Ferreiro cartoon martelando o 100º bloco BTC em bigorna de aço, ignorando nuvens de perdas, celebrando estratégia resiliente de Saylor

Estratégia de Ferro: Saylor Ignora US$ 7 Bilhões em Perdas e Faz 100ª Compra de BTC

Michael Saylor não para: a 100ª compra de Bitcoin pela Strategy mostra quem realmente manda no longo prazo. Apesar de perdas não realizadas próximas a US$ 7 bilhões, a empresa adquiriu mais 592 BTC por cerca de US$ 40 milhões, elevando seu tesouro para 717.722 BTC – equivalente a 3,4% da oferta total. Financiada por venda de ações, essa jogada reforça a tese de adoção institucional mesmo em correções de mercado.


A 100ª Aquisição em Detalhes

A compra modesta de 592 BTC por US$ 39,8 milhões, a um preço médio de US$ 67.286, foi revelada em comunicado oficial. É a nona aquisição consecutiva em meio à queda do Bitcoin, que tocou US$ 64.200 recentemente. O total acumulado custou US$ 54,56 bilhões (preço médio de US$ 76.020 por BTC), com valuation atual em torno de US$ 47,5 bilhões – uma perda não realizada de US$ 7 bilhões que Saylor ignora completamente.

Essa estratégia, batizada por Saylor como “The Orange Century”, demonstra convicção inabalável. A empresa vendeu ações Classe A para financiar a operação, mantendo US$ 37,4 bilhões em securities disponíveis. Para o investidor comum, isso é um lembrete: volatilidade de curto prazo não define o rumo dos fundamentos.

Visão Estratégica de Longo Prazo

O mercado está construindo, e participantes como a Strategy provam isso. Com 3,4% da oferta total de Bitcoin em mãos, Saylor reforça que “se não vai a zero, vai a um milhão”. Essa acumulação inspira confiança, especialmente após halvings e fluxos de ETFs que fortalecem a narrativa de reserva de valor. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 336.206 (-3,93% em 24h), com dólar a R$ 5,17.

Em ciclos passados, correções como essa precederam valorizações expressivas. A Strategy, ex-MicroStrategy, lidera a adoção corporativa, influenciando tesourarias globais. Para brasileiros, isso sinaliza: gigantes compram na baixa, focando no horizonte.

Expectativas de Mais Compras e Implicações

Vinny Lingam, CEO da Sygnum, aposta em uma nova compra de US$ 500 milhões esta semana, alinhada ao padrão semanal de Saylor. Apostas no Polymarket apontam anúncio em 2 de março. Isso pode acelerar recuperação, com open interest em baixa e liquidações de posições longas limpando o mercado.

Os fundamentos se fortalecem: apoio institucional cresce, com bancos mais sólidos e tecnologia madura. Investidores devem monitorar fluxos de baleias e mNAV da Strategy. No longo prazo, acumular como Saylor é a lição – correções testam, mas não quebram visões estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon puxando alavanca para baixar custo médio BTC com pilha de 6K moedas crescendo, celebrando estratégia DCA da Strategy

Strategy Reduz Custo Médio do Bitcoin Após 2,5 Anos

A Strategy reduziu seu custo médio de aquisição de Bitcoin para US$ 76.027, marcando a primeira queda em quase 2,5 anos, desde setembro de 2023. A operação envolveu a compra de bitcoins no valor de US$ 1.684 bilhão, baixando a média em US$ 29. No mesmo cenário, a American Bitcoin Corp alcançou 6.039 BTC, posicionando-se como a 17ª maior detentora corporativa global. Os dados destacam a adoção corporativa contínua do ativo.


Detalhes da Redução de Custo na Strategy

Os dados da Arkham Intelligence revelam que a Strategy, liderada por Michael Saylor, incrementou sua posição em Bitcoin com uma aquisição recente avaliada em US$ 1.684 bilhão. Essa movimentação resultou na diluição do custo médio de US$ 76.056 para US$ 76.027, uma redução de 0,038%. Anteriormente, o custo médio havia subido gradualmente de cerca de US$ 62.000 no início de 2025 para os níveis atuais, refletindo compras em um mercado de alta.

Com aproximadamente 713.000 BTC em carteira — de 450.000 BTC no início de 2025 —, a empresa demonstra compromisso com a acumulação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 347.709,51 (-2,09% em 24h) equivale a um custo médio aproximado de R$ 398.200 por unidade (dólar a R$ 5,2363). Essa métrica é crucial para avaliar a performance financeira da tesouraria corporativa.

American Bitcoin Corp Entra no Top 20 Corporativo

A American Bitcoin Corp (ABTC), apoiada pela família Trump e listada na Nasdaq desde setembro de 2025, atingiu 6.039 BTC em tesouraria, avaliados em cerca de US$ 409 milhões. Essa marca a coloca na 17ª posição entre detentores corporativos, superando empresas como GameStop e Gemini Space Station. Em janeiro, adicionou 217 BTC, impulsionada pela estratégia de “mining-to-treasury”.

Apesar do yield de 116% em Bitcoin desde o IPO, as ações da ABTC caíram 86%, influenciadas pela volatilidade do BTC e expiração de lock-up para investidores iniciais. Analistas como Roth Capital e H.C. Wainwright mantêm recomendação de compra com alvo de US$ 4 por ação, citando potencial de longo prazo.

Estratégia de Atropelar a Média para Grandes Holders

A tática de “atropelar a média”, ou dollar-cost averaging (DCA), consiste em compras regulares independentemente do preço, reduzindo o custo médio ao longo do tempo. Para corporações como Strategy e ABTC, com fluxos de caixa elevados via emissões de ações ou mineração, essa abordagem mitiga volatilidade. Os dados mostram que aquisições em dips — como o recente da Strategy — diluem custos acumulados em compras anteriores mais caras.

Em um horizonte de 2,5 anos, a Strategy evitou vendas apesar de flutuações, mantendo foco em acumulação. Essa persistência resulta em posições que beneficiam-se de ciclos de alta, onde o valor de mercado supera o custo médio. Para empresas gigantes, o DCA corporativo transforma volatilidade em vantagem competitiva, desde que suportem drawdowns temporários.

Implicações de Longo Prazo para o Mercado

Os movimentos da Strategy e ABTC sinalizam maturidade na adoção institucional do Bitcoin como reserva de valor. Com rankings transparentes via plataformas como Arkham, investidores monitoram métricas como custo médio e yield BTC. Níveis a observar incluem suporte em US$ 85.000-90.000 para BTC e resistência em US$ 100.000.

Esses casos ilustram que, para holders corporativos, o jogo é de paciência estratégica. Dados históricos de ciclos de halving sugerem que posições acumuladas em múltiplos anos capturam valor superior à média de mercado, reforçando a tese de tesouraria de longo prazo.


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Personagem cartoon blindado com BTC gravado resistindo onda vermelha de queda, protegendo tesouraria dourada da Strategy

Saylor à Prova de Balas: Strategy Aguenta BTC a US$ 8 mil

A Strategy, liderada por Michael Saylor, demonstrou resiliência financeira ao afirmar que pode suportar uma queda do Bitcoin para US$ 8 mil, uma desvalorização de 88% dos níveis atuais. Com 714.644 BTC em reserva, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões a US$ 69 mil por unidade, a empresa cobre sua dívida líquida de US$ 6 bilhões com folga de 8,3x. Mesmo no pior cenário, a cobertura se mantém em 1,0x, sem risco de liquidação forçada. Essa estrutura reflete uma visão de longo prazo no mercado que está se construindo.


Resiliência Contra Quedas Extremas

A análise de downside da Strategy mostra que, com o BTC a US$ 8 mil, seus holdings valeriam US$ 6 bilhões, exatamente iguais à dívida. Isso desmente o pânico de ‘chamada de margem’ comum em empréstimos alavancados. Os fundamentos se fortalecem com essa cobertura conservadora, permitindo que a empresa enfrente volatilidade sem vender prematuramente. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.849 (variação +0,04% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,21.

Essa margem de segurança é crucial em ciclos de cripto, onde correções de 80% já ocorreram pós-halving. A Strategy não é ‘mão fraca’: sua tesouraria é projetada para o longo prazo, alinhada à adoção institucional crescente.

Estrutura de Dívida Sem Riscos de Liquidação

As obrigações da empresa são notas conversíveis de baixo juro, com vencimentos entre 2027 e 2032. Diferente de posições marginadas em exchanges, não há gatilhos automáticos de venda por queda de preço. A estratégia é ‘equitizar’ a dívida, convertendo em ações ao longo de 3 a 6 anos, evitando endividamento sênior garantido.

