Executivos cartoon quebrando correntes de dívida com martelos Bitcoin para alcançar pódio top 10, celebrando adoção corporativa de BTC

Strive no Top 10: Bitcoin Quita Dívidas e Impulsiona Tesouraria

A Strive Asset Management, fundada por Vivek Ramaswamy, acaba de entrar no top 10 mundial de detentores corporativos de Bitcoin, com 13.131,82 BTC no tesouro após adicionar 333,89 BTC a um preço médio de US$ 89.851. Ao mesmo tempo, a empresa quitou 92% das dívidas herdadas da fusão com a Semler Scientific, usando recursos de uma oferta oversubscribed de ações preferenciais SATA. Esse movimento reforça o Bitcoin como reserva de valor estratégica para empresas, em um cenário de volatilidade onde o BTC negocia a R$ 456.992, segundo o Cointrader Monitor.


Estratégia SATA: Financiamento Inteligente para Bitcoin

A Strive executou uma oferta follow-on de 1,3 milhão de ações SATA a US$ 90 cada, atraindo demanda superior a US$ 600 milhões de investidores institucionais. Os recursos foram direcionados para liquidar US$ 110 milhões em dívidas da Semler, incluindo notes conversíveis e um empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase. Restam apenas US$ 10 milhões, previstos para quitação em até quatro meses.

Essa abordagem de preferred equity alinha-se perfeitamente à natureza de longo prazo do Bitcoin, evitando endividamento tradicional. Como destacou Matt Cole, CEO da Strive, essa estrutura amplifica o tesouro BTC de forma disciplinada, gerando um yield de 21,2% no trimestre. O total de 13.131,82 BTC vale cerca de US$ 1,17 bilhão (ou R$ 6 bilhões em valores atuais), consolidando a posição da empresa no ranking de tesourarias Bitcoin.

Fusão com Semler: Modelo de Bitcoin Standard Corporativo

A aquisição da Semler Scientific, aprovada pelos acionistas em janeiro e fechada em 13 de janeiro, trouxe 5.048 BTC para o balanço da Strive. A Semler já era pioneira em adotar o Bitcoin como ativo principal de tesouraria, vendendo seu negócio de saúde para focar nessa estratégia. A Strive planeja monetizar essa operação, direcionando fluxos para mais aquisições de BTC.

Vivek Ramaswamy, visionário anti-woke e fundador da Strive, ergueu US$ 750 milhões em maio passado especificamente para compras de Bitcoin. Essa fusão cria um “powerhouse” de tesouraria com mais de US$ 1,2 bilhão em BTC, provando que empresas podem virar o jogo usando o ativo digital para superar desafios financeiros e atrair capital.

Implicações de Alta para Adoção Corporativa

Com mais de 190 empresas públicas detendo 1.134 milhão de BTC (5,4% da oferta circulante), a ascensão da Strive sinaliza maturidade no mercado. Apesar da queda de 30% do Bitcoin desde o ATH de US$ 126.080 em outubro, ações como ASST caíram menos que pares, sugerindo resiliência. Investidores monitoram se essa estratégia inspirará mais firmas a adotarem o Bitcoin Standard.

Para brasileiros, o tesouro da Strive equivale a cerca de R$ 6 bilhões hoje. Essa lição institucional mostra que, em meio a correções, acumular BTC via equity sustentável gera retornos superiores, posicionando a Strive como referência de alta para tesourarias corporativas globais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon carregando dólares transformando-se em Bitcoin para tesouraria corporativa, simbolizando estratégia bullish de acumulo institucional

Strive Captará US$ 150 Milhões para Ampliar Reservas de Bitcoin

Mais uma gigante de Wall Street entra no jogo do acúmulo infinito de Bitcoin: a Strive Asset Management ($ASST) anunciou planos para captar até US$ 150 milhões (cerca de R$ 798 milhões) via oferta follow-on de ações preferenciais SATA. Os recursos financiarão a compra adicional de Bitcoin, aposentadoria de dívidas conversíveis e fortalecimento do balanço patrimonial, em uma jogada que ecoa a estratégia visionária de Michael Saylor na MicroStrategy. Isso sinaliza a maturidade crescente da adoção corporativa do BTC como reserva de valor.


