Ferreiro cartoon martelando o 100º bloco BTC em bigorna de aço, ignorando nuvens de perdas, celebrando estratégia resiliente de Saylor

Estratégia de Ferro: Saylor Ignora US$ 7 Bilhões em Perdas e Faz 100ª Compra de BTC

Michael Saylor não para: a 100ª compra de Bitcoin pela Strategy mostra quem realmente manda no longo prazo. Apesar de perdas não realizadas próximas a US$ 7 bilhões, a empresa adquiriu mais 592 BTC por cerca de US$ 40 milhões, elevando seu tesouro para 717.722 BTC – equivalente a 3,4% da oferta total. Financiada por venda de ações, essa jogada reforça a tese de adoção institucional mesmo em correções de mercado.


A 100ª Aquisição em Detalhes

A compra modesta de 592 BTC por US$ 39,8 milhões, a um preço médio de US$ 67.286, foi revelada em comunicado oficial. É a nona aquisição consecutiva em meio à queda do Bitcoin, que tocou US$ 64.200 recentemente. O total acumulado custou US$ 54,56 bilhões (preço médio de US$ 76.020 por BTC), com valuation atual em torno de US$ 47,5 bilhões – uma perda não realizada de US$ 7 bilhões que Saylor ignora completamente.

Essa estratégia, batizada por Saylor como “The Orange Century”, demonstra convicção inabalável. A empresa vendeu ações Classe A para financiar a operação, mantendo US$ 37,4 bilhões em securities disponíveis. Para o investidor comum, isso é um lembrete: volatilidade de curto prazo não define o rumo dos fundamentos.

Visão Estratégica de Longo Prazo

O mercado está construindo, e participantes como a Strategy provam isso. Com 3,4% da oferta total de Bitcoin em mãos, Saylor reforça que “se não vai a zero, vai a um milhão”. Essa acumulação inspira confiança, especialmente após halvings e fluxos de ETFs que fortalecem a narrativa de reserva de valor. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 336.206 (-3,93% em 24h), com dólar a R$ 5,17.

Em ciclos passados, correções como essa precederam valorizações expressivas. A Strategy, ex-MicroStrategy, lidera a adoção corporativa, influenciando tesourarias globais. Para brasileiros, isso sinaliza: gigantes compram na baixa, focando no horizonte.

Expectativas de Mais Compras e Implicações

Vinny Lingam, CEO da Sygnum, aposta em uma nova compra de US$ 500 milhões esta semana, alinhada ao padrão semanal de Saylor. Apostas no Polymarket apontam anúncio em 2 de março. Isso pode acelerar recuperação, com open interest em baixa e liquidações de posições longas limpando o mercado.

Os fundamentos se fortalecem: apoio institucional cresce, com bancos mais sólidos e tecnologia madura. Investidores devem monitorar fluxos de baleias e mNAV da Strategy. No longo prazo, acumular como Saylor é a lição – correções testam, mas não quebram visões estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria colossal com 717K no topo, simbolizando resiliência da Strategy em acumular Bitcoin

Strategy Compra 2.486 BTC e Alcança 717 Mil em Tesouraria

Enquanto o medo domina o varejo com Bitcoin em US$ 68 mil, Michael Saylor e sua Strategy anunciaram a compra de 2.486 BTC por US$ 168,4 milhões. O total da tesouraria agora é de 717.131 BTC, demonstrando resiliência inabalável. Cada correção é vista como oportunidade de ouro pelo smart money, que segue limpando o estoque disponível.


Detalhes da Última Aquisição

A transação ocorreu na semana passada, com preço médio de aquisição de cerca de US$ 67.710 por BTC. Financiada por vendas de ações ordinárias (US$ 90,5 milhões) e da série preferencial STRC (US$ 78,4 milhões), conforme documento oficial arquivado. Essa operação eleva o compromisso da empresa, que não hesita em acumular mesmo em momentos de volatilidade.

O mercado reage com as ações da Strategy (MSTR) em queda de 3,2% no pré-mercado, mas caindo mais de 60% no ano. No entanto, os fundamentos se fortalecem: o custo médio geral da tesouraria é de US$ 76.027 por BTC, abaixo do pico histórico, mas acima do preço atual.

