Pilares de ouro e prata rachando sob energia vermelha descendente com rede cyan ligando a BTC, simbolizando queda nos metais e correlacao

Ouro e Prata Despencam US$ 60 e US$ 3 no Spot: Análise Técnica

Os dados da Gate mostram uma forte queda no mercado spot de metais preciosos, com o ouro despencando US$ 60 para US$ 5.010/oz e a prata recuando quase US$ 3 para US$ 79,26/oz. Registrado em 12 de fevereiro às 16:16, o movimento intradiário alerta investidores que buscavam refúgio nesses ativos após alta recente. Enquanto isso, o Bitcoin luta para manter suportes chave em torno de US$ 66.000, questionando a persistência da correlação negativa.


Movimentação Detalhada no Spot

Os números indicam uma correção acentuada nos preços spot. O ouro, que operava em patamares elevados próximos a US$ 5.070, registrou queda ampliada para US$ 5.010 por onça, representando uma desvalorização de aproximadamente 1,2% no curto prazo. Paralelamente, a prata apresentou volatilidade similar, caindo de níveis acima de US$ 82 para US$ 79,26/oz, uma retração de cerca de 3,7%.

Em reais, considerando a cotação do dólar em R$ 5,2151, o ouro spot equivale a cerca de R$ 26.130/oz e a prata a R$ 413/oz. Esses valores refletem a pressão vendedora observada, possivelmente impulsionada por realização de lucros após a euforia de dias anteriores.

Contexto Técnico dos Metais

No gráfico diário, o ouro testou o suporte da média móvel de 50 períodos em US$ 4.950, mas o rompimento não se confirmou. A RSI (14) entrou em zona de sobrecompra pré-queda (acima de 70), sugerindo esgotamento do momentum altista. Para a prata, o padrão de cunha descendente foi invalidado, com perda do suporte em US$ 78.

Os dados atuais mostram recuperação parcial: ouro em US$ 4.974 (+1,1% diário), prata em US$ 78,48 (+4,5%). No entanto, os volumes indicam cautela, com máximas e mínimas do dia em US$ 4.995 e US$ 4.918 para ouro, e US$ 79,30 e US$ 74,70 para prata.

Correlação com Bitcoin e Dólar Forte

A correlação entre metais preciosos e Bitcoin, historicamente negativa em curtos prazos, persiste. Enquanto ouro e prata corrigiam, o BTC recuava de US$ 67.081 para US$ 65.881, agora em US$ 66.884 (+0,94%). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 348.968, com variação de -0,41% nas últimas 24h no mercado brasileiro.

O dólar forte, com USD/BRL estável em 5,215, pressiona ativos denominados em USD. Os dados sugerem que ambos os mercados sofrem com saída de capital de risco, mas a recuperação simultânea hoje aponta para possível divergência restabelecida.

Níveis Críticos a Monitorar

Para ouro, resistência em US$ 5.000 e suporte em US$ 4.900; rompimento abaixo pode mirar US$ 4.850. Prata enfrenta barreira em US$ 80, com suporte em US$ 76. No Bitcoin, o suporte imediato é US$ 66.000, com resistência em US$ 67.000.

Investidores devem observar volumes e o índice DXY para avaliação da força do dólar. A utilidade reside em posicionar stops conforme esses níveis, sem assumir direção única.


💰 Negocie metais e cripto: Acesse dados em tempo real na Binance.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Ancoras dourada e prateada firmes contra ondas volateis cyan e vermelhas digitais, com '100' esculpido na prata, simbolizando refugio em metais preciosos

Prata a US$ 100? Metais Preciosos Roubam Cena do Cripto

Você já ouviu falar que a prata pode subir até US$ 100? Uma análise técnica recente sugere que o metal precioso formou um fundo em torno de US$ 64 após uma queda em cinco ondas, agora pronto para uma forte recuperação. Isso acontece em meio a um dólar enfraquecido por dados econômicos mistos nos EUA e tensões geopolíticas que impulsionam o ouro acima de US$ 5.000. Enquanto o Bitcoin oscila, esses ativos de refúgio de valor ganham atenção. Em outras palavras, é hora de pensar em diversificação?


O Que é um Ativo de Refúgio de Valor?

Pense na prata e no ouro como aquele colchão de segurança que você guarda para dias difíceis, tipo uma poupança que não perde valor quando tudo ao redor desaba. Em termos simples, ativos de refúgio de valor são aqueles que as pessoas buscam em tempos de incerteza econômica, inflação alta ou crises geopolíticas. Diferente das criptomoedas, que são mais voláteis e ligadas a risco, metais preciosos como ouro e prata têm histórico milenar de preservar riqueza.

