Escudo dourado Bitcoin rachando com partículas quânticas iridescentes e '40%' na fenda, alertando vulnerabilidade à computação quântica

Ameaça Quântica: 40% do Bitcoin em Risco de Ataque?

O CEO da Project Eleven, Alex Pruden, alertou que entre 30% e 40% do Bitcoin total está exposto a riscos de computação quântica devido a chaves públicas visíveis na blockchain. Computadores quânticos poderiam quebrar a criptografia ECDSA, comprometendo bilhões em ativos. A governança lenta do Bitcoin agrava a urgência para migração à criptografia pós-quântica, enquanto investidores institucionais já ajustam posições.


Vulnerabilidades Específicas do Bitcoin

A ameaça principal vem do algoritmo de Shor, que permite fatorar chaves assimétricas em tempo polinomial, expondo fundos em endereços com chaves públicas reveladas — comum em transações antigas ou reutilizadas. Segundo Pruden, o modelo UTXO do Bitcoin oferece alguma proteção para quem mantém boa higiene de carteiras, mas 30-40% dos BTC estão em risco imediato por exposição on-chain.

Estudos como o da Chaincode Labs estimam até 6,26 milhões de BTC vulneráveis, equivalentes a cerca de US$ 650-750 bilhões. No Brasil, ao valor atual de R$ 479.439 por BTC segundo o Cointrader Monitor, isso representa trilhões em reais sob ameaça potencial.

O algoritmo Grover representa risco menor ao hash SHA-256, mas ainda exige vigilância. A longo prazo, blockchains como Ethereum e Solana podem atualizar de forma mais ágil, mas o Bitcoin enfrenta barreiras culturais e técnicas.

Reações dos Investidores Institucionais

Instituições já sentem o impacto: a Jefferies removeu 10% de exposição ao BTC do portfólio modelo “Greed & Fear”, migrando para ouro, citando quebra potencial do ECDSA. Apesar disso, Harvard aumentou alocação em 240%, e bancos como Morgan Stanley e Bank of America recomendam até 4% em cripto.

Essa divisão reflete o debate: risco teórico ou iminente? Projeções como o Quantum Doomsday Clock indicam CRQCs (computadores quânticos criptograficamente relevantes) possíveis em anos, acelerados por avanços do Google em 2025. O BTC rendeu 6,5% menos que o ouro em 2026, sinalizando cautela.

Desafios de Governança e Migração

A descentralização do Bitcoin complica atualizações: sem autoridade central, coordenação para pós-quântica exige consenso amplo, podendo levar a forks controversos — pior que as guerras de bloco. Pruden alerta que pode ser “tarde demais” se iniciado agora, propondo caminhos de migração seguros e ferramentas como Yellow Pages para chaves pós-quânticas.

Riscos incluem aplicação errada de novos padrões NIST (2024), demandando sistemas ágeis. Nenhuma blockchain preparou adequadamente, mas Ethereum avança em descentralização quântica-resistente.

Medidas Protetoras para Investidores

Para se proteger, evite reutilizar endereços, use carteiras com múltiplas assinaturas e monitore desenvolvimentos pós-quânticos. Transfira fundos para formatos resistentes como Taproot moderno. Vale acompanhar iniciativas como Project Eleven e Ethereum Foundation. O risco quântico saiu do abstrato: proteja suas chaves agora para preservar valor a longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza cyberpunk com brecha vermelha emitindo corrupção e abismo rachado abaixo, simbolizando hack na Saga e mínima do Bitcoin em 2026

Bitcoin renova mínima de 2026 em meio a hack na Saga e instabilidade em Davos

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/01/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma manhã de intensa instabilidade, marcada por um viés de baixa moderado que testa a resiliência dos investidores. Enquanto o Bitcoin protagoniza movimentos de whipsaw entre US$ 88.000 e US$ 90.000, impulsionados por declarações de Donald Trump em Davos, o setor de infraestrutura sofre um golpe crítico com o hack de US$ 7 milhões no protocolo Saga. O cenário é agravado por um novo adiamento regulatório no Senado dos EUA, elevando a incerteza institucional. Apesar de avanços pontuais na adoção corporativa pela Strive e do sucesso na estreia do token SKR da Solana Mobile, o peso das liquidações bilionárias e os riscos sistêmicos dominam a narrativa nas últimas horas. Este boletim detalha como essa combinação de fatores macro e falhas internas está redefinindo os suportes de preço para o início de 2026.


🔥 Destaque: Saga suspende rede após exploit de US$ 7 milhões

O ecossistema de redes de Camada 1 (L1) foi abalado nesta manhã pelo anúncio de que o protocolo Saga pausou sua rede compatível com EVM (SagaEVM) no bloco 6.593.800. A medida drástica foi tomada após a detecção de um exploit de segurança que resultou no desvio não autorizado de US$ 7 milhões em USDC. Os fundos foram convertidos rapidamente para Ethereum (ETH) através de pontes (bridges) de liquidez, evidenciando a agilidade dos atacantes em ambientes de múltiplas redes.

De acordo com o comunicado oficial, a investigação está ativa e a equipe colabora com exchanges centralizadas para tentar o bloqueio (blacklisting) dos endereços envolvidos. Embora a equipe tenha garantido que a rede principal (SSC) e os validadores permanecem seguros, o incidente lança luz sobre a fragilidade de redes EVM emergentes. Este hack ocorre em um contexto delicado, onde as perdas globais por falhas de segurança já somam US$ 3,4 bilhões no acumulado recente.

Para o investidor, o evento gera um clima de desconfiança (FUD) imediato sobre a confiabilidade de novas redes L1 que buscam competir com gigantes como Ethereum e Solana. O sucesso na recuperação dos fundos será determinante para a manutenção do TVL (valor total bloqueado) da Saga. Caso a colaboração setorial falhe em congelar os ativos, a pressão vendedora sobre o token SAGA pode se intensificar, afetando protocolos DeFi dependentes de sua infraestrutura.

A partir de agora, é crítico monitorar o status do Saga Explorer e as atualizações de segurança. Ataques à infraestrutura costumam preceder atualizações robustas e programas de recompensas por bugs (*bug bounty*), mas no curto prazo, a tendência é de migração de capital para redes com histórico de segurança mais consolidado.


📈 Panorama do Mercado

O Bitcoin opera em um cenário de volatilidade extrema, reagindo em tempo real ao fluxo de notícias vindas de Davos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 479.437,97, refletindo a pressão internacional que levou o ativo a registrar uma nova mínima para o ano de 2026, abaixo de US$ 88.000. O sentimento de aversão ao risco é reforçado pela fraqueza nos mercados tradicionais, com o Dólar operando a R$ 5,32 e metais preciosos em consolidação.

A alavancagem excessiva continua sendo o maior inimigo da estabilidade. Com um open interest (contratos em aberto) superior a US$ 81 bilhões, movimentos que seriam correções naturais se transformam em cascatas de liquidações. A correlação negativa com os títulos do Tesouro americano e a incerteza regulatória nos EUA são os principais limitadores para uma recuperação sustentável acima dos US$ 90.000 no momento.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento do suporte de US$ 88.000 ativou US$ 850 milhões em liquidações em 24 horas. O risco de novas quedas forçadas por ordens de venda automática (stop-loss) de posições compradas (longs) permanece alto enquanto o mercado não for totalmente limpo.
  • Incerteza Regulatória: O adiamento do projeto de lei de estrutura de mercado no Senado dos EUA, após a retirada do apoio da Coinbase, cria um vácuo legislativo de semanas que favorece a volatilidade.
  • Exploits em L1s Emergentes: O caso Saga reforça a tese de que redes menores são alvos preferenciais. Novos ataques podem drenar liquidez de ecossistemas de ponte e protocolos DeFi menos maduros.
  • Diluição Acionária: Empresas como a Strive, embora foquem na acumulação de BTC, utilizam emissões que podem diluir acionistas comuns, impactando o valor de mercado de veículos corporativos de exposição a cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Spot: Enquanto traders alavancados enfrentam perdas totais (wipeouts), o preço à vista em níveis de suporte anual oferece uma janela para acumulação estratégica por investidores de longo prazo.
  • Adoção Mobile na Solana: O token SKR disparou 83% em sua estreia, validando a estratégia de hardware da Solana Mobile e oferecendo recompensas de staking frequentes para o ecossistema Seeker.
  • Arbitragem em L1s Maduros: O clima de incerteza em redes emergentes tende a rotacionar capital para Ethereum e Solana, que apresentam fundamentos de segurança mais testados pelo tempo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Protocolo Saga pausa SagaEVM após exploit de US$ 7 milhões
A rede de Camada 1 suspendeu operações no bloco 6.593.800 após retirada não autorizada em USDC. A equipe busca rastrear os fundos convertidos em ETH em parceria com exchanges.

2. Bitcoin atinge nova mínima de 2026 abaixo de US$ 88.000
Após falha em sustentar a valorização para US$ 90 mil, o BTC despencou, liquidando US$ 150 milhões em apenas uma hora e acumulando perdas de 2% no mercado global.

3. Movimentação bilateral liquida US$ 600 milhões em Davos
A volatilidade extrema durante o discurso de Trump gerou perdas equilibradas entre comprados e vendidos (shorts), expondo a fragilidade do mercado de derivativos superaquecido.

4. Senado dos EUA adia votação de projeto cripto indefinidamente
O Comitê Bancário do Senado pausou o trabalho legislativo após a Coinbase retirar apoio por disputas sobre rendimentos de stablecoins e pressão do grupo de pressão bancário.

5. Trump suspende tarifas e impulsiona pico volátil no BTC
O anúncio de suspensão de tarifas contra a Europa levou o BTC a US$ 90 mil temporariamente, eliminando US$ 335 milhões em posições vendidas em um movimento de otimismo repentino.

6. Strive busca US$ 150 milhões para ampliar caixa de Bitcoin
A companhia planeja oferta de ações preferenciais para adquirir mais BTC e quitar dívidas, reforçando a tendência de adoção corporativa mesmo em períodos de queda.

