao projeto.

Steinberger postou no X: “Eu nunca farei uma coin. Qualquer projeto que me liste como dono é um SCAM”. Pesquisadores como Stitchdegen e Ozmen reforçaram que esses golpes são comuns em projetos open-source virais, onde a visibilidade atrai especulação sem consentimento do criador. Reações variam, com alguns traders criticando a postura “anti-cripto” do fundador, mas o foco dele permanece no software, não em especulação financeira.

Esse padrão ecoa casos recentes, como o meme coin RALPH, que caiu 80% após venda de desenvolvedor, e alertas de CZ sobre seguir piadas para investimentos.

Passos Práticos para se Proteger Agora

Como usuário prático do mercado cripto, priorize a ação imediata. Aqui vai um guia passo a passo:

  1. Audite sua configuração: Verifique se o Clawdbot Control está exposto na internet. Use ferramentas como Shodan ou escaneie suas portas abertas. Aplique IP whitelisting estrito em portas expostas.
  2. Desinstale o Clawdbot: Remova o software do seu dispositivo. Acesse o diretório de instalação, pare processos e delete arquivos. No GitHub, o projeto foi renomeado para Moltbot – evite versões não oficiais.
  3. Revogue chaves e tokens: Liste todas as API keys usadas (exchanges como Binance, wallets). Gere novas chaves em cada serviço e revogue as antigas. Monitore logs de acesso para atividades suspeitas.
  4. Verifique conversas e acessos: Analise históricos de chats exportados. Mude senhas de contas ligadas e ative 2FA onde possível.
  5. Monitore scams: Ignore qualquer token CLAWD ou similar. Verifique sempre canais oficiais do desenvolvedor antes de investir em projetos virais.

O FAQ do Clawdbot admite que agentes com acesso shell são “arriscados” e não há setup perfeitamente seguro. Para devs cripto, isso reforça: isole ambientes de produção e nunca exponha infra sem auditoria.


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Rede isométrica de smartphones minerando com tokens PI escorrendo em vermelho e app pagamentos central cyan brilhando, simbolizando testes em meio à queda de 94% no Pi Network

Pi Network: Pagamentos em Teste Chegam com PI em Queda Livre

A Pi Network lançou sua segunda atualização de 2026, integrando pagamentos diretos no Pi App Studio. Criadores agora podem adicionar opções de pagamento in-app sem programar, usando Test-Pi em sessões ativas. No entanto, o token PI atingiu uma nova mínima histórica de US$ 0,1687 (cerca de R$ 0,87), caindo 9% na semana e mais de 94% desde o pico há 11 meses. Essa realidade contrasta com a euforia inicial da ‘mineração no celular’.


Como Funcionam os Novos Pagamentos no App Studio

A funcionalidade permite que Pioneers criem aplicativos customizados com o Pi AI e implementem pagamentos facilmente. Basta abrir o Pi App Studio no Pi Browser – ainda não disponível no Desktop App –, descrever o produto, definir preço em Pi e vincular uma wallet. Usuários pagam sem interromper o uso do app, ideal para testes em sessões únicas.

Exemplo prático: Crie um app de customização com Pi AI, clique em ‘Implement Pi Payments’ e configure. Isso facilita experimentos cotidianos, como recompensas em jogos ou serviços simples dentro do ecossistema Pi. No entanto, é limitado a Test-Pi, sem valor real ainda, destacando o estágio beta do projeto.

Para brasileiros com milhões de contas Pi no app, essa é uma chance de praticar desenvolvimento sem custo, mas lembre-se: Pi só tem utilidade interna por enquanto.

Queda do Token PI: Números e Contexto

O PI quebrou suportes após meses entre US$ 0,20-0,22, registrando mínimas consecutivas. Dados do CoinGecko mostram perda de 16% em duas semanas, refletindo desconfiança no progresso lento da rede.