Por exemplo, imagine o real desvalorizando rápido — você correria para o dólar ou ouro, né? É isso que está acontecendo agora: com o dólar americano sob pressão após vendas no varejo fracas e China reduzindo exposição a títulos dos EUA, investidores migram para esses metais. Hoje, a prata está cotada a cerca de R$ 435 por onça, enquanto o ouro chega a R$ 26.337. Isso significa que, em reais, eles viram uma proteção local contra variações cambiais.

Por que isso importa para você que investe em cripto? Porque o Bitcoin, cotado a R$ 349.065 segundo o Cointrader Monitor (+0,63% em 24h), pode cair em fugas de capital para ativos mais estáveis. Diversificar é como não colocar todos os ovos na mesma cesta brasileira instável.

Análise Técnica: Cluster de Fibonacci Aponta Alta

Em outras palavras, o que é esse tal de cluster de Fibonacci? É uma zona onde várias retrações matemáticas — como 23,6% e 38,2% de movimentos anteriores — se encontram, criando um suporte forte para compradores. A análise aponta que a prata testará essa zona em torno de US$ 78. Se segurar, o caminho abre para US$ 93 e até US$ 99,70, quase US$ 100.

Além disso, há divergência no RSI (Índice de Força Relativa, que mede se o preço está sobrecomprado ou sobrevendido) no gráfico de 4 horas, confirmando mudança de momentum. Pense assim: é como um carro que freou bruscamente, mas agora o motor ronca de novo. O cenário de baixa? Queda abaixo de US$ 73 invalidaria isso, levando de volta a US$ 64.

Isso não é adivinhação — é baseado em padrões históricos que traders usam há décadas. Para iniciantes, comece observando esses níveis no gráfico da prata (XAG/USD).

Correlação Inversa com Dólar e Impacto no Cripto

A prata tem uma relação inversa clássica com o dólar americano, que hoje vale cerca de R$ 5,19. Quando o dólar cai — como agora, ante CPI (Índice de Preços ao Consumidor) nos EUA amanhã —, metais sobem. Tensões na Ucrânia e Oriente Médio impulsionam o ouro, e a prata segue como “ouro pobre”, mais volátil mas com upside maior.

No mundo cripto, isso explica fugas de capital: BTC e altcoins caem em risk-off, enquanto refúgios brilham. É como trocar a montanha-russa das memecoins por um trem bala estável. Dados mostram ouro acima de US$ 5.000 por onça, puxando a prata.

Para o brasileiro, calcule: US$ 100 na prata seria uns R$ 519 por onça (pelo câmbio atual), um ganho expressivo se confirmado.

Como Diversificar Seu Portfólio com Refúgios

Passo a passo simples:

  1. Entenda seu perfil — se você é conservador, aloque 10-20% em ouro/prata via ETFs ou corretoras.
  2. Use plataformas como Binance para exposição indireta.
  3. Monitore correlações: cripto para crescimento, metais para proteção.
  4. Rebalanceie anualmente.

Exemplo prático: R$ 10 mil em BTC pode virar poeira em bear market, mas misturado com prata, suaviza perdas. Saia daqui confiante: diversificação não é complicada, é esperta. Agora, acompanhe o CPI e esse cluster — pode ser o sinal!


💰 Comece a investir em criptomoedas e diversificar: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sequência de dominós cartoon caindo: lingote prata com 17% derruba mercados até Bitcoin, figura alerta risco de liquidações

Efeito Dominó: Prata Despenca 17% e Burry Alerta Risco no Bitcoin

A queda de 17% na prata em 24 horas reacendeu um padrão de liquidações que já superaram as de Bitcoin, conforme reportado pelo CoinDesk. O movimento, ocorrido em meio a baixa liquidez e posições especulativas elevadas, arrastou ouro e cobre para baixo. Michael Burry, gestor do ‘Big Short’, alertou para um ‘espiral de morte colateral’, onde perdas em criptoativos forçam vendas de metais tokenizados. Isso importa para investidores brasileiros, pois expõe riscos de contágio entre commodities e cripto.


Detalhes da Queda na Prata

Os dados mostram que a prata spot (XAG-USD) despencou para US$ 78,46, uma variação de -12,32% nas últimas 24 horas, com mínima de US$ 73,61 e máxima de US$ 90,34. No Brasil, o preço em reais atingiu R$ 411,47 (-12,34%), refletindo a volatilidade global. Plataformas tokenizadas como Hyperliquid registraram liquidações de US$ 16,82 milhões em posições longas de XYZ:SILVER, ampliando o sell-off.

