Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Ilhas blockchain flutuantes conectadas por feixes de energia cyan e dourada, simbolizando interoperabilidade com STRK na Solana e CLO na Avalanche

STRK na Solana e CLO na Avalanche: Fim das Ilhas Blockchain?

O token STRK do Starknet chegou nativamente à Solana via interoperabilidade da NEAR Intents, eliminando pontes tradicionais, conforme anúncio de 15 de janeiro. Em paralelo, a Galaxy Digital fechou seu primeiro CLO tokenizado de US$ 75 milhões na Avalanche, financiando empréstimos cripto via blockchain. Esses avanços quebram barreiras entre ecossistemas, facilitando DeFi cross-chain e adoção institucional de ativos do mundo real (RWAs).


STRK Nativo na Solana sem Pontes Tradicionais

A integração do STRK na Solana, com TVL de quase US$ 11 bilhões, usa o modelo de execução baseado em solvers da NEAR Intents. Usuários recebem o token diretamente em carteiras Solana a partir de diversas chains e tokens suportados, priorizando velocidade e usabilidade no DeFi.

O STRK está disponível para spot trading na DEX Jupiter, com liquidez principal na Meteora. Isso ocorre após provocação da conta oficial da Solana no X sobre baixa atividade do Starknet, que acumula mais de US$ 313 milhões em TVL. O token negocia a US$ 0,086, com market cap de US$ 435 milhões.

Essa solução evita riscos de pontes centralizadas, como hacks, e abre o ecossistema Solana para usuários Starknet, expandindo liquidez e composabilidade.

Galaxy Tokeniza CLO de US$ 75 Milhões na Avalanche

A Galaxy CLO 2025-1, emitida na Avalanche, financia US$ 75 milhões em empréstimos overcollateralizados com BTC e ETH via Arch Lending, plataforma apoiada pela Galaxy Ventures. Grove, do ecossistema Sky (ex-MakerDAO), alocou US$ 50 milhões, com potencial de expansão para US$ 200 milhões.

Os bonds tokenizados, emitidos pela INX, pagam juros atrelados ao SOFR + 5,7%, maturando em dezembro de 2026, com pagamentos mensais. Anchorage Digital Bank atua como custodiante, rastreando colateral em tempo real, enquanto Accountable fornece monitoramento de performance.

Essa estrutura une mercados de dívida tradicionais com blockchain, oferecendo transparência e flexibilidade de colateral onchain.

Implicações para Interoperabilidade e RWAs

A chegada do STRK à Solana exemplifica como intents — intenções do usuário executadas por solvers — superam limitações de blockchains isoladas. Sem migração de liquidez manual, integrações como essa aceleram a adoção cross-chain, reduzindo fricções e riscos.

No front dos RWAs, o CLO tokenizado da Galaxy demonstra maturidade institucional: private credit onchain atrai alocações de protocolos como Grove. Com previsões da Galaxy Research de que stablecoins superem o ACH em volume em 2026, tokenização de ativos reais ganha tração, unindo finanças tradicionais e DeFi.

Esses marcos sinalizam o fim das “ilhas blockchain”, fomentando um ecossistema unificado onde liquidez e funcionalidades fluem livremente.

Próximos Passos e Oportunidades

Para traders brasileiros, monitore STRK/SOL em DEXs como Jupiter para arbitragem cross-chain. Instituições podem explorar plataformas como Arch Lending para yields em RWAs tokenizados. Desenvolvedores devem avaliar NEAR Intents para integrações semelhantes.

Enquanto Starknet cresce TVL e Galaxy expande CLOs, o foco em eficiência técnica e compliance regulatório pavimenta o caminho para adoção em massa. Vale acompanhar atualizações em Solana e Avalanche.


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Rede hexagonal cyan com hexágono central rachado emitindo pulsos vermelhos, simbolizando segunda falha e riscos em Starknet L2

Starknet Cai Novamente: Segunda Falha em 2026 Levanta Alertas

A Starknet, uma das principais soluções Layer-2 do Ethereum, publicou relatório pós-mortem sobre sua segunda grande interrupção em 2026. Em 5 de janeiro, um bug no blockifier causou inconsistência entre execução e prova, revertendo 18 minutos de atividade via reorganização de blocos. Isso reforça preocupações sobre a confiabilidade das L2s: Starknet caiu de novo — as L2s são realmente confiáveis para usuários brasileiros no ecossistema ETH?


Detalhes da Interrupção de Janeiro

O incidente ocorreu entre 09:24 e 14:17 UTC em 5 de janeiro de 2026, paralisando a produção de blocos por quase cinco horas. Segundo o relatório oficial da Starknet, o problema surgiu de uma combinação específica de chamadas cross-function, writes de variáveis, reverts e catches nelas. O blockifier — camada de execução otimizada em Rust para alta throughput — reteve erroneamente um state-write de função revertida, gerando execução incorreta.

Felizmente, a camada de proving atuou como salvaguarda, impedindo finality L1 das transações inválidas. Uma reorganização de blocos reverteu os 18 minutos afetados, restaurando operações às 14:17 UTC. A rede voltou ao normal, mas o episódio destaca vulnerabilidades em stacks modulares complexos de blockchains de nova geração.

Usuários impactados precisaram resubmeter transações, um risco especialmente perigoso para traders de alta frequência ou posições sensíveis a tempo no DeFi Starknet.

Comparação com a Falha de Setembro

Não foi o primeiro problema: em setembro de 2025, logo após upgrade para v0.14.0 (Grinta), que descentralizou sequencers para três nós, Starknet sofreu outage de mais de cinco horas. O relatório anterior aponta falhas em nós Ethereum, intervenção manual falha e bug no blockifier para L1→L2 messages, exigindo duas reorgs revertendo cerca de 1,5 horas de atividade.