Essa abordagem reflete maestria financeira: em vez de pânico, Saylor continua acumulando. Recentemente, compraram mais 1.142 BTC por US$ 90 milhões, reforçando a tese de alta mesmo abaixo de US$ 70 mil.

Custo Médio Reduzido: Jogada de Mestre

A redução do custo médio para US$ 76.027, após aporte de US$ 168,4 milhões, é o primeiro declínio em 2,5 anos. Isso otimiza a tesouraria para o próximo ciclo de alta, pós-halving de 2024, onde históricos mostram valorizações exponenciais. Baleias corporativas como a Strategy ancoram o preço, sinalizando confiança aos investidores de varejo.

Analogia com ouro: empresas como Barrick Gold acumulam reservas sem vender em baixas. Aqui, o Bitcoin como reserva de valor ganha tração institucional.

Visão de Longo Prazo para Investidores

Para o leitor brasileiro, isso significa que grandes players não capitulam em correções. Monitore fluxos de ETF e halvings como indicadores. A Strategy exemplifica como tesourarias fortes impulsionam adoção global, preparando o terreno para valorizações sustentáveis. Volatilidade é parte do ciclo, mas fundamentos prevalecem.


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Executivos cartoon chocados segurando pilares BTC e ETH rachando em partículas vermelhas, simbolizando prejuízos bilionários em tesouraria cripto

Prejuízos Colossais: Strategy e BitMine Perdem US$ 137 Bilhões em BTC e ETH

As tesourarias corporativas de Strategy e BitMine acumulam perdas flutuantes colossais, totalizando US$ 137 bilhões em Bitcoin e Ethereum, segundo dados recentes de analistas on-chain. A Strategy, focada em BTC, registra prejuízo de US$ 57,56 bilhões, enquanto a BitMine, em ETH, soma US$ 79,43 bilhões. Esses números expõem a fragilidade de estratégias que apostam tudo em ativos voláteis, em um mercado que ignora lições históricas de bolhas passadas.


Situação Precária da Strategy em Bitcoin

A Strategy detém 717.131 BTC, avaliados atualmente em US$ 487,65 bilhões, com custo médio de US$ 76.027 por unidade. Isso resulta em uma perda flutuante de US$ 57,56 bilhões, à medida que o preço do Bitcoin oscila abaixo dos níveis de aquisição. A história mostra que empresas que concentram tesourarias em um único ativo de risco enfrentam pressões intensas durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.628,59, com variação de -1,09% em 24 horas. Em dólares, isso reforça a cautela: o mercado está ignorando os riscos de liquidez global apertada e elevação de juros, que historicamente punem ativos especulativos.

BitMine e o Fardo do Ethereum

A BitMine, por sua vez, segura 4.371.497 ETH, no valor atual de US$ 86,73 bilhões, mas com custo médio de US$ 3.801 por token, gerando prejuízo de US$ 79,43 bilhões. Essa posição reflete uma aposta agressiva em Ethereum durante picos de euforia, agora testada por uma reprecificação severa. Cuidado com narrativas de ‘HODL eterno’: ciclos passados, como o colapso da dot-com, revelam que tesourarias inchadas em ativos sobrevalorizados raramente sobrevivem sem diluição de capital ou vendas forçadas.

O Ethereum negocia a cerca de R$ 10.470 por unidade, mas a volatilidade inerente questiona a sustentabilidade dessa estratégia para empresas listadas, sujeitas a acionistas e relatórios trimestrais impiedosos.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

Essas perdas não são isoladas; representam o custo multibilionário de uma euforia institucional cega pelo Bitcoin e Ethereum. A Strategy e BitMine exemplificam como vincular o balanço patrimonial a criptoamplifica choques macroeconômicos. Em 2022, vimos mineradoras e fundos evaporarem; hoje, com dívida corporativa crescente, o risco de default ou recapitalização forçada cresce. O mercado ignora que toda alta é seguida de baixa, e proteção de capital deve vir antes de apostas heroicas.

Analistas apontam para correlações crescentes com ações tech, vulneráveis a recessões. Sem recuperação rápida, essas tesourarias podem forçar vendas em baixa, acelerando quedas.

O Que o Investidor Deve Monitorar

Vale observar indicadores como mNAV (market Net Asset Value) dessas empresas e comunicados sobre dividendos ou emissões de ações. Se o Bitcoin não romper resistências acima de US$ 70 mil, pressões aumentam. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,22, essas perdas em reais superam R$ 700 bilhões — um lembrete brutal de que sobrevivência ao ciclo importa mais que ganhos efêmeros.

A história ensina: exuberância tem preço. Ceticismo não é pessimismo; é preparação realista.


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Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria colossal com 717K no topo, simbolizando resiliência da Strategy em acumular Bitcoin

Strategy Compra 2.486 BTC e Alcança 717 Mil em Tesouraria

Enquanto o medo domina o varejo com Bitcoin em US$ 68 mil, Michael Saylor e sua Strategy anunciaram a compra de 2.486 BTC por US$ 168,4 milhões. O total da tesouraria agora é de 717.131 BTC, demonstrando resiliência inabalável. Cada correção é vista como oportunidade de ouro pelo smart money, que segue limpando o estoque disponível.


Detalhes da Última Aquisição

A transação ocorreu na semana passada, com preço médio de aquisição de cerca de US$ 67.710 por BTC. Financiada por vendas de ações ordinárias (US$ 90,5 milhões) e da série preferencial STRC (US$ 78,4 milhões), conforme documento oficial arquivado. Essa operação eleva o compromisso da empresa, que não hesita em acumular mesmo em momentos de volatilidade.

O mercado reage com as ações da Strategy (MSTR) em queda de 3,2% no pré-mercado, mas caindo mais de 60% no ano. No entanto, os fundamentos se fortalecem: o custo médio geral da tesouraria é de US$ 76.027 por BTC, abaixo do pico histórico, mas acima do preço atual.

Tesouraria Monumental: 717 Mil BTC

Com investimento acumulado de US$ 54,52 bilhões, a Strategy detém cerca de 3,4% do suprimento total de Bitcoin. Apesar da perda não realizada de aproximadamente US$ 5,7 bilhões (com BTC a US$ 68 mil), a estratégia reflete uma visão de longo prazo. Saylor anunciou pessoalmente a compra, aproximando a empresa dos 720 mil BTC.

Essa acumulação contínua, desde 2020, posiciona a Strategy como líder em adoção corporativa. Ciclos passados mostram que participantes institucionais compram nas quedas, construindo bases sólidas para valorizações futuras pós-halving.

Resiliência do Smart Money

Enquanto o varejo hesita, gigantes como Strategy veem correções como chances de entrada. O mercado está construindo: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas superam vendas de pânico. A persistência de Saylor valida a tese de Bitcoin como reserva de valor superior, ignorando ruído de curto prazo.

Analistas destacam que essa abordagem dilui custos ao longo do tempo, alinhada a halvings que reduzem oferta. O otimismo responsável reconhece riscos de volatilidade, mas enfatiza tendências macro de adoção global.

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.121, com variação de -0,95% em 24h e volume de 170,96 BTC. Equivalente a cerca de US$ 68 mil (dólar a R$ 5,22), reforçando o momento oportuno para acumulação estratégica.

Investidores brasileiros podem monitorar exchanges locais para alinhar com movimentos globais.


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Personagens cartoon de institucionais como gigante acumulando 717K BTC em cofre, dragão funding e banqueiro com ETFs XRP/LTC, simbolizando dominação no cripto

Institucionais no Topo: Strategy Acumula 717 mil BTC e Novos ETFs de Altcoins Surgem

📊 BOLETIM CRIPTO | 17/02/2026 | NOITE

A estratégia de acumulação institucional define o ritmo do mercado cripto nesta terça-feira, consolidando um viés de alta moderado no ecossistema global. O anúncio de que a Strategy elevou suas reservas para mais de 717 mil BTC atua como o principal catalisador de confiança, neutralizando ruídos regulatórios locais vindos das Filipinas e da Holanda. Enquanto gestoras de peso como a Dragonfly e a T. Rowe Price aceleram a financeirização de ativos digitais — com foco em RWA e novos ETFs de altcoins —, a CFTC dos Estados Unidos sinaliza um suporte inédito à infraestrutura de mercados de previsão. O período encerra com uma clara demonstração de robustez institucional, sugerindo que o capital corporativo está aproveitando a volatilidade para estabelecer posições estruturais de longo prazo.