Desde o lançamento da mainnet aberta em 2025, o token não decolou como prometido. Pesquisas em fontes oficiais como minepi.com não confirmam data para 2026, mantendo incertezas. No Brasil, onde Pi viralizou via indicações, muitos usuários acumularam milhões de Pi ‘minerados’ no celular, mas sem liquidez real, o valor despenca em exchanges.

Convertendo, US$ 0,1687 equivale a cerca de R$ 0,87 pelo dólar a R$ 5,18. Isso reforça: apps de mineração mobile prometem ser fácil, mas entregam euforia sem fundamentos sólidos.

Realidade vs Hype: Lições Práticas para Usuários

A Pi Network atraiu 50+ milhões de usuários com mineração via app sem gasto de bateria, mas a atualização de pagamentos é só teste. Mainnet já aberta, mas adoção limitada por centralização e falta de utilidade externa.

Para o dia a dia: Teste o App Studio para aprender criação de apps blockchain. Vincule wallet KYC para migração futura. Monitore volume e listagens em exchanges como Binance. Evite vender Pi a preços baixos; espere utilidade real.

No Brasil, com regulação CVM avançando, priorize projetos listados e líquidos. Pi ensina: mineração mobile é marketing, não riqueza rápida. Foque em educação e paciência.

Próximos Passos para Pioneers Brasileiros

Acesse o Pi Browser, teste pagamentos e crie apps. Atualize app para 2026. Sem data mainnet 2026 confirmada, gerencie expectativas. Diversifique em BTC ou ETH via exchanges reguladas.

Monitore atualizações oficiais no app. Essa fase beta é chance de skill-building gratuito, útil para carreira em Web3.


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Personagem cartoon pagando com cartão cripto em loja, recebendo cashback dourado com '4%' destacado, ilustrando benefícios do cartão MEXC x Ether.fi Visa

Cartão MEXC x Ether.fi: 4% Cashback em 150 Milhões de Lojas Visa

A parceria entre MEXC e Ether.fi lançou um cartão de crédito cripto que permite gastar ativos digitais em mais de 150 milhões de estabelecimentos Visa ao redor do mundo. Com até 4% de cashback em todas as compras, compatibilidade com Apple Pay e Google Pay, essa opção prática coloca o poder nas mãos do usuário comum, facilitando o uso de cripto no café da manhã, compras no shopping ou viagens. Disponível em mais de 60 países, incluindo Ásia, Europa e América do Sul, é uma ponte real entre cripto e o dia a dia financeiro.


Como Funciona o Cartão no Cotidiano

O cartão MEXC x Ether.fi transforma suas criptomoedas em poder de compra imediato. Basta completar a verificação KYC avançada, preencher o formulário de solicitação e recarregar a conta Ether.fi via transferência bancária ou carteiras não custodiais. Uma vez ativado, ele funciona como qualquer cartão Visa, aceito globalmente em supermercados, restaurantes, e-commerces e postos de gasolina.

A integração com Apple Pay e Google Pay agiliza pagamentos sem contato, ideal para o brasileiro que quer simplicidade. Não há necessidade de conversões complicadas: gaste diretamente contra seu saldo cripto ou pegue empréstimos colateralizados, mantendo controle total sobre seus ativos. Isso elimina a barreira de ‘como usar cripto no mundo real’, tornando-o acessível para iniciantes e veteranos.

Para o usuário prático, o foco está na liquidez: seu cripto não fica ocioso, gerando retornos enquanto você paga o cafezinho ou a conta de luz.

Benefícios Financeiros e Perks Exclusivos

O grande atrativo é o cashback de até 4% em todas as compras, superior a muitos cartões tradicionais. Além disso, perks como descontos em viagens, passes para conferências e economia de até 65% em hotéis de luxo adicionam valor real ao seu orçamento mensal.

