Personagem Zcash cartoon emergindo de prédio burocrático com selo verde de burocrata, simbolizando fim de investigação SEC sem punições

SEC Encerra Investigação Contra Zcash sem Punições

A Zcash Foundation revelou que a SEC concluiu sua investigação sem recomendar qualquer ação punitiva. A investigação, iniciada com subpoena em 31 de agosto e mantida em segredo por quase 2,5 anos, termina positivamente, reforçando o compromisso da organização com transparência regulatória. Para investidores brasileiros, o caso destaca a importância de verificar o status regulatório de projetos cripto, especialmente após ações recentes da CVM contra grupos irregulares como o Onil.


Detalhes da Investigação Secreta

A investigação da SEC contra a Zcash Foundation foi revelada apenas agora, com o anúncio do encerramento. Segundo o comunicado oficial da fundação, a decisão demonstra sua adesão a requisitos regulatórios aplicáveis. O processo começou há mais de dois anos e meio, sem divulgação pública até o desfecho favorável. Isso contrasta com casos onde reguladores prosseguem para enforcement, como visto em ações contra plataformas não registradas.

Nos EUA, a SEC tem intensificado o escrutínio sobre criptoativos considerados securities. A Zcash, conhecida por sua privacidade via zk-SNARKs, passou pelo teste sem sanções, o que pode impulsionar confiança no ecossistema de moedas focadas em anonimato.

Para o público brasileiro, esse episódio serve de alerta: assim como a SEC monitora fundações e empresas cripto, a CVM mantém uma lista de entidades proibidas de captar recursos. Verificar o registro é essencial antes de investir.

Timing Estratégico Pós-Crise Interna

O anúncio chega em momento oportuno, logo após a crise de governança na Zcash. Toda a equipe da Electric Coin Company (ECC), desenvolvedora principal, renunciou devido a disputas com o conselho Bootstrap. Essa turbulência poderia agravar qualquer nuvem regulatória, mas o fim da investigação da SEC atua como catalisador positivo para os bulls.

A fundação enfatiza que a resolução reforça sua descentralização e ausência de incertezas regulatórias pendentes. Investidores globais, incluindo brasileiros, podem ver nisso um sinal de maturidade para uma das principais privacy coins do mercado.

No contexto local, enquanto a CVM proíbe grupos como Onil de operar sem registro, projetos internacionais como Zcash mostram que compliance paga. Empresas prometendo ganhos rápidos em cripto devem ser analisadas com cuidado.

Lições para Investidores Brasileiros

Como identificar sinais de irregularidade? Primeiros indícios incluem promessas de retornos garantidos, falta de registro na CVM para ofertas no Brasil e operações em cripto sem transparência. A lista negra da autarquia é pública e atualizada regularmente – vale conferir antes de aportar capital.

O caso Zcash ilustra que investigações regulatórias podem ser longas e sigilosas, mas transparência prevalece. No Brasil, diante de alertas recentes com alta urgência, investidores devem priorizar plataformas registradas e evitar captações piramidais disfarçadas de cripto.

Monitore atualizações da CVM e SEC para navegar riscos. A proibição ao Grupo Onil reforça: operar fora da lei atrai sanções rápidas.

Próximos Passos no Mercado Cripto

Com a SEC fora do caminho, Zcash pode focar em desenvolvimento e adoção. Para brasileiros, o episódio reforça a necessidade de due diligence regulatória. Sua corretora ou fundo de cripto está na lista negra da CVM? Verifique agora para proteger seu patrimônio.

O mercado reage positivamente a notícias de compliance, potencializando rallies em privacy coins. Fique atento a volumes e preços para oportunidades acionáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investigador SEC cartoon carimbando aprovação em escudo Zcash com seta +12% ascendente, contrastando nuvem escura de banimento em Dubai

SEC Encerra Investigação Sobre Zcash: ZEC Salta 12%

A SEC encerrou sua investigação contra a Zcash Foundation, ligada a um inquérito de 2023 sobre ofertas de ativos cripto, sem recomendar qualquer ação de enforcement. O anúncio, feito em 14 de janeiro de 2026, gerou otimismo no mercado de privacy coins. O token ZEC saltou 12%, alcançando US$ 437, em sinal de confiança renovada dos investidores após meses de incerteza regulatória.


Detalhes da Investigação Encerrada

A subpoena foi emitida em 31 de agosto de 2023, como parte do inquérito “In the Matter of Certain Crypto Asset Offerings (SF-04569)”. Após análise completa, a SEC notificou a Zcash Foundation de que não planeja medidas punitivas. Em seu comunicado oficial, a entidade sem fins lucrativos destacou seu compromisso com transparência e conformidade regulatória, enquanto continua a desenvolver ferramentas financeiras que preservam a privacidade do usuário.

Essa decisão chega em um momento pivotal para o ecossistema Zcash, pioneiro em transações zk-SNARKs que oferecem anonimato seletivo. A fundação enfatizou que o desfecho reforça sua missão de promover infraestrutura financeira aberta e privada para o bem público, alinhando-se a padrões globais de compliance.

O caso reflete uma abordagem mais pragmática da SEC sob influência da administração Trump, com a nomeação de Paul Atkins, figura pró-cripto, como chair. Ações semelhantes contra Uniswap, Coinbase e Robinhood foram arquivadas recentemente, sinalizando uma guinada regulatória favorável.

Reação do Mercado: ZEC Recupera Terreno

O salto de 12% no preço do ZEC para US$ 437,75 veio acompanhado de um aumento de 39% no volume de negociações nas últimas 24 horas. Após tocar uma mínima de um mês em US$ 363 no sábado passado, o token demonstra resiliência, embora ainda esteja 86% abaixo de seu ATH de US$ 3.191.

Investidores interpretam o fim da investigação como um marco para a legitimidade das privacy coins. O movimento bullish sugere acumulação por parte de holders de longo prazo, com indicadores técnicos apontando para possível rompimento de resistências chave próximas a US$ 440. Vale monitorar se esse momentum se sustenta em meio à volatilidade geral do mercado cripto.

Contraste Global: Dubai vs. EUA

Enquanto os EUA oferecem alívio regulatório, Dubai impôs bans recentes a privacy tokens em exchanges locais, impulsionando paradoxalmente o Monero (XMR) a um ATH de US$ 686. Essa dualidade destaca o debate global sobre privacidade versus AML: nos Emirados, foco em compliance total; nos EUA, equilíbrio com inovação.

Para Zcash, o cenário é promissor. Com o ZEC ganhando tração, projetos semelhantes como Monero podem se beneficiar indiretamente de precedentes positivos. Analistas veem potencial para adoção institucional, especialmente com avanços em escalabilidade e integração DeFi que mantêm a privacidade intacta.

Implicações para Privacy Coins

O desfecho da SEC não só limpa o nome da Zcash, mas pavimenta o caminho para maior aceitação de privacy coins. Projetos como Monero e outros tokens focados em anonimato podem seguir o mesmo roteiro, à medida que reguladores distinguem utility legítima de riscos ilícitos. Investidores devem observar atualizações da SEC e métricas on-chain do ZEC, como endereços ativos e hashrate, para avaliar o otimismo sustentado.

Essa vitória institucional reforça a narrativa de maturidade do setor, onde compliance e inovação coexistem. Para brasileiros interessados em diversificação, o momento sugere monitoramento atento de ZEC em plataformas globais.


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Personagens cartoon do Senado e SEC ajustando balança com símbolos Bitcoin, stablecoins e DeFi, simbolizando votação do CLARITY Act

Semana Decisiva: Senado dos EUA Vota CLARITY Act Dia 15

O dia 15 de janeiro pode ser aquele que mudará as criptomoedas para sempre. O chair da SEC, Paul Atkins, chamou esta semana de "crucial para o cripto", com o Senado dos EUA agendando o markup do CLARITY Act. A votação bipartidária visa esclarecer a divisão de competências entre SEC e CFTC, potencialmente destravando trilhões em investimentos institucionais e posicionando os EUA como capital global das criptomoedas.


O Que é o CLARITY Act?

O CLARITY Act, ou Digital Asset Market Clarity Act, busca acabar com a "zona cinzenta regulatória" que assombra o mercado cripto há anos. Baseado em um projeto aprovado na Câmara em julho, o texto final reflete negociações intensas entre republicanos e democratas, bancos tradicionais e a indústria cripto. O chair Atkins destacou que a lei alinha-se à visão do presidente de tornar a América o epicentro mundial das criptomoedas, oferecendo certeza regulatória essencial para investidores.

Atkins afirmou em entrevista à Fox Business: "Isso é uma grande semana para o cripto – o Congresso está prestes a atualizar nossos mercados financeiros para o século 21". Ele enfatizou o apoio da SEC à legislação, que "future-proof" contra reguladores excessivos, em referência indireta a gestões anteriores.

Pontos Chave em Debate no Markup

O markup simultâneo nos comitês de Bancos e Agricultura do Senado, previsto para quinta-feira, 15 de janeiro, analisará aspectos críticos. Entre eles, regras éticas para funcionários públicos no setor cripto, incluindo o presidente; remunerações de stablecoins; e tratamento de finanças descentralizadas (DeFi), com foco em negociações de securities tokenizados e prevenção de lavagem de dinheiro.

Representantes da indústria, como Amanda Tuminelli do DeFi Education Fund, alertam para preocupações de bancos sobre "arbitragem regulatória" em exchanges descentralizadas. Provisões sobre autocustódia e proteção a desenvolvedores de software também são esperadas, potencialmente incorporando o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA).

Impactos Geopolíticos e para o Mercado

Para o Brasil e América Latina, uma aprovação bipartidária do CLARITY Act reforçaria a liderança dos EUA em regulação cripto, influenciando padrões globais. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, comparam o bill ao "Punxsutawny Phil" do inverno cripto: se passar, Bitcoin pode mirar novas máximas históricas. Michaël van de Poppe, da MN Fund, vê-o como o "maior evento de janeiro", decidindo o rumo do ecossistema em 2026.