Tesouraria Monumental: 717 Mil BTC

Com investimento acumulado de US$ 54,52 bilhões, a Strategy detém cerca de 3,4% do suprimento total de Bitcoin. Apesar da perda não realizada de aproximadamente US$ 5,7 bilhões (com BTC a US$ 68 mil), a estratégia reflete uma visão de longo prazo. Saylor anunciou pessoalmente a compra, aproximando a empresa dos 720 mil BTC.

Essa acumulação contínua, desde 2020, posiciona a Strategy como líder em adoção corporativa. Ciclos passados mostram que participantes institucionais compram nas quedas, construindo bases sólidas para valorizações futuras pós-halving.

Resiliência do Smart Money

Enquanto o varejo hesita, gigantes como Strategy veem correções como chances de entrada. O mercado está construindo: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas superam vendas de pânico. A persistência de Saylor valida a tese de Bitcoin como reserva de valor superior, ignorando ruído de curto prazo.

Analistas destacam que essa abordagem dilui custos ao longo do tempo, alinhada a halvings que reduzem oferta. O otimismo responsável reconhece riscos de volatilidade, mas enfatiza tendências macro de adoção global.

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.121, com variação de -0,95% em 24h e volume de 170,96 BTC. Equivalente a cerca de US$ 68 mil (dólar a R$ 5,22), reforçando o momento oportuno para acumulação estratégica.

Investidores brasileiros podem monitorar exchanges locais para alinhar com movimentos globais.


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Executivos cartoon ao redor de cofre BTC pulsante como core business, com influxos de capital, simbolizando adoção institucional acelerada

WisdomTree e Seguradora Nasdaq: Cripto Virou Negócio Central

Adoção sem precedentes: de seguradoras a gestoras bilionárias, o Bitcoin virou o centro das atenções. A WisdomTree, com US$ 150 bilhões em ativos, declarou que cripto é agora um negócio central, próximo da lucratividade com US$ 750 milhões em ativos digitais. Em paralelo, a seguradora chinesa Tian Ruixiang, listada na Nasdaq, planeja incorporar 15.000 BTC via equity deal de US$ 1,1 bilhão. Esses movimentos sinalizam a ‘MicroStrategização’ acelerada do mercado.


WisdomTree: Cripto Sai do Experimental para o Core

O CEO da WisdomTree, Jonathan Steinberg, afirmou em evento em Nova York que o negócio de cripto e tokenização deixou de ser um experimento para se tornar estratégico essencial. Os ativos digitais da gestora saltaram de US$ 30 milhões para cerca de US$ 750 milhões no último ano, com expansão para blockchains como Solana. “Estamos próximos de tornar isso lucrativo”, disse Steinberg, destacando a WisdomTree Connect e aquisições como a Securrency para tokens compliant.

Com US$ 150 bilhões sob gestão, a empresa vê cripto como base para modernizar a infraestrutura financeira legada dos bancos centenários. Plataformas de tokenização e fundos on-chain representam o futuro, independentemente das oscilações de preço. Os fundamentos se fortalecem à medida que o mercado constrói adoção real.

Tian Ruixiang Entra na Corrida das Tesourarias BTC

A Tian Ruixiang Holdings (Nasdaq: TIRX), corretora de seguros chinesa, anunciou acordo para receber 15.000 BTC — avaliados em US$ 1,1 bilhão a preços recentes — de um investidor global anônimo, em troca de equity. O deal inclui parceria em IA, trading automatizado e desenvolvimento de dApps. As ações da companhia dispararam 190% no pregão, elevando sua capitalização para US$ 9,5 milhões intraday.

Se concretizado, posicionaria a Tian Ruixiang como a oitava maior tesouraria pública de Bitcoin, atrás de gigantes como Coinbase (14.548 BTC) e Riot Platforms (18.005 BTC). Esse passo reflete confiança crescente em BTC como reserva de valor corporativa, mesmo em meio à volatilidade recente.

