Comunidade Ethereum cartoon transforma fragmentos do hack DAO em escudo de segurança luminoso, simbolizando fundo de US$ 220 milhões para defesa futura

Do Hack do DAO à Defesa: Ethereum Mobiliza US$ 220 Milhões em ETH

Do hack à defesa: a comunidade Ethereum está mobilizando mais de 70.500 ETH não reclamados do histórico The DAO de 2016 para criar uma iniciativa de segurança avaliada em US$ 220 milhões. Anunciada por veteranos como Griff Green, a ação transforma o maior erro da rede em recursos para proteger wallets, contratos inteligentes e o protocolo core. Vitalik Buterin atua como curador, reforçando o compromisso com a resiliência.


O Legado do The DAO e o Hack de 2016

Em 2016, o The DAO captou cerca de US$ 150 milhões, equivalente a 14% de todo o ETH em circulação na época. No entanto, uma vulnerabilidade em seu contrato inteligente permitiu que hackers drenassem milhões, forçando um hard fork controverso que originou o Ethereum Classic. Após o evento, fundos não reclamados ficaram presos em contratos de resolução, totalizando mais de 70.500 ETH hoje, valorizados em torno de US$ 220 milhões com a apreciação do ativo.

Esses saldos inativos, gerenciados por uma carteira multisig de curadores, representam uma lição cara sobre segurança em smart contracts. Em vez de deixá-los ociosos, a comunidade optou por reutilizá-los, conectando o passado especulativo a necessidades atuais de proteção da rede.

Estrutura do Fundo de Segurança

O novo fundo de defesa do Ethereum, chamado The DAO Fund, stakeará aproximadamente 69.420 ETH para gerar rendimento contínuo. Esse yield, estimado em US$ 8 milhões anuais, somado a cerca de 4.600 ETH em reserva, financiará projetos em áreas críticas: segurança de wallets, auditorias de contratos, resposta a incidentes e melhorias no protocolo principal.

Griff Green destacou em entrevista à Unchained que, apesar dos avanços, problemas como phishing e drenagem de carteiras persistem. O fundo prioriza mecanismos abertos e bottom-up para alocação eficiente de recursos.

Curadores e Mecanismos de Governança

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, confirmou sua participação como curador, ao lado de especialistas como Taylor Monahan (MetaMask), Jordi Baylina (ZisK) e Pol Lanski (Dappnode). Essa equipe diversificada garante expertise em hardware, software e nós descentralizados.

A distribuição de grants usará ferramentas inovadoras: quadratic funding (financiamento quadrático, que amplifica contribuições comunitárias pequenas), retroactive funding (reembolso pós-projeto bem-sucedido) e votação por escolha ranqueada em RFPs. Essa abordagem DAO-like promove transparência e inclusão, alinhada aos princípios originais do Ethereum.

Implicações para o Futuro da Rede

Essa iniciativa demonstra a maturidade do ecossistema Ethereum: erros do passado se tornam alicerces para o futuro. Ao investir em segurança proativa, a rede reduz riscos de exploits, que custaram bilhões em perdas históricas. Para usuários brasileiros, com ETH cotado a cerca de R$ 14.268 (AwesomeAPI), o fundo pode elevar a confiança em DeFi e aplicações on-chain.

Green aconselha: adote uma hardware wallet. Monitore o progresso via canais oficiais para ver como esses US$ 220 milhões impulsionarão uma Ethereum mais resiliente e segura contra ameaças emergentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon tropeçando enquanto mão sombria puxa tapete memecoin, moedas vazando para abismo, alertando rug pulls e roubos em cripto

Alerta de Risco: Memecoins Ligadas a Roubos de US$ 90 Milhões nos EUA

Sua memecoin favorita pode estar lavando dinheiro de crimes contra o governo dos EUA? Autoridades americanas investigam um suposto roubo de US$ 90 milhões em criptoativos de wallets governamentais, com ligações a um token chamado LICK. O caso, revelado por investigadores on-chain como ZachXBT, alerta para riscos de rug pulls e centralização em memecoins lançadas em plataformas como Pump.fun. (72 palavras)


A Investigação sobre o Roubo Governamental

O US Marshals Service confirmou estar apurando um possível hack em contas de cripto controladas pelo governo. A denúncia surgiu de um drama em redes sociais, onde o investigador ZachXBT acusou John “Lick” Daghita, filho de um contratista do Departamento de Justiça e Defesa (CMDSS), de controlar wallets com mais de US$ 90 milhões em fundos ilícitos.

Os ativos incluem criptomoedas ligadas ao hack da Bitfinex e seizures governamentais. Em uma briga no Telegram, conhecida como “band for band”, Lick exibiu saldos milionários, permitindo o rastreamento on-chain. Isso expôs fluxos de mais de US$ 60 milhões roubados no final de 2025, incluindo US$ 40 milhões diretamente de endereços oficiais. Patrick Witt, do Conselho Presidencial de Assessores de Ativos Digitais, confirmou que está monitorando o caso.

Esse episódio destaca vulnerabilidades em fundos seized e o risco de engenharia social em comunidades cripto, onde ostentação pode virar pista para fraudes. Investidores devem ficar atentos a narrativas suspeitas em grupos privados. (148 palavras)

O Token LICK e Sinais de Centralização

O memecoin LICK, lançado recentemente no Pump.fun da Solana, controla cerca de 40% do supply total em uma única wallet ligada a Daghita. Plataformas de análise como Bubblemaps identificaram essa concentração extrema, um clássico sinal de risco para rug pulls, onde criadores vendem massivamente e abandonam o projeto.

Daghita tem promovido o token em lives no Telegram, misturando hype com histórico questionável. A Bubblemaps descreveu a situação como “unhinged”, alertando para potenciais lavagem de fundos roubados via memecoins. Tokens com suprimentos assim centralizados são alvos fáceis para manipuladores, especialmente em ecossistemas de alta volatilidade como Solana memecoins.

Para o investidor brasileiro, isso reforça a importância de verificar holders iniciais antes de entrar em pumps especulativos. Uma wallet dominante pode dumpá-lo a qualquer momento, evaporando ganhos rápidos. (132 palavras)

Como se Proteger com Ferramentas de Análise On-Chain

Ferramentas como Bubblemaps são essenciais para mapear distribuições de tokens e detectar clusters de wallets controladas por poucas entidades. Ao analisar o LICK, ela revelou visualmente a dominância de 40%, um red flag imediato. Outras opções incluem Dexscreener para liquidez e Rugcheck para scores de risco.

Passos práticos:

  1. Verifique concentração de supply;
  2. Rastreie transações iniciais com Etherscan ou Solscan;
  3. Evite tokens com mais de 20-30% em uma wallet;
  4. Monitore lives e grupos por sinais de engenharia social.

Esses hábitos podem salvar seu capital de scams disfarçados de memes virais.

No contexto regulatório, com PACs como Fairshake arrecadando US$ 193 milhões para eleições, o escrutínio sobre cripto crimes aumenta. Fique protegido: DYOR vai além de hype, exige análise técnica. (128 palavras)

Lições para Investidores em Memecoins

Esse caso une roubo governamental, centralização e promoção agressiva – uma tempestade perfeita para perdas. Memecoins prometem retornos explosivos, mas 90% falham por manipulação. Priorize projetos com distribuição ampla e transparência on-chain. Monitore notícias de hacks e use alertas de ferramentas protetoras para agir rápido. Sua carteira agradece a cautela. (52 palavras)


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Veteranos cartoon transformando cofre DAO antigo em escudo protetor luminoso para rede Ethereum, simbolizando retorno para segurança após hack de 2016

The DAO Retorna: Fundo de US$ 220 milhões para Segurança Ethereum

O fantasma do hack mais famoso da história cripto volta para salvar a rede Ethereum. Veteranos da comunidade, incluindo o cofundador Vitalik Buterin, estão revivendo The DAO — o experimento pioneiro de governança descentralizada de 2016 — com um fundo de US$ 220 milhões em ETH não reclamado desde o exploit que abalou a rede há uma década. A iniciativa foca exclusivamente em segurança.


Origens do The DAO e o Hack de 2016

The DAO, ou Decentralized Autonomous Organization, surgiu em 2016 como um fundo de venture capital totalmente on-chain no Ethereum. Projetado para ser gerido por detentores de tokens via votação em propostas, captou cerca de US$ 150 milhões — 14% de todo o ETH em circulação na época —, tornando-se o maior crowdfunding da história até então.

No entanto, uma vulnerabilidade no código do smart contract permitiu que um atacante drenasse US$ 60 milhões em ether. Isso gerou uma crise existencial: a comunidade debateu intensamente entre imutabilidade blockchain e intervenção. O resultado foi um hard fork, dividindo a rede em Ethereum (com reembolso) e Ethereum Classic (cadeia original imutável). Os fundos restantes, incluindo 70.500 ETH, ficaram parados em contratos não resolvidos.

O Que São os ‘ETH Não Reclamados’?

Após o hard fork, uma carteira multisig de curadores gerenciou reivindicações pendentes. Cerca de 70.500 ETH nunca foram sacados pelos detentores originais, possivelmente por perda de chaves privadas ou abandono. Esses ativos, avaliados hoje em aproximadamente US$ 220 milhões (ou mais de R$ 1 bilhão, com ETH a R$ 14.657), permaneceram intocados por quase 10 anos.

A reativação respeita o ethos descentralizado: os curadores — como Griff Green (Giveth), Taylor Monahan (MetaMask), Jordi Baylina (ZisK) e Pol Lanski (Dappnode) — propõem realocá-los sem violar direitos de reivindicação. Qualquer herdeiro ainda pode acessar sua porção via mecanismos originais.

Gestão do Novo Fundo de Segurança

O The DAO Fund alocará inicialmente US$ 13,5 milhões em grants para segurança, distribuídos por mecanismos DAO modernos: quadratic funding (financiamento quadrático, que amplifica contribuições populares), retroactive public goods funding (reembolso retroativo por bens públicos) e RFPs com votação por escolha ranqueada. Áreas incluem segurança de wallets, auditorias de smart contracts, resposta a incidentes e melhorias no protocolo core.

Os restantes 69.420 ETH serão staked, gerando um endowment com rendimento anual estimado em US$ 8 milhões (a taxas atuais). Isso cria sustentabilidade de longo prazo. "Security really needs support", alertou Green, citando phishing e drenos de wallets persistentes.

Por Que Agora? Implicações para o Ethereum

Reviver The DAO faz sentido em 2026: o Ethereum amadureceu, mas vulnerabilidades persistem — de exploits em DeFi a ataques de phishing. Com TVL bilionário e adoção crescente, investir em segurança fortalece a rede contra ameaças. Simbolicamente, transforma uma tragédia histórica em legado positivo, reforçando governança bottom-up.

