Trader cartoon impaciente diante de cofre digital com timer girando, simbolizando delays de segurança em bancos e exchanges contra fraudes no Brasil

Saque Travado? Bancos e Exchanges Impõem Esperas por Segurança

Se o seu banco ou exchange demorou para liberar um saque, não entre em pânico: pode ser uma proteção contra golpes. O DBS Bank de Singapura anunciou um período de resfriamento de 12 horas para ações de risco, como adicionar novos destinatários ou aumentar limites de transferência, a partir de 7 de março. Em paralelo, a Binance revela que reduziu em 97% sua exposição a sanções desde 2024. Essa tendência de compliance chega para blindar o seu dinheiro.


O Que Muda no DBS Bank

O DBS, um dos maiores bancos da Ásia, está implementando essa medida para combater golpes que custaram quase S$500 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) em Singapura só no primeiro semestre de 2025. Clientes não poderão mais adicionar um novo beneficiário de transferência, elevar limites diários para transações locais ou internacionais, ou alterar dados de contato de forma instantânea. Tudo isso só entra em vigor após as 12 horas.

Durante esse tempo, o banco envia alertas por e-mail ou app, dando chance para você checar se foi um pedido fraudulento. É como um ‘botão de arrependimento’ obrigatório. Outras ações recentes incluem toggle temporário para adicionar cartões a carteiras digitais e bloqueio automático em contas com saldos altos para transações suspeitas. No Brasil, bancos como Itaú e Nubank já usam alertas similares no Pix para valores altos, preparando o terreno para algo parecido.

Binance Reforça Compliance Contra Sanções

A maior exchange do mundo, Binance, responde a acusações recentes dobrando a aposta na conformidade. Desde janeiro de 2024, a exposição a entidades sancionadas caiu de forma drástica: volume relacionado representa agora só 0,009% do total. Especificamente contra exchanges iranianas, a redução foi de US$ 4,19 milhões para US$ 110 mil no período até 2026.

Com 25% da equipe dedicada a compliance e investimentos de centenas de milhões de dólares, a plataforma nega demissões por denúncias internas e atribui saídas a violações de confidencialidade. Isso mostra que exchanges estão se alinhando a padrões bancários, monitorando riscos em tempo real para evitar crimes como lavagem de dinheiro ou violações internacionais.

Impacto Prático para Brasileiros

Aqui no Brasil, onde fraudes via Pix somaram bilhões em 2025, essa onda global afeta diretamente quem usa cripto para remessas ou poupança. Imagine pedir um saque de R$ 10 mil da sua conta na Binance para o banco: pode haver atraso se detectarem padrão de risco, como novo endereço ou valor alto após login de IP diferente. Bancos tradicionais já impõem esperas em TEDs internacionais ou contas novas.

Para o trabalhador comum, que usa USDT para mandar dinheiro à família no Nordeste ou pagar boletos, isso significa planejar com antecedência. Mas o ganho é segurança: evita que golpistas, após roubar sua senha via phishing, limpem sua conta em minutos. Autoridades como o Banco Central e CVM pressionam por mais regras, e exchanges locais como Mercado Bitcoin seguem o exemplo.

O Que Fazer no Dia a Dia

  1. Sempre ative autenticação de dois fatores (2FA) e verifique alertas.
  2. Para saques grandes, divida em lotes menores e evite horários noturnos.
  3. Monitore apps de banco e exchange diariamente.
  4. Se suspeitar de atraso injusto, contate o suporte imediatamente – pode ser só precaução.

Essas medidas protegem seu suor mensal, equivalente a 3-4 salários mínimos. Fique atento: compliance não é burocracia, é escudo contra os 20 mil casos de golpes anuais em Singapura – e crescendo aqui.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cofre futurista de ouro e circuitos Bitcoin com BTC e XAUt gravados, intacto enquanto moeda fiat inflacionária queima ao redor, simbolizando refúgio cripto

Dividendos em Ouro On-Chain: Bitcoin Protege Contra Inflação

Imagine receber dividendos em ouro tokenizado diretamente na sua carteira on-chain, sem bancos ou burocracia. A Elemental Royalty Corporation virou a primeira empresa pública a pagar proventos em Tether Gold (XAU₮), representando ouro físico real. Enquanto isso, no Irã, o colapso do rial leva bilhões para o Bitcoin, como no Líbano. Para o brasileiro lidando com inflação, isso mostra o poder prático das criptos como proteção de patrimônio.


Primeiro Dividendos em Ouro Tokenizado

A Elemental Royalty anunciou em 17 de fevereiro que acionistas podem escolher receber dividendos em XAU₮, cada token lastreado em uma onça troy de ouro físico em cofres seguros na Suíça. Nada de dinheiro fiat que perde valor: é ouro real, acessível via blockchain em Ethereum ou TRON. Paolo Ardoino, CEO da Tether, destacou que isso integra o ouro tradicional aos sistemas financeiros modernos.

Hoje, uma onça de ouro vale cerca de R$ 26.433. Para um investidor brasileiro, isso significa proventos que acompanham o preço do metal precioso, protegendo contra desvalorização do real. Empresas de royalties de ouro, que lucram sem operar minas, ganham apelo extra com essa opção. É um passo para os chamados real-world assets (RWA), trazendo ativos reais para a blockchain de forma prática.

Essa inovação abre portas: imagine fundos imobiliários pagando aluguéis em tokens de imóveis ou energéticas em óleo tokenizado. Para nós, é utilidade real: diversificar renda sem conversões caras.

Crise no Irã: Bitcoin como Escape do Rial

O rial iraniano entrou em hiperinflação em 2026, com sanções e más políticas destruindo poupanças. Famílias perdem poder de compra diário, ecoando a crise libanesa de 2019, onde bancos congelaram contas e o pound desabou 90%. Ali, o Bitcoin virou salvação: remessas rápidas via P2P, sem intermediários, e economia paralela em lojas de esquina.

No Irã, atividade cripto atingiu US$ 8 bilhões em 2025. Pessoas sacam BTC para carteiras próprias, fugindo de congelamentos. O banco central usa stablecoins para burlar restrições. Lições do Líbano: controle das chaves privadas é essencial, backups de seed phrases e redes P2P locais evitam perdas. Volatilidade existe, mas BTC segurou melhor que moedas locais.

Para o brasileiro, isso soa familiar: inflação crônica, dólar subindo para R$ 5,18. Quando o sistema falha, cripto permite transferências familiares rápidas e baratas, sem depender de bancos instáveis.

Proteção Prática para o Brasileiro

No Brasil, com inflação roendo salários, ouro e Bitcoin servem de escudo. O Bitcoin está a R$ 354.458 segundo o Cointrader Monitor, com alta de 0,95% em 24h. XAU₮ oferece estabilidade do ouro com liquidez blockchain.

Impacto real: R$ 1.000 em BTC hoje pode virar reserva para meses de contas se o real cair mais. No Irã, classe média salvou poupanças assim. Aqui, remessas para família no exterior saem em minutos, com taxas baixas via exchanges locais. Mas cuidado: energia instável e regras mudam rápido, como no Líbano.

Essa mistura de RWA e BTC prova: cripto não é só especulação, é ferramenta cotidiana contra crises monetárias. Empresas adotando tokenização facilitam acesso a ativos premium sem logística física.

O Que Você Pode Fazer Hoje

  1. Pesquise ações como Elemental para dividendos em XAU₮ – verifique corretoras com suporte a tokens ERC-20.
  2. Monte uma carteira não-custodial: apps como Electrum ou hardware wallets para BTC, backup seed em local seguro.
  3. Teste P2P: grupos locais para converter reais em cripto sem taxas altas.
  4. Diversifique: 10-20% em ouro/BTC como hedge contra inflação.
  5. Monitore: apps mostram cotações reais em BRL.

Comece pequeno, aprenda com comunidades. No Brasil, isso evita o pânico de ver poupança derreter. Crises como Irã mostram: ação cedo salva patrimônio.


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Executivos cartoon lançando token SUI com raios verdes de staking rewards sobre bolsa estilizada, simbolizando ETFs nos EUA

ETFs de SUI com Staking Chegam aos EUA: Rendimento na Bolsa

Os primeiros ETFs spot de SUI com rendimento de staking chegaram à bolsa americana nesta semana, lançados pela Grayscale e Canary Capital. Lançados em 18 de fevereiro de 2026, eles oferecem cerca de 7% de yield anual além da variação de preço do token SUI, facilitando o acesso para quem não quer gerenciar carteiras ou validadores. Isso marca um avanço após os sucessos dos ETFs de Bitcoin da Grayscale, trazendo altcoins para o radar de investidores tradicionais. Para brasileiros, é uma opção prática em corretoras que dão acesso à NYSE e Nasdaq.


O Que São Esses Novos ETFs de SUI

Imagine ter exposição ao SUI, uma blockchain layer 1 concorrente de Solana e Ethereum, sem precisar lidar com wallets ou riscos de custódia. O Grayscale Sui Staking ETF (GSUI), negociado na NYSE Arca, converteu um trust privado lançado em agosto de 2024. Já o Canary Staked SUI ETF (SUIS), na Nasdaq, foi criado do zero para holdear e stakeiar SUI em nome dos acionistas.

