Baleia digital geométrica emergindo de abismo oceânico com partículas ETH ascendentes, simbolizando compras de baleias no dip de Ethereum antes de alta de 81%

Ethereum Pode Cair para US$ 1.367 Antes de Alta de 81%, Diz Fundstrat

A análise da Fundstrat indica que o Ethereum pode testar US$ 1.367 como fundo, com base no custo médio de aquisição atual de US$ 2.241 e perdas realizadas de -22%. Apesar do pessimismo de curto prazo, o relatório projeta retorno de 81% em 12 meses quando o indicador de perdas atinge o 9º percentil histórico. Dados on-chain revelam que baleias acumuladoras estão comprando o dip, elevando saldos enquanto o preço cai para cerca de US$ 1.967.


Previsão de Fundstrat Baseada em Histórico

Os dados da Fundstrat mostram que o custo médio de aquisição dos investidores em ETH está em US$ 2.241, resultando em prejuízo médio de 22%. Comparando com ciclos anteriores, em 2022 as perdas máximas atingiram -39%, o que projetaria um suporte em US$ 1.367. Em 2025, o máximo foi -21%, implicando US$ 1.770 como alternativa. O indicador de perdas realizadas ocupa o 9º percentil desde 2017, nível associado a fundos de mercado e retornos médios de 81% nos 12 meses subsequentes.

Essa métrica sugere que o atual período de alta dor pode estar próximo do esgotamento dos vendedores, embora não garanta o timing exato. O preço atual de US$ 1.967 (equivalente a cerca de R$ 10.265) reflete volatilidade recente, com máxima diária em US$ 1.972 e mínima em US$ 1.933.

Acumulação por Baleias Confirmada por On-Chain

Dados da CryptoQuant indicam que endereços de baleias acumuladoras elevaram seus saldos de ETH durante a queda recente. O preço médio realizado desse grupo caiu pela metade não por vendas, mas por aquisições a preços inferiores, com capitalização realizada em alta. Isso confirma comportamento de compra, contrariando narrativas de distribuição em massa.

No período analisado, o balanço cresceu enquanto o preço spot caía para US$ 1.949, sinalizando confiança de grandes detentores. Tais padrões históricos precedem reversões, mas dependem de condições macro e fluxo de varejo.

Quebra de Suporte e Fractal Semanal

A perda do suporte diário entre US$ 2.100 e US$ 2.300 confirma viés de baixa de curto prazo, transformando a zona em resistência. O próximo suporte relevante fica entre US$ 1.700 e US$ 1.500. No entanto, um padrão fractal semanal espelha consolidação pré-rally de final de 2025, com box retangular em canal ascendente.

ETH negocia em US$ 1.957 no gráfico diário, com liquidez clara: rompimento acima de US$ 2.150 pode formar novo topo local; queda abaixo de US$ 1.900 acelera para mínimas de fevereiro.

Níveis Críticos a Monitorar

Suportes imediatos: US$ 1.900 (liquidez), US$ 1.770-US$ 1.367 (projeções Fundstrat). Resistências: US$ 2.100-US$ 2.300 (ex-suporte). Indicadores como médias móveis de 50 e 200 dias no timeframe semanal reforçam a consolidação. Volumes de 24h em US$ 18,8 bilhões sugerem interesse, mas varejo e derivativos influenciam direção.

Os dados coletivos apontam tensão entre pressão vendedora e acumulação institucional, com potencial para expansão se fractais se confirmarem.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Standard Chartered e SBI debatendo sobre orbe XRP rachado por setas opostas, simbolizando conflito de previsões de preço

XRP em Xeque: Standard Chartered Corta Previsão em 65% vs SBI

O Standard Chartered cortou sua previsão de preço do XRP para 2026 em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80, sinalizando um ‘longo inverno’ devido às condições adversas de mercado. Em contraposição, a SBI Holdings esclareceu rumores de deter US$ 10 bilhões em tokens XRP, confirmando investimento de cerca de US$ 4 bilhões em 9% de participação na Ripple Labs. Os dados revelam discrepância entre visões de Wall Street e parceiros operacionais, com XRP cotado a aproximadamente R$ 7,82 nesta terça-feira (17/02).


