A integração total da rede Solana na Coinbase foi concluída, permitindo que usuários nos EUA (exceto Nova York) e no Brasil negociem milhões de tokens diretamente pelo app via agregador Jupiter. Em paralelo, a Spacecoin lançou o token SPACE e demonstra comunicação blockchain via satélites, expandindo a infraestrutura cripto para além da Terra. Esses avanços prometem acessibilidade global à tecnologia blockchain.
Integração Solana na Coinbase: Trading Instantâneo
A Coinbase anunciou que a integração da rede Solana atingiu 100% de conclusão. Isso significa que usuários podem trocar tokens Solana sem aguardar listagens oficiais. O CEO Brian Armstrong destacou em post no X que milhões de tokens de Base e Solana estão disponíveis para negociação imediata no app principal.
Em 2025, a Solana viu o lançamento de 11 milhões de tokens e volume DEX de US$ 1,5 trilhão. A integração com o Jupiter, principal agregador DEX da rede, permite swaps sem sair do app Coinbase. Para brasileiros, isso facilita o acesso, com Solana cotada a cerca de R$ 674 no momento. Essa funcionalidade democratiza o trading de altcoins emergentes, reduzindo barreiras para investidores.
A Coinbase reforça seu modelo de agência pura, sem mesa proprietária, garantindo descoberta de preço natural. Novos ativos como ImmuneFi (IMU), Doodles (DOOD) e Moonbirds (BIRB) já integram o ecossistema, ampliando opções para usuários.
Spacecoin: Blockchain via Satélite Descentralizado
A Spacecoin, projeto DePIN (Decentralized Physical Infrastructure Network), lançou o token SPACE em exchanges como Binance, Kraken e Uniswap. O token financia uma rede de internet satelital descentralizada, com satélites iniciais CTC-0 e CTC-1 já demonstrando comunicação blockchain do espaço.
O SPACE permite trading, staking e governança. Seu valor diluído total é de US$ 357 milhões, com queda de 12,2% desde o lançamento. Recentemente, firmou parceria com World Liberty Financial (ligado à família Trump), integrando a stablecoin USD1 à infraestrutura satelital para serviços financeiros em regiões subatendidas.
Um airdrop para apoiadores iniciais está em andamento. Essa iniciativa visa conectar áreas sem banda larga tradicional, usando satélites para transmitir dados blockchain diretamente, sem dependência de provedores terrestres.
Benefícios Técnicos da Rede Satelital
A rede satelital da Spacecoin resolve limitações da infraestrutura terrestre. Em regiões rurais ou remotas sem fibra ótica, satélites low-Earth orbit (LEO) oferecem latência baixa e cobertura global. A demonstração de blockchain no espaço prova viabilidade para transações DeFi seguras em qualquer lugar.
Tecnicamente, os satélites processam blocos via comunicação laser inter-satélite, resistindo a censura e falhas locais. Para o leitor brasileiro, isso significa potencial para inclusão financeira em áreas amazônicas ou nordestinas, onde internet é precária. Combinado à Solana na Coinbase, cria ecossistema onipresente: alta velocidade on-chain e conectividade universal.
Esses projetos sinalizam maturidade da infraestrutura cripto, integrando camadas físicas e digitais para escalabilidade. Vale monitorar expansões, como mais satélites Spacecoin e novos DEX na Coinbase.
Implicações para o Mercado Cripto
A convergência de exchanges centralizadas com DEX e redes espaciais acelera adoção. Investidores ganham liquidez instantânea em Solana e exposição a inovações DePIN via SPACE. No Brasil, com regulação em evolução, esses avanços facilitam entrada no ecossistema global.
O tom inovador reflete uma blockchain sem fronteiras: da Terra ao espaço. Monitore volumes Solana e adoção SPACE para oportunidades acionáveis.
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