Onda dourada colossal quebrando barreira cristalina 97K em oceano digital cyan, simbolizando rali histórico do Bitcoin por ETFs e short squeeze

Bitcoin atinge US$ 97k em Rali Histórico impulsionado por ETFs e Short Squeeze

📊 BOLETIM CRIPTO | 14/01/2026 | NOITE

O Bitcoin explode para a marca de US$ 97 mil, impulsionado por um short squeeze massivo e fluxos institucionais sem precedentes. O rompimento da barreira psicológica de US$ 96 mil foi catalisado por entradas recordes de US$ 754 milhões nos ETFs spot americanos e dados de inflação que reforçam o apetite pelo risco. Enquanto o momentum bullish domina o cenário global, com vitórias regulatórias da Ripple na Europa e o encerramento de investigações da SEC contra a Zcash, os Estados Unidos enfrentam uma crise de unidade no setor após a Coinbase retirar seu apoio ao principal projeto de lei cripto do país. O viés é majoritariamente positivo, sustentado por capital institucional real que ignora o ruído político de curto prazo em prol da valorização do Bitcoin.


🔥 Destaque: Bitcoin a US$ 97k e o Squeeze de US$ 800 Milhões

O Bitcoin atingiu US$ 96.867 nesta quarta-feira, marcando seu maior nível desde novembro e revertendo a estagnação observada nos últimos dias. O movimento foi alimentado por uma combinação explosiva de influxos recordes em ETFs — liderados por Fidelity e BlackRock — e a capitulação forçada de traders apostando na queda. Nas últimas 24 horas, o mercado testemunhou liquidações de US$ 800 milhões em posições short (venda), forçando uma onda de recompra que acelerou o rally.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 521.227,83, refletindo a força da demanda no mercado brasileiro. Esse movimento não é apenas especulativo; o relatório de CPI nos EUA indicou inflação estável em 2,7%, aliviando temores de novas altas de juros pelo Federal Reserve. Com a redução da incerteza macroeconômica, o Bitcoin assume seu papel como o principal ativo de risk-on da atualidade.

De uma perspectiva institucional, o cenário mudou radicalmente: o fluxo diário de US$ 754 milhões para ETFs spot é o maior desde outubro. Isso indica que, apesar de o preço ainda estar abaixo da máxima histórica (ATH) de outubro (US$ 126 mil), a base de suporte está se fortalecendo. O mercado agora olha para a marca de US$ 100 mil, com 89% de probabilidade apontada em mercados de previsão, enquanto o open interest crescente sugere que o momentum ainda tem fôlego.

Para o investidor, o ponto de atenção reside na sobrealavancagem. Embora o rally seja sustentado por entradas no mercado à vista (spot), o volume de liquidações recorde mostra que a volatilidade pode punir ambos os lados. A consolidação acima de US$ 95 mil agora é crucial para transformar a antiga resistência em um novo suporte sólido, preparando o terreno para a próxima perna de alta.


📈 Panorama do Mercado

O retorno agressivo do capital institucional define o tom do período. O avanço da Ripple na União Europeia, conquistando uma licença EMI no hub financeiro de Luxemburgo, demonstra que a clareza regulatória fora dos EUA está atraindo empresas globais. Enquanto isso, o encerramento de uma investigação da SEC contra a Zcash trouxe um alívio inesperado para o setor de privacy coins, impulsionando o ativo em 12,5%.

Contudo, a fragilidade técnica de redes de alta performance voltou ao centro do debate com a falha na rede Sui, que deixou a mainnet instável e afetou aplicações DeFi. Esse contraste entre o rally dos ativos consolidados e as dores de crescimento de novas blockchains reforça uma migração de liquidez para portos seguros como Bitcoin e Ethereum, este último subindo 7% com influxos de US$ 130 milhões em seus próprios ETFs.


⚠️ Riscos a Monitorar

Politização Regulatória: A retirada de apoio da Coinbase ao Digital Asset Market Clarity Act ameaça atrasar a clareza legislativa nos EUA, deixando o setor à mercê de decisões ad hoc.

Instabilidades em Layer 1: O incidente na Sui serve como alerta para investidores de redes emergentes que priorizam velocidade em detrimento de redundância operacional.

Squeeze Reverso: O aumento massivo de posições long alavancadas após o rally cria o risco de uma cascata de liquidações se houver uma correção técnica inesperada.

Erosão de Confiança: A pressão da senadora Elizabeth Warren contra stablecoins ligadas a figuras políticas, como o projeto USD1, pode gerar FUD regulatório em ativos de menor compliance.


💡 Oportunidades Identificadas

Acumulação Institucional: Entradas líquidas consistentes em ETFs sinalizam uma janela de suporte para holders de longo prazo, com o alvo de US$ 100 mil cada vez mais próximo.

