Empreendedores cartoon construindo ponte com stablecoins ZAR e BRL sobre oceano digital, simbolizando lições da África do Sul para startups brasileiras em remessas

Stablecoins Locais no Mundo: Lições da África do Sul para o Brasil

Empresas sul-africanas como Luno, Sanlam, EasyEquities e Lesaka acabam de lançar o ZARU, uma stablecoin lastreada 1:1 pelo rand sul-africano e construída na rede Solana. Lançado em 3 de fevereiro de 2026, o projeto visa modernizar pagamentos e combater o domínio de stablecoins em dólar. Para brasileiros, isso é um sinal claro: está na hora de uma stablecoin do real (BRL) que facilite remessas familiares e evite taxas abusivas de bancos. Imagina enviar dinheiro para o interior sem perder 10% no câmbio?


O Que é o ZARU e Como Ele Funciona

O ZARU não é só mais uma stablecoin. Ele traz o rand sul-africano para os trilhos da blockchain, tornando-o “dinheiro nativo da internet”. Cada token é respaldado por um rand em reservas, garantindo estabilidade. A escolha da Solana foi estratégica: transações rápidas e baratas, ideais para pagamentos do dia a dia.

Parceria pesada: a exchange Luno cuida da liquidez inicial, enquanto gigantes como Sanlam (investimentos) e EasyEquities (plataforma retail) testam com investidores institucionais. No lançamento, só para qualificados, mas o plano é abrir para o público. Para o sul-africano comum, isso significa liquidar remessas em segundos, sem as demoras de transferências bancárias tradicionais.

Segundo o anúncio oficial, o ZARU compete com euro e dólar digital, preservando a soberania monetária local. É como um PIX cripto, mas global.

Por Que Agora? Contexto Sul-Africano e Lições Globais

A África do Sul lidera em inovação cripto na África, com mais de US$ 300 bilhões em stablecoins tokenizadas. Mas o Banco Central (SARB) estava preocupado: desde 2022, o uso de USDT e USDC explodiu 20 vezes, ameaçando o controle da economia local. Pessoas salvavam em dólares digitais, vazando valor para fora.

O ZARU responde a isso: mantém o dinheiro em rand, mas com eficiência blockchain. Para remessas, que representam bilhões na economia sul-africana, as taxas caem drasticamente – de dias para instantes, e custos de centavos. Relatórios do SARB confirmam essa “mudança estrutural” na adoção cripto.

No Brasil, vemos o paralelo: com inflação volátil e remessas acima de R$ 5 bilhões anuais para fora, uma stablecoin BRL poderia revolucionar. Evitaria a dependência de USDT, que ignora nossa realidade cambial.

Oportunidade no Brasil: Hora da Stablecoin do Real

Se a África do Sul, com economia emergente similar, fez no trilho da Solana, por que não aqui? O real é uma moeda forte regional, e startups brasileiras têm expertise em fintech – pense em Nubank ou Mercado Pago entrando no jogo.

Benefícios práticos: famílias no Nordeste recebem dinheiro de filhos em SP sem bancos intermediários cobrando 8-12% em taxas. Pequenos negócios exportadores liquidam em BRL instantâneo. E com regulação do BC avançando em CBDC (Drex), uma stablecoin privada pode ser o complemento perfeito.

Oportunidade para empreendedores: parcerias com exchanges locais como Mercado Bitcoin ou Binance Brasil, auditorias transparentes e integração com wallets como PicPay. O mercado de stablecoins cresce globalmente, e o Brasil, com 200 milhões de habitantes, é terreno fértil.

Passos Práticos para Startups Brasileiras

Quer entrar nessa? Comece validando: converse com usuários de remessas (MEIs, imigrantes). Escolha blockchain eficiente como Solana ou Polygon para baixos custos. Garanta lastro 1:1 com custódia regulada.

  1. Estude regulação: Lei 14.478/22 e sandbox do BC.
  2. Monte time: devs blockchain + compliance + finanças.
  3. Teste beta com instituições, como fizeram na África do Sul.
  4. Integre com apps cotidianos: WhatsApp Pay, PIX.

Isso não é especulação: é utilidade real. Uma stablecoin BRL pode custar R$ 1-2 em taxas por R$ 1.000 enviados, vs. R$ 50-100 hoje. Monitore projetos globais e aja – a janela está aberta.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Trader cartoon surpreso vendo pares de trading se desfazerem em tela de exchange com alerta '20', sinalizando delisting na Binance

Binance Remove 20 Pares de Trading Amanhã: Sua Cripto Está na Lista?

Sua cripto na lista negra? A Binance anunciou a remoção de 20 pares de trading spot para amanhã, 06 de fevereiro de 2026, às 16h (horário de Brasília). Pares como AUDIO/BTC, NEAR/FDUSD e RENDER/FDUSD param de negociar. Se você tem posições abertas nesses pares, precisa agir rápido para evitar conversões automáticas ou bloqueios. Isso afeta traders casuais e holders que usam esses mercados para liquidez diária.


A Lista Completa dos 20 Pares Removidos

A exchange listou exatamente estes pares que saem do ar: AUDIO/BTC, BB/FDUSD, BERA/FDUSD, EIGEN/BTC, FIDA/BTC, HEI/BTC, IOTX/ETH, KERNEL/FDUSD, MANTA/BTC, MTL/BTC, NEAR/FDUSD, PEOPLE/FDUSD, RENDER/FDUSD, RONIN/BTC, SAPIEN/BNB, SCR/BTC, S/ETH, S/FDUSD, SUSHI/BTC e VANA/FDUSD. São combinações com BTC, ETH, BNB e FDUSD, geralmente de altcoins menores.

Para brasileiros, isso importa porque muitos usam FDUSD como ponte para stablecoins baratas, evitando taxas altas de USDT em remessas. Se você trade NEAR/FDUSD ou RENDER/FDUSD para exposição rápida, revise sua carteira agora. A remoção é rotina da Binance para limpar pares de baixa liquidez, mas pega de surpresa quem não acompanha anúncios.

O Que Acontece com Seus Saldos se Não Agir?

Depois das 16h de amanhã, o trading nesses pares para. Ordens abertas cancelam automaticamente. Saldos não somem: a Binance converte o lado menos líquido para o outro automaticamente, tipo seu AUDIO vira BTC no AUDIO/BTC. Mas isso pode dar preço ruim por falta de liquidez – imagine vender AUDIO num momento de pânico, valendo menos que hoje.

Para nós no Brasil, com dólar a R$5,70+, uma conversão forçada pode custar caro em reais. Sem o par, você perde aquela rota conveniente. Holders de longo prazo? Melhor transferir para wallet externa ou converter para USDT/BRL antes. Nada de pânico: seus fundos ficam seguros, só muda a forma de negociar.

Passo a Passo: O Que Fazer Antes das 16h

  1. Abra sua conta Binance e vá em “Carteira” > “Spot”. Veja se tem AUDIO, NEAR, etc., nos pares listados.
  2. Feche posições: venda o lado que quer manter, ou troque por USDT/BRL para liquidez imediata.
  3. Transfira para outros pares: NEAR tem NEAR/USDT ativo? Migre para lá. Mesma coisa para RENDER/USDT.
  4. Se holding: retire para wallet como Trust Wallet ou MetaMask. Taxa de saída varia – cheque em “Carteira” > “Saída”.
  5. Ative 2FA e verifique e-mail para segurança extra durante o movimento.

Faça isso hoje, quinta-feira, pra evitar fila no último minuto. Equivale a organizar a geladeira antes da visita: melhor prevenir.

Alternativas Práticas para Brasileiros

Muitos pares têm equivalentes em USDT ou BNB, que ficam. Para remessas, use Bybit ou OKX se precisar FDUSD. No Brasil, Mercado Bitcoin ou Binance P2P para converter em reais sem IOF alto. Monitore o anúncio oficial da Binance para atualizações – eles às vezes revertem se liquidez melhora.

Isso reforça: diversifique exchanges e pares. Não deixe tudo num só lugar, como não guarda todo salário numa conta só. Fique de olho no app da Binance para alertas futuros.


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Empreendedores cartoon correndo rampa de stablecoins com empurrão dourado, simbolizando programa de aceleração da Bitso para startups brasileiras

Bitso Abre R$ 1,3 Milhão para Startups de Stablecoins no Brasil

Sua ideia de startup pode valer R$ 1,3 milhão? A Bitso Business lançou a 2ª edição do programa The Push, oferecendo até US$ 250 mil em investimento para projetos de stablecoins na América Latina. Aberto a empreendedores globais com foco regional, o programa inclui mentoria e créditos para integração. Inscrições vão até 20 de março de 2026 – uma chance real para quem quer inovar em pagamentos estáveis e remessas baratas.


O Que o Programa Oferece na Prática

O The Push não é só promessa de dinheiro: startups selecionadas ganham até US$ 250 mil (uns R$ 1,3 milhão no câmbio atual) para impulsionar o negócio. Além disso, tem US$ 25 mil (R$ 130 mil) em créditos para usar produtos da Bitso Business, como integração de infraestrutura financeira. E o melhor: mentoria direta com especialistas em pagamentos, liquidez, compliance e regulação – coisas que todo empreendedor brasileiro sabe que são barreiras enormes por aqui.