A Sui foca em escalabilidade, processando transações em paralelo, ideal para DeFi, games e pagamentos. Com o dólar a R$ 5,18, um SUI a US$ 0,95 vale cerca de R$ 4,92. Esses ETFs simplificam: você compra ações na bolsa americana e recebe os frutos do staking automaticamente, sem complicações técnicas.

No dia 19, o GSUI teve volume de US$ 220 mil (R$ 1,14 milhão), com AUM de US$ 21 milhões. O SUIS movimentou US$ 33 mil (R$ 171 mil). Números modestos comparados aos ETFs de Bitcoin, mas é o começo.

Diferença: ETF de Preço vs. ETF com Rendimento

Um ETF spot tradicional só segue o preço do ativo – se SUI sobe 10%, sua ação sobe junto; se cai, idem. Esses novos incluem staking: parte dos tokens fica “travada” na rede Sui gerando recompensas de cerca de 7% ao ano, líquidos de taxas. É como um CDB que rende além da inflação, mas atrelado ao preço do SUI.

Para o dia a dia, isso significa que seu dinheiro “parado” em SUI na bolsa rende passivamente. Nada de configurar nodes ou arriscar plataformas DeFi desconhecidas. Ideal para quem tem conta em corretoras como as que conectam ao exterior, pagando IR sobre ganhos como em ações americanas. Mas lembre: yield varia com a rede, e há fees do fundo.

Exemplo prático: com R$ 10 mil em ações do ETF, equivalente a R$ 5 por SUI, rende cerca de R$ 700/ano em staking, além da variação de preço. Útil para diversificar sem dor de cabeça.

Reação do Mercado e Preço do SUI

O preço do SUI não empolgou: entre US$ 0,93 e US$ 0,98 no dia 19 (R$ 4,82 a R$ 5,08), alta de 3-4% no dia, mas queda de 36% no mês. O TVL da Sui caiu, e open interest de futuros diminuiu, mostrando fraqueza em altcoins. Nada como o boom dos ETFs de BTC.

Institucionais parecem cautelosos, mas o lançamento sinaliza maturidade: após BTC e ETH, L1s como Sui entram no jogo regulado. Indicadores on-chain mostram saídas de capital, mas yields podem atrair inflows ao longo do tempo. Vale acompanhar relatórios semanais de fluxos.

O Que Isso Muda Para Você no Brasil

Para o brasileiro médio, é mais uma porta para cripto regulada via bolsa americana – sem precisar de exchange gringa ou VPN. Se você já opera ações dos EUA, cheque se sua corretora lista GSUI ou SUIS. Mas atenção aos custos: câmbio, spread, IR de 15-22,5% sobre ganhos, e IOF em remessas.

Não é mágica: SUI ainda volátil, e yield não garante lucro se preço cair forte. O prático é pesquisar o prospecto do fundo, comparar fees e ver se cabe no seu perfil conservador. Com BTC a R$ 353.930 segundo o Cointrader Monitor, diversificar em altcoins rende mais yield, mas com risco extra. Monitore e DYOR antes de mexer na carteira.


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Investidor cartoon segurando stablecoin CNH⌐ dissolvendo com relógio de 1 ano, alertando descontinuação do Tether para usuários

Tether Encerra CNH₮: 1 Ano para Resgatar Sua Stablecoin

Você tem CNH₮ na carteira? A Tether anunciou o fim do suporte à stablecoin lastreada no yuan offshore chinês, conhecida como CNH₮ ou CNHT. A partir de agora, não há mais emissão de novos tokens, mas os resgates estão liberados por um ano completo. O motivo é simples: baixa demanda no mercado, segundo o anúncio reportado pela Blockonomi. Não precisa entrar em pânico — há tempo de sobra para agir e converter seu saldo em reais ou outra moeda estável. Isso afeta quem usa o token para remessas à China ou comércio com a Ásia.


O Que Aconteceu com a CNH₮?

A Tether comunicou oficialmente que vai parar de suportar a CNH₮ por falta de uso prático. Lançada como uma stablecoin atrelada ao yuan offshore (CNH), ela prometia ser útil para transações rápidas com a China, evitando taxas bancárias altas e burocracia. Mas o volume ficou baixo, e manter o token custava mais em conformidade e operações do que valia.

Resultado: emissão zerada já. Circulação travada no que já existe. Para o brasileiro médio, isso pode pegar de surpresa quem acumulou CNH₮ pensando em remessas familiares ou importações da Ásia. Imagine: em vez de pagar R$ 200 em taxas para mandar dinheiro pra Shenzhen, você usava CNH₮. Agora, hora de migrar. A Tether quer focar em stablecoins populares como USDT, que rodam bilhões por dia.

É uma decisão comum no mundo cripto. Tokens nicho saem de cena quando não decolam, liberando recursos para o que funciona de verdade.

Impacto Prático para Quem Tem CNH₮ no Brasil

Se você é daqueles que usa cripto para o dia a dia — tipo pagar fornecedores chineses no AliExpress ou mandar grana pra família em Guangzhou —, o impacto é direto. A CNH₮ valia cerca de R$ 0,80 por token (equivalente ao yuan offshore cotado perto de R$ 0,78 hoje). Com o fim do suporte, você não perde o dinheiro, mas precisa resgatar antes do prazo para evitar complicações.

No Brasil, isso atinge quem opera remessas internacionais. Bancos cobram até 5% + IOF de 1,1% em envios pra China. CNH₮ era uma saída barata via exchanges como Binance ou OKX. Sem ela, volte pros clássicos: USDT ou até BRL direto em P2P. Não é o fim do mundo, mas exige planejamento. Se seu saldo for pequeno, tipo R$ 1.000, resgate custa pouco em fees. Mas pra valores maiores, como R$ 10 mil, planeje pra minimizar custos.

A boa notícia: a Tether dá 12 meses exatos. Dá tempo de vender em exchanges ou resgatar direto, sem correria.

Passo a Passo: Como Resgatar Sua CNH₮ Agora

Calma, é simples como transferir PIX. Aqui vai o guia prático que qualquer um pode seguir:

  1. Acesse sua exchange ou carteira (Binance, MetaMask, etc.) e confira o saldo de CNH₮. Anote a quantidade exata.
  2. Se estiver em exchange, venda por USDT ou BTC primeiro — mercados ainda têm liquidez baixa, mas dá pra converter sem perda grande.
  3. Para resgate oficial: vá ao site oficial da Tether (tether.to), conecte sua wallet verificada e inicie o processo de redenção. Você recebe CNH em conta bancária compatível.
  4. Transfira pra uma conta no Brasil via Wise ou banco tradicional. Espere fees de 0,1% a 1% dependendo do valor.
  5. Monitore avisos da Tether — eles prometem lembrete um mês antes do fim.

Exemplo real: com R$ 5.000 em CNH₮, você resgata uns R$ 4.900 líquidos após fees. Melhor que deixar parado e arriscar. Se não souber mexer em wallet, peça ajuda num grupo confiável ou use app de exchange intuitivo.

Dica de amigo: faça isso nos próximos 30 dias pra testar o fluxo sem pressa.

Alternativas Práticas para Substituir a CNH₮

Precisa de exposição ao yuan? Opte por USDT e converta via P2P em plataformas chinesas. Ou use stablecoins como USDC, mais regulada. Para remessas Brasil-China, apps como Remessa Online ou Wise saem na frente em custo-benefício hoje.

A Tether reforça foco em USDT, que domina 70% do mercado. Para o brasileiro, isso significa mais liquidez em reais via exchanges locais. Monitore o dólar — com USD-BRL em torno de R$ 5,70, stablecoins continuam úteis pra hedge contra inflação.

No fim, é chance de simplificar sua carteira. Menos tokens esquecidos, mais eficiência no bolso.


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Investidor cartoon abrindo wallet digital com holo-projeções de carro Tesla e chip Nvidia tokenizados, simbolizando integração RWA na Phemex

Tesla e Nvidia na sua wallet: Phemex integra ações tokenizadas

Imagine ter NVIDIA e Tesla na mesma carteira que guarda seu Bitcoin. A Phemex acaba de integrar 14 ações e ETFs tokenizados da Ondo Finance, abrindo isso para seus 10 milhões de usuários. Agora, você negocia blue chips da bolsa americana diretamente na exchange cripto, sem abrir conta em corretora tradicional. É o fim da dor de cabeça de gerenciar múltiplas plataformas – tudo em um lugar só.


A integração que une cripto e bolsa tradicional

A Phemex, fundada em 2019 e com mais de 10 milhões de traders, completou a integração total com a suíte de equities tokenizados da Ondo Finance. Isso significa que ativos do mundo real (RWAs) como ações de gigantes da tecnologia agora estão na blockchain, negociáveis 24/7 com a liquidez das criptomoedas.

Para o brasileiro comum, que já lida com dólar a cerca de R$ 5,17, isso simplifica a diversificação. Em vez de remessas caras para brokers gringos, você usa USDT ou outra stablecoin da sua wallet para comprar frações de ações americanas. É prático: sem IOF extra, sem burocracia de câmbio tradicional.