Arbitragem de Jurisdição: O passporting da Ripple na UE abre precedentes para operações reguladas em um bloco de € 18 trilhões, impulsionando a utilidade do XRP.

Recuperação em Privacy: O encerramento da probe da SEC reduz o prêmio de risco sobre a ZEC, permitindo que a fundação foque em inovação pós-instabilidade interna.


📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin atinge US$ 97k e causa US$ 800M em liquidações
O BTC liderou uma onda de short covering forçado, atingindo US$ 96.867. A alta puniu investidores baixistas e foi acompanhada por ganhos de 7% no Ethereum e 4% na Solana.

2. Ripple conquista licença EMI preliminar em Luxemburgo
A Ripple obteve aprovação preliminar para emitir dinheiro eletrônico na UE. A licença permite operar em 27 países através do regime passporting, consolidando sua rede de pagamentos transfronteiriços.

3. Coinbase abandona apoio a projeto de lei cripto nos EUA
A maior exchange americana retirou seu suporte ao Clarity Act. O CEO Brian Armstrong citou problemas críticos no texto sobre stablecoins e DeFi, expondo fraturas no lobby do setor.

4. Falha na rede Sui paralisa transações em dApps
A mainnet da Sui enfrentou dificuldades técnicas que tornaram transações lentas ou impossíveis. O incidente afetou exploradores como o SuiScan e dApps do ecossistema, gerando cautela técnica.

5. SEC encerra investigação na Zcash sem recomendações
A Zcash Foundation recebeu confirmação de que a SEC não buscará enforcement. A notícia fez o ZEC saltar 12,5%, trazendo clareza jurídica após meses de incerteza operacional.


🔍 O Que Monitorar

Volume da Binance: O acompanhamento da liquidez em plataformas como a Binance é essencial para validar se o volume sustentará o Bitcoin acima de US$ 97 mil.

Markup no Senado: O destino do Clarity Act amanhã determinará se o sentimento de desunião trazido pela Coinbase pesará no preço dos ativos.

Uptime da Sui: A restauração plena da rede é necessária para evitar uma migração de TVL para concorrentes como Solana ou Aptos.

Fluxos de ETFs: Entradas diárias acima de US$ 500 milhões continuam sendo o principal motor da alta atual do mercado.


🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, com o mercado em modo de descoberta de preço buscando testar a resistência psicológica de US$ 100 mil. O momentum gerado pelo short squeeze residual e o retorno da confiança institucional via ETFs dominam a narrativa, apesar das turbulências regulatórias em Washington. É provável que vejamos uma maior volatilidade nos ativos de média capitalização, como XRP e ZEC, que agora operam sob menor pressão jurídica. Contudo, investidores devem ter cautela com ajustes técnicos; um pullback para a região de US$ 94 mil é possível e saudável após uma subida tão íngreme. A saúde da rede Sui e a reação política à carta de Elizabeth Warren serão os contrapontos a serem observados em um cenário que, por ora, pertence aos touros.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de ABCripto com escudo stablecoins versus burocrata com martelo IOF em balança, ilustrando batalha judicial contra imposto no Brasil

ABCripto vs Governo: Batalha contra IOF em Stablecoins

A indústria cripto brasileira, liderada pela ABCripto, ameaça entrar na Justiça contra o Ministério da Fazenda caso avance com a cobrança de IOF sobre transferências de stablecoins. Representando mais de 50 empresas, a entidade argumenta que equiparar ativos como USDT e USDC a moedas estrangeiras viola a Constituição e carece de base legal. Com stablecoins respondendo por até 90% do volume de negociações no país, a medida pode encarecer o dia a dia de traders, freelancers e famílias que usam essas ferramentas para remessas e proteção contra inflação. Usuários comuns seriam os primeiros impactados.


O Que o Governo Pretende Fazer com Stablecoins?

O Ministério da Fazenda planeja tratar transferências de stablecoins como operações de câmbio estrangeiro, aplicando o IOF já cobrado em transações internacionais. Stablecoins, como USDT e USDC, são criptomoedas atreladas ao dólar americano, usadas no Brasil para poupança em dólar digital, negociações e envios de dinheiro ao exterior. A proposta ganha força com novas regras do Banco Central, vigentes a partir de fevereiro de 2026, que classificam pagamentos em stablecoins como atividade cambial.

Essa equiparação ignora a natureza descentralizada desses ativos, que não são emitidos por bancos centrais estrangeiros. A ABCripto alerta que o governo não tem autoridade para criar tributos dessa forma sem aprovação congressional, o que configuraria abuso de poder regulatório. Recentemente, o Brasil já alterou a tributação de criptoativos, eliminando isenções sobre ganhos e impondo uma alíquota fixa de 17,5%, mas essa nova camada de IOF elevaria custos significativamente.