🔥 Destaque: Strategy Alcança 3,4% do Suprimento de Bitcoin

A Michael Saylor’s Strategy reforçou sua posição como o maior detentor corporativo de ativos digitais ao confirmar a aquisição de 2.486 BTC entre os dias 9 e 16 de fevereiro. Com este movimento, a empresa totaliza agora impressionantes 717.131 unidades de Bitcoin sob custódia, o que representa aproximadamente 3,4% de todo o suprimento que jamais existirá da criptomoeda.

De acordo com o filing enviado à SEC, a compra demandou um investimento de US$ 168,4 milhões, financiados estrategicamente através da venda de ações da própria companhia. Embora a holding enfrente perdas não realizadas na casa dos US$ 5,7 bilhões devido ao preço médio histórico de aquisição estar em US$ 76.027, a gestão mantém um plano agressivo de captar até US$ 84 bilhões para novas compras até 2027.

Para o mercado, este evento é interpretado como uma validação fundamental do Bitcoin como reserva de valor para o tesouro de grandes corporações. A convicção demonstrada por Saylor, mesmo diante da volatilidade recente, sustenta o otimismo institucional e cria um suporte psicológico relevante para o preço do ativo, apesar da diluição acionária necessária para financiar essa expansão massiva.

No Brasil, o impacto dessa convicção ecoa no mercado local. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.075,10, apresentando uma leve retração de 0,86% nas últimas 24 horas, acompanhando os ajustes globais de liquidez.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual reflete uma transição acelerada para a financeirização cripto. O sucesso da Dragonfly Capital em captar US$ 650 milhões para seu quarto fundo evidencia que, apesar da limpeza setorial entre empresas de capital de risco, os investidores institucionais continuam focados em infraestrutura de stablecoins e tokenização de ativos reais (RWA).

Paralelamente, a inclusão de altcoins como XRP e Litecoin em protocolos de ETFs gerenciados de forma ativa pela T. Rowe Price indica que o apetite regulado está se expandindo além da dualidade Bitcoin/Ethereum. Segundo dados da U.Today, essa diversificação pode injetar trilhões de dólares em liquidez no mercado de ativos alternativos, consolidando a maturidade do setor.

Para investidores que buscam acesso simplificado a esses ativos, plataformas regulamentadas como a Binance oferecem uma interface segura para negociação de pares em Reais, como o XRP, que está sendo negociado a R$ 7,81 nas cotações mais recentes.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Conflitos Federativos nos EUA: A disputa entre a CFTC e órgãos estaduais sobre a jurisdição de prediction markets pode atrasar a expansão de plataformas como Kalshi e Polymarket, gerando incertezas geográficas.
  • Cibersegurança em Ferramentas de IA: O boom de bots de IA para apostas no Polymarket trouxe consigo uma série de scams sofisticados. Tutoriais falsos estão distribuindo infostealers que comprometem chaves privadas de carteiras DeFi.
  • Enforcement nas Filipinas: O banimento da Binance nas lojas de aplicativos filipinas, ordenado pela SEC local, serve como alerta para os riscos de compliance enfrentados por exchanges offshore em mercados emergentes.
  • Taxação na Holanda: Embora a renúncia de uma secretária favorável à taxação tenha freado o processo imediato, a lei holandesa de impostos sobre ganhos não realizados ainda é um risco de longo prazo para holders europeus em 2028.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Setor de Previsão Automatizado: A utilização legítima de bots como o OpenClaw para arbitragem de alta frequência em mercados de 5 minutos de BTC oferece um alto potencial de ganho para usuários técnicos que seguem padrões de segurança.
  • Tokenização de Ativos Reais (RWA): O foco maciço da Dragonfly em RWA sinaliza uma janela de oportunidade para protocolos que trazem ativos tradicionais para a blockchain, setor que deve atrair o próximo grande fluxo de valor total bloqueado (TVL).
  • Exposição em Altcoins Institucionais: O protocolo de ETFs diversificados legitima criptoativos como o Litecoin e o XRP, sugerindo um potencial de valorização sustentado por veículos de investimento regulados para o varejo e institucionais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Strategy acumula 2.486 BTC, totaliza 717 mil unidades
A empresa de Michael Saylor intensifica sua estratégia de tesouraria BTC, detendo agora 3,4% do suprimento total e planejando captar US$ 84 bilhões adicionais nos próximos anos.

2. Dragonfly capta US$ 650 milhões em fundo IV para cripto
A gestora reforça a tese de financeirização cripto com foco em stablecoins e infraestrutura on-chain, superando a fase de consolidação dos VCs no setor.

3. T. Rowe Price arquiva ETF ativo com XRP, LTC e SHIB
Gestora com US$ 1,8 trilhão sob gestão busca aprovação da SEC para um fundo cripto diversificado, expandindo as opções reguladas para investidores tradicionais.

4. CFTC defende regulação federal exclusiva para mercados de previsão
A agência federal apoia a Crypto.com contra reguladores estaduais, argumentando que prediction markets devem ser tratados sob as leis federais de derivativos.

5. Bots de IA em Polymarket: Boom acompanhado de alertas de malware
A automação de apostas via IA ganha tração com ferramentas como OpenClaw, mas exige cautela máxima contra downloads não oficiais que roubam credenciais.

6. Renúncia de secretária holandesa adia pressão fiscal imediata
Escândalo envolvendo falsificação de currículo remove figura favorável à taxação de ganhos não realizados, abrindo espaço para lobby contra impostos cripto na Holanda.

7. Binance banida da Google Play nas Filipinas por ordem da SEC
O enforcement local força usuários filipinos a buscarem alternativas nacionais como Coins.ph, refletindo a pressão sobre gigantes do mercado em jurisdições isoladas.


🔍 O Que Monitorar

  • Filings da SEC sobre ETFs: O progresso do Form S-1 da T. Rowe Price definirá a próxima onda de valorização nas altcoins.
  • Holdings da Strategy: Novas emissões de ações para compra de BTC e o impacto na diluição da MSTR.
  • Preâmbulo da Ninth Circuit: A decisão judicial sobre a jurisdição da CFTC será um marco para o setor de DeFi preditivo.
  • Segurança de Wallets: Monitorar relatos de novos malwares focados em usuários de agentes autônomos de IA.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o mercado mantenha seu viés de alta moderada, sustentado pelo momentum institucional e pelo suporte psicológico da acumulação massiva da Strategy. A entrada de capital via novos fundos de VC deve começar a refletir no aumento do valor total bloqueado em protocolos de infraestrutura financeira. Contudo, investidores devem permanecer vigilantes quanto à segurança digital, dado o aumento de ataques focados em tecnologia de IA emergente. O cenário global aponta para uma consolidação onde o ruído regulatório local acaba sendo absorvido pela narrativa de adoção corporativa nos centros financeiros globais.


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Executivo cartoon confiante segurando âncora BTC em plataforma de tesouraria durante tempestade de mercado, simbolizando resiliência da Strategy com Michael Saylor

Strategy Garante Sobrevivência com Bitcoin a US$ 8 mil

A Strategy, maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo, anunciou que pode sobreviver mesmo com o BTC caindo para US$ 8.000, uma desvalorização de 88%. Liderada por Michael Saylor, a empresa planeja converter US$ 6 bilhões em dívida conversível em ações nos próximos 3-6 anos, reduzindo pressão financeira e reforçando sua aposta estratégica no ativo digital como reserva de valor de longo prazo.


Plano de Equitização da Dívida

O plano de equitização transforma bonds em equity, evitando pagamentos em caixa e diluindo acionistas de forma controlada. Com 714.644 BTC em carteira, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões atualmente, a Strategy demonstra confiança na recuperação do Bitcoin. Michael Saylor reforçou essa visão em post no X, destacando que o mercado está construindo fundamentos sólidos apesar da volatilidade recente.

Essa estratégia alinha-se à tese de tesouraria institucional, onde o Bitcoin é visto como proteção contra inflação e desvalorização fiduciária. Mesmo com o preço médio de aquisição em torno de US$ 76.000, a empresa opera com baixa alavancagem relativa aos holdings, priorizando acumulação contínua.

Resiliência em Cenário de Crash Extremo

Segundo a declaração oficial da Strategy, mesmo a US$ 8.000 por BTC, os ativos restantes cobririam integralmente a dívida de US$ 6 bilhões. Isso equivale a cerca de 86.956 BTC necessários para paridade, mas com um oitavo do portfólio sobrando para contingências. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.838, com variação de -2,45% em 24h.

Críticos apontam riscos de diluição e perdas não realizadas bilionárias, mas para Saylor, a volatilidade de curto prazo não abala a narrativa de adoção global. A empresa continua comprando BTC há 12 semanas seguidas, sinalizando convicção em ciclos históricos como os halvings.