Imagine: você constrói uma solução de stablecoins para remessas familiares, que hoje custam uma fortuna em bancos tradicionais. Com esse apoio, pode escalar rápido, testando no mercado latino-americano sem quebrar o banco logo de cara.

Quem Pode Participar e Exemplos Reais

É para startups globais sediadas ou expandindo para a América Latina, com soluções baseadas em stablecoins. Foco em inovações como pagamentos transfronteiriços, rampas de entrada/saída de reais para stablecoins, infraestrutura financeira ou até junção de IA com finanças. Não precisa ser gigante: na 1ª edição de 2025, mais de 300 se inscreveram de Brasil, EUA, Canadá e Europa. Nove foram escolhidas, incluindo a brasileira Lumx.

Caio Barbosa, da Lumx, disse que o programa foi “divisor de águas”: acelerou execução e posicionou a empresa como líder em stablecoins no Brasil. Se você tem uma ideia prática – tipo stablecoin lastreada em real para evitar IOF em viagens –, vale checar se encaixa.

Como Se Inscrever: Passo a Passo Simples

Prático como você gosta: acesse o formulário de inscrições agora. Preencha até 20 de março de 2026. A seleção do júri rola em abril e maio, e os vencedores saem dia 15 de junho de 2026, na Stablecoin Conference 2026. Prepare pitch claro: explique o problema que resolve (ex: remessas caras para o Nordeste), como stablecoins ajudam e plano para Latam.

Dica realista: revise regulação brasileira (Lei 14.478) e prepare dados de tração inicial. Não perca: prazos apertados, mas o retorno pode mudar sua vida financeira.

Por Que Isso Importa para Brasileiros

No Brasil, stablecoins crescem por necessidade: com dólar volátil e remessas para filhos no exterior custando 10-15% em taxas, elas oferecem estabilidade sem o risco do Bitcoin. Programas como esse fomentam o ecossistema local, criando jobs em tech e finanças. A 1ª edição já provou: startups daqui saem fortalecidas. É evolução regional – de especulação para uso diário, como pagar boletos ou enviar grana sem banco intermediário. Monitore: pode ser o empurrão que o mercado nacional precisa.


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Avalanche de partículas douradas com 2B bold colidindo pilares de altcoins, simbolizando desbloqueio de US$ 2 bi em tokens

Fevereiro de Inflação: US$ 2 Bi em Tokens Desbloqueados

Cuidado com a diluição: US$ 2 bilhões em tokens (cerca de R$ 10,5 bilhões, com o dólar a R$ 5,24) chegam ao mercado em fevereiro, podendo pressionar os preços para baixo com o aumento da oferta. Projetos como LayerZero [ZRO], Aster [ASTER] e Berachain [BERA] lideram a lista de desbloqueios, testando a resiliência do mercado. Para o investidor brasileiro, isso significa mais volatilidade na hora de converter ganhos em reais para pagar contas ou planejar o futuro.


Os Principais Unlocks do Mês

De acordo com dados recentes, fevereiro será marcado por uma enxurrada de liberações. O maior é do Rain [RAIN], com mais de US$ 359 milhões em tokens entrando em circulação. Em seguida vêm Zama [ZAMA], LayerZero [ZRO] e Aster [ASTER], que podem injetar volumes significativos no mercado.

Tokens de médio porte como Berachain [BERA] e Stable [STABLE] também terão desbloqueios relevantes em relação ao seu tamanho de mercado. Imagine isso como uma grande quantidade de mercadorias chegando às prateleiras de uma vez: se a demanda não acompanhar, os preços caem. Para nós brasileiros, que lidamos com o real volátil, esses eventos globais podem amplificar oscilações ao converter para BRL.

Vários desses unlocks estão programados para dias próximos, o que aumenta o risco de pressão coletiva sobre os preços.

Impacto Prático no Seu Portfólio

Quando tokens são desbloqueados, equipes, investidores iniciais e validadores recebem suas parcelas. Muitos vendem para realizar lucros, aumentando a oferta e potencialmente derrubando o preço. É como se todo mundo recebesse o salário de fim de mês ao mesmo tempo e muitos decidissem vender bens imediatamente: a oferta aumenta e os preços desvalorizam pela concorrência.

No contexto brasileiro, onde o dólar está em torno de R$ 5,24, um 10% de queda em um token de US$ 100 pode significar R$ 52 a menos por unidade no seu bolso. Projetos menores sofrem mais, pois o market cap é diluído rapidamente. Monitore se o seu portfólio tem exposição a esses nomes – uma checagem rápida evita surpresas na hora de sacar para pagar boletos ou investir em renda fixa local.

Dicas Práticas para se Proteger

A boa notícia é que você pode se preparar. Aqui vai um passo a passo simples:

  1. Monitore as datas: Use calendários de unlocks como o da CryptoRank para saber exatamente quando ZRO, BERA ou ASTER liberam. Marque no celular, como faria com uma conta de luz.
  2. Ordens de stop-loss: Configure alertas ou stops em 5-10% abaixo do preço atual. Assim, se o preço cair com o unlock, você sai antes de perder muito – proteja seu capital como protege a poupança familiar.
  3. Diversifique: Não concentre em um só token. Misture com Bitcoin ou stablecoins para equilibrar riscos, pensando no real como âncora.
  4. Acompanhe a demanda: Volumes de trade e notícias positivas podem contrabalançar o supply. Fique de olho em listagens ou atualizações de produto.

Essas ações são fáceis de implementar em qualquer exchange acessível no Brasil e evitam que o ‘dilúvio’ molhe o seu bolso.

Exemplos que Mostram o Caminho

Nem todo unlock é sinônimo de queda. O Hyperliquid [HYPE] registrou o maior desbloqueio da semana em valor, mas subiu quase 30% graças a alta demanda: listagem na Kraken, volumes recordes e redução de risco de venda pela equipe. Já o Story [IP] adiou seu unlock por seis meses, aliviando pressão imediata.

Esses casos provam: supply importa, mas demanda e decisões da equipe mandam mais. Para o investidor prático, o segredo é observar o equilíbrio entre os dois antes de agir.


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Personagens cartoon estilizados capturando stablecoins caindo de portal DeFi com cUSD, celebrando distribuição de R$ 63 milhões pelo Cap Protocol

Cap Protocol Distribui R$ 63 Milhões em Stablecoins para Usuários Iniciais

O Cap Protocol encerrou sua fase inicial Frontier distribuindo US$ 12 milhões em cUSD, sua stablecoin atrelada ao dólar, para usuários precoces. Isso equivale a cerca de R$ 63 milhões pelo câmbio atual de R$ 5,24. Diferente de airdrops com tokens voláteis, aqui o prêmio tem valor fixo na mão, uma vitória prática para quem participa de DeFi sem apostar na sorte do mercado.


O Que É o Cap e Por Que Esse Airdrop Importa

O Cap é um protocolo DeFi que roteia capital para instituições profissionais de yield, com controles de risco on-chain rigorosos. Ele tem cerca de US$ 315 milhões em TVL (valor total bloqueado), segundo dados recentes. No fim da fase Frontier, em 4 de fevereiro, distribuiu 12 milhões de cUSD – o primeiro airdrop de stablecoin da história das criptos, como chamam os desenvolvedores.

Para o brasileiro comum, isso significa dinheiro real tokenizado. Imagine receber dólares digitais que valem sempre US$ 1 cada, sem oscilar como Bitcoin ou altcoins. Em um país com inflação e dólar a R$ 5,24, é como ter uma poupança protegida contra desvalorização do real, direto na carteira crypto.

Stablecoin em Vez de Token Volátil: Valor Garantido

A escolha por cUSD muda o jogo do engajamento em DeFi. Projetos comuns dão governance tokens que podem despencar 50% em um dia ruim. Aqui, o usuário recebe valor fixo: US$ 12 milhões totais calibrados para 5% do valuation do protocolo em US$ 250 milhões. Focaram em quem arriscou mais, como holders de YT-cUSD.

Isso é prático para famílias: equivalente a mais de 10 mil salários mínimos distribuídos. Em meio à queda de 19% no Bitcoin na semana, stablecoins crescem – mercado total em US$ 306 bilhões. Para nós no Brasil, é chance de acessar dólares sem burocracia de banco ou remessa cara.

Nova Fase Homestead: Como Garantir Seu Prêmio

Agora entra a fase Homestead, de 29 de janeiro a 23 de julho de 2026. Usuários ganham 10 Cap points por cUSD por dia – dobrado no primeiro mês. Pontos servem para recompensas futuras. Para participar:

  1. Acesse o app do Cap e segure cUSD na carteira compatível.
  2. Monitore pontos diários; dobro inicial acelera acúmulo.
  3. Use plataformas DeFi seguras; verifique taxas de gas e conversão.

Cap planeja escalar com borrowers institucionais de mais de US$ 1 trilhão em AUM. Para brasileiros, avalie custos de bridge ou exchange local para entrar.

Impacto Prático no Dia a Dia Brasileiro

Esse modelo incentiva uso real de DeFi: yield estável sem apostas arriscadas. Com dólar alto, cUSD vira ferramenta para remessas familiares ou reserva anti-inflação. Mas lembre: taxas de rede e impostos sobre ganhos cripto no Brasil exigem planejamento. É oportunidade para quem quer renda passiva prática, sem virar trader full-time.


