Oficial regulador cartoon entregando selos de licença a stablecoin e plataforma tokenizada, posicionando Hong Kong como hub asiático de ativos digitais

Hong Kong: Primeiras Licenças de Stablecoin em Março de 2026

O governo de Hong Kong anunciou que emitirá a primeira leva de licenças para emissores de stablecoins referenciadas em fiat já em março de 2026, conforme discurso do Secretário Financeiro Paul Chan no Budget Speech 2026-27. A medida operacionaliza o regime regulatório e coincide com o lançamento de uma plataforma para títulos tokenizados, reforçando a posição da cidade-Estado como hub institucional de ativos digitais na Ásia. Reguladores prometem facilitar testes em conformidade e expandir liquidez para investidores profissionais.


Anúncio das Licenças para Stablecoins

No orçamento para 2026-27, Paul Chan confirmou que o regime de licenças para emissores de stablecoins referenciadas em moedas fiduciárias está pronto. A primeira série será concedida no próximo mês, permitindo que empresas explorem aplicações em ambiente controlado de riscos. Autoridades financeiras, como a Securities and Futures Commission (SFC), planejam reforçar a liquidez do mercado de ativos digitais, ampliar produtos e serviços para investidores profissionais e criar um acelerador de inovação.

Essa iniciativa segue aprovações prévias de ETFs de Bitcoin e Ethereum em 2024, diferenciando Hong Kong da postura restritiva da China continental. O foco em stablecoins fiat-referenciadas visa atrair emissores globais, posicionando a jurisdição como alternativa regulada em meio à fragmentação global de normas cripto.

Plataforma de Títulos Tokenizados

Paralelamente, a subsidiária da Hong Kong Monetary Authority (HKMA), CMU OmniClear Holdings, desenvolverá uma plataforma digital para emissão e liquidação de títulos tokenizados ainda em 2026. Inicialmente focada em obrigações, será expandida para outros ativos e integrada a plataformas regionais de tokenização.

Hong Kong já emitiu sua terceira rodada de títulos tokenizados no quarto trimestre de 2025, totalizando US$ 1,28 bilhão. Diretrizes esclarecerão que registros de detentores de debêntures podem usar ledgers distribuídos, facilitando tokenização em emissões e transações. Um projeto piloto de depósitos tokenizados, lançado em novembro de 2025 pela HKMA, avança para maior interoperabilidade e liquidações 24/7.

Implicações Geopolíticas e para Investidores

Essas medidas consolidam Hong Kong como polo estratégico na Ásia, contrastando com regulações mais cautelosas na UE e EUA. Enquanto Bruxelas e Washington debatem MiCA e stablecoin bills, Pequim mantém proibições, abrindo espaço para a cidade-Estado atrair capital institucional de stablecoins e RWA (Real World Assets).

Para investidores brasileiros, o avanço sinaliza oportunidades em ecossistemas regulados, com potencial integração regional via plataformas tokenizadas. No entanto, novas leis este ano licenciarão dealers e custodians de ativos digitais, ampliando o quadro supervisionado. Stakeholders globais monitoram aprovações iniciais em março, que podem influenciar fluxos de capitais para a Ásia.

Próximos Passos no Ecossistema

O governo reforçará transparência fiscal e interoperação, enquanto a SFC acelera inovações. Essa corrida regulatória reflete a geopolítica cripto: stablecoins e tokenização como ferramentas de soberania financeira. Investidores devem acompanhar o bill de ativos digitais e testes de stablecoins, que definirão o ritmo da adoção institucional em Hong Kong.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre de oráculo conectando ilha de ativos reais dourados a rede blockchain cyan com fluxos de dados RWA, simbolizando tokenização acelerada

Chainlink Ativa Dados em Tempo Real na Canton para Tokenização de RWA

A integração da Chainlink na Canton Network marca um avanço crucial na tokenização institucional de ativos reais (RWA). Agora ao vivo, o padrão de dados da Chainlink fornece precificação em tempo real, valuation, verificação de colateral e Proof of Reserve para workflows regulados de empréstimos, margens, liquidação e gerenciamento de risco. Essa ponte tecnológica aproxima o mercado financeiro tradicional, com mais de US$ 8 trilhões em RWA onchain, da infraestrutura blockchain permissionless.


O Que é a Canton Network

A Canton Network é uma blockchain pública e permissionless projetada especificamente para finanças institucionais. Governada pela Canton Foundation e alimentada pelo Canton Coin, ela prioriza privacidade e conformidade regulatória, atuando como um sincronizador global que conecta sistemas tradicionais a ativos tokenizados. Desde seu mainnet em maio de 2024, a rede suporta mais de US$ 8 trilhões em RWA onchain e processa cerca de US$ 350 bilhões diários em transações de repo do Tesouro americano.

Como uma camada de sincronização global, a Canton permite que participantes vejam apenas os dados necessários, mantendo a privacidade enquanto habilita interoperabilidade. Isso é essencial para instituições como Swift, Mastercard e UBS, que já adotam a rede para operações cross-chain seguras.

Como Funciona a Integração da Chainlink

A Chainlink entra como provedora de oráculos de dados em tempo real, implementando serviços como Data Streams, feeds SmartData para NAV/AUM (Net Asset Value e Assets Under Management) e Proof of Reserve. Esses componentes funcionam como um “banco de dados distribuído” confiável, alimentando smart contracts com dados off-chain verificados e resistentes a manipulação.

Agora disponível: Equities Streams 24/5 para dados de ações e ETFs, desbloqueando acesso onchain ao mercado de ações dos EUA de US$ 80 trilhões. Em breve, o CCIP (Cross-Chain Interoperability Protocol) permitirá transferências cross-chain seguras. A Chainlink Labs atua como Super Validator na Canton, contribuindo para governança, sequenciamento e integração com sistemas legados. Essa infraestrutura já habilitou mais de US$ 28 trilhões em valor de transações.

Por Que Isso Importa para Tokenização de RWA

A tokenização de RWA exige dados precisos e auditáveis para precificação dinâmica, verificação de reservas e gerenciamento de risco. Sem oráculos confiáveis como os da Chainlink, ativos tokenizados perdem credibilidade em ambientes regulados. Essa integração resolve o “elo perdido”, permitindo que instituições tokenizem títulos, imóveis e derivativos com feeds em tempo real.

Parceiros como CBTC (BitSafe e Unhedged), Thetanuts Finance, Kairo (AngelHack) e Temple já usam esses dados em produção. Executivos destacam o momentum: Eric Saraniecki (Digital Asset) nota adoção positiva, enquanto Johann Eid (Chainlink) chama de passo definidor para finanças onchain. Receitas empresariais da Chainlink são convertidas em LINK para reservas.

Próximos Passos e Impacto no Ecossistema

Com CCIP no horizonte, a Canton se posiciona para escalar tokenização em massa. Métricas como TVL crescente e throughput diário indicam adoção real, não hype. Para desenvolvedores e instituições, isso significa workflows híbridos: privacidade onchain com dados off-chain verificados. Monitore commits no GitHub da Chainlink e atualizações da Canton Foundation para medir progresso técnico.

A inovação reside na stack técnica: oráculos descentralizados + blockchain de privacidade = trilhões em ativos fluindo para Web3 de forma compliant.


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Personagens cartoon de finanças tradicionais e cripto apertando mãos sobre ponte de tokens luminosos, simbolizando lançamento de ações tokenizadas na Binance com Ondo

Binance Lança Ações Tokenizadas de Apple e Nvidia com Ondo

A parceria entre Binance e Ondo Finance revive o trading de ações tokenizadas no Binance Alpha, permitindo que usuários globais negociem versões blockchain de papéis como Apple, Nvidia, Tesla e Google. Lançada em 24 de fevereiro de 2026, a iniciativa lista 10 ativos dos EUA, incluindo ETFs como Invesco QQQ, mas exclui residentes americanos por questões regulatórias. Esse movimento sinaliza a maturidade da tokenização, trazendo Wall Street para o app de cripto.


Detalhes da Parceria Binance Alpha e Ondo

O Binance Alpha, plataforma dentro da Binance Wallet para ativos digitais em estágio inicial, agora integra os produtos tokenizados da Ondo Global Markets. Ondo Finance, especializada em ativos do mundo real (RWA), emite esses tokens que espelham o desempenho de ações americanas na blockchain. Jeff Li, vice-presidente de produto da Binance, destacou: “Nossos usuários têm agora formas mais convenientes de explorar e negociar ações tokenizadas.”

Desde setembro de 2025, a Ondo acumula mais de US$ 550 milhões em valor bloqueado (TVL) e US$ 11 bilhões em volume de trading cumulativo. Essa parceria reforça os fundamentos da adoção institucional, conectando finanças tradicionais ao ecossistema cripto de forma acessível e 24/7.

Ativos Disponíveis e Funcionamento

A lista inicial inclui gigantes da tech como Apple, Nvidia, Tesla, Google, além do ETF Invesco QQQ, que replica o índice Nasdaq-100, e produtos ligados a commodities. Usuários podem comprar e vender esses tokens diretamente na wallet da Binance, com liquidez blockchain e sem intermediários tradicionais.