Em janeiro, há bônus extras: até 15% de cashback em comida e restaurantes. Para quem gasta em delivery ou saídas, isso representa economia imediata. O CEO da Ether.fi, Mike Silagadze, destaca que o produto é ‘objetivamente melhor’ que opções bancárias, oferecendo recompensas mais altas e liberdade para gastar ou borrow contra cripto.

Comparado a cartões fiat, aqui você evita taxas ocultas e ganha com a volatilidade controlada, usando stablecoins ou ativos líquidos para estabilidade no dia a dia.

Ofertas para Novos Usuários e Programa de Indicações

Novos clientes ganham 15 USDT em airdrop ao depositar mais de 100 USDT na primeira vez. É uma forma simples de testar sem risco alto. O programa de referral incentiva compartilhamento: 10 USDT por indicação mais 1% de cashback nas compras do indicado.

Isso beneficia a rede: quanto mais amigos usam, mais você economiza. Para o brasileiro médio, é prático convidar família ou colegas que buscam alternativas aos bancos tradicionais, especialmente com inflação e juros altos.

A MEXC, com mais de 40 milhões de usuários, garante suporte robusto, enquanto a Ether.fi atua como um ‘banco DeFi’ self-custodial, priorizando segurança e usabilidade.

Por Que Escolher Esse Cartão Agora

No contexto de adoção crescente de cripto, o MEXC x Ether.fi alinha utilidade com recompensas. Silagadze enfatiza a evolução para ‘casos de uso reais no dia a dia’. Para quem quer pagar boletos, compras online ou viagens sem vender cripto prematuramente, é ideal.

Vale monitorar limites de gasto e taxas de conversão, mas os benefícios superam. Com o mercado cripto maduro, ferramentas como essa democratizam o acesso, tornando cripto parte rotineira da carteira pessoal.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon japoneses abrindo porta shoji com 2028 gravado, revelando horizonte cripto, simbolizando planos de ETFs por Nomura e SBI

Japão Planeja ETFs de Cripto em 2028 Liderados por Nomura e SBI

A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) planeja autorizar ETFs de criptomoedas até 2028, abrindo o Tokyo Stock Exchange para esses produtos. Gigantes como Nomura Holdings e SBI Holdings lideram a corrida, com projeções de captação de US$ 6,4 bilhões (cerca de R$ 33,8 bilhões). Essa movimentação facilita o acesso regulado a ativos como Bitcoin para investidores japoneses, sinalizando maturidade no mercado asiático.


Cronograma Regulatório e Proteções ao Investidor

A FSA pretende incluir criptomoedas na lista de ativos elegíveis para ETFs, com medidas reforçadas de proteção ao investidor. Diferente de mercados spot diretos, esses produtos negociam como ações tradicionais, eliminando barreiras como gerenciamento de carteiras digitais. A mudança segue aprovações nos EUA e Hong Kong em 2024, onde ETFs de Bitcoin acumularam US$ 120 bilhões.

Para o investidor prático, isso significa exposição simples e regulada a criptoativos via corretoras familiares. No Japão, regulado pela FSA desde 2017, essa evolução equilibra inovação com segurança, evitando riscos de custódia direta.

Liderança de Nomura e SBI no Mercado Japonês

Nomura e SBI estão posicionadas como pioneiras, graças à infraestrutura existente em gestão de ativos. A SBI já anunciou planos para um ETF duplo de Bitcoin e XRP, além de estruturas híbridas com ouro. Ambas aguardam aprovação da bolsa de Tóquio.

Essas instituições tradicionais trazem credibilidade, facilitando a entrada de fundos de pensão e investidores institucionais japoneses. Para brasileiros monitorando tendências globais, isso reforça o Japão como hub cripto amigável na Ásia.

Projeções de Mercado e Impacto Global

Analistas estimam 1 trilhão de ienes (US$ 6,4 bilhões) em ativos iniciais, impulsionados pela capitalização global de cripto em US$ 3 trilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 464.035 (+1,02% em 24h), refletindo apetite por ativos regulados.