Corte Agressivo do Standard Chartered

Os analistas do Standard Chartered, liderados por Geoffrey Kendrick, revisaram a projeção para o XRP após quedas recentes no mercado cripto. A previsão original de US$ 8 no fim de 2026, emitida em dezembro, baseava-se em clareza regulatória e potencial de ETFs. Agora, reduzida para US$ 2,80, reflete expectativa de mais declínios no curto prazo.

“Recent price action for digital assets has been challenging”, escreveu Kendrick. O banco também cortou sua meta para Bitcoin para US$ 50.000. Apesar disso, os dados mostram o XRP com recuperação de 35% desde as mínimas de 6 de fevereiro, atingindo US$ 1,55. Ainda assim, os inflows de ETFs caíram 40%, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1 bilhão.

Essa reavaliação destaca sensibilidade do XRP a condições macro, com foco em stablecoins e tokenização de RWAs como potenciais catalisadores de longo prazo.

Esclarecimento da SBI sobre Stake na Ripple

O CEO da SBI Holdings, Yoshitaka Kitao, desmentiu alegações de posse de US$ 10 bilhões em XRP, afirmando tratar-se de aproximadamente 9% de equity na Ripple Labs. Com valuation da Ripple em torno de US$ 50 bilhões após captação de US$ 500 milhões, o stake da SBI equivale a cerca de US$ 4 bilhões.

“Not $10 bil. in XRP, but around 9% of Ripple Lab. So our hidden asset could be much bigger”, declarou Kitao. A parceria SBI-Ripple impulsiona adoção global do XRP, incluindo expansões em yield products via Doppler Finance e propostas de staking nativo no XRP Ledger.

Essa correção enfatiza distinções entre holdings corporativos em tokens voláteis e investimentos em equity de empresas blockchain.

Diferença entre Token XRP e Equity na Ripple

Os dados mostram clara separação: o XRP é um ativo negociável, sujeito a volatilidade diária — cotado a US$ 1,49 (R$ 7,82) com variação de +0,25% nas últimas 24 horas. Já a equity na Ripple Labs reflete valuation da empresa, impulsionada por parcerias e crescimento, independentemente do preço spot do token.

Para investidores, isso implica riscos distintos: exposição direta ao XRP via exchanges expõe à liquidez e sentiment de mercado, enquanto stake em Ripple beneficia de receitas de On-Demand Liquidity (ODL) e tokenização. As reservas de XRP em exchanges como Binance caíram 7%, indicando compras na baixa por investidores de varejo.

Reservas da Binance em XRP reduziram 192 milhões de unidades entre 7 e 9 de fevereiro, estabilizando desde então.

Contexto de Mercado e Níveis a Observar

O XRP opera entre suporte em US$ 1,43 (mínima recente) e resistência em US$ 1,49 (alta diária), com médias móveis de 50 dias sugerindo tendência neutra. Apesar do bearish de Wall Street, compras na dip superam Bitcoin e Ethereum em 35% vs. 14% desde mínimas de fevereiro.

Os dados indicam divergência: pessimismo de bancos tradicionais contrasta com otimismo operacional de parceiros como SBI. Traders devem monitorar inflows de ETFs, decisões regulatórias e volumes de ODL para sinais de direção. Volumes 24h em XRP mostram resiliência em meio a correção geral do mercado.


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Seta ascendente XRP cyan-dourada sendo cortada por tesoura vermelha institucional, simbolizando corte na previsão de preço pela Standard Chartered

XRP: Standard Chartered Corta Previsão para US$ 2,80 até 2026

O Standard Chartered revisou sua projeção para XRP, cortando o alvo de fim de 2026 de US$ 8 para US$ 2,80, uma redução de 65%. Em contraste, o CEO da SBI Holdings negou rumores de US$ 10 bilhões em XRP, esclarecendo posse de cerca de 9% da Ripple Labs, com ‘ativos ocultos’ potencialmente maiores. Os dados revelam desalinhamento entre visões institucionais, com XRP cotado a US$ 1,48 (R$ 7,75) em 16 de fevereiro de 2026.


Revisão do Standard Chartered

Os dados do banco britânico indicam impacto do downturn recente no mercado cripto. Geoffrey Kendrick, chefe de pesquisa em ativos digitais, atribui a mudança a condições desafiadoras, com expectativa de declínios adicionais de curto prazo. A projeção anterior de US$ 8, feita em dezembro, considerava clareza regulatória e possível ETF de XRP.

