Personagens cartoon: Gemini migrando para Singapura com pilha de 25% demissões, Backpack construindo token justo atrelado a IPO, ilustrando reestruturações em exchanges

Gemini Demite 25% e Migra para Singapura: Backpack Inova em Tokenomics

A Gemini anunciou reestruturação global, demitindo 25% de sua força de trabalho e fechando operações no Reino Unido, União Europeia e Austrália. Singapura e EUA se tornam hubs principais, apesar de cortes locais. Usuários nessas regiões terão contas em modo de apenas saques a partir de 5 de março de 2026. Isso sinaliza a migração do eixo cripto para a Ásia, onde regulação é mais amigável, afetando diretamente a disponibilidade de serviços para traders em todo o mundo, inclusive brasileiros que usam exchanges globais.


Reestruturação da Gemini: Foco em Singapura como Hub Asiático

A Gemini, exchange fundada pelos gêmeos Winklevoss, está cortando cerca de 200 vagas em Singapura, EUA e Europa para reduzir custos e acelerar lucratividade em meio à baixa do mercado cripto. Apesar dos cortes, Singapura se consolida como base principal na Ásia. Recentemente, a empresa recebeu aprovação preliminar do Monetary Authority of Singapore (MAS) para serviços de tokens digitais, o que reforça sua presença local.

Para clientes europeus e australianos, as contas entram em fase de apenas saques em 5 de março, com fechamento total em 6 de abril de 2026. Os fundadores destacam foco em prediction markets, que já atraíram US$ 24 milhões em volume. No Brasil, isso não afeta diretamente, mas mostra como exchanges globais priorizam jurisdições estáveis. Imagine equivaler a fechar uma agência bancária no seu bairro: você precisa transferir fundos rápido para evitar transtornos.

Impacto Prático na Segurança e Disponibilidade para Brasileiros

Para quem opera do Brasil, a mudança da Gemini reforça a importância de diversificar plataformas. Singapura oferece regulação robusta, similar ao que vemos com a CVM aqui, mas com foco em inovação cripto. Isso pode tornar serviços mais estáveis na Ásia, reduzindo riscos de bloqueios regulatórios como os vistos na UE.

Segurança melhora em hubs regulados: o MAS exige custódia segregada e auditorias, protegendo seu saldo como um cofre bancário. Mas se você tem fundos na Gemini-EU, aja já: transfira para wallets ou exchanges locais como Mercado Bitcoin ou Binance. Custos de remessa? Espere spreads de 1-2% em USDT-BRL, mas melhor que perder acesso. Essa migração asiática sugere que o futuro das exchanges está onde o dinheiro flui livre, longe de burocracias europeias.

Backpack Inova com Tokenomics Anti-Dump Ligado ao IPO

Enquanto a Gemini se reestrutura, a Backpack, fundada por ex-funcionários da FTX, planeja lançar um token com suprimento total de 1 bilhão sem alocações para equipe ou investidores. Inicialmente, 25% (250 milhões) liberados; mais 37,5% em marcos pré-IPO como expansões; o resto bloqueado até 1 ano pós-IPO nos EUA.

O CEO Armani Ferrante enfatiza: nada de insiders vendendo massivamente no varejo. A equipe tem equity na empresa, ganhando só no IPO. Backpack negocia US$ 50 milhões em funding a valuation de US$ 1 bilhão. Para brasileiros, isso é prático: tokens com unlocks assim evitam quedas bruscas pós-lançamento, protegendo holders comuns. Pense como um fundo que só distribui lucros após valorizar o negócio todo.

O Que Você Pode Fazer Agora

  1. Verifique se usa Gemini em regiões afetadas e transfira fundos já – evite filas de março.
  2. Prefira exchanges com presença asiática regulada para mais estabilidade.
  3. Monitore Backpack: tokenomics protegem contra vendas massivas, ideal para hold de longo prazo.
  4. Diversifique: use 2-3 plataformas, priorizando as com MAS ou CVM.
  5. Teste remessas BRL-Ásia via USDT para taxas baixas (0,5-1% na Binance).