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Banqueiro cartoon estilizado apertando mão de cliente rico com portais BTC e ETH ao fundo, simbolizando trading cripto pela UBS

UBS entra no trading de Bitcoin e Ethereum para ricos

Gigante suíço UBS entra no jogo das criptomoedas: o CEO confirmou planos para oferecer trading de Bitcoin e Ethereum a clientes ricos, além de soluções de tokenização de depósitos. Apesar de lucros de quase US$ 8 bilhões no ano, as ações caíram cerca de 5% nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, refletindo cautela do mercado sobre o ritmo lento de adoção. Para brasileiros, é um sinal de maturidade, mas ainda longe do varejo.


Planos do UBS: foco em clientes high-net-worth

O CEO Sergio Ermotti detalhou durante a call de resultados do Q4 que o banco está construindo infraestrutura para ativos digitais. Clientes individuais terão acesso a trading de criptomoedas, enquanto empresas poderão usar depósitos tokenizados. Isso segue relatório da Bloomberg sobre oferta de BTC e ETH na Suíça para wealth clients.

O UBS gerencia mais de US$ 7 trilhões em ativos (cerca de R$ 36,7 trilhões, com dólar a R$ 5,24). É o maior banco privado da Suíça, após comprar o Credit Suisse em 2023. A estratégia é “client-led”, ou seja, guiada pela demanda, com parcerias como a do blockchain Tempo da Stripe para stablecoins.

Para o brasileiro médio, isso soa distante: imagine ter um patrimônio de R$ 1,5 milhão para entrar no clube. Mas mostra bancos tradicionais vendo cripto como reserva de valor, similar ao ouro.

Lucros recorde, mas ações despencam por cautela

Apesar do salto de 53% nos lucros anuais para US$ 7,9 bilhões, as ações do UBS caíram quase 5% após comentários cautelosos sobre crypto. Ermotti disse que o banco será “fast follower“, não pioneiro, com rollout em 3-5 anos.

Capital CET1 acima do regulado, integração de contas suíças avançando e wind-down de ativos não-core impulsionaram resultados. Trading forte e inflows de clientes ajudaram. Mas investidores esperavam mais agressividade em tokenização, vendo nisso oportunidade de crescimento rápido.

No Brasil, onde o Bitcoin está a R$ 379.738 (Cointrader Monitor, variação -4,91% em 24h), essa cautela reflete receio com volatilidade – lembre-se, R$ 380 mil por BTC é mais que o preço de dez carros populares.

O que isso significa para adoção em massa?

Bancos como UBS tokenizando o futuro facilitam custódia segura e integração com finanças tradicionais. Para adoção em massa, ainda é elite: serviços para quem tem milhões. No Brasil, com impostos sobre ganhos de capital (15-22,5%) e burocracia de remessas, varejistas usam exchanges locais.

Impacto prático: mais legitimidade atrai reguladores. Pode baixar taxas de custódia no longo prazo. Para famílias enviando dólares via cripto, tokenização corporativa pode baratear cross-border, mas só em anos. Hoje, stablecoins como USDT custam menos que TED internacional.

Exemplo: R$ 10 mil em BTC no UBS seria para milionários suíços; aqui, cabe no seu orçamento mensal via app de exchange.

O que o brasileiro faz agora?

Não espere bancos globais: monitore BTC em exchanges BR (Mercado Bitcoin, Binance). Com dólar a R$ 5,24, calcule exposição: 1% do salário mínimo (R$ 1.412) é R$ 14 em BTC. Use wallets seguras, declare IR.

Adoção cresce: SNB (banco central suíço) comprou mais MicroStrategy. UBS sinaliza tendência, mas pratique com o que cabe no bolso. Fique de olho em 2026, meta de eficiência do banco.


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Personagens cartoon de trader e gamer celebrando sob chuva de tokens DOOD e bAXS de portal de exchange, destacando listagem Coinbase e airdrop Axie

Tokens Grátis e Listagem na Coinbase: DOOD e bAXS Chegam Amanhã

Amanhã, 5 de fevereiro de 2026, traz duas oportunidades práticas para holders de cripto: a Coinbase inicia negociação spot do token DOOD, ligado ao projeto NFT Doodles, abrindo liquidez em USD para traders. Já o Axie Infinity fará snapshot para airdrop de 100 mil bAXS a stakers de AXS. São chances reais de ganho ou valorização — mas exige ação rápida para não perder.


Listagem do DOOD na Coinbase: Liquidez Imediata

A listagem do DOOD-USD na Coinbase acontece por volta das 9h PT (13h BRT), se a liquidez permitir. Esse token do ecossistema Doodles, projeto NFT popular, ganha acesso a uma das maiores exchanges globais, facilitando compras e vendas sem complicações. Para brasileiros, isso significa spreads menores e retiradas rápidas em USDC ou fiat, ideal para quem busca exposição a NFTs com uso real no mercado secundário.

DOOD já negocia em outras plataformas como Gate.io desde 2025, mas a Coinbase eleva o patamar de confiabilidade e volume. Monitore o par DOOD-USD logo na abertura: volatilidade inicial pode gerar oportunidades de arbitragem entre exchanges. Taxas na Coinbase são competitivas (0,05% a 0,60% maker/taker), mas verifique limites de saque para otimizar custos em reais.

Airdrop bAXS do Axie Infinity: Tokens Grátis para Stakers

O novo token bAXS (bonded AXS) será airdropado com base no snapshot de 5 de fevereiro. Elegíveis: carteiras com pelo menos 10 AXS stakeados (cerca de R$ 85 atual, com AXS a US$ 1,55). A alocação considera quantidade stakeada e Axie Score de jogadores. São 100 mil bAXS iniciais, backed 1:1 com AXS, para uso em evoluções de Axies, marketplace e o novo jogo Terrariums.

bAXS incentiva gastos na economia Axie, como upgrades de partes de monstros ou power-ups em Terrariums (lançamento Q2 2026). AXS subiu 57% no mês passado, mas caiu 35% na semana — stake agora pode capturar upside. Segundo airdrop virá para jogadores de Terrariums, expandindo utilidade em guildas e mini-games.

Passos Práticos para Brasileiros: Não Deixe Passar

Para DOOD: Crie/conecte conta na Coinbase, deposite USDT/USDC via Pix (taxas baixas) e posicione para abertura. Use apps como Ronin Wallet para monitorar. Para bAXS: Stake pelo menos 10 AXS no Ronin antes do snapshot (verifique axieinfinity.com). Calcule: com AXS a US$ 1,55, investimento mínimo é viável para renda passiva via staking rewards + airdrop.

Essas movimentações trazem liquidez real: DOOD para trading rápido, bAXS para play-to-earn sustentável. No Brasil, com dólar a R$ 5,70+, foque em exchanges com saques eficientes. Monitore volumes 24h para entradas seguras — volatilidade pós-listagem/airdrop é comum, mas recompensa holders preparados.


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Portal glassmorphic translúcido conectando fluxo dourado DeFi de US$ 3,7T à rede cristalina XRP, simbolizando integração Hyperliquid

XRP Entra em Nova Era: Integração Hyperliquid Conecta US$ 3,7T

A integração do Ripple Prime com a Hyperliquid marca um avanço decisivo para o ecossistema XRP. Anunciada em 4 de fevereiro de 2026, a parceria conecta US$ 3,7 trilhões em volume DeFi à infraestrutura institucional da Ripple, permitindo que grandes investidores acessem derivativos on-chain como perpetual futures de XRP. Chamada de movimento em ‘God-Mode‘ pela fonte, essa ponte entre TradFi e DeFi promete liquidez profunda e spreads apertados para holders.


O Que Muda com Ripple Prime na Hyperliquid

O Ripple Prime, plataforma de corretagem prime institucional da Ripple, agora suporta a Hyperliquid, DEX líder em perpetuals com até US$ 5,8 bilhões em open interest e volume diário de US$ 13-15 bilhões. Isso significa cross-margining: instituições podem usar XRP perps e spot XRP ao lado de FX, fixed income e swaps, tudo em uma conta unificada com gerenciamento de risco centralizado.

Para o holder prático, isso se traduz em maior profundidade de mercado. Hyperliquid domina mais de 70% do volume de derivativos on-chain, com velocidade subsegundo e zero gas fees. Holders de XRP ganham acesso indireto a esse fluxo via Ripple, reduzindo slippage em trades grandes e melhorando eficiência para remessas internacionais.

Benefícios Práticos para Holders de XRP

Imagine enviar remessas globais com XRP agora respaldado por liquidez institucional massiva. A integração torna a rede Ripple mais robusta para pagamentos cross-border, onde velocidade e custo baixo são cruciais. Com Hyperliquid, traders institucionais entram no ecossistema XRP, elevando o volume de perpetual futures já disponíveis na plataforma.

Atualmente, XRP cotado a cerca de R$ 7,99 (variação -5,42% em 24h) pode ver spreads mais apertados. Para brasileiros, isso facilita arbitragem USD-BRL (R$ 5,24) via XRP, otimizando taxas de conversão em cenários de alta volatilidade. É utilidade real: menos intermediários, mais capital eficiente para uso diário em plataformas como On-Demand Liquidity (ODL).

