Detetive cartoon expondo influenciador com cheque falso de 1M vazio, ilustrando fraude de aposta no Polymarket exposta por ZachXBT

ZachXBT Pega Logan Paul no Flagra: Aposta Fake de US$1M

Interessante como Logan Paul, o rei dos conteúdos virais, resolveu “apostar” US$ 1 milhão no Polymarket durante o Super Bowl, torcendo pelo sétimo título dos New England Patriots. O vídeo bombou, com a própria plataforma compartilhando. Mas o detetive cripto ZachXBT, com seu faro afiado, flagrou o detalhe: a conta do influencer estava zerada. Aposta? Que nada, só encenação para visualizações. Graças a isso, Paul escapou de uma derrota feia, já que Seattle venceu por 29 a 13. Clássico caso de euforia vazia no blockchain.


O "Bet" que Nunca Foi

Paul foi filmado no estádio, navegando pelo app do Polymarket e simulando uma aposta gigante nos Patriots. A plataforma até entrou na brincadeira, postando o clipe com legenda "Logan Paul checando Polymarket no Big Game 👀". Parecia autêntico, do tipo que faz o público comum sonhar com ganhos fáceis em prediction markets. Mas, como sempre, os olhos atentos da comunidade cripto não deixaram passar batido.

Vários usuários notaram primeiro, mas foi ZachXBT quem cavou fundo. Ele acessou o perfil de Paul e mostrou: saldo zero. Clicou no "bet", mas sem fundos, era só teatro. Para completar, checou os top holders daquele mercado específico — nenhum trace de US$ 1 milhão. "Yet another Logan Paul scam", tuitou o investigador, referenciando o histórico do cara.

Histórico de Polêmicas e Promoção Inorgânica

Não é a primeira vez que Paul tropeça no cripto. Lembra do CryptoZoo? Um NFT game que prometia lucros e deixou vítimas com prejuízos de dezenas de milhares de dólares, gerando processos judiciais — alguns ainda rolando. Os irmãos Paul também rondaram o discurso do Super Bowl, com o outro irmão envolvido em propagandas da Coinbase que azedaram.

ZachXBT foi além: especulou uma relação não divulgada entre Paul e Polymarket. Dias antes, Paul fez um livestream promovendo a plataforma de forma "inorgânica", segundo o sleuth. Tipo, "olha que legal isso aqui, galera", sem transparência. Curioso como influenciadores sempre parecem "descobrir" projetos no momento certo, né?

Prediction Markets no Fogo Cruzado

Enquanto Paul encena, o Polymarket enfrenta batalhas reais. A plataforma processou o estado de Massachusetts para evitar shutdown de seus mercados de sports betting, argumentando que só a CFTC federal pode regular. Rival Kalshi também polêmica: ads prometendo "dinheiro fácil" para jovens endividados, apostando em hinos nacionais ou aluguéis. Críticos como DeFi_Dad chamam de "rat poison squared", alertando para o risco de arruinar a classe média com gambling disfarçado de investimento.

CEO de cassino cripto Nigel Eccles apontou o dedo: ads incentivam gambling problemático e underage. No fim, o episódio de Paul é um lembrete perfeito: no cripto, nem tudo que brilha no Super Bowl é ouro. Influencers vendem sonhos; sleuths como ZachXBT vendem realidade.

Lição para o Leitor Brasileiro

Para nós, que acompanhamos de longe, a moral é clara: não caia na euforia de redes sociais. Verifique saldos, cheque top holders, siga investigadores independentes. Paul pode ter milhões de followers, mas zero na conta para backing real. Melhor rir do absurdo do que perder dinheiro nele. E se quiser entrar em prediction markets, vá com calma — ou melhor, fique no hold do BTC.


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Suspeito cartoon fugindo com saco de cripto roubada de reserva, agentes da Casa Branca perseguindo, ilustrando escândalo de roubo de US$40M na reserva de Trump

Escândalo na Reserva de Trump: Casa Branca Investiga Roubo de US$ 40 Milhões

A Casa Branca e o U.S. Marshals Service (USMS) confirmaram investigações sobre o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O suspeito, John “Lick” Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, teria desviado fundos de carteiras estatais, incluindo do hack Bitfinex de 2016. Revelado pelo investigador ZachXBT após ostentação em Telegram, o caso levanta o alerta: nem a reserva estratégica de Trump está segura?


Detalhes da Fraude e Descoberta

O escândalo veio à tona em uma briga no Telegram, onde John Daghita exibiu uma carteira com US$ 23 milhões em cripto, ligada a endereços do governo. ZachXBT rastreou fluxos on-chain, conectando-os às transações de US$ 90 milhões em roubos suspeitos desde 2024, incluindo fundos do hack Bitfinex. A CMDSS, contratada em outubro de 2024 pelo USMS para gerenciar ativos não suportados por exchanges, é o elo. Seu site e perfis foram desativados após a exposição. Não se sabe como John acessou as chaves, mas o pai, Dean Daghita, preside a empresa. Análise aponta 12.540 ETH (US$ 36 milhões) em uma carteira dele, além de ETH devolvido ao governo.

Confirmações Oficiais e Reação do USMS

Patrick Witt, chefe de estratégia digital do Conselho de Assessores de Trump, afirmou em uma postagem no X que “estão em cima disso” e prometeu atualizações. O USMS, via Brady McCarron, confirmou à CoinDesk a investigação em andamento, mas silenciou detalhes. Após revelações de ZachXBT, que reportou às autoridades, a agência enfatizou sigilo. Isso ocorre semanas após polêmicas sobre vendas indevidas de BTC do caso Samourai Wallet, negadas pelo governo. O foco agora é insider threat em custódia estatal, expondo falhas em contratos federais.

Implicações Geopolíticas para a Reserva Estratégica

O roubo atinge o coração da política cripto de Trump: a Reserva Estratégica de Bitcoin, com ordens executivas retendo BTC apreendido como ativo nacional. O governo detém cerca de 198.000 a 300.000 BTC (US$ 29 bilhões), maior tesouro global. Esse vazamento questiona protocolos de segurança em meio a tensões globais, onde BTC é visto como reserva de valor soberana. Países como China (194.000 BTC) observam. Falhas institucionais podem erodir confiança na custódia estatal, impulsionando debates sobre custódia privada ou descentralizada. No Brasil, ecoa alertas para exchanges locais sobre insider risks.

Próximos Passos e Monitoramento

Investigadores buscam recuperação de fundos, com US$ 700.000 perdidos via exchanges instantâneas. Mercados cripto vigiam impactos na percepção de risco soberano. Trump, pró-cripto, pode usar o caso para reforçar auditorias. Para investidores, vale rastrear atualizações do USMS e Witt. O episódio reforça: mesmo reservas estatais enfrentam vulnerabilidades humanas. Autoridades prometem transparência, mas silêncio atual alimenta especulações.