Essas mudanças mostram cripto maturando: Ásia lidera em segurança prática, longe de ventanias regulatórias. Seu capital fica mais protegido onde inovação e regras se equilibram.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Chama dourada tremeluzindo dentro de escudo cyan rachado com vazamento vermelho, representando rally fragil do Bitcoin e riscos de seguranca

Recuperação Frágil do Bitcoin e Riscos de Segurança em Singapura

📊 BOLETIM CRIPTO | 09/02/2026 | MANHÃ

Ataques cibernéticos avançados e tensões macroeconômicas definem o tom de cautela no mercado cripto nesta segunda-feira. O grupo de espionagem UNC3886, ligado à China, desencadeou a maior operação de cibersegurança da história de Singapura ao atingir infraestruturas críticas de telecomunicações, elevando os riscos para hubs digitais asiáticos. Enquanto isso, o Bitcoin luta para sustentar uma recuperação de 12%, enfrentando a pressão do governo chinês que ordenou a venda de títulos do Tesouro dos EUA, gerando um sentimento de aversão ao risco global. Embora o indicador Sharpe aponte para uma capitulação típica de fundos de mercado, a ausência de demanda real sugere que o movimento recente pode ser apenas um alívio técnico passageiro. O viés predominante é bearish moderado, exigindo vigilância redobrada dos investidores.


🔥 Destaque: Sharpe Ratio do BTC em Mínimas de Bear Market

O Sharpe ratio do Bitcoin, métrica que avalia o retorno ajustado ao risco, atingiu o nível alarmante de -10. Esta marca não é vista desde os momentos mais agudos dos mercados de baixa de 2018 e 2022, sinalizando que a relação risco-recompensa para o ativo chegou a um ponto de capitulação extrema. Segundo analistas da Cointelegraph, embora níveis tão baixos historicamente precedam reversões de tendência, o indicador continua a deteriorar no curto prazo.

A queda para o território negativo profundo reflete o pânico residual após o Bitcoin ter testado a região dos US$ 60 mil na última semana. Apesar da recuperação parcial para US$ 71 mil, o preço permanece cerca de 44% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126 mil registrada em outubro. O cenário sugere que estamos em uma fase de exaustão vendedora, onde os investidores de mãos fracas já foram eliminados, restando apenas os detentores de longo prazo.

Contudo, a prudência é a palavra de ordem. Analistas alertam que, sem um catalisador institucional ou macroeconômico claro, essa fase de fundo pode se arrastar por meses. O mercado precisa ver uma estabilização nos fluxos de demanda spot para confirmar que o fundo do poço foi efetivamente atingido. No Brasil, o cenário reflete essa incerteza; segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 365.750,27, com uma leve retração de 0,8% nas últimas 24 horas.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual é marcado por uma complexa rede de fatores macroeconômicos e técnicos que desafiam a recuperação dos ativos de risco. O movimento de alta de 12% no Bitcoin, observado desde a mínima de sexta-feira, coincidiu com uma elevação expressiva no Coinbase Premium nos EUA. No entanto, dados de derivativos indicam que esse rali foi impulsionado majoritariamente por fechamento de posições vendidas e short squeezes, e não necessariamente por uma entrada maciça de nova liquidez institucional.

A situação foi agravada pela notícia de que a China instruiu bancos comerciais a reduzirem sua exposição a títulos do Tesouro americano, citando a volatilidade do mercado de dívida dos EUA. Essa manobra elevou as taxas de juros (yields) para cima de 3,52%, um movimento que historicamente retira liquidez de ativos voláteis como as criptomoedas e favorece o ouro, que já opera acima de US$ 5.000.