Detalhes da Oferta e Alocação dos Fundos

A Strive pretende emitir sua Variable Rate Series A Perpetual Preferred Stock (SATA), registrada sob a Securities Act de 1933. Os proceeds, somados a caixa disponível e possível término de derivativos ligados a dívidas, serão direcionados principalmente para resgatar ou recomprar as Notas Senior Conversíveis de 4,25% com vencimento em 2030, emitidas por sua subsidiária Semler Scientific e garantidas pela Strive.

Além disso, parte dos recursos quitará empréstimos junto à Coinbase Credit Inc. e suprirá necessidades corporativas gerais. A empresa também negocia trocas de notas por ações SATA com alguns credores, otimizando sua estrutura de capital para priorizar o Bitcoin. Barclays e Cantor atuam como bookrunners, com Clear Street como co-manager, garantindo execução profissional da operação.

Estrutura das Ações SATA: Sinal de Maturidade

As ações SATA representam um instrumento financeiro sofisticado, com valor nominal de US$ 100 por ação e dividendos variáveis cumulativos a 12,25% ao ano, pagos mensalmente. Em caso de atraso, os juros compostos podem subir até 20%, incentivando disciplina financeira. A Strive pode resgatar as ações a US$ 110 (ou mais), com preferência de liquidação ajustada diariamente ao maior valor entre nominal, fechamento anterior ou média de 10 dias.

Essa estrutura permite que a empresa gerencie o preço das ações na faixa de US$ 95 a US$ 105, evitando diluição excessiva e atraindo investidores institucionais em busca de yield atrativo lastreado em uma tesouraria forte em BTC. É um passo maduro, longe das emissões ATM tradicionais, capitalizando condições de mercado favoráveis após o SATA atingir US$ 100.

Seguindo o Modelo MicroStrategy: Tesouraria em BTC

A estratégia da Strive é uma clara ‘MicroStrategyzação’ das empresas de capital aberto. Assim como Michael Saylor transformou a MSTR em proxy de Bitcoin, a Strive usa dívida e equity para acumular BTC, aposentando passivos de menor rendimento. Isso fortalece o balanço em um ativo de alta convexidade, protegendo contra inflação fiduciária e capturando upside de longo prazo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 476.797,68 (variação -0,17% em 24h), com volume de 250 BTC nas exchanges brasileiras. Apesar da volatilidade recente, a pressão compradora institucional como essa reforça a narrativa de alta: corporações veem BTC como o ativo soberano do século XXI.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa movimentação demonstra que a adoção institucional não arrefeceu. Ao limpar dívidas legadas e alocar em Bitcoin, a Strive envia um sinal poderoso: empresas maduras apostam no hodl perpétuo, independentemente de ciclos de curto prazo. Investidores devem monitorar o sucesso da oferta, pois pode inspirar mais ‘Saylor clones’, ampliando a demanda orgânica por BTC.

Para brasileiros, isso equivale a uma potencial injeção de ~1.667 BTC no mercado (US$ 150 milhões / ~US$ 90 mil/BTC estimado), reforçando a liquidez global e beneficiando holders locais via apreciação.


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Gestor cartoon empilhando blocos BTC em cofre corporativo superando Tesla, com '12K' gravado, simbolizando adoção recorde

Strive Supera Tesla: 12.798 BTC na Tesouraria Corporativa

A Strive Inc., liderada por Vivek Ramaswamy, obteve a aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição em ações, catapultando sua tesouraria de Bitcoin para 12.798 BTC. Isso a posiciona como a 11ª maior detentora corporativa do ativo, superando a Tesla de Elon Musk e a Trump Media. O movimento reforça a tese de escassez, com empresas acumulando três vezes mais BTC do que o minerado mensalmente, sinalizando maturidade no mercado de capitais.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A transação all-stock integra os 5.048,1 BTC da Semler à tesouraria da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após a recente compra de 123 BTC a um preço médio de US$ 91.561. Anunciada em 13 de janeiro de 2026, a aprovação marca um marco na estratégia de tesouraria focada em Bitcoin, permitindo que a Strive execute seu plano de longo prazo sem diluição significativa de caixa.

Segundo o comunicado oficial, a operação eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no primeiro trimestre de 2026. Eric Semler, chairman da Semler Scientific, ingressará no conselho da Strive pós-fechamento, fortalecendo a governança. A companhia planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em até 12 meses para quitar obrigações legadas, como uma nota conversível de US$ 100 milhões.