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Cofre governamental cartoon escancarado com suspeito fugindo carregando cripto roubada e investigador apontando lupa, expondo falha na custódia estatal

Furo na Custódia dos EUA: Como US$ 90 Mi em Cripto Sumiram

Como milhões sob guarda do governo dos EUA simplesmente desapareceram? O investigador blockchain ZachXBT ligou o suspeito conhecido como “Lick” a mais de US$ 90 milhões em criptoativos apreendidos, incluindo US$ 40 milhões diretamente roubados de carteiras gerenciadas para o US Marshals Service. Filmagens vazadas mostram o suspeito ostentando os fundos em vídeo, expondo uma falha catastrófica na custódia estatal. A investigação está em andamento, levantando alertas sobre a segurança mesmo em instituições federais.


A Conexão Revelada por ZachXBT

O renomado investigador ZachXBT traçou uma trilha on-chain que liga o apelido “Lick” a carteiras com mais de US$ 90 milhões em fundos suspeitos de roubo. Entre eles, valores recebidos de endereços governamentais dos EUA, incluindo uma transação de US$ 24,9 milhões ligada a apreensões de 2024, possivelmente do hack da Bitfinex. O suspeito, identificado como John “Lick” Daghita, foi flagrado em gravações de grupo no Telegram exibindo saldos milionários durante uma disputa conhecida como “band for band”.

ZachXBT reportou o caso às autoridades, destacando influxos de mais de US$ 63 milhões em Q4 2025 de vítimas e endereços de seizure. Uma wallet com 12.540 ETH (cerca de US$ 36,3 milhões) foi apontada como controlada pelo suspeito, que inclusive enviou uma pequena quantia ao investigador como provocação.

Ostentação que Virou Prova

Em vídeo vazado capturado por ZachXBT, “Lick” compartilha tela de uma wallet Exodus mostrando US$ 2,3 milhões inicialmente, seguido de movimentação de mais US$ 6,7 milhões em ETH. O investigador confirmou que o suspeito controla ambas as carteiras, ligando-as diretamente a pelo menos US$ 23 milhões oriundos de US$ 90 milhões em cripto apreendida pelo governo em 2024 e 2025.

Essa ostentação imprudente facilitou o rastreamento on-chain, provando mais uma vez que a transparência da blockchain pode ser uma armadilha para criminosos. Autoridades confirmam que a investigação prossegue, mas detalhes sobre o acesso permanecem sob sigilo.

Falha Institucional na CMDSS e USMS

A conexão familiar agrava o escândalo: John Daghita é filho de Dean Daghita, presidente da CMDSS, empresa com contrato ativo de TI com o Departamento de Defesa e Justiça dos EUA. A CMDSS foi contratada pelo US Marshals Service para gerenciar e liquidar criptoativos apreendidos em investigações criminais. Relatórios anteriores já indicavam que o USMS não sabe exatamente quanta cripto controla, expondo lacunas graves de oversight.

Não está claro como John obteve acesso às carteiras — se via o pai ou brechas internas —, mas o caso questiona a robustez de custódias terceirizadas pelo governo. Em fevereiro de 2025, fontes revelaram desconhecimento total dos ativos sob gestão, reforçando preocupações com falhas sistêmicas.

Lições para Investidores e Custódia

Este incidente alerta que nem custódia estatal é infalível. Investidores devem priorizar auto-custódia com hardware wallets, multifator e verificação rigorosa de provedores. Para governos, urge auditorias transparentes e protocolos à prova de insiders. Monitore atualizações da investigação, pois pode impactar confiança em reservas nacionais de cripto. Vale questionar: se o governo falha, quem garante sua segurança?


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Personagem cartoon jovem furtando cofre USMS com lingotes de cripto enquanto guardas distraídos, destacando riscos em custodia estatal

USMS Investiga Roubo de US$ 40 Milhões em Cripto por Filho de Contratista

Os U.S. Marshals iniciaram investigação sobre o roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O investigador on-chain ZachXBT identificou o suspeito como John “Lick” Daghita, filho do CEO da CMDSS, empresa contratada para gerenciar esses ativos. Um vídeo de disputa no Telegram expôs carteiras com fundos ligados a endereços governamentais, revelando uma falha institucional grave em custódia de cripto estatal. Os dados sugerem vulnerabilidades que podem expor bilhões em reservas.


Detalhes da Descoberta por ZachXBT

O investigador ZachXBT rastreou transações on-chain após um vídeo gravado em grupo Telegram chamado “band for band”, onde participantes exibem saldos para provar superioridade. John Daghita compartilhou tela de uma carteira Exodus com US$ 2,3 milhões em Tron e transferiu US$ 6,7 milhões em ETH para outro endereço, consolidando US$ 23 milhões. Esses fundos foram ligados a mais de US$ 90 milhões em entradas de carteiras governamentais de 2024 e 2025, conforme análise detalhada.

Uma transferência chave ocorreu em março de 2024: US$ 24,9 milhões saíram de endereço ligado ao hack da Bitfinex de 2016, recuperados pelo governo. Outros fluxos incluem US$ 63 milhões de vítimas e apreensões no Q4 2025, além de 4.170 ETH (US$ 12,4 milhões) da MEXC.

Contrato da CMDSS e Acesso Privilegiado

A CMDSS, sediada na Virgínia, venceu licitação em outubro de 2024 para gerenciar cripto “Classe 2-4” — ativos ilíquidos não suportados por grandes exchanges. Dean Daghita, pai do suspeito e CEO da firma, fornece serviços de TI ao Departamento de Justiça e Defesa. O contrato já foi contestado por concorrentes como Wave Digital Assets por supostos conflitos de interesse, mas mantido pelo GAO.

ZachXBT questiona como John obteve acesso: via pai ou credenciais internas? Após denúncia, perfis da CMDSS em redes foram desativados. Os U.S. Marshals confirmaram investigação em curso, sem comentários adicionais. Brady McCarron, chefe de assuntos públicos, citou sigilo.

Falhas na Custódia Governamental

O caso expõe fragilidades na gestão de cripto apreendida pelos EUA, estimada em 198.000 a 300.000 BTC (bilhões de dólares). Relatórios anteriores revelam que USMS usa rastreamento manual e ignora volume exato de holdings. Em fevereiro 2025, fontes indicaram desconhecimento preciso de reservas, logo após anúncio de reserva nacional de cripto.

Em outubro 2024, US$ 20 milhões foram removidos temporariamente de carteiras USMS, com US$ 700.000 perdidos via exchanges instantâneas. Isso reforça críticas à terceirização para firmas como CMDSS, elevando riscos de “fogo amigo” em custódia estatal.

