Trilhas neon cyan e dourada em corrida paralela sobre vórtices quânticos roxos, representando corrida pós-quântica de Ethereum e Bitcoin

Ethereum e Bitcoin na Corrida Pós-Quântica

A Ethereum Foundation anunciou a formação de um time dedicado à migração pós-quântica do ETH para 2026, com investimento de US$ 1 milhão em prêmios. Paralelamente, o analista Willy Woo alerta que corrigir a vulnerabilidade quântica do Bitcoin é a prioridade máxima dos desenvolvedores, impulsionado por investidores soberanos que planejam horizontes de 5-15 anos. A ameaça de computadores quânticos capazes de quebrar a criptografia atual acelera essa corrida pela segurança das redes.


O Que é a Vulnerabilidade Quântica?

Computadores quânticos representam uma ameaça existencial para blockchains como Ethereum e Bitcoin. Diferente dos computadores clássicos, que processam bits (0 ou 1), os quânticos usam qubits, permitindo cálculos paralelos massivos. Algoritmos como o de Shor podem fatorar números grandes exponencialmente mais rápido, quebrando a ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm) usada para assinaturas digitais nessas redes.

Estamos na fase de Harvest Now, Decrypt Later, onde atores estatais coletam dados criptografados hoje para descriptografar no futuro, quando o “Q-Day” (dia quântico) chegar. Especialistas estimam que isso pode ocorrer em 5-15 anos, não 20 como se pensava. Redes ricas como Ethereum, com seu ecossistema de DeFi e NFTs, são alvos primários.

A transição para criptografia pós-quântica (PQ) envolve algoritmos resistentes, como os padronizados pelo NIST, como lattice-based ou hash-based signatures. Isso exige upgrades protocolados cuidadosos para evitar forks ou perdas de fundos.

Estratégia da Ethereum Foundation

Desde 2019, a EF conduz pesquisas em PQ, mas 2026 marca o ponto de inflexão. Justin Drake, pesquisador da fundação, revelou que o time dedicado priorizará a integração com leanVM, uma ZK VM minimalista proposta por Vitalik Buterin para reduzir custos e pavimentar a migração PQ.

A partir do próximo mês, chamadas bi-semanais dos Core Devs discutirão precompiles dedicados, abstração de contas e agregação de assinaturas. O destaque é o US$ 1M Poseidon Prize, reforçando a função hash Poseidon essencial para provas ZK no mainnet. Hackathons, workshops e IA para quantum-proofing completam o plano.

A EF também ingressa no advisory board PQ da Coinbase, formando um “dream team” com acadêmicos e indústria. Essa proatividade posiciona Ethereum à frente na corrida.

Bitcoin: Prioridade Máxima Segundo Willy Woo

No Bitcoin, o on-chain analyst Willy Woo enfatiza que resolver o problema quântico é urgente ante a escala de compradores soberanos, como China acumulando ouro. Instituições fiduciárias planejam 5-15 anos à frente, e o argumento de “20 anos distante” não convence.

Bitcoin, com 17 anos, compete com ouro (6 mil anos de prontidão). Woo prevê um mercado de baixa macro global de curto prazo, mas vê BTC essencial na geopolítica futura. A correção PQ deve preceder isso, permitindo que Bitcoin evolua como reserva de valor resiliente.

Outras redes, como Algorand e Solana, testam esquemas NIST, mas Bitcoin exige consenso amplo devido à sua descentralização rígida.

Implicações para o Futuro das Redes

Essa corrida EF vs Bitcoin Devs define a sobrevivência a longo prazo. Uma migração bem-sucedida reforça a confiança institucional, especialmente com sovereign wealth funds avaliando resiliência. Falhas podem expor fundos a ataques, erodindo adoção.

Para usuários brasileiros, monitore atualizações: wallets quântico-resistentes e exchanges como Binance já discutem compatibilidade. O ecossistema cripto evolui para um “escudo digital” contra bilhões de hackers potenciais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon jovem furtando cofre USMS com lingotes de cripto enquanto guardas distraídos, destacando riscos em custodia estatal

USMS Investiga Roubo de US$ 40 Milhões em Cripto por Filho de Contratista

Os U.S. Marshals iniciaram investigação sobre o roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O investigador on-chain ZachXBT identificou o suspeito como John “Lick” Daghita, filho do CEO da CMDSS, empresa contratada para gerenciar esses ativos. Um vídeo de disputa no Telegram expôs carteiras com fundos ligados a endereços governamentais, revelando uma falha institucional grave em custódia de cripto estatal. Os dados sugerem vulnerabilidades que podem expor bilhões em reservas.


Detalhes da Descoberta por ZachXBT

O investigador ZachXBT rastreou transações on-chain após um vídeo gravado em grupo Telegram chamado “band for band”, onde participantes exibem saldos para provar superioridade. John Daghita compartilhou tela de uma carteira Exodus com US$ 2,3 milhões em Tron e transferiu US$ 6,7 milhões em ETH para outro endereço, consolidando US$ 23 milhões. Esses fundos foram ligados a mais de US$ 90 milhões em entradas de carteiras governamentais de 2024 e 2025, conforme análise detalhada.

Uma transferência chave ocorreu em março de 2024: US$ 24,9 milhões saíram de endereço ligado ao hack da Bitfinex de 2016, recuperados pelo governo. Outros fluxos incluem US$ 63 milhões de vítimas e apreensões no Q4 2025, além de 4.170 ETH (US$ 12,4 milhões) da MEXC.

Contrato da CMDSS e Acesso Privilegiado

A CMDSS, sediada na Virgínia, venceu licitação em outubro de 2024 para gerenciar cripto “Classe 2-4” — ativos ilíquidos não suportados por grandes exchanges. Dean Daghita, pai do suspeito e CEO da firma, fornece serviços de TI ao Departamento de Justiça e Defesa. O contrato já foi contestado por concorrentes como Wave Digital Assets por supostos conflitos de interesse, mas mantido pelo GAO.

ZachXBT questiona como John obteve acesso: via pai ou credenciais internas? Após denúncia, perfis da CMDSS em redes foram desativados. Os U.S. Marshals confirmaram investigação em curso, sem comentários adicionais. Brady McCarron, chefe de assuntos públicos, citou sigilo.

Falhas na Custódia Governamental

O caso expõe fragilidades na gestão de cripto apreendida pelos EUA, estimada em 198.000 a 300.000 BTC (bilhões de dólares). Relatórios anteriores revelam que USMS usa rastreamento manual e ignora volume exato de holdings. Em fevereiro 2025, fontes indicaram desconhecimento preciso de reservas, logo após anúncio de reserva nacional de cripto.

Em outubro 2024, US$ 20 milhões foram removidos temporariamente de carteiras USMS, com US$ 700.000 perdidos via exchanges instantâneas. Isso reforça críticas à terceirização para firmas como CMDSS, elevando riscos de “fogo amigo” em custódia estatal.

Reações e Implicações

David Bailey, CEO da Nakamoto, alertou: “Tesouro deve proteger chaves privadas antes de mais perdas”. Pierre Rochard chamou de “crise de segurança nacional”. O incidente questiona oversight federal, especialmente com proposta de Reserva Estratégica de Bitcoin. Investidores monitoram se mais fundos em carteiras como 12.540 ETH (US$ 36,3 milhões) serão recuperados.

Os dados on-chain sugerem continuidade de riscos, demandando auditorias rigorosas em custódia governamental de cripto.


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Veias vermelhas pulsantes infiltrando pilares cyan de exchanges, simbolizando lavagem de US$414 milhões em USDT via Telegram e gambling

Investigação Revela Lavagem de US$ 414 Milhões em USDT via Telegram

Redes de apostas ilegais processaram US$ 414 milhões em USDT em apenas 53 dias, utilizando carteiras baseadas no Telegram e mini apps para lavagem de dinheiro, conforme revelado por uma investigação da Bitrace. Apesar de alertas contra envios diretos, cerca de US$ 9 milhões fluíram para exchanges centralizadas como Binance, OKX e HTX. Essa rede sofisticada destaca vulnerabilidades no ecossistema cripto, ajudando investidores a identificar plataformas suspeitas e evitar envolvimento em crimes financeiros.


A Evolução das Carteiras Telegram para Lavagem

As carteiras Huione Telegram Wallet, Wangbo Wallet e HWZF (ligadas a Huionepay e Overseaspay) atuam como ferramentas principais de liquidação para operações de apostas conectadas às plataformas Huione e Tudou Guarantee. Originalmente projetadas como mercados de escrow no Telegram para transações de bens e serviços, elas se transformaram em hubs para atividades ilícitas, incluindo golpes e lavagem de dinheiro.

Plataformas de jogo ilegal se integram a esses ecossistemas via mini apps do Telegram, permitindo depósitos e saques de USDT sem interação direta com exchanges. Bitrace identificou que Wangbo Wallet e Huionepay compartilham o mesmo backend de software, poolando fundos de usuários em vez de segregá-los, o que facilita a movimentação massiva de recursos sujos. Mesmo após o fechamento de Huionepay e Tudou Guarantee, essas carteiras continuam operando em escala, processando volumes bilionários.

Fluxo Técnico dos Fundos Ilícitos

O mecanismo é engenhoso: jogadores depositam USDT nas plataformas de apostas através de provedores de pagamento cripto integrados via Telegram. Esses fundos são liquidados pelas wallets mencionadas, que atuam como intermediárias. Em 53 dias, o trio de carteiras recebeu os US$ 414 milhões, demonstrando a resiliência da rede mesmo sob escrutínio regulatório.