Por Que Isso É ‘God-Mode’ para Pagamentos e Trading

O termo ‘God-Mode‘ reflete o boost em liquidez: Hyperliquid processa mais de 200.000 TPS e suporta RWAs como ouro e prata. Para holders, significa rede Ripple preparada para volumes institucionais, reduzindo riscos de congestionamento em picos de demanda global.

Instituições acessam DeFi sem chaos típico, via rails regulados da Ripple. Michael Higgins, CEO Internacional do Ripple Prime, destaca: ‘Essa extensão melhora acesso à liquidez, trazendo eficiência que clientes institucionais demandam.’ Para você, holder, monitore influxo de capital – pode estabilizar XRP em bull runs e crashes.

Próximos Passos para Traders Brasileiros

Acompanhe o order book da Hyperliquid para XRP perps. Teste cross-margining em contas demo se disponível. Com 1,5 milhão de usuários na Hyperliquid, espere adoção rápida. Holders devem diversificar estratégias: use XRP para remessas via ODL agora mais líquidas, ou trade perps para hedge.

Essa integração posiciona XRP como ponte definitiva entre pagamentos globais e DeFi de elite, elevando utilidade cotidiana para milhões.


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Personagens cartoon brasileiros coletando estrelas Alpha que viram tokens OPN, celebrando airdrop gratuito da Binance Wallet

Airdrop Binance: Ganhe Tokens OPN Gratuitos com Alpha Points

A Binance Wallet está lançando uma atividade Booster com distribuição de 5 milhões de tokens OPN, o que representa 0,5% do suprimento total do projeto Opinion (OPN). Usuários da Wallet no modo sem chave, que possuem pontos suficientes no Binance Alpha, podem se inscrever gastando apenas 5 pontos Alpha. A atividade começa em 6 de fevereiro às 11h (horário de Pequim), e a primeira fase libera 3 milhões de OPN logo no evento de geração de tokens (TGE). É uma chance prática de ganhar tokens grátis completando tarefas simples de suporte ao projeto.


O que é o Opinion (OPN)?

O Opinion (OPN) é uma plataforma de mercados de previsão construída na BNB Chain. Ela transforma dados macroeconômicos, previsões e notícias em ativos padronizados que qualquer um pode negociar diretamente. Pense nisso como uma forma de apostar em eventos reais do mundo, como eleições ou variações econômicas, usando cripto. A Binance Alpha vai listar o token OPN em breve, e usuários elegíveis poderão claimar airdrops extras usando pontos Alpha após o início das negociações.

Para o brasileiro comum, isso é interessante porque mercados de previsão podem ser uma ferramenta para quem quer exposição a eventos globais sem complicações. Mas lembre-se: é volátil como qualquer cripto, e o foco aqui é na oportunidade gratuita inicial.

Como se qualificar: Requisitos práticos

Para participar, você precisa de uma conta na Binance com a Wallet ativada no modo sem chave (keyless). O principal requisito é ter pontos suficientes no Binance Alpha — o sistema de pontos que mede sua atividade na plataforma, como negociações e engajamento.

Nos últimos airdrops semelhantes, exigências variaram de 200 a 233 pontos, mas confira o seu saldo agora no app. Cada inscrição no Booster custa 5 pontos, mas em troca você concorre a uma fatia dos 5 milhões de OPN. Detalhes das fases serão anunciados no X oficial da Binance Wallet, então siga para não perder atualizações.

Passo a passo para participar

  1. Abra o app da Binance e acesse a Wallet (modo sem chave).
  2. Verifique seus pontos Alpha na seção de atividades ou Alpha.
  3. A partir de 6/2 às 11h (Pequim; cerca de 0h de 6/2 em Brasília), vá à página da atividade Booster para OPN.
  4. Complete tarefas iniciais de suporte ao projeto (detalhes no anúncio).
  5. Confirme inscrição (deduz 5 pontos) e aguarde distribuição — primeira fase no TGE.

É simples e rápido, ideal para quem já usa a exchange no dia a dia. No Brasil, com o dólar a R$5,70 (aprox.), tokens grátis podem valer dezenas de reais dependendo do preço de listagem.

Dicas para brasileiros e o que esperar

Se você envia remessas ou usa cripto para gastos cotidianos, esse airdrop é uma forma de aumentar sua carteira sem investir mais. Mas seja realista: recompensas dependem do número de participantes, e OPN pode oscilar muito pós-lançamento. Monitore taxas de saque para BRL (geralmente baixas na Binance) e impostos sobre ganhos futuros.

Vale monitorar o Alpha para próximas oportunidades — acumule pontos negociando ativamente. Para iniciantes, comece com valores pequenos para testar. Essa é a utilidade: transforme tempo gasto na plataforma em recompensas tangíveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Gigantes cartoon bancário e cripto disputando stablecoin com símbolo de rendimento em arena de Davos, simbolizando pressão contra ganhos em stablecoins

Guerra em Davos: Bancos Querem Travar Seu Rendimento em Stablecoins

Imagine ganhar 4% ao ano no seu dinheiro em stablecoins, enquanto o banco paga quase zero. Pois é isso que está em jogo na briga em Davos entre Brian Armstrong, da Coinbase, e Jamie Dimon, do JPMorgan. Dimon chamou o rival de “cheio de merda” ao defender regulação dura contra rendimentos altos em cripto. Ao mesmo tempo, um juiz em Nevada impôs ordem judicial contra a Polymarket, plataforma de mercados de previsão. Isso pode travar ferramentas úteis para o seu dia a dia com cripto.


O Confronto em Davos Revela a Guerra dos Rendimentos

No Fórum Econômico Mundial, Armstrong acusou os bancos de moldarem leis para excluir cripto do jogo. Os grandes como JPMorgan pagam 0,01% a 0,45% em poupanças, enquanto plataformas como Coinbase oferecem 3,5% a 5% APY em USDC e similares. Para Dimon, isso cria “bancos sombra” sem as regras pesadas de reservas e seguros.

Armstrong rebate: é competição pura. Bancos lucram há décadas emprestando seu dinheiro a 7-8% sem repassar nada. Com dólar a R$ 5,24, US$ 1.000 em stablecoin rendendo 4% geram US$ 40 extras por ano — cerca de R$ 210 com a cotação atual, equivalente a quase duas contas de luz no Brasil. Essa diferença incomoda Wall Street, que pressiona o Clarity Bill para limitar esses rendimentos.

Por Que Bancos Temem Stablecoins e Ferramentas Cripto

Os bancos argumentam que yields altos sugam depósitos, reduzindo empréstimos para empresas e famílias. Sem o colchão de depósitos baratos, o sistema financeiro tradicional treme. Mas para você, que envia remessas ou guarda em dólar digital, stablecoins são salvação contra inflação e burocracia.

No Brasil, com Selic alta mas poupança rendendo pouco na prática após impostos, opções como USDT ou USDC em exchanges globais fazem diferença. O cerco regulatório ameaça isso: regras bancárias para cripto podem exigir licenças caras, elevando taxas ou limitando acesso para brasileiros sem CPF validado em todos os cantos.

Polymarket Barrada: Estados vs. Reguladores Federais

A ordem temporária em Nevada proíbe Polymarket de oferecer contratos de eventos por 14 dias, vendo-os como apostas sem licença. O estado ignora a CFTC (Comissão de Commodities), reguladora federal, e prioriza leis locais de jogos.

Similar ao que rolou no Tennessee com Kalshi e outros. Plataformas como Polymarket ajudam a prever eleições ou esportes, úteis para hedges práticos. Se estados vencerem, tools inovadoras somem, limitando opções para quem usa cripto no cotidiano, como apostar em cenários econômicos sem intermediários caros.

O Que Isso Muda no Seu Bolso Brasileiro

Para nós, isso significa risco de menos rendimento e ferramentas. Monitore o Clarity Bill: se bancos vencerem, yields caem e taxas sobem. Pratique diversificando: use stablecoins em wallets seguras, compare exchanges por taxas reais (lembre IOF em remessas) e fique de olho em atualizações regulatórias.

Enquanto isso, o embate mostra: cripto beneficia o usuário comum, mas gigantes querem manter o controle. Fique atento — seu lucro diário depende disso.


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Banqueiro cartoon abrindo porta de banco para usuário tech entrar em rede Bitcoin luminosa, simbolizando liberação de cripto no app ING Alemanha

ING Alemanha Libera Bitcoin no App: Fim da Burocracia?

O ING Deutschland, um dos maiores bancos de varejo da Alemanha, acaba de abrir as portas para compra de Bitcoin e outros criptoativos diretamente pelo app tradicional de investimentos. Clientes agora acessam ETNs (notas negociadas em bolsa) fisicamente lastreados em criptomoedas, emitidos por gestores como 21Shares, Bitwise e VanEck, sem precisar de exchanges externas ou gerenciar chaves privadas. É o fim da burocracia para quem tem medo de carteiras digitais? Essa facilidade regulada pode ser o futuro da adoção em massa.