Para usuários brasileiros, a lição é clara: use hardware wallets e auditorias. Monitore o X oficial do projeto para rounds de funding. Essa iniciativa pode elevar padrões de segurança em toda a Web3.


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Senadores cartoon denunciando figura DOJ cortando rede de segurança cripto com cofre rachado e 100M exposto, expondo escândalo regulatório

Escândalo no DOJ: Senadores Denunciam Conflitos em Cripto

Seis senadores americanos, liderados por Mazie Hirono, enviaram uma carta ao vice-procurador-geral (Deputy AG) Todd Blanche questionando o fechamento da unidade anti-cripto do DOJ em abril de 2025, logo após descobrirem seus investimentos pessoais em Bitcoin e Ethereum, estimados entre US$ 158 mil e US$ 470 mil. A decisão de dissolver a National Cryptocurrency Enforcement Team (NCET) levanta suspeitas de conflito de interesses, enquanto fraudes como a da Cere Network prosseguem impunes. Quem vigia os vigilantes?


Conflito no Coração do DOJ

O memorando assinado por Todd Blanche em abril de 2025 ordenou o fim da NCET, argumentando que o Departamento de Justiça não é “regulador de ativos digitais”. A unidade, criada para combater crimes com criptomoedas como lavagem de dinheiro e fraudes, foi desmantelada em meio a uma guinada na política do DOJ, priorizando apenas casos de tráfico e terrorismo. Senadores como Elizabeth Warren e Richard Durbin exigem documentos sobre o processo decisório e o divórcio dos ativos de Blanche, que só ocorreu semanas ou meses após o anúncio.

Declarações éticas públicas revelam que Blanche detinha posições significativas em Bitcoin e Ethereum, além de outros investimentos cripto. Críticos apontam violação de regras federais que proíbem participação em assuntos com interesse financeiro pessoal. Defensores alegam aprovação ética interna, mas a coincidência temporal alimenta o escrutínio. A carta, datada de 28 de janeiro de 2026, requer respostas sob pena de investigação mais profunda.

Fraude na Cere Network: O Sistema Falha

Enquanto o DOJ recua, processos como o contra a Cere Network expõem vulnerabilidades. Uma ex-funcionária e investidora, Vivian Liu, processa o cofundador Fred Jin e o board por um suposto esquema de pump-and-dump na venda de tokens em 2021. Alegam-se vendas secretas de US$ 41 milhões em tokens CERE, violando promessas de vesting, com fundos desviados para carteiras pessoais e trades arriscados.

É o segundo processo no mês: o cofundador Ken Wang acusa Jin de desviar US$ 58 milhões via contabilidade fraudulenta e wash trading com a Gotbit, firma condenada por manipulação. O token CERE despencou 99,9% de seu pico, de US$ 0,47 para frações de centavo, deixando investidores no prejuízo. Esses casos ilustram como a ausência de fiscalização robusta permite abusos.

Implicações para o Mercado Cripto

O desmantelamento da NCET pode sinalizar leniência regulatória, beneficiando quem tem conexões em Washington, mas prejudicando investidores comuns. Com crimes cripto atingindo recordes – volumes ilícitos subiram 145% em 2025, segundo relatórios – a falta de uma equipe dedicada agrava riscos de fraudes, hacks e esquemas ponzi. Senadores demandam transparência: quando Blanche soube de seus holdings? Quem aprovou o memo? Respostas pendentes podem desencadear audiências no Congresso.

Para brasileiros no criptomercado, isso reforça a necessidade de due diligence extrema. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas de análise, mas o risco sistêmico persiste enquanto reguladores enfrentam seus próprios conflitos.


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Fábrica brutalista subterrânea processando fluxo dourado contaminado com '16B' em engrenagem, representando lavagem recorde de US$16 bi em cripto por redes chinesas

Lavagem Recorde: Redes Chinesas Movimentaram US$ 16 Bi em Cripto

Redes de lavagem de dinheiro em língua chinesa processaram US$ 16,1 bilhões em fundos ilícitos via criptomoedas em 2025, capturando cerca de 20% de todo o mercado de lavagem conhecido, revela o relatório Crypto Crime Report 2026 da Chainalysis. Com 1.799 carteiras ativas movimentando US$ 44 milhões diários, essas operações cresceram 7.325 vezes mais rápido que exchanges centralizadas desde 2020, impulsionadas por controles de capital na China e demanda de crime organizado global.


Crescimento Explosivo Supera Canais Tradicionais

O avanço dessas redes é alarmante: desde 2020, o fluxo de fundos para elas superou em muito os canais convencionais de lavagem. Comparadas às exchanges centralizadas, cresceram 7.325 vezes mais rápido. Plataformas DeFi expandiram 1.810 vezes mais devagar, enquanto transferências ilícitas on-chain foram 2.190 vezes inferiores. O ecossistema total de lavagem saltou de US$ 10 bilhões em 2020 para mais de US$ 82 bilhões em 2025, com as redes chinesas ganhando fatia dominante.

Tom Keatinge, do Centre for Finance & Security no RUSI, destaca: essas operações viraram negócios transfronteiriços multibilionários, oferecendo serviços eficientes e baratos para grupos de crime organizado na Europa e América do Norte. Controles de capital chineses, que visavam conter evasões de ricos, inadvertidamente alimentaram essa infraestrutura criminosa.

Infraestrutura Industrial: Seis Tipos de Serviços

As redes formam um ecossistema completo com seis serviços especializados. Running point brokers recrutam contas bancárias e carteiras para entrada de fundos fraudulentos. Operações de money mules layerizam via múltiplas transações, cobrindo África e pagamentos globais. Mesas OTC informais cobram prêmios por transferências sem KYC, prometendo "fundos limpos" apesar de laços criminais evidentes.

Serviços Black U focam em cripto de hacks, scams e roubos, vendendo ativos 10-20% abaixo do mercado em apenas 1,6 minutos. Plataformas de apostas e serviços de movimentação finalizam com mixing e swaps. O Black U atingiu US$ 1 bilhão em 236 dias, superando outros serviços em velocidade.

Chris Urben, da Nardello & Co, nota a transição rápida do Peso Negro de Mercado para cripto, que elimina ledgers manuais complexos.

Ações Regulatórias Enfrentam Redes Persistentes

Reguladores contra-atacam: o Tesouro dos EUA sancionou o Prince Group, FinCEN designou a Huione Group como preocupação primária de lavagem, e autoridades britânicas miraram facilitadores. Plataformas de garantia foram disruptas, e Telegram removeu contas ligadas à Huione. No entanto, vendedores migraram rapidamente sem interrupções.

Keatinge alerta para o abismo entre capacidades criminosas e policiais: leis nacionais, barreiras fronteiriças e compartilhamento pobre de dados dificultam. Urben recomenda OSINT combinado com análise blockchain para mapear redes e ligar movimentos a atores.

Implicações para Investidores e Mercado

Essa dominância expõe vulnerabilidades no ecossistema cripto, onde stablecoins viram ferramenta central do submundo. Investidores devem monitorar sanções e relatórios Chainalysis para riscos em exchanges e DeFi. A escala industrial — US$ 44 milhões/dia — sinaliza urgência regulatória global, podendo elevar escrutínio sobre transações on-chain e KYC em plataformas.

Enquanto reguladores avançam, as redes adaptam-se, destacando a necessidade de ferramentas investigativas avançadas para proteger o mercado legítimo.


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Esfera ocular cibernética glitchada por padrão adversarial invisível, expondo vulnerabilidades em visão de IA para cripto e DeFi

Alerta NVIDIA: Hackers Enganam Visão de IA com Ataques Invisíveis

Pesquisadores da NVIDIA revelaram falhas críticas em modelos de linguagem de visão (VLMs), usados em veículos autônomos e agentes de IA. Com modificações imperceptíveis em imagens, hackers podem enganar sistemas para interpretar um semáforo vermelho como verde, mudando ‘Pare’ para ‘Siga’. Essa vulnerabilidade afeta aplicações cripto que dependem de análise visual automatizada, exigindo cautela urgente em projetos de bots de trading e verificações de segurança.


O Ataque Invisível: Mudando ‘Pare’ para ‘Siga’

A pesquisa da NVIDIA, publicada por Joseph Lucas no blog de desenvolvedores, demonstra um ataque simples e devastador. Partindo de uma imagem de semáforo vermelho, os cientistas aplicaram perturbações em nível de pixel, invisíveis ao olho humano. Em apenas 20 passos de otimização, o modelo VLM alterou sua saída de “Pare” com alta confiança para “Siga” com certeza similar.

Esse truque explora a confiança excessiva em algoritmos de visão computacional. Sistemas autônomos, sem supervisão humana, podem tomar decisões erradas baseadas em inputs manipulados. Para o público cripto, isso é um alerta: bots de trading que analisam gráficos ou interfaces visuais estão expostos a manipulações semelhantes.

Como os Ataques Adversários Funcionam

Os ataques usam Projected Gradient Descent, técnica que ajusta pixels iterativamente para maximizar a probabilidade de uma saída desejada. Testes em modelos como PaliGemma 2, baseado na arquitetura Gemma do Google, confirmaram a eficácia. Até patches físicos — como adesivos aplicados em objetos reais — foram testados, embora frágeis em cenários práticos.

Diferente de classificadores tradicionais com categorias fixas, VLMs geram texto livre, ampliando o risco. Hackers podem induzir respostas imprevisíveis, como “ejetar” em vez de comandos de trânsito. Essa flexibilidade torna a defesa mais complexa, especialmente em aplicações blockchain onde imagens de documentos ou charts são processadas automaticamente.

Riscos para Cripto, DeFi e Sistemas Autônomos

No ecossistema cripto, VLMs aparecem em verificações KYC visuais, bots interpretando dados de mercado e protocolos DeFi com agentes autônomos. Um atacante poderia falsificar charts para acionar vendas em pânico ou burlar autenticações. A dependência cega em IA sem camadas de segurança robusta é perigosa, como destaca a análise da NVIDIA.

Projetos emergentes de tokens de IA agravam o problema: investidores confiam em narrativas de infalibilidade, ignorando vetores como esses. A pesquisa reforça que segurança em IA vai além do modelo, demandando testes rigorosos contra exemplos adversários.

Medidas de Proteção e Próximos Passos

A NVIDIA sugere defesas como sanitização de inputs e outputs, uso de NeMo Guardrails para filtragem e sistemas de controle que não dependem só da IA. Para desenvolvedores cripto, geradores de exemplos adversários devem ser rotina em testes, simulando ataques reais.

Como investidora cautelosa, recomendo: avalie projetos de IA com escrutínio extra. Não aposte tudo em euforia tecnológica sem provas de robustez. Monitore atualizações de modelos como Qwen3-VL e GLM-4.6V, que avançam em capacidades agentic, mas herdam esses riscos.