Investigações apontam para uma infraestrutura compartilhada que permite a continuidade das operações. Após o banimento de canais do Telegram relacionados ao Huione Group, vendedores migraram para sucessores como Tudou Guarantee, absorvendo grande parte da atividade. Essa adaptabilidade técnica — com rebranding de wallets e uso de mini apps — mantém o fluxo de capitais ilícitos ativo, desafiando esforços de enforcement.

Envios Diretos para Exchanges Centralizadas

Apesar de repetidos avisos dos provedores de pagamento para não enviar fundos diretamente a exchanges, Bitrace rastreou US$ 9 milhões em USDT fluindo para Binance, OKX e HTX no mesmo período. Essas transferências arriscam ativar revisões de compliance nas plataformas, mas prosseguem, expondo gaps nos controles de KYC e monitoramento de blockchain.

O Huione Group foi rotulado como ‘preocupação primária de lavagem de dinheiro’ pelas autoridades americanas em outubro de 2025, com acusações e um caso de forfeitura civil de US$ 15 bilhões. Relatórios da Elliptic e ICIJ confirmam que essas redes suportam scams cibernéticos e gambling online, enviando centenas de milhões via top exchanges entre 2024 e 2025.

Sinais de Alerta e Lições para Investidores

Para o público brasileiro, esses detalhes técnicos servem como guia: evite plataformas de apostas que usam wallets Telegram obscuras, mini apps para pagamentos ou fluxos diretos de USDT sem verificação robusta. Monitore endereços associados a Huione ou Tudou via ferramentas de blockchain como Bitrace. Exchanges como Binance implementam medidas, mas a responsabilidade individual é crucial para não cair em redes criminosas.

A persistência dessa pipeline — de apostas para CEXs — sinaliza a necessidade de maior cooperação global. Investidores devem priorizar plataformas reguladas e transparentes, reportando atividades suspeitas para mitigar riscos de envolvimento involuntário em lavagem.


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Rede neural digital com nós corrompidos vazando energia vermelha, simbolizando hacks em DeFi que drenaram US$ 23 milhões em Base e Saga

Hacks em Série: US$ 23 Milhões Drenados em Base e Saga

Dois exploits de contratos inteligentes em redes emergentes drenaram cerca de US$ 23 milhões em fundos de usuários DeFi em menos de 24 horas. Na blockchain Base, o protocolo Matcha Meta sofreu um breach via SwapNet, com perdas estimadas em até US$ 16,8 milhões. Já a Saga pausou sua mainnet após ataque de US$ 7 milhões, causando queda de 55% no TVL. Usuários devem revogar aprovações imediatamente para mitigar riscos.


Exploit na Base: Matcha Meta e SwapNet

O incidente na Base, layer 2 do Ethereum, envolveu uma vulnerabilidade no contrato inteligente do SwapNet, liquidity provider do Matcha Meta. A falha permitiu chamadas arbitrárias, permitindo ao atacante transferir fundos aprovados para o router contract. CertiK estimou perdas de US$ 13,3 milhões, enquanto PeckShield calculou US$ 16,8 milhões, incluindo swaps de USDC para ETH e bridges para Ethereum principal.

Matcha Meta alertou usuários via X para revogar todas as aprovações concedidas ao SwapNet. O breach destaca riscos em agregadores DEX, onde dependência de terceiros amplifica exposições. Redes em ascensão como Base, com alto volume de TVL, atraem atacantes sofisticados explorando complexidades de contratos.

Ataque à Saga: Pausa na Mainnet e Depeg

Na blockchain Saga, focada em chainlets modulares, o exploit drenou US$ 7 milhões em USDC, ETH, yUSD e tBTC via operações cross-chain e bridges. O TVL do ecossistema despencou de US$ 37 milhões para US$ 16 milhões em 24 horas. A stablecoin Saga Dollar perdeu paridade, negociada a US$ 0,75, sinalizando quebra de confiança.

A rede pausou operações para contenção, enquanto o atacante converteu fundos para ETH na Ethereum. Bridges continuam sendo vetores críticos em blockchains emergentes, onde liquidez fragmentada facilita retiradas massivas sem detecção imediata.

Vulnerabilidades Comuns em Redes Emergentes

Contratos inteligentes representam 30,5% dos exploits cripto em 2025, segundo SlowMist, superando comprometimentos de contas. Em redes como Base e Saga, a ascensão rápida eleva TVL sem maturidade de segurança proporcional. Chamadas arbitrárias, falhas em bridges e aprovações ilimitadas são padrões recorrentes.

Dados indicam que 56 incidentes de smart contracts ocorreram no ano, com perdas globais acima de US$ 3,4 bilhões em DeFi. IA generativa já identifica exploits autonomamente, mas protocolos novos falham em auditorias proativas.

Ações Práticas para Usuários DeFi

Para mitigar riscos:

  1. Revogue aprovações em ferramentas como Revoke.cash para SwapNet e protocolos Saga;
  2. Evite agregadores DEX sem histórico auditado;
  3. Monitore TVL e depegs em redes emergentes;
  4. Prefira layer 1 maduros para volumes altos.

Diversificação reduz exposição a vetores únicos.

Esses hacks reforçam: em DeFi, segurança precede yield. Protocolos devem priorizar formal verification e bug bounties para conter perdas futuras.


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Figuras cartoon criminosas passando maletas USDT por portal Telegram para cofre de exchange, com rede regulatória se fechando, ilustrando lavagem de US$ 414 mi

Lavagem de US$ 414 milhões em USDT via Telegram: O Cerco às Exchanges Aperta

No submundo do USDT, redes de apostas ilegais baseadas no Telegram lavaram mais de US$ 414 milhões em menos de dois meses, conforme investigação da Bitrace revelada em uma reportagem detalhada. Apesar de ações policiais contra provedores de pagamento, milhões em stablecoins fluem diretamente para grandes exchanges, expondo vulnerabilidades no ecossistema cripto e alertando usuários sobre os perigos de plataformas ilícitas.


Plataformas de Apostas e Wallets de Garantia

As operações giram em torno de três carteiras principais no Telegram: Huione Telegram Wallet, Wangbo Wallet e HWZF, ligadas às plataformas Huione Guarantee, Haowang e Tudou Guarantee. Originalmente criadas como mercados de escrow para bens e serviços, elas evoluíram para centros de atividades ilícitas, incluindo apostas online, golpes e lavagem de dinheiro.

Plataformas de apostas se integram via mini apps do Telegram, permitindo depósitos e saques em USDT sem contato direto com exchanges. Mesmo após o fechamento de Huionepay e Tudou Guarantee, os sites de apostas continuam ativos, processando volumes massivos. Em 53 dias, essas entidades acumularam os US$ 414 milhões, com fundos compartilhados entre wallets que usam a mesma infraestrutura de software.

Fluxo Direto para Exchanges Centralizadas

Apesar de alertas dos provedores para evitar envios diretos, cerca de US$ 9 milhões em USDT foram transferidos para plataformas como Binance, OKX e HTX no mesmo período. Essas movimentações arriscam ativar revisões de compliance nas exchanges, mas prosseguem, destacando falhas nos controles de monitoramento de fundos ilícitos.

Os sindicatos de apostas minimizam exposição alterando marcas de wallets e usando ferramentas baseadas em Telegram, mantendo o pipeline ativo. Isso cria um elo perigoso entre o submundo das apostas e o mercado regulado de criptomoedas.

Histórico de Sanções e Migrações

O Huione Group foi classificado como “preocupação primária de lavagem de dinheiro” pelas autoridades americanas em outubro de 2025, após ações conjuntas de OFAC, FinCEN e agências britânicas. Antes do shutdown em maio de 2025, a Huione Guarantee processou mais de US$ 24 bilhões. Após remoção de canais pelo Telegram, vendedores migraram para Tudou Guarantee, perpetuando o ciclo.

Relatórios de Elliptic e ICIJ confirmam que essas redes suportam grupos de scams, lavadores e operadores de apostas com USDT como principal ativo de liquidação. Entre meados de 2024 e 2025, centenas de milhões passaram por grandes exchanges, mesmo sob escrutínio.

Perigos para Usuários e Próximos Passos

Para investidores brasileiros, o caso reforça os riscos de interagir com plataformas de apostas não reguladas no Telegram. Fundos ilícitos podem contaminar carteiras legítimas, levando a bloqueios ou investigações. Exchanges apertam o cerco com ferramentas de análise on-chain, mas a vigilância individual é essencial: evite transações com fontes duvidosas e priorize plataformas licenciadas.

Reguladores globais intensificam ações, mas o ecossistema descentralizado exige maior transparência de wallets e mini apps. Fique atento a atualizações sobre sanções e monitore fluxos suspeitos em suas operações.


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Equipe cartoon estilizada ativando escudo quântico púrpura ao redor de prisma Ethereum, simbolizando investimento em segurança pós-quântica

Escudo Quântico: Ethereum Investe US$ 2 milhões em Segurança Pós-Quântica

A Fundação Ethereum alocou US$ 2 milhões para formar uma equipe dedicada à segurança pós-quântica, elevando a proteção da rede contra futuras ameaças de computadores quânticos. Liderada por Thomas Coratger e com apoio de especialistas como Emile, do leanVM, a iniciativa inclui prêmios de US$ 1 milhão e coordenação entre desenvolvedores. Para holders de ETH, isso significa maior longevidade e confiança na criptografia da blockchain.


