Político cartoon assinando fim do shutdown com Bitcoin e traders celebrando recuperação, simbolizando estabilização do mercado cripto após crise nos EUA

Mercado Cripto Estabiliza Após Fim do Shutdown nos EUA

Calmaria após a tormenta: o presidente Donald Trump assinou em 3 de fevereiro uma lei de financiamento que encerrou o shutdown parcial do governo dos EUA, iniciado em 31 de janeiro devido a disputas sobre gastos com segurança e imigração. O mercado cripto reagiu com sinais de estabilidade, com o Bitcoin recuperando dos US$ 73.100 para cerca de US$ 76.000 durante o pregão asiático. A capitalização total estabilizou em torno de US$ 2,7 trilhões, aliviando a pressão recente. No entanto, é importante considerar que essa recuperação inicial pode ser temporária.


Detalhes do Acordo e Recuperação Inicial

O acordo assinado por Trump estende o financiamento para a maioria das operações governamentais até setembro de 2026, mas o Departamento de Segurança Interna (DHS) tem prazo mais curto, até 13 de fevereiro. A aprovação veio após divisões internas no Partido Republicano, com a Câmara aprovando por margem estreita. Durante o shutdown breve, agências federais foram impactadas, atrasando dados econômicos chave e aumentando a incerteza.

O Bitcoin, que havia atingido o menor nível desde antes da eleição de Trump em 2024, recuperou terreno graças a compras seletivas em baixas. O Ethereum também subiu após tocar US$ 2.200. O volume de negociações aumentou com a notícia, indicando posições de curto prazo. Ainda assim, os preços permanecem abaixo das máximas recentes, e a confiança do mercado segue frágil em meio à liquidez fina de fim de semana.

Fatores que Pressionaram os Ativos Cripto

A queda inicial foi impulsionada por liquidações forçadas, aversão ao risco e baixa liquidez nos finais de semana. Criptomoedas, que frequentemente se movem em sincronia com ações de crescimento, sofreram com a exposição reduzida a ativos de risco durante o impasse político. O risco aqui é que eventos fiscais imprevisíveis amplificam a volatilidade inerente ao mercado cripto, especialmente em períodos de baixa liquidez.

Analistas observam que o rebote atual é um ‘rebote de alívio’, não necessariamente uma reversão de tendência. Indicadores técnicos mostram que os danos recentes não foram totalmente revertidos, com oscilações rápidas caracterizando as sessões passadas. Atenção para o impacto em altcoins como Solana e XRP, que também registraram quedas acentuadas.

Riscos Pendentes e o Que Observar

Embora o pior da incerteza imediata tenha passado, novos desafios surgem. O prazo do DHS em 13 de fevereiro pode reacender preocupações se negociações falharem novamente. Além disso, dados de inflação previstos para o final do mês e números de emprego por volta de 6 de fevereiro influenciarão as expectativas sobre a política do Federal Reserve, afetando liquidez para ativos de risco.

É importante considerar os precedentes históricos: shutdowns passados geraram volatilidade em mercados globais, e o cripto, ainda correlacionado com ações, não é imune. O risco aqui é uma recaída se os dados macro decepcionarem. Investidores devem monitorar esses prazos e manter posições equilibradas, evitando exposição excessiva em cenários de incerteza fiscal recorrente. Pergunte-se: sua carteira está preparada para uma nova rodada de negociações em Washington?

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 398.721,32, com variação de -3,03% nas últimas 24 horas e volume de 506 BTC. Em dólares, opera a US$ 76.182 (cotação USD-BRL R$ 5,246). Essa estabilização em reais reflete o alívio global, mas reforça a necessidade de cautela com flutuações cambiais e políticas externas.


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