7. Token SKR da Solana Mobile dispara 83% em airdrop
O lançamento do token nativo para o smartphone Seeker atraiu forte volume, atingindo US$ 0,01236 e promovendo incentivos de staking para a nova temporada.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações do Bitcoin: Acompanhe os dados da Coinglass; valores acima de US$ 200 milhões por hora indicam risco contínuo de capitulação.
  • Recuperação de Fundos da Saga: O sucesso do bloqueio de endereços determinará se o protocolo conseguirá estancar a fuga de capital (outflow) de sua rede.
  • Taxas de Financiamento (Funding Rates): Taxas negativas podem sinalizar que o mercado limpou o excesso de otimismo e está pronto para uma base de preço sólida.
  • Timeline Legislativa: Declarações do Comitê de Agricultura sobre o avanço do projeto cripto, apesar do impasse no Comitê Bancário.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa moderado deve persistir, com o Bitcoin testando suportes psicológicos importantes. A limpeza de alavancagem verificada nesta manhã é um passo necessário para um mercado mais saudável, mas o clima de incerteza gerado pelo hack na Saga e o revés regulatório no Senado podem atrasar qualquer tentativa de alta sustentável acima dos US$ 92.000. Investidores podem acompanhar a liquidez em exchanges como a Binance, que oferece ampla profundidade de mercado para navegar nestes períodos de alta volatilidade. A resiliência dos detentores de ativos à vista será o termômetro para identificar se estamos diante de uma correção passageira ou de uma mudança de tendência para o trimestre.


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Escudo hexagonal cyan com brecha vermelha infiltrada por código corrompido expondo núcleo de seed phrase, alertando malware na Snap Store Linux

Ataque na Snap Store do Linux Rouba Seed Phrases: Como se Proteger

Usuário de Linux? Suas seed phrases podem estar na mira de um novo malware sofisticado na Snap Store. A empresa de segurança SlowMist revelou que atacantes sequestraram contas de desenvolvedores via domínios expirados, distribuindo atualizações falsas de carteiras como Exodus, Ledger Live e Trust Wallet. O golpe pede a frase de recuperação para drenar fundos sem alarde. A ameaça é real e urgente para quem usa apps Snap no Linux.


Como os Atacantes Infiltraram a Snap Store

A investigação da SlowMist aponta para uma tática engenhosa: monitoramento de domínios associados a contas de publishers na Snap Store. Quando esses domínios expiram, criminosos os re-registram e usam e-mails vinculados para resetar credenciais das contas antigas.

A Snap Store, equivalente no Linux ao App Store da Apple, distribui apps em formato ‘snaps’ confiáveis. Contas com histórico de downloads recebem atualizações maliciosas rotineiramente, sem levantar suspeitas. O CISO da SlowMist, 23pds, detalhou isso em post no X, expondo o vetor de ataque.

Essa brecha explora a confiança inerente ao sistema de updates automáticos, comum em distribuições como Ubuntu. Usuários que instalam ou atualizam via Snap sem verificar fontes estão vulneráveis.

Domínios Comprometidos e Wallets Falsas

Dois domínios específicos foram identificados: storewise.tech e vagueentertainment.com. Esses perfis publicaram apps que imitam interfaces legítimas de carteiras populares. Ao abrir, o malware solicita a seed phrase, enviando-a para servidores controlados por atacantes.

As vítimas nem percebem o roubo imediato, pois o app parece funcional. Fundos somem dias depois, quando as chaves são usadas em transações não autorizadas. A similaridade visual com Exodus, Ledger Live e Trust Wallet torna o golpe particularmente perigoso para holders de cripto no Linux.

Essa não é uma falha isolada. Ataques de supply chain crescem, com perdas de US$ 3,3 bilhões em hacks cripto em 2025, segundo CertiK, concentradas em poucas mas devastadoras invasões.

Como Verificar e se Proteger Agora

Ação imediata é essencial. Siga estes passos para auditar suas instalações:

  1. Abra o terminal e liste snaps instalados: snap list.
  2. Verifique publishers suspeitos: snap info [nome-do-snap]. Fuja de storewise.tech ou vagueentertainment.com.
  3. Remova apps duvidosos: snap remove [nome].
  4. Reinstale de fontes oficiais via site das wallets (ex: Exodus oficial não usa Snap).
  5. Monitore transações e mova fundos para wallets frias se possível.

Use antivírus como ClamAV e ative verificação de assinaturas em updates. Evite snaps não verificados e prefira Flatpak ou AppImage para wallets.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esse incidente reforça a migração de ameaças para canais de distribuição, não só contratos inteligentes. Com protocolos mais seguros, hackers miram trust e infraestrutura. Usuários Linux, populares entre devs cripto, devem redobrar vigilância.

Monitorar domínios expirados destaca falhas em políticas de autenticação da Snap Store. Canonical deve reforçar verificações. Para o leitor: priorize segurança operacional sobre conveniência.


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Cristal oráculo digital hexagonal rachado por fluxo vermelho caótico, simbolizando exploit de flash loans e manipulação em DeFi

Hack na Makina Finance: Entenda o Exploit de US$ 4,13 Milhões

A Makina Finance, um protocolo de finanças descentralizadas (DeFi), foi alvo de um exploit que resultou na perda de aproximadamente US$ 4,13 milhões em 20 de janeiro. O ataque explorou uma vulnerabilidade de oráculo em um pool de liquidez da Curve, onde um fraudador manipulou os preços de ativos utilizando um flash loan. Este incidente serve como um alerta para a segurança em protocolos DeFi, questionando a resiliência de sistemas que dependem de oráculos para fixar preços.


Detalhes do Ataque: Manipulação de Oráculos e Flash Loans

No cerne do ataque à Makina Finance esteve a manipulação de preços via oráculo e o uso de um flash loan massivo. O atacante utilizou um empréstimo instantâneo de 280 milhões de USDC e, com US$ 170 milhões desse montante, manipulou o MachineShareOracle – o mecanismo que o pool DUSD/USDC da Curve usava para determinar o preço dos ativos. Em seguida, trocou 110 milhões de USDC através do pool, conseguindo extrair cerca de US$ 5 milhões em valor, conforme relatado pela CryptoPotato.

A complexidade do ataque se intensificou com a execução de bots MEV (Maximal Extractable Value), que, de acordo com informações da Crypto.news, anteciparam a transação do atacante. Esses bots realizaram uma série de negociações rápidas que esvaziaram 1.299 ETH do pool, equivalente a aproximadamente US$ 4,13 milhões. Os fundos roubados foram então direcionados para duas carteiras distintas, com US$ 3,3 milhões para 0xbed2 e US$ 880 mil para 0x573d.

As Consequências e Medidas de Segurança

A Makina Finance se manifestou em suas redes sociais, confirmando que o incidente afetou apenas suas posições de provedor de liquidez DUSD na Curve, assegurando que outros ativos e implementações não foram comprometidos. A equipe afirmou que os ativos subjacentes armazenados nas máquinas permanecem seguros e, como medida de precaução, ativou o modo de segurança em todos os seus sistemas. Provedores de liquidez do pool DUSD Curve foram aconselhados a retirar seus fundos.

Este recente exploit se soma a outros incidentes notáveis no espaço DeFi, como o ataque ao Truebit Protocol, que resultou na perda de aproximadamente US$ 26,5 milhões em ETH. Empresas de segurança on-chain, como SlowMist e Certik, alertam que versões desatualizadas do Solidity representam um risco sistêmico, recomendando o uso da biblioteca SafeMath para prevenir vulnerabilidades lógicas.

Impacto para o Usuário e Lições Aprendidas

A série de ataques ressalta a importância da diligência e pesquisa aprofundada ao interagir com protocolos DeFi. Investidores e usuários devem se manter vigilantes quanto aos oráculos e às vulnerabilidades de flash loan, que continuam sendo vetores de ataque. Embora a Makina Finance tenha agido para mitigar o problema, a ocorrência serve como um lembrete de que o ecossistema DeFi, apesar de seu potencial, carrega riscos inerentes que exigem constante monitoramento e aprimoramento de segurança.

Acompanhar as notícias e os relatórios de segurança de empresas especializadas é fundamental para entender os riscos e tomar decisões informadas. Investir em DeFi, embora promissor, exige uma compreensão aprofundada dos mecanismos de segurança dos protocolos e uma análise crítica das fontes de liquidez e precificação.


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Cofre digital brutalista vazio com partículas douradas sugadas para portal neon vermelho e '95%' rachado, simbolizando rug pull e desvio de fundos em ICO

Trove Markets: Token desaba 95% em Rug Pull e fundos desviados

O recente lançamento do token da Trove Markets resultou em um colapso de 95% no seu valor, gerando revolta entre investidores e levantando fortes suspeitas de um rug pull. Essa queda abrupta, que transformou milhões em migalhas em questão de horas, foi impulsionada por alegações do analista on-chain ZachXBT, que aponta o desvio de fundos da ICO para cassinos, questionando a integridade da equipe por trás do projeto.


Milhões Arrecadados, Milhões Desviados: O Início do Fim

Trove Markets havia levantado aproximadamente US$ 11,5 milhões em sua venda pública de tokens. Contudo, pouco tempo após o início das negociações, o token despencou de um valor inicial que sugeria uma capitalização de mercado próxima de US$ 20 milhões para menos de US$ 2 milhões. A equipe da Trove afirmou que reteria cerca de US$ 9,4 milhões para financiar o desenvolvimento futuro do projeto e uma migração de blockchain, enquanto US$ 2,44 milhões foram destinados a reembolsos parciais para alguns investidores.

Esses números, no entanto, deixaram muitos investidores insatisfeitos e questionando o destino da maior parte dos fundos. A discrepância entre o valor arrecadado e o montante reembolsado, somada à queda meteórica do token, acendeu o alerta para a comunidade cripto, que imediatamente começou a investigar a movimentação desses valores.

As Alegações de ZachXBT e a Teia de Suspeitas

As preocupações foram amplificadas pelas análises de ZachXBT, conhecido investigador on-chain. Ele destacou transferências incomuns de uma porção significativa do suprimento de tokens para um aglomerado de carteiras recém-criadas. Além disso, algumas dessas transferências teriam sido roteadas através de serviços como ChangeHero, levantando sérias questões sobre a transparência das alocações de tokens e se os fundos estavam sendo utilizados para o propósito declarado.

Embora a Trove tenha anunciado uma mudança estratégica para a blockchain Solana, alegando que um parceiro importante havia se retirado, a comunidade vê essa justificativa com ceticismo. A equipe prometeu continuar construindo e ser mais transparente, mas as ações prévias geraram um clima de desconfiança generalizada, com investidores exigindo auditorias públicas e reembolsos integrais.

Ameaças Legais e o Futuro Incerto da Trove Markets

A revolta dos investidores não ficou restrita às redes sociais. Alguns ameaçaram com ações legais e intensificaram as demandas por auditorias externas. Este incidente serve como um alerta severo sobre os riscos associados aos eventos de geração de tokens (Token Generation Events – TGEs). Casos como o da Trove Markets podem acelerar o escrutínio regulatório sobre projetos que alteram termos após a captação de recursos e que mostram pouca transparência na gestão dos fundos.