Reações e Implicações

David Bailey, CEO da Nakamoto, alertou: “Tesouro deve proteger chaves privadas antes de mais perdas”. Pierre Rochard chamou de “crise de segurança nacional”. O incidente questiona oversight federal, especialmente com proposta de Reserva Estratégica de Bitcoin. Investidores monitoram se mais fundos em carteiras como 12.540 ETH (US$ 36,3 milhões) serão recuperados.

Os dados on-chain sugerem continuidade de riscos, demandando auditorias rigorosas em custódia governamental de cripto.


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Investigador cartoon expondo hacker sombrio com lupa, revelando conexões navais e pilha de 40M, simbolizando roubo de cripto exposto

Hacker de US$ 40 milhões Exposto por ZachXBT: Filho de Contratista da Marinha EUA

O investigador on-chain ZachXBT expôs John Daghita, também conhecido como Lick, como o hacker responsável por roubar mais de US$ 40 milhões em ativos cripto confiscados pelo governo dos EUA. Filho de um contratante da Marinha americana, Daghita usou acesso privilegiado via empresa familiar CMDSS para desviar fundos, incluindo US$ 24,9 milhões recuperados do hack da Bitfinex. Sua queda veio da vaidade: um ‘concurso de ostentação’ em chat privado selou seu destino na blockchain imutável. Este caso reforça que, no mundo cripto, exibir roubos é o atalho mais curto para a captura.


O Esquema de Roubo aos Ativos Governamentais

John Daghita explorou uma brecha interna crítica. Seu pai é dono da CMDSS, empresa com contrato ativo em Virgínia para gerenciar ativos cripto confiscados pela US Marshals Service. A companhia auxilia na custódia e disposição de criptomoedas obtidas em operações de enforcement. Provavelmente com credenciais paternas, John acessou carteiras governamentais em 2024, iniciando uma série de desvios.

A maior operação ocorreu em março de 2024: US$ 24,9 milhões retirados de fundos sequestrados do histórico hack da Bitfinex. No total, os endereços ligados a ele somam mais de US$ 90 milhões em cripto roubada, incluindo vítimas não governamentais. Este roubo expõe falhas graves em protocolos de custódia de terceiros, onde confiança humana supera salvaguardas técnicas.

A Ostentação Fatal em Grupo de Hackers

A identidade de Daghita veio à tona por pura imprudência. Recentemente, em um chat com o hacker Dritan Kapplani Jr., ele iniciou um duelo de luxo. Compartilhou sua wallet Exodus, transferiu fundos ao vivo e gravou vídeos provando sua fortuna ilícita. Esses clipes circularam, e os endereços exibidos casaram perfeitamente com os usados nos roubos governamentais.

ZachXBT, mestre em rastreamento blockchain, conectou os pontos: padrões de transação idênticos aos desvios de 2024. A vaidade, comum entre criminosos novatos, ignora o princípio básico de opsec (segurança operacional). Na blockchain pública, cada movimento é eterno, aguardando apenas a análise forense.

Reação Imediata e Conexão com Casos Anteriores

Após a denúncia de ZachXBT em 26 de janeiro de 2026, a CMDSS suspendeu suas contas no X (antigo Twitter), site e LinkedIn. Isso confirma a veracidade das ligações familiares e pressiona autoridades federais a agir. Este é o fato novo em relação à cobertura anterior do blog sobre ‘John’/’Lick’ em 24/01: a revelação da identidade e raízes governamentais.

O caso ecoa outros escândalos, como o de Jimmy Zhong, pego por falhas semelhantes. Destaca vulnerabilidades em custódia centralizada, mesmo por entidades governamentais, e o poder de investigadores independentes como ZachXBT em expor crimes on-chain.

Lições para Segurança e Investidores Cripto

Este incidente sublinha riscos sistêmicos: custodiantes terceirizados introduzem vetores humanos falíveis, como acesso familiar indevido. Para governos e exchanges, urge multi-sig, auditorias rigorosas e zero-trust. Para usuários, reforça: evite ostentação on-chain e priorize privacidade.

Enquanto autoridades investigam, o episódio alerta o ecossistema: a blockchain pune a arrogância. Monitore desenvolvimentos, pois punições podem impactar confiança em custódia regulada.


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Teia blockchain cyan expondo esconderijo hacker com pilha dourada marcada 23M, simbolizando rastreamento e transparência contra roubo cripto

Hacker Ostenta US$ 23 Milhões e É Rastreado por ZachXBT

Um hacker conhecido como ‘John’ ou ‘Lick’ cometeu o erro fatal de ostentar US$ 23 milhões em criptomoedas roubadas durante uma disputa online chamada ‘band-for-band’. O investigador blockchain ZachXBT analisou a gravação da troca de telas e rastreou os fundos até um pool ilícito de US$ 90 milhões, ligado a apreensões do governo dos EUA, incluindo o famoso hack da Bitfinex. A vaidade digital selou seu destino.


A Disputa ‘Band-for-Band’ que Expôs Tudo

A briga virtual eclodiu entre ‘John’ e outro criminoso cibernético, Dritan Kapplani Jr. O desafio ‘band-for-band’ (b4b) consistia em provar superioridade exibindo controle sobre grandes somas em cripto. John compartilhou telas ao vivo: primeiro, uma carteira Tron com US$ 2,3 milhões, depois transferências de US$ 6,7 milhões em ETH, culminando em US$ 23 milhões consolidados na carteira 0xd8bc.

Tudo foi gravado, fornecendo evidência irrefutável de controle sobre múltiplos endereços, como 0x8924, que John confirmou possuir. Essa demonstração pública, pensada para humilhar o rival, tornou-se o ponto de partida para a investigação. A arrogância de exibir roubos em tempo real ignora a rastreabilidade inerente à blockchain.

ZachXBT Entra em Ação: Rastreamento Implacável

O renomado investigador ZachXBT, conhecido por desmantelar esquemas criminosos, mergulhou no histórico da carteira 0xd8bc. Uma transação de novembro de 2025 chamou atenção: 1.066 WETH vindos da carteira 0xc7a2, previamente ligada a fundos apreendidos pelo governo americano. Seu tweet de 23 de janeiro de 2026 expôs o caso, conectando John a um ecossistema de endereços contaminados.

A análise revelou fluxos de US$ 63 milhões em 2025 oriundos de carteiras sob controle governamental. Essa precisão demonstra como ferramentas de análise on-chain transformam provas circunstanciais em evidências concretas, disponíveis para autoridades. ZachXBT não só identificou o hacker, mas mapeou sua rede de atividades ilícitas.

Ligações com o Hack da Bitfinex e Apreensões Governamentais

Os fundos traçados remontam a eventos de alto perfil. Uma carteira associada a John recebeu US$ 24,9 milhões do sequestro relacionado ao hack da Bitfinex em março de 2024. O endereço governamental ainda retém cerca de US$ 18,5 milhões. Esse pool de US$ 90 milhões inclui roubos de múltiplas vítimas entre novembro e dezembro de 2025.

