Baleia cartoon barriguda despejando energia dourada em cofre com glifo 3.2B, ao lado de LTH segurando barra firme, sinalizando acumulação bullish de Bitcoin

Detentores de Longo Prazo Pararam de Vender: Baleias Acumulam US$ 3,2 Bi

Baleias gastam US$ 3,2 bilhões em Bitcoin enquanto o varejo entra em pânico: quem está certo? Apesar da queda do Bitcoin de US$ 95.500 para US$ 87.500 em dois dias, detentores de longo prazo param de vender, com o Sell-side Risk Ratio atingindo mínimas em um ano. Baleias e sharks acumulam, sinalizando confiança em uma recuperação. Dados on-chain revelam mãos fortes no controle.


Pressão de Venda dos LTH Seca Completamente

Os detentores de longo prazo (LTH), conhecidos por suas mãos fortes, reduziram drasticamente suas vendas. O Long-Term Holder Sell-side Risk Ratio caiu para o nível mais baixo em 12 meses, similar ao fundo de US$ 49.000 após o unwind do carry trade do iene. Na ocasião, o Bitcoin rallyou para novas máximas históricas meses depois.

Essa métrica reflete a relutância dos LTH em realizar lucros em preços atuais, indicando convicção em valorizações futuras. Especialistas como Frank, analista on-chain, destacam que essa dinâmica sugere um potencial shift para fase altista, mesmo com o preço testando suportes abaixo de US$ 90.000.

A redução na atividade de venda ocorre em meio a volatilidade macro, com o mercado cripto reagindo a tensões geopolíticas e yields de bonds japoneses em alta.

Baleias e Sharks Acumulam US$ 3,2 Bilhões

Enquanto o varejo — carteiras com menos de 0,01 BTC — vendeu 132 unidades nos últimos nove dias, baleias e sharks acumularam 36.322 BTC, equivalentes a US$ 3,2 bilhões a preços atuais. Essa acumulação representa +0,27% das holdings desses grandes investidores.

Parte significativa pode vir da MicroStrategy, de Michael Saylor, que comprou 22.305 BTC na semana anterior. Movimentos de baleias para exchanges como Binance também caíram, de picos de US$ 8 bilhões mensais em novembro para US$ 2,74 bilhões atuais, indicando estratégia de espera em vez de venda agressiva.

Esse contraste entre varejo em pânico e acumuladores institucionais reforça a resiliência do Bitcoin em correções.

Sell-side Risk Ratio: Sinal Histórico de Alta

O foco de Marina Mendes está no Sell-side Risk Ratio, métrica que mede o risco de venda dos LTH. Níveis baixos como os atuais historicamente precedem rallies. Após o último mínimo em 2025, o BTC subiu de US$ 49.000 para ATHs.

Dados mostram que, com LTH segurando e baleias comprando na baixa, a pressão descendente diminui. Análise técnica aponta suportes em US$ 87.000-89.000, com potencial rompimento altista se o ratio permanecer baixo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.697 (-0,52% em 24h), refletindo estabilização local após a queda global.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Sell-side Risk Ratio e inflows de baleias em exchanges. Se a tendência de acumulação persistir, uma recuperação para US$ 95k+ é plausível. Contraste com ouro (ATH em US$ 4.900/oz) destaca Bitcoin como ativo de risco em recuperação.

Dados on-chain sugerem que mãos fortes prevalecem sobre pânico retail, posicionando o mercado para upside moderado no curto prazo.


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