Contexto de Mercado e Visão de Longo Prazo

As ações da Strategy (MSTR) caíram 70% desde o pico de US$ 456, acompanhando o BTC que perdeu 50% de seu topo em outubro. No entanto, os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas crescem, posicionando o Bitcoin como ativo de reserva soberana. Bruno Barros, estrategista com viés de alta, vê isso como prova de maturidade do ecossistema.

Analogamente a empresas tradicionais que acumulam ouro em balanços, a Strategy inova ao apostar no BTC, ignorando ruído diário. Investidores devem monitorar indicadores como mNAV e capacidade de dividendos, mas a estrutura de dívida escalonada até 2032 oferece folga generosa.

Implicações para Adoção Institucional

Essa resiliência reforça a tese de Michael Saylor, inspirando outras firmas como Metaplanet no Japão. O mercado cripto evolui para uma fase onde grandes players testam modelos sustentáveis, priorizando hold de longo prazo sobre trades especulativos. Para brasileiros, isso sinaliza estabilidade em exchanges locais, com volumes robustos apesar da correção.

Vale acompanhar os próximos passos, pois movimentos como esse aceleram a convergência entre finanças tradicionais e criptoativos.


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Executivos cartoon de Grayscale abrindo portas para hub DeFi Aave enquanto Saylor empilha BTCs, simbolizando ETF e adoção institucional

Grayscale Pede ETF de Aave: DeFi Ganha Status Institucional

A Grayscale Investments protocolou pedido formal à SEC para converter seu Aave Trust em ETF spot, negociado na NYSE Arca. Ao mesmo tempo, Michael Saylor sinaliza a 12ª semana consecutiva de compras de Bitcoin pela Strategy. Esses movimentos do smart money reforçam a tese de acumulação institucional em DeFi e BTC, mesmo em meio à volatilidade recente do mercado.


Grayscale Eleva Aave ao Patamar de ETF Spot

O protocolo DeFi de lending Aave, nativo do Ethereum, ganha status institucional máximo com o pedido da Grayscale. Lançado em outubro de 2024, o Aave Trust gerencia atualmente ativos de cerca de US$ 896 mil. Se aprovado, o ETF cobrará taxa de 2,5% paga em tokens AAVE, com custódia pela Coinbase.

Essa iniciativa segue pedidos recentes para ETFs de NEAR e BNB, demonstrando a estratégia agressiva da Grayscale em mapear o ecossistema cripto. Apesar da queda de 26,7% no último mês e 80,5% do ATH de US$ 661 (maio/2021), o AAVE negocia a US$ 126, com capitalização de US$ 1,93 bilhão. Os fundamentos do protocolo se fortalecem com a maturidade do DeFi.

Saylor e Strategy: 12 Semanas de Acumulação Implacável

Michael Saylor, cofundador da Strategy (ex-MicroStrategy), compartilhou gráfico sinalizando a 99ª transação de BTC. A última compra, em 9 de fevereiro, adicionou 1.142 BTC por mais de US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC — avaliados em cerca de US$ 49,3 bilhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 359.680 nesta tarde, com variação de -1,52% em 24h. A Strategy persiste na estratégia apesar do flash crash de outubro, que derrubou o BTC abaixo do custo médio de US$ 76 mil e do ATH acima de US$ 125 mil.

Smart Money Constrói em Meio à Correção

O mNAV da Strategy caiu para 0,90, abaixo de 1, sinalizando desconto nas ações (US$ 133,88 na sexta). Ainda assim, a empresa reportou perda de US$ 12,4 bilhões no Q4, mas recupera terreno. Críticos sugeriam pausas nas compras, mas Saylor desafia o mercado, provando resiliência das tesourarias corporativas.

Esses fluxos institucionais — ETF de DeFi e acumulação de BTC — indicam que o capital inteligente vê além da volatilidade curta. Assim como nos ciclos passados pós-halving, a adoção por players como Grayscale e Saylor constrói a base para valorizações sustentadas.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, esses desenvolvimentos reforçam a narrativa de alta de longo prazo. Plataformas DeFi como Aave oferecem yields atrativos em staking e lending, enquanto tesourarias como a da Strategy validam o BTC como reserva de valor. Monitore aprovações da SEC e fluxos de ETF, pois historicamente impulsionam ciclos de alta.

O mercado está construindo: fundamentos se fortalecem com cada ETF aprovado e cada BTC acumulado por baleias corporativas. A paciência recompensa quem alinha com a tendência macro de adoção global.


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Empresário cartoon inabalável segurando âncora Bitcoin e estendendo pergaminho a figuras árabes em deserto tempestuoso, simbolizando compromisso eterno de Saylor

Saylor Inabalável: Compraremos Bitcoin Mesmo com Queda de 90%

Michael Saylor, chairman da Strategy, reafirmou em entrevista à CNBC sua convicção inabalável no Bitcoin, declarando que a empresa continuará comprando o ativo a cada trimestre para sempre, independentemente de quedas de preço, mesmo que chegue a 90%. Apesar de prejuízos bilionários no Q4 e BTC em torno de US$ 69 mil, Saylor enfatiza que preocupações com vendas são infundadas. O mercado está construindo bases sólidas para adoção institucional de longo prazo.


Holdings Robustos e Compromisso Eterno

A Strategy acumula 714.644 BTC, comprados por cerca de US$ 54,35 bilhões, com custo médio de US$ 76.056 — acima do preço atual de aproximadamente US$ 69.000. Na semana passada, adicionaram 1.142 BTC por US$ 90 milhões, a um preço médio de US$ 78.815. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.859 no Brasil reflete variação de -2,32% nas últimas 24h, mas Saylor vê volatilidade como feature, não bug.

No Q4, a empresa reportou perda operacional de US$ 17,4 bilhões e líquida de US$ 12,6 bilhões, devido à marcação a mercado do BTC. Ainda assim, Saylor destaca balanço sem risco de crédito, com caixa para 2,5 anos de dividendos e alavancagem baixa. “Vamos comprar Bitcoin todo trimestre para sempre”, afirmou, contextualizando o ativo como capital digital superior a ouro ou ações nos próximos 4-8 anos.

Confirmação Contra Especulações de Quedas Extremas

Saylor encerrou dúvidas sobre a estratégia de compras trimestrais, mesmo em cenários de colapso de 90% no preço do BTC. Essa convicção de alta fundamentada ignora ruído de curto prazo, focando em ciclos históricos e fluxos institucionais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança em tesourarias corporativas, similar aos ETFs que atraem bilhões globalmente.

A narrativa de adoção ganha força: baleias como Strategy compram na baixa, fortalecendo fundamentos enquanto varejo hesita. Volatilidade de 2-4x maiores que ativos tradicionais é o preço pela performance superior esperada nesta década.

Proposta Revolucionária aos Fundos Árabes

Em pitch ao Oriente Médio, Saylor propõe a estratégia ‘1,4% para sempre’: vender instrumentos de crédito equivalentes a 1,4% dos ativos para financiar dividendos em BTC e crescer holdings indefinidamente. Apresentado a fundos soberanos em Abu Dhabi, o modelo usa BTC como ouro digital, gerando yields 2-4x maiores que renda fixa tradicional.

Isso pode catalisar trilhões em capital árabe para Bitcoin, acelerando adoção global. Em um mercado sensível a macro, com BTC em US$ 69 mil e altcoins em drawdown, Saylor posiciona corporações como acumuladores perpétuos.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para o investidor local, as ações de Saylor reforçam que volatilidade é temporária. Com halvings passados provando resiliência e ETFs fluindo bilhões, o ecossistema se fortalece. Monitore fluxos institucionais: eles ditam tendências de longo prazo, não picos diários. A Strategy exemplifica como empresas podem transformar risco em oportunidade estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem cartoon de Saylor coletando Bitcoins em pilha crescente durante tempestade de queda, simbolizando resiliência e compras institucionais de 714K BTC

Saylor Ignora Queda: Strategy Compra US$ 90 Milhões em Bitcoin

Michael Saylor, líder da Strategy, demonstrou resiliência ao comprar 1.142 BTC por US$ 90 milhões (R$ 468 milhões) na semana passada, logo após a maior queda do Bitcoin em dois anos. A empresa agora detém 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões, mesmo com perdas não realizadas de US$ 5,2 bilhões. Esse movimento reforça a confiança dos grandes participantes no ativo como reserva de valor de longo prazo, enquanto o varejo hesita.