A estratégia da Phemex é ser a ponte entre finanças tradicionais (TradFi) e o mundo Web3, mantendo sua liquidez em cripto intacta enquanto expõe você a estabilidade de ações estabelecidas.

Quais ações e ETFs você pode negociar agora

A lista inclui feras do mercado: NVIDIA (NVDAon), Tesla (TSLAon), Apple (AAPLon), Amazon (AMZNon), além de ETFs como Nasdaq 100 (QQQon) e SPDR S&P 500 (SPYon). São 14 ativos blue-chip, perfeitos para quem quer equilíbrio no portfólio.

Pense no dia a dia: uma ação da NVIDIA, que impulsiona IA, pode custar centenas de dólares – cerca de R$ 800 a R$ 2.600 dependendo do preço. Com tokenização, você compra frações pequenas, equivalente a um salário mínimo parcial, sem precisar de valores altos iniciais. Ideal para quem quer exposição sem risco total em voláteis como Bitcoin.

Esses tokens rodam on-chain, permitindo yield e composability com DeFi, algo impossível em bolsas comuns.

Vantagens práticas para o seu bolso brasileiro

O maior ganho é a simplicidade: tudo em uma wallet só. Sem alternar apps, sem KYC duplo, sem taxas de transferência entre plataformas. Para nós, no Brasil, com Selic em queda e dólar volátil, diversificar com ações americanas tokenizadas é uma forma realista de proteger o patrimônio.

Exemplo cotidiano: em vez de pagar 1-2% em remessa para investir em Tesla via XP ou BTG, você usa a Phemex com taxas baixas de trading cripto. Equivale a economizar R$ 50-100 por operação de R$ 5 mil. E 24/7, sem esperar pregão de Nova York.

Mas atenção: volatilidade existe, e regulamentos como CVM ainda evoluem para RWAs. É útil, mas pese os custos de gas e spreads.

Como dar o primeiro passo na Phemex

  1. Crie conta gratuita na Phemex (rápido, com KYC simples).
  2. Deposite USDT via Binance ou outra exchange.
  3. Busque NVDAon ou TSLAon no spot market.
  4. Negocie e segure na wallet interna.

Monitore spreads e liquidez inicial, pois é lançamento fresco (20/02/2026). Para brasileiros, verifique impostos sobre ganhos em cripto via Receita Federal. É acionável: teste com pouco e veja o impacto real na sua rotina financeira.


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Arranha-céu luxuoso fragmentado em painéis translúcidos conectados por rede cyan XRP, simbolizando tokenização de imóveis em Dubai

Dubai Lança Mercado para Negociação Instantânea de Imóveis no XRP Ledger

A Dubai Land Department (DLD) anunciou nesta sexta-feira o lançamento de um mercado secundário para negociação instantânea de imóveis tokenizados. A iniciativa, que utiliza a infraestrutura da rede XRP Ledger (XRP), permite que investidores comprem e vendam frações de propriedades como se fossem ações, eliminando a dependência de processos burocráticos lentos para a liquidação de ativos imobiliários.


O que é a venda instantânea de imóveis?

Imagine poder vender a sua parte em um apartamento de luxo em Dubai com apenas alguns cliques no celular. É exatamente isso que a nova fase do projeto de tokenização em Dubai está testando. Ao transformar escrituras físicas em tokens digitais, o mercado resolve o maior problema do setor imobiliário: a falta de liquidez.

Segundo dados do setor de registro de terras de Dubai, cerca de 7,8 milhões de tokens já estão em circulação, representando um valor total de propriedades de aproximadamente US$ 2,12 bilhões (cerca de R$ 11,8 bilhões na cotação atual). Para o investidor comum, isso significa que não é mais necessário esperar meses por uma escritura ou ter milhões na conta para entrar nesse mercado; com apenas 2.000 dirhams (quase R$ 3.000), já é possível adquirir uma fração de um imóvel de alto padrão.

O papel do XRP Ledger e a tecnologia RWA

A escolha do XRP Ledger como base para essa infraestrutura não foi por acaso. A rede é conhecida por sua velocidade e baixíssimo custo de transação, o que é essencial para que o mercado secundário funcione de forma eficiente. A integração direta com o sistema do governo garante que cada troca de token seja refletida automaticamente no registro oficial de imóveis da cidade.

Esse movimento faz parte de uma tendência global chamada RWA (Real World Assets) ou Ativos do Mundo Real. Basicamente, é o uso da blockchain para dar transparência e agilidade a bens físicos. Em Dubai, a meta é tokenizar 7% de todo o seu mercado imobiliário até 2033, o que equivale a generosos US$ 16 bilhões em propriedades digitais.

Segurança e legalidade no mercado secundário

Para quem se preocupa com a segurança jurídica, o projeto conta com o respaldo da VARA (Autoridade Reguladora de Ativos Virtuais de Dubai). Cada transação é protegida por custódia institucional e vinculada a escrituras reais. Embora nesta fase inicial o acesso esteja restrito a residentes locais com Emirates ID, o plano é abrir as portas para investidores globais em breve.

Para o brasileiro, isso serve como um termômetro do que pode chegar por aqui através do Drex (o Real Digital), que também estuda a tokenização de ativos para facilitar investimentos. A facilidade de entrar e sair de um investimento imobiliário sem a dor de cabeça dos cartórios tradicionais é o grande trunfo dessa nova era líquida do mercado de propriedades.


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Personagens cartoon conectados por raio Lightning dourado-cyan transformando Bitcoin em dólares, simbolizando remessas internacionais rápidas para brasileiros

Bitcoin Paga Boleto em Dólares: Parceria Acelera Pagamentos via Lightning

Imagine enviar Bitcoin e receber dólares em segundos para pagar boletos ou fornecedores nos EUA. A startup Lightspark firmou parceria com o Cross River Bank, banco americano amigo das criptos, para liquidar transações da Lightning Network em fiat 24/7 via FedNow. Isso abre portas para pagamentos reais, e pode chegar ao Brasil barateando remessas em até 80% das taxas atuais.


Como Funciona a Parceria nos EUA

A Lightspark, fundada por David Marcus (ex-chefe do projeto Libra no Meta), cuida da parte Bitcoin na Lightning Network, camada rápida e barata do BTC para transações cotidianas. Já o Cross River Bank, parceiro de gigantes como Circle e Coinbase, converte tudo em dólares usando o FedNow, sistema de pagamentos instantâneos do Federal Reserve que opera dia e noite.

O foco são fluxos B2B, cross-border e varejo onde o tempo faz diferença. Por exemplo, uma empresa americana paga um fornecedor no exterior em BTC via Lightning, e o banco credita dólares na conta em segundos, sem espera de dias. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 351.135 hoje, com alta de 0,32% em 24h.

Isso resolve o problema clássico: BTC é volátil para hold, mas perfeito para pagamentos rápidos quando ancorado em fiat estável.

Crescimento da Lightning e Uso Real

A Lightning Network já processou US$ 1,17 bilhão em volume só em novembro de 2025, com mais de 5,2 milhões de transações – média de US$ 223 por transferência. Apesar do TVL em US$ 338 milhões (baixo perto de L2s do Ethereum), o uso explode em exchanges e remessas.

No entanto, 40% dos nós rodam em Amazon e Google Cloud, mostrando concentração de infraestrutura. Para o dia a dia, é promissor: transações custam centavos e confirmam em segundos, contra horas ou dias no BTC base.

No Brasil, onde o dólar está a R$ 5,17, isso significa que R$ 1.000 em BTC viram dólares líquidos quase sem custo extra.

Impacto Prático para Brasileiros e Remessas

Pense na família que recebe dólares dos filhos nos EUA. Hoje, remessas via banco ou Western Union cobram 5-10% de taxa + IOF, podendo sugar R$ 50-100 em uma transferência de R$ 1.000. Com Lightning + parcerias como essa, o custo cai para fração de centavo, mais câmbio favorável.

Se o Pix brasileiro se integrar a algo similar (via Pix Internacional ou BC), poderíamos enviar BTC de uma wallet para outra e receber reais no banco em minutos. Equivale a economizar o preço de um tanque de gasolina por mês para quem manda dinheiro regularmente.

Otimizado para realidades como inflação e burocracia, isso torna cripto ferramenta prática, não só especulação. Mas fique atento: volatilidade do BTC ainda exige hedges ou stables.

O Que Fazer Agora no Brasil

Enquanto esperamos adoção local, teste Lightning em wallets como Wallet of Satoshi ou Phoenix. Envie sats (frações de BTC) para amigos e veja a velocidade. Monitore exchanges brasileiras como Binance ou Mercado Bitcoin por integrações FedNow-like.

A parceria Lightspark mostra o caminho: BTC não é só investimento, é pagamento do futuro. Para remessas, pode ser o fim das taxas abusivas.


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Trader cartoon empolgado checando smartphone com 251 pontos e notificação de airdrop Alpha piscando, simbolizando chance urgente de tokens gratuitos na Binance

Binance Alpha: Airdrop às 7h Hoje – Cheque Seus 251 Pontos Agora

A Binance Alpha anuncia airdrop hoje às 7h (horário de Brasília), equivalente a 10h UTC ou 18h UTC+8. Usuários com pelo menos 251 pontos Alpha podem reivindicar tokens grátis no sistema primeiro a chegar, primeiro servido, até o pool acabar. A confirmação veio do Binance Wallet no X. Se você usa a exchange, hora de checar sua conta – pode ser um extra no bolso sem custo.