O Que o ING Está Oferecendo Exatamente

A plataforma Direct Depot do ING, usada normalmente para ações, ETFs e fundos, agora lista esses ETNs de Bitcoin. São instrumentos negociados em bolsas reguladas que replicam o desempenho do Bitcoin e outras criptos, com custódia feita pelo banco. Nada de baixar apps extras, criar contas em corretoras ou lidar com carteiras frias. Basta logar no app do banco e comprar como se fosse uma ação.

Segundo o banco, isso reduz as barreiras de entrada drasticamente. Para o cidadão comum alemão, é como adicionar cripto à carteira de investimentos diária. Os produtos são de emissores renomados, garantindo lastro físico – ou seja, há Bitcoin real por trás. Martijn Rozemuller, CEO da VanEck Europe, destacou que é uma solução “transparente e de baixo custo” integrada ao depot existente.

No Brasil, onde o Bitcoin está cotado a cerca de R$ 398.567 segundo o Cointrader Monitor (com variação de -3,96% em 24h), imagine converter dólares ou reais diretamente no app do seu banco, sem IOF extra ou burocracia de remessas.

Vantagens Práticas: Segurança e Simplicidade

Para quem evita cripto por medo de hacks ou perda de senhas, isso é ouro. O ING cuida da custódia, execução e conformidade regulatória. Sem risco de perder chaves privadas em um HD falho ou cair em golpes de phishing. É a segurança de um banco tradicional aplicada a ativos digitais.

Exemplo prático: um salário médio alemão de € 3.000 (cerca de R$ 17.000) permite comprar frações de Bitcoin sem drama. No Brasil, equivaleria a parcelar no app do banco, como fazemos com ações na B3. Menos taxas de saque de exchanges e mais integração com a conta corrente para dividendos ou saques rápidos.

O banco alerta para riscos: volatilidade extrema, possibilidade de perda total se o emissor quebrar e manipulações de mercado. Mas para o investidor conservador, é um passo gigante rumo à adoção cotidiana.

Implicações Fiscais e o Contexto Alemão

Na Alemanha, esses ETNs têm o mesmo tratamento tributário que cripto direto: ganhos de capital isentos se segurados por mais de um ano. Perfeito para detentores de longo prazo. Isso incentiva a visão de Bitcoin como reserva de valor, não especulação rápida.

O movimento não é isolado. DZ Bank ganhou aprovação MiCA e lança “meinKrypto” para trading direto em apps cooperativos. Sparkassen planeja oferecer Bitcoin até o verão de 2026. Bancos alemães estão abraçando cripto, invertendo o ceticismo anterior. O ING até educa clientes: “Cripto é especulativo, sem valor intrínseco, mas acessível agora”.

Para brasileiros, isso levanta a pergunta: quando Nubank ou Itaú integram algo similar? Com a regulação da CVM avançando em ETFs de cripto, estamos mais perto do que parece. Hoje, usamos exchanges como Mercado Bitcoin, mas imagine no app do banco, com TED instantâneo.

O Que Você Pode Fazer Agora no Brasil

Enquanto esperamos integração bancária aqui, foque no prático: use exchanges reguladas com custódia segura, ative autenticação 2FA e diversifique. Para exposição similar a ETNs, olhe ETFs de Bitcoin na B3 (como QBTC11), negociados como ações no home broker.

Monitore tendências globais – Alemanha é pista do que vem por aí. Com o real desvalorizando, cripto via banco regulado pode ser a ponte para proteção de patrimônio familiar. Comece pequeno, aprenda com o exemplo do ING e planeje para o longo prazo, mirando aquela isenção fiscal sonhada.


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Cliente cartoon surpreso acessando ícones BTC, ETH e SOL via app bancário, com cofre digital recebendo fluxo, simbolizando adoção cripto pelo ING na Alemanha

ING Libera Compra de BTC e Cripto Direto na Conta Bancária Alemã

O banco ING Deutschland, maior banco de varejo da Alemanha com mais de 9 milhões de clientes, agora permite a compra direta de produtos cripto como ETNs de Bitcoin, Ethereum e Solana pelo app da conta bancária. Sem necessidade de carteiras digitais ou chaves privadas, os alemães acessam esses ativos via Direct Depot, com o mesmo tratamento fiscal favorável do Bitcoin físico: isenção de impostos sobre ganhos após um ano de posse. Isso representa um passo prático na integração entre bancos tradicionais e cripto.


Como Funciona o Novo Serviço do ING

No Direct Depot da ING, plataforma para ações, ETFs e fundos, clientes compram ETNs emitidos por gigantes como 21Shares, Bitwise e VanEck. Esses produtos são lastreados fisicamente pelas criptomoedas e negociados em bolsas reguladas, replicando fielmente a valorização dos ativos.

É simples: basta o saldo na conta bancária para investir, sem transferências para exchanges ou gerenciamento de wallets. Para o investidor comum, isso elimina barreiras técnicas. Segundo o CEO da VanEck Europe, Martijn Rozemuller, é um “acesso de baixo limiar” que leva cripto para onde as pessoas já investem diariamente.

Atualmente, o Bitcoin está cotado a cerca de US$ 78.400 (R$ 412.300, segundo o Cointrader Monitor), Ethereum a US$ 2.290 e Solana a US$ 103. Imagine alocar parte do salário mensal direto do banco.

Vantagens Fiscais e Praticidade para Alemães

O grande gancho é o tratamento tributário: na Alemanha, ganhos com esses ETNs seguem a mesma regra do Bitcoin direto. Se você mantiver por mais de um ano, os lucros são isentos de imposto de ganho de capital. Isso incentiva o hold de longo prazo, ideal para quem vê cripto como reserva de valor.

Para o cidadão médio, é como adicionar cripto à carteira de investimentos sem complicações. Sem apps extras, sem seed phrases para anotar em papel. A ING alerta para riscos como volatilidade e possível falência do emissor, mas a conveniência pesa para quem evita burocracia.

No Brasil, onde bancos ainda hesitam com cripto, isso mostra um modelo viável. Equivale a poder comprar Bitcoin pelo app do Nubank ou Itaú, sem IOF extra em remessas.

Impacto na Adoção e Lições para o Brasil

A Alemanha já tem 9% de adoção retail em cripto (2025), atrás só dos EUA (12%). Com o ING, essa fatia deve crescer, provando que o mercado amadurece além das exchanges. Bancos como ING integram cripto ao dia a dia, reduzindo o “medo do desconhecido”.

Para brasileiros com família na Europa ou pensando em diversificar, é um sinal positivo. Enviar remessas via stablecoins ainda é comum aqui, mas imagine receber euros e converter direto em BTC via banco alemão. Taxas menores e segurança regulada.

O que fazer? Monitore tendências globais, pois bancos brasileiros podem seguir. Comece pequeno em plataformas acessíveis, sempre com pesquisa própria. Isso é o que acontece quando a conta bancária encontra a carteira cripto: inclusão financeira real.


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Usuário cartoon inserindo cartão em ATM cripto sorridente com garras ocultas sugando moedas, alertando golpes em caixas Bitcoin no Arizona

Cuidado com ATM Cripto: Golpe em Caixas Faz Vítimas no Arizona

O perigo mora ao lado do caixa eletrônico de cripto. No Arizona, o procurador-geral Kris Mayes lançou um alerta urgente sobre golpes em ATMs que causaram perdas de mais de US$ 177 milhões em 2024, especialmente entre idosos. Golpistas ligam fingindo ser polícia ou familiares em apuros, pressionam para sacar dinheiro e depositar em máquinas de Bitcoin. Americanos perderam US$ 246 milhões no ano, com 43% das vítimas acima de 60 anos.


Como os Golpistas Agem nas ATMs Cripto

Imagine receber uma ligação desesperada: alguém se passando por oficial de justiça diz que você tem um mandado de prisão ou que um parente está em emergência médica. A solução? Sacar dinheiro em espécie e depositar imediatamente em um caixa eletrônico de cripto próximo. É irreversível: sem conta vinculada, sem suporte antifraude e sem período de reflexão, o valor vira Bitcoin e some para sempre.

No Arizona, com cerca de 600 ATMs espalhados, os criminosos exploram a confiança das pessoas. Eles miram os mais vulneráveis, como idosos, que podem não entender o processo. "Qualquer um que te mande usar um ATM cripto tem altíssima chance de ser golpe", alerta Mayes. Aqui no Brasil, onde esses caixas estão crescendo em shoppings e ruas, o risco é real – equivalente a meses de salário mínimo evaporando num piscar de olhos.

Resposta do Arizona e Regulamentações

Para combater isso, o estado criou um formulário de denúncia online, com prazo de 30 dias para aumentar chances de recuperação. Uma lei de 2025 obriga operadores a exibir avisos em vários idiomas, oferecer suporte 24/7 e limitar transações: US$ 2 mil/dia para novos usuários e US$ 10,5 mil para habituais.

Nos EUA, há 31 mil ATMs, mas ações crescem: multas a operadoras como Bitcoin Depot e bans locais em cidades como Spokane. Especialistas como David Sehyeon Baek destacam que as máquinas são projetadas para agilidade, mas sem freios de segurança, viram ferramenta perfeita para golpistas. No Brasil, Procon e BC monitoram, mas ainda faltam regras específicas.