Atualmente, BTC negocia em torno de US$ 91.200, 28% abaixo do ATH. Clareza regulatória poderia atrair fluxos institucionais massivos, beneficiando exchanges globais e stablecoins usadas em remessas.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Negociações entre senadores John Boozman e Cory Booker prosseguem, com possível liberação do texto final amanhã. Disputas sobre DeFi e stablecoins podem adiar o markup, mas o otimismo prevalece. Investidores devem acompanhar atualizações dos comitês e reações de mercado, pois a lei pode catalisar um rally institucional.

Para brasileiros, isso sinaliza maturidade global do ativo, incentivando posicionamento estratégico em meio à volatilidade.


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Personagens cartoon de Trump lançando DeFi e SEC abrindo livro Clarity Act, iluminando caminho para otimismo cripto nos EUA

Timeline do Clarity Act e DeFi de Trump: O Novo Panorama Cripto nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/01/2026 | MANHÃ

O Clarity Act define o tom do período como um arquétipo de avanço institucional acelerado. Apesar de riscos secundários representados por fraudes isoladas, a confiança expressa pela SEC na aprovação da nova lei cripto para 2026 prevalece e sustenta o viés de alta moderado no mercado. O cenário é marcado por uma convergência inédita entre o apoio regulatório federal e o lançamento de infraestruturas financeiras ligadas a figuras políticas, como o projeto DeFi da família Trump. Enquanto o investidor institucional vislumbra o fim da incerteza jurídica com a timeline concreta oferecida pelo regulador, o varejo recebe um lembrete severo sobre os riscos de tokens promocionais após um rug pull milionário envolvendo o ex-prefeito de Nova York. O viés bullish moderado é sustentado pela expectativa legislativa, com o monitoramento do Congresso americano como ponto central de atenção.


🔥 Destaque: SEC prevê assinatura do Clarity Act em 2026

Paul Atkins, atual presidente da SEC, trouxe uma dose massiva de clareza ao mercado ao declarar, em entrevista à Fox Business, sua confiança de que o Clarity Act será assinado por Donald Trump ainda em 2026. Este é um fato novo e concreto que altera a percepção de risco regulatório global, estabelecendo uma timeline oficial para a transição de um regime de punição para um de fomento legislativo.

Historicamente, a falta de distinção clara entre as jurisdições da SEC e da CFTC tem sido o maior entrave para a entrada de grandes bancos e fundos de pensão no setor cripto. O projeto de lei visa precisamente resolver esse impasse, criando regras sólidas para stablecoins e exchanges. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 495.138,77, refletindo a absorção gradual dessa narrativa otimista pelo mercado brasileiro.

As implicações desta notícia são profundas para ativos como Bitcoin e Ethereum, que deixam de ser alvos de incerteza jurídica para se tornarem componentes de uma infraestrutura financeira nacional americana. Se a maior economia do mundo consolidar essa legislação amigável, é muito provável que vejamos um efeito cascata em outras jurisdições que aguardavam o modelo norte-americano para legislar.

Investidores devem agora monitorar a movimentação da versão do projeto no Senado. Embora o otimismo do regulador seja um catalisador potente, o processo legislativo pode enfrentar resistências pontuais. Contudo, o alinhamento direto entre a SEC e a Casa Branca sugere que o caminho para os EUA se tornarem o centro global de criptomoedas está mais pavimentado do que nunca.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado é de bullish moderado, impulsionado pela percepção de que a institucionalização definitiva do setor não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”. A sincronia entre a fala de Paul Atkins e o lançamento de protocolos DeFi com capital político demonstra que o ecossistema está se movendo para uma nova fase de maturidade. A redução do prêmio de risco regulatório atrai fluxos para os ETFs, servindo como base para a sustentação dos preços.

Além do cenário americano, os mercados olham com cautela para a geopolítica. A discussão sobre supostas reservas de 600.000 BTC na Venezuela, embora careça de evidências on-chain em carteiras identificadas, serve como catalisador para que a SEC enfatize a urgência de leis de custódia e apreensão. O setor DeFi, especificamente, está aquecido com a entrada de novos players de peso, apesar da pressão contínua em segurança devido a golpes em tokens promocionais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Atraso no Clarity Act: O processo legislativo americano é complexo e sujeito a disputas. Qualquer trava nas comissões do Senado pode frustrar a expectativa de assinatura em 2026, gerando volatilidade.
  • Fraudes em Tokens Políticos: O recente golpe de US$ 3,43 milhões envolvendo figuras públicas eleva o risco de desconfiança generalizada em memecoins e tokens de celebridades, atraindo escrutínio regulatório severo.
  • Escrutínio em Protocolos Trump: O envolvimento direto da família presidencial no DeFi coloca projetos como o World Liberty sob a mira constante de opositores políticos e agências federais por possíveis conflitos de interesse.
  • FUD Geopolítico: Rumores sobre reservas soberanas venezuelanas sem prova técnica podem causar liquidações forçadas em operações alavancadas, baseadas puramente em boatos sem fundamentos reais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Entrada Institucional via ETFs: A clareza regulatória deve acelerar a alocação de capital bancário. Investidores podem antecipar fluxos posicionando-se em ativos blue-chip como BTC e ETH antes da consolidação legislativa.
  • Yield em World Liberty Markets: A nova plataforma de empréstimos oferece rendimentos iniciais de até 27% em stablecoins como o USD1, uma janela atrativa para quem busca maximizar ganhos em DeFi institucional.
  • Projetos de Compliance e RWA: A nova lei beneficiará projetos focados em ativos reais (RWA) e conformidade jurídica, como Chainlink (LINK) e Ondo (ONDO), que já possuem infraestrutura pronta para o mercado americano.

📰 Principais Notícias do Período

1. SEC prevê aprovação de lei cripto nos EUA em 2026
Paul Atkins expressou confiança na assinatura do Clarity Act ainda este ano. A legislação deve definir clareza total sobre o que é commodity ou valor mobiliário, atraindo instituições financeiras tradicionais para o ecossistema.

2. Trump entra em DeFi: World Liberty lança plataforma de empréstimos
Apoiada pelo presidente eleito, a plataforma já capturou US$ 20 milhões em valor total bloqueado. A estratégia utiliza a stablecoin USD1 para oferecer empréstimos colateralizados, visando a integração futura com ativos do mundo real.

3. SEC aborda rumor de apreensão de BTC venezuelano
O regulador comentou a incerteza sobre os supostos 600 mil BTC do regime de Maduro. Embora sirva como narrativa política, a falta de dados on-chain sugere que o impacto imediato é mais legislativo do que na oferta direta do mercado.

4. Rug pull de ex-prefeito de NYC drena US$ 3,43 milhões
Eric Adams viu seu nome envolvido em um escândalo no token NYC. O pool de liquidez foi drenado em menos de uma hora após o lançamento, afetando investidores atraídos por promessas de combate ao antissemitismo via blockchain.


🔍 O Que Monitorar

  • Progresso no Congresso: Acompanhe as votações parciais do Clarity Act no site do Congresso americano para confirmar a sustentação do otimismo regulatório.
  • TVL no World Liberty Markets: O aumento do valor bloqueado em exchanges como a Binance e em protocolos DeFi indica o apetite por yield institucional.
  • Fluxos de ETFs: Dados diários da Farside Investors sobre entradas em ETFs de Bitcoin servirão como termômetro da reação de Wall Street aos avisos da SEC.
  • Carteiras das Baleias: Monitore ferramentas como Whale Alert para identificar se o rumor venezuelano se traduz em movimentações de carteiras antigas.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés bullish moderado deve persistir, sustentado pela repercussão positiva da timeline dada pela SEC. Embora o mercado possa enfrentar volatilidade pontual causada por desdobramentos negativos de fraudes políticas como a de Eric Adams, esses eventos não possuem peso sistêmico suficiente para reverter o momentum institucional. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes superiores à medida que a narrativa de clareza regulatória se consolida. Contudo, investidores prudentes devem ter cautela com memecoins e focar em projetos com auditoria e utilidade real. O momentum favorável é real, mas exige atenção aos detalhes legislativos que podem surgir do Congresso nas próximas sessões de votação.


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Executiva cartoon chutando placa IPO para longe enquanto guia token XRP por caminho privado, escapando de labirinto SEC bullish

Ripple Sem IPO: Privacidade Bullish para XRP

A presidente da Ripple, Monica Long, confirmou em entrevista à Bloomberg que a empresa não planeja um IPO no momento, optando por manter sua estrutura privada. Essa decisão é vista como bullish para o XRP, garantindo agilidade estratégica contra pressões regulatórias da SEC e foco na adoção global. Ripple privada significa XRP mais livre para crescer? O movimento reforça o compromisso com metas de longo prazo em pagamentos transfronteiriços, beneficiando diretamente o ecossistema do token nativo.


Histórico das Especulações sobre IPO

Especulações sobre um possível IPO da Ripple surgiram desde 2020, impulsionadas por declarações do CEO Brad Garlinghouse no Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele indicou que a empresa estaria entre as pioneiras em aberturas de capital no espaço cripto. No entanto, o processo foi pausado após a ação da SEC em dezembro de 2020, criando incertezas regulatórias.

Em 2024, Garlinghouse mencionou a possibilidade de IPO fora dos EUA devido ao ambiente hostil. Recentemente, em novembro de 2025, a Ripple captou US$ 500 milhões em uma rodada liderada por Fortress e Citadel, elevando sua valuation para US$ 40 bilhões. Esse funding reacendeu os rumores, mas Monica Long os descartou, enfatizando que a empresa tem caixa suficiente para crescimento sustentável.

Estratégia Privada: Vantagens Competitivas

Manter a privacidade permite à Ripple focar em objetivos de longo prazo, sem a pressão de relatórios trimestrais que incentivam o short-termism. A empresa pode executar seu roadmap sem interferências de acionistas, como demonstrado na aquisição da GTreasury por US$ 1 bilhão, acessando o mercado de tesouraria corporativa de US$ 120 trilhões.

Além disso, decisões ágeis são facilitadas: sem votações de acionistas ou divulgações extensas, a Ripple avança rapidamente em oportunidades. Essa flexibilidade é crucial em um setor volátil, onde a aquisição estratégica recente surpreendeu o mercado, fortalecendo sua posição em tokenização de RWAs e serviços de pagamentos.