Diferente de ações convencionais, os tokens oferecem negociação contínua, divisibilidade fracionada e acesso global — exceto EUA, Reino Unido e Alemanha, devido a restrições regulatórias passadas. Isso democratiza o investimento em blue chips americanas para quem está fora do sistema financeiro tradicional.

Histórico e Expansão do Mercado

A Binance já testou ações tokenizadas em 2021, com Tesla e Apple, mas suspendeu o serviço após escrutínio regulatório da FCA (Reino Unido) e BaFin (Alemanha). Agora, com Ondo como parceira regulada, o retorno é mais robusto. O mercado de tokenized stocks aproxima-se de US$ 1 bilhão em valor total, com players como Kraken, Bybit, Gemini e até Robinhood entrando na jogada.

Nasdaq e NYSE também exploram propostas blockchain, indicando que o mercado está construindo pontes sólidas entre TradFi e cripto. Essa tendência de alta reflete o amadurecimento do setor, onde a tokenização vira mainstream.

Implicações para a Adoção Global

Para investidores brasileiros e globais, isso significa exposição a líderes tech sem barreiras de corretoras estrangeiras. Os fundamentos se fortalecem: mais liquidez, integração com DeFi e potencial para yields via staking ou lending desses tokens. Vale monitorar como isso impulsiona fluxos institucionais e o ciclo atual de adoção.

Monitore o Binance Alpha para atualizações — o futuro das finanças híbridas está aqui, e o otimismo é fundamentado nos dados de crescimento da Ondo.


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Banqueiro TradFi cartoon e personagem Ethereum ativando portal de tokenização, simbolizando adoção on-chain por BNP Paribas

BNP Paribas On-Chain: Tokeniza Fundo Monetário no Ethereum

O BNP Paribas, um dos maiores bancos da zona do euro, acaba de lançar um piloto de tokenização de um fundo de mercado monetário na blockchain pública Ethereum. Diferente de experimentos anteriores em redes privadas, esta iniciativa testa fluxos end-to-end em ambiente público, embora restrito a participantes autorizados. O movimento reforça a maturidade da infraestrutura Ethereum para finanças tradicionais, validando sua posição como camada de liquidez global para ativos tokenizados. Anunciado em 20 de fevereiro de 2026, o projeto intra-grupo sinaliza a transição de laboratórios para processos reais no TradFi on-chain.


Detalhes do Piloto de Tokenização

A BNP Paribas Asset Management atuou como emissor da classe tokenizada de um fundo domiciliar na França, enquanto a divisão Securities Services gerenciou os processos de agente de transferência e custódia, incluindo configuração de carteiras e chaves privadas. A plataforma CIB AssetFoundry foi crucial para conectar os sistemas tradicionais ao Ethereum, permitindo emissão, transferência e liquidação dos tokens.

Este é um teste limitado dentro do grupo, focado em validar o ciclo completo: da emissão à integração com blockchain pública. Apesar do acesso permissioned — apenas autorizados podem holdar ou transferir —, o uso da rede aberta representa um passo ousado. Anteriormente, o banco havia tokenizado fundos em Luxemburgo usando blockchains privadas, mas agora migra para infraestrutura pública, demonstrando confiança na escalabilidade e segurança do Ethereum.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.200 no mercado brasileiro nesta sexta-feira, continua atraindo instituições globais com sua liquidez profunda e ecossistema maduro para smart contracts.

Por Que Ethereum Público Agora?

A escolha pela Ethereum pública, em vez de redes permissionadas privadas, destaca a evolução do pensamento institucional. Bancos como BNP Paribas percebem que a verdadeira interoperabilidade e liquidez residem em redes abertas, mesmo com controles regulatórios. Este permissioned-on-public model equilibra compliance com eficiência blockchain, evitando silos proprietários.

Os fundamentos se fortalecem: enquanto o mercado cripto oscila, a adoção institucional constrói bases sólidas. Movimentos como este ecoam os fluxos iniciais para ETFs de Bitcoin e Ethereum, onde grandes players testam águas antes de escalar. Para o investidor comum, é um lembrete de que o Ethereum não é só para DeFi especulativo, mas para tokenizar trilhões em ativos reais, como fundos monetários que gerenciam caixa corporativo diariamente.

No contexto europeu, com regulamentações MiCA avançando, iniciativas assim pavimentam o caminho para integração plena de TradFi e blockchain.

Implicações para Adoção Global

Este piloto é mais um tijolo na narrativa de adoção massiva. O mercado está construindo: BlackRock com ETFs, bancos centrais explorando CBDCs e agora gigantes como BNP Paribas tokenizando fundos na Ethereum. Cada passo valida a tese de que blockchains públicas serão a infraestrutura de settlement do futuro financeiro.

Embora permissioned, o modelo abre portas para expansão. Imagine fundos tokenizados negociáveis 24/7, com liquidez instantânea e transparência on-chain — isso muda o jogo para tesourarias corporativas. Para Ethereum, reforça seu papel como layer de liquidez global, atraindo volume institucional que supera especulação retail.

O Que Monitorar a Seguir

Próximos passos incluem avaliação dos resultados do piloto e potencial rollout para clientes externos. Fique de olho em anúncios de expansão, integrações com custodians globais e volume de TVL em ativos tokenizados. A estratégia de alta se baseia em métricas como adoção institucional, não pumps especulativos.

Enquanto o Bitcoin consolida como reserva de valor, Ethereum emerge como o hub para finanças programáveis. O BNP Paribas on-chain é prova de que os fundamentos estão alinhados para o próximo capítulo da revolução blockchain.


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Personagem cartoon trocando documento físico por holograma tokenizado de veículo com escudo, ilustrando Passaporte Digital do Detran-PR contra fraudes

Detran-PR Tokeniza Veículos: Passaporte Digital Acaba com Fraudes

Seu carro virou token? O Detran do Paraná lançou o Passaporte Veicular Digital, projeto pioneiro que usa blockchain para criar identidade eletrônica imutável de veículos. Paranaenses podem se inscrever gratuitamente até 23 de fevereiro de 2026 e acabar com fraudes como quilometragem adulterada ou documentos falsos, facilitando vendas e revisões sem papelada infinita.


O Que É o Passaporte Veicular Digital?

Em parceria com o Instituto Tecpar, o Detran-PR transforma cada veículo em um ativo digital único. Um token exclusivo ligado ao chassi registra tudo: dados de fábrica, revisões, seguros, financiamentos, transferências e até multas. Como uma carteira de identidade para o carro, mas à prova de alterações graças à blockchain.

Imagine: ao comprar um usado, você consulta o histórico completo online, sem depender de declaração do vendedor. Já são 700 inscritos no piloto, que testa motos, carros e caminhões de qualquer ano em 120 dias de avaliação.

Benefícios Práticos para o Dia a Dia

Para quem mora no Paraná, isso significa menos dor de cabeça. Fraudes em quilometragem custam caro – pense em comprar um carro ‘bem rodado’ como novo. O passaporte acaba com isso, elevando a confiança nas negociações e reduzindo riscos em financiamentos ou seguros.

Menos burocracia também: nada de filas no Detran para comprovar histórico. Ao vender, compartilhe o token e transfira tudo digitalmente. É como ter o CRLV-e, mas com vida inteira do veículo. Economia de tempo e dinheiro para o cidadão comum, que já lida com IPVA e licenciamento.

Como Cadastrar Seu Veículo Agora

É simples e grátis. Acesse o site ou app do Detran-PR, clique em ‘Participar’ no portal de inscrição e preencha dados do veículo. Aceite o termo e pronto – sem visitas presenciais.

Prazo apertado: encerra em 23 de fevereiro de 2026. A partir de 2 de março, faça login no app do Detran-PR para visualizar o passaporte por 60 dias. Qualquer proprietário no PR qualifica, facilitando para famílias com vários carros ou lojistas de usados.

Próximos Passos e Perspectivas Futuras

O comitê Detran-Tecpar monitora testes quinzenalmente. Meta ousada: adotar em toda frota paranaense até fim de 2026, com banco de dados completo em 5 anos. Isso pode virar modelo nacional, trazendo segurança jurídica para milhões de transações de veículos.

Para você, fica o alerta: cadastre-se já e teste essa inovação prática. É o blockchain chegando no cotidiano brasileiro, resolvendo problemas reais como burocracia e golpes em vendas de carro usado.


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Investidor crypto cartoon tokenizando pilha de ações tradicionais com token FGRD, dissolvendo em rede blockchain contra silhueta de Wall Street

Figure Tokeniza US$ 150 Milhões em Ações e Desafia Wall Street

A Figure Technology Solutions anuncia o lançamento de seu token de ações FGRD nesta quinta-feira, representando ações comuns emitidas nativamente na blockchain. Essa iniciativa acompanha uma oferta secundária ampliada para US$ 150 milhões, com participação da Pantera Capital. O movimento elimina sistemas de compensação tradicionais, integrando DeFi diretamente ao mercado de capitais e sinalizando a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA).