Essa retração apaga o rebote de dois dias após a rota histórica da semana passada. A baixa liquidez e o posicionamento especulativo pesado explicam a magnitude: traders apostaram em recuperação, mas a volatilidade os forçou a sair abruptamente.

Alerta de Michael Burry e Espiral Colateral

Michael Burry identificou um ciclo vicioso: collateral em criptoativos cai, acionando chamadas de margem que obrigam vendas de metais tokenizados. No Hyperliquid, liquidações de prata superaram as de Bitcoin temporariamente, invertendo o ‘leaderboard’ de unwinds. Burry destacou que instituições com posições lucrativas em metais podem ser forçadas a liquidar devido a perdas em BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 375.820,24, com variação de -5,69% em 24h e volume de 684 BTC. Em USD, BTC está em US$ 71.536 (-2,25%), enquanto prata confirma o descolamento negativo.

Correlação Histórica e Padrões Recorrentes

Dados dos últimos 30 dias revelam volatilidade extrema na prata: de picos acima de US$ 118 para mínimas de US$ 70, com variações diárias de até -27%. Em 5 de fevereiro, a queda de 12,4% ecoa eventos passados onde liquidações em commodities pressionaram cripto. Historicamente, quando metais caem mais de 10%, BTC registra recuos médios de 3-5% em 48h, devido a sobreposições em portfólios alavancados.

Análise técnica indica suporte em US$ 73 para XAG-USD; rompimento pode testar US$ 70. Para BTC, suporte em US$ 70.000. O RSI da prata está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), sugerindo possível recuo técnico, mas o volume de liquidações mantém risco de downside adicional.

Implicações para Investidores em Cripto

Os números sugerem contágio: perdas em commodities levam a liquidações cruzadas em cripto para cobrir margens. Traders com exposição mista devem monitorar níveis de suporte em prata (US$ 78 / R$ 411) e BTC (R$ 375.000 / US$ 71.000). Indicadores como volume 24h (684 BTC no Brasil) e variação apontam cautela; volatilidade pode persistir com expectativas de Fed e posicionamento especulativo.

Vale observar o indicador de liquidações em plataformas como Hyperliquid e Coinglass para sinais precoces de pressão adicional.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Investidor cartoon alarmado apontando para dominós caindo de Bitcoin rachado para ouro e prata, ilustrando alerta de liquidações em cascata

Burry Alerta: Queda do Bitcoin Pode Arrasar Ouro e Prata

Michael Burry, o investidor imortalizado em The Big Short por prever a crise de 2008, alertou para uma possível ‘espiral mortal’ desencadeada pela queda do Bitcoin. Segundo análises recentes, liquidações em futuros de prata tokenizada superaram as do BTC em plataformas cripto, enquanto uma plunge do Bitcoin abaixo de US$ 73.000 pode forçar vendas de até US$ 1 bilhão em ouro e prata. O mercado está ignorando o risco de contágio sistêmico entre cripto e ativos tradicionais de porto seguro.


Liquidações em Prata Superam Bitcoin

A história mostra que leverage excessivo em mercados interconectados amplifica quedas. Na semana passada, durante uma venda generalizada, as liquidações de prata tokenizada em exchanges como Hyperliquid ultrapassaram as do Bitcoin e Ethereum, algo raro. Burry descreveu isso como uma “collateral death spiral”: com o colapso dos preços cripto usados como garantia, posições alavancadas em metais preciosos foram forçadas a vender, acelerando a desvalorização.

Plataformas cripto, operando 24/7, viraram arenas para trades macro com baixa exigência de capital inicial. Mas em momentos de estresse, como o recente recuo nos metais — impulsionado por margens elevadas no CME Group —, o efeito cascata é inevitável. O mercado está subestimando como esses instrumentos tokenizados ligam criptoativos a commodities tradicionais.

No pico da turbulência, a prata registrou um dos maiores wipeouts, invertendo a ordem usual onde BTC lidera as liquidações. Cuidado com a ilusão de diversificação em tempos de correlação alta.

Queda do BTC Pode Desencadear US$ 1 bilhão em Vendas

Burry vai além: a recente queda do Bitcoin para abaixo de US$ 73.000 — uma desvalorização de 40% dos picos — expõe fragilidades. Instituições e tesourarias corporativas, pressionadas por perdas cripto, liquidaram até US$ 1 bilhão em ouro e prata no fim de janeiro para cobrir margens. Sem casos de uso orgânicos para sustentar o BTC, Burry vê pouca razão para a descida parar.