Benefícios Diretos para o XRP

Ripple e XRP são entidades distintas, mas simbióticas: a empresa desenvolve o XRP Ledger (XRPL), maior detentora de XRP e provedora de soluções sobre a rede. Permanecer privada evita o risco de dual-asset, onde investidores optariam por ações seguras com dividendos em vez do token volátil, diluindo o fluxo de capital para o XRP.

Assim, o sucesso da Ripple direciona exposição via XRP, mantendo-o como bridge asset para liquidez. Com conformidade ISO 20022, o token ganha tração em infraestrutura financeira global. Essa estratégia anti-regulatória é bullish, reduzindo escrutínio e permitindo desenvolvimento discreto de plataformas empresariais.

Implicações para Adoção e Futuro

A decisão reforça a confiança institucional no XRP, conectando-se à adoção em pagamentos (mais de US$ 95 bilhões em volume Ripple Payments) e stablecoin RLUSD (US$ 1 bilhão de market cap). Sem IPO, a Ripple prioriza inovação como Ripple Prime, brokerage para múltiplos ativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza estabilidade: monitore o XRPL para RWAs e cross-border. A privacidade protege contra volatilidade regulatória, pavimentando caminho para XRP em bancos e tesourarias. É provável que essa abordagem acelere parcerias globais, impulsionando valor de longo prazo.


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Executivos cartoon carregando personagem Chainlink cyan por portas ETF douradas com selo SEC, simbolizando aprovação e lançamento do ETF DeFi

Bitwise Confirma Lançamento ETF Chainlink para Fevereiro

A Bitwise Asset Management, gestora com US$ 15 bilhões em ativos cripto, confirmou, em um filing à SEC, o lançamento de seu ETF spot Chainlink (CLNK) para 1º de fevereiro de 2026. Após aprovação automática para listagem na NYSE Arca, o produto segue o Grayscale Chainlink ETF (GLNK), lançado em dezembro, sinalizando o amadurecimento regulatório nos EUA. Para investidores em DeFi e institucionais globais, isso representa maior diversificação em oráculos descentralizados como o Chainlink (LINK).


Detalhes da Aprovação Regulatória

A Bitwise superou o último obstáculo regulatório com a Form 8-A registrada em 5 de janeiro de 2026, aprovada pela SEC e NYSE Arca sob o ticker CLNK. O ETF rastreará o CME CF Chainlink-Dollar Reference Rate, com custódia pela Coinbase Custody Trust Company e caixa pelo BNY Mellon. A compra inicial será de US$ 2,5 milhões pela Bitwise Investment Manager LLC, equivalente a 100 mil ações a US$ 25 cada.

O adiamento para fevereiro permite ajustes operacionais, incluindo avaliação de staking de LINK via Attestant Ltd, mencionado como objetivo secundário. Taxa de gestão de 0,34%, com isenção total por três meses até US$ 500 milhões em AUM, torna o produto atrativo em um cenário de juros altos nos EUA.

Estrutura Competitiva com Grayscale

Comparado ao GLNK, que acumula US$ 85 milhões em AUM e US$ 63 milhões em inflows desde dezembro — com isenção de taxa até US$ 1 bilhão —, o CLNK posiciona a Bitwise como player agressivo. Grayscale registrou US$ 2,24 milhões em inflows na segunda-feira, impulsionado por otimismo no mercado cripto pós-eleições americanas.

Essa competição beneficia investidores, ampliando opções reguladas para exposição a Chainlink, essencial para DeFi com dados off-chain. Reguladores globais, de Europa a Ásia, observam o modelo americano como benchmark para ETFs de altcoins.

Impacto no Preço LINK e Mercado DeFi

O anúncio impulsionou o LINK em 11% na semana, negociando a US$ 13,86 com volume 45% maior e open interest em futuros subindo para US$ 665 milhões. Apesar de queda recente de 3% para US$ 13,19, analistas preveem rally com inflows institucionais, similar ao visto em BTC e ETH ETFs.

Para o ecossistema DeFi, maturidade de ETFs altcoin reforça adoção institucional, diversificando portfólios além de Bitcoin. Em contexto geopolítico, com tensões comerciais EUA-China, ativos como LINK ganham apelo como hedge contra centralização de dados tradicionais.

Perspectivas Globais e Próximos Passos

O lançamento CLNK testa demanda por exposição regulada a Chainlink, vital para smart contracts globais. Investidores devem monitorar inflows iniciais e ativação de staking, que poderia elevar yields. Com SEC mais amigável sob nova administração, aprovações semelhantes para SUI e Hyperliquid indicam expansão de ETFs altcoin, beneficiando diversificação institucional mundial.


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Executivos cartoon abrindo portas douradas para oráculo Chainlink estilizado, simbolizando aprovação do ETF spot pela SEC

Bitwise Confirma ETF Chainlink para 1º de Fevereiro Após Aprovação da SEC

A Bitwise confirmou o lançamento do ETF spot Chainlink (CLNK) para 1º de fevereiro de 2026 em novo filing 424B3 à SEC. Após aprovação automática para listagem na NYSE Arca, o produto se posiciona como o segundo ETF dedicado a LINK nos EUA, atrás apenas do Grayscale Chainlink Trust (GLNK). Essa maturidade regulatória beneficia investidores DeFi brasileiros, ampliando diversificação institucional sem necessidade de custódia direta.


Aprovação e Detalhes Operacionais

A Bitwise, gestora com US$ 15 bilhões em AUM cripto, superou o último obstáculo regulatório com a SEC permitindo a efetivação do registro. O ETF rastreará o CME CF Chainlink-Dollar Reference Rate, com Coinbase Custody como custodiante e BNY Mellon para caixa. A taxa de gestão é de 0,34%, isenta por três meses até US$ 500 milhões em AUM.

O filing revela preferência por Attestant Ltd como agente de staking, embora ainda não ativado. Inicialmente, a Bitwise Investment Manager comprará cestas por US$ 2,5 milhões (100 mil ações a US$ 25). Essa estrutura reflete confiança na infraestrutura Chainlink, rede oracle essencial para DeFi global, conectando blockchains a dados off-chain.

Comparação com Grayscale e Fluxo de Entradas

O GLNK da Grayscale, lançado em dezembro, acumula US$ 63,32 milhões em inflows e US$ 85 milhões em AUM, per SoSoValue. Grayscale isentou taxa de 0,35% até US$ 1 bilhão. Bitwise compete com waiver similar, atraindo institucionais em busca de exposição regulada a oracles como Chainlink, vital para preços DeFi e liquidações cross-chain.

No contexto geopolítico, aprovações SEC sob governo Trump aceleram maturidade altcoin ETFs, contrastando com cautela europeia (MiCA). Para brasileiros, isso democratiza acesso via corretoras globais, reduzindo riscos de custódia local.

Impacto no Mercado DeFi e Institucional

Investidores DeFi veem sinal de amadurecimento: ETFs LINK facilitam alocação institucional, diversificando além BTC/ETH. Chainlink, com staking v0.2 ativo, pode render yields extras, elevando TVL em protocolos dependentes de oráculos. Preço LINK em US$ 13,19 (-3% 24h) reage com cautela, mas inflows GLNK sugerem rally potencial.

Globalmente, expansão NYSE reforça EUA como hub cripto, beneficiando emergentes como Brasil via BRICS+ e adoção DeFi. Institucionais ganham compliance sem wallets, impulsionando liquidez LINK.


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Senadores cartoon dividindo mapa holográfico cripto entre CFTC e SEC com martelo de markup, ilustrando votação regulatória no Senado EUA

Senado EUA Marca Votação de Lei Cripto para 15 de Janeiro

Os comitês de Agricultura e Bancos do Senado dos EUA marcaram votações para 15 de janeiro sobre o projeto de lei de estrutura de mercado cripto, acelerado sob influência de Trump. A legislação visa dividir jurisdições entre CFTC (commodities como Bitcoin) e SEC (securities), prometendo clareza regulatória global. No entanto, negociações em Capitol Hill enfrentam obstáculos políticos, com democratas exigindo mais salvaguardas.


Markup nos Comitês: Passo Crucial para Aprovação

O Comitê de Agricultura, responsável pela CFTC, segue o de Bancos, presidido pelo senador Tim Scott, que confirmou o markup para quinta-feira, 15 de janeiro. Ambos liberaram drafts de discussão para harmonizar regulação cripto. O texto atualiza papéis: CFTC ganha primazia em derivativos e commodities digitais, enquanto SEC foca em ativos tokenizados como securities. Reuniões recentes no Capitólio discutiram alinhamento, mas texto final ainda não foi divulgado.

Essa divisão resolve anos de sobreposições, como visto em disputas judiciais entre agências. Para o mercado global, representa um roadmap claro, influenciando jurisdições de Europa a Ásia e emergentes como Brasil, onde regulação local segue cues americanos.

Obstáculos Políticos: Ethics e Yield em Xeque

Negociações enfrentam entraves como regras éticas para Trump e sua família, cujos laços com cripto (stablecoins) preocupam democratas. Outros pontos: supervisão rigorosa para DeFi, limites a yields em stablecoins (ameaça a bancos tradicionais) e lotação plena de comissários CFTC/SEC com democratas. Lobby de Wall Street pressiona contra yields cripto, enquanto Casa Branca resiste a restrições.

Geopoliticamente, aprovar sem bipartidarismo arrisca veto ou atrasos, impactando confiança global. Plataformas como Kalshi dão 74% de chance até fim de 2026, mas analistas preveem 2027 para implementação.

Otimismo de Lummis e Implicações Globais

Senadora Cynthia Lummis declarou o projeto próximo de aprovação bipartidária, destacando jornada desde FTX e veto SAB121. Scott é otimista para assinatura de Trump, democratizando economia via cripto. CLARITY Act protege desenvolvedores não custodiais, alinha com GENIUS Act para stablecoins.

Para brasileiros, vitória EUA impulsiona adoção local, com CVM e BC monitorando. Mercados emergentes ganham com precedentes anti-volatilidade e pro-inovação, potencializando influxo de capitais.

Próximos Passos e Monitoramento

Comitês devem postar texto até sexta, mas insiders duvidam. Avanço requer 60 votos no Senado, demandando democratas. Falha prolonga enforcement-by-agency, freando inovação global. Investidores devem rastrear markups, pois clareza EUA molda regulação mundial, beneficiando detentores de Bitcoin e altcoins.