Apesar do otimismo estratégico, as ações da Strive (ASST) caíram 11,82% para US$ 0,97 no dia do anúncio, com volume explosivo de 360 milhões de shares, refletindo volatilidade típica em deals corporativos de alto perfil.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

Com 12.798 BTC, a Strive ultrapassa a Tesla, que historicamente liderou a adoção corporativa desde sua compra de US$ 1,5 bilhão em 2021, mas reduziu posições ao longo dos anos. Esse shift ilustra a nova hierarquia: empresas dedicadas a tesourarias puras de Bitcoin, como Strive, ganham terreno sobre gigantes tech diversificados.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.738, com variação de -1,3% em 24h e volume de 231 BTC. Equivalente a cerca de R$ 6,58 bilhões em tesouraria para a Strive, o ativo reforça seu papel como reserva de valor superior em cenários de inflação e incertezas fiat.

A dinâmica competitiva impulsiona acumulação: dados on-chain mostram corporações comprando três vezes mais BTC do que a produção mensal de ~13.500 moedas, acelerando a escassez e potencializando rallies de preço sustentados.

Implicações bullish para Investidores

Como estrategista bullish, vejo essa jogada da Strive como catalisador paradigmático. Empresas públicas adotando Bitcoin como hurdle rate primário validam a tese de longo prazo: BTC não é especulação, mas ativo de tesouraria premium. Com mNAV alinhado e reverse split 1:20 para atrair institucionais, a Strive se posiciona como proxy alavancado ao Bitcoin.

Investidores brasileiros devem monitorar: maior adoção corporativa global pressiona suprimento, beneficiando holders de longo prazo. Plataformas como Binance facilitam exposição via spot ou ETFs, mas DYOR é essencial. O rebalanceamento de poder nas tesourarias sinaliza ciclo virtuoso de acumulação, com upside significativo à frente.

Próximos passos incluem fechamento da aquisição e monetização de ativos da Semler, potencializando dividendos ou recompras financiadas por BTC yield.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Executivos cartoon competindo em escadaria de BTC, Strive ultrapassando Tesla para entrar no top 11 de tesourarias corporativas

Strive Supera Tesla e Entra no Top 11 de Bitcoin Corporativo

Tchau, Elon! A Strive acaba de aprovar a aquisição da Semler Scientific, elevando suas reservas de Bitcoin para 12.798 BTC. Com isso, a empresa de Vivek Ramaswamy ultrapassa a Tesla e o Trump Media, assumindo a 11ª posição entre as maiores detentoras corporativas globais. Essa fusão all-stock reforça a estratégia Bitcoin-first, sinalizando uma nova era de adoção agressiva por empresas públicas.


Detalhes da Aprovação e Novos Holdings

Os acionistas da Strive (ASST) e da Semler Scientific (SMLR) deram sinal verde para a transação, anunciada em 13 de janeiro de 2026. A Semler contribui com 5.048 BTC para o balanço da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após uma recente compra de 123 BTC por US$ 11,3 milhões, a um preço médio de US$ 91.561.

Segundo o Bitcoin Magazine, o total combinado posiciona a nova entidade como uma potência em tesouraria Bitcoin, com foco em operações enxutas e geração de yield. Essa movimentação ocorre em meio a um mercado bullish, com o BTC negociado acima de US$ 94.000.

A fusão não só consolida ativos digitais, mas também integra o know-how da Semler, pioneira em adoção corporativa de BTC desde 2024.

Novo Ranking: Strive no Top 11 Global

Pela primeira vez, uma empresa fora do ecossistema tradicional de mineração ou ETFs corporativos entra no top 11 de holdings de Bitcoin. A Strive agora supera a Tesla (com cerca de 11.500 BTC) e a Trump Media & Technology Group, conforme dados das fontes consultadas.

Essa ascensão visionária alinha-se à tese de que o Bitcoin é o ativo de reserva definitivo. Analistas veem potencial para a Strive mirar o top 3 nos próximos trimestres, especialmente com emissões de preferred equity como a SATA, que captou US$ 200 milhões em novembro de 2025.

O otimismo é palpável: com o BTC em alta, essas reservas representam um valor bilionário, impulsionando o market cap ajustado pelo NAV em Bitcoin.