Lições Práticas para Brasileiros

Se você usa ATMs cripto para comprar Bitcoin rápido – comum para remessas ou proteção contra inflação –, fique esperto. Primeiro, verifique sempre: ligue de volta para o suposto contato oficial por número conhecido, nunca pelo que te passaram. Nunca saque sob pressão ou para "provar inocência". Prefira exchanges reguladas com verificação em duas etapas.

Caso caia no golpe, denuncie imediatamente ao Procon, Polícia ou Banco Central. No exterior, use ferramentas como a do Arizona. Lembre: cripto é ferramenta útil para o dia a dia, mas segurança vem primeiro. Monitore seus contatos e eduque familiares idosos – um papo rápido pode salvar uma fortuna.

O Que Fazer Agora

Para quem viaja ou usa ATMs no exterior: pesquise o operador antes, evite horários desertos e grave o processo. No Brasil, com ATMs da Azteco e outros se multiplicando, adote o mesmo cuidado. Seja cético com chamadas urgentes: pause, consulte um amigo ou familiar de confiança. Proteção começa com bom senso.


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Personagens cartoon de navegador e âncora Tether canalizando USDT para usuário, simbolizando integração fácil na Opera para remessas no Brasil

Dólar no Navegador: Tether e Opera Simplificam USDT

Imagine ter sua conta em dólares dentro do navegador que você já usa todo dia, sem precisar baixar apps complicados ou lidar com burocracia. A parceria entre Tether e Opera anunciou isso na prática: agora a carteira MiniPay permite enviar, receber e guardar USDT, além de converter para Tether Gold (XAUt) contra inflação. Perfeita para brasileiros em mercados emergentes lidando com volatilidade do real. As ações da Opera saltaram 18% com a notícia, sinalizando confiança no movimento.


Como Funciona a Integração na MiniPay

A MiniPay é a carteira autocustodial da Opera, rodando na blockchain Celo, focada em regiões mobile-first como América Latina, África e Sudeste Asiático — incluindo o Brasil. Disponível para Android e iOS em 60 países, ela já tem 12,6 milhões de carteiras ativadas. Em dezembro de 2025, processou 96 milhões de transferências de USDT e 3,5 milhões de pagamentos peer-to-peer.

Agora, usuários podem converter parte do saldo em XAUt, o ouro tokenizado da Tether, protegendo contra desvalorização da moeda local. Paolo Ardoino, CEO da Tether, destacou: “Ferramentas para tornar ativos digitais úteis no dia a dia, como enviar dinheiro ou poupar em dólares”. Para o brasileiro médio, isso significa remessas familiares mais baratas do que a Western Union, sem spread cambial alto.

Benefícios Práticos para o Usuário Brasileiro

No Brasil, com o dólar a cerca de R$ 5,27, o USDT vira uma poupança em dólares acessível direto no navegador Opera, que muita gente já tem instalado. Nada de exchanges cheias de KYC demorado ou wallets complexas. É drag-and-drop para swaps entre cUSD, USDT e USDC via Pockets, recurso lançado em 2024.

Pense no dia a dia: freelancer recebendo de gringo, família mandando dinheiro do exterior ou poupando contra inflação. Taxas baixas na Celo (centavos por transação) batem cartões pré-pagos ou apps de câmbio. Jørgen Arnesen, da Opera, reforça: “Dinheiro estável on-chain para quem mais precisa”. Crescimento de 50% no Q4 2025 mostra adesão real em emergentes.

Contexto de Adoção Institucional com Stablecoins

Enquanto isso, o Singapore Gulf Bank lança serviço de liquidação com USDC e USDT para instituições via SGB Net. Já processa US$ 2 bilhões mensais em fiat e entra no mercado de US$ 304,9 bilhões de stablecoins (USDT com 60%). Com KYC, AML e custódia Fireblocks, será lançado no Q1 2026 em blockchains como Ethereum, Arbitrum e Solana.

Isso reforça a credibilidade: stablecoins não são mais só para varejo, mas infraestrutura regulada. Para nós, brasileiros, sinaliza que USDT é seguro para uso cotidiano, sem medo de “bolha”. Bancos como esse pavimentam o caminho para remessas globais eficientes.

O Que Fazer Agora

Baixe ou atualize o Opera, acesse a MiniPay e configure sua carteira — leva minutos. Teste uma transferência pequena para ver as taxas reais. Monitore o USDT-BRL para timing de conversão. Lembre: stablecoins protegem valor, mas cheque impostos na Receita Federal para ganhos acima de R$ 35 mil/mês. Essa é a adoção silenciosa virando prática diária.


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Exchange cartoon sobrecarregada com pilha de capital sob supervisão regulatória do Banco Central, representando novas regras rigorosas para cripto no Brasil

Novas Regras do BC para Cripto Entram Hoje: Capital de R$ 37,2 Milhões Obrigatório

A partir desta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, as novas regras do Banco Central para prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs) entram em vigor no Brasil. Isso significa fiscalização direta sobre exchanges de criptomoedas, com exigência de capital mínimo de até R$ 37,2 milhões, segregação de fundos dos clientes e auditorias independentes. Para o investidor comum, como você que usa para remessas ou poupança, os fundos ficam mais protegidos — mas corretoras pequenas podem sumir do mapa. Sua exchange está pronta?


O Que Muda Exatamente Hoje para as Exchanges

As Instruções Normativas 701 e 704, junto às Resoluções 519 e 520 do BC, consolidam a Lei 14.478/2022. Empresas já operando no Brasil, como as grandes corretoras que você usa no dia a dia, têm um prazo de transição até 30 de outubro de 2026 para pedir autorização oficial. Durante esse tempo, elas continuam funcionando, mas precisam se adequar a governança, controles internos e combate à lavagem de dinheiro.

Já para novas exchanges, é proibido operar sem licença prévia do BC. Isso fecha a porta para startups sem estrutura financeira pesada. Empresas estrangeiras também sentem o baque: precisam de CNPJ brasileiro e seguir nossas leis para captar clientes daqui. Imagine uma corretora offshore que você usava para evitar taxas — agora, ela tem que se enquadrar ou sumir.

O foco é profissionalizar o mercado, alinhando ao sistema financeiro tradicional. Para quem manda reais para a família no exterior ou guarda Bitcoin como reserva, isso traz mais segurança jurídica, sem interrupções imediatas nas operações atuais.

Capital Mínimo de R$ 37,2 Milhões: Adeus às Corretoras Pequenas?

A grande barreira é o capital mínimo exigido, que varia de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões dependendo do modelo de negócio — tipo de serviço, volume de transações e riscos envolvidos. Isso equivale a mais de 200 salários mínimos anuais, algo que só bancos ou gigantes como Mercado Bitcoin aguentam de pé.

Fintechs menores, que cobravam taxas baixas para iniciantes, podem não sobreviver. Especialistas alertam que 80% delas operam enxutas, focadas em testar produtos. Sem esse caixa, elas fecham ou migram para DeFi, que fica fora do alcance do BC por ser descentralizado. No curto prazo, espere consolidação: menos opções, mas as que ficarem serão mais robustas.

Para você, isso significa verificar se sua exchange atual tem estrutura para isso. Plataformas locais com CNPJ e volume alto devem passar no teste; as duvidosas, cuidado.

Segurança dos Seus Fundos: Agora com Garantia Legal

A boa notícia é a proteção prática aos seus reais e criptos. A segregação patrimonial obriga exchanges a separar seus ativos dos delas — em caso de falência, seu saldo não vira fumaça. Auditorias externas vão certificar a Proof of Reserves, provando que eles têm as chaves privadas dos seus Bitcoins.

Isso resolve pesadelos como FTX: aqui, o BC fiscaliza infraestrutura tecnológica, reputação dos donos e origem lícita do capital. Seus fundos ficam blindados, ideais para quem usa cripto como poupança contra inflação ou remessas baratas. Tranquilo: o dinheiro que você tem na corretora hoje está mais seguro do que ontem.

O Que Fazer Agora: Passos Práticos

  1. Confira se sua exchange tem CNPJ ativo e menciona adequação às novas regras no site ou app.
  2. Diversifique: não deixe tudo em uma só casa; use carteiras próprias para valores maiores.
  3. Monitore até outubro: migre se necessário para plataformas autorizadas.
  4. Para remessas ou trades diários, priorize quem já cumpre — taxas podem subir um pouco, mas a paz de espírito vale.

Essa nova era traz maturidade ao mercado brasileiro. Fique de olho nas atualizações do BC e ajuste sua estratégia sem pânico.


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Investidor cartoon curvado sob enorme mochila de impostos esmagando criptomoedas, simbolizando tributação pesada mantida pelo governo indiano em 2026

Índia Mantém Impostos Pesados sobre Cripto em 2026 e Frustra Investidores

Sem alívio fiscal: a Índia manteve os impostos pesados sobre criptomoedas no Orçamento 2026, frustrando investidores que esperavam redução na taxa de 30% sobre ganhos e no 1% de TDS por transação. Apresentado pela ministra Nirmala Sitharaman, o anúncio é um balde de água fria para um mercado que já migrou 75% do volume de US$ 6,1 bilhões para plataformas offshore. Para brasileiros, isso soa como alerta do que pode vir por aí com a Receita Federal.