O FGRD e a Plataforma OPEN

O token FGRD será emitido, negociado e liquidado na Onchain Public Equity Network (OPEN), plataforma da Figure que opera sem depender de custódia e clearing legados de Wall Street. Isso permite liquidação instantânea (T+0) e conformidade programável na blockchain Provenance, desenvolvida pela empresa.

Investidores acessam o ativo via app Figure Markets ou carteiras self-custody integradas. A Figure, liderada por Mike Cagney (ex-CEO da SoFi), já originou mais de US$ 22 bilhões em empréstimos home equity e oferece custódia de ativos digitais. "Estamos rearquitetando a infraestrutura de capitais para ser em tempo real, transparente e programável", afirma Cagney. Os fundamentos da adoção institucional se fortalecem com essa ponte entre finanças tradicionais e blockchain.

Essa natividade on-chain diferencia o FGRD de representações sintéticas: ele é a própria equidade da empresa, não um derivativo, abrindo portas para composabilidade inédita no mercado de ações.

Integração DeFi: Empréstimos com Ações Tokenizadas

Detentores de FGRD poderão usar os tokens como colateral em empréstimos ou financiamentos via Democratized Prime, o protocolo DeFi da Figure. Isso libera liquidez de ativos tradicionalmente estáticos, permitindo que ações gerem rendimento on-chain sem venda.

O lançamento ocorre em meio à oferta secundária de US$ 150 milhões, precificada e ampliada, com a Figure recomprando US$ 10 milhões de ações existentes. A Pantera Capital, gigante de venture capital cripto, participa, reforçando a confiança institucional. Após IPO em setembro, as ações da Figure enfrentaram volatilidade com a queda cripto, mas esse passo de alta demonstra resiliência.

A tokenização de equidades avança o RWA de dívida para direitos acionários, desafiando paradigmas com eficiência e redução de riscos de contraparte. O mercado está construindo uma narrativa de convergência, onde blockchains absorvem volumes tradicionais.

Implicações para o Mercado de Capitais

Essa quebra de paradigmas posiciona a Figure como pioneira na fusão DeFi-mercado tradicional. Sem intermediários, custos caem, transparência sobe e acesso globaliza — especialmente para investidores retail e institucionais em emergentes como o Brasil.

Desafios regulatórios persistem, mas parcerias como com bancos e conformidade nos EUA pavimentam o caminho. No longo prazo, isso acelera a adoção: imagine ações de blue chips tokenizadas, com yield via staking ou lending. Os ciclos de alta são alimentados por inovações assim, contextualizando o otimismo atual apesar da volatilidade.

Investidores devem monitorar liquidez inicial no OPEN e impactos na precificação da Figure. A tese macro de tokenização ganha tração, fortalecendo ecossistemas como Provenance.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Executivo Wall Street cartoon abraçando entidade blockchain cyan, com portas NYSE abertas para tokens 24/7, simbolizando adoção massiva

NYSE Entra em Tokenização 24/7: Wall Street Abraça Blockchain

A New York Stock Exchange (NYSE) anunciou planos para lançar trading 24/7 de ativos tokenizados ainda este ano, sinalizando a capitulação definitiva de Wall Street à tecnologia blockchain. Em paralelo, a Nasdaq recebe o primeiro ETF spot de Sui (SUIS) com recompensas de staking pela Canary Capital. Esses movimentos reforçam que os fundamentos do ecossistema cripto estão se fortalecendo, tornando impossível ignorar a adoção institucional em massa.


NYSE Assume Responsabilidade na Tokenização

A presidente da NYSE, Lynn Martin, declarou no World Liberty Forum que a bolsa sentiu uma “responsabilidade” para entrar no espaço de tokenização, impulsionada pelo momentum crescente das finanças baseadas em blockchain. A exchange já desenvolveu sua tecnologia proprietária e colabora com reguladores para integrar ativos tokenizados ao framework financeiro existente.

Essa plataforma blockchain permitirá o trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, rompendo com o modelo tradicional de 6,5 horas diárias, de segunda a sexta. Martin destacou lições de crises passadas em liquidez e estabilidade, aplicando-as para construir um sistema mais resiliente. O lançamento é esperado para o segundo semestre de 2026, pendente de aprovações regulatórias, mas o compromisso é claro: Wall Street está construindo o futuro.

Essa iniciativa não é isolada. Representa uma tendência onde gigantes tradicionais reconhecem o potencial da tokenização para liquidação mais rápida, produtos programáveis e acesso global contínuo — pilares que o cripto mercado já domina há anos.

ETF de Sui na Nasdaq: Staking Regulado

A Canary Capital marcou história ao listar o SUIS, o primeiro ETF spot de Sui com recompensas de staking integradas, diretamente na Nasdaq. O fundo rastreia o preço spot do token nativo da Sui Network, uma layer-1 desenvolvida por ex-engenheiros do Meta, enquanto reflete rendimentos líquidos de proof-of-stake no NAV.

Isso oferece aos investidores exposição direta ao Sui — focado em DeFi, games e marketplaces digitais — sem a necessidade de gerenciar chaves privadas ou validadores. O SUIS expande o portfólio de ETFs cripto além de Bitcoin e Ethereum, testando os limites regulatórios para produtos com yield on-chain em wrappers tradicionais.

Coincidentemente, o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) migrou para a NYSE Arca, reforçando o interesse em redes proof-of-stake emergentes. Para o investidor comum, isso democratiza o acesso a yields de staking de forma regulada e brokerage-friendly.

Implicações para Adoção em Massa

Esses anúncios não são meros eventos isolados; eles conectam-se à narrativa macro de adoção global. A NYSE, símbolo do establishment financeiro, adotando trading 24/7 via blockchain é um divisor de águas. Combinado com ETFs de altcoins como Sui oferecendo staking, vemos fluxos institucionais diversificando para além do Bitcoin.

Os fundamentos se fortalecem: tokenização resolve fricções antigas em mercados tradicionais, como horários limitados e settlements demorados. Reguladores, como o chairman da CFTC Michael Selig, sinalizam abertura para inovação, contrastando com posturas passadas mais restritivas. O mercado cripto, que opera 24/7 há uma década, agora influencia o core da finança convencional.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez global e opções acessíveis via corretoras internacionais, alinhando-se a ciclos de alta histórica pós-halving e influxos de ETF.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias para o lançamento da NYSE e desempenho inicial do SUIS. Esses desenvolvimentos validam a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo é ruído, mas adoção institucional é tendência irreversível. O ecossistema está se expandindo, atraindo capital de qualidade e construindo bases para crescimento sustentável.

Vale acompanhar fluxos de ETF e integrações tokenizadas como indicadores chave, semelhantes aos tesourarias corporativas de Bitcoin nos ciclos anteriores.


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Estrutura cristalina L2 flutuando independentemente sobre base maior, conectada a pilares bancários por fios tokenizados em isométrica, simbolizando maturidade das Layer 2 e RWAs

Base Busca Independência: Abandona OP Stack e Bancos Criam Rede Tokenizada

A Base, Layer 2 da Coinbase no Ethereum, anunciou transição para um codebase gerenciado internamente, afastando-se do OP Stack da Optimism. Lançada em 2023 com US$ 3,85 bilhões em TVL hoje, a mudança visa upgrades mais ágeis. Em paralelo, cinco bancos dos EUA unem-se à Cari Network para rede de depósitos tokenizados, destacando soberania infraestrutural em blockchain. Usuários e dApps na Base não notam impactos imediatos.


Transição Técnica da Base: Do OP Stack à Autonomia

A Base, uma das L2 mais usadas no Ethereum, foi construída inicialmente sobre o OP Stack da Optimism — um framework open-source para rollups otimistas que abstrai complexidades como sequenciadores e disponibilidade de dados. Com US$ 3,85 bilhões em TVL (DeFiLlama), a rede processa alto volume de transações diárias, mas dependia de equipes externas para upgrades críticos.

No post “The Next Chapter for Base“, a equipe explica a consolidação em um codebase unificado gerenciado pela Base. Isso permite controle total sobre o protocolo: do sequenciador aos provers de fraude. A transição mantém compatibilidade com padrões OP Stack, preservando interoperabilidade com o ecossistema Optimism. Para desenvolvedores, nada muda no dia a dia — dApps continuam deployando via Solidity sem migrações.

OP Labs confirmou: parceria de três anos ajudou Base a se tornar uma das L2 mais bem-sucedidas, e suporte continua como cliente enterprise. O token OP caiu 4% nas 24h pós-anúncio, refletindo preocupações com perda de royalties potenciais (Base elegível para ~118 milhões OP ao longo de seis anos).

Como Funciona o Novo Stack da Base

Tecnicamente, rollups otimistas como Base usam dois pilares: execução off-chain (sequenciador batcha transações e posta calldata no Ethereum L1) e disputa on-chain (provers verificam fraudes em janelas de desafio). O OP Stack padroniza isso via módulos plugáveis: op-node para consenso, op-geth para execução.