Detalhes da Aquisição Durante o Crash

A compra foi realizada entre 2 e 8 de fevereiro, a um preço médio de US$ 78.815 por BTC, antes do mergulho mais profundo que levou o Bitcoin aos US$ 60 mil na quinta-feira. Financiada pela venda de 616.715 ações MSTR, que renderam US$ 89,5 milhões, essa é a sétima aquisição semanal consecutiva da Strategy. O custo médio total das holdings agora é de US$ 76.056 por unidade, totalizando US$ 54,35 bilhões investidos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.556 às 19:10 desta segunda-feira (9), com variação de -1,22% em 24 horas. Em dólares, oscila próximo a US$ 70 mil, abaixo do custo médio da Strategy, mas os fundamentos de adoção se fortalecem.

Resiliência Frente às Perdas Não Realizadas

Apesar das perdas em papel de US$ 5,2 bilhões, Saylor mantém o curso. Representando mais de 3,4% do suprimento total de Bitcoin (21 milhões), as reservas da empresa testam a tese de tesouraria corporativa. O CEO Phong Le afirmou que só haveria problema real se o BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá por anos, destacando a visão de longo prazo.

Esse ‘braço forte’ ignora o pânico do varejo, comprando no desconto. Historicamente, ciclos de correção como esse precedem recuperações, impulsionadas por halvings e fluxos institucionais. A Strategy continua emitindo ações para captar recursos, com US$ 7,97 bilhões ainda disponíveis.

Estratégia de Financiamento e Adoção Institucional

A venda de ações MSTR financia as compras sem diluir caixa operacional, uma jogada estratégica que atrai investidores alinhados à tese Bitcoin. Saylor compartilhou em redes: “Orange Dots Matter”, referindo-se aos pontos de aquisição no gráfico. Essa persistência sinaliza ao mercado que instituições veem o mergulho como oportunidade, não ameaça.

No Brasil, empresas como OranjeBTC também recompra ações, aproveitando descontos. O mercado cripto está construindo bases sólidas: ETFs acumulam, corporações adotam e baleias posicionam para o ciclo de alta pós-halving.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o leitor brasileiro, a ação da Strategy é um farol: enquanto o dólar está em R$ 5,19, o Bitcoin em R$ 366 mil oferece proteção contra inflação fiat. Monitorar fluxos institucionais como esse ajuda a navegar volatilidade. Os fundamentos — adoção global, suprimento fixo — prevalecem sobre ruído de curto prazo. Fique de olho nos próximos ‘orange dots’.


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Executivo cartoon esforçado equilibrando balança com peso '12.4B' e Bitcoins, simbolizando prejuízo recorde da Strategy no Q4

Perda de US$ 12,4 Bi no Q4: Balanço da Strategy Sob Pressão?

A Strategy reportou prejuízo líquido recorde de US$ 12,4 bilhões no quarto trimestre de 2025, impulsionado pela correção de mais de 40% no preço do Bitcoin desde seu pico em outubro. A perda por ação diluída atingiu US$ 42,93, com impacto operacional de US$ 17,4 bilhões. Apesar dos números vermelhos, o CEO Phong Le afirmou que o balanço permanece estável, salvo um colapso prolongado do BTC para US$ 8.000 por 5-6 anos. Os dados revelam a tensão entre estratégia de longo prazo e volatilidade contábil de curto prazo.


Detalhes do Prejuízo Trimestral

Os números do Q4 mostram uma deterioração acentuada. A perda operacional saltou 16,4 vezes em relação ao ano anterior, para US$ 17,4 bilhões, quase inteiramente ligada à desvalorização não realizada das reservas de 713.502 BTC, adquiridos a custo médio de US$ 76.052. A receita de licenças de software, núcleo do negócio original, despencou 48%, de US$ 15,2 milhões para US$ 7,8 milhões.

No dia do anúncio, as ações MSTR caíram 20%, eliminando US$ 7 bilhões em valor de mercado em 24 horas, acumulando perda de 72% em seis meses. A diluição via emissões de ações comuns representou 79% das captações ATM no período, totalizando US$ 7,8 bilhões contra US$ 1,6 bilhão em ações preferenciais.

Declaração do CEO sobre Limite Crítico

Durante a teleconferência de resultados, o CEO Phong Le delineou o teste de estresse: em um cenário extremo de queda de 90% no BTC para US$ 8.000, as reservas igualariam a dívida líquida, exigindo reestruturação, equity adicional ou mais dívida. “Isso é o ponto em que nossas reservas de Bitcoin igualam nossa dívida líquida”, afirmou Le, destacando que as atuais holdings cobrem amplamente as obrigações.

O BTC yield para acionistas comuns em 2026 YTD é de apenas 0,3%, contrastando com picos de 74,3% em 2023. Dividendos a preferenciais consumiram US$ 381,3 milhões em 2025, ausentes no ano anterior.

Liquidez e Estratégia de Longo Prazo

A Strategy manteve US$ 2,25 bilhões em caixa no fim do ano, suficientes para 2,5 anos de dividendos e juros. Em 2025, captou US$ 25,3 bilhões para acumular BTC, adicionando 41.002 unidades só em janeiro de 2026. Michael Saylor reforçou o HODL, ignorando FUD sobre computação quântica.

Os dados sugerem resiliência: prejuízos são não realizados e contábeis, enquanto a tesouraria em BTC visa valorização de longo prazo. No entanto, a dependência de diluição e queda na receita operacional indicam riscos se o BTC não se recuperar.

Contexto de Mercado Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 356.658 (variação +2,6% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,22. O mercado cripto perdeu US$ 2,4 trilhões desde outubro, testando a tese de Saylor em um ambiente de alta volatilidade.

Vale monitorar níveis de suporte em US$ 60.000 e resistência em US$ 70.000 para projeções de curto prazo.


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Líder tech cartoon defendendo escudo BTC dourado contra onda quântica roxa, simbolizando plano de Saylor contra ameaça à segurança do Bitcoin

Bitcoin vs Computação Quântica: Plano de Defesa de Saylor

Criptografia em xeque? Durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre, Michael Saylor, da Strategy, anunciou um programa de segurança dedicado ao Bitcoin para enfrentar incertezas da computação quântica. Em vez de pânico, ele enfatiza planejamento de longo prazo. Pense assim: é como preparar a casa para uma tempestade distante, não uma emergência agora. Isso reforça o compromisso com o ativo, apesar de uma perda trimestral de US$ 12,4 bilhões reportada.


O que é computação quântica e por que ameaça o Bitcoin?

Em outras palavras, computadores quânticos usam qubits em vez de bits tradicionais (0 ou 1). Um qubit pode ser 0, 1 ou ambos ao mesmo tempo, graças ao fenômeno da superposição. Isso significa que eles resolvem problemas complexos muito mais rápido que computadores comuns.

Isso preocupa o Bitcoin porque sua segurança depende de criptografia como o ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm), que assina transações. Um algoritmo quântico chamado Shor poderia, teoricamente, quebrar essas chaves públicas derivando chaves privadas em minutos, em vez de bilhões de anos. Mas calma: computadores quânticos viáveis para isso precisam de milhões de qubits estáveis. Hoje, os melhores têm centenas, e falham rápido. É um risco futuro, não iminente.

Pense na analogia brasileira: como tentar abrir um cofre de banco com um alfinete. Computadores atuais nem arranham; quânticos podem furar, mas ainda não existem.

O anúncio da Strategy e o compromisso de Saylor

Na call de earnings da Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, Saylor revisitou FUDs históricos superados pelo Bitcoin — como ataques de 51%, escalabilidade e regulação. Quantum é o próximo, mas ele posiciona como desafio engenheiro de longo prazo, mais de uma década distante.

Ações da Strategy caíram 17% na quinta (US$ 104), mas subiram 5-6% pré-mercado com Bitcoin em US$ 65.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 359.806,84 (+4,39% em 24h).

Isso mostra confiança: em vez de vender, planejam defender suas reservas (centenas de milhares de BTC).

Soluções técnicas já em desenvolvimento

A boa notícia? A comunidade Bitcoin não espera. Pesquisas em criptografia quantum-resistant (resistente a quânticos) avançam. Algoritmos como Lamport signatures, XMSS ou Dilithium podem substituir ECDSA via soft fork — atualização consensual sem dividir a rede.

Em termos simples: é como trocar as fechaduras da casa antes do ladrão chegar. O NIST (instituto americano de padrões) já padroniza esses algoritmos pós-quânticos. Bitcoin pode migrar chaves antigas para novas, protegendo UTXOs não gastas. Quem tem BTC antigos pode transferir para endereços seguros quando necessário.

Saylor destaca: a rede é antifrágil, melhora com desafios.

O que isso significa para você, investidor iniciante?

Fique tranquilo: quantum é especulativo e distante. Foque no presente — hodle seu Bitcoin em carteiras seguras, use hardware wallets. A Strategy lidera por exemplo, coordenando esforços. Você não precisa ser expert; basta saber que soluções existem e o ecossistema age proativamente.