No setor de DeFi, entretanto, surge um ponto de resiliência. O protocolo Hyperliquid tornou-se o centro de um debate acalorado após críticas do investidor Kyle Samani sobre seu código fechado. A comunidade reagiu em peso, destacando que o protocolo gerou US$ 800 milhões em receita em 2025, destinados integralmente a recompras comunitárias. Esse sucesso isolado mostra que projetos com modelos sólidos de divisão de receita continuam atraindo capital.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques APT em Infraestrutura: A ofensiva do grupo UNC3886 contra operadoras em Singapura revela a vulnerabilidade das redes de comunicação que sustentam exchanges e serviços de custódia.
  • Address Poisoning em Alta: O upgrade Fusaka do Ethereum tornou os ataques de envio de valores ínfimos extremamente baratos, resultando em perdas de US$ 62 milhões em casos recentes.
  • Alívio Técnico Temporário: Existe uma probabilidade elevada de que o rali atual seja apenas uma valorização momentânea após queda brusca, motivada por ajustes de alavancagem.
  • Instabilidade de Yields: A venda de títulos americanos por bancos chineses pressiona os custos de empréstimos globais, o que pode forçar novas vendas em massa para cobertura de margens.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Zonas Históricas: Com o Sharpe Ratio em níveis de 2018 e 2022, investidores de longo prazo podem encontrar uma assimetria favorável para montagem gradual de posição.
  • Segurança e Detecção: O aumento de golpes de address poisoning cria uma demanda urgente por tecnologias de verificação on-chain e carteiras com camadas extras de segurança.
  • Modelos de Revenue-Share: Protocolos como o Hyperliquid demonstram que o mercado está migrando da especulação pura para ativos que geram fluxo de caixa real para os detentores.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC Sobe 12% com Alta no Coinbase Premium EUA
Bitcoin recupera terreno chegando a US$ 70.998. O indicador Coinbase Premium subiu 70%, sugerindo interesse de compra americano, embora o movimento pareça ser um short squeeze técnico.

2. Sharpe Ratio do BTC atinge mínimas históricas de bear
Analistas identificam que a métrica de retorno ajustado ao risco caiu para -10, nível que tradicionalmente sinaliza as fases finais de grandes mercados de baixa.

3. Jeff Park explica crash via deleveraging TradFi
O analista Jeff Park aponta que a queda de 13,2% em 5 de fevereiro foi causada por liquidações em fundos multi-ativos tradicionais, e não por fundamentos negativos internos do setor.

4. China ordena venda de Treasuries e pressiona BTC
O governo chinês orientou bancos a limitarem ativos em dólar, gerando um efeito dominó de aversão ao risco que retirou o Bitcoin de sua trajetória imediata.

5. Grupo UNC3886 ataca telcos em Singapura
Uma operação coordenada envolvendo cem especialistas foi necessária para conter a invasão do grupo ligado à China contra quatro operadoras de telecomunicações do hub asiático.

6. Hyperliquid gera US$ 800M em receita e rebate críticas
Líderes do setor DeFi defendem o protocolo após ataques de Kyle Samani, exaltando o modelo de recompras comunitárias financiado por um faturamento recorde em 2025.

7. Address Poisoning causa perdas de US$ 62M no ETH
Relatórios indicam que o upgrade Fusaka reduziu os custos de transação no Ethereum, o que facilitou a execução de ataques de dusting em larga escala.


🔍 O Que Monitorar

  1. Coinbase Premium Index: A permanência deste prêmio em terreno positivo confirmará a entrada de demanda estrutural dos EUA.
  2. Rendimento do Tesouro EUA: Novos aumentos podem forçar a quebra do suporte do Bitcoin em US$ 69.500.
  3. Volumes de Dust no ETH: Verifique se transações abaixo de 1 centavo continuam saturando a rede, sinal de novas ondas de ataques.
  4. Dados de Fluxo dos ETFs: A criação líquida de cotas no IBIT da BlackRock é o termômetro de confiança institucional mais confiável.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, espera-se que o viés de baixa moderado continue a ditar o ritmo das negociações. O cenário de insegurança digital em Singapura e a postura chinesa em relação ao dólar atuam como freios para qualquer tentativa de valorização expressiva. O Bitcoin deve enfrentar uma volatilidade intensa, possivelmente testando novamente o suporte psicológico dos US$ 70.000. Sugere-se extrema cautela no uso de alavancagem, dado o risco de movimentos bruscos em ambas as direções motivados por notícias geopolíticas. Para quem deseja acessar liquidez institucional, plataformas como a Binance oferecem ferramentas avançadas para monitorar esses fluxos de mercado em tempo real.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com stablecoins cyan superando cofres bancários dourados e '500B' luminoso, alertando perda de depósitos segundo Standard Chartered