A Base agora fork a esses componentes em repositórios próprios no GitHub, permitindo customizações como dobrar upgrades para seis por ano. Analogia: passar de um framework genérico (OP Stack) para um kernel customizado, otimizando latência sem quebrar APIs públicas. Métricas on-chain — usuários ativos, gas gasto — devem crescer com inovação acelerada.

Por que importa? Sinaliza amadurecimento das L2: de dependência coletiva para soberania individual, reduzindo riscos de centralização em provedores como OP Labs.

Cari Network: Bancos Tokenizam Depósitos Bancários

Em paralelo, Huntington, First Horizon, M&T Bank, KeyCorp e Old National Bancorp integram a Cari Network, liderada por Eugene Ludwig (ex-regulador OCC). Foco: depósitos tokenizados — tokens ERC-20/equivalentes lastreados 1:1 em depósitos FDIC-insured.

Como funciona: clientes mintam/burnam tokens via smart contracts, transferindo valor 24/7 com liquidação instantânea, sem rails legados como ACH. Inicialmente, transferências intra-banco (com KYC/AML aplicado), expandindo para inter-banco. MVP em março 2026, piloto Q3, produção Q4.

Zach Wasserman (CFO Huntington) destaca: fundos ficam em depósitos, permitindo empréstimos bancários tradicionais. Diferente de stablecoins descolateralizadas, isso preserva o modelo bancário enquanto usa blockchain para eficiência.

Soberania Infraestrutural: Tendência no Ecossistema

Base e Cari exemplificam “soberania infra”: controle sobre stack técnico evita lock-ins. Para Base, acelera inovação em L2 escaláveis; para bancos, defende turf contra fintechs crypto (ex: Bridge da Stripe com charter bancário). Ambas usam blockchain para atomicidade e transparência on-chain.

Impacto: mais redes permissionless (Base) e permissioned (Cari) convergem, elevando TVL tokenizado global. Desenvolvedores na Base ganham estabilidade; bancos, competitividade em pagamentos. Monitore commits GitHub da Base e pilots da Cari para próximos passos.


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Personagens cartoon de Emirados, Malásia e Hong Kong conectando teia blockchain com tokens, simbolizando integração global em tokenização institucional

Emirados Árabes e Malásia Aceleram Tokenização Institucional

O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (CBUAE) aderiu à Central Money Markets Unit (CMU) de Hong Kong, ganhando acesso direto aos mercados de dívida chineses. Em paralelo, o Banco Negara Malaysia (BNM) lançou sandboxes regulatórios para stablecoins ringgit e tokenização de depósitos bancários. Esses movimentos reforçam o novo eixo financeiro Oriente-Médio-Ásia, onde blockchain integra sistemas tradicionais em escala global.


Emirados Árabes Ganham Porta de Entrada para a China

A adesão à CMU, anunciada após reunião bilateral em 11 de fevereiro de 2026, permite que investidores dos Emirados acessem de forma custo-efetiva os mercados de dívida continentais chineses via infraestrutura de Hong Kong. Governadores Khaled Mohamed Balama (CBUAE) e Eddie Yue (HKMA) discutiram conectividade cross-border, incluindo tokenized securities, CBDCs e stablecoins reguladas.

Esse passo constrói sobre MoUs recentes: em janeiro de 2026, autoridades de capitais assinaram acordo sobre ativos digitais; em setembro de 2025, veio o reconhecimento mútuo de fundos e ETFs. Com exportações de US$ 19,7 bilhões para Hong Kong em 2024, o comércio bilateral sustenta essa integração. Os fundamentos para fluxos de capital via blockchain se fortalecem, posicionando UAE como hub Oriente Médio-Ásia.

Malásia Testa Stablecoins e RWAs em Sandbox

O Digital Asset Innovation Hub (DAIH) do BNM iniciou três pilotos: stablecoins ringgit para settlement wholesale, tokenização de real-world assets (RWAs) e depósitos bancários tokenizados. Parceiros incluem Standard Chartered, CIMB, Maybank e Capital A, com foco em considerações Shariah-compliant.

Essa iniciativa segue um roadmap de três anos publicado em novembro de 2025, visando supply chain, programmable finance e settlement 24/7. Exemplos incluem a stablecoin RMJDT, lançada pelo príncipe herdeiro Ismail Ibrahim em dezembro, ainda em testes, e planos de Standard Chartered para stablecoin ringgit. Esses experimentos pavimentam o caminho para uma wholesale CBDC, ampliando o ecossistema digital malaio. O mercado está construindo infraestrutura resiliente para a economia tokenizada.

Integração Global e Adoção Institucional

Esses avanços ilustram a narrativa maior de adoção: nações asiáticas e do Golfo lideram a fusão de finanças tradicionais com blockchain. Hong Kong reforça seu papel como hub RMB offshore, enquanto Malásia e UAE exploram interoperabilidade em tokenização. Projetos como Ensemble (HK) e digital dirham (UAE) sugerem padrões unificados para dívida tokenizada.

Para investidores, isso significa diversificação de oportunidades em mercados emergentes. A volatilidade de curto prazo cede espaço a tendências de longo prazo, onde adoção institucional supera ruído diário. Monitorar esses eixos é chave para entender o ciclo atual de maturação.

Perspectivas para o Mercado Cripto

A coordenação regulatória acelera a maturidade do setor. Stablecoins para settlement cross-border reduzem fricções, enquanto RWAs trazem liquidez a ativos reais. Embora riscos como conformidade Shariah e volatilidade persistam, o otimismo é fundamentado: fluxos comerciais bilionários demandam soluções eficientes, e blockchain entrega.

Investidores atentos veem nesses passos confirmação de que o ecossistema global se expande, conectando Oriente Médio, Ásia e além. O futuro financeiro se constrói agora.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon transferindo pilha de ativos dourados para rede XRPL com XRP integrado, simbolizando acordo de US$300 bi com Aviva

Ripple e Aviva: US$ 300 Bilhões em Ativos no XRP Ledger

A parceria estratégica entre Ripple e Aviva Investors marca um marco histórico: US$ 300 bilhões em ativos sob gestão da gigante seguradora britânica serão tokenizados no XRP Ledger (XRPL). Anunciada nesta quarta-feira (11/02), a iniciativa foca em estruturas de fundos regulados, aproveitando a velocidade, baixo custo e sustentabilidade da rede. Enquanto o XRP oscila em torno de R$ 7,14, os fundamentos da rede se fortalecem com essa adoção massiva de instituições tradicionais.


Detalhes da Parceria com Aviva

A Aviva Investors, braço de gestão de ativos da Aviva plc — uma das maiores seguradoras do Reino Unido —, uniu forças com a Ripple para trazer fundos tradicionais tokenizados para o XRPL. Essa é a primeira colaboração da Ripple com uma firma europeia de investimento para tokenizar real-world assets (RWAs) em escala significativa.

O XRPL oferece infraestrutura ideal para isso: transações rápidas (3-5 segundos), custos mínimos e conformidade regulatória. A Ripple, como principal contribuinte da ledger, fornece expertise técnica para adaptar estruturas de fundos regulados à blockchain. Esse movimento vai além de pilotos, representando integração ao vivo com um player de peso no mercado financeiro europeu.

Para o investidor comum, isso significa que o ecossistema XRP está se expandindo para além de pagamentos transfronteiriços, entrando no coração dos mercados de capitais globais.

Reação Entusiasmada do VP da RippleX

Markus Infanger, VP sênior da RippleX, não conteve o otimismo ao comentar a notícia. Em postagem no X (antigo Twitter), ele descreveu o anúncio como um ‘genuinely huge moment’ para o XRPL, destacando como as finanças tradicionais estão migrando on-chain. ‘Aviva Investors anuncia parceria com Ripple para tokenizar estruturas de fundos no XRPL’, escreveu, enfatizando o pioneirismo.

Essa reação oficial reforça a narrativa de que o XRPL não é mais periférico, mas infraestrutura central para RWAs. Upgrades como Hooks e XLS-30 garantem maturidade para demandas institucionais, validando anos de desenvolvimento focado em adoção real.

Londres Consolida-se como Hub de RWA

Com essa parceria, Londres emerge como hub chave para RWAs na Ripple, ao lado de Singapura e Dubai. Reguladores britânicos preparam guidelines para pilots de tokenização de fundos, tornando o timing perfeito. A Aviva, com sua escala de US$ 300 bilhões, valida o XRPL como rail confiável para produtos como fundos, bonds e finanças estruturadas.

Isso contrasta com o foco em Ethereum de players como BlackRock, mostrando diversificação: XRPL destaca-se em eficiência e custo para volumes institucionais. O mercado cripto está construindo bases sólidas, onde utilidade precede especulação de preço.

Fundamentos Fortes para o Futuro

Enquanto o preço do XRP enfrenta volatilidade — com queda de 1,17% nas últimas 24 horas —, essa notícia exemplifica o viés de alta nos fundamentos. Ripple expande influência com parcerias como Zand (EAU) e planos para tokenizar T-Bills americanos via RLUSD, sua stablecoin que atingiu US$ 1,5 bilhão em valor.