O futuro da Trove Markets agora depende da sua capacidade de restaurar a confiança, entregar uma plataforma funcional e, acima de tudo, demonstrar uma transparência inequívoca na gestão dos ativos e na prestação de contas aos seus investidores. Caso contrário, o episódio poderá marcar o fim prematuro do projeto e a consolidação de um dos mais recentes casos de rug pull no mercado.


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Sol dourado do Bitcoin engolido por sombras vermelha e roxa, simbolizando sell-off de US$ 200B por tarifas Trump e crise japonesa

Queda do Bitcoin: Tarifas Trump e Crise Japonesa Apagam US$ 200 Bilhões do Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/01/2026 | MANHÃ

Ameaças de tarifas globais enviadas pelo governo Trump e uma instabilidade imprevista no mercado de dívida japonês deflagraram o maior sell-off de 2026 nesta manhã de quarta-feira. O Bitcoin rompeu suportes cruciais, caindo abaixo da marca de US$ 88.000, enquanto a capitalização total do mercado encolheu em expressivos US$ 200 bilhões em poucas horas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 480.146,12, refletindo uma pressão vendedora que já liquidou US$ 1,09 bilhão em posições alavancadas. O viés de baixa forte domina o cenário, impulsionado por um movimento clássico de aversão ao risco (risk-off) que drena liquidez para o ouro, deixando o setor cripto em estado de atenção crítica para as próximas 48 horas.


🔥 Destaque: Sell-off Global Apaga US$ 200 bilhões do Mercado

O mercado de criptoativos registrou sua maior queda acumulada do ano nesta abertura asiática. O Bitcoin liderou as perdas, despencando cerca de 10% no acumulado de sete dias e testando níveis de suporte que não eram visitados desde o final de 2025. O movimento foi desencadeado por uma combinação tóxica de fatores macroeconômicos: as renovadas ameaças do presidente Donald Trump de impor tarifas de 10% a 25% sobre nações europeias e da OTAN — em meio a uma disputa diplomática pela Groenlândia — e a disparada dos yields dos títulos públicos japoneses (JGB), que sinalizam o fim de um suporte histórico de liquidez global.

A magnitude do impacto é visível nos dados de mercado. Enquanto o Bitcoin tentava sustentar a região dos US$ 90.000, a pressão externa forçou uma quebra em cascata. Ouro e commodities tradicionais saltaram como refúgios seguros, enquanto ativos de alto beta, como criptomoedas e ações de tecnologia, sofreram as primeiras e mais profundas correções. Analistas apontam que a desvalorização do par BTC/Gold para mínimas históricas é um sinal claro de pânico máximo, similar aos períodos de fundo observados em 2018 e 2022.

Para o investidor, o momento exige cautela extrema com a alavancagem. O suporte em US$ 3,08 trilhões para a capitalização total do mercado é agora a linha de defesa final para evitar a confirmação de um “inverno cripto” antecipado. A manutenção dessa estrutura dependerá fundamentalmente da estabilização dos mercados de títulos globais e de uma possível atenuação na retórica tarifária de Washington.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de cautela moderada a forte. O mercado está processando um realinhamento geopolítico onde o Bitcoin, apesar de sua tese de reserva de valor, ainda reage como um ativo de risco sensível à liquidez global. A correlação com o mercado tradicional se intensificou, especialmente com o índice Nasdaq, refletindo o aperto financeiro causado pela alta dos juros internacionais.

No Brasil, a queda é amortecida pela variação cambial, mas o volume de negociação nas principais exchanges, como a Binance, indica que os investidores locais estão reequilibrando carteiras. Setores como DeFi e altcoins de infraestrutura (SOL, ADA) estão sob pressão severa, perdendo até 15% em valor semanal, o que demonstra que a rotação de capital está privilegiando a segurança em detrimento da especulação tecnológica no curto prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O mercado já limpou US$ 1,09 bilhão em longs, mas a persistência de alavancagem em níveis de suporte inferiores pode gerar novas espirais de venda forçada se o BTC testar os US$ 85.000.
  • Instabilidade em Bonds Globais: A venda massiva de títulos japoneses eleva os rendimentos globais, encarecendo o custo do capital e reduzindo o apetite institucional por criptoativos.
  • Escalada Tarifária de Trump: Novas declarações em Davos sobre tarifas comerciais podem aprofundar o risk-off, forçando investidores a saírem de ativos voláteis para o dólar e ouro.
  • FUD em Stablecoins: A queima de 3 bilhões de USDT pela Tether, embora considerada um ajuste técnico, pode ser mal interpretada pelo varejo como sinal de fuga de capital em um momento de estresse.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Lows: Historicamente, quedas impulsionadas por pânico macro e liquidações de 92% de posições compradas oferecem pontos de entrada para investidores spot com horizonte de longo prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: A pressão da Casa Branca e o interesse da Binance em retornar aos EUA via CLARITY Act podem criar um ambiente institucional mais seguro após a poeira macro baixar.
  • Rebound Técnico de Altcoins: Ativos como ETH e SOL estão em níveis de oversold (sobrevenda) técnico; uma estabilização do Bitcoin pode gerar recuperações rápidas para capturar o spread da correção.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC abaixo de US$ 88k: maior sell-off de 2026 apaga US$ 200B
Bitcoin liderou a perda massiva devido às tarifas de Trump e alta nos yields japoneses. O ouro disparou como refúgio seguro enquanto a capitalização de mercado cripto caiu 4%.

2. Bitcoin a US$ 89k liquida US$ 1,09 bilhão em posições compradas
A exaustão dos touros foi confirmada com 92% das liquidações vindo de apostas em alta. O evento resetou a alavancagem, sinalizando uma possível exaustão vendedora.

3. Altcoins sofrem impacto desproporcional com queda de 5% a 15%
Tokens de alto beta como ETH, SOL e ADA lideraram as perdas. A Ethereum caiu abaixo dos US$ 3.000, refletindo a fuga de capital para ativos menos voláteis.

4. Casa Branca: operar sem regras de mercado é ‘fantasia’
Diretor do Conselho Cripto pressiona pela aprovação do CLARITY Act, criticando a retirada de apoio da Coinbase por detalhes em yields de stablecoins.

5. Binance planeja retorno estratégico ao mercado dos EUA
Em Davos, Richard Teng sinalizou interesse no mercado americano, enquanto a Ripple prevê que maior competição reduzirá as taxas para o usuário final.

6. Queima de 3B USDT pela Tether sinaliza liquidez intacta
Apesar do volume recorde incinerado na rede Ethereum, o processo reflete resgates processados com sucesso, confirmando que a Tether possui reservas prontas.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 88.000 no BTC: O fechamento diário acima ou abaixo deste nível definirá a tendência para o restante da semana.
  • Rendimentos dos Títulos Japoneses: Se os juros continuarem em recordes históricos, a pressão de baixa sobre ativos de risco persistirá.
  • Votação do CLARITY Act: Qualquer avanço legislativo em Washington pode servir de contrapeso positivo ao cenário macro sombrio.
  • Funding Rates em Exchanges: A migração para taxas negativas indicaria que o mercado está “curto” demais, abrindo espaço para um short squeeze.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, a perspectiva permanece desafiadora. O viés de baixa forte continuará testando a resiliência dos investidores conforme o mercado digere as ameaças tarifárias. É fundamental observar o comportamento da capitalização total em torno de US$ 3,08 trilhões; um hold nesta região pode indicar que o pior da capitulação já passou, permitindo um rebound técnico sustentado pelo reset da alavancagem. Contudo, qualquer nova escalada na retórica de guerra comercial de Trump ou nova quebra em bonds globais pode levar o Bitcoin a testar suportes ainda mais profundos. A estratégia recomendada é de prudência, evitando alavancagem excessiva e monitorando fluxos institucionais.


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Rede DeFi com orbe de price feed distorcido por flash vermelho de loan exploit, ilustrando vulnerabilidade em protocolo de segurança

Makina Finance Perde US$ 4,1 Milhões em Exploit de Flash Loan

Um exploit de flash loan drenou US$ 4,1 milhões do protocolo DeFi Makina Finance, manipulando o price feed em um pool DUSD/USDC na Curve. O atacante usou um empréstimo de 280 milhões de USDC para distorcer o oráculo MachineShareOracle, permitindo saques inflados. Firmas como PeckShield e CertiK confirmaram o incidente, isolado a esse pool, ocorrido nesta terça-feira (20/01).


Como o Ataque Manipulou o Price Feed

O protocolo Makina, com cerca de US$ 100 milhões em TVL, foi vítima de uma clássica manipulação de oracle. Segundo a análise da PeckShield, o hacker pegou um flash loan de 280 milhões de USDC. Destes, usou 170 milhões para injetar liquidez temporária e inflar o preço reportado pelo MachineShareOracle ao pool DUSD/USDC, que tinha apenas US$ 5 milhões em liquidez.

Com o preço artificialmente alto, trocou 110 milhões de USDC por 1.299 ETH (equivalente a US$ 4,13 milhões), drenando o pool quase completamente. Essa tática explora a dependência de pools em dados externos de preços, vulneráveis a ataques em uma única transação.

MEV Bots Intervêm e Limitam o Lucro do Atacante

Embora a drenagem tenha ocorrido, um MEV builder front-runnou a transação, capturando a maior parte dos fundos roubados. Dos US$ 5 milhões drenados inicialmente, cerca de US$ 4,14 milhões foram para um endereço de MEV, deixando o atacante com valores menores em dois endereços: 0xbed2…dE25 (US$ 3,3 milhões) e 0x573d…910e (US$ 880 mil).

Isso ilustra o duplo fio da navalha no DeFi: exploits são comuns, mas bots de extração máxima de valor (MEV) podem mitigar danos ao capturar lucros ilícitos. Ainda assim, provedores de liquidez (LPs) no pool afetado sofrem perdas diretas.

Riscos no DeFi: O Que Verificar Antes de Depositar Liquidez

Flash loans são armas poderosas para manipulações, especialmente em pools de baixa liquidez. Antes de fornecer fundos, verifique:

  1. Robustez dos oracles (use agregadores como Chainlink);
  2. Auditorias recentes por firmas como PeckShield e CertiK;
  3. TVL e volume do pool para resistir a ataques;
  4. Mecanismos de pausa de emergência;
  5. Histórico de exploits semelhantes.

Evite pools com refresh de AUM permissionless, combo perigoso com flash loans. Monitore ferramentas como DeFiLlama e alertas de segurança para agir rápido.