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Balança cartoon do mercado com carteiras EVM vazando e hacker de um lado, XRP e memecoin puxando do outro, marcando hacks e ralis em 2026

Hacks em wallets EVM e FUD regulatório marcam início turbulento de 2026

📊 BOLETIM CRIPTO | 03/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia o primeiro sábado de 2026 em um cenário de intensa polarização entre o otimismo especulativo e preocupações sistêmicas graves. Enquanto o varejo impulsiona ralis em memecoins e o XRP consolida sua posição institucional, uma crise de segurança em massa atinge carteiras EVM ligadas à Trust Wallet. O sentimento geral é de cautela, com o viés bearish moderado prevalecendo devido à escala dos ataques de larga escala e à soltura polêmica de Ilya Lichtenstein, hacker da Bitfinex. Somado a isso, pressões regulatórias ligadas ao uso de criptoativos para comércio de armas pelo Irã e a ameaça da MSCI contra tesourarias corporativas elevam a barra de risco para investidores. Este boletim analisa como esses fatores de segurança e regulação podem definir a direção dos preços nas próximas 48 horas.


🔥 Destaque: Ataque em Massa Drena Centenas de Wallets EVM

O investigador on-chain ZachXBT identificou um ataque automatizado de “rede ampla” que já drenou centenas de carteiras em múltiplas redes compatíveis com a Ethereum Virtual Machine (EVM). Embora o valor subtraído por vítima seja relativamente baixo — inferior a US$ 2.000 por carteira —, a escala do incidente indica uma operação sofisticada de phishing em massa. A suspeita principal recai sobre e-mails fraudulentos que simulam comunicações oficiais da MetaMask, induzindo usuários a aprovarem contratos inteligentes maliciosos.

O evento ganha contornos ainda mais críticos por sua conexão direta com o hack da Trust Wallet ocorrido em dezembro, que comprometeu mais de 2.500 carteiras via ataque de supply chain e extensões maliciosas no Chrome. A natureza deste ataque revela uma vulnerabilidade persistente no ecossistema de extensões de navegador e na gestão de permissões de contratos. Para investidores de varejo, o impacto é imediato: uma erosão na confiança em soluções de self-custody que não utilizam hardware wallets.

É fundamental que os usuários verifiquem suas aprovações pendentes em ferramentas como Revoke.cash. O incidente reforça a necessidade de higiene digital rigorosa, pois o uso de pacotes de software contaminados (como o detectado Sha1-Hulud) mostra que até usuários experientes podem estar expostos a vulnerabilidades de terceiros. A expectativa é que o TVL em protocolos menores sofra contração temporária enquanto o mercado digere a extensão total deste exploit.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual reflete uma desconexão entre a infraestrutura institucional e o fervor especulativo. Por um lado, temos o XRP liderando o sentimento positivo ao superar o BNB em capitalização de mercado, ancorado por fluxos sólidos em ETFs. Por outro, o Bitcoin permanece em um movimento lateral (sideways) entre US$ 89.000 e US$ 90.000, com a liquidez ainda fragmentada após as festividades de fim de ano.

Entretanto, o “clima de festa” das memecoins, com volumes atingindo a marca de US$ 5,9 bilhões, acende um alerta de sobreaquecimento. A dominância de narrativas de risco elevado em um momento de incerteza em segurança sugere que o movimento pode ser uma rotação de fuga de capital de majors para ativos de alta beta, buscando lucros rápidos antes de uma possível correção macro. O sentimento institucional está em modo de espera (wait-and-see), aguardando definições críticas sobre a permanência de empresas com tesourarias em Bitcoin nos índices globais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Exploits de Phishing Automatizado: A escala de centenas de carteiras drenadas indica o uso de botnets. O risco de novas ondas de phishing via e-mail e redes sociais é alto, visando usuários que mantêm aprovações de contratos não revogadas.
  • Vendas Forçadas via MSCI: A possível exclusão de empresas como a MicroStrategy dos índices mundiais da MSCI pode forçar a venda de até US$ 15 bilhões em BTC por fundos passivos, criando uma pressão vendedora maciça no dia 15 de janeiro.
  • Escrutínio por Uso Ilícito Geopolítico: Relatos do uso de criptoativos pelo Irã para o comércio de armas (mísseis e drones) podem acelerar sanções contra a infraestrutura cripto global e VASPs, prejudicando a narrativa de adoção institucional.
  • Desalavancagem em Memecoins: O rali explosivo liderado por DOGE e PEPE possui suporte fundamental frágil. Qualquer queda no Bitcoin pode desencadear liquidações em cascata nos mercados de futuros desses ativos.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Segurança e Ferramentas de Compliance: O aumento nos ataques impulsiona a demanda por ferramentas de análise on-chain e revogação de permissões. Projetos focados em segurança e auditoria, como a Certik ou plataformas de compliance, ganham tração institucional.
  • Momentum de Ruptura no XRP: Com o breakout técnico acima de US$ 2,01 e fluxos institucionais crescentes em ETFs na Binance e outras plataformas, o ativo apresenta uma assimetria positiva para trades de curto prazo.
  • Reconfiguração Pró-Cripto da SEC: A saída da comissária democrata Caroline Crenshaw deixa a SEC com composição 100% republicana. Isso abre uma janela histórica de oportunidade para aprovações aceleradas de ETFs spot de Solana e outros ativos em 2026.

📰 Principais Notícias do Período

1. Centenas de wallets EVM drenadas em ataque ligado à Trust Wallet
O investigador ZachXBT relatou que centenas de carteiras foram esvaziadas em um ataque automatizado. As perdas individuais são baixas, mas a conexão com o ataque de supply chain da Trust Wallet de US$ 7 milhões sugere uma vulnerabilidade sistêmica em curso.

2. Hacker da Bitfinex libertado precocemente via lei de Trump
Ilya Lichtenstein, responsável pelo histórico roubo de 120.000 BTC, foi solto após um ano de prisão graças à reforma penal First Step Act. O caso reacende discussões ácidas sobre impunidade e a segurança de exchanges centralizadas (CEXs).

3. Irã utiliza cripto para viabilizar comércio global de armas
O ministério da defesa iraniano estaria aceitando Bitcoin e outras criptomoedas em troca de mísseis e drones. A medida visa contornar sanções internacionais e coloca o setor sob forte pressão regulatória do Tesouro Americano.

4. MSCI decide exclusão de tesourarias de Bitcoin em 15 de janeiro
A exclusão de empresas como a MicroStrategy dos índices mundiais pode causar uma saída forçada de bilhões de dólares. A decisão é vista como um teste crucial para a aceitação do Bitcoin como ativo de reserva corporativa em Wall Street.

5. Saída de Crenshaw torna SEC totalmente republicana
A comissária Caroline Crenshaw, voz crítica ao setor, deixou a SEC. Sob a liderança de Paul Atkins, a agência agora possui um painel unipartidário que declarou a regulação de criptoativos como prioridade máxima para o ano.

6. XRP supera BNB e atinge 3ª posição com fluxos em ETFs
A Ripple consolidou o flippening sobre o BNB, impulsionada por entradas de US$ 13,6 milhões em ETFs específicos. O momentum é sustentado por clareza regulatória e interesse institucional renovado em pagamentos cross-border.

7. Memecoins registram ganhos de até 25% em rally varejista
Dogecoin e PEPE lideram uma explosão de volume que totalizou US$ 5,9 bilhões. O movimento sinaliza um apetite de risco agressivo (risk-on), mas analistas alertam para a fragilidade deste rally caso o Bitcoin perca suportes.


🔍 O Que Monitorar

  • Alertas de Segurança: Acompanhe as atualizações de ZachXBT e revogue aprovações de contratos suspeitos. O monitoramento de outflows em massa em redes EVM é vital para evitar perdas.
  • Decisão MSCI: No dia 15 de janeiro, o anúncio oficial definirá o destino das tesourarias corporativas. Antecipe volatilidade em MSTR (MicroStrategy) e no par BTC/USD.
  • Inflows em ETFs: O fluxo contínuo para o XRP e Ethereum servirá como termômetro da sustentabilidade do rali atual das altcoins.
  • Ações da SEC: Quaisquer novos votos ou declarações de Paul Atkins sobre novos ETPs podem ser o próximo gatilho para o mercado.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva é de uma estabilidade frágil com viés negativo para o Bitcoin, conforme o FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre os ataques às carteiras EVM se espalha. É provável que vejamos um aumento no volume de revogações de contratos, o que pode reduzir temporariamente a atividade on-chain em protocolos de finanças descentralizadas (DeFi). O rally das memecoins e do XRP pode oferecer oportunidades de scalping, mas a alta alavancagem nesses ativos os torna os primeiros alvos em uma eventual correção do Bitcoin abaixo de US$ 89.000. A recomendação central é de autocustódia protegida por chaves físicas e evitar ordens de compra em euforia enquanto o cenário de segurança não for mitigado.


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Executivo cartoon entregando pilha de 11 propostas ETF à figura SEC, com altcoins celebrando alta do mercado, simbolizando otimismo institucional

Otimismo Institucional: Bitwise Pede 11 Novos ETFs de Altcoins na SEC

📊 BOLETIM CRIPTO | 31/12/2025 | MANHÃ

O mercado cripto encerra 2025 em um cenário de forte dualidade, marcado por uma recuperação vigorosa de última hora. Após uma sequência de sete dias de saídas nos ETFs de Bitcoin, o setor registrou uma reversão expressiva com influxos de US$ 355 milhões, impulsionando os preços em mais de 2%. O grande destaque, contudo, recai sobre a Bitwise, que protocolou o pedido para 11 novos ETFs de altcoins, sinalizando que a institucionalização do mercado deve se expandir para além do Bitcoin e Ethereum em 2026. Apesar do otimismo com a expansão regulada, o clima é de cautela devido a novos riscos operacionais: a Rússia endurece a regulação contra mineradores com ameaças de prisão, enquanto a Binance anuncia a remoção de pares de margem importantes e investigações de segurança expõem vulnerabilidades persistentes em corretoras centralizadas. O ano fecha com uma disputa clara entre a adoção institucional e os desafios de conformidade global.