Empresas como MicroStrategy, com grandes holdings de Bitcoin, enfrentam riscos elevados. Se o preço cair para US$ 50.000, mineradoras podem quebrar, e o mercado de metais tokenizados colapsar sem compradores. A narrativa de Bitcoin como “ouro digital” falha aqui: em crises reais, correlações sobem, e portos-seguros tradicionais sofrem junto.

Os ganhos recentes via ETFs spot foram especulativos, não adoção genuína. O mercado ignora lições de bolhas passadas, como 2018 e 2022.

Implicações Macro e Cotação Atual

Hoje, o cenário reforça o alerta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 398.911,29 acumula -3,26% em 24 horas, com volume de 507 BTC. Ouro em R$ 26.465/oz (+2,08%) e prata a R$ 468,39/oz (+5,57%) mostram volatilidade, mas quedas cripto podem pressionar mais.

Ciclos econômicos ensinam: exuberância leva a correções profundas. Plataformas cripto agora espelham mercados tradicionais, com margens apertadas propagando estresse. Investidores devem monitorar correlações crescentes e liquidez em metais tokenizados — sinais de topo de ciclo.

Burry não prevê o fim, mas prepara para o pior: proteção de capital é prioridade em mercados de baixa.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cósmica com ouro e prata elevados (+15%) contrastando monolito Bitcoin em 77K, feixes ETF impulsionando rebound

Prata Dispara 15% e Ouro Avança: Bitcoin Testa US$ 77k

Os dados mostram o Bitcoin recuando para US$ 77.100 após falhar em sustentar a recuperação de 7% das mínimas do fim de semana em US$ 74.000, enquanto a prata avança quase 15% e o ouro se aproxima de US$ 5.000 por onça com ganho de 6,5%. Influxos de US$ 562 milhões nos ETFs de Bitcoin surgem como sinal de demanda institucional em meio à incerteza macroeconômica.


Situação Atual dos Mercados

Bitcoin negociava recentemente a US$ 77.100, queda de 2% nas últimas 24 horas, após tocar US$ 79.000. Ether apresentava performance pior, caindo 4,7% para US$ 2.260. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC estava cotado a R$ 399.605, com variação de -3,38% em 24 horas e volume de 496 BTC.

Em contraste, metais preciosos renovam suas máximas: prata +14,9% na terça-feira e ouro próximo de US$ 5.000. No Brasil, ouro a R$ 25.898 (+3,17%) e prata R$ 446 (+2,76%), conforme cotações recentes. Ações de tech como Nvidia e Microsoft caem 3-5%, arrastando Nasdaq -1%.

Contexto Técnico do Bitcoin

Analistas destacam um CME gap massivo entre US$ 84.445 (fechamento sexta) e US$ 77.400 (abertura segunda), o maior do ciclo. Fair value gaps (FVGs) apontam resistências em US$ 79.000-81.000 e US$ 84.000-88.000. Heatmap de liquidações mostra clusters de ordens de venda em US$ 80.000 e acima de US$ 85.000.

As opções indicam preparação para uma recuperação de curto prazo, com demanda por proteção contra quedas distorcendo volatilidade para backwardation. Normalização para contango seria sinal de mínimas locais. Indicador MVRV z-score em mínimo histórico sugere valuações de liquidação forçada.

Fluxos de ETFs e Sentimento de Mercado

Spot Bitcoin ETFs registraram US$ 561,9 milhões em influxos líquidos na segunda, revertendo 4 dias de outflows. Nenhum ETF teve saída, superando todo janeiro. Instituições compram o fear com FUD em níveis mais altos desde novembro 2025, similar a rallies de alívio anteriores.

Dólar recua 0,42% para R$ 5,2375, reforçando apetite por ativos de risco, mas metais físicos dominam como portos seguros tradicionais em incerteza macro.

Níveis Chave a Monitorar

Suportes: US$ 75.000 (lows recentes), US$ 74.500 (9-meses). Resistências: US$ 80.000 (liquidity), US$ 85.000 (próximo cluster). Cruzar US$ 80.000 pode trigger squeeze de liquidações curtas. Volumes em ETFs e normalização de volatilidade opções são métricas críticas. Dados sugerem competição entre influxos institucionais e fuga para ouro/prata.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Analista cartoon alertando rachadura em barra de prata com '60' gravado sob pressão de dólar e yields, sinalizando riscos macro para Bitcoin

Prata para US$ 60? Alerta da Bloomberg Sinaliza Riscos Macro

Um estrategista da Bloomberg Intelligence alerta que a prata, negociada acima de US$ 85 por onça, ainda enfrenta risco de correção severa para US$ 60, mesmo após queda de 31% em um dia. Mike McGlone destaca o ratio prata/cobre elevado, sugerindo exuberância irracional. Em um cenário de dólar forte e yields em alta, o mercado cripto — sensível a esses ventos macro — deve prestar atenção, pois a história mostra que commodities voláteis precedem ajustes em ativos de risco.