Resposta da Makina e Lições para Investidores

A equipe da Makina ativou o security mode em todas as ‘máquinas’ (vaults inteligentes), confirmando que ativos subjacentes estão seguros. LPs foram orientados a retirar fundos do pool afetado na Curve. Atualizações virão conforme a investigação avança.

Este caso reforça: DeFi oferece yields altos, mas riscos assimétricos. Priorize protocolos auditados e diversifique. Em 2026, com TVL crescendo, vigilância é essencial para não zerar milhões por um erro de oracle.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre brutalista digital rachando com '97%' em glow vermelho, silhueta expondo vazio, simbolizando colapso do token TROVE em rug pull

Trove Desaba 97%: ZachXBT Expõe Rug Pull e Abandono

O token TROVE do projeto Trove Markets desabou 97% logo após seu Token Generation Event (TGE) em 19 de janeiro, evaporando milhões em valor de mercado e deixando investidores furiosos. A denúncia do investigador ZachXBT revelou transferências suspeitas de fundos da ICO para cassinos, enquanto a equipe abandonava a Hyperliquid em favor da Solana, traindo a confiança depositada no DEX de perpetuais para ativos culturais.


Controvérsias no ICO e Lançamento

O Trove Markets prometia um DEX inovador na Hyperliquid, usando o protocolo HIP-3 para negociações de perpetuais em ativos ilíquidos como cartas Pokémon e relógios de luxo. O ICO, realizado entre 8 e 11 de janeiro, captou mais de US$ 11 milhões, mas já apresentava sinais de alerta. Cinco minutos antes do fim, a equipe alterou o contrato inteligente para estender o prazo, gerando apostas massivas no Polymarket. Minutos depois, reverteu a decisão, causando perdas de cerca de US$ 73 mil para um trader e acusações de manipulação por insiders.

Essas manobras levantaram suspeitas imediatas na comunidade, com relatos de que membros da equipe lucraram com as oscilações no Polymarket. Apesar do ICO superlotado, a confiança começou a erosionar, preparando o terreno para o colapso posterior.

Denúncia de ZachXBT e Rastros de Rug Pull

O investigador on-chain ZachXBT expôs movimentações duvidosas: US$ 45 mil da rodada angel foram bridgeados e depositados diretamente em um endereço de cassino apenas dias após o ICO. A análise de carteiras ligadas à equipe mostrou vendas agressivas do stake de 500 mil HYPE necessário para o lançamento na Hyperliquid, contribuindo para a queda do HYPE de US$ 26 para níveis spot.

O que é um rug pull? Trata-se de uma fraude onde desenvolvedores abandonam um projeto após captar fundos, vendendo tokens e retirando liquidez, deixando investidores com ativos sem valor. No caso do Trove, os fundos da ICO foram direcionados a cassinos e influenciadores, sem plano claro de reembolso, configurando um puxão de tapete clássico.

Pivot para Solana e Perda Total de Confiança

Em 18 de janeiro, o builder “Unwise” anunciou o pivot para Solana, culpando a retirada do parceiro de liquidez do stake HYPE. Investidores, que apostaram em um projeto nativo da Hyperliquid, viram o TGE ocorrer na nova chain, mas o token despencou de US$ 20 milhões para menos de US$ 500 mil em horas, conforme dados do GeckoTerminal.

Investigações adicionais revelaram uma entidade controlando 12% do supply e 80 carteiras novas funded via ChangeHero com padrões idênticos, sugerindo possível sybil attack ou distribuição manipuladora. Sem laços comprovados à equipe até o momento, mas o dano à reputação é irreversível.

Como Identificar e Evitar Projetos Duvidosos

Para não cair em armadilhas como a do Trove, monitore: mudanças abruptas em roadmaps, wallets de equipe opacas, extensões de ICO suspeitas e dumps de bonds. Use ferramentas como BubbleMaps para detecção de concentrações e investigue transações on-chain via Etherscan ou Solscan. Projetos legítimos priorizam transparência e audits públicos.

Esse caso reforça a importância de due diligence: em 2025, rug pulls custaram mais de US$ 6 bilhões. Invista com cautela, priorizando plataformas reguladas como as vendas de tokens da Coinbase, que incluem locks para insiders.


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Executivo cartoon empurrando carrinho de moedas BTC instáveis para cofre cyan, com perdas vermelhas vazando, ilustrando riscos na transferência GameStop-Coinbase

GameStop Transfere 2.396 BTC à Coinbase com Perda de US$ 70 milhões

Um endereço associado à GameStop transferiu 2.396 BTC para a Coinbase Prime há cerca de 16 horas, movimentando aproximadamente metade de suas reservas em Bitcoin. A operação resulta em uma perda não realizada de cerca de US$ 70 milhões, considerando o preço médio de compra entre US$ 106 mil e US$ 109 mil por BTC, adquirido em maio de 2025. Esse movimento alerta para os perigos de empresas tradicionais gerenciarem ativos voláteis como o Bitcoin em suas tesourarias.


Detalhes da Transação e Histórico de Aquisição

A GameStop, conhecida por seu modelo de varejo de jogos, adotou uma estratégia de tesouraria em criptomoedas no ano passado. Em maio de 2025, a companhia adquiriu 4.710 BTC por um total de aproximadamente US$ 500 milhões através da Coinbase Prime. Essa compra representava uma aposta ousada em Bitcoin como reserva de valor corporativa, seguindo o exemplo de empresas como a MicroStrategy.

Agora, a transferência de 2.396 BTC — quase 50% do total — para uma hot wallet da Coinbase sugere preparativos para uma liquidez imediata. Pode se tratar de uma venda planejada, uso como colateral ou simples ajuste de posições. No entanto, com o Bitcoin negociado recentemente abaixo do custo de aquisição, a manobra cristaliza uma perda significativa, impactando diretamente o balanço patrimonial da empresa.

Riscos de Custódia e Volatilidade para Empresas Não-Nativas

Empresas tradicionais como a GameStop, sem expertise nativa em cripto, enfrentam desafios únicos ao incorporar Bitcoin em suas reservas. A custódia descentralizada exige protocolos rigorosos de segurança, mas transferências para exchanges centralizadas como a Coinbase introduzem riscos adicionais, como exposição a hacks, falhas operacionais ou regulamentações inesperadas.

A volatilidade extrema do mercado agrava o problema: flutuações diárias de 5-10% são comuns, capazes de alterar bilhões em valor de mercado da noite para o dia. Para companhias com obrigações de relatórios trimestrais e dividendos, essa imprevisibilidade pode gerar pânico entre acionistas e pressões de curto prazo, levando a decisões precipitadas — exatamente como essa transferência em momento de baixa.

Patrícia Prado alerta: “Gestores corporativos devem priorizar estratégias de hedge e diversificação. Manter grandes posições em BTC sem ferramentas de mitigação é jogar com fogo em um barril de pólvora volatil.”

Contexto Atual do Mercado e Cotação em Reais

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin é cotado a R$ 481.543, com variação de -3,82% nas últimas 24 horas e volume de 296 BTC nas exchanges brasileiras. Esse patamar reforça a perda da GameStop, pois equivale a cerca de US$ 87 mil por BTC (considerando câmbio aproximado), bem abaixo do custo histórico.

O mercado vive um ciclo de correção após picos recentes acima de US$ 120 mil, influenciado por fatores macro como políticas monetárias e influxos institucionais. Para a GameStop, o timing da transferência parece infeliz, destacando a importância de monitoramento contínuo e não reações emocionais.

Lições para Empresas e Investidores Individuais

Esse caso da GameStop serve como lição valiosa: mesmo gigantes do varejo podem errar o timing no criptomercado. Empresas devem avaliar sua tolerância a riscos, implementar políticas claras de tesouraria e considerar custódia profissional com multisig ou soluções híbridas para minimizar exposições.

Para investidores de varejo, o episódio reforça a necessidade de due diligence em tesourarias corporativas expostas a cripto. Monitore indicadores como mNAV (market Net Asset Value) e comunicados oficiais. Diversifique e evite alavancagem excessiva — a volatilidade não perdoa amadores, corporativos ou individuais.

Em resumo, a perda de US$ 70 milhões da GameStop é um lembrete protetor: cripto em tesourarias exige maturidade estratégica, não apenas entusiasmo passageiro.


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Prisma Ethereum cristalino envolto em poeira tóxica roxa e vermelha, simbolizando recorde de transações inflado por scams de address poisoning

Realidade ou Spam? Recorde Ethereum Inflado por Golpes

O Ethereum registrou um recorde de quase 2,9 milhões de transações em um único dia na semana passada, mas o preço do ETH não acompanhou o entusiasmo. Análise on-chain sugere que grande parte dessa atividade é impulsionada por spam de address poisoning, um golpe que usa transferências mínimas de stablecoins para inflar métricas e enganar usuários. Taxas baixas pós-upgrade facilitam o esquema, questionando a saúde real da rede.


O Que é Address Poisoning?

O address poisoning, ou envenenamento de endereços, é uma tática de scam comum em blockchains como o Ethereum. Golpistas geram endereços de carteira que se assemelham a endereços legítimos, diferindo apenas em caracteres centrais. Eles enviam pequenas quantias de stablecoins – chamadas de ‘poeira’ ou dust – inferiores a US$ 1 para vítimas potenciais.

Essas transações contaminam o histórico da carteira da vítima. Carteiras exibem endereços abreviados (prefixo e sufixo), facilitando erros ao copiar. Usuários distraídos podem enviar fundos reais para o endereço falso, resultando em perdas irreversíveis. O golpe não rouba diretamente, mas explora falhas humanas em verificação, tornando-se viável com custos baixos por transação.

Segundo pesquisadores, esse spam cria ilusão de alta demanda orgânica, mas é puramente malicioso, inflando contadores de transações sem valor econômico real.

Dados Revelam Escala do Spam

Pesquisa do analista on-chain Andrey Sergeenkov analisou o surto recente. Cerca de 80% do crescimento anormal em novos endereços Ethereum está ligado a transferências de poeira de stablecoins. Em uma amostra de 5,78 milhões de endereços, 3,86 milhões receberam menos de US$ 1 como primeira interação com USDT ou USDC.

67% dos novos endereços ativos com stablecoins tiveram transações iniciais abaixo de US$ 1, padrão clássico de automação em massa. Smart contracts identificados enviaram dust para centenas de milhares de carteiras, financiados por funções que distribuem em lote para milhares de alvos simultaneamente.

Essa atividade coincide com o pico de 2,9 milhões de transações diárias, superando recordes anteriores, enquanto fees permanecem próximas das mínimas históricas e filas de saída de validadores zeram.

