Ponte de energia cyan-dourada conectando fortaleza clássica a rede cristalina, simbolizando integração Stellar-SWIFT para remessas internacionais rápidas

Stellar e SWIFT: Remessas Mais Baratas e Rápidas à Vista

O fim das taxas extorsivas do SWIFT nas suas remessas internacionais? A CEO da Stellar Development Foundation, Denelle Dixon, propôs uma integração do XLM com a rede SWIFT via padrão ISO 20022. Isso promete tornar envios de dinheiro ao exterior quase instantâneos e muito mais baratos, eliminando dias de espera e intermediários caros. Para brasileiros que mandam grana para família ou negócios, é uma mudança prática no dia a dia.


O Problema Atual das Remessas com SWIFT

Hoje, enviar dinheiro para o exterior via SWIFT é um parto: demora de 2 a 5 dias úteis, com taxas que podem chegar a 10% ou mais do valor, dependendo do banco e do destino. Intermediários como bancos correspondentes cobram à vontade, e a transparência é zero – você fica no escuro sobre onde está sua grana.

A Stellar identifica isso como ineficiência crônica do sistema tradicional. Bancos usam mensagens padronizadas, mas o settlement (liquidação) ainda é lento e caro. Para quem precisa pagar fornecedores na Europa ou ajudar parentes nos EUA, cada dia perdido é dinheiro queimado em juros ou oportunidades.

Denelle Dixon, CEO desde 2017, enfatiza colaboração em vez de substituição. A Stellar não quer derrubar o SWIFT, mas conectá-lo à blockchain para agilizar tudo.

Como a Integração XLM-SWIFT Funciona na Prática

O plano usa o ISO 20022, novo padrão de mensagens financeiras que tanto SWIFT quanto Stellar já suportam. Bancos enviam instruções via SWIFT, mas o XLM atua como bridge asset – uma ponte para liquidação rápida na blockchain.

Exemplo prático: você envia R$ 10 mil de São Paulo para Nova York. Em vez de dias, o XLM converte e liquida em segundos, com taxas abaixo de 0,01%. A Stellar já testou isso no IBM World Wire, provando viabilidade com grandes bancos.

Outras redes como XRP, Cardano (ADA) e Algorand (ALGO) também são compatíveis, criando um ecossistema maior de liquidez. Para instituições, é upgrade sem trocar tudo.

Benefícios Diretos para Brasileiros

Se você é autônomo, freelancer ou tem família fora, isso é ouro. Remessas para Argentina, Europa ou Ásia ficam 90% mais baratas e instantâneas. Acaba a dor de cabeça com bancos cobrando spreads altos no dólar ou euro.

No Brasil, onde enviamos bilhões anuais em remessas, essa integração pode democratizar acesso a pagamentos globais eficientes. Imagine pagar Netflix ou Amazon sem conversão ruim, ou receber pagamentos de clientes gringos sem perda.

A visão da Dixon foca em mercados emergentes, onde Stellar já tem parcerias para micropagamentos e remessas reais.

O Que Esperar em 2026 e Próximos Passos

A proposta saiu em 23 de janeiro de 2026, mas precisa de aprovação regulatória ao longo do ano. Autoridades como CVM e BC no Brasil, ou SEC nos EUA, decidirão se bancos podem usar XLM assim.

Enquanto isso, monitore pilotos e atualizações da Stellar. Para testar, plataformas como Binance listam XLM com baixas taxas para trades internacionais.

É um passo concreto para blockchain consertar finanças tradicionais. Fique de olho – suas próximas remessas podem mudar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon e investidor cripto apertando mãos sobre hipoteca com BTC e portal SWIFT, simbolizando adoção de cripto em finanças reais

Cripto no Mundo Real: Newrez Aceita BTC em Hipotecas e Binance Libera SWIFT

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos sem precisar vendê-lo. O banco americano Newrez agora aceita criptomoedas como BTC, ETH, ETFs e stablecoins em aprovações de hipotecas, sem liquidação. Ao mesmo tempo, a Binance facilita saques de USD via SWIFT, integrando cripto ao sistema bancário tradicional. Mudanças práticas que tornam o cripto útil no mundo real, especialmente para jovens investidores.