Casos semelhantes, como um grupo que ostentou US$ 243 milhões em fraudes em 2024 e foi preso, reforçam o padrão: exibir bens ilícitos acelera a queda. A blockchain, com sua transparência imutável, anula tentativas de lavagem, expondo fluxos mesmo após mixers ou bridges.

Lições para Criminosos e para o Mercado

Esse episódio ilustra perfeitamente o provérbio ‘a arrogância precede a queda’. Criminosos cibernéticos subestimam a vigilância on-chain, onde cada transação é um rastro permanente. Para investidores legítimos, reforça a importância de due diligence: verifique históricos de carteiras antes de interagir.

Autoridades ganham munição valiosa para ações futuras, potencialmente recuperando ativos. O caso destaca como investigadores independentes como ZachXBT complementam o trabalho policial, promovendo um ecossistema cripto mais seguro apesar das ameaças persistentes.


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Carteira hardware cartoon subindo degraus da Wall Street com ajuda de banqueiro, escudo rachado simbolizando críticas de segurança no IPO da Ledger

Ledger Planeja IPO de US$ 4 Bi: Chega à Wall Street?

A Ledger, líder em carteiras hardware, está em negociações avançadas com Goldman Sachs, Jefferies e Barclays para um IPO nos Estados Unidos, com valuation superior a US$ 4 bilhões. O movimento ocorre em meio à crescente demanda por soluções de autocustódia, impulsionada por mais de US$ 3,4 bilhões roubados em hacks cripto em 2025. Apesar do otimismo institucional, críticas de ZachXBT questionam a segurança da empresa.


Detalhes do IPO e Desempenho Recorde

A francesa Ledger, fundada em 2014, registrou receita na casa dos centenas de milhões em 2025, seu melhor ano até agora. O CEO Pascal Gauthier já havia sinalizado planos de listagem em Nova York em novembro, destacando que o capital para cripto não está na Europa. A demanda por dispositivos como o Ledger Nano X explode com o aumento de fraudes online, posicionando a empresa como reserva confiável para chaves privadas offline.

BitGo, concorrente em custódia, estreou na NYSE ontem com alta de 24%, abrindo em US$ 22,40. Esse sucesso reforça o apetite de Wall Street por players de segurança cripto, sugerindo que a Ledger pode capturar valor significativo no IPO previsto para este ano.

Críticas de ZachXBT e Histórico de Segurança

O investigador on-chain ZachXBT ironizou o IPO, acusando a Ledger de priorizar lucros sobre segurança. Ele cita o vazamento de 2020, quando um erro em API expôs 1 milhão de emails e 272 mil dados completos (nomes, endereços, telefones), levando a roubos direcionados e perdas milionárias. Problemas recentes incluem falhas na bateria do Nano X e taxas para clear signing.

Embora a Ledger não compense vítimas e defenda suas medidas, esses incidentes erodem confiança. ZachXBT vê o IPO como mera extração máxima de lucros, mas a empresa argumenta que hacks crescem globalmente, validando sua relevância.

Por Que Investidores Podem Apostar na Ledger?

Apesar das críticas, o tom otimista prevalece: autocustódia é essencial em um mercado maduro. Com Bitcoin a R$ 470.755 (Cointrader Monitor, variação -1,8% em 24h) e dólar a R$ 5,29, o valuation de US$ 4 bi (cerca de R$ 21 bi) parece atrativo para uma líder com crescimento explosivo.

Goldman Sachs e Barclays validam a tese institucional. Riscos existem, mas melhorias contínuas e demanda por hardware offline podem impulsionar ações pós-IPO, como visto com BitGo. Vale monitorar atualizações regulatórias nos EUA.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para brasileiros, o IPO reforça a adoção global de carteiras hardware em exchanges locais como Binance. Com hacks em alta, migrar para Ledger pode proteger portfólios. No entanto, pesquise histórico e evite decisões precipitadas.


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Cofre digital brutalista vazio com partículas douradas sugadas para portal neon vermelho e '95%' rachado, simbolizando rug pull e desvio de fundos em ICO

Trove Markets: Token desaba 95% em Rug Pull e fundos desviados

O recente lançamento do token da Trove Markets resultou em um colapso de 95% no seu valor, gerando revolta entre investidores e levantando fortes suspeitas de um rug pull. Essa queda abrupta, que transformou milhões em migalhas em questão de horas, foi impulsionada por alegações do analista on-chain ZachXBT, que aponta o desvio de fundos da ICO para cassinos, questionando a integridade da equipe por trás do projeto.


Milhões Arrecadados, Milhões Desviados: O Início do Fim

Trove Markets havia levantado aproximadamente US$ 11,5 milhões em sua venda pública de tokens. Contudo, pouco tempo após o início das negociações, o token despencou de um valor inicial que sugeria uma capitalização de mercado próxima de US$ 20 milhões para menos de US$ 2 milhões. A equipe da Trove afirmou que reteria cerca de US$ 9,4 milhões para financiar o desenvolvimento futuro do projeto e uma migração de blockchain, enquanto US$ 2,44 milhões foram destinados a reembolsos parciais para alguns investidores.

Esses números, no entanto, deixaram muitos investidores insatisfeitos e questionando o destino da maior parte dos fundos. A discrepância entre o valor arrecadado e o montante reembolsado, somada à queda meteórica do token, acendeu o alerta para a comunidade cripto, que imediatamente começou a investigar a movimentação desses valores.

As Alegações de ZachXBT e a Teia de Suspeitas

As preocupações foram amplificadas pelas análises de ZachXBT, conhecido investigador on-chain. Ele destacou transferências incomuns de uma porção significativa do suprimento de tokens para um aglomerado de carteiras recém-criadas. Além disso, algumas dessas transferências teriam sido roteadas através de serviços como ChangeHero, levantando sérias questões sobre a transparência das alocações de tokens e se os fundos estavam sendo utilizados para o propósito declarado.

Embora a Trove tenha anunciado uma mudança estratégica para a blockchain Solana, alegando que um parceiro importante havia se retirado, a comunidade vê essa justificativa com ceticismo. A equipe prometeu continuar construindo e ser mais transparente, mas as ações prévias geraram um clima de desconfiança generalizada, com investidores exigindo auditorias públicas e reembolsos integrais.

Ameaças Legais e o Futuro Incerto da Trove Markets

A revolta dos investidores não ficou restrita às redes sociais. Alguns ameaçaram com ações legais e intensificaram as demandas por auditorias externas. Este incidente serve como um alerta severo sobre os riscos associados aos eventos de geração de tokens (Token Generation Events – TGEs). Casos como o da Trove Markets podem acelerar o escrutínio regulatório sobre projetos que alteram termos após a captação de recursos e que mostram pouca transparência na gestão dos fundos.