O Que São Pontos Alpha e Como Acumular?

Os pontos Alpha são ganhos na plataforma Binance Alpha, uma feature da wallet da Binance para tarefas simples como trades, depósitos ou interações diárias. Pense neles como milhas de cartão de crédito: quanto mais você usa a exchange no dia a dia, mais acumula. O requisito de 251 pontos filtra usuários ativos, evitando que novatos peguem tudo de cara.

Para brasileiros, isso é prático porque a Binance opera aqui sem grandes bloqueios. Mas lembre: pontos vêm de atividades reais, não de mágica. Se você fez depósitos em reais via Pix ou negociou altcoins nos últimos meses, provavelmente tem chance. O limiar é dinâmico – em eventos passados variou de 200 a 252, ajustando para distribuir justo.

Exemplo cotidiano: se você trocou R$ 500 por USDT para remessa familiar, isso já conta pontos. Não é especulação, é uso real da plataforma.

Passo a Passo: Verifique Elegibilidade e Reivindique

  1. Abra o app Binance (versão mais recente, disponível na Play Store ou App Store).
  2. Vá em "Wallet" > "Binance Alpha" ou busque "Alpha Points" no menu.
  3. Cheque seu saldo de pontos – precisa de 251 ou mais.
  4. Às 7h BRT exatas, acesse a seção de airdrops e clique em "Reivindicar". Corre rápido, pois acaba quando o pool zerar.

Dica prática para BR: ative notificações push da Binance para não perder. Use Wi-Fi estável, pois picos de tráfego travam conexões ruins. Se tiver VPN, desligue – a Binance detecta e pode bloquear temporariamente.

Reivindicar consome alguns pontos (cerca de 15 em eventos semelhantes), mas vale pelo token grátis. Tokens chegam na wallet em minutos.

Restrições e Dicas para Brasileiros

Boa notícia: sem restrições territoriais explícitas para BR nas fontes. Binance atende brasileiros com depósitos em reais via Pix, sem complicações extras. Mas fique atento: impostos sobre ganhos cripto valem aqui (IR até 22,5% em lucros acima de R$ 35 mil/mês). Registre tudo para declaração anual.

O que esperar? Tokens não especificados ainda (detalhes via canais oficiais como @BinanceWallet no X), mas eventos passados deram memecoins ou utilitários valendo dezenas de dólares. Para um salário mínimo, pode ser 1-2% extra – pequeno, mas grátis.

Riscos reais: pool esgota em minutos para quem atrasa. Monitore app agora (são 6h+). Se abaixo de 251 pontos, foque em tarefas rápidas para próximos eventos.

Próximos Passos e Oportunidades

Depois de checar, acompanhe anúncios oficiais. Binance Alpha é ferramenta diária: use para remessas baratas (USDT a R$ 5,60 vs banco R$ 50+ taxas) ou hedges contra dólar volátil. Essa airdrop é lembrete: cripto ajuda no cotidiano brasileiro, não só trades.

Não perca tempo – abra sua conta ou app agora e prepare-se para as 7h.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon trocando documento físico por holograma tokenizado de veículo com escudo, ilustrando Passaporte Digital do Detran-PR contra fraudes

Detran-PR Tokeniza Veículos: Passaporte Digital Acaba com Fraudes

Seu carro virou token? O Detran do Paraná lançou o Passaporte Veicular Digital, projeto pioneiro que usa blockchain para criar identidade eletrônica imutável de veículos. Paranaenses podem se inscrever gratuitamente até 23 de fevereiro de 2026 e acabar com fraudes como quilometragem adulterada ou documentos falsos, facilitando vendas e revisões sem papelada infinita.


O Que É o Passaporte Veicular Digital?

Em parceria com o Instituto Tecpar, o Detran-PR transforma cada veículo em um ativo digital único. Um token exclusivo ligado ao chassi registra tudo: dados de fábrica, revisões, seguros, financiamentos, transferências e até multas. Como uma carteira de identidade para o carro, mas à prova de alterações graças à blockchain.

Imagine: ao comprar um usado, você consulta o histórico completo online, sem depender de declaração do vendedor. Já são 700 inscritos no piloto, que testa motos, carros e caminhões de qualquer ano em 120 dias de avaliação.

Benefícios Práticos para o Dia a Dia

Para quem mora no Paraná, isso significa menos dor de cabeça. Fraudes em quilometragem custam caro – pense em comprar um carro ‘bem rodado’ como novo. O passaporte acaba com isso, elevando a confiança nas negociações e reduzindo riscos em financiamentos ou seguros.

Menos burocracia também: nada de filas no Detran para comprovar histórico. Ao vender, compartilhe o token e transfira tudo digitalmente. É como ter o CRLV-e, mas com vida inteira do veículo. Economia de tempo e dinheiro para o cidadão comum, que já lida com IPVA e licenciamento.

Como Cadastrar Seu Veículo Agora

É simples e grátis. Acesse o site ou app do Detran-PR, clique em ‘Participar’ no portal de inscrição e preencha dados do veículo. Aceite o termo e pronto – sem visitas presenciais.

Prazo apertado: encerra em 23 de fevereiro de 2026. A partir de 2 de março, faça login no app do Detran-PR para visualizar o passaporte por 60 dias. Qualquer proprietário no PR qualifica, facilitando para famílias com vários carros ou lojistas de usados.

Próximos Passos e Perspectivas Futuras

O comitê Detran-Tecpar monitora testes quinzenalmente. Meta ousada: adotar em toda frota paranaense até fim de 2026, com banco de dados completo em 5 anos. Isso pode virar modelo nacional, trazendo segurança jurídica para milhões de transações de veículos.

Para você, fica o alerta: cadastre-se já e teste essa inovação prática. É o blockchain chegando no cotidiano brasileiro, resolvendo problemas reais como burocracia e golpes em vendas de carro usado.


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Investidor cartoon com carteira de XRP, DOGE, ADA e LTC liberando fluxo de USDC sem venda, ilustrando empréstimos da Coinbase para holders brasileiros

Coinbase Libera Empréstimos Até R$ 550 Mil com XRP, DOGE e ADA

Precisa de dinheiro, mas não quer vender suas XRP, DOGE ou ADA? A Coinbase expandiu seus empréstimos para titulares desses ativos, além de LTC, liberando até US$ 100 mil (cerca de R$ 550 mil) em USDC sem precisar liquidar as posições. Disponível nos EUA (exceto NY), o serviço usa o protocolo Morpho na rede Base. Ideal para quem quer liquidez sem imposto sobre ganhos agora. Isso muda o jogo para holders de longo prazo.


Como Funciona na Prática

Imagine que você tem R$ 1 milhão em XRP na Coinbase. Em vez de vender e pagar imposto de ganho de capital à Receita Federal, pode usar parte como garantia para pegar emprestado até 49% do valor em USDC. O dinheiro cai na hora para pagar contas, reformar a casa ou investir em algo urgente, sem mexer na sua aposta de alta nas criptos.

Segundo a cobertura detalhada, o serviço roda via Morpho, um protocolo DeFi na Base (layer 2 da Coinbase sobre Ethereum). Basta ser cliente elegível, “envolver” (wrap) os tokens se preciso e solicitar. Não há parcelas fixas: você gerencia o LTV (loan-to-value) monitorando o preço das garantias.

Para brasileiros com conta na Coinbase, vale testar se já rola acesso ou fica só pros gringos por enquanto. Fique de olho nas taxas variáveis de juros, que dependem do mercado.

Regras e Limites: O Que Você Pode Pegar

O teto é US$ 100 mil para XRP, DOGE, ADA e LTC — bem menos que os US$ 1 milhão para ETH ou até US$ 5 milhões para BTC. O LTV máximo é 49%: se suas garantias valem US$ 200 mil, pode emprestar até quase US$ 100 mil. Se subir para 62,5% (por queda no preço das criptos), rola liquidação automática: alguém paga sua dívida e leva suas moedas com desconto.

Exemplo prático: Com dólar a R$ 5,50, US$ 100 mil viram R$ 550 mil. Perfeito para cobrir 10 meses de aluguel em SP ou um carro usado. Mas lembre: juros variáveis e fee única por empréstimo. Não dá pra usar o dinheiro pra tradar na própria Coinbase.

Vantagens para Quem Vive no Brasil

Aqui no Brasil, vender cripto hoje significa declarar IR sobre lucro (15% a 22,5%). Com empréstimo, você mantém a posição esperando a alta, usa o cash pra vida real — tipo remessa pra família ou inflação do supermercado — e paga de volta quando quiser. Coinbase já tem bilhões em XRP de clientes, mostrando demanda.

É como um cheque especial garantido pelas suas moedas: liquidez imediata sem burocracia de banco. Para o “cidadão comum” com Dogecoin da zoeira que virou reserva, isso é ouro. Mas só pros EUA agora; torcendo pra chegar aqui logo.