Como Funciona a Hipoteca com Bitcoin no Newrez

O Newrez, um dos maiores credores hipotecários dos EUA, implementará a política em fevereiro para produtos não-agência, incluindo compra de imóveis, refinanciamento e propriedades de investimento. Você pode manter seus ativos cripto intactos enquanto usa o valor deles para qualificar o empréstimo.

Ativos aceitos incluem Bitcoin (BTC), Ether (ETH), ETFs spot desses ativos e stablecoins lastreadas em dólar americano. Eles devem estar custodiados em exchanges reguladas nos EUA, corretoras ou bancos nacionais. As valuações serão ajustadas para refletir a volatilidade do mercado, e pagamentos de parcelas e custos de fechamento continuam em dólares.

Segundo Leslie Gillin, chefe comercial do Newrez, cerca de 45% dos investidores da Geração Z e Millennials possuem cripto. Essa iniciativa amplia o acesso à casa própria para esse público, evitando vendas forçadas em momentos ruins de mercado.

Contexto Regulatório e Impacto para Holders

A decisão do Newrez alinha-se a discussões regulatórias nos EUA. Em junho de 2025, a FHFA orientou Fannie Mae e Freddie Mac a avaliarem criptoativos em análises de risco de hipotecas sem conversão para USD. A senadora Cynthia Lummis propôs o 21st Century Mortgage Act, que codificaria essa abordagem, facilitando homeownership para jovens com portfólios digitais.

Para holders de cripto, isso significa preservar ganhos de capital a longo prazo, evitando impostos sobre vendas. Já existe mercado para financiamentos lastreados em BTC ou ETH, como visto em plataformas como Ledn. No Brasil, onde o Bitcoin vale cerca de R$ 513.887 segundo o Cointrader Monitor (cotação de hoje), isso inspira adoção local.

Esses passos mostram cripto migrando do especulativo para o prático, como reserva de valor real.

Saques USD via SWIFT na Binance: Passos Práticos

A Binance lançou suporte para saques diretos de USD via transferência bancária SWIFT, processada pela BPay, sua subsidiária no Bahrein com licença PSP desde abril de 2025. O tempo de processamento varia de 0 a 5 dias úteis, facilitando conversões fiat sem intermediários.

Isso vem com parceria do Bahrain Kuwait Bank (BBK), primeiro banco do GCC no programa Binance Connect, usando “Crypto as a Service” para integrar serviços cripto à banca tradicional. Para usuários brasileiros, significa mais opções para fiat off-ramp, especialmente úteis em trades ou arbitragem.

Como usar: Acesse sua conta Binance, selecione saque USD, escolha SWIFT via BPay e informe dados bancários. Verifique taxas e limites na plataforma. Essa integração reduz riscos de terceiros e melhora liquidez.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia com Cripto

Essas novidades posicionam cripto como ferramenta financeira cotidiana. No Newrez, holders evitam liquidar BTC em baixas; na Binance, saques rápidos via SWIFT otimizam fluxos de caixa. Para brasileiros, monitore exchanges locais por tendências similares e use plataformas globais com cuidado regulatório.

Vale testar: Se você tem BTC, avalie custodiar em exchanges qualificadas para futuras hipotecas internacionais. Na Binance, experimente o novo saque para eficiência. O ecossistema cripto avança para o mainstream bancário.


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Executivos cartoon bancários e tech construindo ponte luminosa sobre abismo, simbolizando avanço Swift-Chainlink na tokenização com grandes bancos

Swift e Chainlink Avançam na Tokenização com Grandes Bancos

O Swift concluiu testes de interoperabilidade com grandes bancos como BNP Paribas Securities Services, Intesa Sanpaolo, Société Générale (SG-FORGE) e UBS Asset Management, em parceria com a Chainlink. Essa iniciativa representa um marco na tokenização institucional de ativos, permitindo a troca e liquidação seamless de títulos tokenizados em blockchains e sistemas tradicionais. Com suporte a pagamentos em moedas fiduciárias e digitais, os testes destacam o potencial de eliminar barreiras entre o mundo financeiro convencional e a tecnologia blockchain, utilizando o padrão ISO 20022 para mensagens padronizadas.


