Personagem cartoon de Michael Saylor desafiando shorters de Wall Street com ação MSTR subindo 8%, simbolizando risco de short squeeze

MicroStrategy: Ação Mais Shorteada de Wall Street e Alta de 8%

Curioso como a MicroStrategy (MSTR) se tornou a ação mais shorteada entre empresas com valor acima de US$ 25 bilhões, com cerca de 14% de seu market cap de US$ 41,6 bilhões vendido a descoberto. O timing não poderia ser mais irônico: enquanto Wall Street abre posições short em massa, as ações da MSTR subiram 8% nesta quarta, acompanhando o Bitcoin que avançou 6,5% rumo a US$ 68 mil. Apostar contra Michael Saylor parece um esporte radical — um movimento de alto risco.


A Audácia dos Shorters em Wall Street

Segundo rankings da Goldman Sachs e FactSet, a MSTR lidera com folga: 14% short interest, à frente da Charter Communications (12%%) e da Coinbase (11%). Estamos falando de um market cap na casa dos US$ 34-41 bilhões, com 53 hedge funds na jogada — uns 3% do float em mãos deles. Interessante, não? Em um mercado onde o consenso short vira crowded trade, qualquer notícia ruim já está precificada. E eis que o BTC sobe em rally, e os shorters sofrem as consequências.

Não é só ódio puro ao Bitcoin. Muitos apostam em basis trades: compram BTC via ETFs como o IBIT da BlackRock e fazem short na MSTR para capturar o prêmio entre o NAV e o preço da ação. Firmas como Jane Street estão nessa. Mas e se o BTC disparar? Short squeeze na certa, com float fino da MSTR amplificando a alta. Vale monitorar esses hedge funds preocupados.

O Império Bitcoin de Saylor

A MSTR não é uma software house qualquer: é um proxy alavancado do Bitcoin, embrulhado em dívida e equity offerings. Holdings? Impressionantes 717.722 BTC, comprados por US$ 54,56 bilhões a um médio de US$ 76 mil cada. Recentemente, a 100ª compra: 592 BTC por US$ 39,8 milhões, via venda de ações.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.644 (alta de 6,76% em 24h). Em dólares, uns US$ 68.950 (dólar a R$ 5,12). Mas há US$ 7 bilhões em perdas não realizadas — mark-to-market, não liquidação. Saylor segue comprando, refinanciando dívida inteligentemente. Wall Street odeia? Ele ama.

Saylor Provoca: ‘Short Us’

Michael Saylor não se intimida. ‘Se você odeia Bitcoin, short a gente. Somos levered long BTC, compramos e nunca vendemos.’ Transparente, laser-focused. Para bulls, MSTR é amplificador de ganhos; para bears, o jeito mais limpo de apostar contra BTC corporativo. Fundstrat’s Tom Lee vê sinal de fundo: crowded short é reversão clássica. Brian Brookshire alerta: no bull market do BTC, mNAV expansion da MSTR é espetacular.

Hoje, MSTR a US$ 127,80, abaixo da Fib 1.0 semanal. Mas com BTC em rally, os shorters que se cuidem — Saylor não pisca.

Lições Irônicas Para Investidores

Apostar contra Saylor é como desafiar um touro em arena: emocionante, mas estatisticamente perdedor. MSTR testa a tese corporativa de BTC — dívida barata, acúmulo infinito. Se BTC para US$ 100k+, shorts cobrem em pânico. Para brasileiros, com BTC a R$ 350k+, vale observar como proxy. Mas lembre: volatilidade é o preço da diversão. Quem ri por último? Provavelmente o cara com 700k BTC no balanço.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.