Riscos e Cuidados Essenciais

Não é milagre: se XRP ou DOGE cair forte, seu LTV explode e você perde as garantias na liquidação. Coinbase manda alertas pra adicionar mais colateral ou pagar parte, mas volatilidade é rei no cripto. Wrapping tokens pode ter imposto nos EUA; aqui, consulte contador.

Coinbase avisa: sem conselho fiscal ou de investimento. Comece pequeno, monitore oráculos de preço e tenha plano B. Vale mais que um empréstimo bancário caro (com garantia imóvel a 12% a.a.).


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Personagem regulador cartoon carimbando selo dourado em stablecoin antropomorfizada com cofre se abrindo, simbolizando status de reserva bancária EUA para remessas

Stablecoins Viram Reserva Bancária com Selo dos EUA

Imagine enviar dólares para a família no exterior em minutos, sem as taxas altas dos bancos tradicionais. Isso está mais perto da realidade com o lançamento do Stablecoin Solutions pela Anchorage Digital, o primeiro banco cripto regulado nos EUA. Ao mesmo tempo, a ProShares criou um ETF de Tesouros americanos apto para reservas de stablecoins sob a lei GENIUS Act. Essas novidades trazem segurança regulada aos dólares digitais, facilitando pagamentos globais instantâneos e com lastro em ativos do governo americano. Para brasileiros, isso pode baratear remessas e aumentar a confiança no dia a dia.


Anchorage Digital: Pagamentos Instantâneos para Bancos

A Anchorage Digital, banco cripto autorizado pelo governo federal americano (OCC), uniu em um só serviço tudo o que os bancos precisam para usar stablecoins: emissão, resgate, custódia e liquidação. Em vez de dias esperando transferências via correspondentes bancários, com contas pré-financiadas cheias de dinheiro parado, os bancos agora fazem settlements em US$ globais em minutos pela blockchain.

Isso substitui os nostros e vostros tradicionais, reduzindo riscos de contraparte e liberando liquidez. Suporta stablecoins como o USDT da Tether e USDe da Ethena, dando flexibilidade. Nathan McCauley, CEO da Anchorage, explica que stablecoins viram “infraestrutura financeira essencial”, modernizando pagamentos sem perder compliance. Para nós no Brasil, onde remessas custam caro (dólar a R$ 5,21 hoje), isso abre portas para transações mais eficientes via parcerias futuras.

No cotidiano, pense em uma empresa brasileira pagando fornecedores nos EUA: em vez de 3-5 dias e taxas de 5-10%, minutos e custos menores. É prático e realista, preservando os padrões de segurança que o sistema financeiro exige.

ProShares e GENIUS Act: Lastro Seguro em Tesouros

A lei GENIUS Act, aprovada em julho de 2025, define regras federais para reservas de stablecoins de pagamento: só ativos de alta qualidade, como Tesouros americanos de curto prazo. A ProShares lançou o ETF IQMM exatamente para isso, negociado na bolsa com ticker IQMM e valor líquido flutuante baseado no mercado.

Diferente de fundos comuns de money market, ele tem settlement no mesmo dia e foco institucional para emissores de stablecoins. O prospecto avisa que yields podem ser menores por restrição a ativos elegíveis, mas prioriza segurança. ProShares gerencia mais de US$ 95 bilhões (cerca de R$ 495 bilhões), trazendo credibilidade.

Para o brasileiro comum, isso significa stablecoins com “selo dos EUA”, lastreadas em títulos do governo americano. Menos risco de descolamento do dólar, ideal para guardar valor contra inflação ou enviar dinheiro sem medo de calote.

Impacto Prático no Brasil: Remessas e Confiança

No Brasil, onde milhões enviam remessas mensais (equivalente a meses de salário mínimo), stablecoins reguladas mudam o jogo. Hoje, Western Union ou bancos cobram até 10% + IOF; com blockchain regulada, cai para frações disso. Bancos brasileiros podem integrar esses trilhos, facilitando para o cidadão comum.

A confiança cresce: custódia federal, reservas em Treasurys auditados. Não é especulação, mas ferramenta cotidiana. Monitore exchanges como Binance para stablecoins compatíveis – taxas baixas para comprar USDT com real e enviar globalmente.

Desafios persistem: regulação local (BC ainda estuda) e volatilidade do real. Mas é um passo para inclusão financeira real.

O Que Fazer Agora

  1. Verifique saldos em stablecoins na sua exchange.
  2. Teste remessas pequenas para medir custos.
  3. Acompanhe aprovações no Brasil.

Essas ferramentas práticas tornam cripto acessível, não só para traders.


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Trader cartoon depositando altcoins XRP, DOGE, ADA e LTC em terminal Coinbase para fluxo de USDC, expandindo empréstimos cripto

Coinbase Libera Empréstimos com XRP, DOGE, ADA e LTC como Garantia

Imagine precisar de dinheiro para pagar contas ou investir em algo urgente, mas sem vender suas XRP ou DOGE e pagar imposto sobre ganho de capital. A Coinbase acabou de liberar isso para americanos (exceto Nova York): use XRP, DOGE, ADA e LTC como garantia para pegar até US$ 100 mil em USDC. Você mantém seus ativos e ganha liquidez imediata, via protocolo Morpho na rede Base. Anunciado em 18 de fevereiro de 2026, o serviço já tem quase US$ 2 bilhões em empréstimos originados.


Como Funciona na Prática

É simples e rápido, como pedir um empréstimo consignado, mas com cripto. Você deposita suas altcoins na plataforma da Coinbase, que as converte em versões wrapped para rodar no blockchain Base (layer-2 do Ethereum). Em troca, recebe USDC na hora, sem prazo fixo para pagar de volta. Os juros são variáveis, baseados no mercado, mais uma taxa única no saldo inicial.

O processo é on-chain: colateral gerenciado em pools descentralizados do Morpho, mas você acessa tudo pelo app ou site da Coinbase, sem precisar de wallet externa. Ideal para quem quer cobrir despesas cotidianas — tipo reforma na casa ou viagem — sem liquidar posições em altcoins que podem valorizar mais. Para o brasileiro médio, isso equivale a até R$ 550 mil (dólar a R$ 5,50), dependendo da cotação do dia.

A expansão para essas altcoins soma cerca de US$ 117 bilhões em capitalização de mercado, atraindo holders de varejo que antes só tinham BTC e ETH como opções.

Limites, Taxas e Riscos Reais

Não é milagre: há limites mais apertados por causa da volatilidade. Para XRP, DOGE, ADA e LTC, o máximo é US$ 100 mil — bem menos que BTC (US$ 5 mi) ou ETH (US$ 1 mi). A relação empréstimo/valor (LTV) máxima é de 49%: se cair para 62,5%, vem a liquidação automática, onde terceiros pagam sua dívida e levam seu colateral com desconto.

Juros flutuam com o mercado, e há risco de perda total se o preço despencar, como visto em quedas recentes que liquidaram US$ 170 milhões em uma semana. Além disso, converter para wrapped pode gerar imposto nos EUA — e no Brasil, via Carnê-Leão ou IR sobre ganho. Fundos não podem ser usados para trading na própria Coinbase.

Para nós brasileiros, o serviço é restrito a EUA, mas mostra o caminho: plataformas locais podem copiar. Monitore seu LTV e use alertas da Coinbase para evitar surpresas.

Impacto para Quem Tem Altcoins no Brasil

No dia a dia, isso resolve problemas reais: você tem R$ 50 mil em DOGE parados, precisa de R$ 20 mil para conserto do carro? Em vez de vender e declarar IR (15-22,5% sobre lucro), usa como garantia e paga juros menores que cheque especial (até 300% ao ano). É liquidez sem venda, preservando upside.

Com XRP cotado a cerca de R$ 8 e DOGE a R$ 0,55 (valores aproximados hoje), um holder médio pode acessar dezenas de milhares de reais. Mas lembre: volatilidade alta dessas moedas aumenta risco de liquidação. Coinbase avisa a cada 30 min se o colateral enfraquece, e tem buffer extra de segurança.

Para famílias enviando remessas ou pagando boletos, USDC é estável e fácil de converter em exchanges brasileiras, com taxas baixas.

Próximos Passos Práticos

  1. Verifique elegibilidade: só EUA por enquanto, mas acompanhe expansões.
  2. Calcule seu LTV: não pegue mais que 40% para margem de segurança.
  3. Teste pequeno: comece com US$ 1 mil para entender.
  4. Monitore preços e prepare plano B para quedas.

Vale testar se você opera na Coinbase — é um passo para usar cripto no cotidiano, sem especulação pura.


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Bancários suíços cartoon abrindo portas baixas com '50' para pessoas comuns entrarem em mundo cripto cyan-dourado, democratizando acesso suíço

PostFinance Abre 22 Criptos com Entrada de Apenas US$ 50

O banco suíço PostFinance adicionou seis novas criptomoedas, chegando a um total de 22 ativos disponíveis para negociação direta. Com entrada mínima de US$ 50 (cerca de R$ 260 pelo câmbio atual), o serviço permite que clientes comuns acessem opções como Algorand (ALGO) e NEAR Protocol (NEAR) pelo app ou internet banking, unindo a segurança de um banco tradicional à praticidade das criptos. Lançado em 2024, já acumula mais de 36 mil contas e 565 mil negociações.