Em resumo, esse anúncio afasta FUD e constrói confiança. Parabéns por se informar — conhecimento é sua melhor defesa!


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Executivo cartoon preocupado com pilha de Bitcoin submersa em tinta vermelha abaixo da marca 76K, simbolizando prejuízo na tesouraria da Strategy

Bitcoin Abaixo do Custo Médio: Strategy Entra no Vermelho?

O Bitcoin caiu abaixo do custo médio de aquisição da Strategy, de US$ 76.052 por unidade, sendo negociado em torno de US$ 73.081 na quinta-feira (5). A maior detentora corporativa de BTC, com 713.502 unidades em tesouraria, enfrenta prejuízo não realizado em suas reservas. O múltiplo sobre valor patrimonial líquido (mNAV) está em 1,08, enquanto as ações MSTR acumulam queda de 75% desde novembro de 2024. Os dados mostram pressão crescente sobre a estratégia de Michael Saylor.


Situação Atual da Tesouraria

Os dados indicam que o preço spot do Bitcoin está 4% abaixo do custo médio ponderado de aquisição da Strategy, calculado em US$ 76.052. Com 713.502 BTC em carteira, o valor de mercado das reservas é estimado em US$ 52 bilhões aos preços atuais, representando um deságio de aproximadamente US$ 2,1 bilhões em relação ao custo total de aquisição.

Segundo o mercado de previsão Myriad, a probabilidade de a empresa vender parte de suas reservas até o fim de 2026 subiu para 36%, ante 22% no início da semana. O mNAV, que compara o valor de mercado da empresa ao de suas holdings de BTC, permanece em 1,08, permitindo emissões de ações para novas compras, mas uma queda abaixo de 1 pode pausar essa estratégia.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin é cotado a R$ 376.498,63, com variação de -5,58% em 24 horas e volume de 684 BTC.

Desempenho das Ações MSTR

As ações da Strategy (MSTR) caíram para cerca de US$ 133, uma desvalorização de mais de 75% em relação ao pico de US$ 540 em novembro de 2024. Trata-se do oitavo mês consecutivo de queda, refletindo a correlação com o preço do Bitcoin, que acumula perdas de 3,6% em 24 horas, 17% na semana e 20% no mês, conforme CoinGecko.

A empresa mantém reserva de caixa de US$ 2,25 bilhões, suficiente para cobrir 30 meses de pagamentos de dividendos de ações preferenciais. A primeira tranche de títulos conversíveis vence apenas no início de 2027, adiando pressões imediatas de liquidação forçada.

Visão dos Analistas

Analistas mantêm ceticismo quanto a vendas imediatas. Nic Puckrin, do Coin Bureau, afirma que “a queda no preço do Bitcoin não muda nada para a Strategy”, destacando a preparação de Michael Saylor para mercados de baixa. Aurelie Barthere, da Nansen, nota que novas compras seriam dilutivas no curto prazo, dado que o preço spot está ao preço médio de 1.

Marcin Kazmierczak, da RedStone, enfatiza que qualquer venda refletiria preços oportunistas ou realocação de capital, não mudança na tese de acumulação de longo prazo. Recentemente, a empresa adicionou 855 BTC em 2 de fevereiro, reforçando compromisso.

Níveis Críticos a Monitorar

Os dados sugerem foco em níveis técnicos: mNAV abaixo de 1,0 poderia interromper compras via ATM offerings; suporte do Bitcoin em US$ 69.000 tem 72% de chance de teste, segundo o Myriad. Reserva de caixa cobre obrigações, mas persistência da queda pode elevar risco-retorno da alocação.

Investidores institucionais observam se a Strategy ajusta estratégia em relatório trimestral, mantendo viés de acumulação apesar do teste atual de fundamentos.


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Executivo cartoon no topo de pilha instável de blocos Bitcoin rachados com moedas caindo, revelando riscos ocultos na tesouraria da MicroStrategy

Risco Oculto: 4 Falhas na Estratégia de Bitcoin da Strategy

A Strategy anunciou que seu capital preferencial perpétuo superou a dívida conversível, totalizando US$ 8,36 bilhões contra US$ 8,21 bilhões. Embora pareça um escudo para seu tesouro de Bitcoin, especialistas identificam quatro falhas estruturais que podem forçar a liquidação de parte dos 710 mil BTC da companhia. Em um mercado volátil, com o Bitcoin negociado a US$ 86.973 (R$ 461.228 no Brasil, segundo o Cointrader Monitor), a ‘fortaleza de Saylor’ revela rachaduras perigosas.


Troca de Riscos: De Dívida para Dividendos Perpétuos

A estratégia da Strategy, liderada por Michael Saylor, substitui dívidas com vencimentos fixos (2027-2032) por ações preferenciais perpétuas. Sem prazos de pagamento do principal, a empresa evita vendas forçadas de Bitcoin para quitar obrigações. No entanto, isso impõe pagamentos de dividendos contínuos, estimados em US$ 876 milhões anuais.

Com reservas de caixa de US$ 2,25 bilhões, a companhia tem cerca de 30 meses de folga, conforme análise de Derek Lim, da Caladan. Se os mercados de ações se fecharem em uma baixa prolongada, o financiamento via novas emissões torna-se inviável, pressionando o caixa e expondo a primeira falha estrutural.

A correlação extrema com o Bitcoin agrava o problema: quedas no preço do ativo corroem o valor das ações da MSTR, dificultando captações. Recentemente, uma desvalorização de 32% no BTC provocou queda de 52% nas ações da empresa.

Falhas 1 e 2: Baixa Prolongada e Ciclo de Dividendos

Em um cenário de viés de baixa prolongado superior a 50%, como visto em ciclos anteriores, o prêmio das ações da Strategy evapora. Sem conversão da dívida ou novas emissões viáveis, a empresa enfrenta refinanciamento impossível. Os detentores de dívida não convertem, forçando pagamentos em caixa ou venda de ativos.

Os dividendos perpétuos exigem desembolsos constantes, diferentemente da dívida que pode ser rolada. Adiar pagamentos sinaliza estresse financeiro, derrubando ainda mais o preço da ação e criando um ciclo vicioso: ação fraca → emissões caras → caixa esgotado → risco de inadimplência. Essa retroalimentação reputacional é a segunda brecha crítica.

Analistas alertam que, sem fluxo de caixa operacional robusto, a dependência de vendas de ações ou valorização do Bitcoin torna o modelo frágil em mercados de baixa.

Falhas 3 e 4: Correlação e Reação em Cadeia

A terceira falha reside na alta correlação da MSTR com o Bitcoin, atuando como proxy amplificado. Em altas, isso facilitou captações; em baixas, destrói valor mais rápido. Com BTC abaixo de US$ 90 mil (30% sob máxima), uma correção adicional pode desencadear êxodo de investidores.

Por fim, os riscos interconectam-se em uma reação em cadeia: queda no BTC comprime o mNAV (market-to-net asset value), tornando emissões dilutivas e erodindo confiança. Sem caixa para dividendos, a venda de Bitcoin torna-se inevitável, desmontando a tese de ‘manter para sempre’.

O mNAV, métrica chave, mede se ações negociam a prêmio sobre reservas de BTC. Compressão dele acelera o colapso interno da fortaleza.

Implicações e o Que Monitorar

O fracasso parcial da Strategy — venda forçada de fração dos 710 mil BTC — geraria impacto sísmico nos mercados cripto, testando a resiliência do Bitcoin. Derek Lim prevê não uma implosão, mas desgaste lento via diluição, tornando a MSTR subperformer ante o BTC.

Investidores devem vigiar mNAV, reservas de caixa, emissões de ações e variação do BTC. O primeiro teste é a ‘put’ de US$ 1,01 bilhão em 2027. Em um ciclo de baixa, a estratégia alavancada pode falhar, validando ceticismo sobre tesourarias corporativas de cripto.


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Executivo cartoon empurrando pilha de Bitcoin para cofre tesouraria transbordante, simbolizando aquisição de US$1,25 bi pela Strategy e adoção institucional

Strategy Compra US$ 1,25 Bi em Bitcoin: Maior Aquisição Desde Julho

A Strategy, liderada por Michael Saylor, anunciou sua maior compra de Bitcoin desde julho: 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão, elevando o total em tesouraria para impressionantes 687.410 BTC. A operação, realizada entre 5 e 11 de janeiro a um preço médio de US$ 91.519, ocorre às vésperas da votação da CLARITY Act, demonstrando confiança institucional mesmo com o BTC oscilando abaixo de US$ 91 mil.