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Investidores cartoon acusando teia digital com máscara caindo revelando bots e tokens falsos, com $100M no chão, simbolizando fraude na Cere Network

A Conta Chegou: Cere Network Enfrenta US$ 100 milhões por Fraude em Tokens

A Cere Network, plataforma de infraestrutura cripto, enfrenta um processo de US$ 100 milhões em um tribunal federal de San Francisco. A denúncia, movida por Vivian Liu na terça-feira (27/01), acusa o co-fundador Fred Jin, seu irmão, sua esposa e a diretoria de fraude em uma venda pública de tokens em novembro de 2021. É o segundo processo contra a empresa este mês, destacando riscos latentes em projetos antigos de ICOs sem transparência total.


Acusações de pump-and-dump e Vendas Secretas

A queixa alega que Jin prometeu um cronograma de vesting rigoroso para tokens CERE, impedindo vendas imediatas por funcionários e investidores iniciais. No entanto, logo após o lançamento público em novembro de 2021, Jin e supostos cúmplices venderam mais de US$ 41 milhões em tokens em exchanges como HTX e KuCoin, transferindo os fundos para carteiras pessoais. Esses recursos, destinados às operações da Cere Network, teriam sido desviados para empresas de fachada e apostas arriscadas em trades cripto.

Além disso, a denúncia aponta o uso de bots sofisticados pela Gotbit — market maker condenado por fraude e manipulação de mercado nos EUA em junho passado — para inflar volumes de negociação e mascarar o esquema. Vivian Liu, que trabalhou e investiu na empresa, busca indenização proporcional à escala da fraude alegada.

Segundo Processo: Ken Wang Acusa Desvio de US$ 58 Milhões

Não se trata de um caso isolado. Em 13 de janeiro, o co-fundador Ken Wang ingressou com ação na Court of Chancery de Delaware, alegando desvio sistemático de mais de US$ 58 milhões em ativos corporativos. Wang acusa Jin de contabilidade fraudulenta, entidades fictícias e wash trading com criptomoedas para ocultar transferências de US$ 41,78 milhões em tokens do tesouro da empresa para contas pessoais.

Ele também denuncia demonstrações financeiras falsificadas para acionistas e subnotificação de captações em mais de US$ 21 milhões. Esses processos revelam fissuras profundas na governança da Cere Network, questionando a integridade de sua liderança desde o auge do boom de ICOs em 2021.

Lições para Investidores em Projetos Antigos

Esses litígios servem como alerta: projetos de 2021, período de euforia com vendas privadas e ICOs, ainda carregam ‘esqueletos no armário’. Muitos careciam de transparência em vesting, auditorias e alocação de fundos. Investidores devem verificar relatórios on-chain, cronogramas de desbloqueio e histórico de wallets da equipe antes de alocar capital.

A falta de due diligence pode levar a perdas bilionárias, como visto em casos semelhantes. Para brasileiros interessados em altcoins legadas, ferramentas como Etherscan ou Solscan são essenciais para rastrear movimentos suspeitos, evitando armadilhas de governança falha.

Situação Atual e Implicações

O token CERE negocia hoje por frações de centavo, uma desvalorização de 99,9% desde o pico de 47 centavos em novembro de 2021. Isso reflete não só a volatilidade cripto, mas também danos à reputação por alegações de má conduta. A Cere Network e Fred Jin foram contatados para comentários, mas não responderam até o momento.

Enquanto os tribunais analisam as provas, o caso reforça a necessidade de regulação mais rígida em vendas de tokens. Investidores devem priorizar projetos com auditorias independentes e transparência total para mitigar riscos de fraudes disfarçadas de inovação.


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Balança da justiça cartoon inclinada a favor de lingotes de ouro e token XRP vitorioso sobre burocracia SEC, simbolizando reservas Tether e vitória judicial Ripple

Tether Vira ‘Banco Central de Ouro’ e Ripple Conquista Vitória Judicial

📊 BOLETIM CRIPTO | 29 de Janeiro | MANHÃ

O avanço institucional define o tom de alta moderado do período. A Tether se transforma em “banco central de ouro” com acumulação massiva de 130 toneladas de ouro físico, enquanto a Ripple conquista vitória judicial definitiva que reforça o status de não-security do XRP. Enquanto isso, Wall Street pressiona a SEC pela regulação tradicional de ativos tokenizados, sinalizando maturidade do setor. Apesar de riscos pontuais como fraudes em memecoins e brechas de segurança governamental, o momentum positivo impulsionado por players institucionais supera os incidentes setoriais. O viés de alta prevalece, condicionado à evolução das investigações de segurança e às confirmações de parcerias pendentes.


🔥 Destaque: Tether Transforma-se em ‘Banco Central de Ouro’

A maior revolução do período vem da Tether, que está executando uma transformação estratégica audaciosa em sua estrutura de reservas. O CEO Paolo Ardoino declarou explicitamente que a empresa está se tornando um “banco central de ouro”, com compras semanais de 1 a 2 toneladas de ouro físico armazenadas em cofres de alta segurança na Suíça.

A empresa já acumulou aproximadamente 130 toneladas de ouro, posicionando-se como um dos maiores detentores do metal fora de bancos e estados-nação — avaliadas em cerca de US$ 22 bilhões. Além disso, o token XAUT (Tether Gold) representa atualmente 16 toneladas (~US$ 2,7 bilhões), com projeção de chegar a US$ 5 a 10 bilhões até o final do ano — uma valorização potencial de 85% a 270%.

A estratégia captura perfeitamente o “trade de debasement” em ouro, que superou os US$ 5.200/oz esta semana, impulsionado por incertezas cambiais globais. A contratação de traders seniores do HSBC e o desenvolvimento de uma mesa de operações especializada indicam ambições de trading ativo no mercado de metais preciosos. A narrativa posiciona o XAUT como alternativa ao dólar para países do BRICS e investidores preocupados com a debilitação das moedas fiduciárias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 456.850,93, com queda de 1,35% nas últimas 24 horas. O ouro, referência da nova estratégia da Tether, está a R$ 28.602,20, praticamente estável no período.


📈 Panorama do Mercado

O período é marcado por uma convergência institucional clara. Além da estratégia de ouro da Tether, a vitória judicial da Ripple no Tribunal de Apelações do 9º Circuito elimina incerteza legal que pairava sobre o XRP há anos, reforçando seu status de não-security e abrindo caminho para adoção institucional acelerada.

Simultaneamente, Wall Street pressiona a SEC pela aplicação de regras tradicionais de títulos a ativos tokenizados. Representantes da SIFMA, Citadel e JPMorgan argumentaram que a tokenização moderniza a infraestrutura de mercado, mas não altera a natureza econômica dos securities — defendendo o princípio de “mesma atividade, mesmo risco, mesmas regras”. Essa postura favorece produtos RWA compliant como o BlackRock BUIDL e o Franklin Templeton FOBXX, enquanto pressiona protocolos DeFi permissionless.

Do lado especulativo, o token WLD (World) disparou 27% em minutos após relatório da Forbes indicar que Sam Altman, CEO da OpenAI, estaria explorando uma rede social biométrica para combater bots — potencialmente utilizando a tecnologia Orb do World Network. O movimento reflete a sensibilidade do mercado a narrativas de IA e identidade digital, embora não haja confirmação formal de parceria.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fraudes e breaches em custódia governamental: O US Marshals Service investiga suposto roubo de US$ 90 milhões em criptoativos de carteiras governamentais. O investigador ZachXBT acusa John “Lick” Daghita — filho de contratista federal — de controlar carteiras com fundos apreendidos, incluindo ativos ligados ao hack da Bitfinex. O caso expõe falhas críticas na segurança de ativos digitais sob custódia federal.
  • Meme coin LICK exposta: A análise on-chain da Bubblemaps e ZachXBT revelou que a meme coin LICK, lançada na Pump.fun (Solana), está vinculada ao mesmo John Daghita. Uma única wallet controla aproximadamente 40% do supply total, configurando cenário de extrema centralização e risco iminente de rug pull ou apreensão de fundos pelas autoridades.
  • Pressão regulatória sobre DeFi permissionless: A reunião entre Wall Street e a SEC sinaliza que protocolos como Uniswap e Aave podem enfrentar reclassificação como exchanges ou brokers quando lidarem com títulos tokenizados. A obrigatoriedade de KYC/AML e registro como broker-dealer poderia inviabilizar modelos DeFi permissionless atuais.
  • Litígios em projetos legados: A Cere Network enfrenta segundo processo judicial em janeiro, totalizando US$ 158 milhões em alegações de fraude. O co-founder Fred Jin é acusado de esquema pump-and-dump no lançamento de tokens de 2021, com conexão ao market maker Gotbit — já condenado por manipulação. O token desvalorizou 99,9% desde o pico.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Crescimento de RWA compliant e XAUT: A demanda por regras tradicionais cria ambiente favorável a produtos tokenizados que operam dentro da estrutura regulatória existente. O XAUT está posicionado para crescimento exponencial conforme a Tether expande suas reservas de ouro. Produtos como BlackRock BUIDL, Franklin Templeton FOBXX e Ondo Finance ganham vantagem competitiva significativa sobre competidores não-regulados.
  • Adoção institucional do XRP: A eliminação do risco legal federal permite que instituições financeiras reconsiderem posições em XRP sem a incerteza de classificação como security. A Ripple pode acelerar parcerias com bancos e remessas internacionais, expandindo o uso do XRP em corredores de liquidez. O XRP está cotado a R$ 9,73, com queda de 2,63% no período, segundo dados consolidados.
  • Infraestrutura de identidade biométrica: Se a OpenAI confirmar parceria com o World Network, o WLD poderia consolidar valorização sustentada além do movimento especulativo atual. A narrativa de “prova de humanidade” torna-se essencial em uma era pós-IA generativa, potencialmente elevando a demanda por infraestrutura de identidade descentralizada.
  • Ferramentas de análise on-chain: A exposição dos casos LICK e Daghita demonstra a eficácia de ferramentas como Bubblemaps e investigadores independentes como ZachXBT. Investidores institucionais que adotarem análise on-chain rigorosa podem evitar armadilhas similares, valorizando projetos de inteligência blockchain.