Ambos incidentes compartilham reorgs e bugs no blockifier, expondo desafios na transição para descentralização. Enquanto Starknet inova em ZK-rollups, redes como Arbitrum ou Optimism reportam maior estabilidade em 2025, com downtimes mínimos, sugerindo que maturidade operacional varia entre L2s.

Lições para o Ecossistema L2 Ethereum

Os relatórios prometem medidas: fuzz-testing agressivo no blockifier, auditoria interna de revert logic, detecção mais rápida via execução prover-compatível pós-transação e auto-halt em mismatches. Para setembro, foco em mais nós de consenso e safeguards contra dependências externas como Ethereum RPCs.

Para usuários brasileiros no ETH ecosystem, isso sinaliza riscos reais: reorgs podem anular trades, expor a liquidez perdida ou impermanent loss em DeFi. Em um mercado volátil, onde MEV e arbitragem dependem de velocidade, L2s imaturas amplificam perigos. Compare com L1 Ethereum, que raramente reorgs, ou Polygon com histórico mais robusto — diversificação é essencial para mitigar exposição.

Riscos e Ações para Investidores

Monitore status.starknet.io para uptime e Dune dashboards para TVL/atividade. Com adoção crescente de Starknet em DeFi e BTCFi, falhas recorrentes questionam sua readiness para escala. Usuários devem priorizar L2s com sequencers descentralizados testados, wallets com suporte a reorgs e estratégias de hedge contra downtimes.

Embora Starknet avance em throughput e privacidade, a repetição de outages em 2025 alerta: avalie riscos antes de alocar em ecossistemas emergentes.


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Escudo hexagonal de hardware wallet rachado vazando dados vermelhos com rede grid escurecendo, simbolizando vazamento Ledger e Starknet offline

Ledger Vaza Dados via Global-e: Starknet Offline

Investigações revelam que a Ledger sofreu vazamento de dados pessoais de clientes via sua plataforma de pagamentos Global-e. Nomes, emails e endereços de compradores de carteiras físicas foram expostos em uma brecha no sistema em nuvem da parceira. Paralelamente, a rede Starknet ficou offline por quatro horas, com risco de transações afetadas. Suas informações e ativos estão seguros? Evidências apontam riscos de phishing, mas chaves privadas permanecem intactas.


Detalhes do Vazamento na Ledger/Global-e

A Global-e detectou atividade incomum e confirmou acesso não autorizado a dados de clientes da Ledger. O incidente afetou o sistema em nuvem usado para processar pedidos no site da fabricante de hardware wallets. Ledger notificou os impactados, enfatizando que não há evidências de comprometimento de seeds ou chaves privadas — apenas informações de contato de compras recentes.

Red flags identificadas incluem a recorrência de brechas na Ledger: em 2020, via Shopify, 270 mil clientes foram expostos; em 2023, um exploit drenou US$ 484 mil em DeFi. O projeto não explica por que parceiros terceirizados continuam vulneráveis, apesar de alertas prévios. Investigações on-chain não detectam movimentações suspeitas ligadas a endereços da Ledger até o momento.

Clientes brasileiros que compraram Ledger.com nos últimos meses devem verificar emails de notificação. A exposição cria vetor para phishing sofisticado, com fraudadores se passando por suporte da Ledger ou Global-e.

Quem Está Vulnerável e Riscos Imediatos

Vulneráveis são compradores recentes de dispositivos Ledger via site oficial, cujos dados transitam pela Global-e. Não afeta holders de carteiras usadas, mas expõe perfis para ataques direcionados. Evidências da notificação oficial indicam que hackers acessaram nomes, endereços e contatos, mas não senhas ou dados financeiros sensíveis.

Riscos principais: rug pulls via suporte falso, roubo de identidade e spam malicioso. Histórico da Ledger mostra que brechas anteriores levaram a perdas em DeFi. O não detalhamento do escopo — quantos afetados? Quando ocorreu? — levanta suspeitas de minimização. Monitore transações on-chain de endereços associados às suas compras.

Atualize senhas em exchanges e ative 2FA em todos os serviços. Ledger recomenda não clicar em links suspeitos e verificar firmware oficial.

Queda da Starknet: Impactos e Red Flags

A Starknet parou por quatro horas, entre 09:24 e 13:42 UTC, afetando transações em uma janela crítica de 18 minutos. A L2 Ethereum alertou para possíveis falhas em swaps, saques e posições DeFi. Sequenciadores centralizados falharam, expondo dependência de poucos operadores.

Red flags: Ausência de causa raiz imediata e histórico de instabilidades em L2s. Usuários devem checar status em exploradores como Starkscan. Volumes em DeFi caíram durante o outage, com risco de MEV e front-running pós-recuperação.

Monitore wallets conectadas à Starknet; migre ativos se notar anomalias. A rede prometeu análise completa, mas ceticismo é justificado até provas concretas.

Como se Proteger: Medidas Acionáveis

1. Verifique emails da Ledger/Global-e e ignore comunicações não oficiais. 2. Rode varreduras antivírus e monitore crédito. 3. Para Starknet, confirme transações pendentes e evite bridges durante instabilidades. 4. Use hardware wallets com multisig e seeds offline. 5. Diversifique custódia: não concentre em um ecossistema.

Investigações continuam; acompanhe fontes on-chain como Etherscan para movimentações suspeitas. Proteja-se preventivamente — fraudes exploram pânico pós-brecha.


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