Por Que a ABCripto Diz Que É Inconstitucional?

Julia Rosin, presidente da ABCripto, defende que stablecoins não se enquadram como “moeda estrangeira” prevista na lei. Elas são representações digitais de valor, reguladas como ativos virtuais pela Lei 14.478/2022, não como câmbio tradicional. Cobrar IOF exigiria mudança legislativa, não mera interpretação ministerial. A entidade vê violação ao princípio da legalidade tributária, que proíbe criação de impostos por decreto.

Além disso, a medida contraria o marco regulatório recente, aprovado pelo Congresso, que busca fomentar inovação sem onerar excessivamente o setor. Se implementada, poderia incentivar migração para plataformas offshore ou serviços informais, dificultando a fiscalização e aumentando riscos para usuários. A batalha judicial promete questionar esses fundamentos na Justiça, potencialmente chegando ao STF.

Impacto no Usuário Brasileiro do Dia a Dia

Para o investidor prático, o efeito é imediato: stablecoins dominam 90% das transações cripto no Brasil, usadas em trades rápidos, pagamentos freelance internacionais e hedge contra desvalorização do real. Uma taxa extra de IOF – que pode chegar a 6,38% em remessas – tornaria cada transferência mais cara, erodindo margens em operações cotidianas.

Freelancers recebendo em dólares via Upwork ou Fiverr, por exemplo, converteriam para stablecoins para evitar spreads bancários, mas pagariam mais. Pequenos negócios e famílias enviando dinheiro para parentes no exterior sentiriam o peso. Com o volume atual, isso impactaria milhões de reais diários. Usuários devem monitorar exchanges locais para ajustes de taxas e considerar diversificação, mas sempre com cautela.

Próximos Passos e o Que Monitorar

A ABCripto deu ultimato ao governo, e a resposta definirá se o processo avança. Enquanto isso, o setor cobra diálogo com reguladores para equilibrar inovação e proteção ao consumidor. Globalmente, países como EUA e Índia enfrentam dilemas semelhantes com stablecoins, sugerindo que o Brasil segue tendência de maior escrutínio.

Para você, acompanhe atualizações da ABCripto e Banco Central. Mantenha registros de transações para compliance fiscal e evite pânico: a judicialização pode barrar a taxa. Essa luta reforça a importância de uma regulamentação pró-mercado, preservando o acesso acessível a ferramentas financeiras modernas.


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Personagens cartoon do Senado e SEC ajustando balança com símbolos Bitcoin, stablecoins e DeFi, simbolizando votação do CLARITY Act

Semana Decisiva: Senado dos EUA Vota CLARITY Act Dia 15

O dia 15 de janeiro pode ser aquele que mudará as criptomoedas para sempre. O chair da SEC, Paul Atkins, chamou esta semana de "crucial para o cripto", com o Senado dos EUA agendando o markup do CLARITY Act. A votação bipartidária visa esclarecer a divisão de competências entre SEC e CFTC, potencialmente destravando trilhões em investimentos institucionais e posicionando os EUA como capital global das criptomoedas.


O Que é o CLARITY Act?

O CLARITY Act, ou Digital Asset Market Clarity Act, busca acabar com a "zona cinzenta regulatória" que assombra o mercado cripto há anos. Baseado em um projeto aprovado na Câmara em julho, o texto final reflete negociações intensas entre republicanos e democratas, bancos tradicionais e a indústria cripto. O chair Atkins destacou que a lei alinha-se à visão do presidente de tornar a América o epicentro mundial das criptomoedas, oferecendo certeza regulatória essencial para investidores.

Atkins afirmou em entrevista à Fox Business: "Isso é uma grande semana para o cripto – o Congresso está prestes a atualizar nossos mercados financeiros para o século 21". Ele enfatizou o apoio da SEC à legislação, que "future-proof" contra reguladores excessivos, em referência indireta a gestões anteriores.

Pontos Chave em Debate no Markup

O markup simultâneo nos comitês de Bancos e Agricultura do Senado, previsto para quinta-feira, 15 de janeiro, analisará aspectos críticos. Entre eles, regras éticas para funcionários públicos no setor cripto, incluindo o presidente; remunerações de stablecoins; e tratamento de finanças descentralizadas (DeFi), com foco em negociações de securities tokenizados e prevenção de lavagem de dinheiro.

Representantes da indústria, como Amanda Tuminelli do DeFi Education Fund, alertam para preocupações de bancos sobre "arbitragem regulatória" em exchanges descentralizadas. Provisões sobre autocustódia e proteção a desenvolvedores de software também são esperadas, potencialmente incorporando o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA).