Detalhes da Aquisição e Financiamento

A aquisição de 13.627 BTC foi financiada por meio do programa de oferta at-the-market, com vendas de ações Class A comuns (MSTR) e ações preferenciais perpétuas Series A (STRC). Os proceeds líquidos somaram cerca de US$ 1,2 bilhão, sendo US$ 1,1 bilhão de ações comuns e US$ 119 milhões de preferenciais. O custo agregado total agora é de US$ 51,8 bilhões, com preço médio de US$ 75.353 por BTC.

Essa é a terceira compra consecutiva semanal da Strategy, seguindo uma aquisição de 1.286 BTC na semana anterior por US$ 116 milhões. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 491.265,64 (+0,38% em 24h), destacando o valor em reais de tesourarias como essa: cerca de R$ 6,7 trilhões em holdings totais.

Para investidores brasileiros, essa estratégia reforça o BTC como reserva de valor corporativa, ignorando ruídos de curto prazo.

Contexto Regulatório: CLARITY Act e Tensões com MSCI

A compra surge antes da markup da CLARITY Act esta semana, uma lei bipartidária que pode pavimentar o caminho para clareza regulatória nos EUA, potencialmente impulsionando a adoção institucional. Enquanto o varejo hesita com o BTC abaixo de US$ 91 mil, Saylor dobra a aposta, sinalizando otimismo fundamentado.

Recentemente, a Strategy superou o drama com a MSCI, que considerava excluir empresas com mais de 50% em ativos digitais de índices globais. A decisão de adiamento em janeiro aliviou a pressão, elevando as ações MSTR em até 6%. Hoje, as ações negociam estáveis em torno de US$ 157, com alta de 2% no ano.

Essa resiliência institucional contrasta com a volatilidade: apesar de um prejuízo não realizado de US$ 17,44 bilhão no Q4/2025, a empresa elevou reservas em dólares para US$ 2,25 bilhão, garantindo liquidez.

Visão Bullish de Saylor e Implicações para o Mercado

Em recente podcast, Michael Saylor criticou o foco em flutuações curtas, enfatizando que o BTC atingiu ATH há apenas 95 dias. “Não se declara uma empresa bem-sucedida em menos de 100 dias”, disse, destacando que a Strategy comprou 100 vezes mais BTC em 2025 do que em 2020.

Essa acumulação agressiva por instituições como a Strategy valida o BTC como ativo produtivo. Com 687.410 BTC (3% do suprimento total), a empresa testa a tese de tesouraria em escala, inspirando outras corporações. Para o varejo brasileiro, é um sinal claro: enquanto preços oscilam, whales acumulam, posicionando-se para o próximo ciclo.

Vale monitorar a CLARITY Act e o desempenho das ações MSTR, que frequentemente lideram o sentimento cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon confiante empilhando montanha de moedas Bitcoin sob chuva de BTC, simbolizando acumulação agressiva da Strategy após queda

Strategy Compra US$ 1,25 Bilhão em Bitcoin Após Queda do BTC

A Strategy ($MSTR) demonstrou agressividade ao adquirir 13.627 Bitcoin por cerca de US$ 1,25 bilhão na semana passada, elevando suas reservas para 687.410 BTC. A compra, realizada entre 5 e 11 de janeiro em meio à volatilidade do mercado, reforça a tese de acumulação institucional como reserva de valor de longo prazo, mesmo após quedas recentes do BTC.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação foi divulgada em um filing da SEC datado de 12 de janeiro. Os Bitcoins foram comprados a um preço médio de US$ 91.519 cada, financiados por meio do programa de oferta at-the-market (ATM). Isso incluiu vendas de ações Class A comuns (MSTR) e ações preferenciais perpétuas Series A 10.00% (STRC), gerando US$ 1,2 bilhão em receitas líquidas — US$ 1,1 bilhão de ações comuns e US$ 119 milhões de preferenciais.

Essa é a terceira compra consecutiva semanal da empresa. Na semana anterior, a Strategy havia adquirido 1.286 BTC por US$ 116 milhões, elevando temporariamente o total para 673.783 BTC. A estratégia contínua sinaliza confiança inabalável no Bitcoin como ativo principal, independentemente das oscilações de curto prazo.

Estratégia de Tesouraria e Holdings Totais

Com essa aquisição, a tesouraria da Strategy agora abriga 687.410 BTC, comprados por um custo agregado de US$ 51,8 bilhões a um preço médio de US$ 75.353 por unidade. Ao preço atual de cerca de US$ 90.555, o portfólio vale aproximadamente US$ 62 bilhões, gerando ganhos não realizados substanciais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 490.771,52 no Brasil, com variação de +0,37% nas últimas 24 horas. Essa acumulação reforça a posição da empresa como maior detentora corporativa de BTC, superando ETFs e servindo de benchmark para investidores institucionais.

Além disso, a companhia elevou suas reservas em dólares americanos para US$ 2,25 bilhões, garantindo liquidez para dividendos preferenciais e obrigações de dívida, equilibrando risco e estabilidade.

Contexto de Volatilidade e Desafios Regulatórios

Apesar do rebote do Bitcoin acima de US$ 90.000 no início de 2026, a Strategy registrou uma perda não realizada de US$ 17,44 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido à queda acentuada de preços desde os picos de outubro. Ainda assim, a compra recente ocorre em um momento de risk-off, demonstrando convicção na recuperação de longo prazo.

Recentemente, a empresa enfrentou escrutínio da MSCI, provedora de índices globais, que considerou excluir companhias com mais de 50% de ativos em cripto (DATCOs) de benchmarks como MSCI World e USA. Após lobby, incluindo declarações de Michael Saylor de que a Strategy é uma “empresa operacional com software de US$ 500 milhões”, a MSCI adiou a exclusão para fevereiro de 2026, aliviando pressão vendedora e impulsionando as ações MSTR em até 6%.

Impacto no Sentimento de Longo Prazo

Essa acumulação agressiva da Strategy envia um sinal poderoso ao mercado: instituições veem o Bitcoin como productive capital superior a reservas tradicionais. Em um cenário de volatilidade, compras como essa contrabalançam vendas de pânico, estabilizando o preço e fomentando otimismo. Para investidores brasileiros, isso sugere que o ciclo de alta pode se estender, com o BTC testando novas máximas históricas.

Monitorar o mNAV (market Net Asset Value) da MSTR e decisões futuras da MSCI será crucial. A tese de Saylor continua validada: acumular BTC em dips é a estratégia vencedora para o bull market de longo prazo.


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Executivo cartoon estilizado empilhando blocos Bitcoin dourados com '92K' no topo, superando nuvens de crise Fed, simbolizando acumulação bilionária da Strategy

Strategy Acumula US$ 1,25 bi em BTC e Crise no Fed Eleva Preço a US$ 92 mil

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/01/2026 | NOITE

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período. A Strategy, de Michael Saylor, consolidou a maior compra de Bitcoin desde julho, injetando US$ 1,25 bilhão no mercado, enquanto o preço do ativo rompeu os US$ 92 mil em resposta a uma crise institucional sem precedentes no Federal Reserve (Fed). Embora a movimentação de uma baleia da Satoshi Era e alertas regulatórios do Banco da Itália sobre o Ethereum tragam cautela, a narrativa do Bitcoin como refúgio geopolítico prevalece. A convergência entre IA e Web3 também ganha fôlego com a Alphabet atingindo valor recorde após parceria com a Apple. Este Boletim detalha como a institucionalização plena e a instabilidade do sistema fiduciário estão moldando o novo patamar de preços das criptomoedas.


🔥 Destaque: Strategy acumula 13,6 mil BTC

A Strategy (antiga MicroStrategy) reafirmou sua posição como o maior holder corporativo de Bitcoin do mundo ao anunciar a aquisição de 13.627 BTC por aproximadamente US$ 1,25 bilhão. A operação, realizada a um preço médio de US$ 91.519, representa a maior compra individual da empresa desde julho de 2024 e eleva seu patrimônio total para massivos 687.410 BTC.

O financiamento da compra foi estruturado através da emissão de ações comuns e preferenciais STRC (Stretch), demonstrando a habilidade de Michael Saylor em utilizar o mercado de capitais para alavancar a exposição ao ativo digital. Com essa movimentação, a empresa agora detém cerca de 3,3% de todo o suprimento de Bitcoin que existirá no mundo, uma concentração que gera tanto otimismo quanto debates sobre riscos sistêmicos.

A compra bilionária ocorre em um momento de estagnação de preços pós-eleição, servindo como um floor price psicológico para o mercado. Para o investidor brasileiro, o impacto é direto na valorização das carteiras locais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 490.596,34, refletindo a força da demanda global.