O futuro da Trove Markets agora depende da sua capacidade de restaurar a confiança, entregar uma plataforma funcional e, acima de tudo, demonstrar uma transparência inequívoca na gestão dos ativos e na prestação de contas aos seus investidores. Caso contrário, o episódio poderá marcar o fim prematuro do projeto e a consolidação de um dos mais recentes casos de rug pull no mercado.


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Torre brutalista digital rachando com '97%' em glow vermelho, silhueta expondo vazio, simbolizando colapso do token TROVE em rug pull

Trove Desaba 97%: ZachXBT Expõe Rug Pull e Abandono

O token TROVE do projeto Trove Markets desabou 97% logo após seu Token Generation Event (TGE) em 19 de janeiro, evaporando milhões em valor de mercado e deixando investidores furiosos. A denúncia do investigador ZachXBT revelou transferências suspeitas de fundos da ICO para cassinos, enquanto a equipe abandonava a Hyperliquid em favor da Solana, traindo a confiança depositada no DEX de perpetuais para ativos culturais.


Controvérsias no ICO e Lançamento

O Trove Markets prometia um DEX inovador na Hyperliquid, usando o protocolo HIP-3 para negociações de perpetuais em ativos ilíquidos como cartas Pokémon e relógios de luxo. O ICO, realizado entre 8 e 11 de janeiro, captou mais de US$ 11 milhões, mas já apresentava sinais de alerta. Cinco minutos antes do fim, a equipe alterou o contrato inteligente para estender o prazo, gerando apostas massivas no Polymarket. Minutos depois, reverteu a decisão, causando perdas de cerca de US$ 73 mil para um trader e acusações de manipulação por insiders.

Essas manobras levantaram suspeitas imediatas na comunidade, com relatos de que membros da equipe lucraram com as oscilações no Polymarket. Apesar do ICO superlotado, a confiança começou a erosionar, preparando o terreno para o colapso posterior.

Denúncia de ZachXBT e Rastros de Rug Pull

O investigador on-chain ZachXBT expôs movimentações duvidosas: US$ 45 mil da rodada angel foram bridgeados e depositados diretamente em um endereço de cassino apenas dias após o ICO. A análise de carteiras ligadas à equipe mostrou vendas agressivas do stake de 500 mil HYPE necessário para o lançamento na Hyperliquid, contribuindo para a queda do HYPE de US$ 26 para níveis spot.

O que é um rug pull? Trata-se de uma fraude onde desenvolvedores abandonam um projeto após captar fundos, vendendo tokens e retirando liquidez, deixando investidores com ativos sem valor. No caso do Trove, os fundos da ICO foram direcionados a cassinos e influenciadores, sem plano claro de reembolso, configurando um puxão de tapete clássico.

Pivot para Solana e Perda Total de Confiança

Em 18 de janeiro, o builder “Unwise” anunciou o pivot para Solana, culpando a retirada do parceiro de liquidez do stake HYPE. Investidores, que apostaram em um projeto nativo da Hyperliquid, viram o TGE ocorrer na nova chain, mas o token despencou de US$ 20 milhões para menos de US$ 500 mil em horas, conforme dados do GeckoTerminal.

Investigações adicionais revelaram uma entidade controlando 12% do supply e 80 carteiras novas funded via ChangeHero com padrões idênticos, sugerindo possível sybil attack ou distribuição manipuladora. Sem laços comprovados à equipe até o momento, mas o dano à reputação é irreversível.

Como Identificar e Evitar Projetos Duvidosos

Para não cair em armadilhas como a do Trove, monitore: mudanças abruptas em roadmaps, wallets de equipe opacas, extensões de ICO suspeitas e dumps de bonds. Use ferramentas como BubbleMaps para detecção de concentrações e investigue transações on-chain via Etherscan ou Solscan. Projetos legítimos priorizam transparência e audits públicos.

Esse caso reforça a importância de due diligence: em 2025, rug pulls custaram mais de US$ 6 bilhões. Invista com cautela, priorizando plataformas reguladas como as vendas de tokens da Coinbase, que incluem locks para insiders.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rastro de fundos roubados serpenteando túneis cibernéticos com poeira tóxica contaminando rede Ethereum, pela investigação ZachXBT

Investigação ZachXBT: Rastro de US$ 282 Milhões Roubados e Dusting no ETH

Uma investigação conduzida pelo renomado ZachXBT revelou o rastro de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin roubados de uma única vítima em 10 de janeiro. Os fundos passaram por THORChain e Tornado Cash, enquanto no Ethereum, ataques de address poisoning — ou transações de poeira — explodem a atividade da rede, explorando taxas de gás reduzidas. Esses golpes expõem vulnerabilidades humanas e técnicas no ecossistema cripto.


O Roubo Bilionário e Seu Rastro Cross-Chain

O ataque ocorreu via engenharia social sofisticada: um impostor se passou por suporte da Trezor Value Wallet, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Assim, mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram drenados de uma carteira de hardware, considerada o padrão ouro em segurança.

ZachXBT e PeckShield monitoraram os movimentos em tempo real. O ladrão usou o protocolo THORChain para converter cerca de 928,7 BTC (US$ 71 milhões) em Ethereum e XRP, sem necessidade de KYC. No Ethereum, 1.468,66 ETH (US$ 4,9 milhões) foram enviados ao Tornado Cash, um mixer de privacidade que ofusca origens dos fundos. Adicionalmente, trocas para Monero causaram um pico temporário no preço da moeda focada em anonimato.

Esse fluxo demonstra como protocolos de liquidez cross-chain se tornaram ferramentas involuntárias para lavagem de dinheiro em larga escala.

Ameaça do Address Poisoning no Ethereum

Paralelamente, um pesquisador de segurança associou o surto recorde de atividade na rede Ethereum a ataques de address poisoning. Desde o upgrade Fusaka em dezembro, que reduziu fees em mais de 60%, esses golpes ficaram mais baratos e viáveis em massa.

A atividade dobrou para 8 milhões de endereços ativos, com 2,9 milhões de transações diárias e 2,7 milhões de novos endereços na semana de 12 de janeiro — 170% acima da média. Andrey Sergeenkov identificou “dust distributors”: endereços que enviam quantias mínimas (menos de US$ 1 em stablecoins) para milhões de vítimas, poluindo históricos de transações.

Os principais distribuidores atingiram mais de 400 mil alvos, resultando em US$ 740 mil roubados de 116 vítimas até agora. O truque: endereços falsos semelhantes aos legítimos levam usuários a copiar o errado ao transferir fundos.

Como Identificar e se Proteger do Dusting

Transações de poeira são pequenas envios indesejados para envenenar seu histórico. Sinais de alerta incluem:

  • valores ínfimos de fontes desconhecidas;
  • endereços com prefixos/sufixos idênticos aos seus (exceto o meio);
  • atividade suspeita pós-upgrade de fees baixas.