Para investidores de longo prazo, o foco deve estar na adoção: mais RWAs no XRPL significam maior demanda por XRP como gás nativo e ponte de liquidez. O ecossistema amadurece, preparando o terreno para ciclos de alta sustentados pela utilidade real.


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Burocrata cartoon traçando quatro linhas vermelhas em mapa digital, isolando stablecoins e RWA offshore, simbolizando repressão chinesa a cripto

China Fecha o Cerco: Banimento às Stablecoins em Yuan e RWA Offshore

O governo chinês, por meio de oito agências regulatórias incluindo o Banco Popular da China (PBOC) e a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC), emitiu um aviso conjunto que amplia a repressão às criptomoedas para incluir stablecoins ligadas ao yuan e tokenização de ativos reais (RWA). A medida reafirma o banimento de 2021 e impõe restrições offshore, sinalizando maior controle sobre fluxos financeiros transfronteiriços em meio a tensões geopolíticas globais.


O Aviso Conjunto e Reafirmação do Banimento Crypto

Segundo autoridades chinesas, atividades especulativas com moedas virtuais e tokenização de ativos reais têm se multiplicado, gerando riscos ao sistema financeiro. O documento, publicado em 6 de fevereiro de 2026, lista como ilegais práticas como troca entre moedas fiduciárias e cripto, negociações entre criptomoedas, emissão de tokens e serviços de custódia ou intermediação. Entidades estrangeiras também são proibidas de oferecer esses serviços no território chinês.

Essa postura endurecida remete ao banimento de 2021, que derrubou o hashrate global de Bitcoin em 50%, mas agora foca em brechas offshore. O PBOC enfatiza que stablecoins replicam funções monetárias soberanas, ameaçando o controle do renminbi. Empresas chinesas não podem emitir stablecoins ligadas ao yuan no exterior sem aprovação explícita, estendendo a proibição além das fronteiras nacionais.

Essa evolução reflete preocupações com evasão de capitais e influência de stablecoins como USDT em transações paralelas, especialmente após quedas recentes no mercado crypto que elevaram prêmios em negociações OTC com RMB.

Restrições Específicas a Stablecoins em Yuan

Stablecoins ancoradas em moedas fiduciárias, particularmente o yuan, recebem atenção especial. Autoridades argumentam que esses ativos digitais cumprem funções de meio de troca e reserva de valor, desafiando a soberania monetária. A proibição abrange emissão, circulação e facilitação de transações cross-border por entidades chinesas ou suas subsidiárias estrangeiras.

No contexto global, isso contrasta com avanços em Hong Kong, que testa stablecoins reguladas, e com a UE, que avança no MiCA. Para Pequim, o risco reside na desestabilização do yuan digital (e-CNY), cuja adoção cresce em pagamentos domésticos e internacionais via mBridge. Investidores globais notam que essa medida pode acelerar fluxos para stablecoins em dólar, impactando dinâmicas de reserva de valor em mercados emergentes como o Brasil.

Diretrizes para Tokenização de RWA e Quatro Linhas Vermelhas

A CSRC publicou as primeiras diretrizes para tokenização de RWA, definindo um regime dual-track: proibido no interior da China, mas permitido offshore com备案 (registro prévio). Empresas devem submeter relatórios detalhados sobre ativos base, esquemas de emissão e conformidade, com responsabilidade solidária para controladores e intermediários.

Quatro linhas vermelhas demarcam o proibido:

  1. ativos vedados por lei para financiamento via mercado de capitais;
  2. aqueles que ameacem a segurança nacional em emissões estrangeiras;
  3. bens com disputas de propriedade;
  4. itens na lista negativa de securitização de ativos domésticos.

Essa estrutura alinha RWA à regulação de listagens offshore, priorizando segurança de dados e investimentos transfronteiriços sob leis de câmbio e cibersegurança.

Enquanto BlackRock e outros tokenizam títulos nos EUA, a China busca canais controlados para ativos domésticos acessarem mercados globais, sem abrir brechas para especulação desregulada.

Implicações Geopolíticas e para Investidores Globais

Essa repressão 2.0 ocorre em momento de transição global: EUA sob Trump sinalizam pro-cripto, enquanto China acelera o e-CNY para desafiar o dólar em comércio com BRICS. O banimento reforça o enclausuramento financeiro chinês, limitando vazamento de capitais via crypto e protegendo o yuan contra volatilidade.

Para investidores internacionais, incluindo brasileiros expostos a exchanges globais, o impacto é indireto: redução de liquidez em pares RMB-stablecoin pode elevar prêmios em Ásia, afetando arbitragem. Plataformas como Binance enfrentam maior escrutínio em KYC para usuários chineses. Vale monitorar se essa rigidez impulsiona migração para jurisdições amigáveis como Dubai ou Singapura, remodelando fluxos globais de cripto.


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Personagens cartoon de banqueiro e avatar Solana se cumprimentando sobre ponte luminosa, ignorando ondas de volatilidade e simbolizando adoção institucional

Bancos e Solana: Adoção Silenciosa Ignora Caos de Preços

Enquanto os preços das criptomoedas oscilam em meio ao caos macroeconômico, os fundamentos do ecossistema se fortalecem com adoção real. A integração do Polymarket à Solana via Jupiter traz mercados de previsões on-chain de forma nativa, reduzindo fricções e impulsionando o DeFi consumer. Paralelamente, diretores de grandes bancos sinalizam consenso sobre a tokenização e pagamentos digitais via Ripple, mudando o foco de ‘por quê’ para ‘como’. Essa é a adoção silenciosa que constrói o futuro.


Integração Polymarket-Jupiter Revoluciona Previsões na Solana

A exchange descentralizada Jupiter anunciou a parceria com o Polymarket, líder em mercados de previsão com valuation estimado em US$ 9 a 10 bilhões. Agora, usuários acessam contratos de eventos políticos, esportivos e econômicos diretamente no app Jupiter, sem bridges ou trocas de plataformas. Anunciado em 1º de fevereiro de 2026, o recurso aparece em uma aba dedicada “Prediction”, combinando a liquidez do Polymarket com a eficiência técnica da Solana.

O setor de prediction markets explodiu, com US$ 12 bilhões em volume só em janeiro, gerando mais de US$ 11 milhões em fees on-chain. Essa integração elimina barreiras técnicas, posicionando a Solana como hub de DeFi consumer. Com SOL cotado a cerca de R$ 544, o ecossistema prova que adoção prática supera volatilidade de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas para volumes anuais que podem superar US$ 500 bilhões.

Bancos Mudam Discurso: De ‘Por Quê’ para ‘Como’ na Tokenização

Reece Merrick, executivo sênior da Ripple para Oriente Médio e África, relatou discussões intensas com mais de 20 diretores de bancos. Uma sessão de 30 minutos estendeu-se para 90, com consenso unânime sobre o potencial de pagamentos com ativos digitais e tokenização. Os executivos, responsáveis por alocação de capital e transformação estratégica, veem blockchain como infraestrutura essencial para eficiência em cross-border payments.

Essa shift institucional reflete maturidade: não mais debates teóricos, mas execução prática alinhada a regulamentações. Bancos buscam redução de custos, velocidade e transparência, integrando tokenização a sistemas legados. Com XRP em torno de R$ 8,50, a Ripple catalisa essa transição, provando que grandes players ignoram ruído de preços para focar em utilidade real.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional Acelera Ciclo de Alta

Essas parcerias exemplificam a tese de adoção global: Solana ganha tração em aplicações consumer como prediction markets, enquanto Ripple pavimenta o caminho para finanças tokenizadas. Em ciclos passados, fluxos institucionais precederam valorizações expressivas. Hoje, com regulamentações mais claras — como a retirada de propostas restritivas da CFTC —, o caminho está pavimentado.

Investidores atentos monitoram métricas como volume on-chain e integrações institucionais, não oscilações diárias. Os fundamentos se fortalecem, e o otimismo responsável aponta para um ecossistema mais resiliente. Vale acompanhar como essas inovações escalam em 2026.


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Figura cartoon da SEC equilibrando balança com pratos 'Emissor' e 'Terceiros' sobre prisma RWA, simbolizando diretrizes para tokenização de títulos

SEC Define Regras para Títulos Tokenizados e RWA nos EUA

Entenda as novas regras do jogo: a SEC finalmente explicou como quer a tokenização de títulos. Em orientação publicada nesta quarta-feira (28/01/2026), o regulador dos EUA dividiu os ativos tokenizados, ou RWA (Real World Assets), em duas categorias: patrocinados pelo emissor e por terceiros. Isso traz clareza para empresas e investidores que buscam legalidade na blockchain, sem burlar leis federais de securities. A medida responde ao crescimento explosivo desses ativos, que subiram 92% em 12 meses.


O Que São Ativos Tokenizados (RWA)?

Imagine transformar ações, bonds ou imóveis em tokens digitais na blockchain. Esses são os ativos tokenizados, ou RWA, que representam bens do mundo real em formato cripto. A vantagem? Transferências instantâneas, liquidez 24/7 e fractional ownership (posse fracionada), acessível a mais pessoas.