🔥 Destaque: Bitwise pede 11 ETFs de Altcoins

A Bitwise Asset Management deu um passo audacioso para expandir o acesso institucional ao mercado de criptoativos, protocolando pedidos junto à SEC para 11 ETFs de “estratégia” focados em altcoins. A lista inclui ativos de peso como AAVE, Uniswap (UNI), Zcash (ZEC), Bittensor (TAO), Sui (SUI) e Near Protocol (NEAR). Esta iniciativa é fundamental pois não se baseia apenas em custódia direta (spot), mas utiliza uma estrutura que combina holdings físicos com derivativos e outros ETPs para cumprir as exigências regulatórias dos EUA.

O movimento ocorre logo após o sucesso estrondoso dos ETFs de Bitcoin e Ethereum, que atraíram bilhões em capital novo em 2024 e 2025. Ao mirar em setores como finanças descentralizadas (DeFi) e inteligência artificial (IA), a Bitwise busca capturar a próxima onda de demanda de investidores profissionais que desejam diversificar portfólios sem sair do ambiente regulado das bolsas americanas. É provável que este anúncio gere um rally especulativo nos tokens mencionados antes mesmo de qualquer aprovação.

No entanto, a aprovação não é garantida. A SEC ainda demonstra resistência em classificar muitas altcoins fora do escopo de valores mobiliários (securities). O prazo de análise pode se estender por até 18 meses, e os investidores devem monitorar a postura da agência, que pode usar esses pedidos para testar novos frameworks de vigilância de mercado. Para quem opera no varejo, o anúncio serve como uma validação de que os fundamentos desses projetos estão sendo observados pelos maiores gestores de ativos do mundo.


📈 Panorama do Mercado

O panorama neste fechamento de ano é de recuperação estratégica. O Bitcoin consolidou-se próximo aos US$ 89.000, enquanto o Ethereum testou novamente a resistência de US$ 2.900. O sentimento de mercado, que havia azedado com as saídas recordes de ETFs nos dias 29 e 30, retornou ao campo bullish moderado após a BlackRock liderar uma nova rodada de compras institucionais.

Entretanto, há uma divergência geográfica notável: enquanto os ETFs mostram força, o indicador Coinbase Premium Gap entrou em território negativo. Isso sugere que a demanda direta no varejo e em instituições menores dos EUA está mais fraca do que o apetite global, possivelmente devido ao encerramento do ano fiscal. No contexto macro, a expectativa agora gira em torno dos dados de emprego dos EUA em janeiro, que ditarão se o Federal Reserve manterá a política de juros favorável aos ativos de risco em 2026.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade Regulatória na Rússia: O Ministério da Justiça russo propôs penas de até 5 anos de prisão para mineradores não registrados. Como a Rússia detém cerca de 15% do hashrate global, um êxodo forçado pode gerar volatilidade técnica na rede Bitcoin durante o início de 2026.
  • Delistings na Binance: A maior exchange do mundo removerá pares de margem (ADA, LINK, AVAX, SUI, TAO) com a stablecoin FDUSD em 6 de janeiro. Isso deve reduzir a liquidez alavancada desses ativos, aumentando o potencial de quedas bruscas por falta de profundidade no livro de ofertas.
  • Fraqueza na Demanda Americana: O desconto recorde de US$ 122 no Coinbase Premium indica que investidores dos EUA estão vendendo BTC a preços menores que o mercado global. Historicamente, esse descolamento precedeu correções de médio prazo.
  • Engenharia Social em Alta: Investigações revelaram golpes de US$ 2 milhões contra usuários da Coinbase via suporte falso. O uso de IA para mimetizar atendentes oficiais torna o ambiente de exchanges centralizadas mais arriscado para investidores iniciantes.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Antecipação de Altseason: O pedido dos 11 novos ETFs pela Bitwise posiciona tokens como AAVE, UNI e SUI em uma vitrine institucional. Investidores podem encontrar janelas de entrada antes de possíveis notícias de aprovação, capturando o beta elevado desses ativos em relação ao Bitcoin.
  • Acumulação Institucional via ETFs: A reversão de outflows para US$ 355 milhões de influxos em um único dia mostra que grandes players estão aproveitando as quedas de fim de ano para acumular. Seguir o fluxo de compras de empresas como BlackRock e Fidelity em fundos de liquidez costuma ser uma estratégia de baixo risco.
  • Arbitragem de Preço entre Exchanges: O desconto na Coinbase em relação à Binance abre oportunidades de arbitragem para traders que possuem liquidez em múltiplas jurisdições, permitindo a compra de BTC com desconto relativo no mercado americano.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitwise protocolou 11 novos ETFs de Altcoins
A gestora Bitwise submeteu pedidos para ETFs de estratégia focados em ativos como AAVE, UNI, SUI e NEAR. Os fundos buscam oferecer exposição regulada integrando holdings spot e derivativos, sinalizando uma nova fronteira para o investimento institucional fora do eixo Bitcoin/Ethereum.

2. Influxos de US$ 355 milhões nos ETFs de Bitcoin
Após sete dias consecutivos de saídas, os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram uma forte reversão. A BlackRock liderou as compras, sinalizando que a liquidez global de dólares pode ter atingido um fundo, incentivando o retorno dos grandes alocadores ao mercado onshore.

3. Mercado Cripto sobe 2% no encerramento de 2025
O último dia do ano foi marcado por uma onda de otimismo, com o Bitcoin flertando com os US$ 89.000. A combinação de novos pedidos de ETFs e dados de liquidez mais favoráveis reverteu o sentimento pessimista dos dias anteriores, gerando um fechamento anual positivo para a maioria das principais moedas.

4. Desconto raro no Coinbase Premium gera alerta
O indicador Coinbase Premium Gap atingiu seu nível mais baixo em 18 meses, com o Bitcoin sendo negociado a US$ 122 de desconto nos EUA. Este sinal sugere uma hesitação momentânea dos compradores americanos, contrastando com a força demonstrada pelos mercados globais na Ásia e Europa.

5. Rússia propõe prisão para mineradores não registrados
O Ministério da Justiça da Rússia enviou uma proposta para punir com até 5 anos de reclusão mineradores que operem sem registro fiscal. A medida visa o controle total do consumo energético no país, que é um dos maiores centros de mineração de Bitcoin do planeta.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Diários de ETFs: Verifique se a reversão de saídas é sustentável através do portal SoSoValue, monitorando se a BlackRock continua comprando em volume.
  • Coinbase Premium Index: Uma volta deste indicador ao zero ou terreno positivo confirmará o retorno do apetite institucional dos EUA.
  • Otimização na Binance: Investidores em ADA e LINK devem acompanhar o impacto do delisting de pares com FDUSD na liquidez e spreads semana que vem na plataforma da Binance.
  • Dados de Emprego (Payrolls): O relatório macro dos EUA em 9 de janeiro será o primeiro grande teste para o sentimento de risco em 2026.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 48 horas é de volatilidade lateral com viés de alta, sustentada pelo otimismo dos novos pedidos de ETFs da Bitwise. Embora o Bitcoin tenha força para testar os US$ 90 mil, a baixa liquidez típica do feriado de ano novo pode causar movimentos erráticos. É provável que o mercado aguarde a normalização das mesas de trading institucionais na primeira semana de janeiro para definir uma direção clara para o primeiro trimestre de 2026. Investidores devem manter a cautela com operações alavancadas em altcoins afetadas por delistings operacionais. No longo prazo, a entrada de altcoins no pipeline de ETFs regulados sugere que 2026 será o ano da diversificação institucional, mas o caminho será pavimentado por fiscalização governamental e desafios de segurança on-chain.


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Executivo cartoon derramando moedas BTC de ponte rachada em 90K, com personagem de suporte estendendo corda, ilustrando pressão da Galaxy Digital

Recuo Estratégico ou Correção Profunda? Galaxy Digital Agita o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 30/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas encerra o penúltimo dia do ano sob intensa pressão bearish e volatilidade técnica, exacerbada pelo baixo volume típico do período festivo. O sentimento geral deteriorou após a Galaxy Digital, gigante liderada por Mike Novogratz, realizar transferências massivas para exchanges, sinalizando uma possível liquidação institucional exatamento quando o Bitcoin falha em sustentar o patamar psicológico dos US$ 90.000. Enquanto o suporte técnico de US$ 86.500 está sendo severamente testado, o cenário de segurança também exige cautela, com o despertar de carteiras de hackers antigos e novas exposições de golpes de engenharia social. Em contrapartida, a Ásia emerge como um contraponto otimista, com a Metaplanet consolidando-se como a “MicroStrategy japonesa”, oferecendo um suporte institucional via acumulação de tesouraria que pode ser decisivo para evitar uma correção mais profunda nas próximas horas.


🔥 Destaque: Galaxy Digital e a Pressão Institucional

A Galaxy Digital realizou a movimentação de aproximadamente 447 BTC (cerca de US$ 39 milhões) para as exchanges Bybit e Bitstamp, seguida por um aporte adicional de 200 BTC horas depois. Este movimento, detectado por dados on-chain, é o primeiro desta magnitude realizado pela empresa em quase um mês e ocorre em um momento crítico de consolidação do mercado.

Embora transferências para exchanges nem sempre signifiquem venda imediata, elas frequentemente servem como prelúdio para a realização de lucros ou provisão de liquidez para trading ativo. O contraste entre esta movimentação e o otimismo anteriormente demonstrado pela firma gera um clima de incerteza (FUD) entre os investidores institucionais e de varejo, sugerindo que grandes players podem estar se preparando para um cenário de maior volatilidade de fim de ano.

O impacto imediato é o aumento da pressão vendedora em uma faixa de preço onde a liquidez já era escassa. Caso a venda se confirme, o Bitcoin pode enfrentar dificuldades para manter seus suportes atuais, invalidando teses de curto prazo que previam um rali de Ano Novo para além da máxima histórica.

É recomendável que investidores monitorem de perto os saldos de BTC na Bybit e Bitstamp através de ferramentas como CryptoQuant. Uma estabilização nestes saldos sem um dump subsequente indicaria movimentos puramente operacionais, enquanto um aumento súbito no volume de ordens de venda confirmaria o viés de baixa.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual revela uma clara divergência regional no apetite institucional. Enquanto no Ocidente vemos sinais de distribuição e incerteza regulatória — potencializada pelas demandas da representante Maxine Waters por audiências de supervisão na SEC —, no Oriente, a tese do Bitcoin como reserva de tesouraria ganha força inédita. A Metaplanet lidera este movimento asiático, acumulando agressivamente para equilibrar a balança de poder contra as liquidações americanas.