Detalhes do Orçamento Indiano de 2026

A estrutura tributária de cripto, introduzida em 2022, continua inalterada. Isso significa 30% de imposto fixo sobre qualquer ganho com ativos digitais virtuais (VDA), sem direito a deduções além do custo de aquisição. Some a isso o 1% de TDS retido na fonte em toda transferência acima de certos valores, o que encarece trades rápidos e de baixa margem.

Uma pequena mudança veio na fiscalização: a prisão por descumprimento de TDS caiu de 7 para 2 anos, com opção de multas. Mas entraram novas penalidades por não reportar transações, como Rs 200 por dia de atraso ou até Rs 50 mil por dados errados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em torno de R$ 411.673 agora — imagine pagar 30% de imposto sobre lucros sem compensar perdas.

Essa rigidez reflete a postura do governo: priorizar conformidade enquanto discute regras globais no G20, sem pressa para aliviar a carga fiscal.

Impacto Prático no Dia a Dia dos Indianos

Para o investidor comum, é como tentar ganhar uma corrida carregando mochilas cheias de pedras. O TDS de 1% torna inviável day trading em exchanges locais, forçando a migração para plataformas estrangeiras. Dos US$ 6,1 bilhões em volume (cerca de R$ 35 bilhões, pelo câmbio atual), quase três quartos saíram do país.

Não dá para compensar perdas de quedas de preço ou hacks com outros rendimentos. Se você lucra R$ 10 mil em Bitcoin mas perde R$ 5 mil em outra altcoin, paga imposto sobre os 10 mil integrais. É frustrante, especialmente para quem usa cripto para remessas familiares ou proteção contra inflação, comuns na Índia.

Especialistas como Pranav Agarwal veem nisso uma estratégia de “esperar para ver”, mas o custo imediato é real: menos liquidez local e mais risco offshore.

Lições para o Mercado Brasileiro

Aqui no Brasil, onde o IR sobre cripto segue tabela progressiva (até 22,5%), essa notícia da Índia serve de espelho. A Receita já aperta o cerco com declarações obrigatórias e cruzamentos de dados. Se o governo indiano, emergente como o nosso, opta por mão de ferro, não é absurdo imaginar algo similar por aqui — talvez um imposto fixo ou TDS em trades.

Pense no seu imposto de renda anual: cripto já entra na malha fina se não declarada. Com o PL da regulamentação em tramitação, fique de olho em mudanças que possam taxar ganhos acima de R$ 35 mil mensais com mais rigor. É o momento de revisar sua estratégia fiscal.

O Que Fazer Diante Disso

  1. Declare tudo certinho: use o programa da Receita e guarde comprovantes de custo.
  2. Diversifique plataformas, mas avalie riscos offshore — KYC e saques podem complicar.
  3. Acompanhe o Orçamento 2026 brasileiro e debates no Congresso sobre cripto.

Para o dia a dia, calcule impostos antes de vender: se seu lucro em Bitcoin for R$ 20 mil, reserve 22,5% (ou mais, se vier novidade). E eduque-se: cripto é ferramenta prática, mas fiscalmente exige disciplina como uma conta de luz em dia alta.


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CEO cartoon de mining algemado por agentes fiscais com multas '545' e imposto '30%', alertando rigidez regulatória na Índia e Rusya

Índia Impõe Multa de US$ 545 em Cripto e Rússia Prende CEO

A Índia aprovou no orçamento de 2026-27 uma multa fixa de US$ 545 por falhas em relatórios de transações com criptoativos, além de ₹ 200 por dia de atraso. Em paralelo, um tribunal de Moscou determinou a prisão domiciliar do CEO da BitRiver, Igor Runets, por suspeita de sonegação fiscal. Esses casos mostram que governos estão apertando o cerco contra o anonimato em cripto, um alerta claro para brasileiros que operam no mercado.


Detalhes das Novas Regras na Índia

No orçamento apresentado nesta semana, o governo indiano manteve o imposto de 30% sobre ganhos com cripto e o 1% de TDS (imposto retido na fonte) em transações. Mas o que mudou foi a introdução de penalidades mais duras a partir de 1º de abril de 2026, sob a Seção 509 da Lei do Imposto de Renda.

Empresas e exchanges que não reportarem corretamente transações com criptoativos enfrentarão ₹ 200 por dia de multa por não entrega do relatório — cerca de ₹ 6 mil em um mês de atraso. E, para informações incorretas ou não corrigidas, uma multa fixa de ₹50.000, equivalente a US$ 545 ou aproximadamente R$ 2.860 pelo câmbio atual de R$ 5,25 por dólar. Isso é mais que um salário mínimo mensal no Brasil, algo que pesa no bolso de quem erra por descuido.

A indústria local reclamou: sem alívio nas taxas, o volume de negociações migra para o exterior, mas o foco agora é forçar compliance total.

Prisão do CEO da BitRiver na Rússia

Do outro lado do mundo, Igor Runets, fundador e CEO da BitRiver — uma das maiores mineradoras de Bitcoin da Rússia —, foi detido na sexta-feira e colocado em prisão domiciliar por um tribunal de Moscou. Ele enfrenta três acusações de ocultação de ativos para sonegação fiscal.

A BitRiver, fundada em 2017, opera data centers gigantes na Sibéria e já foi sancionada pelos EUA em 2022 devido ao conflito com a Ucrânia. Perdeu clientes como o banco japonês SBI e enfrenta cortes de custos, atrasos salariais e processos judiciais por equipamentos não entregues. A fortuna de Runets foi estimada em US$ 230 milhões em 2024, mas agora ele está preso em casa até o julgamento.

Esse caso extremo mostra que, mesmo grandes players, não escapam da repressão fiscal quando há suspeita de irregularidades.

Impacto Prático para Brasileiros

Aqui no Brasil, a Receita Federal já exige declaração anual de criptoativos no Imposto de Renda desde 2019, com ganhos tributados como ganho de capital — até 22,5% acima de R$ 5 milhões. Mas com exemplos como Índia e Rússia, fica claro: o anonimato acabou. Um erro de relatório pode custar caro, similar aos R$ 2.860 indianos.

Para o cidadão comum, isso significa: guarde todos os extratos de exchanges, calcule ganhos e perdas corretamente e declare tudo. Imagine esquecer uma venda de R$ 10 mil em Bitcoin: a multa pode virar uma dor de cabeça equivalente a meses de conta de luz ou supermercado.

Empresas de mining ou trading em volume alto devem investir em contabilidade especializada para evitar surpresas.

O Que Fazer Agora: Passos Práticos

  1. Organize documentos: Baixe relatórios anuais de exchanges como Binance ou Mercado Bitcoin. Anote datas, valores em reais e taxas.
  2. Use ferramentas gratuitas: Planilhas do Excel ou apps como Koinly para calcular impostos automaticamente.
  3. Consulte um contador: Especialista em cripto evita erros que custam milhares. Custa menos que uma multa.
  4. Monitore mudanças: No Brasil, o PL 4.401/2021 pode trazer regras mais rígidas em breve.

A tendência global é compliance total. Quem opera com cripto no dia a dia — remessas para família ou poupança — precisa se adaptar para não cair na mesma armadilha de Runets ou pagar multas indianas desnecessárias.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon caminhando por estrada com novas placas regulatórias do Banco Central e escudos em exchanges, ilustrando regras para criptos no Brasil

Regras do BC para Criptos: O Que Muda a Partir de Segunda

A partir desta segunda-feira, 2 de fevereiro, as novas regras do Banco Central para criptomoedas começam a valer no Brasil. As Resoluções 519, 520 e 521 criam um marco regulatório que exige autorização para exchanges, segregação de ativos dos clientes e mais rastreabilidade em remessas. Para você, que tem saldo em uma plataforma brasileira, isso significa maior segurança contra falências, mas também plataformas estrangeiras ‘fantasmas’ fora do jogo. Nada muda no seu dia a dia amanhã, mas é hora de checar se sua exchange está se adequando.


O Que Dizem as Resoluções 519, 520 e 521

A Resolução 519 define as regras básicas para as chamadas SPSAVs, empresas especializadas em serviços de criptoativos como intermediação, custódia e corretagem. Elas precisam de transparência total com o cliente, governança forte e controles contra lavagem de dinheiro. É como se o BC criasse um ‘manual de operação’ para evitar bagunça no setor.

A Resolução 520 cuida da autorização: exchanges já atuantes têm até nove meses para se enquadrar após pedir licença. Já a 521 muda o jogo para remessas internacionais com cripto, incluindo stablecoins como USDT ou USDC. Essas operações agora entram no radar do câmbio, exigindo identificação do destinatário e mais burocracia, mas com maior proteção.

Imagine você enviando R$ 5 mil para a família no Paraguai via USDT: antes era mais anônimo, agora segue regras de câmbio, o que pode abrir debate sobre IOF, mas por enquanto não incide imposto extra.

Impacto no Seu Depósito na Exchange Brasileira

O maior ganho prático é a segregação patrimonial: seu saldo em cripto ou reais fica separado do caixa da exchange. Se a empresa quebrar, como aconteceu com algumas no passado, você não perde tudo misturado com dívidas dela. Isso é vital para quem guarda meses de salário mínimo em Bitcoin ou Ethereum.

Plataformas sem CNPJ e sede no Brasil vão sumir ou migrar clientes para autorizadas. Se você usa uma exchange pequena ou estrangeira sem presença local, verifique já: elas devem encerrar operações sem licença. Grandes como Mercado Bitcoin já dizem que vão cumprir, aumentando confiança para depósitos diários.