📰 Principais Notícias do Período

1. Tether vira ‘banco central de ouro’: estratégia de ouro em escala soberana
CEO Paolo Ardoino revela Tether acumulando 1-2t ouro/semana em cofres suíços, total ~130t (US$22B), posicionando XAUT para US$5-10B. Estratégia captura debasement trade com ouro >US$5200 e demanda BRICS. (Bitcoinist)

2. Tribunal de Apelações confirma vitória da Ripple e reforça status de não-security do XRP
9º Circuito rejeita ação coletiva por prescrição, reforçando XRP não-security. Remove incerteza federal, catalisando adoção institucional e DeFi XRPL. (The Crypto Basic)

3. Wall Street exige regulamentação tradicional para tokenizados, ameaçando modelo DeFi permissionless
SIFMA/Citadel/JPM pressionam SEC contra isenções tokenizados, defendendo regras tradicionais. Favorece RWA compliant como BlackRock BUIDL, pressiona DeFi. (CoinDesk)

4. WLD dispara 27% com rumores de parceria OpenAI para rede anti-bots biométrica
Relatório Forbes liga Sam Altman/OpenAI a rede biométrica usando Orb Worldcoin. WLD +27% em FOMO, mas risco correção sem confirmação. (CoinDesk)

5. EUA investigam roubo de US$ 90M em cripto: falha de segurança expõe vulnerabilidades governamentais
US Marshals probe breach carteiras gov; ZachXBT liga John Daghita a US$90M incluindo Bitfinex. Expõe falhas custódia federal. (Bitcoinist.com)

6. Meme coin LICK exposta: 40% supply em wallet de suspeito de roubo US$40M ao governo EUA
Bubblemaps/ZachXBT expõem LICK (Pump.fun) ligado a John Daghita; 40% supply centralizado. Risco rug pull ou seizure imediato. (CryptoPotato)

7. Cere Network processada por US$100M: fraude em token launch 2021 expõe riscos sistêmicos
Segundo lawsuit janeiro acusa co-founder Fred Jin pump-and-dump US$41M CERE tokens 2021, ligado Gotbit condenado. Token -99.9%. (Cointelegraph)


🔍 O Que Monitorar

  • Reservas de ouro da Tether e supply XAUT: Acompanhar se as compras semanais de 1-2 toneladas se mantêm e se o supply do Tether Gold cresce conforme projeção de US$ 5-10 bilhões. Fonte: Tether/Bloomberg.
  • Volume de XRP e TVL XRPL DeFi: Medir se a clareza legal está convertendo em adoção prática e interesse institucional. Fonte: CoinGecko/DefiLlama.
  • Confirmação de parceria WLD-OpenAI: Evento catalisador que separará movimento sustentado de correção especulativa. Fonte: OpenAI/Forbes.
  • Atualizações das investigações Daghita/ZachXBT: Novas descobertas podem revelar conexões adicionais com fundos roubados ou outras wallets. Fonte: Twitter ZachXBT.
  • TVL em tesouros tokenizados (RWA): Sinalizará fluxo institucional pós-reunião SEC/Wall Street. Fonte: DefiLlama.

🔮 Perspectiva

O viés de alta moderado persiste nas próximas 12-24 horas, impulsionado pelo momentum da estratégia de ouro da Tether e pela clareza legal consolidada da Ripple. É provável que o XAUT e o XRP apresentem performance relativamente forte se o cenário macro de ouro sustentar acima de US$ 5.200/oz e se não houver novos desenvolvimentos negativos nas investigações judiciais.

As fraudes envolvendo Daghita e o meme coin LICK podem gerar FUD localizado em Solana e memecoins, mas não devem reverter o sentimento institucional dominante. A convergência entre Tether e Ripple como pilares de maturidade do mercado contrasta com os riscos setoriais periféricos, enfatizando a resiliência do core market.

Investidores devem monitorar atentamente possíveis confirmações formais da parceria OpenAI-World e atualizações das investigações de segurança governamental. A consolidação positiva é o cenário mais provável caso não surjam novos breaches de segurança ou sanções regulatórias imprevistas. Mantenha gestão de risco adequada e considere a diversificação entre ativos compliant institucionalmente.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Juiz cartoon martelando pirâmide financeira desmoronando com líderes algemados caindo, simbolizando condenação por fraude cripto da Trust Investing

Justiça Brasileira Condena Líderes da Trust Investing a 16 Anos

Fim da linha para os líderes da pirâmide cripto Trust Investing: condenados a penas de até 16 anos de prisão por um golpe que roubou R$ 4 bilhões de 1,3 milhão de brasileiros. A sentença, publicada nesta terça (27) pela Justiça Federal de Campo Grande/MS, representa uma rara vitória contra a impunidade que assombra vítimas de esquemas Ponzi no Brasil, com multas milionárias e perda de bens de luxo.


Detalhes das Penas e Multas

A decisão do juiz federal Felipe Alves Tavares impôs regimes iniciais fechados para a maioria dos réus. Diego Ribeiro Chaves e Diorge Roberto de Araújo Chaves receberam as penas mais duras: 16 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, mais 1 ano, 11 meses e 10 dias de detenção. Fabiano Lorite de Lima pegou 16 anos e 1 mês de reclusão, enquanto Ivonélio Abrahão da Silva foi sentenciado a 13 anos, 10 meses e 26 dias. Patrick Abrahão Santos Silva teve 12 anos, 2 meses e 8 dias, e Cláudio Barbosa, em semiaberto, 7 anos e 11 meses.

Além das prisões, o grupo enfrenta R$ 10 milhões em indenização por danos morais coletivos, mais multas individuais somando 2.750 salários mínimos — cerca de R$ 3,3 milhões na época dos fatos —, além de custas processuais. Passaportes retidos e proibição de sair do país completam as restrições, embora possam recorrer em liberdade.

O Esquema Ponzi Exposto

A Trust Investing operava uma clássica pirâmide financeira disfarçada de trading de criptomoedas, sem autorização da CVM ou Banco Central. Prometia lucros de 300% ao ano via tokens próprios como Truster Coin e Trust Energy, manipulados para valorizações artificiais de até 38.000% antes de um rug pull — retirada repentina de liquidez, zerando os ativos das vítimas.

Interceptações revelam o cinismo: usavam “rodar a roda” para descrever a entrada constante de novos investidores pagando os antigos. Quando o fluxo secou em 2021, inventaram um ataque hacker falso e auditoria inexistente para adiar saques. Falsos lastros em esmeraldas de extração ilegal (usurpação de bens da União) e lavagem via empresas de fachada, como Victory Pedras Preciosas e uma igreja, completavam o crime organizado.

Bens Perdidos e Histórico Criminal

A Justiça decretou o perdimento de bens para a União: carros de luxo (Porsches, BMWs, Land Rovers), lanchas, imóveis, joias, gado e valores bloqueados — tudo financiado pelo dinheiro das vítimas, muitas vezes registrado em laranjas para dissimular. Uma lancha e um Audi A5 voltam a compradores de boa-fé.

O caso remonta a 2019, com colapso em 2021. A PF lançou a Operação La Casa de Papel em 2022, prendendo líderes — hoje soltos. Ligações sombrias incluem transações de R$ 233 mil com o “Faraó do Bitcoin” (Glaidson Acácio, da GAS Consultoria) via Blockskip, da BitcoinToYou, e suposta ordem de execução de Patrick Abrahão por concorrência no RJ.

Lições Contra a Impunidade nas Pirâmides

Essa condenação expõe as falhas sistêmicas que permitem pirâmides florescerem no Brasil, explorando a ganância por retornos impossíveis. Para investidores, sinais vermelhos incluem promessas irreais, falta de regulação e pressão por novos aportes. A decisão reforça que a Justiça pode punir, mas a prevenção depende de educação: verifique CVM, evite esquemas sem transparência e priorize plataformas reguladas. Vítimas da Trust agora aguardam ressarcimento efetivo, mas o precedente é um freio aos malfeitores.


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Prefeito cartoon em pânico diante de tela de ransomware com BTC e 5K, representando ciberataque em prefeitura espanhola

Ransomware na Espanha: Hackers Exigem US$ 5 mil em Bitcoin de Prefeitura

Hackers sequestraram dados da prefeitura de Sanxenxo, na Galícia espanhola, exigindo um resgate de US$ 5 mil em Bitcoin após ataque de ransomware ocorrido no domingo (26 de janeiro). Embora o valor pareça modesto comparado a grandes corporações, o incidente destaca prefeituras como alvos fáceis para criminosos cibernéticos, com potencial para interromper serviços essenciais à população. A administração recusou o pagamento e restaurou os sistemas via backups.


Detalhes do Ataque Ransomware

Funcionários da prefeitura de Sanxenxo descobriram o bloqueio no início do expediente de segunda-feira. Milhares de arquivos internos foram criptografados pelo malware, paralisando a atividade administrativa por horas. Os atacantes deixaram uma mensagem exigindo US$ 5 mil em Bitcoin — equivalente a cerca de R$ 26 mil ao câmbio atual — para liberar os dados.

Esse tipo de ransomware opera criptografando informações críticas e cobrando resgate para fornecer a chave de descriptografia. Diferente de ataques a empresas bilionárias, valores baixos como esse são comuns contra instituições públicas com orçamentos limitados, aumentando a pressão para pagamento rápido e discreto.

O impacto foi contido: serviços como Nauta e Turismo de Sanxenxo, em redes separadas, continuaram operando. A sede eletrônica também permaneceu ativa, minimizando transtornos à população local.

Resposta das Autoridades e Recuperação

A prefeitura, sob comando do prefeito Telmo Martín, optou por não ceder à extorsão. Em vez disso, ativou backups diários para restaurar os sistemas, processo que levou mais tempo que o esperado — inicialmente previsto para 24-48 horas. Martín comentou à imprensa local que a restauração demandaria “um pouco mais” de paciência.

Uma queixa foi registrada na Guardia Civil, e os dispositivos infectados foram isolados para formar uma rede alternativa segura. Essa abordagem demonstra planejamento básico de contingência, mas levanta questões sobre a robustez das defesas cibernéticas em municípios menores.

Investigações preliminares apontam para vulnerabilidades comuns em infraestruturas públicas: falta de segmentação de redes e atualizações irregulares de software, facilitando a propagação do malware.

Contexto de Ciberataques na Espanha

O incidente em Sanxenxo reflete uma tendência alarmante. A Espanha registrou aumento de 7% em ciberataques em 2025, conforme o Instituto Nacional de Cibersegurança (INCIBE). Prefeituras e órgãos locais são alvos prioritários devido à dependência de sistemas digitais legados e recursos limitados para cibersegurança.

Esses ataques evoluem para versões sofisticadas, como o “ransomware 3.0”, que não só bloqueia dados, mas altera informações e ameaça vazamentos (dupla extorsão). Na Europa, casos semelhantes multiplicaram-se, com criminosos explorando a urgência de restaurar serviços públicos.

No momento da redação, o Bitcoin cotava a R$ 463.834,86 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,44% nas últimas 24 horas. Resgates em BTC facilitam transações anônimas e globais para hackers.

Por Que Prefeituras São Alvos Fáceis e Lições Aprendidas

Prefeituras continuam vulneráveis por priorizarem serviços sobre segurança. Orçamentos apertados, equipes técnicas enxutas e falta de treinamentos expõem brechas. Resgates “pequenos” em Bitcoin passam despercebidos, financiando operações maiores sem alertar autoridades financeiras.

Lições do caso:

  • segmentar redes — limita danos;
  • backups offline e testados — evitam pagamentos;
  • auditorias regulares e simulações de ataques — fortalecem defesas.

