Investidor cartoon capturando ETF Bitcoin caindo com rede luminosa, nuvem com 2026 ao fundo, simbolizando buy the dip e alerta de crise

Primo Rico Aplica R$ 1 Milhão em ETF de Bitcoin e Alerta para Crise em 2026

O influenciador financeiro Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico, aplicou quase R$ 1 milhão em um ETF de Bitcoin no Brasil, especificamente o HOLD11, no dia 24 de dezembro de 2025. A compra ocorreu quando o BTC estava em torno de US$ 87 mil, em uma estratégia clássica de buy the dip. Nigro alerta para uma possível crise econômica em 2026, vendo o Bitcoin como proteção contra a impressão desenfreada de moeda pelos bancos centrais. O ativo já valorizou 8% em duas semanas.


Detalhes da Operação de Compra

A aplicação de R$ 980.450 em cotas do HOLD11 foi realizada próximo ao fechamento do pregão na B3, às 17h. Inicialmente hesitante, Nigro decidiu alocar em ativos dolarizados ao avaliar sua carteira. "Olhando pra minha posição, eu preciso alocar um pouquinho mais em algo dolarizado", justificou em vídeo no YouTube.

O timing provou-se acertado: o Bitcoin subiu para acima de US$ 94 mil até 5 de janeiro de 2026, rendendo cerca de 8% em pouco mais de duas semanas. No entanto, a corretora XP bloqueou temporariamente a transação, um problema recorrente que exigiu contato telefônico para liberação. Isso destaca desafios operacionais comuns em investimentos cripto no Brasil.

Visão Macro: Crise e Bitcoin como Reserva

Nigro conecta sua aposta ao cenário macroeconômico global. "A gente tem dinheiro sendo impresso o tempo todo, vai ter crise vindo aí, vai ter loucura", alertou, prevendo turbulências em 2026. Para ele, o Bitcoin, com suprimento fixo de 21 milhões de unidades, serve como hedge contra inflação e desvalorização fiat.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 484.215,43 nesta quinta-feira, 8 de janeiro, com variação de -2,25% nas últimas 24 horas e volume de 274,54 BTC. Essa volatilidade reforça a necessidade de estratégias de longo prazo, como a adotada por Nigro.

ETF HOLD11: Praticidade para Brasileiros

A escolha pelo ETF, negociado na B3, prioriza praticidade sobre custódia direta. Nigro não controla as chaves privadas ("not your keys, not your coins"), mas ganha simplicidade tributária e acesso via home broker tradicional. O HOLD11 permite exposição ao BTC sem wallets ou exchanges 24/7.

Para investidores brasileiros, isso significa integração com a infraestrutura financeira local: declare no IR como ação, negocie em horário de bolsa (10h-17h). No entanto, limita liquidez fora do pregão e expõe a riscos do gestor do fundo.

Lições Práticas para Você

Como aplicar isso? 1) Monitore dips no BTC via ferramentas como Cointrader Monitor. 2) Avalie ETFs como HOLD11 para entrada fácil na B3 ou custódia direta em exchanges como Binance para controle total. 3) Diversifique com visão macro: aloque 5-10% em BTC como proteção.

Vale monitorar o HOLD11 e declarações de Nigro. Movimentos de influenciadores como ele influenciam o varejo, mas sempre faça sua análise. Em tempos de possível crise, estratégias como buy the dip e hold podem ser úteis para preservar patrimônio.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon ergue âncora BTC dourada resistindo ondas de papel-moeda colapsando, simbolizando refúgio em crise do Rial e ETF Bitcoin

Colapso do Rial e Primo Rico: Bitcoin como Refúgio Global

O colapso do rial iraniano em 2025, que perdeu mais de 40% do valor contra o dólar, reacende o debate sobre Bitcoin como alternativa descentralizada em crises monetárias. No Brasil, o influenciador Thiago Nigro, o Primo Rico, aplicou R$ 980 mil em ETF de Bitcoin no dia 24 de dezembro, apostando contra uma crise financeira em 2026. Esses casos mostram por que grandes nomes e populações em apuros correm para a cripto como reserva prática de valor.


Crise no Irã: Quando o Dinheiro Local Some

No Irã, o rial caiu para 1,4 milhão por dólar em dezembro de 2025, erodindo poupanças familiares e inflando preços de itens básicos como pão e combustível. Bancos como o Ayandeh faliram, afetando 42 milhões de clientes, enquanto sanções internacionais bloqueiam acesso a dólares. Nesse caos, o Bitcoin surge nas conversas públicas por ser global e fora do controle estatal.

É como se seu salário em reais perdesse metade do poder de compra da noite para o dia. Famílias iranianas veem anos de economia virarem fumaça, e o BTC entra como opção de exit, algo que não depende de bancos locais ou governos instáveis. Mas nem tudo são flores: volatilidade e acesso à internet limitam o uso em massa.

Paralelos com Venezuela e Argentina: Lições para o Brasil

Casos semelhantes rolam na América Latina. Na Venezuela, hiperinflação levou muitos a usar Bitcoin para remessas familiares, escapando do bolívar. Na Argentina, 20% da população tem cripto para blindar contra o peso em queda livre. Esses exemplos validam a tese: em crises, ativos descentralizados ganham tração.

Para o brasileiro médio, isso soa familiar. Com dólar alto e juros incertos, quem manda dinheiro para o exterior ou guarda para aposentadoria pensa duas vezes. O Bitcoin, negociado 24h em reais nas exchanges locais, vira ferramenta real contra desvalorizações – sem burocracia de câmbio oficial, mas com custos de taxa que valem checar.

Primo Rico Investe R$ 1 Mi: Prática Contra Crise Prevista

Thiago Nigro comprou o ETF HOLD11 na B3 quando o Bitcoin estava em US$ 87 mil (cerca de R$ 430 mil na época), totalizando R$ 980.450. Ele citou impressoras de dinheiro global e sinais de recessão em 2026 como motivos. "Comprar uns bitcoinzinho não dá problema", brincou, reforçando a estratégia de hold de longo prazo.

Prático como sempre, Nigro usou a corretora XP, mas enfrentou travas – comum em aportes grandes. Isso mostra: para nós, ETFs na bolsa facilitam entrada sem wallet própria, mas lembre que não é auto-custódia real. Ideal pra quem quer exposição sem complicação, pagando IR sobre ganhos como qualquer ação.

Cotação Atual e o Que Fazer no Dia a Dia

Hoje, 07 de janeiro de 2026, o Bitcoin vale R$ 495.297 em média nas exchanges brasileiras, com queda de 2,47% nas últimas 24h, segundo o Cointrader Monitor. Equivale a uns 8 salários mínimos – um lembrete de seu potencial como reserva.

Se você tá pensando em blindar sua grana, avalie seu perfil: comece pequeno, compare taxas de exchanges (IOF em remessas é 1,1%), e priorize diversificação. Monitore crises globais, mas foque no básico: guarde em wallet segura e evite pânico em quedas. Cripto não é mágica, mas ferramenta útil pro brasileiro real.


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