Xerife cartoon com badge CLARITY chegando à cidade crypto Velho Oeste, simbolizando mudança pró-regras defendida por assessor de Trump

Fim do Velho Oeste Cripto? Assessor de Trump defende regras para lei no Senado

O diretor executivo do Conselho de Assessores em Ativos Digitais da Casa Branca, Patrick Witt, afirmou que operar o mercado cripto sem regras é uma ‘fantasia‘. Em meio a divisões na indústria, ele defende compromissos para aprovar o CLARITY Act no Senado, aproveitando o momento político favorável com Trump e Congresso republicano. A realpolitik exige concessões para evitar regulações punitivas futuras.


A Posição de Patrick Witt

Patrick Witt, ligado à administração Trump, criticou publicamente a decisão da Coinbase de retirar apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto. Em postagem nas redes, ele rebateu o CEO Brian Armstrong, que prefere ‘nenhuma lei a uma ruim’, destacando o privilégio de ter um presidente pró-cripto e controle congressional. Witt enfatiza que há uma janela única para legislar com reguladores amigáveis na SEC e CFTC.

Segundo ele, rejeitar o projeto de lei agora arrisca uma versão democrata mais dura, similar à Dodd-Frank pós-crise. A necessidade de 60 votos no Senado exige negociações bipartidárias, mesmo que isso signifique imperfeições no texto atual.

Divisões na Indústria Cripto

A oposição da Coinbase ao CLARITY Act centra-se em provisões sobre stablecoins, yields e protocolos descentralizados. Mudanças lideradas por democratas e bancos poderiam classificar recompensas como atividades reguladas, criando ambiguidade para plataformas compliant. Outros participantes, como Andreessen Horowitz, apoiam o bill apesar das falhas, vendo-o como base para um futuro descentralizado resistente à censura governamental.

Analistas como Jakob Kronbichler, da Clearpool, alertam que definições vagas podem travar liquidez on-chain. Já Chris Loeffler, da Caliber, prevê foco regulatório em ‘vitrines’ como custodiantes, não no código open-source. O Escritório do Inspetor Geral avisa que a CFTC ficaria sobrecarregada, mas Witt insiste: a lei virá.

Contexto Político e Midterms de 2026

Republicanos correm contra o tempo antes das midterms de novembro de 2026, onde democratas lideram pesquisas para retomar a Câmara. No Senado, republicanos devem manter maioria, mas qualquer perda poderia bloquear a agenda de Trump. Polymarket dá 78% de chance aos democratas na Câmara, forçando aprovações rápidas agora.

Witt vê o momento como ideal: presidente pró-cripto, Congresso alinhado e indústria saudável. Sem lei, o risco de crise financeira leva a regulações reativas. Os comitês de Bancos e Agricultura adiaram markups para negociações, sinalizando viabilidade de acordos.

Implicações Globais para o Mercado Cripto

Para o ecossistema global, o CLARITY Act moldaria a supervisão de spot markets pela CFTC, influenciando fluxos de capital e inovação. Países como Brasil monitoram, pois regras americanas ditam padrões mundiais. A virada pró-regras do conselho reflete realpolitik: liberdade total é utópica em Washington. Investidores devem acompanhar negociações, pois um bill aprovado traria clareza, mas compromissos podem limitar yields em stablecoins.

O ‘Velho Oeste’ cripto pode acabar, trocado por estrutura regulatória estável – para bem ou mal.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon em mesa de negociação rachando ao meio, simbolizando racha político entre Coinbase e Senado sobre lei cripto

Racha em Washington: Coinbase Abandona Lei Cripto e Votação é Adiada

A Coinbase retirou seu apoio ao projeto de lei sobre estrutura de mercado de criptomoedas no Senado dos EUA, forçando o presidente do Comitê Bancário, Tim Scott, a adiar a votação marcada para esta semana. O CEO Brian Armstrong acusa bancos tradicionais de sabotarem a agenda pró-cripto do presidente Trump via lobby para banir rendimentos em stablecoins. Esse racha em Washington paralisa a tão esperada regulação clara, gerando incerteza no setor global de criptoativos.


O Contexto do Projeto e a Virada da Coinbase

O projeto de lei, conhecido como CLARITY Act em sua versão da Câmara, visa definir regras claras para SEC e CFTC na supervisão de ativos digitais. Após meses de negociações bipartidárias, o Comitê Bancário do Senado estava pronto para avançar, com apoio inicial da Coinbase. No entanto, na véspera da votação, a exchange sinalizou oposição ao draft final, citando emendas que limitam inovações como yields em stablecoins e tokenized securities.