Para o Brasil, onde prefeituras enfrentam ameaças semelhantes, o episódio serve de alerta preventivo.

Autoridades recomendam relatar incidentes imediatamente e evitar negociações com criminosos, que frequentemente não cumprem promessas mesmo após pagamento.


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Hacker cartoon abrindo cofre cripto com stablecoins russas fugindo enquanto agentes federais investigam, representando crime recorde de US$158B

Crime Cripto Recorde de US$158B e Vazamentos Massivos Dominam o Dia

📊 BOLETIM CRIPTO | 28 de Janeiro de 2026 | NOITE

O crime cripto atinge patamar histórico em 2025, elevando drasticamente a percepção de risco sistêmico em todo o mercado de ativos digitais. O relatório da TRM Labs expõe números preocupantes sobre lavagem de capitais no ecossistema, com a stablecoin russa A7A5 movimentando sozinha US$ 72 bilhões, representando 77% de todo o volume ilícito em stablecoins. Paralelamente, vazamentos massivos de dados, como o do coletivo ShinyHunters, expõem milhões de usuários a riscos sofisticados de phishing direcionado, elevando a vulnerabilidade percebida do investidor médio. A Casa Branca atua em múltiplas frentes simultâneas — investigando supostas reservas de Bitcoin mantidas pela Venezuela e medianto conflitos acalorados entre instituições bancárias tradicionais e a indústria crypto sobre a oferta de rendimentos em stablecoins. O único ponto de luz em um cenário predominantemente negativo vem das plataformas reguladas como a Binance e a Coinbase, que continuam expandindo sua oferta de produtos institucionais e fortalecendo a infraestrutura do mercado. O viés de baixa moderado prevalece no curto prazo, sustentado pelo acúmulo de FUD relacionado à segurança dos ativos digitais e às persistentes incertezas regulatórias em jurisdições-chave.


🔥 Destaque: Crime Cripto Bate Recorde de US$158 Bilhões em 2025

O relatório da TRM Labs revelou números alarmantes sobre a atividade ilícita no ecossistema cripto. Em 2025, o crime movimentou US$ 158 bilhões, um salto de 145% em relação ao ano anterior. O dado mais preocupante é a especialização de atores sancionados: a stablecoin russa A7A5, atrelada ao rublo, tornou-se o principal vetor de evasão de sanções, processando sozinha US$ 72 bilhões.

Este fenômeno sinaliza uma mudança estratégica sofisticada. Atores estatais estão abandonando stablecoins globais como USDT em favor de infraestrutura própria, projetada especificamente para contornar restrições financeiras. A TRM Labs documentou que 95% dos fluxos para entidades sancionadas ocorreram via stablecoins, com migração evidente de exchanges centralizadas com KYC — que viram queda de 30% nesses fluxos — para serviços descentralizados sem padrões de compliance, onde o volume ilícito disparou 200%.

A implicação é dupla. Por um lado, a fragmentação da liquidez ilícita dificulta o rastreamento por autoridades. Por outro, fornece munição poderosa ao lobby bancário e reguladores que argumentam que stablecoins representam risco sistêmico. É muito provável que este cenário acelere propostas de licenciamento estrito e requisitos de reserva mais rigorosos em jurisdições-chave como Estados Unidos e União Europeia, potencialmente afetando toda a indústria de ativos digitais.

O sucesso da A7A5 pode incentivar outras nações sancionadas — Irã, Coreia do Norte e Venezuela — a desenvolverem stablecoins similares, criando uma fragmentação preocupante do ecossistema e elevando o prêmio de risco percebido pelos investidores institucionais.


📈 Panorama do Mercado

O período é dominado por uma crise de segurança sistêmica que configura o tom geral do mercado. Enquanto a Coinbase anuncia avanços institucionais com o lançamento de prediction markets em parceria com a Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, os riscos cibernéticos e regulatórios ofuscam o momentum positivo.

A interseção entre crime cibernético tradicional e infraestrutura cripto nunca foi tão evidente. O coletivo ShinyHunters vazou 10 milhões de registros de aplicativos de namoro, expondo usuários a phishing direcionado com histórico de extorsão em bitcoin. Simultaneamente, uma prefeitura na Espanha sofreu ataque de ransomware com exigência de resgate em BTC. No Brasil, a condenação histórica dos líderes da Trust Investing a até 16 anos de prisão pelo esquema de R$ 4 bilhões reforça a necessidade de marcos regulatórios claros.

A Casa Branca emerge como protagonista, simultaneamente investigando supostas reservas venezuelanas de Bitcoin e medianto conflitos entre Wall Street e a indústria crypto sobre rendimentos em stablecoins. Este duplo papel posiciona os EUA como árbitro definitivo do cenário regulatório global.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Proliferação de stablecoins sancionadas: A ascensão da A7A5 demonstra que nações adversárias desenvolvem infraestrutura própria quando canais tradicionais são bloqueados. Esta tendência fragmenta a liquidez ilícita para DeFi sem KYC, mas eleva riscos reputacionais que justificam repressão regulatória ampla contra todo o setor de stablecoins.
  • FUD geopolítico sobre reservas estatais: A investigação da Casa Branca sobre supostas reservas de 600 mil BTC na Venezuela gera volatilidade extrema. A ausência de evidências on-chain contrasta com o potencial devastador caso uma fração desses ativos seja movimentada ou liquidada, criando estado de atenção especial no mercado.
  • Repressão regulatória a rendimentos: O lobby bancário persuadiu legisladores bipartidários sobre os riscos de fuga de depósitos representados por stablecoins com recompensas. A reunião da Casa Branca pode resultar em restrições severas a rendimentos, eliminando uma das vantagens competitivas da indústria crypto sobre a banca tradicional.
  • Estigma renovado por fraudes locais: A condenação da Trust Investing e ataques de ransomware reforçam narrativas públicas negativas associando criptomoedas a crimes. Cobertura midiática desproporcional cria ambiente favorável a regulamentações restritivas que afetam adoção institucional.
  • Paralisia legislativa prolongada: Se o impasse entre bancos e crypto persistir, o market structure bill continuará paralisado, mantendo o setor em limbo regulatório e desencorajando investimentos institucionais de longo prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda explosiva por compliance on-chain: A fragmentação de rails ilícitos e o volume recorde de crime criam necessidade urgente por ferramentas de análise de risco em tempo real. Empresas como TRM Labs, Chainalysis e Elliptic verão crescimento acelerado de contratos governamentais. Protocolos DeFi que implementarem conformidade voluntária podem capturar fluxos legítimos fugindo de plataformas não reguladas.
  • Consolidação de stablecoins reguladas: A emergência de stablecoins não reguladas por atores sancionados cria contraste favorável para ativos com estrutura de compliance robusta. USDC e outras stablecoins reguladas podem ganhar market share em pagamentos B2B à medida que empresas evitam associação com USDT e stablecoins regionais de risco.
  • Adoção institucional via plataformas reguladas: O lançamento de prediction markets pela Coinbase em parceria com a Kalshi valida o modelo de exchanges reguladas oferecendo produtos inovadores. A estratégia de se tornar uma “everything exchange” democratiza acesso a produtos anteriormente disponíveis apenas em plataformas descentralizadas, reduzindo barreiras para investidores conservadores.
  • Recuperação de credibilidade no Brasil: A condenação histórica da Trust Investing estabelece jurisprudência para casos similares, demonstrando que o Judiciário brasileiro consegue responsabilizar criminosos digitais. Isto cria espaço para projetos legítimos com compliance robusto capturarem investidores que preferem canais regulados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Crime cripto atinge US$158B em 2025; stablecoin russa domina evasão de sanções
Relatório TRM Labs documenta recorde de US$ 158 bilhões em atividades ilícitas, com alta de 145% ano a ano. A stablecoin A7A5, vinculada ao rublo russo, movimentou US$ 72 bilhões sozinha, representando 77% de todo o crime em stablecoins. A análise revela migração de atores sancionados de CEX com KYC para serviços descentralizados sem compliance, onde fluxos ilícitos cresceram 200%.

2. Casa Branca Investiga Reserva BTC da Venezuela: Fato vs. FUD
Patrick Witt, conselheiro da Casa Branca, confirmou investigação sobre finanças do regime Maduro, incluindo ativos digitais. Alegações virais sugeriam reserva de 600 mil BTC, mas firmas forenses como Arkham e TRM Labs declararam não encontrar evidências on-chain. A confirmação da investigação eleva o Bitcoin a ativo de segurança nacional, mas a ausência de provas gera estado de atenção especial no mercado.

3. ShinyHunters vaza 10M registros: usuários de cripto em risco de phishing direcionado
Coletivo hacker vazou dados de 10 milhões de usuários de apps de namoro da Match Group, incluindo Hinge e OKCupid. Informações pessoais expostas permitem ataques de engenharia social sofisticados. O grupo possui histórico de extorsão em bitcoin, incluindo pagamento de 6 BTC (US$ 373 mil) pela AT&T. Usuários de cripto são alvos primários devido ao valor potencial e pseudoanonimidade das transações.

4. Casa Branca media conflito entre bancos e crypto sobre regulamentação de stablecoins
A Casa Branca convocou executivos de empresas crypto e bancos tradicionais para destravar o market structure bill. O impasse central envolve recompensas (yield) oferecidas por stablecoins lastreadas em dólares. Wall Street argumenta risco de fuga de depósitos, enquanto a indústria defende benefícios aos usuários. O resultado determinará o futuro regulatório de emissores como Circle e Tether nos EUA.

5. Condenação histórica de líderes da Trust Investing: marco regulatório e alerta ao mercado
A Justiça Federal de Campo Grande condenou seis líderes da pirâmide Trust Investing a penas de 7 a 16 anos de prisão. O esquema captou R$ 4 bilhões de 1,3 milhão de brasileiros, operando instituição financeira ilegal desde 2019. A sentença expõe conexões com GAS Consultoria e outras fraudes, incluindo criação de tokens próprios com rug pull de 38.000%.

6. Coinbase lança prediction markets regulados nos EUA em parceria com Kalshi
A Coinbase expandiu sua oferta com mercados de previsão regulamentados para todos os clientes norte-americanos, em parceria com a Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões e regulada pela CFTC. A funcionalidade permite negociar contratos binários sobre eventos reais, incluindo eleições, esportes e indicadores econômicos. O lançamento estratégico coincide com o período do Super Bowl, maximizando exposição inicial.

