Fortaleza de mina digital brutalista rachando com fluxo dourado-vermelho de BTC despejado em vórtice, sinalizando capitulação das mineradoras

Mineradoras Despejam BTC: Pressão de Venda Aumenta em 2026

A mineradora Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões durante a recente queda de preços, usando os recursos para quitar dívidas e financiar a transição para infraestrutura de IA. Paralelamente, mineradores enviaram 90 mil BTC para a Binance, o maior fluxo desde 2024, gerando forte pressão de venda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 363.856, com queda de 1,96% em 24h. Isso levanta dúvidas: a mineração está se tornando inviável?


Venda Massiva da Cango Revela Fragilidade

A Cango Inc. confirmou a liquidação de 4.451 BTC entre 7 e 8 de fevereiro, a um preço médio de cerca de US$ 68.524 — próximo das mínimas multianuais. O montante, equivalente a US$ 305 milhões em USDT, serviu para reduzir alavancagem financeira e pagar um empréstimo colateralizado em Bitcoin. A empresa, que ainda detém 3.645 BTC (mais de US$ 250 milhões), planeja implantar unidades modulares de GPU em mais de 40 sites globais para oferecer capacidade de inferência de IA a pequenas e médias empresas.

Esse movimento não é isolado. A história mostra que, em ciclos de baixa, mineradoras recorrem a vendas para sobreviver. A Cango já havia vendido 550 BTC em janeiro, reduzindo suas reservas em 60%. Analistas alertam para riscos na transição para IA, como execução incerta e competição acirrada, enquanto o mercado ignora esses sinais de estresse.

Fluxo Recorde de 90 Mil BTC para Exchanges

Dados on-chain indicam que mineradores depositaram mais de 90.000 BTC na Binance desde o início de fevereiro, o pico desde 2024. Um único dia registrou 24.000 BTC, coincidente com a correção que levou o Bitcoin abaixo de US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024 — uma desvalorização de mais de 50% do pico recente.

Esses fluxos refletem capitulação: conversão de holdings para cobrir custos operacionais em meio à volatilidade. Enquanto isso, varejistas (detentores de menos de 1 BTC) aumentaram envios para exchanges, mas o pânico arrefeceu com a estabilização acima de US$ 70.000. No entanto, o mercado está ignorando o risco de oferta excessiva, similar a 2018 e 2022.

Hashprice Baixo e Capitulação em Massa

O hashprice deprimido — receita diária por unidade de poder computacional — pressiona margens, apesar da alta dificuldade de mineração. Preços abaixo do break-even forçam vendas seletivas:

  • Riot Platforms liquidou 1.080 BTC em janeiro para expansão;
  • Cleanspark liquidou 159 BTC para operações;
  • Marathon transferiu 1.300 BTC, possivelmente para venda.

Embora algumas mineradoras apostem em recuperação ou diversificação para IA/HPC, o padrão é claro: em bull markets exagerados, a exuberância leva a alavancagem excessiva, seguida de capitulação. Cuidado com a narrativa de pivot para IA — muitos falharam em transições passadas, como na bolha dot-com.

Implicações para o Preço do Bitcoin

Com 90 mil BTC em exchanges e vendas confirmadas como a da Cango, a pressão de venda é palpável. Baleias acumulam (67 mil BTC em um dia), mas o equilíbrio é frágil. O Bitcoin oscila em torno de US$ 70.000, mas quedas prolongadas podem forçar mais liquidações. Investidores devem monitorar hashprice e inflows de miners — sinais de que o ciclo pode estar no topo, ecoando correções históricas de 70-80%.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Minerador cartoon despejando fluxo dourado de BTC em data center IA cyan, representando venda de US$ 200 mi pela Riot Platforms

Riot Vende US$ 200 Milhões em BTC: Mineradoras Pressionam?

A mineradora Riot Platforms vendeu aproximadamente US$ 200 milhões em Bitcoin nos últimos dois meses de 2025, com 383 BTC em novembro (US$ 37 milhões) e 1.818 BTC em dezembro (US$ 161,6 milhões), reduzindo seu saldo para 18.005 BTC. Os dados sugerem financiamento para expansão em infraestrutura de IA, mas levantam questões sobre pressão vendedora de mineradoras em um mercado de liquidez apertada. Isso representa estratégia ou necessidade de caixa? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 495.160,63 às 08:25 de hoje, com variação de -2,38% em 24h.


Detalhes das Vendas e Holdings Atuais

Os números exatos, divulgados no relatório mensal da Riot, mostram 2.201 BTC vendidos no total, gerando US$ 200 milhões em proceeds. Isso contrasta com 2024, quando a empresa acumulou mais de US$ 500 milhões em BTC sem vendas significativas. Ao fim de 2025, os holdings de 18.005 BTC equivaliam a cerca de US$ 1,65 bilhão a preços de US$ 92.000, posicionando a Riot entre as 10 maiores detentoras públicas de Bitcoin.

A redução de mais de 1.300 BTC desde outubro reflete uma estratégia de monetização de ativos minerados. Mineradoras como Riot geram BTC via proof-of-work, mas enfrentam custos operacionais elevados, como energia e expansão de capacidade. Vendas pontuais são comuns para cobrir despesas, mas o volume recente chama atenção pela magnitude.

Motivações: Pivot para Data Centers de IA

Matthew Sigel, head de digital assets na VanEck, analisou que o montante vendido corresponde ao capex guiado para a primeira fase do data center Corsicana (112 MW), com conclusão prevista para Q1 2027. "Um inverno de vendas de BTC financia a fase 1 do pivot para IA", destacou. A Riot adota uma abordagem "power-first", usando mineração como ferramenta para monetizar energia antes de converter para data centers.

Não é caso isolado: CleanSpark, MARA, Bitfarms, Cipher Mining e Hut 8 também migram para IA e cloud. Bitfarms planeja encerrar mineração de BTC completamente. Esses fluxos ligam vendas de BTC ao boom de IA, especialmente com condições de crédito mais apertadas, forçando mineradoras a liquidar holdings para funding.

Pressão de Venda e Liquidez do Mercado

Os dados mostram mineradoras como vendedoras marginais recorrentes de BTC, contribuindo para a correção observada em 2025. Com BTC testando suportes em torno de US$ 91.000-92.000, volumes de venda de holders como Riot adicionam pressão descendente. No Brasil, o volume 24h foi de 259 BTC nas principais exchanges, per Cointrader Monitor.

É desespero ou inteligência? Lucros realizados em highs de 2025 (acima de US$ 100.000) vs. necessidade de caixa para capex indicam estratégia. No entanto, em cenários de baixa prolongada, tesourarias de BTC servem como colchão. Traders devem monitorar fluxos de mineradoras via métricas on-chain, como saldo de exchanges.

Níveis Técnicos e Próximos Passos a Observar

Gráficos apontam suporte imediato em US$ 91.000 (gap CME), com resistência em US$ 95.000. Média móvel de 50 dias (~US$ 93.500) atua como pivô. Vendas de mineradoras podem acelerar testes de suporte se volume persistir. Ações da RIOT subiram 23% em 6 meses, mas caíram 2% ontem com BTC a US$ 92.500.

Investidores acompanhem relatórios mensais de Riot e pares, além de capex de IA. Fluxos de liquidez de mineradoras impactam volatilidade de curto prazo, mas adoção corporativa em IA pode sustentar demanda por power e BTC indireto.


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