Essa revisão afeta todo o setor: Bitcoin cai de US$ 150.000 para US$ 100.000; Ethereum, de US$ 7.000 para US$ 4.000; Solana, de US$ 250 para US$ 135. XRP registrou recuo modesto de 2% na semana, mas volume indica volatilidade elevada, com suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,55.

Esclarecimento da SBI Holdings

O CEO Yoshitaka Kitao corrigiu rumores virais, afirmando que a SBI detém 9% da Ripple Labs, não US$ 10 bilhões em tokens XRP. Essa participação representa um ‘ativo oculto’ com valor potencial superior, considerando o ecossistema da Ripple, incluindo parcerias e escrow de 39 bilhões de XRP (US$ 57 bilhões atuais).

A distinção é crucial: equity na empresa, não tesouraria de tokens. Kitao destacou expansão asiática via aquisição da Coinhako e planos de ETF com XRP e Bitcoin na Bolsa de Tóquio, sinalizando confiança estratégica de longo prazo.

Contexto Técnico do XRP

Atualmente, XRP negocia a US$ 1,48 (variação +0,52% em 24h), equivalente a R$ 7,75 (+0,65%). Os dados mostram padrão de gravestone doji diário, sugerindo pressão vendedora, com médias móveis de 50 e 200 dias em US$ 1,60 e US$ 1,45, respectivamente. Volume 24h indica acumulação institucional limitada.

Ripple detém 39 bilhões de XRP em escrow, impactando oferta. A valorização depende de clareza regulatória pós-SEC e adoção em pagamentos cross-border.

Níveis a Monitorar

Os indicadores técnicos apontam suporte imediato em US$ 1,40 (mínima recente) e US$ 1,30 (200 SMA semanal). Resistência chave em US$ 1,55 (Fib 0,618) e US$ 1,80. RSI em 42 sugere neutro, sem sobrecompra. Investidores devem observar volume e catalisadores como ETF ou IPO da Ripple para desalinhar narrativas institucionais.


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Vórtice negro sugando energia dourada de estrutura hexagonal Bitcoin, com '50K' no horizonte sombrio, alertando saídas recordes de ETFs

ETFs de Bitcoin Sangram US$ 410 Mi: Alerta para Queda a US$ 50 Mil

Os ETFs spot de Bitcoin sangraram US$ 410 milhões em saídas na quinta-feira, acelerando perdas rumo à quarta semana consecutiva de fluxos negativos. No mesmo dia, o Standard Chartered cortou seu preço-alvo para 2026 de US$ 150 mil para US$ 100 mil, alertando para uma possível queda a US$ 50 mil antes de qualquer recuperação. O mercado está ignorando esses sinais de inverno à vista?


Saídas Aceleradas nos ETFs de Bitcoin

A história mostra que fluxos de saída prolongados nos ETFs precedem correções mais profundas. Dados da SoSoValue indicam US$ 410,4 milhões em outflows na quinta, elevando as perdas semanais para US$ 375,1 milhões. BlackRock’s IBIT e Fidelity lideraram com US$ 157,6 milhões e US$ 104,1 milhões em resgates, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) caíram de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025 para próximo de US$ 80 bilhões. Ether ETFs registraram US$ 113,1 milhões em saídas diárias, enquanto XRP viu os primeiros outflows desde fevereiro. Apenas os ETFs de Solana contrariaram a tendência com inflows menores. Esse padrão reflete enfraquecimento institucional, similar ao visto nas baixas de 2018 e 2022.

Standard Chartered Avisa Capitulação Macro

O banco britânico, em relatório compartilhado, espera “mais capitulação de preços nos próximos meses”. Além de cortar o target de Bitcoin para US$ 100 mil no fim de 2026, projeta um mergulho a US$ 50 mil e Ether a US$ 1.400 antes da recuperação para US$ 4 mil. Motivos: fluxos fracos de ETFs e macroeconômico adverso, como liquidez global apertada e juros elevados.

Cuidado com o otimismo cego: grandes bancos como Standard Chartered não mudam visões sem dados sólidos. A retração no Chaikin Money Flow (CMF) é mais intensa que na correção de 2025, sinalizando ausência de recompra institucional. O Bitcoin rompeu uma bear flag, mirando suportes entre US$ 53 mil e US$ 48 mil.