Detalhes dos Testes de Interoperabilidade

Os experimentos focaram na liquidação delivery-versus-payment (DvP) de tokens de bonds, abrangendo eventos do ciclo de vida como pagamentos de juros e resgates. Bancos assumiram papéis familiares, como agente pagador, custodiante e registrador. Pelos detalhes divulgados, o Swift atuou como orquestrador neutro, coordenando transações tokenizadas em múltiplas plataformas sem exigir que as instituições abandonem suas infraestruturas existentes.

A SG-FORGE forneceu sua infraestrutura de ativos digitais e a stablecoin EURCV para suportar liquidações DvP com fiat e stablecoins. Já o BNP Paribas e a Intesa Sanpaolo gerenciaram funções de pagamento e custódia. Essa abordagem demonstrou, pela primeira vez, a capacidade de harmonizar fluxos tokenizados com sistemas legados, reduzindo fricções operacionais que historicamente impedem a adoção em massa.

Thomas Dugauquier, líder de produtos de ativos tokenizados do Swift, enfatizou: “Esse marco mostra como a colaboração e a interoperabilidade moldarão o futuro dos mercados de capitais, criando uma ponte entre as finanças tradicionais e tecnologias emergentes.”

O Papel Crucial da Chainlink e do ISO 20022

A Chainlink, conhecida por suas soluções de oráculos e interoperabilidade cross-chain, foi essencial nesses pilotos. Em colaboração anterior com o Swift e UBS, testou liquidações de fundos tokenizados mantendo compatibilidade com trilhas fiat existentes. Aqui, sua tecnologia facilitou a integração de plataformas blockchain nativas com mensagens ISO 20022, o padrão global para trocas financeiras que promove uniformidade de dados.

Para entender: o ISO 20022 é um protocolo rico em dados que substitui formatos legados, permitindo que blockchains se comuniquem fluidamente com redes como a do Swift, que conecta mais de 11 mil instituições financeiras. Essa sinergia resolve o “problema da ilha” em tokenização, onde ativos ficam presos em silos isolados, e pavimenta o caminho para mercados tokenizados escaláveis.

Outros testes recentes do Swift, com Citi, Northern Trust, Banco da Reserva da Austrália, HSBC e Ant International, reforçam essa visão integrada, combinando fiat, stablecoins e ativos digitais.

Implicações para os Mercados de Capitais

Essa revolução silenciosa pode tokenizar trilhões em ativos reais, como bonds, fundos e imóveis, trazendo liquidez 24/7, fractionalização e redução de custos. Para investidores brasileiros, isso significa maior acesso a mercados globais via blockchains, potencializando diversificação sem intermediários caros. No entanto, desafios regulatórios e de estabilidade sistêmica persistem, com o Swift propondo diretrizes de práticas de mercado ao Securities Market Practice Group.

Com os testes concluídos, o Swift planeja incorporar ledgers baseados em blockchain para pagamentos cross-border em tempo real, desenvolvidos com mais de 30 bancos. Isso poderia transformar o status quo financeiro, onde barreiras de liquidação levam dias, em um ecossistema instantâneo e interoperável.

Próximos Passos e Perspectivas Visionárias

O foco agora é na implementação prática: adicionar blockchains à infraestrutura do Swift para operações 24/7. Para o ecossistema cripto, valida a Chainlink como peça-chave na adoção institucional. O LINK está cotado a US$ 13,78, mas o impacto vai além de preços, sinalizando maturidade tecnológica.