Detalhes da Nova Equipe Pós-Quântica

A equipe pós-quântica será responsável por pesquisa avançada, design de protocolos e testes de infraestrutura. Thomas Coratger, líder do time, trabalhará ao lado de Emile, um dos criadores do leanVM – uma base criptográfica fundamental para a estratégia de defesa quântica do Ethereum. O pesquisador Justin Drake destacou que os esforços começaram em 2019, mas agora entram em fase de implementação ativa.

A partir de fevereiro, Antonio Sanso coordenará chamadas bi-semanais dos All Core Developers, focando em segurança para usuários, como abstração de contas e agregação de assinaturas. Essa estrutura garante que a transição para criptografia resistente a quânticos ocorra de forma coordenada, sem interrupções na rede principal.

Prêmios e Financiamento Estratégico

O financiamento de US$ 2 milhões apoia diretamente dois prêmios significativos. O novo Poseidon Prize, no valor de US$ 1 milhão, visa fortalecer a função hash Poseidon, amplamente usada em aplicações Ethereum. Já o Proximity Prize, em continuidade, incentiva pesquisas em sistemas criptográficos baseados em hash, conhecidos por suas propriedades de segurança robustas e premissas de design simples.

Drake enfatizou que a criptografia baseada em hash oferece as bases mais sólidas para resistência quântica, alinhando-se aos padrões NIST. Esses incentivos atraem os melhores talentos globais, acelerando inovações que blindam transações e contratos inteligentes contra ataques futuros.

Ameaça Quântica e Por Que Ela Importa

Computadores quânticos representam risco à criptografia atual do Ethereum, baseada em curvas elípticas (ECDSA), que algoritmos como Shor podem quebrar. Vitalik Buterin alertou recentemente para a possibilidade de brechas antes de 2030, defendendo que a rede atinja ‘segurança criptográfica por 100 anos’ sem atualizações constantes. Opiniões variam: enquanto alguns veem o risco distante, a Fundação prioriza preparação proativa.

Colaborações com redes como Zeam, Ream Labs e clientes Lighthouse, Grandine e Prysm já ocorrem semanalmente. Workshops presenciais, como o de outubro e o dev day em Cannes (29/03), reforçam essa agenda.

Implicações para Investidores de ETH

Com o Ethereum negociado a cerca de R$ 14.918 (variação -4,6% em 24h), essa estratégia reforça o apelo como reserva de valor de longo prazo. A transição pós-quântica, guiada por pq.ethereum.org, visa zero downtime ou perda de fundos, posicionando ETH à frente de rivais. Para investidores brasileiros, monitorar esses avanços é essencial, garantindo que o ativo resista a evoluções tecnológicas disruptivas.


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Personagem tech cartoon manipulado por sombra hacker em ícone X enviando anzóis phishing para traders, alertando golpe em conta de cofundador Scroll

Alerta Golpe: Conta do Cofundador da Scroll Hackeada no X

Hackers invadiram a conta no X do cofundador da Scroll, Kenneth Shen (@shenhaichen), e agora enviam mensagens privadas (DMs) em massa se passando por oficiais do X. O golpe usa engenharia social para enganar usuários, prometendo ‘verificação de conta’ ou suporte. Se você recebeu DM do perfil, ignore e não clique em links. A invasão foi reportada em 25 de janeiro de 2026, alertando a comunidade cripto sobre riscos imediatos.


Detalhes da Invasão Confirmada

A Scroll, uma solução de Layer 2 para Ethereum conhecida por escalabilidade zk-rollups, viu seu cofundador Kenneth Shen ter a conta comprometida. De acordo com relatos de comunidades cripto, os invasores assumiram o controle total do perfil @shenhaichen e iniciaram uma campanha de phishing direcionada. As DMs falsas imitam comunicações oficiais da plataforma X, criando urgência falsa para roubar credenciais ou fundos.

Essa tática não é isolada. A análise do incidente revela padrões de ataques profissionais: roubo de credenciais via malware ou engenharia social prévia, seguido de exploração imediata para atingir seguidores influentes no ecossistema cripto. A Scroll, com seu crescimento recente, atrai atenção de criminosos cibernéticos.

Táticas de Engenharia Social em Ação

Os hackers se passam por “suporte do X”, alegando problemas na conta da vítima e solicitando ações como envio de chaves privadas, seeds ou cliques em links maliciosos para ‘verificação’. Nunca o suporte oficial do X pede tais informações via DM. Essa é a essência da engenharia social: explorar confiança em figuras conhecidas para burlar defesas naturais.

Investigando padrões semelhantes, vemos ataques a contas de projetos como Cointelegraph e fundos falsos de Scroll (@ScrollFDN fake). Os criminosos priorizam perfis com alto engajamento, maximizando o alcance do scam. No caso de Shen, as mensagens visam holders de tokens Scroll ou entusiastas de L2, prometendo benefícios exclusivos.

Medidas de Proteção Imediatas para Usuários

  1. Ignore DMs suspeitas: Qualquer solicitação de dados sensíveis é golpe. Verifique sempre via canais oficiais da Scroll (site, Discord, Telegram).
  2. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, preferindo apps como Google Authenticator, não SMS.
  3. Monitore sua conta X: Altere senhas fortes e únicas se houver interação recente com perfis cripto.
  4. Use extensões anti-phishing como uBlock Origin e evite links encurtados.

Para a comunidade brasileira, o risco é ampliado pela adoção crescente de L2s como Scroll em exchanges locais. Relate perfis falsos ao X e avise grupos de Telegram sobre o incidente.

Contexto Maior: Ameaças Recorrentes no Ecossistema Cripto

A Scroll não é vítima isolada. Projetos em ascensão enfrentam ondas de ataques coordenados durante fases de alta visibilidade, como mainnet ou airdrops. A análise da fonte destaca que contas X são vetores preferidos por sua influência direta sobre decisões de investimento. No Brasil, onde o mercado cripto explode, esses hacks podem levar a perdas significativas em reais.

Autoridades como CFTC nos EUA discutem reformas regulatórias, mas a defesa individual permanece crucial. Monitore atualizações oficiais da Scroll e evite euforia: segurança precede especulação. Esse caso reforça a necessidade de educação contínua contra scams sofisticados.


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Âncora dourada com 89K resistindo a assaltos de figura política cartoon e hacker phishing em tempestade digital, simbolizando resiliência do Bitcoin em caos geopolítico

Tarifas de Trump e BTC Perdido na Coreia Agitam Mercado Cripto

Entre as ameaças de tarifas de 100% de Trump contra o Canadá por acordos com a China e o desaparecimento de US$ 47,7 milhões em Bitcoin da custódia de promotores sul-coreanos, o mercado cripto enfrenta caos geopolítico e institucional. Apesar da aversão ao risco global, o Bitcoin segura os US$ 89 mil, questionando sua resiliência em meio a falhas estatais e tensões comerciais.


Tensões Comerciais EUA-Canadá-China

O presidente Donald Trump alertou que aplicará tarifas de 100% sobre os US$ 450 bilhões anuais em exportações canadenses para os EUA se o Canadá prosseguir com acordos comerciais com a China. A preocupação é que Pequim use o Canadá como “porta de entrada” para contornar barreiras tarifárias americanas, como relatado em cobertura recente. O Canadá, que envia 75-76% de suas exportações aos EUA — representando dois terços de seu PIB —, fica em posição vulnerável.

Anteriormente, tarifas de 25% no aço canadense causaram queda de 41% nas exportações. Um novo choque poderia elevar custos em setores como automotivo e energia, fomentando aversão ao risco global e impactando ativos como o Bitcoin, sensível a instabilidades macroeconômicas.

Falha de Custódia na Coreia do Sul

Em incidente chocante, cerca de 70 bilhões de won (US$ 47,7 milhões) em Bitcoin confiscado sumiu da custódia do Escritório de Promotores de Gwangju durante inspeção rotineira. Um funcionário acessou supostamente um site falso ao verificar senhas em USB, expondo credenciais via phishing, conforme detalhes divulgados.

Autoridades investigam, mas o caso destaca a fragilidade da custódia institucional de criptoativos, mesmo por órgãos estatais. Phishing persiste como ameaça global, afetando desde indivíduos até governos, reforçando a necessidade de protocolos rigorosos em wallets e autenticação multifator.

Resiliência do Bitcoin em Meio ao Caos

Apesar dos eventos, o Bitcoin mantém-se acima de US$ 89 mil, com variação mínima de -1,38% nas últimas 24 horas, segundo análises de mercado. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.827,84 registra queda de -1,28% em 24h, com volume de 100,24 BTC.

O dólar avança para R$ 5,29, refletindo incertezas. Mercados cripto mostram liquidez estável, com traders vendo as ameaças como ruído político, priorizando fluxos institucionais e ETFs.

Implicações Geopolíticas para Cripto

Esses episódios ilustram riscos duplos: geopolíticos, com Trump remodelando comércio global e elevando volatilidade; e institucionais, provando que nem Estados escapam de vulnerabilidades cibernéticas. Para investidores brasileiros, monitorar impactos em commodities e fluxos de capital é essencial, pois aversão ao risco pode pressionar o BTC abaixo de suportes chave.