Taxas Baixas Impulsionam o Golpe

O upgrade Fusaka, ativado em dezembro de 2025, reduziu drasticamente as taxas de transação, tornando o spam economicamente atrativo. Anteriormente, envenenar milhões de endereços custava caro; agora, atacantes escalam operações em massa sem impacto significativo nos custos.

Isso explica o descompasso: rede lotada, mas ETH negociado em torno de US$ 3.180, caindo 0,7% no dia, lagging o índice CoinDesk 20. Mercados mistos, com BTC subindo levemente para US$ 92.738, reforçam que investidores distinguem atividade genuína de ruído.

A resiliência técnica do Ethereum é evidente – throughput suave e fees baixas –, mas vulnerabilidade a spam destaca necessidade de métricas refinadas, como valor transferido ou usuários únicos ativos.

Implicações para Investidores e Rede

Recordes brutos de transações perdem credibilidade como sinal bullish quando dominados por bots maliciosos. Usuários devem verificar endereços completos antes de transações, usar ferramentas de detecção de dust e evitar copiar de históricos contaminados.

Para Ethereum, o episódio reforça debates sobre mecanismos anti-spam, como taxas dinâmicas ou filtros on-chain. Enquanto fees baixas atraem uso legítimo em dApps e L2s, também abrem portas para abusos. Monitore TVL, usuários reais e volume econômico para gauge saúde verdadeira.

O mercado parece cético: alta atividade não catalisou ETH, sugerindo foco em fundamentos além de contadores inflados.


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Avalanche de fragmentos vermelhos desabando sobre monolito Bitcoin rachado em 90K, simbolizando US$ 580 mi em liquidações por pânico macro

Pânico Macro e Queda do BTC: US$ 580 Milhões em Liquidações Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/01/2026 | NOITE

A ameaça principal domina o cenário cripto nesta terça-feira. O pânico vindo do mercado de títulos japoneses, combinado com as agressivas ameaças de tarifas comerciais do presidente Trump, desencadeou uma tempestade perfeita de aversão ao risco. O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 90.000, acionando uma cascata devastadora de US$ 580 milhões em liquidações de posições compradas. Enquanto titãs como a MicroStrategy tentam sustentar o suporte com compras bilionárias e a CFTC sinaliza um futuro regulatório mais claro, esses esforços institucionais ainda são insuficientes para conter o fluxo de saída global. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 482.038,31, refletindo o pessimismo que tomou conta das últimas 24 horas.


🔥 Destaque: Colapso nos Títulos Japoneses Sacode Liquidez Cripto

O mercado de títulos do governo japonês (JGB) sofreu um colapso sem precedentes nesta terça-feira, com o rendimento dos papéis de 30 anos disparando 31 pontos-base para atingir 3,91%, a maior alta diária em décadas. Este movimento sinaliza o fim de um dos suportes de liquidez mais confiáveis do mundo — o capital barato japonês. O impacto foi sentido instantaneamente no Bitcoin, que despencou de US$ 95.000 para patamares abaixo de US$ 91.000 em poucas horas.

Especialistas alertam que este salto nos rendimentos eleva drasticamente o custo de financiamento do chamado carry trade, onde investidores tomam iene (JPY) emprestado para investir em ativos de risco. Com a repatriação acelerada desse capital para o Japão, a liquidez global está sendo drenada, o que amplia a volatilidade em criptoativos e ações. O pânico levou o Nikkei a cair 2,5%, enquanto metais preciosos como o ouro dispararam para recordes acima de US$ 4.700 por onça.

Para o ecossistema cripto, o cenário é de alerta crítico. A correlação com os mercados tradicionais voltou a subir, e a pressão vendedora em derivativos pode persistir até que o Banco do Japão (BoJ) consiga estabilizar os mercados internos. Investidores devem monitorar a paridade USD/JPY e a continuidade da subida nos rendimentos dos JGBs, pois o “aperto” na liquidez mundial está apenas começando a mostrar suas garras na alavancagem das exchanges.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de viés de baixa moderado prevalece, sustentado por um contágio macroeconômico que ignora desenvolvimentos técnicos positivos. A narrativa central mudou de “descoberta de preço” para “sobrevivência à liquidez”, com a capitalização de mercado total recuando 3% para a faixa de US$ 3,1 trilhões. O desequilíbrio é visível: enquanto o varejo e participantes alavancados são liquidados, baleias antigas começam a mover fundos de 2013, possivelmente antecipando uma correção mais profunda.

Por outro lado, o setor institucional tenta atuar como um amortecedor. A estratégia agressiva da MicroStrategy e os planos da CFTC para uma estrutura “à prova de futuro” mostram que a fundação de longo prazo do mercado está sendo fortalecida. Contudo, no curto prazo, a aversão ao risco gerada pelas tarifas comerciais de Donald Trump sobre a Europa e a Groenlândia atua como um teto pesado para qualquer tentativa de recuperação expressiva do Bitcoin nas próximas horas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento de suportes técnicos em US$ 90 mil gerou US$ 580 milhões em liquidações. Novas quedas podem forçar mais coberturas de margem, criando um ciclo vicioso de vendas automáticas.
  • Reversão de Carry Trade: A alta nos rendimentos dos JGBs encarece o financiamento global. Se a liquidez continuar voltando para o Japão, ativos voláteis como altcoins podem sofrer correções superiores a 15%.
  • Vulnerabilidade DeFi: O exploit de US$ 4,1 milhões no protocolo Makina via flash loan e manipulação de oracle acende o alerta para pools similares no Curve sob estresse de liquidez.
  • Pressão Vendedora de Baleias: Fluxos de mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges e o despertar de carteiras inativas desde 2013 sugerem uma possível realização de lucros institucional em larga escala.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Compra Pós-Exaustão: Picos de liquidação acima de US$ 500 milhões historicamente limpam o excesso de alavancagem, criando configurações de compra tática para rebotes de 5% a 10% no curto prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: O plano “Future Safeguard” da CFTC promete estabelecer regras formais estáveis, o que pode atrair capital institucional reprimido para produtos regulados nos próximos meses.
  • Refúgio em Ativos Escassos: A valorização recorde do ouro e da prata impulsiona a narrativa de “reserva de valor”, beneficiando indiretamente o Bitcoin em uma perspectiva de longo prazo pós-pânico macro.

📰 Principais Notícias do Período

1. Pânico JGB yields aperta liquidez global em cripto
Rendimentos dos títulos japoneses de 30 anos disparam, forçando o fechamento de posições alavancadas em todo o mundo. O aperto na liquidez drenou o Bitcoin para patamares abaixo de US$ 91.000, enquanto investidores buscam segurança no ouro.

2. BTC abaixo de US$ 90k aciona US$ 580M em liquidações
A forte desvalorização global, impulsionada pelas tensões tarifárias de Trump, resultou na liquidação de US$ 580 milhões em posições compradas. O mercado cripto total recuou 3% nas últimas horas.

3. Makina perde US$ 4,1 mi em exploit de oracle no Curve
O protocolo DeFi Makina foi vítima de um ataque de US$ 4,13 milhões focado em seu feed de preços. O invasor utilizou flash loans para manipular o oracle da pool DUSD/USDC no Curve.

4. Baleias ETH depositam US$ 110M em exchanges
Grandes investidores e instituições moveram mais de US$ 110 milhões em Ethereum para exchanges como Gemini e Binance. O movimento eleva a oferta disponível e coloca pressão vendedora sobre o ETH.

5. MicroStrategy compra US$ 2,13 bi em BTC; totaliza 709k BTC
A empresa de Michael Saylor adicionou 22.305 BTC ao seu balanço por US$ 2,13 bilhões. Apesar da queda no preço, a MicroStrategy reforça sua convicção institucional no ativo.

6. CFTC inicia ‘Future Safeguard’ pró-indústria cripto
Mike Selig, novo presidente da CFTC, anunciou um plano para criar regras formais “à prova de futuro” para criptomoedas. A iniciativa visa encerrar a era de regulação por punição e estabelecer segurança jurídica.

7. Carteira BTC 2013 transfere 909 BTC após 13 anos
Uma carteira inativa desde 2013 movimentou US$ 84,6 milhões em Bitcoin para um novo endereço. O investidor original viu seu aporte de US$ 6.400 valorizar mais de 13.900 vezes, confirmando a tese de reserva de valor.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações de 24h: Acompanhe o limite de US$ 500 milhões no Coinglass; novos picos sinalizam exaustão vendedora.
  • Yield JGB de 30 anos: O motor primário do mercado atual. Subidas verticais acima de 4% indicam risco de contágio prolongado.
  • TVL Makina: A velocidade dos saques pós-exploit no DefiLlama indicará a saúde e a confiança no setor DeFi do ecossistema Curve.
  • Decisões do BoJ: Qualquer intervenção do Banco do Japão para conter os rendimentos pode trazer um respiro imediato para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa a drenagem de liquidez causada pela reversão de carry trades. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes inferiores na zona de US$ 88.000, especialmente se novos anúncios de tarifas intensificarem o medo no comércio global. Embora os aportes da MicroStrategy ofereçam um suporte psicológico, o driver macro institucional japonês e americano domina a trajetória de preços no momento. A estabilização dependerá da exaustão das liquidações forçadas e de uma possível intervenção nos mercados de dívida pelo BoJ. Para investidores, o período exige cautela extrema e monitoramento contínuo dos volumes on-chain, priorizando a proteção de capital contra picos de volatilidade sistêmica.


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Agentes regulatórios cartoon cortando teia digital vermelha de lavagem de dinheiro com tesouras cyan, simbolizando desmantelamento na Coreia do Sul

Coreia do Sul Desmantela Rede de US$ 102 Milhões em Lavagem via WeChat

A Korea Customs Service (KCS) desmantelou uma rede internacional de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de 150 bilhões de won (aproximadamente US$ 102 milhões) usando criptomoedas, WeChat Pay e Alipay. Três nacionais chineses foram acusados de violações à Lei de Transações de Câmbio Estrangeiro. A operação, ativa de setembro de 2021 a junho de 2025, disfarçava fluxos ilícitos como despesas legítimas, como cirurgias cosméticas e estudos no exterior, destacando o cerco global ao crime cripto.


Sofisticação da Operação Criminosa

A rede coletava fundos de clientes via plataformas populares como WeChat Pay e Alipay, comprando criptomoedas em diversos países para evitar rastreamento. Os ativos eram transferidos para carteiras digitais na Coreia do Sul, convertidos em won coreano e distribuídos por múltiplas contas bancárias locais. Essa fragmentação dificultava a detecção por reguladores financeiros.