Quais São as Novas Criptomoedas?

A expansão inclui Algorand (ALGO), conhecida por transações rápidas e baratas, ideal para pagamentos do dia a dia; Arbitrum (ARB), uma solução de camada 2 para Ethereum que reduz custos de gas; NEAR Protocol (NEAR), focada em usabilidade e escalabilidade para dApps; além de Stellar (XLM), USDC (stablecoin atrelada ao dólar) e SUI. Essa seleção amplia o portfólio além de Bitcoin e Ethereum, atendendo quem busca diversificação sem complicações.

Desde o início do serviço em 2024, o PostFinance foi pioneiro entre bancos sistemicamente importantes da Suíça. Em julho, já havia adicionado mais cinco ativos, mostrando compromisso contínuo com a demanda dos clientes. Para o brasileiro médio, isso significa opções semelhantes às que vemos em exchanges locais, mas com o respaldo regulado de um banco centenário.

Facilidade e Acessibilidade para Todos

O grande atrativo é o ticket mínimo de US$ 50, equivalente a menos de um tanque de gasolina ou dois meses de parcela de celular no Brasil. Clientes negociam direto pela app PostFinance ou e-finance, usando conta corrente ou poupança, sem precisar de carteiras extras ou plataformas paralelas. Há planos de poupança cripto automáticos, perfeitos para quem quer investir aos poucos, como R$ 100 por mês.

Os números impressionam: mais de 36.000 contas de custódia abertas e 565.000 negociações desde o lançamento. Alexander Thoma, chefe de ativos digitais, destaca que os clientes querem negociar cripto com seu banco principal de confiança. Isso reduz barreiras como medo de hacks em exchanges menores ou burocracia para abrir contas novas.

Por Que Isso Importa para Brasileiros?

No Brasil, onde remessas internacionais e proteção contra inflação são dores reais, essa modelo suíço inspira. Imagine negociar cripto com a mesma segurança do seu banco aqui, sem taxas abusivas de câmbio ou IOF alto em cada trade. O PostFinance regula tudo internamente, oferecendo custódia segura e acesso fiat-cripto instantâneo.

Para famílias que enviam dinheiro ao exterior ou poupam em dólar, stablecoins como USDC viram ferramenta prática. Claro, há diferenças regulatórias – na Suíça, é mais amigável –, mas pressiona exchanges brasileiras a baixarem mínimos e melhorarem UX. Vale comparar: aqui, muitos pedem depósitos maiores e têm taxas que comem o lucro pequeno.

O Que Fazer com Essa Informação?

Monitore se bancos brasileiros seguem o exemplo, testando stablecoins para remessas baratas ou diversificando com ALGO/NEAR em plataformas acessíveis. Comece pequeno, como os suíços: defina um valor fixo mensal e priorize segurança. Essa tendência global mostra que cripto deixa de ser ‘coisa de rico’ e vira ferramenta cotidiana, como cartão de crédito ou TED.


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Personagens cartoon regulador e executivo construindo ponte cyan de stablecoins entre margens EUA-Brasil, celebrando aprovação da Stripe

Stripe Ganha Aprovação para Banco de Stablecoins nos EUA

A filial Bridge da Stripe recebeu aprovação condicional da OCC, regulador federal dos EUA, para se tornar um banco fiduciário nacional especializado em stablecoins. Anunciado em 17 de fevereiro de 2026, isso permite custodiar criptoativos, emitir dólares digitais lastreados e gerenciar reservas sob supervisão direta do governo americano. Para o brasileiro comum, é um passo concreto para pagamentos mais seguros e rápidos com stablecoins, sem o medo de instabilidade ou falta de respaldo.


O Que Essa Aprovação Condicional Significa

A aprovação da OCC para Bridge é como um selo de qualidade federal. Diferente das regras variadas de cada estado americano, um charter nacional vale para todo o país. Se finalizada, a Bridge poderá guardar seus USDC ou USDT como um banco tradicional, emitir novos stablecoins e cuidar do dinheiro que os respalda – tudo fiscalizado pelo governo dos EUA.

Stripe comprou a Bridge por US$ 1,1 bilhão em 2024 e agora alinha isso com a lei GENIUS de stablecoins, assinada por Trump. Empresas como Ripple e Circle já buscam o mesmo status. É condicional: Bridge precisa cumprir exigências rígidas antes de abrir as portas. Pense nisso como uma licença provisória para montar o banco dos dólares digitais.

Para nós no Brasil, onde o dólar oficial pode custar caro em taxas de câmbio, isso traz credibilidade. Stablecoins emitidas por um banco regulado federalmente reduzem o risco de deslastreio ou falhas, como vimos em casos passados.

Impacto Prático no Dia a Dia do Brasileiro

Imagine enviar remessas para a família nos EUA ou pagar compras online sem IOF alto ou burocracia. Com Bridge regulada, plataformas de pagamento como Stripe – que já processa milhões de transações – integram stablecoins com segurança bancária. Para o lojista brasileiro exportando, é mais fácil receber em USDC estável, convertendo para reais sem volatilidade do Bitcoin.

No comércio real, isso abre portas: e-commerces aceitando dólares digitais com garantia federal. Equivale a pagar com cartão de crédito internacional, mas mais barato – taxas podem cair de 6-7% para menos de 1%, dependendo da plataforma. Para quem recebe salário em dólares ou faz freelas, é liquidez instantânea sem bancos tradicionais cobrando altas taxas.

Ainda assim, fique atento: regulação americana não cobre riscos locais, como impostos sobre ganhos ou variações cambiais. Mas o selo OCC dá paz de espírito para usar no cotidiano.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Bridge foca em stablecoin-as-a-service: ajudar fintechs e empresas a criarem seus próprios dólares digitais sob regras federais. Espere parcerias com gigantes para custodiar reservas ou soluções prontas para pagamentos globais. Stripe também desenvolve a blockchain Tempo, unindo tradição e cripto.

No Brasil, isso pode influenciar o Banco Central a acelerar regras para stablecoins. Monitore atualizações da Bridge: a aprovação final deve sair em meses, liberando serviços reais. Para você, teste plataformas como Binance ou Mercado Pago que já usam stablecoins – agora com mais confiança no backend.

Acompanhe o site da Stripe para lançamentos. É o momento de experimentar pagamentos em USDC para viagens ou compras, mas sempre com valores que caibam no bolso.


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Personagem cartoon depositando notas em wallet digital que emite moedas Bitcoin, simbolizando compra fácil sem bancos e inclusão financeira

Bitcoin Sem Banco: Como Novas Funções Facilitam a Compra em 2026

O Cash App anunciou preços sem spread para Bitcoin, com limites de saque elevados para US$ 10 mil por dia e zero taxas em compras acima de US$ 2 mil. Ao mesmo tempo, a Trust Wallet lançou depósitos em dinheiro físico nos EUA, permitindo converter dinheiro em cripto em 15 mil pontos de venda sem precisar de banco. Essas novidades promovem inclusão financeira, tornando o acesso ao Bitcoin extremamente simples para o dia a dia.


Cash App: Preços Competitivos e Limites Maiores

O Cash App, aplicativo de pagamentos com mais de 58 milhões de usuários, eliminou o spread no preço do Bitcoin, oferecendo um valor único para compra e venda. Isso significa que o usuário paga exatamente o preço de mercado, sem margens escondidas que encarecem a operação. Para valores acima de US$ 2 mil, o app promete o melhor preço mundial, com 0% de taxas.

Os limites de saque subiram para US$ 10 mil diários e US$ 25 mil semanais, acessíveis à maioria dos usuários. Novas opções de financiamento, como ACH e transferências bancárias, facilitam depósitos maiores. A funcionalidade é ideal para quem utiliza o Bitcoin em remessas ou pagamentos cotidianos, evitando intermediários caros. No Brasil, esse movimento inspira plataformas locais a reduzirem a burocracia em exchanges.

Segundo Miles Suter, do Block Inc., o foco é tornar a vida com Bitcoin prática. Instituições bancárias ainda são conservadoras com o setor cripto, mas o aplicativo integra stablecoins e Lightning Network no futuro, simplificando transações sem exposição direta a variações de blockchain.

Trust Wallet: Dinheiro Vivo Direto na Carteira

A Trust Wallet, com 220 milhões de usuários, estabeleceu uma parceria com a Coinme para permitir depósitos em dinheiro físico em mais de 15 mil lojas nos EUA e Porto Rico. O processo é simples: basta ir a um ponto de venda, depositar o montante e receber stablecoins, BTC ou SOL diretamente na sua carteira de autocustódia em poucos minutos, dispensando conta bancária ou cartão.

A solução atende perfeitamente trabalhadores informais, profissionais da gig economy ou quem lida majoritariamente com papel-moeda, como entregadores e autônomos. A iniciativa remove barreiras bancárias, comuns em economias que ainda dependem fortemente do dinheiro vivo. Os fundos chegam rapidamente, sem custódia de terceiros, estando disponível em 48 estados americanos.

Felix Fan, CEO da Trust Wallet, destaca que milhões de pessoas vivem de dinheiro físico sem acesso ao sistema digital tradicional. Essa integração democratiza o mercado cripto, abrindo portas para pagamentos rápidos e remessas baratas, facilitando o envio de valores para familiares no exterior sem as altas taxas internacionais.