Impactos Geopolíticos e para o Mercado

Para o Brasil e América Latina, uma aprovação bipartidária do CLARITY Act reforçaria a liderança dos EUA em regulação cripto, influenciando padrões globais. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, comparam o bill ao "Punxsutawny Phil" do inverno cripto: se passar, Bitcoin pode mirar novas máximas históricas. Michaël van de Poppe, da MN Fund, vê-o como o "maior evento de janeiro", decidindo o rumo do ecossistema em 2026.

Atualmente, BTC negocia em torno de US$ 91.200, 28% abaixo do ATH. Clareza regulatória poderia atrair fluxos institucionais massivos, beneficiando exchanges globais e stablecoins usadas em remessas.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Negociações entre senadores John Boozman e Cory Booker prosseguem, com possível liberação do texto final amanhã. Disputas sobre DeFi e stablecoins podem adiar o markup, mas o otimismo prevalece. Investidores devem acompanhar atualizações dos comitês e reações de mercado, pois a lei pode catalisar um rally institucional.

Para brasileiros, isso sinaliza maturidade global do ativo, incentivando posicionamento estratégico em meio à volatilidade.


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Executivos cartoon abrindo portões enferrujados para horizonte BTC dourado, simbolizando liberação de investimentos corporativos na Coreia do Sul

Coreia do Sul Libera Empresas para Cripto Após 9 Anos de Banimento

A Coreia do Sul, quarta maior economia da Ásia, está prestes a derrubar uma proibição de nove anos sobre investimentos corporativos em criptomoedas. A Financial Services Commission (FSC) finaliza diretrizes que permitem que empresas listadas aloquem até 5% de seu capital próprio (equity) em ativos como Bitcoin e Ethereum, das top 20 moedas por capitalização. Essa mudança geopolítica pode injetar bilhões no mercado, seguindo o modelo institucional dos EUA, mas com restrições que contrastam com vizinhos como o Japão.


Detalhes das Novas Diretrizes Regulatórias

A FSC compartilhou o rascunho com um grupo de trabalho público-privado em 6 de janeiro, com expectativa de aprovação entre janeiro e fevereiro de 2026. Empresas poderão investir apenas em criptomoedas das top 20 por capitalização de mercado, com base em dados semestrais das cinco maiores exchanges locais sul-coreanas. A inclusão de stablecoins atreladas ao dólar americano, como USDT e USDC, ainda está em discussão, conforme reportado pela indústria financeira.

Desde 2017, corporações enfrentavam restrições devido a riscos de especulação e lavagem de dinheiro. Essa flexibilização faz parte de uma estratégia gradual anunciada em fevereiro de 2025, visando atrair players institucionais. Cerca de 3.500 empresas podem participar, potencializando um fluxo massivo de capital para o ecossistema cripto.

Potencial Impacto Bilionário das Corporações Coreanas

Imagine gigantes como Samsung ou LG destinando 5% de seu equity a Bitcoin: com capitalizações bilionárias, isso poderia representar dezenas de bilhões de dólares em compras. Analistas preveem um influxo significativo, fortalecendo a liquidez e preços de ativos líderes. No entanto, o limite de 5% é criticado como conservador por insiders, que alertam que restrições excessivas podem enfraquecer o influxo de capital e impedir o surgimento de especialistas em investimentos virtuais.

Essa adoção corporativa sinaliza maturidade para o mercado sul-coreano, onde o varejo já é voraz, mas faltava o aval institucional. Para investidores brasileiros, isso reforça a narrativa global de Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Contexto Geopolítico: Ásia Segue Modelo Americano

A medida posiciona a Coreia do Sul como pioneira na Ásia em adoção institucional, ecoando os EUA, onde empresas como MicroStrategy acumulam BTC sem limites máximos. Em contraste, o Japão mantém posturas mais restritivas para corporações, priorizando estabilidade financeira. Países como Hong Kong e Reino Unido também avançam sem limites semelhantes, o que pode deixar a Coreia em desvantagem competitiva.

Essa mudança reflete uma corrida geopolítica: enquanto a China proíbe cripto, nações como Coreia e Singapura abraçam inovação para competir globalmente. O leitor brasileiro percebe aqui uma oportunidade indireta, com potenciais repiques em preços impulsionados por fluxos asiáticos massivos.

Próximos Passos e Ambições Regulatórias

Além dos investimentos corporativos, a FSC planeja ETFs spot de cripto em 2026, inspirados em modelos americanos e de Hong Kong. Paralelamente, avança legislação para stablecoins, com disputa entre FSC e Banco da Coreia sobre participação bancária em emissores. Essas iniciativas visam transformar a Coreia em hub cripto, equilibrando inovação e proteção ao investidor.

Investidores devem monitorar aprovações finais, pois o impacto pode elevar o Bitcoin acima dos US$ 90.000 atuais, beneficiando o mercado global.


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