De acordo com investigações da KCS, o esquema operou por quase quatro anos, movimentando volumes expressivos sem licenças adequadas. A sofisticação reside na combinação de apps de pagamento chineses com transações cripto cross-border, explorando brechas em jurisdições diferentes.

Disfarces como Despesas Legítimas

Os criminosos camuflavam as transferências como pagamentos por cirurgias cosméticas para estrangeiros e custos educacionais para estudantes no exterior. Essas etiquetas faziam as movimentações parecerem rotineiras, escapando de verificações iniciais. Bancos coreanos foram usados para finalizar o ciclo, convertendo cripto em moeda fiduciária.

A tática de layerização — pequenas transações sob nomes variados — foi crucial para ocultar o padrão. Autoridades identificaram o elo após análise de padrões transacionais, revelando a escala da operação ilegal de remessas subterrâneas.

Cerco Regulatório da KCS e Contexto Global

A ação reflete o endurecimento regulatório na Coreia do Sul, com expansão do arcabouço anti-lavagem de dinheiro (AML) e implementação da Travel Rule para transações acima de 1 milhão de won (cerca de US$ 680). O governo planeja aprovar ETFs de Bitcoin em 2026 e acelerar legislação para stablecoins, sinalizando maturidade no mercado cripto.

No âmbito global, destaca cooperações internacionais contra crimes financeiros, similar a ações recentes da KCS com exchanges locais. A Financial Services Commission (FSC) avança na proteção a usuários, limitando investimentos corporativos em cripto a 5% do capital social.

Implicações para Investidores e Mercado

Esse desmantelamento reforça a vigilância sobre plataformas de pagamento e cripto, impactando remessas internacionais. Investidores brasileiros devem monitorar evoluções regulatórias asiáticas, que influenciam fluxos globais. A integração de apps cotidianos ao crime sublinha a necessidade de compliance rigoroso em exchanges e wallets.


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Rastro de fundos roubados serpenteando túneis cibernéticos com poeira tóxica contaminando rede Ethereum, pela investigação ZachXBT

Investigação ZachXBT: Rastro de US$ 282 Milhões Roubados e Dusting no ETH

Uma investigação conduzida pelo renomado ZachXBT revelou o rastro de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin roubados de uma única vítima em 10 de janeiro. Os fundos passaram por THORChain e Tornado Cash, enquanto no Ethereum, ataques de address poisoning — ou transações de poeira — explodem a atividade da rede, explorando taxas de gás reduzidas. Esses golpes expõem vulnerabilidades humanas e técnicas no ecossistema cripto.


O Roubo Bilionário e Seu Rastro Cross-Chain

O ataque ocorreu via engenharia social sofisticada: um impostor se passou por suporte da Trezor Value Wallet, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Assim, mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram drenados de uma carteira de hardware, considerada o padrão ouro em segurança.

ZachXBT e PeckShield monitoraram os movimentos em tempo real. O ladrão usou o protocolo THORChain para converter cerca de 928,7 BTC (US$ 71 milhões) em Ethereum e XRP, sem necessidade de KYC. No Ethereum, 1.468,66 ETH (US$ 4,9 milhões) foram enviados ao Tornado Cash, um mixer de privacidade que ofusca origens dos fundos. Adicionalmente, trocas para Monero causaram um pico temporário no preço da moeda focada em anonimato.

Esse fluxo demonstra como protocolos de liquidez cross-chain se tornaram ferramentas involuntárias para lavagem de dinheiro em larga escala.

Ameaça do Address Poisoning no Ethereum

Paralelamente, um pesquisador de segurança associou o surto recorde de atividade na rede Ethereum a ataques de address poisoning. Desde o upgrade Fusaka em dezembro, que reduziu fees em mais de 60%, esses golpes ficaram mais baratos e viáveis em massa.

A atividade dobrou para 8 milhões de endereços ativos, com 2,9 milhões de transações diárias e 2,7 milhões de novos endereços na semana de 12 de janeiro — 170% acima da média. Andrey Sergeenkov identificou “dust distributors”: endereços que enviam quantias mínimas (menos de US$ 1 em stablecoins) para milhões de vítimas, poluindo históricos de transações.

Os principais distribuidores atingiram mais de 400 mil alvos, resultando em US$ 740 mil roubados de 116 vítimas até agora. O truque: endereços falsos semelhantes aos legítimos levam usuários a copiar o errado ao transferir fundos.

Como Identificar e se Proteger do Dusting

Transações de poeira são pequenas envios indesejados para envenenar seu histórico. Sinais de alerta incluem:

  • valores ínfimos de fontes desconhecidas;
  • endereços com prefixos/sufixos idênticos aos seus (exceto o meio);
  • atividade suspeita pós-upgrade de fees baixas.

Proteções práticas:

  1. sempre verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de copiar;
  2. use carteiras com detecção de poeira (como as que ignoram transações mínimas);
  3. ative notificações de transações suspeitas;
  4. evite interagir com dust — isso confirma atividade e atrai mais ataques.

Ferramentas como Etherscan ajudam a rastrear padrões de distribuidores.

Esses incidentes reforçam: segurança cripto depende mais de vigilância humana do que de tecnologia infalível. Monitore seu histórico regularmente e reporte padrões suspeitos a investigadores como ZachXBT.

Implicações para o Mercado Cripto

O roubo coincidiu com quedas de mercado — BTC caiu 2,26% para US$ 93.075, LTC 7,19% —, amplificando o caos. Apesar disso, avanços como o desligamento de uma rede de fraudes de €700 milhões pela Europol mostram progresso na repressão global.

Investidores devem priorizar educação contra engenharia social e poisoning. A escalabilidade do Ethereum avança, mas sem segurança reforçada, inchaços de spam minam a confiança.


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Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figuras cartoon de criminosos algemadas por policiais em rede digital emaranhada, ilustrando prisão de quadrilha por lavagem de US$ 107 mi em cripto

Quadrilha Chinesa Presa na Coreia do Sul Lava US$ 107 Milhões em Cripto

As autoridades alfandegárias sul-coreanas prenderam três nacionais chineses acusados de lavar mais de US$ 107 milhões em criptoativos por meio de uma exchange não autorizada. O esquema, ativo desde setembro de 2021, usou carteiras digitais como WeChat Pay e Alipay para converter fundos ilícitos em criptomoedas, transferindo-os para carteiras na Coreia do Sul e depois para moedas fiduciárias. Disfarçados como despesas legítimas, como cirurgias plásticas e mensalidades de estudos no exterior, os crimes exploraram brechas regulatórias, expondo vulnerabilidades no ecossistema cripto global.


Detalhes do Esquema Criminoso

A operação internacional movimentou cerca de 148,9 bilhões de won (equivalente a US$ 107 milhões) ao longo de quatro anos, conforme revelado pelo Escritório Alfandegário Principal de Seul. Os suspeitos, incluindo um homem chinês na casa dos 30 anos, recebiam depósitos via aplicativos chineses populares, como WeChat Pay e Alipay. Esses valores eram convertidos em criptomoedas por meio de exchanges ultramarinas não autorizadas, transferidos para carteiras sul-coreanas e, finalmente, revertidos para won coreano.

Para evitar detecção, os criminosos fragmentavam as transações em pequenas quantias, simulando pagamentos legítimos. Autoridades destacam que o grupo operava de forma sofisticada, explorando a pseudonimidade das criptomoedas e a integração com apps de pagamento chineses, comuns entre expatriados. Não foram divulgados os ativos digitais específicos envolvidos, mas o caso reforça preocupações com mixers e plataformas offshore.

A investigação, iniciada após alertas de movimentações suspeitas em contas bancárias locais, demonstra a vigilância crescente das agências coreanas contra fluxos ilícitos transfronteiriços.

Método de Lavagem e Ferramentas Utilizadas

O núcleo do golpe residia na conversão de remessas ilegais em cripto. Fundos chegavam via WeChat Pay e Alipay, plataformas amplamente usadas na China para transações cotidianas, mas aqui desviadas para fins criminosos. Após compra de cripto em bolsas estrangeiras sem licença coreana, os ativos eram enviados para endereços domésticos, vendidos localmente e distribuídos via múltiplas contas bancárias.

Essa cadeia explorava atrasos regulatórios na Coreia do Sul, onde investidores detêm bilhões em plataformas offshore devido a restrições locais. Analistas apontam que a anonimidade inicial das wallets digitais facilitou o fluxo, mas blockchain analytics permitiram o rastreamento. O caso é um dos maiores desmantelados recentemente, superando operações isoladas de US$ 180 milhões registradas em dezembro passado.

Investigadores coreanos coordenaram com agências internacionais, destacando a necessidade de cooperação global contra lavagem via cripto.

Eficácia das Autoridades e Desafios Regulatórios

A prisão reflete o sucesso da Korea Customs Service em monitorar fluxos atípicos, apesar da volatilidade do mercado cripto. Usando ferramentas de análise on-chain e fiscalização bancária, as autoridades mapearam o esquema apesar das camadas de ofuscação. Os três suspeitos foram encaminhados ao Ministério Público por violação da Lei de Transações de Câmbio Estrangeiro.

No entanto, o episódio expõe lacunas: a Coreia planeja expandir regras de AML para transações acima de 1 milhão de won (US$ 680), exigindo dados de exchanges. Apesar disso, bilhões em cripto saem do país anualmente para plataformas globais, alimentando riscos semelhantes. Autoridades visam finalizar o marco regulatório no primeiro semestre de 2026.

A operação sinaliza endurecimento, mas criminosos evoluem, migrando para DeFi e jurisdições laxas.

Impacto Negativo para a Imagem do Setor Cripto

Casos como esse mancham a reputação das criptomoedas, reforçando narrativas de associação com crime organizado. Embora o volume lavado represente fração mínima do mercado (US$ 100M vs. trilhões em volume global), headlines negativas alimentam ceticismo regulatório e hesitação de investidores institucionais.

Na Coreia, onde cripto é ativo primário para muitos, o episódio pode acelerar restrições, empurrando mais volume para offshore e perpetuando o ciclo. Plataformas legítimas sofrem com estigma, enquanto autoridades pressionam por KYC rigoroso e Travel Rule. Investidores devem priorizar exchanges reguladas e ferramentas de compliance para mitigar riscos.