Impacto Prático para o Usuário Brasileiro

Embora focadas inicialmente no mercado norte-americano, essas ferramentas sinalizam o caminho para a inclusão: ausência de bancos tradicionais, redução de taxas extras e foco na utilidade real. No Brasil, um modelo similar permitiria depósitos em lotéricas para conversão automática de reais em Bitcoin, com a mesma agilidade do Pix. Isso reduziria drasticamente os custos de remessas internacionais.

Para iniciantes, o uso de carteiras de autocustódia reduz os riscos associados a exchanges centralizadas. É fundamental monitorar limites e taxas reais: o Cash App oferece custo zero em grandes volumes, enquanto a Trust foca na acessibilidade fora do ambiente digital. No cenário nacional, vale acompanhar como Mercado Pago ou PicPay evoluem em suas ofertas de criptoativos.

Essas mudanças consolidam o Bitcoin como uma alternativa viável para a economia real, automatizando conversões entre moedas fiduciárias e cripto em fluxos de pagamento. Para brasileiros, é importante vigiar regulamentações locais e priorizar a segurança das chaves privadas em aplicativos globais.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado em R$ 347.727,73 (variação de -1,94% em 24h), com o dólar a R$ 5,24. Para quem deseja iniciar, o recomendado é baixar aplicativos compatíveis, verificar a elegibilidade regional e realizar aportes graduais.

Fique atento às atualizações: o Cash App planeja implementar a Lightning Network em lojas que utilizam Square, enquanto a Trust Wallet expande sua rede de pontos físicos. A recomendação prática é comparar as taxas locais, priorizar a autocustódia e evitar decisões baseadas no imediatismo.


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Personagens cartoon cruzando ponte luminosa de stablecoins com selo OCC, simbolizando aprovação bancária da Stripe para pagamentos globais

Stripe Ganha Charter Bancário para Stablecoins: Pagamentos Mudam

A gigante de pagamentos Stripe, por meio de sua empresa Bridge, recebeu aprovação condicional da OCC (escritório regulador de bancos nos EUA) para operar como um banco nacional de confiança. Isso significa que stablecoins, aquelas moedas digitais atreladas ao dólar, agora fazem parte oficial do sistema bancário americano. Para você que envia remessas ou vende online, essa é a ponte mais sólida entre o dólar real e o mundo cripto, com supervisão federal garantindo segurança e escala.


O Que É Esse Charter Bancário?

Em termos simples, um National Bank Trust Charter é como uma licença federal para a Bridge atuar como banco especializado em ativos digitais. Com isso, a empresa pode custodiar stablecoins, emiti-las e gerenciar suas reservas — tudo sob regras rigorosas do governo americano. Não é mais uma fintech isolada: vira player oficial do sistema financeiro tradicional.

A Stripe comprou a Bridge por US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,7 bilhões pelo câmbio atual de R$ 5,21) em 2025, apostando nesse futuro. A aprovação veio em 12 de fevereiro de 2026, após pedido em outubro, impulsionada pela lei GENIUS Act, que regula stablecoins desde julho de 2025.

Impacto Prático para Brasileiros

Pense no dia a dia: você envia dinheiro para a família nos EUA ou recebe pagamentos de clientes gringos via Stripe. Com stablecoins bancarizadas, as taxas caem e a velocidade sobe. Nada de conversões caras em bancos tradicionais — um dólar em stablecoin como USDC ou USDT vira pagamento instantâneo, sem intermediários demorados.

Para e-commerces brasileiros, isso legitima o uso de cripto no checkout. Imagine vender para o mundo todo com taxas abaixo de 1%, em vez dos 6%+ do cartão internacional. Remessas para o Brasil, que custam caro hoje (R$ 100+ por US$ 1.000), podem baratear. É utilidade real: stablecoins param de ser ‘coisa de especulador’ e viram ferramenta cotidiana.

Contexto e o Que Vem Por Aí

A Bridge segue Circle, Ripple e Paxos, que também pegaram aprovações condicionais. Mas o lobby dos bancos tradicionais, como a American Bankers Association, pressiona a OCC para ir devagar, temendo concorrência. Ainda assim, o mercado de stablecoins já passa de US$ 308 bilhões em circulação.

Para nós no Brasil, monitore integrações com plataformas como Mercado Pago ou PicPay. A GENIUS Act dá clareza regulatória, e com o dólar a R$ 5,21, é hora de testar stablecoins em remessas. Comece pequeno: converta reais em USDC via exchange confiável e veja o custo real.


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Fluxo de ouro líquido através de portal glassmorphic com XAUT para carteira digital, simbolizando dividendos tokenizados acessíveis sem bancos

Dividendos em Ouro Digital: Elemental Royalty Paga via Tether Gold

Chega de esperar semanas pelo banco para receber dividendos: agora o ouro digital cai direto na sua carteira. A Elemental Royalty, empresa americana de royalties em metais preciosos, anunciou que acionistas qualificados podem optar por receber seus dividendos inaugurais em XAUT, o ouro tokenizado da Tether. São US$ 0,12 por ação em pagamentos trimestrais totais, uma novidade mundial para empresas públicas listadas. Isso traz liquidez imediata e proteção contra inflação sem burocracia.


Como Funciona o Pagamento em XAUT

A Elemental Royalty, sediada no Colorado e listada na bolsa (ticker ELE), lucra com royalties de projetos de mineração de ouro e prata, sem os riscos de operar minas. Em comunicado oficial, a empresa revelou sua política de dividendos sustentável. Acionistas registrados qualificados escolhem entre dinheiro tradicional ou XAUT, onde cada token equivale a 1 onça troy de ouro físico armazenado em cofres seguros na Suíça.

O CEO David Cole destacou a inovação: “Isso diferencia a Elemental como investimento de crescimento”. Com o ouro a cerca de R$ 25.656 por onça (equivalente a mais de 14 salários mínimos), um dividendo de US$ 0,12 (R$ 0,63) vira fração de onça diretamente acessível. Nada de taxas de câmbio demoradas ou custódia física.

Vantagens Práticas para Brasileiros

Para quem vive no Brasil, com inflação corroendo o poder de compra e dólar a R$ 5,21, isso muda o jogo. Imagine receber dividendos em ouro digital: venda na hora em exchanges por reais, use em DeFi para rendimento ou segure como reserva de valor. Sem papelada de importação de ouro físico, que cobra IOF de 1,1% e IR sobre ganho.

Diego Duarte aqui, e vejo isso como ferramenta cotidiana. Equivale a proteger sua renda extra da desvalorização do real, como quem guarda em dólar mas com o prestígio do ouro. Tether, que comprou parte da Elemental, garante backing com 140 toneladas de ouro. Liquidez 24/7, sem esperar feriados bancários.

Crescimento do Mercado de Ouro Tokenizado

O setor de ouro tokenizado explodiu: market cap acima de US$ 5 bilhões, com XAUT liderando volume e suprimento. Preço atual em torno de US$ 4.900 (R$ 25.500), após alta de 66% no ouro físico no ano. Wintermute, market maker, prevê US$ 15 bilhões até fim de 2026, com trades OTC para instituições.

Tether introduziu “Scudo” (1/1000 onça) para pagamentos menores. Plataformas como Rumble já aceitam XAUT para tips. No Brasil, com alta do ouro e busca por hedges, isso abre portas para renda passiva tokenizada, misturando tradição com blockchain.

O Que Fazer Agora

Monitore a ação ELE (caiu 7,8% para US$ 19,41 no anúncio). Verifique elegibilidade como acionista registrado. Para brasileiros, avalie exchanges com XAUT, mas lembre: volatilidade existe, mesmo com backing físico. É um passo prático rumo à inclusão financeira via cripto, reduzindo intermediários e acelerando acesso a ativos reais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon com carteira apertada por mão burocrática selada com 3.5%, simbolizando impacto do IOF sobre criptomoedas no Brasil

IOF de 3,5% sobre Cripto: Impacto no Bolso do Brasileiro?

O governo federal propõe cobrar IOF de 3,5% sobre a compra de criptomoedas como Bitcoin no Brasil a partir de 2026, segundo a reportagem do Livecoins. Isso significa que, para cada R$ 10 mil investidos em BTC – que hoje vale cerca de R$ 354 mil por unidade, conforme o Cointrader Monitor –, você pagaria R$ 350 extras de imposto. A medida levanta dúvidas jurídicas sobre se cripto é mesmo ‘operação de câmbio’ e pode bagunçar o planejamento de quem usa exchanges para proteger o dinheiro da inflação.


O Que Muda com Essa Proposta de IOF?

Hoje, comprar Bitcoin ou stablecoins em exchanges brasileiras ou internacionais muitas vezes não paga IOF, dependendo da operação. Mas se aprovada, a alíquota de 3,5% incidiria diretamente na compra de criptoativos. Imagine você, que guarda R$ 2 mil por mês para a família: isso pode virar R$ 70 a mais de taxa só para entrar no mercado cripto.