Proteções práticas:

  1. sempre verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de copiar;
  2. use carteiras com detecção de poeira (como as que ignoram transações mínimas);
  3. ative notificações de transações suspeitas;
  4. evite interagir com dust — isso confirma atividade e atrai mais ataques.

Ferramentas como Etherscan ajudam a rastrear padrões de distribuidores.

Esses incidentes reforçam: segurança cripto depende mais de vigilância humana do que de tecnologia infalível. Monitore seu histórico regularmente e reporte padrões suspeitos a investigadores como ZachXBT.

Implicações para o Mercado Cripto

O roubo coincidiu com quedas de mercado — BTC caiu 2,26% para US$ 93.075, LTC 7,19% —, amplificando o caos. Apesar disso, avanços como o desligamento de uma rede de fraudes de €700 milhões pela Europol mostram progresso na repressão global.

Investidores devem priorizar educação contra engenharia social e poisoning. A escalabilidade do Ethereum avança, mas sem segurança reforçada, inchaços de spam minam a confiança.


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Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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Manto digital de privacidade rasgado expondo barras XMR douradas com luz vermelha vazando, simbolizando roubo e riscos em privacy coins

Rali Artificial? Roubo de US$ 282 Milhões Derruba Monero

O Monero (XMR) despencou mais de 22% após atingir seu preço recorde de US$ 797, com queda para US$ 617 e perda de US$ 3 bilhões em capitalização de mercado. A alta, inicialmente atribuída à narrativa de privacidade, foi revelada como artificial pelo investigador on-chain ZachXBT: fundos de um roubo de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram convertidos em XMR, impulsionando o preço ilusoriamente. Isso ocorreu em 17 de janeiro de 2026, destacando riscos ocultos em moedas de privacidade.


Alta Recorde e Queda Abrupta do XMR

O Monero alcançou seu all-time high (ATH) de US$ 797 há três dias, elevando sua capitalização para mais de US$ 14,7 bilhões. No entanto, em 17 de janeiro, o ativo corrigiu violentamente, caindo mais de 5% em 24 horas e acumulando perda de 22% desde o pico. Atualmente, negocia em torno de US$ 617, com market cap em US$ 11,5 bilhões.

Essa volatilidade interrompeu o momentum que posicionava o XMR perto do Top 10 do CoinGecko. Apesar da retração, o ganho semanal ainda é de 33%, mas o episódio expõe a fragilidade de rallies baseados em fluxos não orgânicos. Investidores que entraram no topo agora enfrentam prejuízos significativos, reforçando a necessidade de análise on-chain antes de exposições elevadas.

A correção reflete uma venda agressiva após a exposição pública, com o preço testando suportes críticos. Para traders brasileiros, isso equivale a uma oscilação de cerca de R$ 1.000 por XMR em poucos dias, dependendo da cotação do dólar.

O Roubo de US$ 282 Milhões e a Lavagem via Monero

O investigador ZachXBT conectou o rali a um roubo sofisticado de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin, ocorrido em 10 de janeiro. Os criminosos usaram engenharia social para comprometer uma hardware wallet, drenando os fundos de uma única vítima.

Em seguida, os atacantes converteram os BTC e LTC em XMR por meio de múltiplas instant exchanges, criando um choque de oferta artificial que elevou o preço. "O atacante começou a converter os roubados para Monero, causando o aumento acentuado", alertou ZachXBT em post no X. Ele descartou envolvimento de hackers norte-coreanos, apontando para outros atores.

Essa tática explora a privacidade do Monero para lavagem de dinheiro, comum em crimes crypto. O influxo massivo distorceu o mercado temporariamente, mas a venda posterior causou o colapso, prejudicando holders legítimos.

Riscos para Investidores em Privacy Coins

Moedas de privacidade como XMR e Zcash atraem fluxos ilícitos, tornando seus preços suscetíveis a manipulações. Esse caso ilustra como crimes on-chain podem inflar rallies falsos, levando a correções brutais quando expostos.

Para brasileiros, expostos a volatilidade cambial extra, o risco é ampliado. ZachXBT's análise destaca: investigações on-chain são essenciais para detectar padrões suspeitos, como grandes conversões via exchanges instantâneas. Plataformas reguladas e wallets com multi-sig oferecem proteção contra engenharia social.

Reguladores globais monitoram privacy coins por facilitação de lavagem; sanções ou delistagens em exchanges podem agravar quedas. Diversifique, use stop-loss e priorize transparência em investimentos crypto.

Próximos Passos e Medidas de Proteção

Vale monitorar o suporte em US$ 600 para XMR; quebra pode levar a US$ 500. A comunidade privacy deve fortalecer auditorias on-chain para mitigar riscos futuros. Investidores: revise exposições a assets de alto risco, opte por BTC/ETH como base segura.

Proteções práticas incluem hardware wallets com seed phrases seguras, autenticação 2FA e evitar links suspeitos. Ferramentas como Chainalysis ajudam a rastrear fluxos ilícitos, mas a prevenção é chave contra engenharia social.

Esse episódio reforça: em crypto, o que sobe rápido pode cair mais rápido ainda. Fique alerta e proteja seus ativos.


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Véu cyan de privacidade rasgado expondo moedas douradas manchadas de vermelho, simbolizando queda do Monero ligada a roubo de fundos

Monero Recua 22% Após ATH: Investigador Revela Ligação com Roubo

Por que o rali histórico do Monero parou de repente? A resposta está em um roubo de US$ 282 milhões. Em 17 de janeiro de 2026, o XMR corrigiu mais de 5% em 24 horas, perdendo 22% desde o pico de US$ 797, após investigador on-chain ZachXBT ligar a alta a um roubo de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin via engenharia social. O mercado de moedas de privacidade sente o impacto.


Queda Acentuada Após Máxima Histórica

O Monero (XMR), principal privacy coin, alcançou um all-time high (ATH) de US$ 797 há apenas três dias, impulsionando sua capitalização de mercado para acima de US$ 14,7 bilhões. No entanto, a euforia durou pouco. Em 17 de janeiro, o ativo despencou para US$ 617, uma correção de mais de 22% desde o topo, com perda de US$ 3 bilhões em valor de mercado nas últimas 72 horas.

Apesar da retração, o XMR ainda registra ganho semanal de 33%, destacando-se entre as criptomoedas. Essa volatilidade reflete não só dinâmicas técnicas, mas também eventos externos que afetam a percepção de risco. Investidores em moedas focadas em anonimato devem estar atentos a como associações negativas podem acelerar vendas em massa.

A correção afastou o Monero do Top 10 do CoinGecko por capitalização, sinalizando cautela no ecossistema de privacy coins. Esse movimento serve como lembrete dos riscos inerentes a ativos com narrativas controversas.