Por exemplo, uma empresa pode tokenizar suas próprias ações diretamente na chain, atualizando registros de ownership on-chain. Ou um terceiro cria tokens que dão direito indireto a esses ativos. Mas atenção: a SEC alerta que o formato blockchain não altera as leis de securities. Qualquer token que se encaixe na definição de ‘security’ deve seguir regras de registro, disclosure e compliance.

Essa tokenização está em alta por causa da eficiência: menos intermediários, custos menores e globalização. Plataformas como Securitize já celebram a orientação como um passo para escalar responsavelmente.

As Duas Categorias: Emissor vs Terceiro

A orientação da SEC diferencia claramente os modelos. No primeiro, issuer-sponsored, o emissor (empresa dona do ativo) tokeniza diretamente: integra blockchain aos registros de propriedade ou emite crypto que atualiza ledgers off-chain. Aqui, transferências on-chain equivalem a transferências reais de securities.

Já o modelo de terceiros não afiliados é dividido em custodial e sintético. Custodial: o terceiro custodia o ativo real e emite tokens de ‘entitlement’ (direito indireto). Sintético: cria novos securities que dão exposição sem ownership real, como notes estruturadas ou swaps. Riscos? No third-party, investidores podem sofrer com falência do custodiante, por isso a SEC prefere custody via brokers regulados.

Em resumo: blockchain é só tecnologia de registro; as leis federais valem iguais para todos.

Por Que a SEC Criou Essas Categorias?

O objetivo é dar clareza regulatória em meio ao boom institucional. Gigantes como WisdomTree já tokenizam fundos na Solana, e o valor on-chain de RWA explodiu. Sem orientação, empresas hesitavam por medo de violações. Agora, com categorias definidas, emissões ficam mais seguras.

Isso alinha com movimentos maiores: DTCC tokenizando Treasuries, harmonização SEC-CFTC e políticas pró-cripto. Para brasileiros, significa que investir em RWA americanos exige plataformas compliant, evitando riscos de banimentos como na Argentina.

Como Investir Legalmente em Títulos Tokenizados?

  1. Verifique se o token é security (Howey Test).
  2. Plataformas devem registrar na SEC.
  3. Prefira custódia regulada (brokers, não self-custody crypto-native).
  4. Monitore disclosures e riscos de terceiros.

Para iniciantes, comece com ETFs tokenizados ou fundos compliant. Vale monitorar aprovações como a do DTCC. Isso democratiza investimentos, mas sempre com due diligence.


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Personagens cartoon banqueiro e tech girando chave legislativa que libera tokens de ativos reais, simbolizando CLARITY Act e tokenização em 2026

Jefferies: 2026 é o Ano da Tokenização com CLARITY Act

O banco de investimentos Jefferies identificou o CLARITY Act como o ponto de inflexão para a tokenização de ativos digitais, enquanto a Coinbase destacou o momentum global em Davos. Infraestrutura blockchain madura e avanços regulatórios posicionam 2026 como o ano em que ativos do mundo real (RWA) explodirão via blockchain, unindo Wall Street e gigantes de tecnologia em Washington e na Suíça. Isso promete democratizar o acesso a investimentos tradicionalmente restritos.


Visão Técnica da Jefferies sobre o CLARITY Act

Analistas da Jefferies, liderados por Andrew Moss, argumentam que o amadurecimento da infraestrutura blockchain, combinado com progresso regulatório incremental, está preparando o terreno para uma nova onda de tokenização por instituições de finanças tradicionais (TradFi). O CLARITY Act, projeto de lei do Comitê Bancário do Senado lançado em 12 de janeiro de 2026, representa o blueprint mais detalhado para a estrutura de mercado de ativos digitais nos EUA.

Essa lei propõe um framework technology-neutral, harmonizando a supervisão entre agências. Ela classifica ativos, define jurisdições regulatórias, regula atividades de instituições financeiras, supervisiona DeFi, padroniza tokenização e reforça proteções ao consumidor. Um destaque é o fechamento da “stablecoin yield loophole”, banindo recompensas apenas por holding de stablecoins, mas preservando incentivos baseados em transações.

Com aprovação incerta — as odds no Polymarket caíram —, a Jefferies prevê que regras claras acelerem trading, empréstimos e custódia em blockchain, beneficiando tokens de redes com atividade geradora de receita. Iniciativas como as da NYSE, Nasdaq, DTCC e Swift já aceleram esse processo.

Momentum em Davos pela Coinbase

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, relatou que a tokenização dominou as conversas no Fórum Econômico Mundial em Davos. Iniciada com stablecoins, a tendência agora abrange múltiplas classes de ativos, com empresas Fortune 500 participando ativamente.

Armstrong enfatizou o potencial inclusivo: bilhões de adultos globalmente excluídos de mercados financeiros tradicionais ganharão acesso. Apesar de tensões — como a retirada de suporte da Coinbase à versão senatorial do CLARITY Act por emenda anti-bancos —, diálogos com policymakers em DC e Davos avançam. Bancos veem crypto como prioridade estratégica, e a administração Trump é descrita como a mais proativa em cripto.

O CLARITY Act surge como passo fundacional para os EUA competirem globalmente em stablecoins e tokenização.

Implicações para Ativos Reais Tokenizados (RWA)

A tokenização de ativos do mundo real (RWA) transforma imóveis, títulos e commodities em tokens blockchain, oferecendo liquidez 24/7, frações acessíveis e settlement instantâneo. Para o leitor brasileiro, isso significa potencial exposição a mercados globais sem intermediários caros.

Explicação técnica simples: um ativo real é mapeado 1:1 em um token ERC-20 ou similar, com smart contracts garantindo compliance e transferibilidade. Com CLARITY, bancos entrarão em massa, elevando TVL em protocolos RWA de bilhões para trilhões em 2026.

Riscos incluem volatilidade regulatória e adoção lenta, mas o consenso é otimista: 2026 marca a maturidade técnica do dinheiro programável.

Próximos Passos e Oportunidades

O Comitê de Agricultura do Senado adiou a audiência para quinta-feira devido a uma tempestade. Investidores devem monitorar reconciliação entre os projetos de lei da Câmara e do Senado, além de assinatura presidencial. Plataformas como Coinbase e BlackRock lideram pilots RWA.

Para traders, foque em blockchains como Ethereum e Solana, hubs de tokenização. O futuro técnico do dinheiro está aqui: tokenizado, acessível e regulado.


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CEO cartoon em Davos apontando para torres bancárias rachadas por fluxos de tokenização, simbolizando ameaça existencial da cripto

Cripto é ‘Ameaça Existencial’ aos Bancos, Diz CEO da Coinbase

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, afirmou em Davos que um executivo de um dos 10 maiores bancos do mundo revelou que as criptomoedas são vistas como ‘ameaça existencial’ ao modelo de negócios tradicional. Segundo Armstrong, a cripto passou de ignorada por Wall Street a prioridade absoluta para a sobrevivência bancária. Se os gigantes financeiros estão com medo, você está no lugar certo para lucrar com essa virada histórica.


Bancos Reconhecem Prioridade Existencial da Cripto

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Armstrong compartilhou conversas reveladoras com líderes financeiros. Um alto executivo de banco global classificou as criptomoedas como a ‘number one priority’ da instituição, descrevendo-a como questão existencial. Isso marca o fim da era em que Wall Street menosprezava o Bitcoin e altcoins.

Agora, os bancos correm para integrar infraestrutura cripto, temendo a desintermediação. Armstrong destacou que a maioria dos executivos com quem conversou é pró-cripto e busca oportunidades ativamente. O que era risco agora é visto como essencial para não perder relevância. Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção global, com o Bitcoin negociado a R$ 468.830,05 segundo o Cointrader Monitor (-1,29% em 24h).

Tokenização e Stablecoins como Catalisadores

A tokenização de ativos foi um dos temas quentes em Davos, expandindo-se para ações, crédito e produtos financeiros. Armstrong estima que 4 bilhões de adultos sem acesso a investimentos de qualidade possam se beneficiar, fechando a lacuna global. Stablecoins e ativos tokenizados permitem transferências instantâneas, sem atrasos de clearing ou intermediários bancários.

Essa tendência ameaça os rails legados de pagamento dos bancos, promovendo fintechs e gestoras que oferecem acesso direto. “Esperem avanços significativos em 2026“, previu o CEO. Para o mercado brasileiro, isso reforça a viabilidade de diversificar em cripto, especialmente com a maturidade de plataformas locais.

Apoio Político: Trump e a CLARITY Act

Armstrong elogiou o governo Trump como o mais favorável às criptomoedas no mundo, impulsionando legislações como a CLARITY Act, que cria marco regulatório claro para ativos digitais. Isso contrasta com investimentos chineses em stablecoins, posicionando os EUA na liderança.

Regras claras são cruciais para manter a competitividade americana, evitando que rivais avancem. No Brasil, onde regulamentações evoluem, esse movimento global incentiva otimismo para aprovações locais que atraiam mais capital institucional.