A adoção corporativa e ETFs prossegue, mas custódia segura torna-se imperativa. Vale acompanhar negociações EUA-Canadá e investigações sul-coreanas para sinais de estabilização.


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Personagens cartoon estilizados de Ledger e CertiK batendo sino da NYSE com escudos, celebrando IPOs de segurança cripto

Ledger e CertiK na Bolsa: Gigantes da Segurança Cripto Chegam a Wall Street

As gigantes da segurança cripto, Ledger e CertiK, preparam estreias triunfais na Bolsa de Nova York. A Ledger, maior fabricante de carteiras hardware, avalia IPO com US$ 4 bilhões, enquanto a CertiK, pioneira em auditorias Web3, mira US$ 2 bilhões. Esses movimentos chegam após o sucesso da BitGo e reforçam a maturidade do setor de infraestrutura cripto, atraindo capital institucional em um ambiente regulatório favorável. Para o mercado brasileiro, é um sinal claro de legitimidade e crescimento sustentável.


Detalhes do IPO da Ledger: Autocustódia em Alta

A Ledger planeja abrir capital nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, aproveitando o momentum pós-IPO da BitGo, que levantou US$ 212,8 milhões e superou US$ 2 bilhões em valor de mercado. A empresa já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras hardware e protege cerca de US$ 100 bilhões em criptoativos globalmente. Esse passo reflete a demanda crescente por soluções de autocustódia, especialmente após roubos que somaram bilhões em 2025.

O timing é perfeito: com o mercado cripto em ciclo de recuperação, investidores institucionais buscam ativos de base sólida como custódia e segurança. A Ledger não tem token próprio, mas seu modelo de negócios demonstra estabilidade, superando o desempenho médio do setor em 2026. Para brasileiros, isso pode pressionar exchanges locais a adotarem padrões mais elevados de proteção de ativos.

CertiK Entra na Corrida: Primeira de Segurança Web3 na Bolsa

A CertiK avalia IPO com US$ 2 bilhões, posicionando-se como potencial primeira empresa puramente Web3 de segurança a se listar em bolsa. Especializada em auditorias de protocolos blockchain e detecção de vulnerabilidades, a firma capitaliza o boom da infraestrutura on-chain, onde segurança é o pilar fundamental para adoção em massa.

Em um ano marcado por exploits e hacks, serviços como os da CertiK ganham relevância. Seu valuation reflete confiança de investidores em ferramentas que mitigam riscos, essenciais para DeFi, NFTs e aplicações corporativas. Junto à Ledger, forma um duo que valida o ecossistema cripto perante Wall Street, atraindo fluxos de capital inéditos.

Por Que Isso É Otimista para o Mercado Cripto?

Esses IPOs não são isolados: Kraken mira US$ 20 bilhões e ConsenSys US$ 7 bilhões, segundo fontes como Benzinga. O foco em infraestrutura sinaliza o fim da era de especulação pura e o início de uma fase madura, com capital fluindo para negócios rentáveis e regulados. A separação entre custódia e negociação reduz riscos, beneficiando detentores de longo prazo.

No Brasil, onde o varejo cripto cresce rapidamente, esses eventos inspiram confiança. Empresas locais podem se beneficiar de inovações globais, enquanto investidores ganham opções mais seguras. O otimismo é fundamentado: segurança e autocustódia capturam valor estável em ciclos voláteis.

Próximos Passos e Oportunidades para Investidores Brasileiros

Monitore aprovações regulatórias e janelas de listagem na NYSE. Para o público brasileiro, o recado é claro: priorize autocustódia com ferramentas testadas como Ledger e exija auditorias CertiK-like em protocolos. Esses IPOs consolidam cripto como ativo legítimo, pavimentando o caminho para adoção institucional ampla. O futuro é brilhante para quem aposta na base sólida do ecossistema.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo de energia cyan envolvendo símbolos BTC e ETH repelindo partículas quânticas, representando upgrades de segurança contra ameaças futuras

Segurança Total: Ethereum e Bitcoin se Preparam para o Futuro

O seu Bitcoin e Ethereum estão seguros contra supercomputadores do futuro? Sim, graças aos desenvolvedores que estão um passo à frente. A Ethereum Foundation formou um time dedicado à segurança pós-quântica, enquanto mais de 2% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110 para combater spam na rede. Essas medidas trazem tranquilidade aos investidores brasileiros.


O Que é a Ameaça Quântica?

Imagine computadores superpoderosos, chamados quânticos, capazes de resolver problemas impossíveis para máquinas comuns. Esses “supercomputadores” podem, no futuro, quebrar as chaves de segurança que protegem suas criptomoedas hoje, como as usadas no Bitcoin e Ethereum. É como uma fechadura forte que um ladrão comum não abre, mas um mestre em ferramentas avançadas consegue.

No entanto, não entre em pânico. A ameaça ainda está distante, mas os desenvolvedores sabem que é melhor prevenir. Desde 2019, a Ethereum estuda isso, e agora, com avanços como os chips quânticos do Google, é hora de agir. O foco é migrar para criptografias resistentes, chamadas “pós-quânticas”, que nem os quânticos conseguirão quebrar facilmente.

Para iniciantes, pense assim: é uma atualização de software no seu celular para proteger contra vírus novos. Ethereum quer um protocolo seguro por cem anos, como disse Vitalik Buterin recentemente.

Ethereum Acelera a Proteção Pós-Quântica

A Fundação Ethereum, responsável pelo desenvolvimento da rede, criou um time interno de elite para isso. Liderado por Thomas Coratger, inclui experts em LeanVM, uma base criptográfica chave para o plano. Pesquisador Justin Drake chamou isso de “ponto de inflexão”, anunciando chamadas quinzenais com desenvolvedores a partir de fevereiro.

Entre as ações, há prêmios de US$ 1 milhão para fortalecer funções como Poseidon, usada em apps Ethereum. Testes em redes de desenvolvimento (devnets) e um roadmap completo estão vindo. O objetivo? Zero perda de fundos ou paradas na rede, mesmo contra quânticos.

Isso mostra compromisso: Ethereum não espera o problema chegar. É inspirador ver a comunidade unida, com até a Coinbase formando conselhos quânticos.

Bitcoin Combate Spam com BIP-110

Enquanto Ethereum foca no quântico, Bitcoin lida com uma ameaça atual: spam. Transações com dados extras (como OP_RETURN) incham a rede, aumentando custos para rodar nós e ameaçando a descentralização. Qualquer um pode usar um PC comum para validar Bitcoin, mas spam exige hardware caro.

O BIP-110, um soft fork temporário de um ano, limita dados em transações para 34 bytes em outputs e 83 bytes em OP_RETURN. Agora, 2,38% dos nós (583 de 24.481) rodam isso, principalmente via Bitcoin Knots. É uma resposta à remoção unilateral de limites no Bitcoin Core v30, que gerou debate.

Críticos como Jimmy Song veem spam como “planta parasita” que enfraquece a rede. Outros discordam, mas o BIP-110 equilibra: mantém Bitcoin leve e acessível.

Por Que Isso Traz Tranquilidade?

Esses upgrades provam que Bitcoin e Ethereum evoluem proativamente. Ethereum prepara o futuro quântico; Bitcoin cuida da saúde diária contra spam. Para você, investidor brasileiro, significa que suas moedas estão em redes resilientes.

Vale monitorar: mais nós no BIP-110 podem ativar a mudança. Desenvolvedores estão à frente, garantindo que cripto seja seguro por gerações. Durma tranquilo!


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Executivos bancários cartoon em pânico recuando de figura BlackRock tokenizando cofre em RWA e BTC com baleias acumulando, adoção institucional acelera

Bancos Temem Cripto e BlackRock Tokeniza RWAs: Adoção Acelera Historicamente

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/01/2026 | MANHÃ

Bancos temem cripto e BlackRock tokeniza RWAs: a adoção institucional acelera em um ritmo sem precedentes no início de 2026. O período é marcado por uma mudança de paradigma, onde instituições financeiras globais deixaram de observar o setor para encará-lo como uma ameaça existencial e prioridade estratégica número um. Enquanto a BlackRock articula a tokenização de ativos para lidar com a dívida dos EUA, grandes detentores de Bitcoin aproveitam o cenário para acumular volumes massivos. Apesar de riscos pontuais de segurança social nas redes, o viés de alta moderado prevalece, impulsionado pela integração definitiva entre as finanças tradicionais e a infraestrutura blockchain.


🔥 Destaque: Bancos Veem Cripto como Ameaça Existencial

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, trouxe revelações impactantes do Fórum Econômico Mundial em Davos. Segundo o executivo, líderes de um dos dez maiores bancos do mundo agora classificam as criptomoedas como uma ameaça existencial e sua prioridade estratégica de topo. Este movimento não é apenas retórico; ele reflete o avanço prático das stablecoins e da tokenização sobre os trilhos de pagamento tradicionais.

A urgência institucional é alimentada pela percepção de que a tecnologia blockchain pode desintermediar serviços bancários essenciais. Com a ascensão dos ativos do mundo real (RWA) tokenizados, o sistema bancário tradicional enfrenta o risco de obsolescência se não integrar rapidamente essa nova infraestrutura. O que antes era tratado como um experimento periférico tornou-se uma questão de sobrevivência corporativa para os gigantes de Wall Street.