É muito provável que este movimento inspire outras tesourarias corporativas a acelerarem sua alocação, especialmente diante da clareza contábil e regulatória em evolução nos EUA. Contudo, a magnitude da posição da Strategy cria um status quo onde a saúde financeira da empresa passa a ser um indicador crítico para a estabilidade do próprio Bitcoin.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento do mercado é de otimismo cauteloso, impulsionado pelo descolamento do Bitcoin em relação ao mercado de ações tradicional. Enquanto os índices em Wall Street reagiram negativamente às tensões em Washington, o Bitcoin reafirmou sua tese de safe-haven, operando em correlação com ouro e metais preciosos.

A Alphabet, controladora da Google, ultrapassou a marca histórica de US$ 4 trilhões em valor de mercado, um evento que transborda para o setor cripto através da demanda por infraestrutura de IA descentralizada. A parceria com a Apple para integrar o modelo Gemini na Siri sinaliza que a infraestrutura de computação será o grande gargalo da década, favorecendo protocolos de compute em nuvem distribuída.

Por outro lado, o Ethereum enfrenta um período de escrutínio rigoroso. O contraste entre a visão técnica de Vitalik Buterin, que busca a total autonomia da rede, e os alertas de risco sistêmico do Banco da Itália, aponta para uma fase de amadurecimento institucional forçado para a segunda maior blockchain do mundo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão Vendedora de Supply Antigo: A transferência de 2.000 BTC de um minerador de 2010 para a Coinbase pode gerar volatilidade imediata se confirmada a intenção de liquidação.
  • Instabilidade Política no Fed: A investigação criminal contra Jerome Powell gera incerteza sobre a política monetária dos EUA, o que pode causar oscilações bruscas em ativos de risco.
  • Centralização em Stablecoins: O bloqueio de US$ 182 milhões em USDT pela Tether reforça o risco de censura em ativos lastreados em dólar sob jurisdições centrais.
  • Risco Sistêmico em Holders: A concentração de Bitcoin em poucas mãos corporativas torna o mercado sensível a qualquer necessidade de liquidação forçada por parte da Strategy.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hedge Contra Risco Fiat: O Bitcoin se consolida como a principal alternativa de proteção contra a degradação institucional das autoridades monetárias centrais.
  • Ações MSTR como Proxy: Ações da Strategy oferecem uma exposição alavancada ao Bitcoin para investidores que possuem acesso ao mercado de capitais norte-americano.
  • Infraestrutura de IA Web3: O recorde da Alphabet impulsiona tokens de computação descentralizada (como RNDR e AKT), atendendo à demanda global por poder de GPU.
  • Ethereum como Reserva Trustless: A proposta de walkaway test de Buterin pode elevar o ETH ao status de infraestrutura imutável para o sistema financeiro global.

📰 Principais Notícias do Período

1. Strategy compra US$ 1,25 bi em Bitcoin
A maior holding corporativa do mundo adquiriu mais 13.627 BTC, aproveitando o momento para reforçar sua reserva em níveis próximos a US$ 91.500. A compra foi financiada via emissão de novas ações.

2. Crise no Fed impulsiona BTC para US$ 92 mil
Uma investigação criminal contra Jerome Powell abalou a confiança no Banco Central dos EUA. O mercado reagiu buscando segurança no Bitcoin, que testou as máximas históricas.

3. Baleia de 2010 movimenta US$ 180 milhões
Após 15 anos de dormência, uma carteira da Satoshi Era transferiu 2.000 BTC para a exchange Binance e outras CEXs, gerando especulação de venda imediata.

4. Alphabet atinge US$ 4 trilhões com IA na Apple
A parceria Apple-Gemini solidifica o Google como líder em modelos de linguagem. No ecossistema cripto, o movimento impulsiona a narrativa de convergência tecnológica.

5. Banco da Itália modela colapso do Ether
Um estudo do banco central italiano alertou que uma queda drástica no preço do ETH poderia comprometer a segurança da rede, afetando a liquidação de ativos tokenizados.

6. Buterin propõe “teste de saída” para o Ethereum
Vitalik defende que o protocolo deve ser capaz de operar de forma autônoma e imutável, independentemente de desenvolvedores centrais, visando a máxima resiliência.


🔍 O Que Monitorar

  • Reserva na Coinbase: Acompanhar se os BTCs da baleia antiga serão liquidados ou se servirão como garantia para novas posições.
  • Fluxo da Strategy: Novas emissões de dívida ou ações (STRC) podem indicar a continuidade da agressiva acumulação corporativa.
  • Sentimento em Washington: Declarações do DOJ ou do Fed são gatilhos críticos para a volatilidade política do Bitcoin.
  • Churn de Validadores ETH: Monitorar a taxa de saída de nós da rede Ethereum para validar os receios regulatórios do Banco da Itália.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, sustentado pelo momentum da compra institucional da Strategy e pelo papel do Bitcoin como porto seguro em meio à crise institucional do Fed. A resistência nos US$ 92 mil é o ponto chave para uma nova descoberta de preço. Investidores devem ficar atentos à movimentação da baleia histórica, que pode gerar flicks de volatilidade acentuada, mas a absorção institucional via balcão (OTC) tende a mitigar quedas prolongadas. Para quem busca entrar no mercado, exchanges como a Binance oferecem alta liquidez nesses momentos de estresse. O cenário macro projeta uma transição onde o Bitcoin deixa de ser apenas um ativo especulativo para se tornar uma peça central de tesouraria e proteção geopolítica global.


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Executivo cartoon recebendo selo dourado MSCI em laptop BTC com gráfico de ações subindo, celebrando inclusão de tesourarias Bitcoin em índices globais

MSCI Mantém Empresas BTC em Índices: Strategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas com tesouraria em Bitcoin (DATCOs) em seus índices globais, apesar de propostas iniciais de exclusão. As ações da Strategy (ex-MicroStrategy), liderada por Michael Saylor, dispararam 6% na quarta-feira, sinalizando confiança no modelo de adoção corporativa do BTC. A decisão, comunicada em 6 de janeiro, alivia riscos técnicos e reforça a tese de integração mainstream das criptomoedas.


Decisão da MSCI e Manutenção da Inclusão

A provedora de índices MSCI optou por não avançar com a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas como Bitcoin — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. De acordo com o comunicado oficial, empresas já incluídas permanecerão, desde que atendam outros critérios. Essa pausa remove uma incerteza que pressionava o mercado cripto em outubro, quando especulações causaram quedas no Bitcoin.

O movimento valida a visão bullish de Saylor, que transformou a Strategy na maior detentora corporativa de BTC desde 2020. Analistas veem isso como endosso institucional à estratégia de tesouraria em ativos digitais, especialmente em um contexto de volatilidade macroeconômica.

Alta nas Ações da Strategy e Reação do Mercado

Após o anúncio, as ações da Strategy subiram até 6%, conforme reportado pela Crypto.news, com ganhos iniciais de 3,2% que foram parcialmente revertidos pela queda do Bitcoin para US$ 90.900. No ano, MSTR acumula alta de mais de 4,5%, superando o desempenho de muitos ativos tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.045 (-0,42% em 24h), reforçando o apelo como hedge contra inflação e instabilidade fiat.

Investidores institucionais celebram: a permanência nos índices garante exposição passiva via fundos que replicam MSCI, atraindo bilhões em inflows para proxies de Bitcoin sem custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação e Desafios Futuros

Apesar da boa notícia, a MSCI introduziu ajustes: não haverá aumentos no Number of Shares (NOS), Foreign Inclusion Factor (FIF) ou Domestic Inclusion Factor (DIF) para novas emissões de ações dessas empresas. Isso elimina a demanda automática de fundos de índice — antes, cerca de 10% das novas ações eram compradas obrigatoriamente —, complicando captações como as usadas pela Strategy para comprar mais BTC.

Analistas da Bull Theory destacam que, sem esse ‘forçado buying’, a empresa precisará de compradores privados, potencialmente limitando aquisições. Ainda assim, o otimismo prevalece: a decisão abre caminho para mais corporações seguirem o playbook de Saylor, acelerando a adoção mainstream.

Implicações para Investidores bullish

Para o leitor brasileiro interessado em cripto, isso é um sinal forte: alocações em MSTR ou BTC direto podem servir como hedge macro superior a treasuries tradicionais. Com ETFs de Bitcoin em expansão — inclusive da Morgan Stanley —, a tese de Saylor ganha tração. Monitore a consulta mais ampla da MSCI sobre ‘non-operating companies’; por ora, o caminho está pavimentado para ganhos sustentados em 2026.


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