AI Agents e o Futuro sem Bancos Tradicionais

Inteligência artificial e cripto dominaram as discussões em Davos. Armstrong prevê que AI agents adotarão stablecoins para pagamentos, ignorando verificações de identidade e restrições bancárias convencionais. A infraestrutura já existe, com uso crescendo rapidamente.

Essa convergência acelera a obsolescência de modelos bancários antigos, validando a visão de alta de longo prazo para cripto. Investidores atentos podem posicionar-se agora, monitorando tokenização e integrações AI-cripto como drivers de valorização sustentada.


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Balança desequilibrada com cofres ETFs Wall Street vs nuvem vaporosa tokenização, personagens cartoon debatendo desafio SEC

Tokenização de ETFs: O Próximo Desafio da SEC para Wall Street

Tokens de ETF: Wall Street quer transformar ações em ativos digitais 24/7. A gestora F/m Investments, com US$ 18 bilhões em ativos, protocolou na SEC o primeiro pedido para tokenizar cotas de seu ETF de Treasuries de 3 meses (TBIL) em uma blockchain permissionada. A proposta visa eficiência operacional, mas enfrenta ceticismo, como a crítica de um professor de Columbia ao plano similar da NYSE, chamado de vaporware. Isso é a ponte para o futuro ou apenas hype regulatório?


O Que é Tokenização de Cotas de ETF?

A tokenização de cotas de ETF significa converter as frações tradicionais de um fundo negociado em bolsa em tokens digitais registrados em uma blockchain. Imagine um ETF de Treasuries americanos, como o TBIL da F/m, onde cada cota é um token único na rede blockchain. Isso permite registro imutável de propriedade, liquidação instantânea de transações e potencial para negociações 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender dos horários da bolsa tradicional.

Para iniciantes: ETFs são fundos que replicam índices ou ativos, como Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Hoje, as cotas são registradas em sistemas centralizados, suscetíveis a erros humanos e delays. Com blockchain permissionada — rede privada acessível só a participantes autorizados —, a F/m busca modernizar sem abrir mão de proteções regulatórias. As cotas tokenizadas seriam trocadas 1:1 pelas tradicionais, preservando direitos de voto e econômicos. Negociações secundárias continuariam via corretoras registradas.

A Proposta da F/m Investments à SEC

A F/m Investments gerencia US$ 18 bilhões e vê na tokenização uma forma de eficiência. O CEO Alexander Morris enfatiza: criar um “on-ramp regulado” que una inovação à proteção ao investidor de 85 anos. A blockchain atuaria só como camada de registro e liquidação, com transferências restritas a atividades autorizadas. Isso suporta interfaces digitais modernas e alocações automáticas, preparando o fundo para mercados tokenizados emergentes.

O pedido à SEC é pioneiro, mantendo arbitragem e trading tradicionais enquanto testa a viabilidade. Instituições globais já exploram produtos tokenizados, e a F/m quer liderar dentro das regras, evitando um futuro sem salvaguardas.

Críticas: NYSE e o Rótulo de ‘Vaporware’

Nem todos estão convencidos. O professor Omid Malekan, da Columbia Business School, classificou o plano da NYSE para tokenização de ações e ETFs com trading 24/7 como vaporware — produto anunciado sem detalhes concretos. Faltam infos sobre a chain usada, se permissionada ou não, tokenomics e fees. Malekan argumenta que o modelo centralizado da NYSE choca com a arquitetura descentralizada da tokenização.

Ele compara à AT&T nos anos 90, pioneira em telecom mas fraca na internet. Apesar disso, executivos cripto veem potencial: trading on-chain nativo sem wrappers. ARK Invest projeta mercado de RWA (ativos do mundo real tokenizados) de US$ 22 bilhões para US$ 11 trilhões até 2030.

Revolução ou Marketing? O Que Vem a Seguir

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: Wall Street se “blockchainiza”, podendo baratear acesso a ativos globais via tokens. Mas riscos persistem — regulação da SEC é lenta, e vaporware pode frustrar expectativas. Monitore aprovações: se F/m avançar, abre portas para ETFs tokenizados acessíveis. Vale acompanhar como isso equilibra inovação e proteção, definindo se tokenização é ponte para o futuro ou buzzword.


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Executivos cartoon de Wall Street e Hong Kong apertando mãos sobre ponte tokenizada 24/7, simbolizando aceleração global de ativos on-chain

NYSE e Hong Kong Aceleram Tokenização Global de Ativos

A New York Stock Exchange (NYSE) deu início aos preparativos para oferecer trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, sinalizando a transição de Wall Street para operações on-chain. Paralelamente, Hong Kong planeja emitir suas primeiras licenças de stablecoins no primeiro trimestre de 2026. Esses movimentos representam a fusão entre mercados tradicionais e tecnologia blockchain, prometendo maior liquidez e eficiência global.


Preparativos da NYSE para Trading On-Chain 24/7

A NYSE, uma das maiores bolsas de valores do mundo, está desenvolvendo infraestrutura para tokenizar ações e ETFs, permitindo negociações contínuas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Essa iniciativa vai além da simples representação digital de ativos: envolve a integração de blockchains para liquidez instantânea, propriedade fracionada e settlements automatizados via smart contracts.

Tokenização significa converter direitos sobre ativos reais – como ações ou fundos – em tokens digitais fungíveis ou não fungíveis na blockchain. Isso elimina intermediários tradicionais, reduz custos de transação e habilita acesso global sem barreiras de horário de mercado. Para investidores brasileiros, isso pode significar exposição a ativos americanos com mais flexibilidade, integrando-se a plataformas DeFi.

Os preparativos ocorrem em meio a volatilidade cripto, com Bitcoin em torno de US$ 91 mil e ETFs registrando saídas de US$ 394 milhões. Ainda assim, a visão é clara: transformar a NYSE em um hub híbrido, on-chain.

Avanço Regulatório de Stablecoins em Hong Kong

Hong Kong, posicionando-se como hub fintech asiático, implementou regime de licenciamento para stablecoins em agosto de 2025. A Hong Kong Monetary Authority (HKMA) receberá 36 aplicações e emitirá as primeiras aprovações no Q1 2026. Requisitos incluem reservas auditadas, resgates a par e segregação de fundos, equilibrando inovação e proteção ao investidor.

Empresas como a joint venture entre Standard Chartered, Animoca Brands e HKT estão na fila. Stablecoins, atrelados a moedas fiduciárias, são pilares para tokenização, facilitando pagamentos cross-border e pontes entre finanças tradicionais e cripto. Com market cap global de US$ 309 bilhões, o setor atrai gigantes como JP Morgan e Visa.

Essa regulação “proativa e prudente” visa atrair emissores enquanto mitiga riscos, como visto em escândalos locais como o colapso da JPEX.

Implicações para a Tokenização Global

A convergência NYSE-Hong Kong acelera a tokenização de trilhões em ativos reais. Benefícios incluem eficiência: transações em segundos vs. dias; inclusão: acesso fracionado para pequenos investidores; e interoperabilidade: tokens negociáveis em chains como Ethereum ou Solana.

Desafios persistem, como escalabilidade blockchain e harmonização regulatória. Vitalik Buterin defende stablecoins descentralizados mais resilientes. Para o Brasil, isso abre portas para tokenização de RWAs (Real World Assets) locais, como imóveis ou títulos públicos.

Esses passos posicionam NYSE e Hong Kong como líderes, pavimentando a “Wall Street on-chain” – uma era onde mercados globais operam sem fronteiras ou pausas.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações em HK e testes da NYSE. Plataformas como Binance oferecem exposição inicial a stablecoins e tokens. A tokenização pode revolucionar alocação de capital, direcionando fundos reais para economia produtiva via blockchains transparentes.

Vale acompanhar como esses hubs influenciam regulações em outros centros, como EUA e Europa.


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Personagens cartoon de TradFi e crypto construindo ponte de elos luminosos sobre abismo digital, com relógio 24/7 simbolizando NYSE em blockchain via Chainlink

NYSE Entra na Blockchain: Ações Tokenizadas 24/7 com Chainlink

A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), maior do mundo, anunciou o desenvolvimento de uma plataforma baseada em blockchain para negociação de ações tokenizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Operada pela Intercontinental Exchange (ICE), a iniciativa conta com suporte técnico da Chainlink, que fornece dados de mercado em tempo real para mais de 40 blockchains. Essa convergência entre Wall Street e tecnologia on-chain sinaliza a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA), permitindo liquidação instantânea e acesso global contínuo. O lançamento, pendente de aprovação regulatória, pode transformar os mercados financeiros tradicionais.


Plataforma NYSE: Negociação Contínua On-Chain

A nova plataforma da NYSE combina sua tecnologia de negociação com sistemas de pós-negociação em blockchain, suportando múltiplas redes sem especificar qual inicialmente. Ela permitirá a negociação de ações tokenizadas tradicionais — representações digitais de papéis existentes — e títulos nativos tokenizados, preservando direitos como dividendos e governança corporativa.

Trabalhando com bancos como BNY e Citi, a NYSE foca em depósitos tokenizados e transferências fora do horário bancário tradicional, adaptando-se a diferentes fusos horários. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, unindo confiança regulatória com tecnologia de ponta.” Essa infraestrutura resolve limitações clássicas, como horários fixos (9h30 às 16h) e liquidação em T+2 dias, oferecendo liquidação instantânea.