Este cenário impulsiona uma corrida por parcerias estratégicas. Instituições que historicamente resistiram ao setor agora buscam soluções de staking, custódia e APIs de negociação para manter sua relevância. Para o investidor, isso representa uma validação massiva da tese cripto, potencialmente desbloqueando fluxos de capital de trilhões de dólares que antes estavam represados por barreiras institucionais e falta de clareza regulatória.

Investidores devem monitorar parcerias iminentes, pois o fluxo de talentos e capital de TradFi para o ecossistema digital tende a acelerar. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 468.353,89, servindo como o termômetro central dessa confiança institucional que começa a se consolidar no mercado brasileiro.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de otimismo moderado, sustentado por uma clara acumulação institucional. Dados on-chain revelam que carteiras com mais de 1.000 BTC adicionaram mais de 104 mil unidades às suas posições, um investimento aproximado de US$ 10 bilhões. Este movimento coordenado de “dinheiro inteligente” sugere a formação de um piso de preço sólido, reduzindo a oferta líquida nas exchanges e preparando o terreno para possíveis choques de oferta positivos.

A convergência entre finanças tradicionais e digitais está se manifestando em frentes diversas, desde a proposta da Stellar de integrar o XLM ao sistema SWIFT até o plano de IPO da CertiK. O mercado está amadurecendo, trocando a narrativa de pura especulação pela utilidade infraestrutural. Setores como RWA e tokenização estão aquecidos, enquanto o Bitcoin consolida sua posição como ativo de reserva estratégico para grandes portfólios globais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  1. Lobby Regulatório Protetor: Bancos que se sentem ameaçados podem intensificar o lobby regulatório para criar barreiras de entrada contra empresas nativas de cripto.
  2. Segurança Social e Phishing: O recente hack na conta do cofundador da Scroll eletrificou o alerta sobre riscos de phishing em redes sociais, visando roubar ativos via mensagens diretas.
  3. Centralização da Oferta: A concentração de BTC em mãos de poucas baleias aumenta o risco de manipulação ou volatilidade extrema caso decidam realizar lucros de forma coordenada.
  4. Risco Sistêmico em RWA: A interligação profunda entre dívida soberana e infraestrutura blockchain cria novos canais de contágio financeiro entre os mercados tradicionais e cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Narrativa de Tokenização RWA: A BlackRock está liderando a integração de ações tokenizadas, o que pode gerar uma demanda estrutural massiva por Ethereum (ETH) e stablecoins.
  2. Infraestrutura Bancária B2B: Empresas que fornecem tecnologia de custódia e infraestrutura para bancos estão em posição privilegiada para capturar receitas institucionais recorrentes.
  3. Validação via IPOs: O interesse da CertiK em abrir capital pode estabelecer um referencial de avaliação para o setor de segurança, atraindo capital institucional avesso a riscos diretos em ativos.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bancos Encaram Cripto como Ameaça Existencial
Brian Armstrong relata que grandes instituições financeiras mudaram o foco para integração de cripto, temendo a desintermediação causada por stablecoins e ativos tokenizados.

2. Tokenização da Dívida dos EUA pela BlackRock
A maior gestora do mundo impulsiona a tokenização de US$ 68 trilhões em ações para suportar a dívida americana, utilizando stablecoins como canal de liquidez.

3. Baleias Acumulam 104 mil BTC
Movimento de US$ 10 bilhões por grandes detentores indica forte convicção no piso de preço atual e sugere um possível aperto de oferta no curto prazo.

4. XLM como Ponte para o Sistema SWIFT
A Stellar Development Foundation propõe o uso do XLM em conformidade com o padrão ISO 20022 para modernizar pagamentos globais em colaboração com bancos.

5. CertiK Planeja IPO de US$ 2 Bilhões
A gigante da segurança Web3 explora listagem pública, o que pode validar o setor de auditoria blockchain para investidores do mercado de capitais tradicional.

6. ETHZilla Diversifica Tesouraria para RWA
A empresa vendeu parte de seu ETH para adquirir motores de avião, buscando fluxos de caixa estáveis e liderança na tokenização de ativos físicos produtivos.

7. Hack na Conta X de Cofundador da Scroll
Ataque de phishing ativo através da conta de Kenneth Shen exige cautela máxima dos usuários com mensagens diretas contendo links suspeitos.


🔍 O Que Monitorar

  1. TVL em Protocolos RWA: Acompanhar o crescimento do valor bloqueado em plataformas como Ondo Finance e BUIDL para medir a tração real da tese de tokenização.
  2. Anúncios de Parcerias Bancárias: Novas integrações diretas entre bancos e exchanges, como a Binance, que segue sendo uma referência global em liquidez institucional.
  3. Movimentação de Baleias: Dados de fluxos líquidos de BTC para confirmar se a acumulação recente se traduz em retenção de longo prazo.
  4. Marcos do SWIFT: Declarações de órgãos como o BIS ou FSB sobre a viabilidade legal do uso de criptoativos em liquidações interbancárias.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, sustentado pela narrativa de tokenização e pela robustez da acumulação por grandes investidores individuais. É provável que vejamos um aumento no volume de negociações em Ethereum (ETH) e stablecoins à medida que o mercado digere as implicações das estratégias de RWA da BlackRock. Embora o incidente de segurança na Scroll gere ruído e cautela temporária, os fundamentos institucionais são fortes demais para serem ignorados. O mercado está entrando em uma fase onde a tecnologia deixa de ser o foco exclusivo para dar lugar à utilidade financeira estrutural, consolidando o papel das criptomoedas no sistema monetário global moderno.


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Teia blockchain cyan expondo esconderijo hacker com pilha dourada marcada 23M, simbolizando rastreamento e transparência contra roubo cripto

Hacker Ostenta US$ 23 Milhões e É Rastreado por ZachXBT

Um hacker conhecido como ‘John’ ou ‘Lick’ cometeu o erro fatal de ostentar US$ 23 milhões em criptomoedas roubadas durante uma disputa online chamada ‘band-for-band’. O investigador blockchain ZachXBT analisou a gravação da troca de telas e rastreou os fundos até um pool ilícito de US$ 90 milhões, ligado a apreensões do governo dos EUA, incluindo o famoso hack da Bitfinex. A vaidade digital selou seu destino.


A Disputa ‘Band-for-Band’ que Expôs Tudo

A briga virtual eclodiu entre ‘John’ e outro criminoso cibernético, Dritan Kapplani Jr. O desafio ‘band-for-band’ (b4b) consistia em provar superioridade exibindo controle sobre grandes somas em cripto. John compartilhou telas ao vivo: primeiro, uma carteira Tron com US$ 2,3 milhões, depois transferências de US$ 6,7 milhões em ETH, culminando em US$ 23 milhões consolidados na carteira 0xd8bc.

Tudo foi gravado, fornecendo evidência irrefutável de controle sobre múltiplos endereços, como 0x8924, que John confirmou possuir. Essa demonstração pública, pensada para humilhar o rival, tornou-se o ponto de partida para a investigação. A arrogância de exibir roubos em tempo real ignora a rastreabilidade inerente à blockchain.

ZachXBT Entra em Ação: Rastreamento Implacável

O renomado investigador ZachXBT, conhecido por desmantelar esquemas criminosos, mergulhou no histórico da carteira 0xd8bc. Uma transação de novembro de 2025 chamou atenção: 1.066 WETH vindos da carteira 0xc7a2, previamente ligada a fundos apreendidos pelo governo americano. Seu tweet de 23 de janeiro de 2026 expôs o caso, conectando John a um ecossistema de endereços contaminados.

A análise revelou fluxos de US$ 63 milhões em 2025 oriundos de carteiras sob controle governamental. Essa precisão demonstra como ferramentas de análise on-chain transformam provas circunstanciais em evidências concretas, disponíveis para autoridades. ZachXBT não só identificou o hacker, mas mapeou sua rede de atividades ilícitas.

Ligações com o Hack da Bitfinex e Apreensões Governamentais

Os fundos traçados remontam a eventos de alto perfil. Uma carteira associada a John recebeu US$ 24,9 milhões do sequestro relacionado ao hack da Bitfinex em março de 2024. O endereço governamental ainda retém cerca de US$ 18,5 milhões. Esse pool de US$ 90 milhões inclui roubos de múltiplas vítimas entre novembro e dezembro de 2025.

Casos semelhantes, como um grupo que ostentou US$ 243 milhões em fraudes em 2024 e foi preso, reforçam o padrão: exibir bens ilícitos acelera a queda. A blockchain, com sua transparência imutável, anula tentativas de lavagem, expondo fluxos mesmo após mixers ou bridges.

Lições para Criminosos e para o Mercado

Esse episódio ilustra perfeitamente o provérbio ‘a arrogância precede a queda’. Criminosos cibernéticos subestimam a vigilância on-chain, onde cada transação é um rastro permanente. Para investidores legítimos, reforça a importância de due diligence: verifique históricos de carteiras antes de interagir.

Autoridades ganham munição valiosa para ações futuras, potencialmente recuperando ativos. O caso destaca como investigadores independentes como ZachXBT complementam o trabalho policial, promovendo um ecossistema cripto mais seguro apesar das ameaças persistentes.