Em resumo, esses avanços sugerem o fim das barreiras bancárias tradicionais. Bancos e blockchains não competem mais; integram-se para um sistema financeiro mais eficiente e inclusivo. Vale monitorar como isso evolui, especialmente com padrões como ISO 20022 acelerando a transição.


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Executivos cartoon da velha guarda financeira cruzando ponte de blockchain luminosa para cidade futurista, simbolizando Swift e State Street na tokenização

Swift e State Street: Velha Guarda na Blockchain

A orquestração de ativos tokenizados multi-plataforma pelo Swift, em parceria com BNP Paribas, Intesa Sanpaolo e Société Générale, marca um avanço crucial na integração de blockchain aos sistemas financeiros tradicionais. Paralelamente, a State Street lançou uma plataforma institucional de tokenização, suportando fundos de mercado monetário, ETFs e stablecoins. Essas iniciativas demonstram como a "velha guarda" financeira está reconstruindo a infraestrutura global sobre trilhos digitais, com foco em interoperabilidade e eficiência.


Testes Pioneiros do Swift com Bancos Globais

O Swift, rede que processa trilhões em mensagens financeiras diárias, concluiu testes bem-sucedidos de liquidação de ativos tokenizados, como bonds, em múltiplas blockchains e sistemas legados. Os trials envolveram BNP Paribas Securities Services e Intesa Sanpaolo como agentes pagadores e custodianos, utilizando o stablecoin EURCV da Société Générale para operações de delivery-versus-payment (DvP).

Esses experimentos provaram a capacidade do Swift de abstrair a complexidade das blockchains, permitindo transações seamless com fiat e ativos digitais. Thomas Dugauquier, líder de produtos tokenizados no Swift, destacou que isso pavimenta o caminho para adoção ampla pelos membros, conectando ecossistemas fragmentados.

Além disso, o Swift testou a interoperabilidade via ISO 20022 com HSBC, Citi e outros, incluindo trocas com Northern Trust e Reserve Bank of Australia. Mais de 30 bancos agora colaboram no desenvolvimento de um ledger baseado em blockchain para pagamentos cross-border em tempo real.

Plataforma de Tokenização da State Street

A State Street, gestora de US$ 5,4 trilhões em ativos, anunciou sua plataforma de ativos digitais para clientes institucionais. Ela oferece serviços de tokenização, custódia e acesso a portfólios digitais, focando em fundos de mercado monetário tokenizados, ETFs, depósitos tokenizados e stablecoins.

"Ao unir conectividade blockchain com controles robustos e expertise global, permitimos que instituições adotem tokenização como estratégia central", afirmou Joerg Ambrosius, presidente de serviços de investimento da empresa. A iniciativa segue parcerias recentes, como o fundo tokenizado no Solana com Galaxy Asset Management e Ondo Finance, visando liquidez 24/7.

Sujeita a aprovações regulatórias, a plataforma alinha-se à tendência de tokenização impulsionada por liquidez melhorada, competindo com players como BNY Mellon, Fidelity e BlackRock.

ISO 20022 e Combate à Fragmentação do Mercado

Central nessas movimentações está o ISO 20022, padrão de mensagens financeiras que facilita a interoperabilidade entre sistemas legados e blockchains. O Swift submeteu diretrizes de práticas de mercado ao Securities Market Practice Group, padronizando a adoção de ativos digitais e reduzindo complexidade de onboarding.

Essas infraestruturas neutras combatem a fragmentação causada por múltiplas blockchains e protocolos proprietários, alinhando-se aos objetivos do G20 para pagamentos internacionais mais rápidos e inclusivos. O novo ledger do Swift atuará como camada de execução compartilhada, garantindo alinhamento de ações, timings e resultados entre partes.

Para o leitor brasileiro, isso significa maior eficiência em remessas e investimentos cross-border, potencialmente integrando exchanges locais via padrões globais.

Implicações para o Futuro Financeiro

Esses desenvolvimentos sinalizam a maturidade da tokenização: ativos reais on-chain melhoram liquidez, reduzem custos e habilitam operações 24/7. Instituições como Swift e State Street validam o blockchain como infraestrutura escalável, preparando o terreno para adoção em massa.