Stablecoins vs Bancos: Alerta de US$ 500 Bilhões do Standard Chartered

O alerta do Standard Chartered aponta que o crescimento das stablecoins pode drenar até US$ 500 bilhões em depósitos bancários de mercados desenvolvidos até 2028. Com suprimento atual acima de US$ 300 bilhões, crescendo 40% ao ano, bancos enfrentam risco em margens de juros líquidos. Ao mesmo tempo, o Singapore Gulf Bank lança serviço regulado de conversão fiat-stablecoin, sinalizando adaptação necessária para sobreviver à revolução dos pagamentos digitais. É importante considerar: se os bancos não adotarem, o risco de obsolescência é real.


O Risco de US$ 500 Bilhões Revelado pelo Standard Chartered

Geoff Kendrick, chefe global de pesquisa cripto no Standard Chartered, estima que stablecoins causem a saída de até US$ 500 bilhões em depósitos até 2028. Nos EUA, isso equivaleria a um terço da capitalização total de stablecoins. O crescimento acelerado, impulsionado pela Clarity Act em tramitação no Congresso, ameaça redes de pagamento tradicionais.

É crucial observar que emissores como Tether e Circle mantêm apenas frações mínimas de reservas em depósitos bancários — 0,02% e 14,5%, respectivamente. Isso significa pouco reembolso aos bancos, ampliando o risco para instituições dependentes de funding de longo prazo. O risco aqui é a erosão das margens de juros líquidos (NIM), vital para a rentabilidade bancária.

Bancos que ignoram essa tendência correm o perigo de perder competitividade, especialmente com yields oferecidos em stablecoins, como os 3,5% da Coinbase em USDC — prática contestada por lobistas bancários.

Bancos Regionais: Os Mais Vulneráveis

Análise do Standard Chartered identificou bancos regionais americanos como os mais expostos, medidos pela dependência de NIM como receita. Instituições como Huntington Bancshares, M&T Bank, Truist Financial e Citizens Financial Group lideram a lista de vulnerabilidades.

Esses players dependem mais de atividades de empréstimo tradicionais, sensíveis a saídas de depósitos. Apesar de desempenho recente positivo — índice KBW Regional subiu 6% em janeiro —, cortes de juros esperados podem aliviar custos, mas não revertem a tendência de longo prazo para stablecoins em pagamentos.

É importante prestar atenção ao histórico de falhas em adaptações tardias, como visto em crises passadas. Bancos diversificados e de investimento estão menos afetados, mas o setor como um todo precisa repensar estratégias de tesouraria.

Singapura Pioneira: Serviço Regulado de Interoperabilidade

Enquanto bancos hesitam, o Singapore Gulf Bank (SGB) anuncia plataforma para mintar, converter e negociar USDC e USDT em fiat, via Solana, Ethereum e Arbitrum. Lançamento previsto para Q1 2026 na SGB Net, que já processa US$ 2 bilhões mensais em fiat.

Parceria com Fireblocks garante custódia segura, com conformidade KYC/AML. CEO Shawn Chan enfatiza simplificar o complexo ecossistema de stablecoins. Essa iniciativa demonstra visão: stablecoins como veículo dominante para liquidez digital e liquidações globais.

É possível que mais bancos sigam, especialmente com demanda por acesso regulado crescendo, como visto em lançamentos recentes de stablecoins nos EUA e Emirados Árabes.