Análise de ZachXBT: Conversões Artificiais Impulsionaram o Preço

O investigador on-chain ZachXBT revelou detalhes do golpe ocorrido em 10 de janeiro, onde criminosos roubaram mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC de uma vítima única, usando engenharia social em uma hardware wallet. Os fundos foram convertidos para XMR por meio de múltiplas instant exchanges, gerando um choque de oferta artificial que elevou o preço.

"The attacker began converting the stolen LTC & BTC to Monero via multiple instant exchanges, causing the XMR price to sharply increase", escreveu ZachXBT em post no X. Essa ligação explica o pump repentino, desacreditando teorias iniciais de uma tendência orgânica de "privacy narrative", similar ao que impulsionou Zcash no fim de 2025.

ZachXBT descartou envolvimento de atores estatais como a Coreia do Norte, apontando para outros criminosos. Essa transparência on-chain esfriou o entusiasmo, transformando ganho em pânico vendedor.

Riscos para Moedas de Privacidade e Lições para Investidores

A associação do rali do Monero com um roubo de US$ 282 milhões expõe vulnerabilidades das moedas de privacidade. Projetadas para anonimato, elas atraem tanto usuários legítimos quanto ilícitos, criando um "efeito mancha" que amplifica correções. O impacto psicológico é imediato: confiança abalada leva a liquidações rápidas.

Para brasileiros expostos ao XMR, isso reforça a necessidade de diversificação. Narrativas de privacidade podem gerar pumps explosivos, mas eventos criminais revertem ganhos com velocidade alarmante. O market cap atual de US$ 11,5 bilhões reflete essa realidade volátil.

Outras privacy coins como ZEC e ARRR também sofrem contágio, embora em menor grau. Reguladores globais monitoram esses ativos de perto, o que pode pressionar ainda mais os preços.

O Que Monitorar em Meio à Volatilidade

Vale observar se o suporte em US$ 617 segura ou se novas vendas testam níveis inferiores. A recuperação dependerá de dissociação da notícia negativa e retorno à narrativa positiva de privacidade em um mundo de crescente vigilância digital.

Investidores devem priorizar due diligence on-chain e evitar FOMO em pumps suspeitos. Ferramentas como as usadas por ZachXBT são essenciais para identificar manipulações. Em um mercado onde crimes financiam rallies, proteção é prioridade.


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Cofre hardware wallet rachado com fluxo vermelho sugado por silhueta sombria, ilustrando hack de US$ 282M via engenharia social

Alerta: Roubo de US$ 282 milhões expõe falhas em hardware wallets

Nem sua hardware wallet está segura se você cair em um golpe de engenharia social. No dia 10 de janeiro de 2026, uma vítima perdeu US$ 282 milhões em Bitcoin (1.459 BTC) e em Litecoin (2,05 milhões de LTC) após ser enganada por atacantes. O investigador on-chain ZachXBT expôs o caso, destacando como os fundos foram lavados via privacy coin Monero, impulsionando seu preço em até 70%.


Detalhes do Ataque de Engenharia Social

O golpe ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro, quando o atacante obteve acesso à carteira hardware da vítima, possivelmente ao convencê-la a aprovar uma transação maliciosa ou revelar credenciais. Apesar da reputação de segurança das carteiras físicas como Ledger ou Trezor, erros humanos continuam sendo o elo fraco. Segundo ZachXBT, não há indícios de envolvimento de hackers norte-coreanos, mas o caso reforça a tendência de 2025, onde social engineering superou exploits técnicos em perdas cripto.

Os valores roubados equivaliam a BTC negociado perto de US$ 95.500 e LTC em US$ 74, refletindo o impacto imediato no mercado. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 513.868 (Cointrader Monitor), destacando a relevância local de tais riscos.

Lavagem dos Fundos via Monero e Thorchain

Imediatamente após o roubo, o hacker converteu grande parte dos ativos em Monero (XMR) por meio de múltiplas exchanges instantâneas, explorando sua privacidade para ofuscar transações. Esse influxo maciço contribuiu para uma alta de 70% no preço do XMR, que atingiu novo ATH próximo a US$ 800 em poucos dias, antes de corrigir para cerca de US$ 670 — ainda +46% desde o incidente.

Paralelamente, porções de BTC foram transferidas via cross-chain Thorchain para redes como Ethereum, Ripple e Litecoin, complicando o rastreamento. Essa sofisticação demonstra como atacantes evitam detecção, mesmo com investigadores como ZachXBT monitorando on-chain.

Lições e Medidas Protetoras Urgentes

ZachXBT, conhecido por desvendar scams bilionários, publicou detalhes em seu Telegram, alertando a comunidade. O caso ecoa vazamentos recentes, como o da Ledger em janeiro, expondo dados de usuários. Para brasileiros, com adoção crescente de hardware wallets, é vital verificar sempre URLs de firmware, evitar cliques em links suspeitos e usar multisig para grandes saldos.

Monitore endereços on-chain via ferramentas como Etherscan ou Blockchair. Em 2025, perdas por scams superaram US$ 1 bilhão; proteja-se atualizando seed phrases offline e educando sobre phishing. Vale questionar: sua estratégia resiste a pressão psicológica de um suposto suporte técnico?


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Juiz cartoon aprovando CLARITY Act abrindo portas para empresário tokenizando equity na Cronos, com olho vigilante brasileiro, marcando avanço regulatório misto

Resumo Cripto: Regulação EUA Avança e Trump Media Tokeniza Equity

📊 BOLETIM CRIPTO | 31/12/2025 | NOITE

O mercado de criptomoedas encerra o ano de 2025 em um estado de profunda polarização, onde o amadurecimento institucional nos Estados Unidos corre em paralelo com desafios críticos de segurança e vigilância. Enquanto o Senado americano sinaliza uma vitória legislativa histórica com o avanço do CLARITY Act, investidores no Brasil enfrentam novos horizontes de rastreamento estatal. O sentimento agregado é misto, refletindo tanto o entusiasmo com a tokenização de ativos reais liderada pela Trump Media quanto o cauteloso FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado por retiradas massivas de liquidez em memecoins e a persistência de golpes sofisticados de engenharia social. Este boletim detalha como essa dualidade moldará as primeiras semanas de 2026, destacando por que a clareza regulatória pode ser o grande motor de um novo ciclo de alta.


🔥 Destaque: Senado EUA agenda avanço do CLARITY Act

O Comitê de Bancos do Senado dos Estados Unidos finalmente definiu uma data para o markup do CLARITY Act: 15 de janeiro de 2026. Este desenvolvimento é o fato mais relevante do período, pois representa o passo concreto em direção à resolução de anos de ambiguidade regulatória entre a SEC e a CFTC. O projeto de lei visa estabelecer um quadro claro para a classificação de tokens, stablecoins e práticas de conformidade para o setor cripto.