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e integrações com ISO 20022, que podem acelerar a convergência entre finanças tradicionais e cripto. Sygnum prevê mainstream da tokenização em 2026 com clareza regulatória nos EUA.


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Executivos cartoon estilizados unindo mãos para ativar rede blockchain global, simbolizando lançamento do ledger Swift com Standard Chartered para tokenização

Swift Lança Ledger Blockchain com Standard Chartered para Tokenização

O Swift e o Standard Chartered anunciaram um ledger baseado em blockchain para conectar 11.500 instituições financeiras em mais de 200 países, focado em ativos tokenizados. Revelado no Sibos 2025, o projeto marca o fim do Swift antigo e o início de uma era always-on para finanças globais. Essa ponte entre TradFi e blockchain promete crescimento exponencial para o ecossistema cripto, validando transações em tempo real via smart contracts.


Escala Global: Infraestrutura para Ativos Digitais

O Swift, rede que já processa trilhões em pagamentos diários, agora estende sua infraestrutura para um ledger blockchain dedicado a tokenizados. Esse sistema atuará como registro seguro de transações institucionais em tempo real, mantendo os padrões de confiabilidade que o mercado espera.

Não se trata de substituir os trilhos de pagamento tradicionais, mas de complementá-los. Bancos poderão oferecer serviços de ativos digitais sem abandonar suas operações legadas, atendendo à demanda crescente por liquidação instantânea cross-border. Michael Spiegel, do Standard Chartered, destaca que a tokenização não é mais experimental — é o novo padrão para o comércio global, com potencial para movimentar US$ 16 trilhões em ativos até 2030.

Essa expansão reflete o momentum da indústria: clientes exigem disponibilidade contínua e velocidade, especialmente em mercados emergentes onde o ritmo das transações acelera diariamente.

Ponte Essencial entre TradFi e Cripto

A iniciativa surge em um momento pivotal, com a finança tradicional abraçando blockchain de forma irreversível. O ledger proposto usa smart contracts para validar sequências de transações, garantindo interoperabilidade sem fricções. Para investidores cripto, isso significa que gigantes como Swift validam o modelo, abrindo portas para adoção em escala.

Imagine ativos reais — de títulos a imóveis — tokenizados e negociados 24/7 via redes conectadas. O Standard Chartered confirma que o digital finance atingiu o tipping point, transitando de pilotos para produção mainstream. Essa maturidade impulsiona o valor de protocolos blockchain, com expectativa de inflows institucionais massivos nos próximos anos.

O otimismo é fundamentado: com infraestrutura confiável, o risco regulatório diminui, e o volume de tokenizados explode, beneficiando todo o ecossistema.

Combate à Fragmentação via Colaboração

Um dos maiores entraves à tokenização é a fragmentação entre redes blockchain. Diferentes plataformas operam isoladas, limitando liquidez e adoção. O Swift aborda isso colaborando com mais de 30 instituições financeiras, provedores de tecnologia e bancos centrais para definir modelos de settlement unificados e governança.

Essa parceria replica o sucesso do Swift em conectar pagamentos fiat, agora para o mundo digital. Padrões interoperáveis permitirão que redes troquem valor sem obrigações de multi-plataforma, reduzindo complexidade técnica e acelerando a entrada de novos players.

Para o mercado brasileiro, isso abre oportunidades: exchanges locais poderão integrar esses fluxos globais, facilitando remessas e investimentos em RWAs (real world assets).

Crescimento Exponencial à Vista

Essa notícia bullish reforça a narrativa de convergência: TradFi não compete com cripto, mas evolui com ela. Com Swift liderando, espere aceleração em ETFs tokenizados, stablecoins institucionais e RWAs. Investidores atentos veem aqui o catalisador para um novo superciclo, onde a escala global impulsiona preços e inovação.

Vale monitorar atualizações do Sibos 2025 — o futuro das finanças tokenizadas começa agora.


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