A advogada Lorena Botelho, citada na matéria original, alerta que o IOF é regulado para crédito, câmbio, seguros e títulos mobiliários. O governo quer enquadrar cripto como ‘câmbio’, mas isso pode violar o princípio da legalidade tributária, criando brechas para brigas na Justiça. Para o pequeno investidor, é mais uma camada de custo em um país onde o dólar já aperta o bolso.

Cripto é Mesmo ‘Câmbio’? As Dúvidas Jurídicas

Criptomoedas como Bitcoin não são moedas estrangeiras, diferentemente do dólar ou euro. O Banco Central tem interpretado compras de cripto como operações de câmbio, mas Botelho questiona: isso cabe na lei? Se o decreto do governo esticar o conceito sem base legal clara, pode rolar processos judiciais longos, como já vimos com outros impostos.

Para quem opera no dia a dia, isso gera insegurança. Se você usa stablecoins para remessas ao exterior ou proteção contra inflação, uma decisão errada pode travar sua estratégia. O risco é real: litígios podem demorar anos, mas o imposto vem agora, encarecendo cada transação em reais concretos.

Isenção de R$ 10 Mil: Ajuda ou Armadilha?

A proposta isenta operações até R$ 10 mil, o que protege quem investe pouco. Para um salário mínimo de R$ 1.412, isso cobre várias compras mensais sem taxa extra. Mas há pegadinhas: fracionar operações para burlar pode ser visto como planejamento agressivo, atraindo fiscalização da Receita.

Exchanges vão precisar de sistemas caros para monitorar por CPF, o que pode subir spreads ou taxas ocultas. Se você bate os R$ 10 mil todo mês, calcule: em R$ 20 mil, paga IOF só nos R$ 10 mil extras, mas fique de olho no calendário mensal para não perder a isenção.

O Que Fazer Agora para Proteger Seu Bolso?

Essa proposta é um teste para o mercado cripto brasileiro. Fique atento às votações no Congresso e ajustes. Enquanto isso, planeje com margem para 3,5% extras – melhor prevenir do que remediar no IRPF do ano que vem.

  1. Revise suas compras: priorize abaixo de R$ 10 mil por mês para testar a isenção.
  2. Monitore exchanges locais vs. internacionais – algumas já cobram IOF em remessas.
  3. Guarde comprovantes: se rolar judicialização, você precisa provar.
  4. Diversifique: use P2P ou carteiras frias para reduzir exposição a taxas.

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Cúpula hexagonal DeFi rachando com luz vermelha vazando, simbolizando colapso do ZeroLend e alerta para saques urgentes em DeFi

ZeroLend Encerra: Saque Seus Fundos Antes que Seja Tarde

Urgente: o protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend encerrou operações nesta terça (17/02/2026) após o TVL cair 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões (cerca de R$ 34,5 milhões). O token ZERO despencou 45% em 24h, chegando perto de zero. Usuários brasileiros precisam sacar fundos imediatamente para evitar perdas em redes como Manta e Zircuit, que perderam liquidez.


O Que Aconteceu com a ZeroLend

O fundador Ryker anunciou o fim após três anos de operação. O TVL máximo em novembro de 2024 era US$ 359 milhões, mas redes early-stage como Manta, Zircuit e xLayer ficaram inativas. Receita bruta foi de US$ 3,1 milhões em 2025, caindo para US$ 355 mil este ano. Prejuízos operacionais, oráculos descontinuados e riscos de segurança tornaram o negócio inviável.

Os mercados foram congelados com LTV de 0%, impedindo novos empréstimos. Isso afeta quem usava a plataforma para yield farming ou empréstimos rápidos, comum no dia a dia de quem busca rentabilidade extra com cripto.

Impacto no Token ZERO e no Seu Bolso

A queda de 45% no ZERO agrava tudo: de US$ 0,12 para US$ 0,066 em horas, com perda de 99% no ano. Não há plano de recuperação para holders. Para brasileiros, isso significa perda real: imagine R$ 1.000 investidos virando R$ 50. A fragmentação de liquidez em chains menores cria armadilhas, como fundos presos sem saída fácil.

Analistas como Diego Martin, da Yellow Capital, alertam para liquidez fragmentada entre exchanges e blockchains, gerando instabilidade. No Brasil, com dólar a R$ 5,22, cada US$ perdido dói no orçamento familiar.

Como Sacar Seus Fundos Agora: Passo a Passo

Não espere: acesse o app ZeroLend ou contratos diretamente. Primeiro, conecte sua wallet (MetaMask, etc.) nas redes principais como Ethereum, Linea ou ZKsync – saques devem ser rápidos aí. Para Manta e Zircuit, aguarde o timelock upgrade prometido para redistribuição, mas teste gas fees antes.

  1. Entre no dashboard ZeroLend e retire depósitos/supply.
  2. Pague dívidas se houver, para liberar colateral.
  3. Bridge fundos para chains líquidas como Ethereum.
  4. Vítimas do hack na Base (fevereiro 2025) ganham reembolso parcial via airdrop Linea.

Use explorers como DefiLlama para checar saldos residuais. Taxas de gas no Brasil podem comer 10-20% em picos – faça agora, de manhã cedo.

Lições Práticas para DeFi Diário

Isso reforça: prefira protocolos blue chips como Aave ou Compound, com TVL bilionário e auditorias. Evite chains long-tail sem volume. Monitore DefiLlama semanalmente e diversifique: não mais que 10% do portfólio em experimentos. Para brasileiros, foque em stablecoins como USDT-BRL na Binance para yield seguro, sem surpresas.

Vale assistir o mercado: migração para infra consolidada, como Grayscale ETF Aave. Sua sobrevivência no DeFi depende de liquidez e equipe ativa.


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Personagens cartoon em balcão de fast-food celebrando moedas Bitcoin explodindo da caixa via Lightning, ilustrando alta nas vendas da Steak 'n Shake

Vendas da Steak ‘n Shake Explodem com Bitcoin

A rede de fast-food americana Steak ‘n Shake anunciou que suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática após adotar pagamentos em Bitcoin via Lightning Network em maio de 2025. Nove meses depois, o movimento gerou uma Reserva Estratégica de US$ 15 milhões em BTC, provando que a cripto vai além de reserva de valor e vira meio de troca eficiente no dia a dia. Para nós brasileiros, isso mostra como aceitar BTC pode atrair clientes e gerar caixa extra.


De Hambúrguer a Bitcoin: Como Começou

A história começou em 16 de maio de 2025, quando a Steak ‘n Shake iniciou um rollout faseado de pagamentos em Bitcoin em lojas selecionadas. Toda receita de BTC vai direto para a tesouraria corporativa, criando uma reserva que cresce com as vendas. O post recente no X destacou: "combinação de negócio descentralizado gerador de caixa com o poder transformador do Bitcoin". Isso atraiu uma nova leva de clientes, os chamados bitcoiners, que preferem pagar com cripto onde possível.

No Brasil, imagine um lanche aqui em São Paulo ou Rio aceitando BTC via Lightning: transações rápidas, sem taxas altas de cartão e com apelo para quem já tem satoshis na carteira. Plataformas locais como Mercado Bitcoin ou Binance facilitam isso, com custos baixos para o comerciante.

Resultados Concretos nas Vendas e Reserva

Os números impressionam. No segundo trimestre de 2025, as vendas same-store cresceram 11%, e no terceiro, 15%, superando rivais como McDonald’s e Taco Bell, conforme reportagens. Em janeiro de 2026, a reserva já batia US$ 10 milhões, e logo depois chegou a US$ 15 milhões com mais alocações.

Hoje, a empresa segura cerca de 161,6 BTC, avaliados em torno de US$ 11 milhões (preço atual por BTC ~US$ 67.670). No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, isso equivaleria a R$ 57 milhões (BTC a R$ 354.815). Apesar de uma perda não realizada (custo médio ~US$ 92.000/BTC), o caixa gerado pelas vendas compensa, mostrando estratégia prática.

Ainda lançaram bônus em BTC para funcionários horistas: US$ 0,21 por hora trabalhada, com vesting de 2 anos, atraindo jovens familiarizados com cripto.

Lições Práticas para Negócios Brasileiros

Esse caso é um exemplo real de utilidade cotidiana do Bitcoin. Não é especulação: é pagamento que aumenta vendas e cria reserva de valor. Para um dono de lanchonete no Brasil, aceitar BTC significa captar clientes tech-savvy, turistas ou quem evita boletos caros. Com Lightning, as transações são instantâneas e baratas – ideal para um Big Mac ou milkshake.

Pense no impacto: US$ 15 milhões é cerca de R$ 78 milhões (dólar a R$ 5,22). Aqui, com inflação e dólar volátil, uma reserva em BTC protege contra desvalorização do real. Comerciantes podem começar pequeno, integrando via apps como a Binance Pay, sem grandes investimentos iniciais.

O Que Você Pode Fazer Agora

Se você é empreendedor, teste pagamentos em BTC na sua loja – ferramentas como Lightning Network tornam simples. Para consumidores, procure estabelecimentos que aceitam e use seus satoshis no dia a dia. Esse sucesso da Steak ‘n Shake prova: Bitcoin funciona na prática, impulsionando vendas e criando riqueza sustentável. Vale monitorar se mais redes seguem o exemplo.


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