Atualmente, as apostas no mercado de previsões Kalshi indicam uma probabilidade de 69% de que o projeto se torne lei antes de maio de 2026. A importância deste evento reside na segurança jurídica que ele oferece para grandes gestoras e fundos de pensão, que até então mantinham capitais multibilionários à margem do ecossistema por receio de punições retroativas ou mudanças súbitas nas regras do jogo.

Apesar do otimismo, o processo de markup é onde as tensões bipartidárias podem aflorar. Investidores devem monitorar se emendas restritivas sobre rendimentos (yield) de stablecoins ou exigências de KYC excessivamente rigorosas em protocolos DeFi serão introduzidas, o que poderia diluir o caráter pró-inovação da proposta original. O sucesso deste projeto pode consolidar os EUA como a principal jurisdição para ativos digitais no próximo ano.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual revela uma transição estrutural: o capital está migrando de ativos meramente especulativos para infraestruturas de utilidade real e institucional. A notícia de que a Trump Media utilizará a rede Cronos para distribuir tokens aos seus acionistas exemplifica essa hibridização entre o mercado de ações tradicional e a blockchain, elevando a relevância de ecossistemas como o da Binance e Crypto.com.

No entanto, a volatilidade em memecoins políticos e os constantes delistings de pares de margem indicam que a “limpeza” de fim de ano está em curso. O ecossistema DeFi, por outro lado, demonstra resiliência com airdrops recordes, como o da DEX Lighter, que reforça a narrativa de que o volume de negociações de derivativos on-chain está pronto para competir diretamente com as exchanges centralizadas (CEXs) em 2026.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Engenharia Social em Exchanges: O recente caso exposto por ZachXBT sobre roubos de US$ 2 milhões através de suporte falso da Coinbase destaca que, mesmo com segurança técnica, o erro humano continua sendo o elo mais fraco.
  • Vigilância Estatal no Brasil: O contrato de R$ 1,7 milhão do Ministério da Justiça para ferramentas de rastreio da PF aumenta o risco de bloqueios de bens baseados em heurísticas falíveis, ameaçando a privacidade financeira dos investidores locais.
  • Iliquidez em Memecoins: A retirada coordenada de US$ 94 milhões pela equipe do token Official Trump serve de alerta para o risco de colapso em ativos sem fundamentos, onde insiders podem realizar lucros e abandonar o projeto.
  • Pressão de Venda no LIT: Apesar do sucesso inicial do airdrop da Lighter, a alocação de 50% do supply para a equipe estabelece um risco de despejo futuro que pode impactar o preço no longo prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção Institucional via CLARITY Act: A clareza regulatória iminente pode criar uma janela de entrada para ativos como BTC, ETH e SOL antes que o capital institucional flua massivamente pós-aprovação da lei.
  • Tokens de Ecossistema (CRO): A parceria exclusiva com a Trump Media posiciona a rede Cronos como um hub de tokenização corporativa, oferecendo potencial de valorização para o token nativo e protocolos DeFi da rede.
  • Demanda por Privacy Tech no Brasil: O aumento da vigilância governamental deve impulsionar a demanda por soluções de privacidade e ferramentas de compliance, beneficiando tecnologias como zk-proofs e projetos voltados ao anonimato legítimo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Markup do CLARITY Act Agendado para 15 de Janeiro
O Comitê de Bancos do Senado dos EUA marcou o debate decisivo para a lei que dividirá as responsabilidades entre CFTC e SEC. Com 69% de chances de aprovação no primeiro semestre, o projeto é visto como o principal catalisador para a adoção institucional definitiva das criptomoedas em 2026.

2. Trump Media Escolhe Rede Cronos para Token aos Acionistas
Em um movimento de adoção corporativa sem precedentes, a Trump Media (DJT) anunciou a distribuição de tokens 1:1 para seus acionistas. A integração com a blockchain Cronos resultou em uma alta imediata no ativo e no token CRO, validando a tese de tokenização de equity.

3. Lighter Realiza 10º Maior Airdrop da História Cripto
A DEX de futuros perpétuos distribuiu US$ 675 milhões em tokens LIT. Surpreendentemente, 75% dos receptores optaram por manter o ativo, sinalizando uma forte convicção comunitária rara em eventos de distribuição gratuita de tokens.

4. ZachXBT Expõe Criminoso que Roubou US$ 2 Milhões via Coinbase
O investigador on-chain identificou um golpista canadense que utilizava engenharia social para roubar usuários da Coinbase. O caso serve como um duro lembrete sobre os riscos de segurança em exchanges centralizadas e a eficácia da análise blockchain para rastreio de crimes.

5. Brasil Investe em Software de Rastreamento de Blockchain
O Ministério da Justiça contratou 10 licenças de ferramentas analíticas para a Polícia Federal por R$ 1,7 milhão. Especialistas alertam que o uso de heurísticas probabilísticas pode levar a erros graves e prisões injustas de investidores legítimos.

6. Equipe do Memecoin TRUMP Saca US$ 94 Milhões de Liquidez
A retirada massiva de USDC dos pools da Solana pela equipe oficial do projeto gerou pânico. O token, que já caiu 90% desde sua máxima, enfrenta agora um risco real de colapso de liquidez enquanto insiders enviam os fundos para a Coinbase.

7. Binance Remove Pares Margin de ADA, LINK e AVAX em Janeiro
A exchange anunciou o delisting de diversos pares com FDUSD para o dia 6 de janeiro. A medida impacta traders alavancados e exige ajustes imediatos de posição para evitar liquidações forçadas durante o período de baixa liquidez do feriado de ano novo.


🔍 O Que Monitorar

  • Odds no Kalshi: Acompanhe a volatilidade das apostas sobre o CLARITY Act; qualquer queda significativa sinaliza dificuldades nas negociações do Senado.
  • Fluxos na Rede Cronos: Observe o TVL (Valor Total Bloqueado) na Cronos para confirmar se a parceria com a Trump Media atrairá capital sustentável.
  • Alertas de Segurança Coinbase: Monitorar se a exchange implementará novas medidas anti-phishing após a exposição pública dos roubos milionários.
  • Liquidez na Solana: Fique atento aos pools de memecoins políticos para identificar se o movimento de retirada da equipe TRUMP se espalhará para outros ativos.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 48 horas, a expectativa é de relativa calma em termos de volume de preço, devido às festividades de fim de ano, mas com alta sensibilidade a notícias pontuais sobre regulação e segurança. O cenário para o início de 2026 está sendo montado agora: um ambiente onde investidores institucionais terão regras claras (EUA), enquanto usuários brasileiros precisarão de cautela redobrada com sua privacidade financeira. A migração de liquidez para protocolos DeFi robustos parece ser uma tendência inevitável, especialmente com CEXs otimizando seus pares de negociação. Mantenha os olhos nos indicadores sugeridos e prepare seu portfólio para a volatilidade que o markup de janeiro certamente trará.


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