Com dólar a R$ 5,28, o potencial em reais é atrativo. ETFs japoneses podem acelerar adoção institucional na região, beneficiando liquidez global e preços de altcoins como Ethereum e Solana.

O Que Monitorar a Partir de Agora

Investidores devem acompanhar consultas regulatórias da FSA e aprovações da bolsa. Sinais positivos, como discursos pró-fintech da ministra das Finanças, indicam aceleração. Para o varejo brasileiro, isso é um lembrete: mercados maduros expandem opções seguras, mas volatilidade persiste.


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Gestor de fundo cartoon apresentando Bitcoin dourado a aposentados entusiasmados diante de cofre aberto, simbolizando adoção institucional na Colômbia

Colômbia Avança: 2º Maior Fundo de Pensão Lança Bitcoin

O segundo maior fundo de pensão privado da Colômbia, AFP Protección, anunciou o lançamento de um fundo de investimento com exposição ao Bitcoin para clientes qualificados. A iniciativa, confirmada pelo presidente Juan David Correa em entrevista ao Valora Analitik nesta segunda-feira (26/01/2026), foca em diversificação de portfólios via assessoria personalizada. Com mais de 8,5 milhões de clientes e US$ 55 bilhões em ativos, o movimento reforça a adoção institucional de cripto na América Latina, inspirando investidores brasileiros a pensarem em opções semelhantes para aposentadoria.


Detalhes do Novo Produto Bitcoin

A AFP Protección, fundada em 1991, gerencia mais de 220 trilhões de pesos colombianos, equivalentes a cerca de R$ 290 bilhões ao câmbio atual. O novo fundo não altera a gestão principal de poupança de aposentadoria, que continua ancorada em renda fixa, ações e ativos tradicionais. Em vez disso, oferece uma alocação opcional em Bitcoin para investidores que passem por avaliação de risco individualizada.

"O elemento mais importante é a diversificação", afirmou Correa. Clientes qualificados poderão destinar uma porcentagem de seus portfólios ao ativo digital, ajudando a proteger contra inflação e volatilidade de moedas locais. O acesso é restrito, priorizando perfis com tolerância ao risco, o que torna o produto prático para quem já tem base sólida em investimentos convencionais.

Precedente na Colômbia e Contexto Regulatório

Essa é a segunda grande administradora de fundos de pensão no país a entrar no Bitcoin. A Skandia, pioneira, introduziu exposição em setembro de 2025. Juntas, essas entidades cobrem uma fatia significativa do mercado de pensão obrigatória colombiana, que totalizou 527 trilhões de pesos em novembro de 2025.

O anúncio ocorre em meio à maior regulação: a DIAN (autoridade tributária) implementou regras de relatoria para exchanges e custodians, alinhadas ao framework da OCDE. Isso exige dados de usuários e transações, promovendo transparência e combatendo evasão fiscal, mas sem proibir investimentos. Para colombianos, significa segurança para alocar em cripto dentro de estruturas reguladas.

Lições Práticas para Brasileiros

No Brasil, fundos como Previ, Petros e Funcef gerenciam bilhões em aposentadoria de servidores e estatais. Embora ainda conservadores, o exemplo colombiano mostra viabilidade prática: diversificar com Bitcoin pode turbinar rendimentos de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 463.686 (alta de 0,59% em 24h), valorizando 150% em 12 meses.

Investidores individuais podem replicar: abra conta em exchange regulada, aloque 1-5% do portfólio em BTC via ETF ou direto, e monitore via apps. Para aposentadoria, considere previdência privada com opções cripto indiretas. O vizinho abre caminho — cabe ao Brasil acelerar.

Próximos Passos e Oportunidades

Monitore aprovações da CVM para produtos semelhantes aqui. Enquanto isso, comece pequeno: eduque-se, diversifique e use ferramentas como calculadoras de yield para simular cenários. A adoção em fundos de pensão latinos sinaliza maturidade — pratique agora para colher na aposentadoria.


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