Senadora Cynthia Lummis expressou decepção, mas compromisso em revisar o texto com input do setor. Líderes como Cody Carbone, da Digital Chamber, defenderam a aprovação, alertando que a inação é pior que imperfeições. O adiamento reflete a fragilidade da coalizão pró-cripto em um Congresso dividido.

Acusações de Armstrong Contra o Lobby Bancário

Em entrevista à Fox Business, Brian Armstrong acusou bancos de minarem a agenda de Trump, pressionando por cláusulas que proíbem recompensas em stablecoins — habilitadas pela Lei GENIUS de 2025. Ele argumenta que esses ativos, lastreados 100% em Treasuries, oferecem yields melhores sem os riscos do fractional reserve banking tradicional.

O lobby bancário, segundo fontes, busca proteger margens de lucro, temendo competição de plataformas cripto. Armstrong destacou que o draft subordinaria a CFTC à SEC, revertendo ganhos regulatórios. "Nenhum bill é melhor que um ruim", alertou, queimando capital político mas expondo tensões entre fintechs e incumbentes financeiros.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado

O impasse em Washington tem ramificações globais. Sem regulação clara, os EUA perdem liderança para jurisdições como UAE e Singapura, que avançam em frameworks pró-inovação. No curto prazo, o adiamento pode paralisar listagens de produtos cripto, elevar volatilidade e frear adoção institucional — beneficiando bancos tradicionais, que mantêm monopólio em yields.

Investidores monitoram o Comitê de Agricultura, com markup previsto para 27 de janeiro, mas fontes preveem mais atrasos. O racha expõe como interesses bancários influenciam o Comitê Bancário, priorizando status quo sobre inovação americana.

Próximos Passos e Quem Ganha com o Caos

Negociações continuam, com Armstrong no Capitólio sinalizando disposição para dialogar. No entanto, fissuras crescem: Andreessen Horowitz e Ripple criticam a postura da Coinbase. Para o mercado brasileiro, o atraso prolonga incertezas globais, impactando fluxos para exchanges locais.

Os grandes bancos ganham tempo para consolidar influência, enquanto o setor cripto arrisca retrocessos. Vale monitorar revisões ao bill para yields e DeFi — chaves para desbloquear US$ trilhões em valor tokenizado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Equipes cartoon de tech e reguladores em cabo de guerra por stablecoin dourada, simbolizando tensão da Coinbase com CLARITY Act

Coinbase Ameaça Abandonar CLARITY Act por Restrições em Stablecoins

A Coinbase ameaça abandonar o apoio ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, caso o Senado imponha restrições a recompensas em stablecoins além de meras exigências de divulgação. O ponto de discórdia envolve o programa de 3,5% de yield em USDC oferecido pela exchange, que gerou US$ 1,3 bilhão em receita em 2025. Bancos alegam drenagem de depósitos, enquanto o markup da lei ocorre nesta quinta-feira, 15 de janeiro.


O Conflito Central: Recompensas em Stablecoins

O embate regulatório gira em torno das recompensas oferecidas por plataformas como a Coinbase em saldos de USDC, stablecoin emitida pela Circle. A GENIUS Act, aprovada em julho de 2025, proíbe emissores diretos de pagarem juros, mas permite que terceiros compartilhem rendimentos de reservas. Bancos, via American Bankers Association, pressionam para limitar isso a instituições reguladas, argumentando que contas com yield atraem depósitos tradicionais, prejudicando empréstimos comunitários.

Estudo da Cornell University, citado pela Coinbase, indica que yields abaixo de 6% não impactam significativamente a lending bancária. Ainda assim, o Tesouro dos EUA estima risco de US$ 6,6 trilhões migrando para stablecoins, intensificando o lobby contra o modelo.

Impacto no Modelo de Negócios da Coinbase

Para a Coinbase, as recompensas em stablecoins são cruciais, representando US$ 355 milhões só no terceiro trimestre de 2025, além de US$ 247 milhões no quarto. Esse fluxo diversifica receitas em mercados baixos, via compartilhamento de juros das reservas em Treasuries. Sem elas, a exchange perde competitividade ante taxas bancárias e produtos como o digital yuan chinês, que planeja pagar juros.

O Chief Policy Officer Faryar Shirzad defende que isso fortalece a dominância do dólar digital, beneficiando americanos com custos menores. A empresa busca charter de trust nacional, mas resiste a exclusividade bancária.