Custos podem subir um pouco para exchanges cobrirem compliance e capital mínimo de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões, dependendo do serviço. Mas para você, taxas de saque ou PIX devem se manter parecidas no curto prazo.

Segurança Aumentou? Sim, Mas Veja os Prazos

Sim, a segurança sobe: mais supervisão do BC, prova de reservas obrigatória e foco em cibersegurança reduzem riscos de hacks ou fraudes. Empresas precisam de auditoria independente para provar que guardam seus ativos reais.

Os prazos dão folga: regras vigentes em 2/02, mas adequação total em até nove meses. Relatórios de câmbio só em maio. Use isso para checar o site da sua exchange: eles devem anunciar planos de regularização. Se não, transfira para uma maior e autorizada – melhor dormir tranquilo.

Para remessas, rastreabilidade maior ajuda em disputas, mas exige CPF do destinatário em transferências para carteiras autocustodiadas.

O Que Fazer Agora no Seu Dia a Dia

Essas regras tornam cripto mais ferramenta cotidiana, como conta digital, menos especulação selvagem. Seu dinheiro fica mais protegido, mas fique de olho nos nove meses de transição.

  1. Liste suas exchanges e busque anúncios sobre adequação ao BC.
  2. Prefira plataformas com sede no Brasil e histórico sólido.
  3. Para remessas, calcule se vale a stablecoin ou TED tradicional (taxas em torno de R$ 50-100).
  4. Monitore atualizações no site do Banco Central.

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Fila de credores cartoon recebendo envelopes dourados de janela de reembolso em fortaleza digital com data 31/03, simbolizando próxima rodada de pagamentos da FTX

FTX: Próxima Rodada de Reembolsos Prevista para 31 de Março de 2026

Se você tem dinheiro preso na FTX desde a quebra da exchange em 2022, uma boa notícia prática chegou: o representante dos credores, Sunil, anunciou que a próxima rodada de distribuições de fundos está prevista para 31 de março de 2026. O total de reclamações já reconciliadas soma cerca de US$ 9,6 bilhões (equivalente a R$ 50,4 bilhões pelo câmbio atual de R$ 5,25 por dólar), afetando diretamente milhares de usuários, incluindo brasileiros que usavam a plataforma para trades ou remessas.


Detalhamento das Reclamações Reconciliadas

De acordo com o post de Sunil no X (antigo Twitter), as reclamações auditadas e confirmadas pela FTX se dividem assim: contas com valores abaixo de US$ 50 mil (cerca de R$ 262 mil) somam US$ 780 milhões (R$ 4,1 bilhões). Já as maiores, acima desse limite, chegam a US$ 7,8 bilhões (R$ 41 bilhões), enquanto não clientes (como fornecedores ou parceiros) têm US$ 1 bilhão (R$ 5,25 bilhões) em disputa.

Para o brasileiro médio que perdeu alguns milhares de dólares na FTX – talvez equivalentes a seis meses de aluguel em São Paulo –, isso significa que a maioria dos claims pequenos pode priorizar reembolsos mais rápidos. Mas lembre-se: nem todo claim reconciliado garante pagamento integral; depende da recuperação total de ativos.

Progresso na Reserva de Controvérsias

Uma evolução positiva é a redução da reserva para disputas judiciais, que foi reduzida em US$ 2,2 bilhões. Sunil estima que, se mais US$ 2 bilhões forem distribuídos nos próximos passos, a categoria de claims acima de US$ 50 mil pode receber cerca de US$ 1,7 bilhão adicional. Isso acelera o processo para quem tem valores maiores, como aqueles que usavam FTX para arbitragem entre exchanges brasileiras e internacionais.

No contexto brasileiro, onde impostos sobre cripto e burocracia do Banco Central complicam remessas, recuperar parte do saldo pode ajudar a equilibrar contas. Compare: com o Bitcoin a R$ 404.712 segundo o Cointrader Monitor hoje (queda de 1,38% em 24h), muitos credores veem o reembolso como chance de recomprar ativos a preços mais acessíveis.

O Que Fazer se Você é Credor da FTX

Primeiro, verifique o status do seu claim no portal oficial da FTX (claims.ftx.com ou similar – acesse pelo site da falência). Certifique-se de que seus documentos estão atualizados: comprovantes de depósito, extratos e identificação. A próxima data é 31 de março, mas distribuições dependem de aprovações judiciais nos EUA e variação de ativos recuperados, como Bitcoin e ações tech.

Para brasileiros, planeje os impostos: reembolsos acima de R$ 35 mil mensais exigem declaração no IR e possível DARF. Pense no câmbio: converter dólares recuperados para reais custa taxas em bancos ou exchanges – compare spread do dia (dólar a R$ 5,25). Não deixe para última hora; atrasos em verificações são comuns.

Se o seu saldo era pequeno, priorize: claims abaixo de US$ 50 mil tendem a sair primeiro. Monitore atualizações de Sunil ou do comitê de credores para não perder prazos.

Calendário Prático para Credores

  • Agora: Confirme claim e documentos.
  • Até março: Acompanhe ativos recuperados.
  • 31/03/2026: Possível distribuição.
  • Após: Declare IR e converta com cuidado.

Esse processo mostra que a recuperação avança, mas devagar. Paciência é chave – melhor do que zero.


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Personagem cartoon correndo por superestrada USDT luminosa, superando labirinto bancário, simbolizando eficiência da Tether sobre bancos

Tether Lucra US$ 10 Bilhões e USDT Supera Bancos em Eficiência

A Tether anunciou lucro recorde de US$ 10 bilhões em 2025, equivalente a cerca de R$ 52,5 bilhões pelo câmbio atual de R$ 5,25 por dólar. Esse resultado, atestado pela auditoria independente da BDO sob padrão ISAE 3000R, confirma reservas totais de US$ 192,9 bilhões, superando os passivos em US$ 6,3 bilhões. Para quem manda dinheiro para a família no exterior ou precisa de dólares rápidos, o USDT se mostra mais eficiente que bancos tradicionais, com transferências 24 horas por dia e taxas bem menores.


Reservas Sólidas e Auditadas pela BDO

A atestação da BDO detalha a composição das reservas do USDT: US$ 122,3 bilhões em títulos do Tesouro americano de curto prazo, US$ 24,8 bilhões em acordos de recompra reversa e US$ 17,45 bilhões em ouro físico. Há ainda US$ 8,43 bilhões em Bitcoin e empréstimos garantidos de US$ 17 bilhões, todos supercolateralizados.

Com isso, o patrimônio líquido ficou em US$ 6,34 bilhões, após lucros acima de US$ 10 bilhões compensados por dividendos. A exposição total a Treasuries ultrapassa US$ 141 bilhões, gerando rendimentos que superam muitos bancos. No Brasil, onde o dólar comercial está em torno de R$ 5,25, isso equivale a reservas de mais de R$ 1 trilhão — maior que o PIB de muitos estados.

Crescimento de US$ 50 Bilhões Mostra Força do USDT

O crescimento de US$ 50 bilhões no suprimento de USDT em 2025 reflete demanda global por dólares digitais fora do sistema bancário tradicional. Ativos bateram US$ 192,9 bilhões, com 76% em caixa e equivalentes, dominados por Treasuries. Ouro representa 9% e Bitcoin 4,4%, diversificando sem riscos excessivos.

Paolo Ardoino, CEO da Tether, destaca que o USDT atende regiões com bancos lentos ou inacessíveis. Aqui no Brasil, isso é real: enquanto um TED internacional pode custar R$ 100-200 e demorar dias, converter reais em USDT sai por centavos e chega em minutos via blockchain.

Impacto Prático para Brasileiros no Dia a Dia

Imagine mandar R$ 5 mil para sua família na Europa ou EUA. No banco tradicional, você perde 5-7% em taxas de câmbio e IOF, mais spread e espera de 2-3 dias. Com USDT, você troca reais por stablecoin em exchanges locais, envia globalmente por frações de centavo e converte no destino — tudo em horas, custando menos de R$ 5 no total.

Essa eficiência explica o lucro bilionário: Tether opera como um ‘motor de caixa’ 24/7, rendendo com Treasuries enquanto fornece liquidez instantânea. Para o brasileiro médio, com salário mínimo de R$ 1.412, economizar R$ 200 numa remessa de R$ 5 mil significa almoços extras por um mês. E com reservas auditadas, o risco de desvalorização é mínimo, ao contrário de moedas instáveis como o real volátil.

O Que Você Pode Fazer Agora

Para usar isso a seu favor:

  1. Abra conta em exchange brasileira confiável;
  2. Deposite reais e compre USDT pelo preço do dólar spot;
  3. Envie para carteiras ou plataformas no exterior;
  4. Monitore o relatório trimestral da Tether para confiança contínua.

Lembre-se: stablecoins como USDT resolvem burocracia e custos reais, mas sempre verifique taxas locais e impostos sobre remessas acima de R$ 100 mil/ano.

Com o USDT dominando 60% do mercado de stablecoins, ele se torna ferramenta essencial para inclusão financeira no Brasil, onde 40 milhões usam cripto para finanças cotidianas.


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