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Escudo hexagonal duplo com face quântica prismática e filtro anti-spam, simbolizando upgrades de segurança no Ethereum e Bitcoin

Ethereum Cria Time Quântico e Bitcoin Avança com BIP-110

A Fundação Ethereum elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger. Paralelamente, 2,38% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110, limitando dados arbitrários para combater spam. Esses upgrades silenciosos blindam as redes contra ameaças futuras, enquanto a dificuldade de mineração cai 3,28%, sinalizando saúde resiliente.


Segurança Pós-Quântica no Ethereum

A Fundação Ethereum anunciou a criação de um time específico para criptografia pós-quântica, saindo de pesquisas de fundo para engenharia ativa. Liderado por Thomas Coratger e com apoio de Emile, do projeto leanVM, o grupo foca em upgrades de carteiras, transações seguras e consenso multi-cliente. Justin Drake, pesquisador da EF, destacou a aceleração dos prazos quânticos, impulsionando sessões bi-semanais de desenvolvedores sobre transações pós-quânticas a partir de fevereiro.

Para fomentar inovação, a fundação lançou dois prêmios de US$ 1 milhão: o Poseidon Prize, para reforçar a função hash Poseidon, e o Proximity Prize. Testnets de consenso pós-quântico já operam com equipes coordenando interoperabilidade semanalmente. Eventos como um dia dedicado em março no EthCC e outro em outubro visam educar a comunidade. Segundo Drake, blockchains devem se preparar cedo, pois transições criptográficas demandam tempo para evitar interrupções em carteiras e uso diário. Hoje, o Ethereum vale cerca de R$ 15.662 por unidade.

BIP-110: Combate ao Spam no Bitcoin

O BIP-110, proposta de soft fork temporário via Bitcoin Knots, atingiu 2,38% de adoção (583 de 24.481 nós). Ele limita saídas de transação a 34 bytes e OP_RETURN a 83 bytes por um ano, visando reduzir spam de dados não monetários. OP_RETURN permite embutir dados arbitrários, mas seu uso excessivo eleva custos de armazenamento e centraliza nós.

O debate intensificou com o Bitcoin Core v30, que removeu unilateralmente o limite de 83 bytes em outubro de 2025, gerando críticas por incentivar spam e comprometer descentralização. Críticos como Matthew Kratter comparam spam a uma “planta parasita” que erode a rede. Defensores como Jameson Lopp argumentam que filtros são ineficazes. Nós comuns rodam em hardware acessível, mas dados extras demandam mais recursos, ameaçando a essência peer-to-peer do Bitcoin.

Saúde da Rede: Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração Bitcoin ajustou para baixo em 3,28%, de 146,47 trilhões para 141,67 trilhões de hashes. Isso reflete o hashrate médio de 7 dias em 978,8 EH/s, menor desde setembro, com mineradores reduzindo poder computacional. O ajuste mantém o ritmo de ~10 minutos por bloco, sinal de resiliência mesmo em baixa.

Declínio prolongado desde novembro mostra cinco reduções em seis ajustes, correlacionado à queda no hashrate. Apesar disso, a rede permanece robusta, com mineradores ajustando eficiência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 473.572, com variação de -0,09% em 24h e volume de 81 BTC.

Implicações para o Futuro das Redes

Esses desenvolvimentos representam blindagem proativa: Ethereum contra computadores quânticos que quebram criptografia atual, e Bitcoin contra spam que erode descentralização. A queda na dificuldade evidencia adaptação saudável, mas monitorar centralização é essencial. Investidores devem acompanhar adoção do BIP-110 e progressos quânticos, pois fortalecem a longevidade das blockchains. Vale observar próximos ajustes e eventos comunitários para sinais de maturidade técnica.


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Estrutura hexagonal Ethereum translúcida infiltrada por partículas poeira vermelhas, expondo ataques dust escondidos em recordes de endereços ativos

Alerta: Recordes do Ethereum Escondem Ataques de Poeira

O Ethereum registrou um recorde de 1,29 milhão de endereços ativos em 16 de janeiro de 2026, superando até as redes Layer 2, conforme dados do Token Terminal. No entanto, essa euforia esconde um perigo: grande parte da atividade é gerada por ataques de poisoning dust, ou envenenamento por poeira, que enviam quantias mínimas para inflar métricas e enganar usuários desprevenidos. Com o ETH a R$ 15.664 (AwesomeAPI), fique atento aos riscos reais por trás dos números.


Recordes Inflados pela Atualização Fusaka

A atualização Fusaka, implementada em dezembro de 2025, reduziu as taxas de transação em até seis vezes, atraindo mais atividade para a mainnet do Ethereum. Isso impulsionou transações com stablecoins e fez o número de endereços diários ativos saltar para níveis inéditos, ultrapassando soluções Layer 2 como Arbitrum e Base. No pico, foram quase 1,3 milhão de carteiras ativas, sinalizando um retorno ao blockchain principal após anos de migração para redes secundárias.

Embora isso pareça positivo para a adoção, especialistas como Andrey Sergeenkov alertam que os números não refletem uso orgânico. Cerca de dois terços dos novos endereços receberam menos de US$ 1 como primeira transação, caracterizando spam malicioso em vez de crescimento genuíno.

O Que São Ataques de ‘Poisoning Dust’?

Os ataques de poisoning dust, ou envenenamento por poeira, envolvem o envio automatizado de pequenas quantias — chamadas ‘dust’ ou poeira — para milhares de carteiras. Smart contracts facilitam essa distribuição em massa, criando endereços falsos que imitam os legítimos, diferindo apenas em poucos caracteres. O objetivo é contaminar o histórico de transações do usuário.

Quando a vítima copia um endereço do histórico para uma nova transferência, sem verificar com atenção, acaba enviando fundos para o atacante. Essa tática explora a distração humana, especialmente com taxas baixas pós-Fusaka, tornando o spam mais viável e lucrativo.

Riscos Reais e Perdas Acumuladas

Os impactos vão além da inflação de métricas. Já foram reportados US$ 740 mil roubados de 116 endereços, com US$ 509 mil de uma única vítima — uma taxa de conversão baixa de 0,01% ainda gera retornos significativos. Isso demonstra a escala: milhões de endereços ‘ativados’ por poeira, mas poucos precisam ‘cair’ para compensar os custos.

No contexto brasileiro, com o ETH valendo cerca de R$ 15.664, uma perda de dust pode levar a prejuízos reais se não houver vigilância. A alta atividade mascara vulnerabilidades, criando falsa sensação de segurança em um ecossistema ainda propenso a exploits.

Como se Proteger e o Que Monitorar

Para evitar armadilhas, nunca copie endereços diretamente do histórico de transações. Salve contatos confiáveis em uma lista separada e verifique sempre os primeiros e últimos caracteres antes de enviar. Use ferramentas de verificação de endereço e evite interagir com dust recebido — ignore ou reporte.

Apesar dos riscos, fundamentos do Ethereum permanecem sólidos, com liderança em ativos do mundo real (RWA) e acumulação institucional. Monitore métricas reais, como volume orgânico e TVL, em vez de contagens infladas. A vigilância é essencial para navegar com segurança nessa alta aparentemente otimista.


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Reguladores cartoon erguendo barreiras e acorrentando Polymarket e privacy coins, simbolizando bans na Ucrânia e proibições na Índia

Cerco Regulatório: Ucrânia Bane Polymarket e Índia Proíbe Privacy Coins

Alerta de cerco regulatório: a Ucrânia baniu a Polymarket, considerando-a uma operadora de jogos ilegal sem licença, enquanto a Índia ordenou a proibição de Monero (XMR), Zcash (ZEC) e Dash (DASH) em exchanges locais. Esses movimentos sinalizam uma tendência global de maior monitoramento, com riscos imediatos de perda de liquidez para usuários nessas regiões. Fique atento aos impactos em suas operações.


Banimento da Polymarket na Ucrânia

A Ucrânia bloqueou o acesso à Polymarket e cerca de 200 sites de jogos após recomendação da PlayCity, reguladora estatal de apostas. A plataforma de mercados de previsão Web3 é vista como operadora de jogos sem licença, sem enquadramento legal para esse tipo de atividade. Dmitry Nikolaievskyi, do Ministério da Transformação Digital, confirmou que não há caminho legal para retorno enquanto a legislação não mudar.

Os mercados da Polymarket incluem apostas em eventos geopolíticos, como a guerra com a Rússia, o que pode ter acelerado o bloqueio pelos provedores de internet. Plataformas semelhantes, como Kalshi e PredictIt, operam em zona cinzenta, mas denúncias de cidadãos podem levá-las ao mesmo destino. Durante o conflito armado, revisões parlamentares são improváveis, deixando os usuários sem opções legais diretas.

Embora não haja perseguição a indivíduos usando VPNs ou contratos inteligentes, o bloqueio das plataformas aumenta riscos de interrupção e perda de acesso a fundos ou posições abertas.

Proibição de Moedas de Privacidade na Índia

A Unidade de Inteligência Financeira da Índia (FIU-IND) determinou que exchanges registradas suspendam depósitos, saques e negociações de Monero, Zcash e Dash. Essas moedas usam técnicas criptográficas avançadas — como ring signatures no XMR e shielded transactions no ZEC — para anonimato, o que reguladores veem como facilitador de lavagem de dinheiro, financiamento terrorista e evasão de sanções.