Tecnicamente, o Bitcoin aponta para um enfraquecimento do momentum de alta ao negociar abaixo da média móvel de 100 horas. A formação de um canal descendente no curto prazo sugere que a força compradora está exausta, aguardando catalisadores externos ou uma limpeza nas posições alavancadas (liquidation hunt) antes de qualquer tentativa séria de retomar os US$ 90.000.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Breakdown do Suporte Técnico: A perda definitiva do patamar de US$ 86.500 pode acelerar quedas em direção aos US$ 83.500, ativando cascatas de liquidação em contratos futuros e perpétuos.
  • Hacks e Segurança On-chain: O despertar de carteiras ligadas a hacks antigos, como a da KyberSwap, injeta supply inesperado em tokens de DeFi (UNI, LINK, CRV), aumentando a volatilidade setorial.
  • Risco Regulatório e Político: O escrutínio sobre empresas ligadas a Donald Trump, como a Alt5 Sigma, e o debate na SEC sob Paul Atkins geram ruído que pode atrasar a clareza institucional esperada para 2026.
  • Engenharia Social em CEXs: A exposição de scams de suporte falso na Coinbase destaca que o erro humano continua sendo a maior vulnerabilidade do investidor de varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Suportes Estruturais: Dips entre US$ 85.500 e US$ 86.000 oferecem pontos de entrada para investidores de longo prazo que apostam na continuidade da adoção institucional asiática.
  • Exposição via Proxies Asiáticos: As ações da Metaplanet (TSE: 3350) funcionam como um veículo de exposição alavancada ao BTC em um ambiente de iene fraco, operando com mNAV atrativo.
  • Migração para Auto-custódia: O aumento de hacks e golpes de suporte falso impulsiona a demanda por hardware wallets, criando uma janela de fortalecimento para a segurança individual do portfólio.

📰 Principais Notícias do Período

1. Galaxy Digital transfere US$ 39 mi em BTC para exchanges
A movimentação de 447 BTC para Bybit e Bitstamp após um mês de inatividade sinaliza que a firma de Mike Novogratz pode estar realizando lucros no topo do ciclo. Para investidores brasileiros, plataformas como a Binance oferecem ferramentas de volume on-chain para monitorar esses fluxos institucionais em tempo real.

2. Bitcoin apaga ganhos recentes e ameaça suportes em US$ 86,5k
Após falhar na tentativa de romper os US$ 90.000, o BTC recuou para a faixa de US$ 87.000, consolidando-se em um canal descendente. O momentum agora favorece os vendedores, a menos que o suporte de US$ 86.500 segure a pressão.

3. Metaplanet atinge 35k BTC: marco asiático em tesouraria
A “MicroStrategy japonesa” adquiriu mais 4.279 BTC, tornando-se a quarta maior detentora corporativa pública do mundo. A empresa gera renda via derivativos, provando que a estratégia de tesouraria Bitcoin está se globalizando.

4. Carteira hacker de KyberSwap vende US$ 2M após dormência
O endereço vinculado a exploits históricos despertou após 12 meses vendendo UNI, LINK e CRV. O dump localizado pressiona tokens DeFi blue chip, lembrando investidores dos riscos persistentes em protocolos de liquidez.

5. ZachXBT expõe scam de suporte falso Coinbase
O detetive on-chain identificou um fraudador que roubou US$ 2 milhões via engenharia social. O caso reforça a regra de ouro: suportes oficiais nunca pedem frases de recuperação ou acesso direto a fundos.

6. Flow cancela rollback: descentralização prevalece
Após forte pressão da comunidade, a Flow desistiu de reverter transações pós-exploit, mantendo a imutabilidade da rede. Embora o token FLOW tenha sofrido no preço, a integridade técnica da blockchain foi preservada.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 86.500 no BTC: O fechamento horário abaixo deste nível é o principal gatilho para novas quedas.
  • Saldos em Exchanges: Influxos contínuos da Galaxy ou outras baleias indicarão o fim do período de consolidação para um viés bearish.
  • MACD e RSI Horário: Busque por divergências de alta que possam indicar exaustão vendedora próximo aos suportes.
  • Audiências na SEC: Qualquer confirmação de data para as demandas de Maxine Waters pode aumentar o FUD regulatório.

🔮 Perspectiva

As próximas 24 horas serão decisivas para definir se o mercado cripto terá um encerramento de ano em recuperação ou em correção profunda. É provável que o Bitcoin continue testando a paciência dos compradores na zona dos US$ 86.500, buscando atrair liquidez antes de qualquer movimento direcional forte. O cenário macro e a força compradora vinda da Ásia, exemplificada pela Metaplanet, são os principais contrapesos à pressão vendedora das tesourarias ocidentais. A recomendação técnica é de cautela extrema com alavancagem, priorizando a gestão de risco em uma fase de baixa convicção e baixo volume de fim de ano. Se os suportes forem mantidos, poderemos ver um short squeeze rápido de volta aos US$ 88.500.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon dourada e ciano guardando BTC e recebendo influxos institucionais em XRP em baía digital natalina, sinalizando otimismo das whales

Natal Cripto: Whales de BTC Seguram Venda e XRP Recebe US$ 1,25 Bi Institucional

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas amanhece neste Natal de 2025 em um cenário clássico de feriado: baixa liquidez, livros de ofertas mais finos e preços consolidando em faixas estreitas. No entanto, por trás da aparente calmaria natalina, correntes profundas estão se movendo. Enquanto o Bitcoin (BTC) encontra resistência na barreira psicológica dos US$ 88.000, dados on-chain revelam um comportamento estratégico das whales: a pressão vendedora nas principais exchanges, especialmente na Binance, caiu drasticamente. Em paralelo, o XRP vive um paradoxo entre uma configuração técnica frágil e uma demanda institucional robusta via ETFs. O período também exige atenção redobrada com segurança: golpes sofisticados de address poisoning e fraudes em redes sociais expostas pela SEC lembram que criminosos não tiram folga. Esta edição analisa o que esses sinais mistos projetam para a virada do ano.


🔥 Destaque: Whales de Bitcoin Iniciam “Greve de Venda”

O dado mais relevante desta manhã de Natal vem diretamente da análise on-chain e contradiz o sentimento de estagnação do preço. Observamos uma redução drástica no volume de Bitcoins sendo enviados para exchanges, um indicador primário de intenção de venda.

Especificamente, os depósitos de grandes investidores (whales) na Binance caíram quase pela metade ao longo de dezembro. O volume mensal, que girava em torno de US$ 7,88 bilhões, despencou para US$ 3,86 bilhões. No jargão do mercado, isso é frequentemente interpretado como um prelúdio para um choque de oferta.

Quando o preço lateraliza — como vemos agora o BTC preso na faixa de US$ 86.000 a US$ 88.000 — mas a disponibilidade de moedas para venda diminui, cria-se uma assimetria. Qualquer aumento súbito na demanda pós-feriado encontraria um livro de ofertas vazio do lado da venda, o que historicamente catalisa movimentos explosivos de alta. Este comportamento sugere que os grandes players não estão interessados em liquidar posições nos níveis atuais, preferindo a estratégia de HODL (manter os ativos) para o início de 2026.

Entretanto, é crucial notar que essa “seca” de depósitos na Binance não elimina a volatilidade de curto prazo. Em ambientes de baixa liquidez como o dia de hoje, até mesmo ordens menores podem mover o preço significativamente. O cenário é de acumulação silenciosa antes da tempestade.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral nesta quinta-feira é misto, oscilando entre a cautela típica de fim de ano e o otimismo institucional de médio prazo. A rejeição do Bitcoin nos US$ 88.000 frustrou os touros que esperavam um presente de Natal em forma de nova máxima histórica (ATH), mas a estrutura de mercado permanece intacta enquanto os suportes acima de US$ 84.000 forem respeitados.

Identificamos uma tendência de rotação seletiva. Enquanto as maiores criptomoedas (majors) descansam, o capital especulativo busca retornos rápidos em ativos de média capitalização (mid-caps) com narrativas específicas, como visto na alta expressiva de ativos como Canton (CC). O setor de pagamentos e liquidação, liderado pelo XRP, mostra uma dicotomia fascinante: enquanto o gráfico de preços sugere perigo, os fluxos financeiros reais para os ETFs mostram confiança institucional recorde.

O contexto macroeconômico global está em pausa devido ao feriado, deixando o mercado cripto operando quase exclusivamente com base em fluxos internos e alavancagem. Isso aumenta a importância de monitorar derivativos e liquidações nas próximas 24 horas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Movimentação de Baleia no Ethereum: Um investidor antigo (OG) transferiu 100.000 ETH (aprox. US$ 292 milhões) para a Binance. Historicamente, movimentos desse porte antecedem vendas ou operações de hedge que podem pressionar o preço do ETH.
  • Address Poisoning em Alta: Após um trader perder US$ 50 milhões em USDT, o alerta está máximo para golpes que “envenenam” o histórico de transações da carteira, induzindo o usuário a copiar endereços falsos.
  • Suporte Crítico do XRP: O ativo perdeu a zona de conforto mensal de US$ 1,95. Uma confirmação de fechamento diário abaixo deste nível pode acionar stop-loss em cascata, buscando liquidez na região de US$ 0,90 a US$ 1,20.
  • Fraudes via Redes Sociais: A ação da SEC contra um esquema de US$ 14 milhões reforça que grupos de WhatsApp e Telegram prometendo “dicas de IA” são vetores ativos de perda financeira para o varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Divergência no XRP: Apesar do risco técnico, os ETFs de XRP superaram US$ 1,25 bilhão em ativos sob gestão. Para investidores de longo prazo, a queda de preço acompanhada de entrada institucional pode sinalizar uma oportunidade de acumulação descontada.
  • Mid-Caps em Evidência: Com o BTC lateralizando, ativos fora do top 10 ganham holofotes. Projetos com catalisadores fundamentais claros (atualizações ou parcerias) tendem a performar bem nesse vácuo de notícias das majors.
  • Migração para Segurança: O aumento do FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre segurança pessoal cria demanda por soluções de custódia robustas e exchanges que oferecem camadas extras de proteção contra fraudes.