O setor precisa de autorregulação para restaurar confiança, mas incidentes assim destacam a urgência de maturidade global.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Rede Ethereum com oito nós sancionados por barreiras vermelhas, rastros para vórtice escuro do mixer, alertando riscos de fundos ilícitos

Sanções Pesadas: EUA Bloqueiam Carteiras Ethereum do Lazarus Group

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro dos EUA, impôs sanções a oito endereços Ethereum controlados pelo Lazarus Group, grupo de hackers ligado à Coreia do Norte. A medida, anunciada em 16 de janeiro de 2026, visa bloquear o financiamento ilícito do regime de Pyongyang via blockchain. Paralelamente, a CertiK identificou US$ 63 milhões em depósitos no Tornado Cash ligados a um roubo de US$ 282 milhões, destacando a coordenação entre firmas de segurança e monitoramento governamental. Usuários globais enfrentam riscos de bloqueio por interação inadvertida.


Detalhes das Sanções do OFAC contra o Lazarus Group

O OFAC atualizou sua lista de Nacionais Especialmente Designados (SDN) com endereços específicos na rede Ethereum, como 0x098B716B8Aaf21512996dC57EB0615e2383E2f96 e 0xa0e1c89Ef1a489c9C7dE96311eD5Ce5D32c20E4B, entre outros seis. Esses fundos são atribuídos ao Lazarus Group, operando do Distrito de Potonggang, em Pyongyang, sob o programa de sanções DPRK3 contra a Coreia do Norte.

A lista inclui codinomes como HIDDEN COBRA, GUARDIANS OF PEACE, OFFICE 91 e APT-C-26, revelando a extensa rede de identidades falsas usada pelos hackers estatais para lavagem de ativos oriundos de crimes cibernéticos. Qualquer transação com esses endereços viola leis federais americanas, sujeitando participantes a congelamento de bens e sanções secundárias.

Essa ação reflete a estratégia geopolítica dos EUA para isolar financeiramente o regime norte-coreano, que utiliza criptomoedas para evadir restrições internacionais impostas pela ONU e aliados ocidentais.

Rastreamento da CertiK Revela Lavagem via Tornado Cash

A firma de segurança blockchain CertiK conectou US$ 63 milhões em depósitos no Tornado Cash — um mixer de privacidade na Ethereum — a um comprometimento de carteira de US$ 282 milhões ocorrido em 10 de janeiro. O roubo inicial envolveu 1.459 BTC e mais de 2 milhões de Litecoin (LTC), obtidos via engenharia social que enganou a vítima a revelar sua seed phrase.

Os fundos foram bridged de Bitcoin para Ethereum via THORSwap, convertidos em cerca de 19.600 ETH e fragmentados em wallets menores antes de entrarem no mixer. Essa tática clássica de lavagem obscurece o rastro, reduzindo chances de recuperação para “quase zero”, conforme especialistas.

Embora o incidente de janeiro não seja diretamente ligado ao Lazarus nas fontes, o padrão reforça como hackers estatais exploram mixers para financiar operações, alinhando-se ao foco das sanções OFAC.

Implicações Geopolíticas e Riscos para Usuários

As sanções intensificam a pressão sobre a Coreia do Norte, acusada de roubar bilhões em cripto para financiar armas nucleares e mísseis. Corretoras globais e instituições financeiras devem bloquear esses endereços para evitar multas, ampliando o alcance extraterritorial da jurisdição americana.

Para usuários brasileiros e internacionais, o alerta é claro: interagir com endereços “contaminados” — mesmo inadvertidamente — pode levar à inclusão na SDN. Ferramentas de monitoramento como as da CertiK auxiliam governos na identificação, evidenciando uma parceria público-privada na vigilância blockchain.

Em um contexto de tensões EUA-China-Coreia do Norte, essas medidas testam a resiliência da Ethereum como rede neutra, equilibrando privacidade e compliance global.

Próximos Passos e Medidas de Proteção

Investidores devem verificar endereços via listas SDN do OFAC e ferramentas como Chainalysis ou CertiK antes de transações. Evite mixers sancionados como Tornado Cash, optando por práticas de auto-custódia e due diligence.

O mercado reage com maior escrutínio, mas a adoção cripto persiste. Monitore atualizações regulatórias para navegar esse ecossistema geopoliticamente carregado.


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Executivos cartoon abrindo cofre híbrido liberando fluxo dourado '2B' e tokens cyan, simbolizando recorde de inflows em ETFs e tokenização NYSE

Recorde Institucional: ETFs Captam US$ 2B e NYSE Avança em Tokenização

📊 BOLETIM CRIPTO | 19/01/2026 | NOITE

ETFs batem recorde e NYSE lança plataforma de tokenização 24/7 em um movimento de adoção institucional massiva que define o tom do mercado nesta segunda-feira. O avanço do capital institucional marca uma transição irreversível para a maturidade do setor, com fluxos recordes de quase US$ 2 bilhões entrando nos veículos de investimento de Bitcoin e Ether apenas na última semana. Enquanto o cenário macro e geopolítico, impulsionado por novas tensões tarifárias, gera volatilidade em altcoins como o XRP, o momentum de alta moderada prevalece, sustentado por gigantes como BlackRock e ICE. O viés de alta é o driver principal do período, com incidentes operacionais em protocolos DeFi e pressões regulatórias na Ásia atuando como fatores de cautela, mas sem força para reverter a tendência de integração definitiva com o sistema financeiro tradicional.


🔥 Destaque: Inflows Recorde de US$ 2 Bilhões em ETFs

A última semana encerrou-se com um dos marcos mais significativos para a adoção institucional desde o lançamento dos ETFs à vista (spot) nos Estados Unidos. Os fundos de Bitcoin e Ether registraram entradas combinadas de quase US$ 2 bilhões, a melhor performance semanal desde outubro de 2025. A liderança incontestável desse fluxo permanece com a BlackRock, cujo fundo IBIT capturou sozinho US$ 1,03 bilhão, enquanto o ETHA atraiu US$ 219 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 500.186,68, refletindo a força da demanda no mercado brasileiro em meio ao otimismo institucional global. Analistas destacam que esses fluxos agora representam capital de longo prazo e posições otimistas resilientes, diferenciando-se dos meses anteriores, quando grande parte do volume era movida por estratégias de arbitragem neutra (como o cash-and-carry).

Este movimento sugere uma mudança profunda na estrutura do mercado. A concentração de demanda institucional reduz a dependência de investidores de varejo altamente alavancados, o que tende a criar um suporte de preço mais sólido para os principais ativos. No entanto, o domínio da BlackRock em mais de 70% dos fluxos recentes também acende um sinal de alerta para o risco de centralização em torno de uma única gestora.

Para o investidor, o cenário atual valida a tese de que o BTC e o ETH estão sendo consolidados como reservas de valor no portfólio de grandes instituições. A continuidade desse ritmo de entradas acima de US$ 1 bilhão por semana será o principal indicador de sustentação para um possível rompimento de novas máximas históricas nas semanas vindouras.


📈 Panorama do Mercado

O período é definido pela convergência definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e o ecossistema cripto. Enquanto a NYSE avança para oferecer negociação de ações tokenizadas, o fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, reacende o debate sobre a evolução das DAOs através de provas de conhecimento zero (ZK). Esses movimentos demonstram que, apesar dos ruídos técnicos, a inovação em infraestrutura continua acelerada.

Entretanto, o viés de alta enfrenta ventos contrários do setor geopolítico. Ameaças de tarifas comerciais vindas dos EUA sacudiram o mercado nas últimas horas, forçando o Bitcoin a testar suportes próximos a US$ 92.000. Segundo dados da Binance, a volatilidade afetou especialmente os traders alavancados em XRP, evidenciando que altcoins permanecem sensíveis a choques macroeconômicos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em L2 DeFi: O recente glitch técnico na Paradex, que exibiu o preço do Bitcoin a zero, expõe falhas críticas em infraestruturas de segunda camada durante processos de manutenção e atualização.
  • Escrutínio Regulatório na Ásia: A prisão de operadores de exchanges ilegais na Coreia do Sul sinaliza um endurecimento das autoridades locais contra a lavagem de dinheiro, o que pode restringir canais de saída para moedas fiduciárias na região.
  • Contaminação de Endereços por Sanções: A nova listagem de wallets vinculadas ao Lazarus Group pelo OFAC aumenta o risco de bloqueio inadvertido para usuários que interajam com protocolos DeFi que não possuam ferramentas de compliance robustas.
  • Tensões Tarifárias Globais: A escalada nas disputas comerciais entre EUA e Europa pode intensificar movimentos de fuga de risco (risk-off), pressionando ativos de alta volatilidade no curto prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Recuos (Dips): A limpeza de US$ 5 milhões em posições alavancadas de XRP e o recuo do BTC oferecem pontos de entrada para investidores que buscam surfar o fluxo institucional sustentado pelos ETFs.
  • Tokens de Infraestrutura de Privacidade: O endosso de Vitalik Buterin às provas ZK para governança de DAOs pode impulsionar projetos voltados para privacy e soluções técnicas que resolvam a fadiga decisória em protocolos descentralizados.
  • Crescimento de Exchanges Reguladas na Coreia: O combate a plataformas ilegais abre espaço para que corretoras locais compliant ganhem participação de mercado, aumentando a segurança para investidores de varejo asiáticos.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs BTC/ETH registram inflows recorde de US$ 2B desde outubro
Os fundos negociados em bolsa de Bitcoin e Ether nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão e US$ 479 milhões, respectivamente. A liderança da BlackRock indica uma confiança institucional crescente em posições compradas de longo prazo, ignorando a volatilidade especulativa de curto prazo.

2. NYSE avança em trading 24/7 de ações tokenizadas via blockchains privadas
A Bolsa de Valores de Nova York planeja uma revolução operacional ao oferecer negociação contínua de ações e ETFs tokenizados. Com parcerias de peso como BNY Mellon e Citi, a iniciativa busca integrar a eficiência das redes blockchain ao mercado de capitais tradicional até 2026.

3. Vitalik defende DAOs com ZK para privacidade em governança
O fundador do Ethereum criticou a estrutura atual das DAOs por serem vulneráveis à captura financeira. Buterin propõe o uso de provas de conhecimento zero para garantir o anonimato nas votações, permitindo uma governança mais justa e resistente a jogos políticos sociais.

4. Glitch zera BTC na Paradex e força rollback da chain
Uma falha em migração de banco de dados na exchange descentralizada Paradex fez o preço do Bitcoin ser exibido como zero, disparando liquidações em massa. A equipe realizou um recuo no estado da rede (rollback) para restaurar as ordens e garantiu que os fundos dos usuários estão seguros.