Lobby Corporativo e Contexto Geopolítico

O lobby cripto contra bancos mobilizou 135 mil e-mails via Stand With Crypto aos senadores. Doações de Brian Armstrong, US$ 1 milhão à posse de Trump, reforçam influência. Grupos anti-DeFi rodam ads na Fox News. Odds de aprovação caíram para 68-70% em Polymarket/Kalshi, ameaçando bipartidarismo.

Globalmente, restrições nos EUA podem ceder terreno à China, onde o e-CNY avança. Cinco firmas cripto, incluindo Circle e Ripple, ganharam aprovações condicionais para bancos de trust, sinalizando compromissos potenciais.

Implicações e Próximos Passos

O markup no Senado Banking Committee nesta quinta define o futuro da lei, vital para clareza regulatória pós-FTX. Sem consenso, passagem pode atrasar para 2027. Para investidores brasileiros, isso impacta adoção global de stablecoins, usadas em remessas e hedge. Monitorar workarounds, como yields via DeFi regulado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Senadores cartoon debatendo lei cripto com símbolos DeFi e stablecoins sobre mesa, relógio ao fundo simbolizando votação iminente no Senado dos EUA

Senado dos EUA marca voto cripto para próxima semana e risco de adiamento cresce

O Comitê de Agricultura do Senado dos EUA seguirá o painel bancário em uma votação crucial sobre regulamentação de criptomoedas na próxima semana, conforme autoridades americanas. Liderado pelo senador Tim Scott, o Comitê Bancário marca a sessão para 15 de janeiro, apesar de divergências bipartidárias sobre ética, DeFi e stablecoins. A decisão pode definir o futuro do mercado ou adiar regras claras até 2027, em meio a eleições de meio de mandato e avanços regulatórios globais como o MiCA europeu. Investidores monitoram o impacto em ativos digitais.


Comitês em Sequência e Cronograma Acelerado

O presidente da Comissão Bancária do Senado, Tim Scott, anunciou que o comitê votará o projeto de lei de estrutura de mercado de cripto na quinta-feira, 15 de janeiro. A legislação, negociada por meses entre democratas e republicanos pró-cripto, busca dividir a supervisão entre a SEC e a CFTC, classificando ativos como securities ou commodities. Grupos do setor investiram milhões para apoio bipartidário, mas prazos iniciais — julho, outubro e fim de 2025 — foram perdidos devido à complexidade.

Em seguida, o Comitê de Agricultura deve analisar o texto, ampliando o escrutínio. Scott defendeu a urgência em entrevista ao Breitbart, afirmando que “é hora de registrar posições”. No entanto, analistas questionam se há quórum para avanço ao plenário, exigindo 60 votos contra filibuster.

Divergências Políticas e Questões Pendentes

O anúncio de Scott ocorre após reunião com a Casa Branca e negociadores, revelando uma “oferta final” republicana. Itens não resolvidos incluem regras de ética para conflitos de interesse envolvendo o presidente e Congresso, restrições a rendimentos de stablecoins — visadas pelo setor bancário —, quórum bipartidário em reguladores e proteção legal para DeFi.

Democratas resistem a salvaguardas amplas para softwares descentralizados, citando riscos de lavagem de dinheiro e evasão de sanções. Lobistas cripto como Scott Johnsson, da Van Buren Capital, alertam que votar sem consenso pode enterrar o projeto. A proximidade das eleições de meio de mandato em 2026 adiciona pressão partidária, com democratas relutantes em entregar vitória alinhada ao governo Trump.

Impacto Global e Riscos para Investidores

O projeto enfrenta teste decisivo enquanto a Europa implementa o MiCA e os Emirados Árabes oferecem clareza regulatória. Empresas como Coinbase advertem que atrasos fazem os EUA cederem terreno competitivo, afetando inovação e adoção. Para investidores brasileiros, uma aprovação traria estabilidade a ETFs de Bitcoin e fluxos globais, mas adiamento prolonga incerteza, elevando volatilidade.

Decisões em Washington ecoam em Brasília e Bruxelas: regulação americana influencia políticas latino-americanas e europeias. O texto incorpora elementos da Câmara, como a Lei de Certeza Regulatória da Blockchain, mas pendências em códigos como 18 USC 1960 (transmissores de dinheiro) geram tensão entre inovação e segurança nacional.

O Que Monitorar Agora

A votação de 15 de janeiro no Comitê Bancário será pivotal: aprovação leva ao plenário; rejeição, ao limbo até 2027. Analistas da TD Cowen preveem obstáculos crescentes em ano eleitoral. Investidores devem acompanhar atualizações de comitês e reações do mercado, pois clareza regulatória molda o status quo global de cripto. Movimentos como esses reforçam Bitcoin e altcoins como ferramentas geopolíticas em um mundo fragmentado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.