A MicroStrategização Toma Conta do Mercado

O fenômeno da ‘MicroStrategização’ — empresas públicas adotando Bitcoin como ativo de tesouraria principal, inspiradas na pioneira MicroStrategy — ganha tração global. Quase 200 companhias listadas detêm coletivamente mais de 1,1 milhão de BTC. WisdomTree foca em tokenização institucional, enquanto Tian Ruixiang opta por alocação direta massiva.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 398.610 (variação -3,43% em 24h) demonstra resiliência. No Brasil, fluxos institucionais e ETFs reforçam a tese de longo prazo, onde adoção supera ruído de curto prazo.

Fundamentos de Longo Prazo se Fortalecem

Esses anúncios vão além do hype: representam convicção estratégica. WisdomTree aposta na infraestrutura blockchain para financial services 2.0, enquanto seguradoras como Tian Ruixiang veem BTC como hedge contra inflação e diversificação. Investidores atentos notam que, em ciclos passados, adoção institucional precedeu valorizações expressivas.

O mercado está construindo uma base sólida. Volatilidade persiste, mas tendências como halvings, ETFs e tesourarias corporativas indicam que o Bitcoin consolida seu papel como ativo reserva preferencial. Vale monitorar próximos passos desses participantes para medir o ritmo dessa transformação.


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Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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Executivo cartoon empurrando bloco BTC com 687K para pilha colossal, simbolizando compra massiva e tesouraria da MicroStrategy

MicroStrategy Compra US$ 1,25 Bilhão em Bitcoin e Alcança 687 Mil BTC

A MicroStrategy, maior detentora corporativa de Bitcoin no mundo, anunciou a compra de 13.627 BTC por cerca de US$ 1,25 bilhão, a um preço médio de US$ 91.519 cada. O movimento, revelado em 12 de janeiro de 2026, eleva o total da tesouraria para 687.410 BTC, adquiridos por US$ 51,8 bilhões a uma média de US$ 75.353. Se os gigantes estão comprando a esse preço no topo, o que eles sabem que você não sabe? Esse é um forte sinal de acumulação infinita institucional.


Detalhes da Maior Compra Recente

A aquisição ocorreu entre 5 e 11 de janeiro, aproveitando a recente volatilidade do mercado cripto. Apesar do Bitcoin oscilar próximo a US$ 92 mil durante as compras, a MicroStrategy não hesitou, comprando acima de sua média histórica. Michael Saylor, cofundador e chairman, confirmou via X (antigo Twitter), destacando a estratégia de HODL inabalável iniciada em 2020.

Essa é a maior compra da empresa desde julho de 2025, consolidando sua posição como líder em adoção corporativa. As holdings atuais valem cerca de US$ 63,28 bilhões, gerando um lucro não realizado de mais de 22%. Em 2025, apesar de um prejuízo não realizado de US$ 17,4 bilhões no Q4 devido a quedas, a empresa manteve a disciplina, sem vendas.

Estratégia de Financiamento e Expansão

A operação foi financiada por meio de um programa de emissão de ações at-the-market (ATM), envolvendo ações MSTR e STRC. Essa tática permite captar recursos diretamente no mercado de capitais, convertendo-os em Bitcoin rapidamente. Saylor ironizou em post: “Nossa posição de US$ 60,25 bilhões em Bitcoin começou com US$ 0,25 bilhão em agosto de 2020”.

Paralelamente, a MicroStrategy expandiu sua reserva em dólares para US$ 2,25 bilhões, criada em dezembro, equilibrando liquidez para dividendos e operações. Desde o início da era Bitcoin Standard (agosto 2020), as ações MSTR renderam 60% anualizados, superando o BTC (45%) e ficando atrás apenas da Nvidia (68%).

Implicações para o Mercado Cripto

Essa movimentação reforça a tese de força institucional. Corporações públicas agora detêm mais de 1,1 milhão de BTC, segundo Bitcoin Treasuries. ETFs de Bitcoin registram influxos recordes, e compras como essa sinalizam confiança de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo. Para investidores brasileiros, é um lembrete: enquanto gigantes acumulam, o varejo pode se beneficiar seguindo a tendência, mas com gerenciamento de risco.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.643,85 às 09:29 de 13/01/2026, com alta de 1,64% em 24h e volume de 222 BTC nas exchanges locais.