5. OFAC sanciona 8 endereços ETH do Lazarus: risco de contaminação
O Tesouro dos EUA atualizou sua lista de sanções incluindo oito carteiras vinculadas ao grupo hacker norte-coreano. A medida gera um alerta para todo o ecossistema, pois qualquer transação, mesmo involuntária, com esses endereços pode levar ao bloqueio de fundos legítimos em plataformas reguladas.

6. Prisão de chineses na Coreia expõe lavagem de US$ 107M em cripto
Autoridades sul-coreanas desmantelaram uma rede que utilizava exchanges não autorizadas para lavar milhões de dólares disfarçados de despesas médicas e acadêmicas. O caso reforça a urgência de um marco regulatório mais claro na região para conter a evasão de capitais.

7. Tensões Geopolíticas e Liquidações de US$ 5M Testam Suporte do XRP
Notícias sobre ameaças tarifárias do governo Trump relacionadas à Groenlândia provocaram um movimento de fuga para a segurança em todo o mercado. O XRP sofreu liquidações severas, perdendo momentaneamente o suporte psicológico de US$ 2,00 na Binance.


🔍 O Que Monitorar

  • Inflows de ETFs: Verifique se a barreira de US$ 1 bilhão por semana continua sendo superada para validar o suporte institucional.
  • Open Interest na Paradex: O monitoramento da liquidez após o rollback indicará se a confiança dos usuários foi permanentemente afetada pela falha técnica.
  • Aprovações da SEC: Fique atento aos registros da NYSE para a plataforma de tokenização, pois datas confirmadas podem agir como catalisadores para o setor de RWAs.
  • Transações Lazarus: Acompanhe ferramentas de análise on-chain para evitar interações com wallets sancionadas pela OFAC.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, é provável que o mercado mantenha um viés de alta moderada, sustentado pela inércia dos fluxos recordes de ETFs e pelas notícias de expansão institucional da NYSE. O Bitcoin e o Ethereum devem continuar testando zonas de resistência técnica, enquanto o mercado processa a recente limpeza de alavancagem em derivativos. Embora riscos de seguranca em L2s e novos endurecimentos regulatórios possam gerar volatilidade localizada, o momentum positivo de adoção parece ser o driver dominante. Investidores devem manter uma postura de cautela vigilante quanto ao cenário geopolítico, mas o foco estrutural permanece na consolidação do setor como uma classe de ativos madura e institucionalizada.


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Personagem Shiba cartoon com curativo, queimando pilha de tokens SHIB e segurando NFT, simbolizando resposta ao exploit e burn rate em memecoins

Shiba Inu: Do Exploit ao Burn de 3.904% e NFTs de Consolação

Ah, as memecoins e sua capacidade infinita de transformar desastres em oportunidades de marketing. Após um exploit no Shibarium em dezembro de 2025, a Shiba Inu não só sobreviveu como viu sua taxa de queima de tokens disparar 3.904% em 24 horas, com quase 30 milhões de SHIB enviados para carteiras mortas. E para adoçar o prejuízo? NFTs ‘Shib Owes You’ como consolo. Lucie, a voz do marketing, garante: ‘Sem pânico, só subindo juntos’. Porque, claro, um NFT resolve tudo.


O Exploit que Abalou o Shibarium

Dezembro de 2025 não foi gentil com o ecossistema Shiba Inu. Um exploit na ponte Shibarium deixou vítimas com perdas salgadas, forçando a equipe a repensar sua estratégia de recuperação. Shytoshi Kusama, o líder misterioso, optou pelo silêncio estratégico, enquanto Kaal Dhairya confirmou que todos os esforços técnicos estão voltados para ressarcir os afetados. É o clássico drama cripto: um buraco de segurança vira manchete, e a comunidade precisa de um herói. Ou pelo menos de um tweet reconfortante.

Lucie, a rainha do marketing do SHIB, não deixou a peteca cair. Com uma mensagem poética no X (antigo Twitter), ela lembrou o ‘SHIB Army’ que ‘caminhos diferentes, mesma direção’. Sem pressa, sem pânico — só uma subida coletiva. Porque em memecoins, otimismo é a moeda de troca. Mas será que um slogan basta para restaurar a confiança após um hack? A história das memecoins sugere que sim, pelo menos até o próximo ciclo de euforia.

NFTs ‘Shib Owes You’: Prêmio de Consolação?

Entram em cena os NFTs ‘Shib Owes You’ (SOU). A ideia? Rastrear dívidas com as vítimas do exploit e arrecadar fundos para compensações. É como um vale-compras digital: você perde SHIB no hack, ganha um NFT que promete reembolso futuro. Inovador ou apenas uma distração criativa? Em um mercado onde NFTs já foram de ícones culturais a memes esquecidos, isso cheira a desespero genial.

A comunidade parece comprar a narrativa. Enquanto os devs reforçam a segurança do Shibarium — porque ninguém quer outro fiasco —, esses NFTs viram símbolo de compromisso. Mas vamos ser francos: quem guarda um NFT como troféu de prejuízo? É o equivalente cripto a um ‘vale um abraço’ após um tombo feio. Ainda assim, mostra resiliência: o SHIB Army não foge do barco furado, prefere remendá-lo com hype.

Queima Explosiva: 30 Milhões de SHIB no Lixo

E o gran finale? Dados do Shibburn revelam o pulo do gato: em 24 horas, a taxa de queima subiu 3.904%, graças a duas transações massivas que enviaram quase 30 milhões de tokens para carteiras inalcançáveis. É a mágica da deflação forçada — reduzir oferta para (esperamos) inflar preço. Holders ativos provam lealdade, transformando pânico em ação coletiva.

Em um ano de volatilidade insana para memecoins, isso é um sinal misto. Resiliência comunitária ou desespero para mascarar fraquezas técnicas? O mercado adora uma boa narrativa de comeback. Com o SHIB iniciando 2026 assim, investidores casuais devem se perguntar: é hora de entrar na montanha-russa ou esperar o próximo loop?

Lições da Montanha-Russa SHIB

O caso Shiba Inu encapsula o absurdo delicioso das criptos: hacks viram NFTs, queimas recordes seguem sustos, e todos fingem que é plano mestre. Apesar do drama, a queima de milhões sinaliza compromisso com escassez — ou pelo menos com a ilusão dela. Para o leitor comum, vale monitorar: memecoins como SHIB vivem de hype, mas um ecossistema sólido (tipo Shibarium reforçado) pode sustentar o circo. Ou não. Fique de olho, ria um pouco, mas não aposte a casa.


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Personagem cartoon de holder cripto em rua neon ameaçado por sombras com chave inglesa gigante, simbolizando alta de wrench attacks físicos

Perigo Real: Wrench Attacks Contra Cripto Estão em Alta

Sua seed phrase não te protege de um ataque físico com chave inglesa, conhecido como wrench attack. Criminosos usam violência ou ameaças para coagir detentores de cripto a entregar credenciais ou transferir fundos. Com o aumento da riqueza em Bitcoin e altcoins, esses incidentes violentos crescem globalmente, incluindo sequestros como o do cofundador da Ledger na França. No Brasil, onde a adoção cripto explode, o risco é real: segurança digital falha contra agressão física.


O Que São Wrench Attacks?

Os wrench attacks são crimes físicos que visam o humano, não o código. Em vez de hacks digitais, atacantes aplicam coerção direta: ameaças, espancamentos ou sequestros para forçar a revelação de senhas, desbloqueio de carteiras ou transferências imediatas. O termo vem de uma charge do Xkcd, satirizando que criptografia forte leva criminosos a ‘quebrar’ a pessoa com uma chave de US$ 5.

Esses ataques exploram a irreversibilidade das criptomoedas: uma vez transferido, o fundo some para sempre, sem chance de chargeback como em cartões. No Brasil, imagine um roubo comum evoluindo para ‘me dá sua seed ou te mato’. A violência é extrema porque o prêmio é alto e portátil: fundos vão para carteiras anônimas em minutos.

Dados mostram correlação direta: conforme a capitalização de mercado cripto sobe, os relatos de violência aumentam em 45%, segundo análises de especialistas como Haseeb Qureshi.

Por Que Esses Ataques Estão em Ascensão?

Quatro drivers principais alimentam essa onda. Primeiro, pagamentos rápidos e globais: cripto não precisa de lavagem complexa, cruzando fronteiras instantaneamente. Segundo, riqueza concentrada e acessível: com Bitcoin acima de R$ 500 mil, holdings modestos viram fortunas, atraindo predadores.

Terceiro, alvos fáceis de identificar: perfis em redes sociais, meetups cripto, negociações P2P ou OTC expõem detentores. No Brasil, grupos de Telegram e feiras de cripto são minas de ouro para bandidos. Quarto, vazamentos de dados: breaches em exchanges como o caso de suborno na Coinbase ligam identidades reais a saldos cripto.

Relatórios indicam subnotificação: vítimas calam por medo. Na Europa Ocidental e Ásia-Pacífico, incidentes explodem, mas o Brasil não está imune, com criminalidade urbana alta.

Quem Está Mais Exposto e Exemplos Reais

Não são usuários aleatórios: fundadores, influencers, traders OTC/P2P e perfis públicos lideram as vítimas. Geografias quentes incluem Europa e Ásia, mas sequestros familiares ocorrem, como na França, onde parentes foram alvos.

Exemplos chocantes: Em janeiro de 2025, o cofundador da Ledger, David Balland, foi sequestrado na França por resgate em cripto. Em Dubai, o casal russo Roman e Anna Novak desapareceu após reunião falsa com ‘investidores’, ligada a coerção por cripto. Esses casos mostram evolução: de roubos simples a operações organizadas.

No Brasil, relatos anedóticos em fóruns cripto alertam para abordagens em caixas eletrônicos ou após eventos. Qualquer um ostentando ganhos cripto em redes vira alvo.

Dicas de Opsec para se Proteger

Segurança operacional (opsec) é essencial.

  1. Reduza visibilidade: Não poste holdings, use pseudônimos online, evite meetups sem opsec. Em viagens, não compartilhe roteiros cripto-relacionados.
  2. Separe saldos: Mantenha pouco em hot wallets; use multi-sig ou delays para grandes valores. Nunca tenha tudo acessível instantaneamente.
  3. Em públicos/viagens: Varie rotinas, use transporte privado, evite joias ou itens ‘tech’ chamativos. Instale apps de localização familiar, mas criptografados. Desconfie de ‘suporte’ pedindo senhas ou transfers.
  4. Plano de emergência: Priorize vida sobre cripto; tenha duress codes em carteiras que enviam para endereços honeypot. Monitore vazamentos pessoais em sites como HaveIBeenPwned.

Essas medidas transformam você de alvo fácil em problema caro para criminosos.


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Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.