Investidores de Longo Prazo Vendem sem Capitulação

Dados on-chain reforçam o cenário de baixa. O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ronda 0,17, abaixo dos 0,42 de recuperações passadas, mas ainda não em capitulação extrema como em 2023 (0,02). Investidores de longo prazo (LTHs) distribuíram mais de 245 mil BTC em picos recentes, superando volumes de 2025.

CryptoQuant alerta que o suporte realizado fica em torno de US$ 55 mil, sem teste ainda. Indicadores de ciclo permanecem em fase bear, não extreme bear. LTHs vendem near breakeven, mas históricos mostram bottoms reais com perdas de 30-40%. Sem reset completo, mais downside é provável.

Lições Históricas e Cotação Atual

A história repete: exuberância leva a bolhas, e bolhas estouram. Ciclos de 2018 e 2022 ensinaram que sobreviver ao bear é prioridade. O mercado ignora riscos macro — Fed, dívida global —, apostando em narrativas frágeis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.392,61 nesta sexta, com alta de 4,95% em 24h, mas volatilidade persiste em US$ 66 mil.

Vale monitorar LTHs e ETF flows. Proteja capital: diversidade e paciência superam FOMO em bears.


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Investidor cartoon alertando com megafone enquanto Bitcoin rola para marca 42K sabotado por scam tokens vilões

Ross Gerber Profetiza Queda do Bitcoin para US$ 42 Mil

Ross Gerber, o investidor de Tesla que parece ter uma bola de cristal reservada para cripto, resolveu diagnosticar a queda do Bitcoin abaixo de US$ 70 mil: scam tokens e shitcoins estariam desviando o capital e erodindo a confiança. Interessante como um especialista em ações elétricas vira profeta do apocalipse cripto toda vez que o preço oscila. Enquanto isso, analistas técnicos apontam para um possível queda até US$ 42 mil, mais de 40% abaixo dos níveis atuais. O mercado reage, mas será que é o fim da festa ou só mais um capítulo da novela?


A Culpa dos Scam Tokens Segundo Gerber

Segundo o cofundador da Gerber Kawasaki, o problema maior após o Bitcoin cair abaixo de US$ 70 mil seria o florescimento de tokens fraudulentos, como o infame TRUMP coin, que atraem investidores com hype vazio e terminam em rug pulls ou crashes inevitáveis. Curioso como ele ignora que esses memes sempre existiram no cripto, mas só viram ‘problema’ quando o BTC toma um soco no estômago. Gerber argumenta que esses ativos de baixa qualidade desviam capital que poderia ir para o Bitcoin, minando a confiança geral do mercado. É uma visão simplista, mas faz sentido para quem prefere narrativas fáceis a gráficos de suporte e resistência.

No fundo, o investidor de Tesla pinta um quadro onde bad actors lançam moedas sem utilidade, geram FOMO e depois somem com o dinheiro. Verdade parcial, mas será que isso explica tudo? Ele sugere que sim, e ainda vê oportunidade para compradores experientes nessas ‘preços de pânico’.

Falta de Catalisadores e Pressão no Mercado

Gerber não para nos scams: ele aponta a ausência de novos catalisadores como outro vilão. Lembra dos Spot Bitcoin ETFs que impulsionaram 2024? Pois é, agora são saques recordes, com outflows massivos. Some a isso macroeconomia incerta, sell-offs fortes e liquidações forçadas de traders alavancados, que criam uma reação em cadeia baixista. Sem novidades, o mercado patina nas mesmas dinâmicas de short-term bag holders.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 364.216,47 (-1,87% em 24h), refletindo a pressão vendedora. Em dólares, gira em torno de US$ 70 mil, longe do pico recente. Gerber vê isso como chance para acumular, mas esquece que o cripto não é Tesla: aqui, volatilidade é o nome do jogo.

Previsão Técnica: Rumo aos US$ 42 Mil?

Enquanto Gerber culpa os vilões periféricos, analistas como Chiefy vão ao gráfico e preveem uma queda massiva para US$ 42 mil já na próxima semana. Isso seria mais de 40% de queda do atual US$ 69.800. O argumento? A recuperação recente foi uma bull trap final deste ciclo, e agora vem o bear market de verdade. Suportes técnicos em níveis baixos, volume em queda – a realidade por trás da opinião de celebridade.

Victor Vasconcelos observa: é engraçado como fans de Tesla, acostumados com narrativas de revolução, projetam isso no Bitcoin, ignorando que cripto é regido por ciclos impiedosos e análise fria. US$ 42k seria teste de fogo para holders reais.