Para o público brasileiro, isso significa acesso 24/7 a ativos americanos sem barreiras de horário, potencializando estratégias de investimento globais via plataformas cripto compatíveis.

Chainlink: O Backbone de Dados para RWAs

A Chainlink entra como parceira essencial com seus U.S. Equities Streams 24/5, entregando dados de alta fidelidade de ações e ETFs americanos. Além de preços, incluem spreads bid-ask, volumes de negociação, flags de status de mercado e indicadores de frescor, essenciais para modelos precisos de precificação e gerenciamento de risco em produtos on-chain.

Disponível em mais de 40 blockchains, já adotada por exchanges como BitMEX, Lighter, ApeX e Orderly Network para perpétuos de equities, empréstimos e RWAs. Johann Eid, da Chainlink Labs, afirmou: “É um passo importante para mercados de capital cross-border sempre ativos.” Vladimir Novakovski, CEO da Lighter, elogiou a baixa latência fora do horário regular sem perda de integridade.

Essa integração explica tecnicamente como blockchains sempre ativas se conectam a mercados tradicionais limitados, democratizando dados para desenvolvedores construírem dApps de finanças tokenizadas.

Implicações: Maturidade da Tokenização RWA

A iniciativa valida a tese cripto de mercados eficientes 24/7, como já ocorre em exchanges como Binance. Larry Fink, da BlackRock, chamou tokenização de “próxima grande evolução na infraestrutura de mercado”. Robinhood e Coinbase já oferecem ações tokenizadas na Europa e planejam expansão.

Para RWAs, representa irreversibilidade: uma vez tokenizados na NYSE, ativos tradicionais fluem para blockchains como Ethereum ou Solana, aumentando o tamanho do mercado cripto. Investidores brasileiros ganham com diversificação, mas devem monitorar aprovações da SEC e volatilidade regulatória.

A convergência TradFi-cripto acelera adoção institucional, com potencial para stablecoins em settlements e redução de riscos contraparte.

Próximos Passos e Oportunidades

Sem cronograma definido, a plataforma aguarda aprovação regulatória. Michael Blaugrund, da ICE, enfatiza o shift do analógico para digital on-chain. Vale acompanhar integrações com blockchains específicas e volume inicial de RWAs.

Para traders, plataformas como Binance já oferecem trading 24/7 de criptoativos correlatos. Monitore o mNAV (market NAV) desses produtos para avaliar maturidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de bancos, NYSE e crypto ativando relógio 24/7 blockchain, simbolizando lançamento de trading tokenizado

NYSE Revoluciona com Trading 24/7 via Blockchain e Grandes Bancos

A New York Stock Exchange (NYSE), maior bolsa do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19/01/2026) o desenvolvimento de uma plataforma blockchain para trading 24/7 de ações tokenizadas. Com liquidação instantânea e financiamento via stablecoins, a iniciativa conta com apoio de gigantes como BNY Mellon e Citi, marcando o fim dos horários comerciais tradicionais e o tiro de partida para a tokenização global de ativos reais (RWAs). CZ, ex-CEO da Binance, celebrou o movimento como de alta para cripto.


Plataforma Inovadora: 24/7 e Blockchain Nativo

A nova venue da NYSE integrará seu motor de matching avançado Pillar com sistemas pós-trade baseados em blockchain, suportando múltiplas blockchains para liquidação e custódia. Os tokens serão fungíveis com títulos tradicionais, preservando direitos de acionistas como dividendos e governança. Operando 24 horas por dia, 7 dias por semana, a plataforma permitirá ordens em dólares e financiamento com stablecoins, eliminando atrasos de T+1.

De acordo com o anúncio oficial, a iniciativa busca aprovação regulatória da SEC e representa uma evolução estratégica do Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando a indústria para soluções totalmente on-chain com proteções regulatórias elevadas.”

Parcerias com Gigantes Financeiros

A colaboração com BNY Mellon e Citigroup é crucial para depósitos tokenizados em clearinghouses globais, permitindo gerenciamento de fundos e margens fora do horário bancário tradicional. Michael Blaugrund, VP de Iniciativas Estratégicas do ICE, enfatizou: “Isso impulsiona mercados de analógico para digital, criando infraestrutura on-chain para trading, liquidação e capital formation.”

O mercado de ações tokenizadas explodiu, com capitalização saltando de US$ 5 milhões para US$ 397 milhões em um ano — crescimento de 7.840%. Plataformas como NYSE competem com Nasdaq, que planeja trading 24h em dias úteis.

Otimismo de CZ e Implicações para Cripto

Changpeng Zhao (CZ) reagiu no X: “Bullish para crypto e crypto exchanges.” A estratégia de ‘duas bolsas’ — uma tradicional e outra digital — valida blockchain como infraestrutura financeira definitiva. Analista Simon Taylor nota que NYSE emite nativamente ativos digitais com custódia em wallets, desafiando participantes cripto-nativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção institucional de RWAs, potencializando fluxos para Bitcoin e stablecoins. Vale monitorar aprovações regulatórias, previstas para o segundo semestre de 2026.

Próximos Passos e Oportunidades

Com lançamento previsto para 2026, a plataforma NYSE redefine mercados, unindo confiança regulada à eficiência blockchain. Investidores retail ganham acesso 24/7, enquanto instituições testam collateral tokenizado. Os dados sugerem que a tokenização de RWAs pode capturar trilhões em valor, impulsionando um ciclo virtuoso para o ecossistema cripto.


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Pilar cristalino de tokenização com 350B gravado no topo emergindo de base de stablecoins, rede cyan dominante simbolizando ATH de RWAs e liderança Canton

RWA Atinge ATH de US$ 350 Bi: Canton Network Domina Tokenização

O mercado de ativos do mundo real (RWAs) registrou um novo recorde histórico de US$ 350,8 bilhões neste domingo, impulsionado principalmente por stablecoins que representam US$ 299,71 bilhões. A Canton Network domina com 94% do valor total, hospedando 7.673 projetos. Esse crescimento reflete a maturidade da tokenização on-chain, atraindo instituições tradicionais para blockchains permissionadas.


Detalhes do Novo ATH no Mercado RWA

O valor total dos RWAs em circulação alcançou US$ 350,8 bilhões, com o número de holders subindo para 636.267, segundo dados do RWA.xyz. Esse marco demonstra a transição da tokenização de um conceito especulativo para uma aplicação prática no ecossistema blockchain. Os ativos distribuídos somam US$ 21,34 bilhões, gerenciados diretamente por carteiras de investidores.

A Canton Network, alimentada pela Broadridge DLR, lidera com US$ 330,1 bilhões em 7.673 projetos. Essa infraestrutura permissionada para instituições é respaldada por gigantes do TradFi, como Goldman Sachs, JPMorgan e Deutsche Bank, oferecendo silos seguros para tokenização de ativos reais.

Ethereum segue com 644 projetos valendo US$ 13 bilhões, enquanto Provenance (HASH) surpreende com US$ 14,7 bilhões em um único projeto. Solana contribui com US$ 1,1 bilhão em 319 iniciativas, e ZKsync Era soma US$ 2,6 bilhões.

Stablecoins: A Base do Crescimento RWA

As stablecoins respondem por cerca de 85% do mercado RWA, com US$ 299,71 bilhões e 222,79 milhões de usuários. Elas atuam como ponte entre o mundo fiat e o on-chain, facilitando liquidez e estabilidade para tokenização.

Em segundo lugar, dívidas do Tesouro dos EUA tokenizadas somam US$ 9,05 bilhões, seguidas por commodities (US$ 3,77 bilhões), crédito privado (US$ 2,4 bilhões) e fundos alternativos institucionais (US$ 2,19 bilhões). Essa diversificação sinaliza a expansão para além das stablecoins, mas elas permanecem o pilar fundamental.

A dominância das stablecoins destaca como a tokenização resolve problemas de liquidez e acessibilidade, permitindo que ativos reais sejam fracionados e negociados 24/7 em blockchains.

Aster e Buybacks: DeFi Capturando Valor dos RWAs

Enquanto RWAs crescem, protocolos DeFi como o Aster ilustram como capturar esse valor. O protocolo ativou uma reserva de recompra estratégica, alocando 20-40% das taxas diárias da exchange de futuros perpétuos para recompras automáticas de tokens ASTER.

Essa iniciativa complementa o programa Stage 5 de buybacks, iniciado em dezembro de 2025, podendo direcionar até 80% das taxas para recompras on-chain rastreáveis. Financiado por fees de trading perpétuo e o modo Shield (que cobra apenas em trades lucrativos), o Aster já recomprou mais de 209 milhões de ASTER, equivalentes a US$ 140 milhões.

O mecanismo dinâmico responde a condições de mercado, reforçando a demanda por ASTER em meio à volatilidade. Apesar de uma queda de 13% no preço em 30 dias, reflete pressões gerais do mercado, posicionando o protocolo para 2026 com receita sustentável.


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