7. Ransomware atinge prefeitura espanhola; resgate em BTC reforça debate sobre uso ilícito de criptoativos
A prefeitura de Sanxenxo, na Galícia, sofreu ataque de ransomware com exigência de US$ 5 mil em bitcoin. A administração recusou pagamento e recuperou sistemas via backups diários. O caso reflete aumento de 7% nos ciberataques na Espanha em 2025 e a crescente vulnerabilidade de instituições públicas diante de criminosos que utilizam criptoativos para extorsão.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de transações em A7A5 e stablecoins sancionadas: Sinaliza evolução de táticas de evasão e adoção de rails alternativos por nações adversárias. Fonte: TRM Labs, Chainalysis.
  • Análises on-chain sobre Venezuela: Qualquer evidência ou refutação conclusiva sobre as alegadas reservas de 600 mil BTC. Fonte: Arkham Intelligence, Whale Alert.
  • TVL em protocolos lending de stablecoins: Mede fluxo de capital para estratégias de yield antecipando sentimento sobre regulamentação. Fonte: DeFiLlama.
  • Cronograma do market structure bill: Timing da resolução legislativa impactará volatilidade e posicionamento de mercado. Fonte: Congress.gov.
  • Volume de prediction markets na Coinbase: Métrica direta de adoção do novo produto; crescimento sustentado indica sucesso da estratégia de expansão. Fonte: Coinbase.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa moderado persiste com o FUD da investigação Venezuela e os números recordes de crime cripto dominando as narrativas de mercado. É provável que vejamos volatilidade em Bitcoin decorrente de alertas on-chain e nas stablecoins por conta das discussões regulatórias em andamento na Casa Branca.

O sucesso do lançamento de prediction markets pela Coinbase pode oferecer alívio pontual ao sentimento, mas os riscos cibernéticos sistêmicos limitam qualquer tentativa de recuperação sustentada. Investidores devem monitorar atualizações da Casa Branca sobre resultados da reunião com bancos e análises forenses da Venezuela, que poderiam alterar o cenário rapidamente.

A fragmentação da liquidez ilícita para stablecoins regionais e plataformas sem KYC cria demanda estrutural por soluções de compliance, posicionando empresas de análise on-chain como beneficiárias de longo prazo, mesmo em cenário de pressão de preços no curto prazo. A clareza regulatória, quando vier, favorecerá atores com infraestrutura de conformidade robusta.


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Agentes federais cartoon investigando cofre digital vazio com brecha vermelha, expondo roubo de US$ 40 mi em cripto do governo EUA

Roubo de US$ 40 milhões em Cripto do Governo Trump Sob Investigação

O US Marshals Service confirmou estar investigando o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O caso envolve John Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, que teria usado acesso interno para desviar fundos de wallets estatais. Este escândalo destaca falhas graves na custódia centralizada, mesmo sob proteção federal, abalando a confiança nas reservas de Bitcoin do governo Trump. A investigação segue em curso.


Detalhes do Furto Alegado

O investigador on-chain ZachXBT expôs o esquema ao ligar wallets controladas por John “Lick” Daghita a ativos confiscados pelo USMS. Um wallet continha 12.540 ETH, avaliados em cerca de US$ 36 milhões, além de outros fundos totais estimados em US$ 90 milhões desviados entre 2024 e 2025. Daghita chegou a enviar 0,6767 ETH (US$ 1,9 mil) roubados diretamente ao investigador, que prometeu devolvê-los às autoridades.

A CMDSS, contratada em outubro de 2024 para gerenciar cripto não suportada por exchanges e casos complexos, incluindo fundos do hack Bitfinex de 2016, é o elo fraco. Apesar do retorno parcial de US$ 20 milhões em outubro de 2024, cerca de US$ 700 mil foram perdidos via exchanges instantâneas.

Falha de Segurança no US Marshals Service

A audácia do suspeito é chocante: em uma chamada de vídeo privada, Daghita demonstrou controle em tempo real sobre wallets com milhões em cripto, flexando US$ 23 milhões. Isso ocorreu debaixo do nariz do USMS, responsável pela custódia de bens apreendidos. Autoridades confirmaram a investigação, mas negam detalhes, citando sigilo investigativo.

Patrick Witt, do White House Crypto Council, sinalizou ação imediata. A brecha levanta dúvidas sobre protocolos internos da CMDSS e possível conivência familiar, expondo vulnerabilidades em acessos privilegiados mesmo em contratos federais rigorosos.

Impacto nas Reservas do Governo Trump

O governo dos EUA detém entre 198 mil e 328 mil BTC, valendo até US$ 30 bilhões, segundo bitcointreasuries.net. Este incidente questiona a segurança da Reserva Estratégica de Bitcoin prometida por Trump, especialmente após polêmicas com vendas de ativos do caso Samourai Wallet.

Investidores e reguladores agora demandam transparência on-chain para rastrear movimentos estatais, reforçando ceticismo sobre custódia governamental em meio a um estoque bilionário de cripto apreendida.

Riscos da Custódia Centralizada

Este caso é um alerta vermelho: nem a custódia mais rigorosa do mundo é infalível. Acesso insider, como o de Daghita, pode drenar fortunas em segundos, destacando perigos de terceiros centralizados — mesmo federais. Para brasileiros, a lição é clara: autocustódia via hardware wallets minimiza esses riscos sistêmicos.

Vale monitorar atualizações da investigação, que pode revelar mais brechas e impactar políticas de reserva nacional de cripto.


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Suspeito cartoon fugindo com saco de cripto roubada de reserva, agentes da Casa Branca perseguindo, ilustrando escândalo de roubo de US$40M na reserva de Trump

Escândalo na Reserva de Trump: Casa Branca Investiga Roubo de US$ 40 Milhões

A Casa Branca e o U.S. Marshals Service (USMS) confirmaram investigações sobre o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O suspeito, John “Lick” Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, teria desviado fundos de carteiras estatais, incluindo do hack Bitfinex de 2016. Revelado pelo investigador ZachXBT após ostentação em Telegram, o caso levanta o alerta: nem a reserva estratégica de Trump está segura?


Detalhes da Fraude e Descoberta

O escândalo veio à tona em uma briga no Telegram, onde John Daghita exibiu uma carteira com US$ 23 milhões em cripto, ligada a endereços do governo. ZachXBT rastreou fluxos on-chain, conectando-os às transações de US$ 90 milhões em roubos suspeitos desde 2024, incluindo fundos do hack Bitfinex. A CMDSS, contratada em outubro de 2024 pelo USMS para gerenciar ativos não suportados por exchanges, é o elo. Seu site e perfis foram desativados após a exposição. Não se sabe como John acessou as chaves, mas o pai, Dean Daghita, preside a empresa. Análise aponta 12.540 ETH (US$ 36 milhões) em uma carteira dele, além de ETH devolvido ao governo.

Confirmações Oficiais e Reação do USMS

Patrick Witt, chefe de estratégia digital do Conselho de Assessores de Trump, afirmou em uma postagem no X que “estão em cima disso” e prometeu atualizações. O USMS, via Brady McCarron, confirmou à CoinDesk a investigação em andamento, mas silenciou detalhes. Após revelações de ZachXBT, que reportou às autoridades, a agência enfatizou sigilo. Isso ocorre semanas após polêmicas sobre vendas indevidas de BTC do caso Samourai Wallet, negadas pelo governo. O foco agora é insider threat em custódia estatal, expondo falhas em contratos federais.

Implicações Geopolíticas para a Reserva Estratégica

O roubo atinge o coração da política cripto de Trump: a Reserva Estratégica de Bitcoin, com ordens executivas retendo BTC apreendido como ativo nacional. O governo detém cerca de 198.000 a 300.000 BTC (US$ 29 bilhões), maior tesouro global. Esse vazamento questiona protocolos de segurança em meio a tensões globais, onde BTC é visto como reserva de valor soberana. Países como China (194.000 BTC) observam. Falhas institucionais podem erodir confiança na custódia estatal, impulsionando debates sobre custódia privada ou descentralizada. No Brasil, ecoa alertas para exchanges locais sobre insider risks.

Próximos Passos e Monitoramento

Investigadores buscam recuperação de fundos, com US$ 700.000 perdidos via exchanges instantâneas. Mercados cripto vigiam impactos na percepção de risco soberano. Trump, pró-cripto, pode usar o caso para reforçar auditorias. Para investidores, vale rastrear atualizações do USMS e Witt. O episódio reforça: mesmo reservas estatais enfrentam vulnerabilidades humanas. Autoridades prometem transparência, mas silêncio atual alimenta especulações.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Teias escuras viscosas infiltrando rede cristalina cyan via nós Telegram estilizados com '16B', expondo lavagem industrial de criptomoedas

Redes Chinesas no Telegram Lavaram US$ 16 Bilhões em Criptos

No submundo do Telegram, redes em língua chinesa lavaram US$ 16 bilhões em criptomoedas ilícitas em 2025, representando 20% do volume global de US$ 82 bilhões, segundo relatório da Chainalysis. Essas operações industriais usam plataformas de garantia, mulas de dinheiro e corretoras OTC, expondo vulnerabilidades em canais não regulados e alertando usuários sobre riscos de associação com fluxos criminosos.


Explosão na Lavagem de Criptomoedas

A lavagem de dinheiro via blockchain saltou de US$ 10 bilhões em 2020 para mais de US$ 82 bilhões em 2025, impulsionada pela liquidez crescente dos mercados cripto e pela profissionalização de serviços ilícitos. A Chainalysis destaca que fluxos para redes de lavagem em chinês cresceram milhares de vezes mais rápido que para exchanges centralizadas ou protocolos DeFi, pois criminosos evitam plataformas onde fundos podem ser congelados.

Essas redes chinesas de lavagem de dinheiro (CMLNs, na sigla em inglês) processaram US$ 16,1 bilhões só em 2025, via 1.800 carteiras ativas e cinco tipos principais de serviços. A escala sugere ligações profundas com organizações criminosas off-chain, como golpes e cibercrimes.

O Papel Central do Telegram

As redes chinesas no Telegram operam como marketplaces centralizados, com plataformas de “garantia” atuando como escrow e hubs de reputação. Elas conectam compradores e vendedores de serviços de lavagem, desde corretores “running point” que fornecem acesso inicial a contas bancárias e wallets de exchanges, até redes extensas de mulas de dinheiro e mesas OTC informais.

Serviços como “Black U” vendem cripto contaminada com desconto. Mesmo com canais individuais disruptos, vendedores migram rapidamente, mantendo a resiliência operacional. Não há reação oficial recente do Telegram a este relatório específico da Chainalysis, o que reforça preocupações sobre moderação em canais não oficiais.

Serviços e Estrutura Industrial

O ecossistema CMLN inclui:

  1. Corretores iniciais para acesso a bancos e exchanges.
  2. Mulas de dinheiro para movimentação off-chain.
  3. Corretoras OTC informais para trocas em grande escala.
  4. Serviços de “Black U” para cripto descontada.
  5. Plataformas Telegram como núcleo de escrow.

A velocidade e volume indicam uma indústria de serviços globais adaptável a pressões regulatórias, com sanções recentes trazendo escrutínio, mas sem impacto significativo ainda.