O Que Isso Significa Para Investidores e Bancos

Para investidores brasileiros, stablecoins representam proteção contra volatilidade e eficiência em remessas, mas o risco sistêmico para bancos tradicionais merece monitoramento. Pergunta retórica: e se sua instituição financeira perder depósitos massivos? Diversifique para plataformas que integram cripto.

Bancos que adotarem interoperabilidade, como SGB, podem mitigar perdas. Os dados sugerem uma revolução inevitável nos pagamentos — vale observar aprovações regulatórias e migrações de volume.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon ocidental e asiático apertando mãos liberando onda XRP ascendente, simbolizando captação de US$ 500 mi da Ripple e alta de 20%

Ripple Capta US$ 500 Milhões sem IPO: XRP Dispara 20% na Ásia

A Ripple descartou planos de IPO após captar US$ 500 milhões em novembro de 2025, a um valuation de US$ 40 bilhões. A empresa, segundo sua presidente Monica Long, prefere permanecer privada para financiar expansão global, com foco na Ásia. No Japão, parcerias com bancos como Mizuho e SMBC impulsionam o tokenized securities no XRPL, enquanto Singapura concede licença especial. O XRP subiu 20%, batendo US$ 2,25 e ganhando o título de “negociação mais quente do ano” pela CNBC.


Financiamento Estratégico e Aquisições

A rodada de financiamento incluiu investidores como Fortress Investment Group e Citadel Securities, além de fundos cripto nativos. Monica Long destacou em entrevista à Bloomberg que o balanço patrimonial permite crescimento sem acesso público a capital. Os termos foram “muito favoráveis” à Ripple, com proteções para investidores como direito de recompra de ações.

Em 2025, a empresa realizou quatro aquisições totalizando quase US$ 4 bilhões: Hidden Road (prime brokerage multi-ativo), Rail (pagamentos stablecoin), GTreasury (gestão tesouraria) e Palisade (custódia e wallet). Essas movimentações visam posicionar a Ripple como provedora completa de infraestrutura digital para empresas, centrada no stablecoin RLUSD. O volume de pagamentos da Ripple Payments superou US$ 95 bilhões até novembro.

Expansão Geopolítica na Ásia

Desafios regulatórios nos EUA levaram a Ripple a priorizar mercados asiáticos. No Japão, colaborações com Mizuho Bank, SMBC Nikko e Securitize Japan avançam tokenized securities e real-world assets (RWAs) no XRP Ledger (XRPL). Autoridades locais veem o blockchain como ferramenta para eficiência financeira em um cenário de envelhecimento populacional e dívida pública elevada.

Em Singapura, a Monetary Authority (MAS) concedeu licença especial para serviços adicionais. Expansões semelhantes ocorrem nos Emirados Árabes, Tailândia e outros. Com mais de 70 licenças globais, a Ripple adota abordagem “compliance first”, conectando regulação local a tendências como stablecoins e tokenização, essenciais para adoção institucional na região.

Impacto no XRP e ETFs

O XRP reagiu com alta de 20% na semana, impulsionado por inflows em ETFs spot como Canary Capital, Bitwise e Franklin Templeton, totalizando US$ 1,25 bilhão. A CNBC destacou o interesse de “big money”, com reservas em exchanges em queda e vendas de whales.

Embora WisdomTree tenha retirado seu S-1, o ecossistema XRP ganha tração. Analistas comparam o momento atual a picos de 2017 e 2024, mas reguladores asiáticos monitoram de perto para evitar bolhas.

Implicações para Investidores Globais

A estratégia privada da Ripple evita escrutínio público, permitindo agilidade em aquisições e expansão. Para brasileiros, isso significa monitoramento de como decisões em Tóquio e Singapura afetam o XRP em exchanges locais. A tokenização de ativos reais na Ásia pode elevar liquidez global, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar integrações das aquisições e volumes de RLUSD.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.