Plataformas como Binance, Mudrex, Coinbase e ZebPay devem delistar os ativos imediatamente, atendendo obrigações de KYC e monitoramento. Essa ação segue bloqueios prévios a exchanges offshore não registradas, reforçando o controle sobre o setor cripto indiano, onde poucas operam legalmente.

Apesar de ganhos diários recentes — XMR a US$ 524 (+3,5%), ZEC a US$ 372 (+2,2%) e DASH +11,6% —, as perdas semanais são acentuadas (21%, 8% e 20%), refletindo pressão regulatória.

Tendência Global e Riscos para Usuários

Esses bans não são isolados: Portugal recentemente se juntou a mais de 30 países restringindo a Polymarket, enquanto a Índia intensifica a repressão contra moedas de privacidade. A tendência aponta para maior escrutínio governamental sobre ativos e plataformas que desafiam o controle financeiro tradicional, priorizando transparência sobre privacidade.

Para usuários, o principal risco é a perda de liquidez: bloqueios repentinos podem travar fundos em exchanges, dificultando saques ou transferências. Em regiões voláteis como Ucrânia e Índia, isso agrava vulnerabilidades econômicas. Recomenda-se diversificar plataformas, monitorar regulamentações locais e priorizar ativos com maior aceitação regulatória.

Vale observar que usuários podem recorrer a VPNs ou protocolos descentralizados, mas isso não elimina riscos legais ou de custódia. Mantenha-se cauteloso e informe-se continuamente.


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Prisma Ethereum protegido por campo de força IA defletindo partículas quânticas, simbolizando iniciativa de segurança pós-quântica

Ethereum Forma Equipe Pós-Quântica com US$ 2 Milhões em Prêmios

A Ethereum Foundation elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger e apoiada por Emile, do projeto leanVM. Com US$ 2 milhões em prêmios de pesquisa, a iniciativa acelera atualizações em carteiras, transações e redes de teste. Isso responde a prazos quânticos mais curtos, conectando-se à proposta da a16z de usar LLMs para resolver contratos em mercados preditivos de forma resistente a manipulações.


O Que é a Ameaça Quântica?

Computadores quânticos prometem resolver problemas complexos em segundos, mas representam risco para criptografia atual. Algoritmos como o de Shor podem quebrar chaves ECDSA usadas em carteiras Ethereum, expondo fundos. A fundação alerta que prazos se encurtam, saindo de pesquisa teórica para engenharia prática desde 2024.

Explicando de forma simples: enquanto computadores clássicos lutam com fatoração de números gigantes, quânticos usam superposição para testar bilhões de possibilidades simultaneamente. Ethereum precisa migrar para assinaturas pós-quânticas, como hash-based, sem perder fundos ou usabilidade. Justin Drake, pesquisador da EF, enfatiza: “É 2026; os prazos aceleram.”

A leanVM surge como base criptográfica, permitindo agregação de assinaturas eficientes e resistentes.

Detalhes da Iniciativa: Equipe, Prêmios e Testnets

A nova equipe inicia sessões quinzenais de devs sobre transações pós-quânticas, lideradas por Antonio Sanso. Foco em precompiles dedicados, abstração de contas e agregação via leanVM.

Os US$ 2 milhões dividem-se em dois prêmios de US$ 1 milhão: Poseidon Prize para reforçar a função hash Poseidon e Proximity Prize para iniciativas pós-quânticas. Devnets de consenso multi-client já rodam, com times como Zeam, Lighthouse e Prysm em chamadas semanais de interoperabilidade.

Eventos comunitários incluem workshop em outubro e dia PQ antes do EthCC em março, além de série de vídeos educativos. IA já ajudou: uma prova criptográfica complexa foi formalizada em 8 horas por US$ 200.

Conexão com IA: Proposta da a16z para Mercados Preditivos

A a16z propõe LLMs como ‘juízes digitais’ lockados na blockchain para resolver contratos ambíguos em mercados preditivos, combatendo manipulações vistas em casos como eleição venezuelana ou mapa ucraniano. No setup, criadores especificam modelo LLM e prompt na criação do contrato, tornando regras transparentes e imutáveis.

Benefícios: resistência a edição de fontes (diferente de wikis), neutralidade (sem interesses econômicos) e auditabilidade prévia. Limitações como ‘alucinações’ viram previsíveis, ajustadas nos preços. A segurança pós-quântica (PQ) do Ethereum alinha-se, usando IA para provas e robustez geral.

Essa sinergia reforça o ecossistema: segurança quântica protege infra, IA garante integridade de apps como preditivos.

Implicações e Próximos Passos

Para usuários, significa migração suave de carteiras sem perdas, via roadmap em pq.ethereum.org. Investidores ganham confiança na longevidade ETH ante riscos quânticos. Plataformas como Polymarket podem adotar LLMs para escalar sem disputas humanas.

Vale monitorar devnets e prêmios: sucesso acelera adoção. Ethereum demonstra liderança técnica, transformando ameaça em oportunidade de inovação.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vitalik Buterin cartoon erguendo escudo holográfico protetor sobre iniciantes cripto, com ícones de privacidade, destacando segurança digital em 2026

Vitalik Buterin: Privacidade Digital como Prioridade em 2026

O co-fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, anunciou que 2026 será o ano da soberania computacional, defendendo a adoção em massa de ferramentas de privacidade descentralizadas. Em post no X, ele detalha sua transição de apps centralizados como Telegram e Gmail para opções seguras como Signal, Session e Proton Mail. Para iniciantes em cripto, isso significa maior proteção contra rastreamento e riscos, promovendo verdadeira autonomia digital.


Mudanças Práticas na Rotina de Vitalik

Vitalik compartilhou que passou o último ano substituindo serviços centralizados por alternativas focadas em privacidade. Entre as principais mudanças, ele migrou do Telegram para aplicativos de mensagens criptografadas como Signal, SimpleX e Session, que não exigem número de telefone e minimizam vazamento de metadados. Para e-mails, trocou o Gmail pelo Proton Mail, que oferece criptografia ponta a ponta e servidores na Suíça, protegidos por leis rigorosas de privacidade.

Outras trocas incluem o uso de Organic Maps, baseado em OpenStreetMap, no lugar do Google Maps, evitando rastreamento de localização. Ele também adotou o Fileverse para armazenamento de documentos criptografados localmente. Essas escolhas vão além do blockchain, aplicando princípios de descentralização ao dia a dia. Para quem está começando, entender isso é o primeiro passo para evitar que grandes empresas controlem seus dados pessoais.

Benefícios para Iniciantes em Criptomoedas

Se você é novo no mundo das criptos, a privacidade não é só uma tendência — é uma necessidade prática. Apps centralizados como WhatsApp ou Gmail coletam dados que podem ser usados em ataques de phishing ou engenharia social, comuns no ecossistema cripto. Com Signal e Session, suas conversas sobre chaves privadas ou transações ficam protegidas, sem deixar rastros acessíveis a terceiros.

O Proton Mail garante que e-mails com senhas ou endereços de carteiras não sejam lidos por intermediários. Isso aumenta sua autonomia: você controla seus dados, reduzindo riscos de hacks ou vazamentos. Vitalik destaca que ferramentas locais, como modelos de IA, evitam envio de informações sensíveis para servidores remotos. No cripto, onde um erro pode custar fortunas, essa camada extra de segurança é transformadora, permitindo foco no aprendizado sem preocupações constantes.

Como Começar Sua Jornada de Privacidade

Adotar essas ferramentas é simples e gratuito na maioria dos casos. Baixe o Signal na loja de apps — ele usa seu número, mas criptografa tudo. Para mais anonimato, experimente Session, que opera sem identificadores pessoais. No Proton Mail, crie uma conta gratuita e migre seus contatos gradualmente.

  1. Instale os apps e configure autenticação de dois fatores.
  2. Desative permissões desnecessárias de localização e contatos.
  3. Use senhas fortes gerenciadas por um app como Bitwarden.
  4. Teste conversas sensíveis para se acostumar.

Vitalik incentiva essa mudança coletiva em 2026, argumentando que a privacidade é acessível hoje. Para cripto-iniciantes, é o guia perfeito para navegar com confiança, protegendo patrimônio e identidade desde o início.

Por Que Agir Agora?

Com alertas crescentes sobre coleta de dados — como críticas de Vitalik a ferramentas de geo-inferência no X —, ignorar privacidade é arriscado. Ele doou 256 ETH para projetos como Session, mostrando compromisso real. Em um mundo de regulamentações incertas, ferramentas descentralizadas oferecem soberania verdadeira, alinhada aos ideais do cripto. Comece pequeno, mas comece: sua segurança futura agradece.


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Atleta cartoon algemado por corrente blockchain com USDT, agentes FBI rastreando, alertando sobre riscos de lavagem em Tether

FBI Prende Ex-Olímpico que Usava Tether para Lavar Dinheiro do Tráfico

De atleta olímpico a barão do tráfico: o FBI prendeu Ryan Wedding, ex-snowboarder canadense das Olimpíadas de 2002, no México. Acusado de liderar uma rede ligada ao Cartel de Sinaloa, ele usou Tether (USDT) para lavar lucros provenientes de cocaína e financiar assassinatos. Autoridades rastrearam transações na blockchain, provando que o anonimato em cripto é um mito perigoso para criminosos — e um alerta para todos.