Implicações para Usuários e Mercado

Para brasileiros e usuários globais, isso destaca riscos de usar canais Telegram não verificados: exposição a fundos ilícitos pode levar a congelamentos ou investigações. A Chainalysis enfatiza a evolução da lavagem cripto em serviço resiliente, demandando maior vigilância de exchanges e reguladores. Investidores devem priorizar plataformas reguladas para mitigar associações involuntárias com o submundo cripto.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava temporariamente indisponível no momento da redação.

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Rede hexagonal cyan com brecha vermelha vazando dados caóticos e '149M' rachado, expondo risco de vazamento massivo em carteiras cripto

Mega-Vazamento: 149 Milhões de Registros Expõem Carteiras Cripto

Um vazamento massivo de 149,4 milhões de registros roubados por infostealers foi descoberto em um servidor público acessível, expondo credenciais de login para e-mails, redes sociais como Facebook e Gmail, além de carteiras de criptomoedas e exchanges como Binance. Com cerca de 96 GB de dados, incluindo seed phrases e chaves API, o banco estava crescendo ativamente até ser derrubado. Usuários de cripto enfrentam risco imediato de drenagem irreversível de fundos.


O Escopo do Vazamento e Como Ele Aconteceu

Os infostealers são malwares projetados para roubar dados sensíveis de forma silenciosa. Eles se espalham via phishing, downloads de software crackeado, extensões falsas de navegador ou sites maliciosos. Uma vez instalados, capturam senhas salvas, cookies, keystrokes e screenshots, extraindo credenciais de apps e gerenciadores de senhas.

Este dump específico, com 149,4 milhões de logins únicos, abrange serviços financeiros, streaming, apps de namoro e até portais governamentais. Centenas de milhares de credenciais ligadas à Binance foram expostas, somando-se a milhões de Gmail e Facebook. Pesquisadores de segurança notaram que o servidor recebia novos registros semanalmente, ampliando o risco global.

Embora sites como Have I Been Pwned (HIBP) monitorem breaches, este conjunto ainda não aparece integralmente listado, mas compilações de stealer logs semelhantes já estão disponíveis para verificação.

Por Que Cripto É Alvo Prioritário dos Infostealers

Usuários de criptomoedas são presas fáceis porque transações são rápidas e irreversíveis. Uma seed phrase roubada permite transferência instantânea de fundos, sem chance de reversão como em bancos. Em 2025, bilhões de dólares foram perdidos em hacks e roubos de credenciais, com um breach de uma exchange que custou sozinha US$ 1,5 bilhão.

Os dados incluem chaves API de exchanges como Binance e Kraken, que permitem saques automatizados se não revogadas. Com o aumento de ataques estatais e criminosos refinando ferramentas, a pressão regulatória cresce, mas a responsabilidade recai sobre o usuário: exchanges não reembolsam perdas por logins vazados.

O ecossistema cripto, com central banks explorando CBDCs, torna o cenário ainda mais volátil para segurança digital.

Perdas Bilionárias e o Cenário de 2025

O ano de 2025 registrou recordes de prejuízos por infostealers e exploits. Gráficos de Chainalysis mostram picos em roubos, impulsionados por malware que facilita engenharia social e scams de suporte falso, causando centenas de milhões em perdas. Após upgrades como o Shanghai do Ethereum, unstaking acelerou por preocupações de segurança.

Este leak reforça a tendência: vazamentos viram rotina, mas perdas não precisam ser inevitáveis. Investidores que priorizam proteção mantêm portfólios intactos em meio ao caos.

Guia Urgente: Proteja-se Contra Infostealers Agora

Ação imediata: Verifique seu email em Have I Been Pwned e troque senhas expostas. Revogue chaves API antigas em todas as exchanges, ative autenticação multifator (MFA) forte e use senhas únicas por serviço.

  1. Acesse suas contas de exchange e desative APIs não usadas.
  2. Migre holdings de longo prazo para hardware wallets offline.
  3. Instale antivírus atualizado e evite downloads suspeitos ou phishing.
  4. Use gerenciadores de senhas com criptografia forte.
  5. Monitore transações regularmente por atividades estranhas.

Essas medidas fecham backdoors comuns. Não espere o próximo dump: segurança proativa salva fortunas.


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Policiais cartoon apreendendo cartas manuscritas emanando USDT corrompido, ilustrando operação PF contra lavagem de R$39 mi pelo PCC

PF Intercepta Cartas do PCC: Lavagem de R$ 39 Milhões via Cripto

A Polícia Federal interceptou cartas manuscritas com instruções detalhadas para lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) utilizando criptomoedas, especialmente a stablecoin USDT (Tether). As correspondências, encontradas em um apartamento em Santos (SP) durante a Operação Narco Azimut deflagrada em 21 de janeiro de 2026, revelam um esquema que movimentou R$ 39 milhões, dos quais R$ 15,4 milhões em ativos digitais. O líder, Davidson Praça Lopes (“Azimut”), coordenava as operações mesmo preso desde abril de 2025.


Cartas Revelam Modus Operandi do Crime Organizado

Os documentos apreendidos foram endereçados a Fernando Henrique Caetano da Cunha, conhecido como “Jimmy”, apontado como principal articulador logístico e financeiro do grupo. Escritas à mão por Davidson “Azimut”, as cartas datadas de 28 de dezembro fornecem orientações precisas sobre movimentações de valores em espécie, transferências bancárias e transações em criptoativos. Elas mencionam contatos como Júlio César Oliveira Otaviano e “Biel Work”, destacando a estrutura hierárquica do esquema.

A investigação da PF demonstra como o PCC adaptou ferramentas financeiras modernas para dissimular lucros do tráfico. O uso de USDT, uma stablecoin atrelada ao dólar, facilita transferências rápidas e transfronteiriças com baixa rastreabilidade inicial, permitindo a integração de fundos ilícitos ao sistema econômico formal. “Azimut” se refere a “Jimmy” como “meu sócio”, evidenciando a continuidade das operações criminosas mesmo sob custódia.

Escala Financeira: R$ 39 Milhões em Movimentações

O volume total investigado impressiona: R$ 39 milhões em transações recentes. Desse montante, R$ 15,5 milhões circularam em espécie, R$ 8,7 milhões via bancos e R$ 15,4 milhões em criptomoedas. Essas operações ocorreram tanto no Brasil quanto no exterior, explorando a pseudonimidade das blockchains para ocultar origens.

O juiz Anderson Vioto, da 5ª Vara Criminal Federal de Santos, destacou em despacho a coordenação persistente de “Azimut”, mesmo preso. Ele enfatizou a transnacionalidade das remessas e o risco de continuidade delitiva, convertendo prisões temporárias em preventivas para sete alvos. A decisão, em 19 páginas, reforça a robustez das provas, incluindo as cartas como elemento central.

Prisões e Conexões com Outras Operações

Cinco suspeitos foram detidos na operação: Davidson Praça Lopes, Fernando Henrique Caetano da Cunha, João Gabriel de Jesus Fernandes, Rafael Pio de Almeida e Marcelo Henrique Antunes da Palma. Dois permanecem foragidos: Ezequiel da Silva Fernandes e Júlio César Oliveira Otaviano. A Narco Azimut integra inquéritos maiores, como a Narco Bet (que prendeu “Azimut”) e Narco Vela, além da captura de Rodrigo de Paula Morgado, contador do PCC, em outubro de 2025.

A PF aponta múltiplos núcleos funcionais no grupo: logística para manuseio de valores, comunicações, financeiro, lavagem e fachadas empresariais. Essa sofisticação reflete a evolução do crime organizado brasileiro no uso de tecnologias financeiras, desafiando autoridades regulatórias.

Implicações para o Mercado Cripto Brasileiro

O caso sinaliza o cerco se apertando contra o uso ilícito de criptomoedas no Brasil. Com o avanço da regulação via Lei 14.478/2022 e ferramentas de análise blockchain, como as usadas pela PF, esquemas como esse enfrentam maior escrutínio. Investidores legítimos devem monitorar impactos em exchanges e stablecoins, enquanto autoridades intensificam cooperações internacionais.

A exposição dessas táticas – de cartas manuscritas a wallets digitais – ilustra a hibridização entre métodos ancestrais e inovações tecnológicas no submundo criminal. Para o ecossistema cripto nacional, reforça a necessidade de compliance rigoroso e educação sobre riscos de associação involuntária com fluxos ilícitos.


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Cofre governamental cartoon escancarado com suspeito fugindo carregando cripto roubada e investigador apontando lupa, expondo falha na custódia estatal

Furo na Custódia dos EUA: Como US$ 90 Mi em Cripto Sumiram

Como milhões sob guarda do governo dos EUA simplesmente desapareceram? O investigador blockchain ZachXBT ligou o suspeito conhecido como “Lick” a mais de US$ 90 milhões em criptoativos apreendidos, incluindo US$ 40 milhões diretamente roubados de carteiras gerenciadas para o US Marshals Service. Filmagens vazadas mostram o suspeito ostentando os fundos em vídeo, expondo uma falha catastrófica na custódia estatal. A investigação está em andamento, levantando alertas sobre a segurança mesmo em instituições federais.


A Conexão Revelada por ZachXBT

O renomado investigador ZachXBT traçou uma trilha on-chain que liga o apelido “Lick” a carteiras com mais de US$ 90 milhões em fundos suspeitos de roubo. Entre eles, valores recebidos de endereços governamentais dos EUA, incluindo uma transação de US$ 24,9 milhões ligada a apreensões de 2024, possivelmente do hack da Bitfinex. O suspeito, identificado como John “Lick” Daghita, foi flagrado em gravações de grupo no Telegram exibindo saldos milionários durante uma disputa conhecida como “band for band”.

ZachXBT reportou o caso às autoridades, destacando influxos de mais de US$ 63 milhões em Q4 2025 de vítimas e endereços de seizure. Uma wallet com 12.540 ETH (cerca de US$ 36,3 milhões) foi apontada como controlada pelo suspeito, que inclusive enviou uma pequena quantia ao investigador como provocação.

Ostentação que Virou Prova

Em vídeo vazado capturado por ZachXBT, “Lick” compartilha tela de uma wallet Exodus mostrando US$ 2,3 milhões inicialmente, seguido de movimentação de mais US$ 6,7 milhões em ETH. O investigador confirmou que o suspeito controla ambas as carteiras, ligando-as diretamente a pelo menos US$ 23 milhões oriundos de US$ 90 milhões em cripto apreendida pelo governo em 2024 e 2025.

Essa ostentação imprudente facilitou o rastreamento on-chain, provando mais uma vez que a transparência da blockchain pode ser uma armadilha para criminosos. Autoridades confirmam que a investigação prossegue, mas detalhes sobre o acesso permanecem sob sigilo.

