Em meio à queda recente do Bitcoin, cotado a R$ 359 mil com variação de -2,4% em 24 horas segundo o Cointrader Monitor, o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, revela que o varejo está exibindo mãos de diamante. Pequenos investidores na plataforma aumentaram posições em BTC e ETH comprando na baixa, mantendo ou superando níveis de dezembro de 2025. Paralelamente, a stablecoin USD1 atinge US$ 5 bilhões em capitalização de mercado, sinalizando confiança inabalável no ecossistema.
Resiliência do Varejo na Coinbase
O mercado cripto atravessa volatilidade, com Ethereum caindo 4,4% para R$ 10.309. No entanto, dados internos da Coinbase mostram o oposto entre o varejo. Segundo Armstrong, os pequenos investidores não só resistem à pressão vendedora, mas atuam ativamente no buy the dip, elevando suas carteiras de Bitcoin e Ethereum. Essa postura de mãos de diamante — termo que simboliza holding firme — reflete uma convicção de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo.
Essa dinâmica reforça a tese de que o varejo brasileiro e global está construindo posições em bases sólidas. Historicamente, tais comportamentos precedem recuperações, como visto em ciclos pós-halving. Os fundamentos se fortalecem quando o varejo alinha com a adoção crescente.
A Explosão da USD1 e Yields Atrativos
A stablecoin USD1, ligada à World Liberty Financial, alcançou US$ 5 bilhões em capitalização de mercado em sua fase inicial, posicionando-se entre as maiores do setor. A plataforma registra US$ 300 milhões em TVL, oferecendo yields de até 13% em USDC e 7% em USD1. Esse sucesso ocorre apesar da turbulência geral, atraindo capital em busca de retornos estáveis no ecossistema cripto.
Analistas destacam que USD1 não é mero especulativo: planos ambiciosos miram o mercado FX de US$ 9 trilhões diários, com potencial para infraestrutura de settlement. Debit cards e integração de RWAs prometem conectar finanças tradicionais ao blockchain, ampliando a utilidade além de yields.
Summit em Mar-a-Lago Une Wall Street e Cripto
O interesse institucional ganha forma com o summit de 18 de fevereiro em Mar-a-Lago, Florida. CEOs como Brian Armstrong (Coinbase), David Solomon (Goldman Sachs), Jenny Johnson (Franklin Templeton) e Michael Selig (Cantor Fitzgerald) confirmam presença. Esse encontro não é casual: reflete curiosidade por infraestrutura digital, contrastando com vendas pontuais de Wall Street.
Enquanto grandes players ajustam posições, o varejo compra o que eles vendem. Essa dicotomia reforça a narrativa de alta: adoção institucional acelera, e o varejo posiciona-se para o próximo ciclo de valorização.
O Que Isso Significa para o Mercado
A união de mãos de diamante do varejo com o momentum da USD1 e o diálogo Wall Street-cripto confirma que o ecossistema está se fortalecendo. Volatilidade atual é ruído; o foco está em métricas de adoção como TVL, yields e fluxos institucionais. Investidores atentos veem aqui um sinal clássico de acúmulo em bases baixas, preparando o terreno para expansão futura.
Vale monitorar fluxos de ETFs e tesourarias corporativas, que historicamente amplificam movimentos do varejo. O mercado constrói resiliência para o longo prazo.
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