📰 Principais Notícias do Período

1. Whales de BTC reduzem depósitos na Binance: alívio na oferta
Os depósitos de grandes investidores caíram de US$ 7,88 bi para US$ 3,86 bi em dezembro. Essa redução na pressão vendedora sugere que as baleias estão segurando seus ativos, preparando o terreno para um possível choque de oferta.

2. Canton (CC) sobe 17%; BTC rejeita US$ 88K em recuperação modesta
Enquanto o Bitcoin luta para superar a resistência de US$ 88 mil, o mercado de altcoins mostra vida própria. Canton (CC) lidera os ganhos com 17% de alta, mostrando que a especulação continua ativa mesmo no feriado.

3. ETFs de XRP superam US$ 1,25 bi, preço preso em range $1,85-1,91
O interesse institucional no XRP não para de crescer, com ativos nos ETFs batendo recordes. Contudo, o preço spot ainda não reagiu, mantendo-se preso em uma consolidação perigosa abaixo de US$ 2,00.

4. XRP: Suporte $1.95 em xeque ameaça crash para $0.90
Análise técnica aponta momento decisivo: o fechamento abaixo do suporte mensal de US$ 1,95 cria um cenário baixista no curto prazo, com risco de correções profundas se os touros não retomarem o controle.

5. Bitcoin OG transfere 100k ETH para Binance em contexto bearish
Um movimento que chamou a atenção dos rastreadores on-chain: uma carteira antiga depositou cerca de US$ 292 milhões em Ethereum na Binance. O mercado monitora o livro de ofertas para ver se esses tokens serão vendidos a mercado.

6. SEC expõe fraude de US$14M em plataformas falsas via redes sociais
Reguladores americanos desmontaram um esquema que usava grupos de WhatsApp e promessas de “IA” para roubar investidores. O caso serve de alerta para brasileiros sobre a sofisticação dos golpes atuais.

7. CZ defende bloqueio automático de endereços poison após roubo de US$ 50M
Após um roubo massivo via address poisoning, Changpeng Zhao (CZ) sugeriu que carteiras implementem bloqueios automáticos contra endereços maliciosos, visando proteger os usuários de erros fatais de copiar-colar.


🔍 O Que Monitorar

  • Profundidade do Livro de Ofertas (ETH): Acompanhar se o depósito de 100k ETH na Binance resulta em muralhas de venda ou se foi apenas movimentação de custódia.
  • Fechamento Diário do BTC: Um fechamento acima de US$ 87.500 seria um sinal de força para retomar a alta pós-Natal.
  • Volume do XRP: Divergências entre o volume nos ETFs e o volume no mercado à vista (spot) podem indicar a direção do próximo grande movimento.
  • Taxas de Financiamento (Funding Rates): Em baixa liquidez, taxas muito positivas podem atrair long squeezes (liquidações de comprados).

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 horas, é provável que vejamos a consolidação persistir. A baixa liquidez natalina atua como um amortecedor para grandes tendências, mas também torna o mercado suscetível a movimentos bruscos e artificiais (wicks). O cenário base é o Bitcoin testando novamente a zona de US$ 86.000 a US$ 88.000.

No entanto, o alívio na pressão vendedora das baleias de BTC fornece um suporte fundamental importante. A menos que ocorra um evento macroeconômico inesperado (cisne negro), quedas acentuadas devem ser rapidamente compradas. A cautela maior fica para o Ethereum, devido à movimentação da baleia, e para o XRP, que luta para não perder suportes técnicos vitais. Investidores devem priorizar a preservação de capital e evitar alavancagem excessiva até que o volume retorne aos níveis normais na próxima semana.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Bitcoin Soberano no Butão, Vitória da Aave e Consolidação do Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 17/12/2025 | MANHÃ

O mercado cripto amanhece nesta quarta-feira com sinais claros de amadurecimento institucional e estrutural. Enquanto o Bitcoin consolida sua faixa de preço em um movimento lateral que favorece tesourarias soberanas e investidores de longo prazo, o setor de DeFi celebra uma vitória regulatória significativa nos Estados Unidos. O sentimento geral é de otimismo moderado: a tecnologia avança com recordes na Lightning Network e planos ambiciosos da Aave, mas a limpeza do mercado continua ativa com ações da SEC contra fundos de Venture Capital. Para o investidor brasileiro, o cenário sugere um momento de construção de posições estratégicas em meio a uma calmaria na volatilidade de preços.


🔥 Destaque: Butão Compromete 10.000 BTC para Hub Econômico

O Reino do Butão oficializou um movimento inédito na adoção soberana de criptomoedas ao comprometer até 10.000 BTC (aproximadamente US$ 860 milhões) para apoiar seu novo hub econômico baseado em mindfulness, a “Gelephu City”. Diferente de compras especulativas, esta iniciativa representa um pledge (garantia/compromisso) nacional, integrando o ativo digital diretamente na infraestrutura econômica do país.

Este evento é um marco histórico porque valida o Bitcoin não apenas como reserva de valor, mas como alicerce para tesourarias estatais funcionais. O governo butanês, que já minera Bitcoin utilizando sua vasta capacidade hidrelétrica renovável, sinaliza uma estratégia de preservação de capital de longo prazo, diferenciando-se de nações que apenas negociam o ativo.

Para o mercado, as implicações são profundas. A retirada de quase US$ 1 bilhão em BTC de circulação para uma reserva estatal reduz a oferta disponível (choque de oferta) e estabelece um precedente poderoso para outros pequenos países ricos em recursos energéticos. É provável que vejamos uma nova narrativa de “HODL Soberano” ganhando força em 2026.

Investidores devem monitorar se outros estados seguirão o exemplo e como a transparência desses fundos será gerida on-chain, visto que a visibilidade pública dessas carteiras adiciona uma camada de confiança institucional ao ativo.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é bullish moderado. Há uma clara dicotomia entre o avanço de projetos com fundamentos sólidos e a pressão sobre atores questionáveis. Enquanto o ecossistema Bitcoin se fortalece com estabilidade de preços e recordes de capacidade na Lightning Network, o setor DeFi recebe um impulso de legitimidade com o encerramento das investigações da SEC sobre a Aave.

Por outro lado, o ambiente regulatório continua seletivo e punitivo contra má conduta, evidenciado pelo processo contra a Shima Capital. Isso sugere que a “limpeza” do ciclo anterior ainda está em curso. O Bitcoin, negociado em torno de US$ 87.400, encontra-se em uma zona de acumulação definida, permitindo que o capital flua para estratégias de rendimento e protocolos descentralizados que demonstram conformidade e utilidade real.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Rompimento de Suporte no BTC: O mercado de derivativos mostra forte venda de puts em US$ 85.000. Se a pressão de venda spot superar essa barreira, pode haver liquidações em cascata buscando níveis inferiores.
  • Contágio de VCs (Caso Shima): A fraude alegada na Shima Capital pode gerar desconfiança em tokens de seu portfólio e reduzir a liquidez para novos projetos em estágio inicial (early-stage).
  • Centralização na Lightning Network: O recorde de capacidade da LN é impulsionado por grandes exchanges. Embora positivo para adoção, aumenta a dependência de nós centralizados custodial.
  • Pressão Regulatória Seletiva: Embora o DeFi tenha vencido uma batalha, a SEC continua ativa. A incerteza sobre quais setores serão os próximos alvos mantém o risco jurídico no radar.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Ecossistema Aave e DeFi: Com o fim da investigação da SEC e um roadmap agressivo para 2026 (V4 e RWAs), o token e o ecossistema relacionado tendem a atrair fluxo de capital institucional.
  • Estratégias de Range Trading: A consolidação do Bitcoin entre US$ 85k e US$ 100k favorece estratégias de venda de volatilidade e swing trade dentro da faixa definida.
  • Infraestrutura de Pagamentos (LN): O crescimento da capacidade da Lightning Network e a introdução de multi-ativos (Taproot Assets) abrem oportunidades para startups e serviços de pagamento em BTC.

📰 Principais Notícias do Período

1. Aave traça ‘Master Plan‘ ambicioso para 2026
Após se livrar da pressão da SEC, o fundador Stani Kulechov revelou o roadmap que inclui a V4 do protocolo, foco em Ativos do Mundo Real (RWAs) e um aplicativo móvel, visando escalar a liquidez para trilhões.

2. SEC encerra investigação de 4 anos contra Aave
Uma vitória marcante para o setor: o regulador americano encerrou as investigações sem nenhuma ação coercitiva. O TVL do protocolo cresceu 148% durante o período de incerteza, provando a resiliência do DeFi.

3. Lightning Network atinge capacidade recorde
A rede de segunda camada do Bitcoin alcançou 5.600 BTC de capacidade. A integração por grandes plataformas como a Binance tem sido fundamental para prover liquidez e facilitar pagamentos rápidos e baratos.

4. Derivativos de Bitcoin apontam para consolidação
Dados da Deribit mostram alta concentração de opções de venda (puts) nos US$ 85k e compra (calls) nos US$ 100k, sugerindo que grandes traders estão apostando na lateralização e coletando prêmios de volatilidade.

5. SEC processa Shima Capital por fraude
O fundo de venture capital e seu fundador enfrentam acusações graves de desvio de fundos. Um e-mail vazado sugere o encerramento das operações, lançando dúvidas sobre o futuro dos projetos investidos pelo fundo.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Institucionais no Aave: Acompanhar se o fim da investigação da SEC trará grandes depósitos de treasuries institucionais para o protocolo.
  • Open Interest em BTC: Observar a concentração de contratos em aberto nos strikes de US$ 85k e US$ 100k na Deribit para confirmar a validade do range.
  • Carteiras do Butão: Monitorar via ferramentas on-chain (como Arkham) a movimentação e preservação dos 10k BTC comprometidos.
  • Volatilidade Implícita: Uma queda contínua na volatilidade sugere que a consolidação vai durar; um pico repentino pode indicar um rompimento iminente.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 horas, é provável que o mercado mantenha o viés positivo, sustentado pelo otimismo em DeFi e pela robustez do Bitcoin. O preço do BTC deve continuar testando a liquidez dentro da faixa de US$ 87k-90k, sem movimentos explosivos imediatos, a menos que haja um catalisador macro inesperado. Investidores devem aproveitar a calmaria para rebalancear portfólios, focando em qualidade e infraestrutura, enquanto monitoram os desdobramentos do caso Shima Capital para evitar exposição a ativos de risco contagiados.