Vivek Ramaswamy e a Estratégia Bitcoin-First

Vivek Ramaswamy, cofundador da Strive, é o arquiteto dessa jogada ousada. Sua visão anti-ESG e pró-capitalismo de mercado sempre defendeu tesourarias Bitcoin-first, priorizando o BTC como hedge contra inflação e diluição fiat.

"I’m proud of the execution the Strive team has delivered", declarou Matt Cole, CEO, destacando um yield projetado de +15% no Q1 2026. Ramaswamy usa a Strive para desafiar o status quo financeiro, provando que empresas ágeis podem escalar via BTC sem endividamento excessivo.

Eric Semler, ex-chairman da Semler, junta-se ao board, trazendo expertise em adoção pioneira de Bitcoin como ativo principal.

Desafios, Reverse Split e Próximos Passos

Apesar do entusiasmo, as ações da Strive caíram 12-17% após o anúncio, impactadas por um reverse stock split 1:20 para atrair investidores institucionais. O objetivo é alinhar o preço das ações a padrões de participação institucional.

A empresa planeja monetizar o negócio de diagnósticos médicos da Semler em 12 meses, usando os recursos para quitar US$ 120 milhões em dívidas, incluindo uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 509.272 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,06% em 24h. Investidores devem monitorar emissões adicionais de SATA para expansão das reservas.


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Personagens cartoon de Strive e Semler fundindo-se em titã corporativo com baú de 13K BTC, simbolizando aquisição e adoção corporativa de Bitcoin

Strive Adquire Semler: Reservas de Bitcoin Alcançam 13 Mil BTC

A Strive Enterprises ($ASST), fundada por Vivek Ramaswamy, recebeu aprovação dos acionistas para adquirir a Semler Scientific ($SMLR) em uma transação all-stock histórica. A operação adiciona mais de 5.000 BTC ao tesouro da Strive, elevando o total para 12.797,9 BTC – quase 13 mil Bitcoins. Esse marco posiciona a empresa como o 11º maior detentor corporativo global, superando Tesla e Trump Media, e sinaliza aceleração na adoção institucional de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Aquisição Histórica

A primeira aquisição de uma empresa pública com treasury em Bitcoin foi aprovada em 13 de janeiro de 2026. A Semler Scientific traz 5.048,1 BTC para a mesa, enquanto a Strive já detinha 7.749,8 BTC após compra recente de 123 BTC a uma média de US$ 91.561 cada (cerca de R$ 11,26 milhões).

O CEO Matt Cole celebrou o feito: “Estamos fazendo história ao completar a primeira aquisição de uma empresa listada com estratégia de Bitcoin”. A transação reforça a confiança de empresas de capital aberto no ativo digital, seguindo o modelo pioneiro da MicroStrategy.

Holdings Elevados e Novo Ranking Corporativo

Com 12.797,9 BTC, a Strive agora ostenta um tesouro avaliado em bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.362,52 às 20:25 de hoje, com alta de 4,64% em 24h. Isso implica um valor aproximado de R$ 6,57 bilhões em BTC para a nova entidade – um salto impressionante que demonstra otimismo institucional.

A empresa supera gigantes como Tesla e entra no top 11 global, provando que a tese de Bitcoin treasury ganha tração entre firmas listadas em bolsa.

Estratégia Futura: Foco Total em Bitcoin

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler (divisão de produtos médicos) em até 12 meses, direcionando recursos para quitar dívidas como uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase. O foco será em operações puras de Bitcoin, financiadas por emissões de preferred equity (SATA).

O yield projetado para Q1 2026 supera 15%, com estrutura simplificada e reverse split 1-para-20 para atrair investidores institucionais. Eric Semler, chairman da Semler, ingressará no board.

Impacto na Adoção Corporativa

Essa jogada consolida a Strive como novo gigante na adoção corporativa de Bitcoin, ecoando a estratégia da MicroStrategy. Apesar de queda de 17% nas ações ($ASST) hoje, o movimento mensal é positivo (+15%). Investidores bullish veem nisso validação: empresas de capital aberto apostam pesado no BTC como hedge contra inflação e reserva superior ao ouro. Vale monitorar emissões futuras de SATA e performance do tesouro em um mercado volátil, mas otimista.


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