Da Pista de Neve ao Top 10 Mais Procurados

Ryan Wedding, 44 anos, representou o Canadá nos Jogos de Inverno de Salt Lake City, terminando em 24º no snowboard. Mas sua trajetória mudou drasticamente. Acusado de gerenciar uma operação de tráfico de cocaína da Colômbia, via México, até os EUA, ele integrou o top 10 mais procurados do FBI por tráfico e homicídios. O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) e o Tesouro o sancionaram em novembro de 2024, após apreensões de 1 tonelada de cocaína, US$ 3,2 milhões em cripto e armas.

A joalheria em Toronto servia de fachada para lavagem, segundo o Tesouro. Wedding foi capturado na quinta-feira e transferido aos EUA, com anúncios da Procuradora Geral Pam Bondi e do Diretor do FBI, Kash Patel, destacando a vitória contra o crime transnacional.

O Papel do Tether na Rede Criminosa

A organização de Wedding usava Tether extensivamente. Traficantes recebiam pagamentos via QR codes em USDT por carregamentos de cocaína. Essa stablecoin facilitava transferências rápidas e transfronteiriças, ocultando milhões em lucros ilícitos. O DOJ alega que a rede orquestrou múltiplos assassinatos para proteger o negócio, com cripto servindo como ferramenta chave para movimentação de fundos.

O FBI ofereceu até US$ 15 milhões de recompensa por sua captura, priorizando o caso como ameaça à segurança norte-americana. A prisão reforça como cartéis adotam cripto, mas subestima a transparência da blockchain.

Como o FBI Rastreou as Transações

As autoridades exploraram a imutabilidade da blockchain para mapear fluxos de USDT. Ferramentas de análise on-chain identificaram padrões de lavagem, ligando carteiras a endereços de exchanges e negócios legítimos. Apesar do uso de mixers ou stablecoins, o DOJ seguiu trilhas de Colômbia a México e EUA, resultando em sanções e apreensões.

Isso demonstra a eficiência crescente do FBI e DOJ em investigações cripto, com colaboração internacional. O caso de Wedding é parte de uma série de prisões de fugitivos top, sob liderança Trump, enfatizando que ninguém escapa do rastro digital.

Lições de Segurança para Investidores

Para usuários legítimos, o caso de Wedding é um alerta protetor: cripto não é anônima. Transações são públicas e rastreáveis, atraindo escrutínio regulatório. Evite plataformas sem KYC, use wallets com privacidade comprovada e priorize compliance. Criminosos caem pela própria ganância, mas inocentes podem ser afetados por associações erradas. Monitore suas transações e eduque-se sobre riscos de lavagem — a blockchain protege, mas não esconde.


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Cúpula digital cyan rachada vazando silhuetas de usuários e fluxo vermelho com 50K, representando hack de dados fiscais de 50 mil cripto-usuários

Shiny Hunters: grupo hacker expõe 50 mil usuários de cripto

Seus dados fiscais de criptomoedas estão em risco? O grupo hacker Shiny Hunters invadiu a plataforma Waltio, expondo e-mails e saldos de portfólios de cerca de 50 mil usuários franceses referentes a 2024. A extorsão já começou, com ameaças de venda de dados sensíveis. Na França, epicentro de sequestros por cripto, o pânico se instala entre investidores.


Detalhes do Ataque à Waltio

A Waltio, plataforma francesa de relatórios fiscais para cripto usada por 150 mil clientes na França, Bélgica e Espanha, confirmou um ataque “sofisticado” em 21 de janeiro de 2026. Hackers acessaram dados limitados de 2024, como e-mails, saldos agregados, ganhos e perdas – muitos relatórios incompletos. Crucialmente, senhas, chaves de API, endereços de carteiras, históricos de transações e dados bancários não foram comprometidos.

A empresa corrigiu a vulnerabilidade e denunciou a extorsão às autoridades parisienses, especializada em cibercrimes. O CEO Pierre Morizot alerta para phishing via email, SMS ou ligações falsas, comum em vazamentos assim.

Quem São os Shiny Hunters?

Os Shiny Hunters são um coletivo notório de hackers, autores de breaches massivos em empresas como AT&T e outras. No caso Waltio, enviaram amostras da base roubada – emails e saldos fiscais – para provar posse e exigir resgate. Pesquisas indicam que, sem pagamento, dados como esses costumam ir a leilão na dark web, onde criminosos compram para extorsão direcionada ou ataques físicos.

Embora não haja confirmação de venda imediata, o padrão do grupo sugere alto risco. Na França, isso agrava a onda de violência: 6 ataques físicos a holders em 2026, 19 em 2025, incluindo sequestros como o de David Balland, cofundador da Ledger.

Riscos Iminentes para Investidores

Expor saldos de cripto é um convite à extorsão: hackers sabem quem tem patrimônio alto, facilitando alvos para golpes ou invasões. Na França, investigações ligam breaches digitais a crimes reais, com invasões domiciliares a perfis “discretos”. Usuários da Waltio enfrentam spam malicioso e chantagem personalizada, transformando dados fiscais em ameaça vital.

O vazamento ecoa rumores negados pela Waltio em dezembro de 2025, questionando a segurança prévia. Rumores persistem de ligações com sequestros locais, como em La Rochelle.

Como se Proteger: Lições Urgentes

Não confie em terceiros para dados sensíveis. Adote auto-custódia com hardware wallets (chaves físicas offline) para blindar fundos. Serviços com criptografia end-to-end evitam vazamentos centralizados. Monitore emails por phishing, mude senhas e evite compartilhar saldos fiscais.

Para brasileiros: evite plataformas estrangeiras sem conformidade local. A França prova que declaração fiscal vira alvo – priorize privacidade sobre conveniência. Autoridades francesas investigam, mas a prevenção é individual.


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Estrutura hexagonal DeFi com brecha vermelha reparada por fluxo dourado, simbolizando reembolso rápido após bug em liquidações

Paradex Reembolsa US$ 650 Mil Após Bug em Liquidações Indevidas

A plataforma de derivativos onchain Paradex reembolsou US$ 650 mil a cerca de 200 usuários após um bug técnico durante uma manutenção planejada causar liquidações indevidas em múltiplos mercados. O incidente, ocorrido na segunda-feira, envolveu uma race condition que corrompeu dados de funding escritos onchain. Diferente de um exploit de segurança, tratou-se de falha operacional interna, resolvida com rollback da chain e reembolso integral, demonstrando maturidade do protocolo.


O Que é uma Race Condition?

Uma race condition, ou condição de corrida, ocorre quando múltiplos processos ou threads acessam um recurso compartilhado simultaneamente, sem coordenação adequada, resultando em dados inconsistentes. No caso da Paradex, durante um upgrade de banco de dados de 30 minutos, isso levou à corrupção de dados de mercado, triggerando liquidações automáticas em posições alavancadas de usuários.

Esse tipo de erro é comum em sistemas distribuídos como blockchains, onde transações ocorrem em paralelo. A Paradex enfatizou que não houve invasão ou breach de segurança, mas sim uma falha de sincronização interna durante a manutenção. Para o trader iniciante, imagine duas caixas registradoras processando a mesma venda ao mesmo tempo: o saldo final pode sair errado se não houver trava de acesso.

A plataforma desabilitou o acesso temporariamente, cancelou ordens abertas (exceto take-profit e stop-loss) e reverteu a chain para um snapshot pré-manutenção, restaurando a integridade da rede.

Medidas Corretivas e Prevenção

Após o primeiro rollback da Paradex Chain, a equipe implementou atualizações robustas: procedimentos de restart de serviços revisados, validações adicionais de dados, processo de scale-up otimizado para manutenções com downtime total e proteções de bandas de preço em períodos de trading post-only.

Essas mudanças visam evitar recorrências, priorizando a estabilidade. O reembolso total aos afetados reforça a confiança, mostrando que protocolos onchain podem gerenciar falhas operacionais com transparência. Usuários mantiveram controle de seus fundos, sem necessidade de custódia centralizada, um diferencial da Paradex em relação a exchanges tradicionais.

A ação rápida evitou perdas maiores, com o downtime controlado e comunicações claras via X (antigo Twitter).

Contexto de Falhas Operacionais no Mercado

Incidentes como esse destacam vulnerabilidades operacionais, não só em DeFi. Em outubro, a dYdX pausou trading por oito horas devido a erros de ordenação de código e delays em oráculos, propondo compensação de até US$ 462 mil via fundo de seguro.

Tradicionalmente, a Chicago Mercantile Exchange (CME) interrompeu negociações por 10 horas em novembro por falha em data center. Já a Cloudflare sofreu degradação de serviço, impactando acessos a Coinbase, BitMEX e outros. Esses casos ilustram que falhas de infraestrutura afetam tanto plataformas centralizadas quanto descentralizadas.

Para protocolos como Paradex, que permitem posições perpétuas alavancadas com autocustódia, mitigar riscos operacionais é crucial para adoção em massa.

Lições para Traders em DeFi

A resposta da Paradex sinaliza maturidade: em vez de negar ou parcializar reembolsos, optou por integralidade e melhorias proativas. Isso diferencia bugs operacionais de exploits, onde fundos são roubados por atacantes externos.

Traders devem monitorar anúncios de manutenção, diversificar plataformas e usar stop-loss. Plataformas onchain como essa avançam na resiliência, mas eventos reforçam a necessidade de DYOR (faça sua própria pesquisa) e gerenciamento de risco.

O mercado reage com otimismo à transparência, potencializando confiança em derivativos descentralizados.


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