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Bitcoin Sob Pressão Macro Enquanto “Sharks” Fazem Maior Acumulação em 13 Anos

📊 BOLETIM CRIPTO | 16/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas amanhece nesta terça-feira, 16 de dezembro de 2025, imerso em um cenário de dualidade extrema. Por um lado, pressões macroeconômicas globais — especificamente os temores de um aumento nas taxas de juros pelo Banco do Japão (BoJ) e vendas institucionais expressivas — empurraram o Bitcoin para a zona de US$ 85.000, testando a resiliência psicológica dos investidores de varejo. Por outro, dados on-chain revelam um comportamento de convicção histórica: investidores classificados como “Sharks” estão acumulando Bitcoin no ritmo mais acelerado dos últimos 13 anos, ignorando completamente o medo que domina as manchetes. Enquanto a regulação nos EUA avança a passos largos com sinais positivos da SEC sob a gestão de Paul Atkins, o curto prazo exige cautela diante da alavancagem excessiva em altcoins e do risco de liquidações em cascata. Este boletim disseca essa batalha entre o fluxo macro vendedor e a fundação micro altista.


🔥 Destaque: A Maior Acumulação de “Sharks” desde 2012

Em meio à volatilidade que derrubou o preço do Bitcoin em cerca de 30% desde suas máximas, um movimento silencioso, mas ensurdecedor para quem analisa dados on-chain, está ocorrendo nos bastidores. Investidores classificados como “Sharks” — carteiras que detêm entre 100 e 1.000 BTC — acumularam impressionantes 54.000 Bitcoins apenas na última semana. Este volume de compra representa o ritmo de acumulação mais agressivo dessa coorte desde 2012, um período que antecedeu um dos ciclos de alta mais explosivos da história do ativo.

Este comportamento diverge radicalmente do sentimento de pânico observado no varejo e até mesmo da postura de algumas “Whales” (baleias gigantes com mais de 10.000 BTC), que continuaram distribuindo moedas no mercado. A acumulação dos Sharks sugere uma forte convicção de que o patamar atual de preço, pressionado por fatores exógenos como a política monetária japonesa e vendas da market maker Wintermute, representa uma oportunidade geracional de entrada, e não um sinal de colapso estrutural.

Para o investidor estratégico, isso sinaliza uma mudança de mão na posse dos ativos: moedas estão saindo de mãos fracas ou de grandes players que realizam lucros para mãos de investidores de médio porte com alta convicção e horizonte temporal estendido. Historicamente, quando a coorte de Sharks diverge tão agressivamente do preço, o mercado tende a encontrar um fundo local sólido. No entanto, a pressão vendedora das baleias maiores ainda atua como um teto momentâneo, criando uma zona de compressão de preços que pode resultar em movimento violento nas próximas semanas.

A implicação direta é que, apesar do gráfico de preços sangrento no curto prazo, a estrutura de demanda subjacente está se fortalecendo. Se a pressão macroeconômica do BoJ se dissipar sem surpresas negativas extremas, o suprimento absorvido por esses Sharks deixará o mercado com baixa liquidez vendedora (sell-side liquidity), pavimentando o caminho para uma recuperação acelerada assim que o sentimento virar.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado é classificado como Misto, mas com nuances importantes. O medo de curto prazo é palpável devido à correlação renovada com a macroeconomia tradicional. A possibilidade de endurecimento monetário no Japão ameaça o carry trade do Yen, um mecanismo que historicamente fornece liquidez barata para ativos de risco globais. Esse medo foi exacerbado por vendas massivas da Wintermute, totalizando US$ 1,5 bilhão, o que drenou a liquidez imediata dos livros de ofertas.

Contradizendo esse cenário bearish de preço, o ambiente regulatório e institucional nos Estados Unidos nunca esteve tão favorável. A SEC, agora sob liderança de Paul Atkins, emitiu sinais claros de defesa a ferramentas de privacidade em blockchain, enquanto a Gemini avança com mercados de previsão em todos os 50 estados americanos. Essa dicotomia cria um ambiente onde os fundamentos de longo prazo (regulação, adoção institucional, inovação) são extremamente bullish, enquanto a ação de preço de curto prazo é refém de fluxos de liquidez e desalavancagem. O setor de infraestrutura e wallets mostra aquecimento, evidenciado pela integração nativa de Bitcoin na MetaMask, apontando para uma melhoria contínua na experiência do usuário que facilitará a próxima onda de adoção.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Desmonte do Yen Carry Trade: A reunião do Banco do Japão (BoJ) em 19 de dezembro é crítica. Um aumento de juros pode forçar a liquidação de posições globais financiadas em ienes, drenando liquidez de criptoativos de forma abrupta.
  • Distribuição de Baleias (>10k BTC): Enquanto os Sharks compram, as megabaleias ainda mostram sinais de distribuição. Se essa pressão de venda (overhead supply) não cessar, ela pode neutralizar a demanda dos Sharks e manter o preço suprimido.
  • Liquidações em Cascata em Altcoins: Ativos como SOL, ADA e memecoins (ex: PIPPIN) apresentam alta concentração de alavancagem long. Com o Bitcoin instável, qualquer queda adicional pode gatilhar liquidações forçadas, exacerbando perdas nesses pares.
  • Baixa Liquidez de Final de Ano: A proximidade das festas reduz a profundidade do mercado. Vendas institucionais ou movimentações de grandes carteiras têm impacto desproporcional no preço em ambientes de baixa liquidez (thin books).

💡 Oportunidades Identificadas

  • Seguir os “Sharks” (Dip-Buying): A agressividade da compra na faixa de US$ 85k sugere que o “dinheiro inteligente” vê valor assimétrico aqui. Acumular gradualmente (DCA) em quedas, alinhando-se a essa coorte, tem respaldo histórico positivo.
  • Privacidade e Compliance: Com a SEC mudando o tom sobre ferramentas de privacidade, protocolos que oferecem anonimato com conformidade (como soluções ZK) e stablecoins privadas podem ver uma reavaliação de preço e adoção.
  • Ecossistema Multichain: A integração do Bitcoin na MetaMask e a expansão de super apps como o da Gemini indicam que a fricção entre chains está diminuindo. Ativos que facilitam interoperabilidade ou se beneficiam dessa UX unificada estão bem posicionados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin a US$ 85k: BoJ, Liquidações e Wintermute Pressionam
Uma tempestade perfeita de fatores derrubou o BTC: temores de alta de juros no Japão, US$ 200 milhões em liquidações de alavancagem e vendas massivas de US$ 1,5 bilhão pela market maker Wintermute em um final de semana de baixa liquidez.

2. Tubarões Acumulam em Ritmo Recorde de 13 Anos
Apesar da queda de 30% desde o topo, carteiras com 100-1.000 BTC adicionaram 54.000 moedas em uma semana. Esse padrão de acumulação agressiva em quedas profundas não era visto desde 2012, sinalizando forte convicção institucional.

3. Gemini Lança Mercados de Previsão nos EUA
A exchange dos irmãos Winklevoss expandiu seu serviço de prediction markets para todos os 50 estados americanos, operando sob regulação da CFTC. O movimento posiciona a Gemini na disputa para ser o “super app” cripto definitivo e legitima o setor.

4. SEC Defende Ferramentas de Privacidade em Blockchain
Em uma guinada histórica, o novo Chair da SEC, Paul Atkins, defendeu durante um roundtable que o uso de ferramentas de privacidade não deve gerar suspeita automática, abrindo portas para inovação em privacidade financeira legítima.

5. MetaMask Integra Bitcoin Nativo
A carteira mais popular do mundo agora suporta Bitcoin diretamente, permitindo compra, troca e envio sem pontes complexas. A medida visa capturar uma base de 100 milhões de usuários e democratizar o uso do BTC em DeFi.

6. Grayscale Prevê Novo ATH no 1º Semestre de 2026
Analistas da gestora projetam que, impulsionado por clareza regulatória e demanda institucional, o Bitcoin atingirá novas máximas históricas na primeira metade de 2026, citando o avanço de legislações como o GENIUS Act.

7. Alerta de Liquidação para SOL, ADA e PIPPIN
O mercado de derivativos aponta risco elevado para essas altcoins. Solana tem US$ 1 bilhão em posições short em risco, enquanto ADA e a memecoin PIPPIN enfrentam perigos de long squeezes devido à alta concentração e medo extremo.


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🔍 O Que Monitorar

  • Decisão do BoJ (19/12): A taxa de juros japonesa é o “cisne negro” potencial da semana. Monitorar qualquer sinalização de aumento que possa impactar a liquidez global.
  • Fluxo Líquido dos Sharks: Continuar acompanhando os dados da Glassnode para ver se a acumulação persiste ou se arrefece diante de novas quedas de preço.
  • Volumes na MetaMask e Gemini: Ajudarão a medir se as novas integrações (BTC nativo e Prediction Markets) estão gerando uso real ou se são apenas ruído de notícias.
  • Funding Rates de Altcoins: Indicadores negativos extremos podem sinalizar um fundo local e possíveis oportunidades de reversão (short squeeze), especialmente em SOL.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva é de contínua volatilidade defensiva. É provável que o Bitcoin teste novamente suportes na região inferior dos US$ 80k se os rumores sobre o Banco do Japão se intensificarem. No entanto, a força da compra institucional (Sharks) deve atuar como um “colchão” impedindo colapsos mais profundos. O cenário favorece paciência: investidores agressivos podem buscar entradas escalonadas, enquanto conservadores devem aguardar a definição da taxa de juros japonesa no dia 19. A desconexão entre o avanço regulatório positivo e o preço deprimido sugere que, uma vez resolvido o medo macro, a recuperação pode ser rápida e vigorosa.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras. Dados de mercado são voláteis e podem mudar rapidamente.