Falha Institucional na CMDSS e USMS

A conexão familiar agrava o escândalo: John Daghita é filho de Dean Daghita, presidente da CMDSS, empresa com contrato ativo de TI com o Departamento de Defesa e Justiça dos EUA. A CMDSS foi contratada pelo US Marshals Service para gerenciar e liquidar criptoativos apreendidos em investigações criminais. Relatórios anteriores já indicavam que o USMS não sabe exatamente quanta cripto controla, expondo lacunas graves de oversight.

Não está claro como John obteve acesso às carteiras — se via o pai ou brechas internas —, mas o caso questiona a robustez de custódias terceirizadas pelo governo. Em fevereiro de 2025, fontes revelaram desconhecimento total dos ativos sob gestão, reforçando preocupações com falhas sistêmicas.

Lições para Investidores e Custódia

Este incidente alerta que nem custódia estatal é infalível. Investidores devem priorizar auto-custódia com hardware wallets, multifator e verificação rigorosa de provedores. Para governos, urge auditorias transparentes e protocolos à prova de insiders. Monitore atualizações da investigação, pois pode impactar confiança em reservas nacionais de cripto. Vale questionar: se o governo falha, quem garante sua segurança?


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Trabalhador cripto cartoon em videochamada Zoom com deepfake glitchando em máscara hacker e malware se espalhando, alertando sobre ataques norte-coreanos

Hackers da Coreia do Norte Usam Deepfakes em Chamadas de Zoom

Seu chefe ou colega na videochamada pode ser um deepfake: hackers ligados à Coreia do Norte estão usando chamadas falsificadas no Zoom para infectar profissionais de cripto com malware. O caso recente do cofundador da BTC Prague, Martin Kuchař, expõe essa tática sofisticada de engenharia social, que já resultou em perdas bilionárias no setor. Fique atento: nunca baixe arquivos em chamadas não planejadas.


Como Funciona o Ataque Sofisticado

Os criminosos iniciam o golpe comprometendo contas no Telegram de contatos conhecidos da vítima. Em seguida, enviam um convite para uma chamada no Zoom ou Teams, usando deepfakes gerados por IA para impersonar rostos familiares. Durante a chamada, ficam mutados e alegam problema de áudio, induzindo a vítima a instalar um “plugin de correção”.

Esse arquivo é, na verdade, um script malicioso para macOS que desativa histórico de shell, instala Rosetta 2 se necessário e solicita senhas repetidamente para elevar privilégios. Uma vez executado, o malware concede acesso total ao sistema, permitindo roubo de Bitcoins, controle de contas Telegram e propagação para novos alvos na rede da vítima.

A tática explora a confiança natural em videochamadas, tornando-a altamente eficaz contra desenvolvedores e executivos de cripto, que lidam com carteiras e chaves sensíveis diariamente.

Ligação com o Lazarus Group e Histórico de Ataques

Pesquisadores da Huntress atribuem esses incidentes ao TA444, subgrupo BlueNoroff do infame Lazarus Group, patrocinado pelo Estado norte-coreano. Essa operação estatal foca em roubo de criptomoedas desde 2017, com táticas semelhantes documentadas desde julho de 2025.

Em 2025, golpes com IA e impersonação causaram perdas recordes de US$ 17 bilhões no ecossistema cripto, segundo Chainalysis. Exemplos incluem o roubo de US$ 1,3 milhão de um executivo da THORChain e mais de US$ 300 milhões em ataques similares, destacando a persistência e evolução desses hackers estatais.

O caso de Kuchař confirma o padrão: conta Telegram hackeada usada para atacar contatos, criando uma cadeia de infecções em redes cripto.

Dicas Essenciais para se Proteger

Para profissionais de cripto, a vigilância é crucial. Nunca baixe ou execute arquivos durante chamadas não agendadas previamente. Verifique a identidade do chamador por canais alternativos, como SMS ou ligação direta, antes de prosseguir.

Evite links de reuniões de domínios falsos (ex: zoomnortek.com). Mantenha antivírus atualizado, use máquinas virtuais para testes e monitore acessos privilegiados. Empresas devem treinar equipes em reconhecimento de deepfakes: observe inconsistências como piscadas irregulares ou iluminação estranha.

Alerte sua rede imediatamente se suspeitar de comprometimento. Ferramentas como assinaturas criptográficas em vídeos podem mitigar riscos futuros, como sugerem especialistas.

Implicações para o Setor Cripto

Esse esquema expõe vulnerabilidades na convergência de IA e engenharia social, ameaçando a adoção corporativa de cripto. Com perdas crescentes, o setor precisa de protocolos mais rígidos para videochamadas profissionais. Investidores e devs devem priorizar segurança operacional, transformando essa ameaça em oportunidade para melhores práticas.

Vale monitorar evoluções do Lazarus, que adapta táticas rapidamente. A denúncia precoce, como a de Kuchař, é chave para conter a propagação.


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Núcleo dourado Bitcoin sufocado por teia de gelo cristalino com '39%' rachado, ilustrando queda de hashrate por tempestade nos EUA

Bitcoin Sob Gelo: Hashrate Despenca 39% Após Tempestade nos EUA

Uma queda de 39% no hashrate do Bitcoin em apenas dois dias expõe a vulnerabilidade física da rede. De 1.133 ZH/s para 690 EH/s, o colapso foi causado por uma tempestade de gelo nos EUA, com a Foundry USA perdendo 200 EH/s. Mineradoras no Texas desligaram operações para aliviar a rede elétrica, elevando o tempo médio de bloco para 12,28 minutos. Isso compromete a segurança das transações em curto prazo?


Tempestade de Gelo Paralisa Mineração no Texas

A região do Texas concentra cerca de um terço da capacidade global de mineração de Bitcoin, tornando-a ponto crítico para a rede. A tempestade severa trouxe gelo extremo, sobrecarregando as redes elétricas e forçando operadores a pedirem redução de carga não essencial. Empresas como MARA viram seu hashrate cair para um quarto da média mensal, enquanto a Foundry USA, maior pool de mineração, registrou perda de 200 EH/s, passando de 340 EH/s para 139 EH/s.

Operadores da rede elétrica priorizaram a estabilidade, suspendendo atividades de alto consumo como a mineração. Apesar de créditos por demanda responsiva em eventos passados, o impacto agora é generalizado, com mais de 800 mil residências sem energia e voos cancelados. Essa dependência geográfica revela um risco sistêmico: eventos climáticos locais podem afetar a rede global.

Impacto Direto na Segurança e Velocidade da Rede

Com menos poder computacional, o tempo de produção de blocos subiu para 12,28 minutos, contra os 10 minutos ideais. Isso não invalida transações, mas aumenta a latência para confirmações, potencialmente expondo a ataques de reorganização de cadeia em cenários extremos. A rede Bitcoin é projetada para se ajustar, mas o lag no mecanismo de dificuldade — recalculado a cada 2.016 blocos — prolonga a vulnerabilidade.

Projeções indicam uma redução de 4,54% a 18% na dificuldade na próxima atualização, aliviando mineradores remanescentes. No entanto, enquanto isso, a segurança coletiva diminui proporcionalmente ao hashrate. Usuários devem monitorar pools alternativos e evitar transações de alto valor até recuperação plena.

Riscos Financeiros para Mineradores e o Mercado

Desligamentos prolongados pressionam as finanças: custos fixos como aluguéis, financiamentos de equipamentos e salários persistem sem receita. Mineradoras podem vender reservas de Bitcoin para sobreviver, injetando pressão vendedora no mercado. Operações menores, com buffers limitados, enfrentam maior risco de capitulação.

O hashrate total recuperou para 776 EH/s, mas ainda 30% abaixo do pico. A centralização no Texas amplifica esses eventos, sugerindo necessidade de diversificação geográfica para mitigar riscos climáticos e regulatórios futuros.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.918,40 (-0,47% em 24h), refletindo volatilidade. Monitore o ajuste de dificuldade e recuperação do hashrate. Para holders, confirme transações múltiplas vezes e priorize a segurança em carteiras frias durante instabilidades.


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Juiz cartoon regulador multando carteira digital culpada com '9.3M' em multas, ilustrando punição à Qoin Wallet por fraude na Austrália

Justiça Australiana Multa Qoin Wallet em R$ 51 Milhões por Fraude

A Comissão de Valores Mobiliários da Austrália (ASIC) obteve vitória judicial contra a BPS Financial, ordenando o pagamento de 14 milhões de dólares australianos — equivalentes a cerca de R$ 51,4 milhões na cotação atual — pela promoção e operação ilegal da carteira cripto Qoin Wallet. A decisão expõe anos de conduta não licenciada e representações enganosas sobre o produto ligado ao token Qoin, servindo de alerta para usuários de apps cripto sem regulação clara.


Detalhes da Multa e Violações

A multa total de A$14 milhões foi dividida em A$1,3 milhão por operação de serviços financeiros sem a devida licença australiana (Australian Financial Services Licence) e A$8 milhões por práticas enganosas. De janeiro de 2020 a meados de 2023, a BPS Financial promoveu a Qoin Wallet como uma facilidade de pagamento não monetário vinculada ao token Qoin, violando a Corporations Act.

A juíza Downes classificou as ações como “conduta ilícita grave”, envolvendo gerentes seniores e sistemas de compliance deficientes. A empresa alegava falsamente que o produto era aprovado ou registrado pelas autoridades, que os tokens Qoin podiam ser facilmente trocados por moedas fiduciárias ou outras criptoativos, e que eram amplamente aceitos por comerciantes — afirmações derrubadas por julgamentos anteriores em 2024, cuja falsidade foi confirmada em 2025.

Restrições e Consequências para a BPS

Além da penalidade financeira, a BPS Financial foi proibida de operar qualquer serviço financeiro sem licença por 10 anos. A empresa também deve publicar avisos judiciais obrigatórios no app e site da Qoin Wallet, além de arcar com a maior parte dos custos legais da ASIC. Essa medida reforça a seriedade das irregularidades, que remontam a ações civis iniciadas em 2022.

Joe Longo, presidente da ASIC, enfatizou: “Dada a natureza desses produtos, provedores devem ter licenças adequadas e investidores precisam de informações claras e corretas, especialmente pois criptoprodutos são voláteis, arriscados e complexos.” A vitória judicial destaca o compromisso do regulador em punir promessas falsas no ecossistema cripto.

Alerta ao Mercado e Contexto Regulatório

Essa decisão chega em meio a avanços regulatórios na Austrália, como a flexibilização de regras para stablecoins em dezembro, dispensando licenças separadas para distribuidores com contas omnibus e bom registro. No entanto, o relatório “Key Issues Outlook 2026” da ASIC alerta para riscos em ativos digitais, incluindo gaps regulatórios e vendas de alto risco.

Para investidores brasileiros, o caso da Qoin Wallet é um lembrete crucial: verifique sempre a licença do provedor e evite apps que prometem facilidades irreais sem backing regulatório. Plataformas sem transparência sobre autorizações podem expor usuários a perdas significativas, como visto aqui com a BPS Financial.


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