O Que Isso Significa para Investidores?

A persistência da MicroStrategy valida Bitcoin como reserva de valor corporativa superior ao ouro ou fiat. Em um ano turbulento como 2025, com quedas acima de 20%, eles não venderam – e agora lucram. Vale monitorar o próximo relatório SEC e influxos em ETFs. Para o brasileiro, com BTC acima de R$ 490 mil, essa confiança institucional sugere potencial de alta sustentada, mas sempre com due diligence.


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Executivos cartoon em pódio de índices segurando cofres BTC aprovados por árbitro MSCI, simbolizando otimismo institucional contínuo

MSCI Mantém Empresas de Tesouraria BTC em Índices

A MSCI confirmou a manutenção de empresas de tesouraria Bitcoin, conhecidas como DATCOs, em seus índices globais de mercado investível. A decisão, anunciada em 6 de janeiro de 2026, fez as ações da Strategy (ex-MicroStrategy) subirem até 6% nesta quarta-feira, sinalizando confiança institucional no Bitcoin como reserva de valor corporativa. Investidores celebram a pausa na exclusão proposta, reforçando o bull run das criptomoedas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 484.530, com variação de -1,94% em 24h.


O Que São DATCOs e a Decisão da MSCI

Empresas classificadas como DATCOs (Digital Asset Treasury Companies) são aquelas com 50% ou mais de seus ativos em criptomoedas, como Bitcoin e Ether. A Strategy lidera essa tendência desde 2020, acumulando bilhões em BTC e atraindo investidores que buscam exposição indireta ao ativo via ações. Em outubro de 2025, especulações sobre exclusão geraram volatilidade, com queda no preço do Bitcoin. A MSCI, provedora de índices usada por fundos globais, pausou a proposta para fevereiro de 2026, mantendo o status quo. Essa medida remove um risco técnico imediato, validando tesourarias BTC para o mercado institucional.

O anúncio alivia pressões regulatórias e contábeis, pois analistas debatem se essas firmas devem ser vistas como holdings ou empresas operacionais. Com isso, o fluxo de capital para DATCOs deve se estabilizar, beneficiando o ecossistema cripto.

Reação das Ações da Strategy e Mercado

As ações da Strategy (MSTR) saltaram de 3,2% a 6% em negociações matinais, recuperando de mínimas de US$ 150 para US$ 166. O movimento reflete otimismo com a permanência nos índices MSCI, que geram demanda passiva de fundos. Apesar da correção parcial com a queda do BTC para US$ 90.900, o ganho anual supera 4,5%. Outras DATCOs também reagiram positivamente, destacando a correlação entre tesourarias BTC e performance acionária.

Essa dinâmica reforça o Bitcoin como ativo estratégico corporativo, especialmente em meio a volatilidade macro. Investidores institucionais veem nas DATCOs uma ponte acessível para alocação em cripto, sem necessidade de custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação de Capital

Embora positiva, a decisão traz ajustes: a MSCI alterou diretrizes para emissões de novas ações. Antes, fundos indexados compravam automaticamente 10% das novas shares, criando demanda forçada — como em emissões de US$ 600 milhões a US$ 300/share. Agora, novas ações não entram nos índices, forçando a Strategy a buscar compradores privados. Isso pode limitar compras agressivas de BTC, mas não altera a inclusão atual.

Analistas como os do Bull Theory apontam desafios, mas o impacto é mitigado pela posição consolidada da Strategy como maior detentora corporativa de Bitcoin. A mudança coincide com planos da Morgan Stanley para ETFs de BTC e Solana, competindo com proxies como MSTR.

Implicações Bullish para o Bull Run Institucional

Essa validação da MSCI é um marco macro para o Bitcoin: tesourarias corporativas ganham legitimidade em benchmarks globais, atraindo trilhões em gestão passiva. Para brasileiros, significa maior liquidez e estabilidade no mercado local, com BTC a R$ 484.530. É provável que mais firmas sigam o exemplo da Strategy, acelerando adoção. O bull run continua firme, com alvos de US$ 150.000 em 2026 por analistas como Bernstein. Monitore emissões e inflows para próximos passos.


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