O Que Isso Significa para o Leitor?

No fim, Ross Gerber vs Bitcoin é mais entretenimento que análise profunda. Scam tokens existem, sim, mas o preço do BTC responde a fluxos institucionais, macro e técnica – não só a memes. Monitore suportes em US$ 65k e volume de ETFs. Se Gerber acertar de novo (como em previsões passadas?), ótimo para os contrários. Mas lembre: opiniões de celebridades são baratas; dados são o que contam. Vale observar sem pânico, talvez até rir um pouco da profecia.


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Cubo geométrico abstrato com 65% em verde neon e espiral dourada emergente, simbolizando chance de alta do Bitcoin em 2026 apesar ciclo alterado

Bitcoin 2026 Verde? Analistas Dão 65% de Chance Apesar do Ciclo Quebrado

O tradicional ciclo de preços do Bitcoin parece quebrado, com 2025 registrando ano vermelho após dois verdes consecutivos, contrariando o padrão histórico de três anos de alta seguidos por um de baixa. Ainda assim, o analista Egrag Crypto atribui 55-65% de probabilidade de 2026 terminar verde, dependendo de fechamentos mensais acima de US$ 105 mil e suporte em US$ 90 mil. Em contraste, a Aptos (APT) busca recuperação rápida, com alvos de até US$ 2,43 até fevereiro após queda de 11% para US$ 1,62.


Desvio no Ciclo Histórico do Bitcoin

Historicamente, o Bitcoin seguia um ritmo previsível alinhado ao ciclo de halving de quatro anos: três anos consecutivos de fechamento anual positivo (verde) seguidos por um negativo (vermelho). De 2023 a 2025, porém, o padrão foi verde-verde-vermelho, rompendo a sequência esperada de verde x3-vermelho, conforme análise detalhada do especialista Egrag Crypto.

Essa quebra sugere uma fase de resfriamento em 2025, não necessariamente o início de um bear market prolongado. Para 2026 ser verde — com probabilidade de 55-65% —, são necessários sinais de confirmação como estabilidade acima da banda macro de US$ 90 mil e momentum forte em timeframes elevados. Caso contrário, há 35-45% de chance de consolidação estendida, com ranges mais amplos e progresso lento. PlanB reforça que o modelo stock-to-flow foca em médias cíclicas, com a atual em torno de US$ 90 mil, superior aos ciclos anteriores.

Atualmente, o BTC negocia próximo de US$ 97 mil, com variação de cerca de 2% diária, 8% semanal e 12% mensal, recuperando resistências chave como US$ 95 mil e mirando a média exponencial de 50 semanas em US$ 97.500.

Alvos Técnicos para Aptos em Fevereiro

A APT caiu 11% para US$ 1,62, mas analistas mantêm otimismo de médio prazo. Previsões indicam alvos curtos de US$ 1,90-US$ 2,08 em uma semana e US$ 2,25-US$ 2,43 em um mês, conforme projeções de Tony Kim e Rongchai Wang. O rompimento acima de US$ 2,00 seria o gatilho de alta principal.

No técnico, RSI em 39 sugere neutralidade com viés de sobrevenda, MACD com viés de baixa mas convergindo (linha em -0,017), e preço abaixo da banda inferior de Bollinger (%B -0,0716), indicando potencial bounce para a banda média em US$ 1,84. Resistências imediatas: SMAs de 7/20 dias em US$ 1,81/1,84. Suporte crítico em US$ 1,47; quebra leva a US$ 1,33.

Para entradas, aguarde bounce com stop abaixo de US$ 1,47 ou break acima de US$ 1,81 com volume. A divergência entre fraqueza curta e otimismo médio cria janela de oportunidade.

Cotação Atual e Implicações para 2026

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 500.196,93 (média das exchanges BR), com variação de -2,44% em 24h e volume de 183,8 BTC. Isso reflete volatilidade global, mas reforça resiliência relativa do BTC (market share >57%).

Para investidores brasileiros, monitorar fechamentos mensais acima de US$ 105K (equivalente a ~R$ 525 mil) é crucial. APT, com ecossistema em expansão, pode surfar uma recuperação do BTC. Próximos passos: vigiar suportes BTC US$ 90K e APT US$ 1,47; breaks definem direção. Probabilidades favorecem upside em 2026, mas com riscos de consolidação.


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