Ratio Prata/Cobre Revela Sobrevalorização

O ratio prata/cobre permanece nos mid-teens, bem acima da média histórica de cerca de 6 e picos em torno de 10 desde 1988. McGlone argumenta que o cobre, metal industrial ancorado em demanda real de manufatura e infraestrutura, serve como benchmark estável contra a volatilidade investment-driven da prata.

Gráficos logarítmicos de longo prazo confirmam: mesmo com a prata estabilizando em US$ 78-80 após colapso, o ratio sugere que uma queda para US$ 60 ainda deixaria o metal precioso caro em termos relativos. A correlação de 100 semanas entre os metais é de 0.51, ampliando-se em fases especulativas — um padrão familiar em bolhas passadas, como as tulipas ou dot-com.

Segundo o AwesomeAPI, a prata spot está em US$ 85,11 (bid), com variação diária de -27,65% — reflexo do pico recente acima de US$ 118.

Queda Brutal: Triggers Macroeconômicos

A prata despencou mais de 31% em 30 de janeiro — pior dia desde 1980 —, saindo de picos acima de US$ 118 para US$ 84, estabilizando em US$ 78-80. O catalisador: nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed por Trump, impulsionando dólar e yields dos Treasuries, enquanto liquidações forçadas varreram posições alavancadas.

O aumento de 36% nos requisitos de margem da CME acelerou o unwind. O mercado está ignorando esses sinais de topo de ciclo? A história mostra que, em 2018 e 2022, euforia em commodities precedeu correções cripto profundas, com Bitcoin caindo 80%+.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 404.601, com variação de -1,33% em 24h — sintoma de apetite por risco em baixa.

Correlação com Criptomoedas: Um Sinal de Alerta?

Se a prata — apelidada de ‘ouro digital’ original — revela fragilidades em valuations extremos, o que dizer dos criptoativos? Ambos sofrem com volatilidade amplificada por momentum e expectativas monetárias, ignorando âncoras fundamentais em fases de alta.

Cuidado com a narrativa de ‘novo paradigma’: ciclos existem, e liquidez global apertando (Fed hawkish) pressiona ativos especulativos. Em crises asiáticas de 1997 ou dot-com 2000, commodities deram o primeiro grito antes do contágio. O Bitcoin, correlacionado com prata em riscos sistêmicos, pode testar suportes se yields continuarem subindo.

Não é FUD: é ceticismo embasado. Proteção de capital sempre prevalece sobre maximizar bull markets efêmeros.

O Que Monitorar no Horizonte Macro

Vale acompanhar: decisões do Fed sob Warsh, dados de PMI chinês (já em contração), estoques COMEX de prata drenando em short squeezes passados, e fluxos para dólar como safe haven.

Para brasileiros, com dólar em R$ 5,255 (+1,42%), a prata em R$ 447/oz amplifica o impacto local. Investidores cripto devem questionar: estamos em outro pico de exuberância irracional? A resposta virá dos dados, não das narrativas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Avalanche de prata líquida engolindo pilares cripto com '39%' rachado, simbolizando colapso de 39% e liquidações recordes em mercados globais

Prata Desaba 39%: Colapso Sistêmico Arrasa Mercados Globais e Cripto

Os mercados globais registraram uma perda histórica de US$ 12 trilhões em apenas 48 horas, superando o PIB combinado de Alemanha, Japão e Índia. A prata liderou o colapso com queda de 39% em um dia, enquanto o ouro recuou 16%. Esse evento sistêmico propagou liquidações atípicas para o mercado cripto, com contratos tokenizados de prata e Ethereum à frente das perdas, totalizando US$ 594 milhões em posições encerradas.


Escala da Queda nos Mercados Tradicionais

Os dados mostram que o unwinding estrutural afetou múltiplos ativos. Ouro apagou US$ 6,38 trilhões em valor de mercado, prata US$ 2,6 trilhões, platina US$ 235 bilhões e paládio US$ 110 bilhões. A prata acumulava nove meses consecutivos de ganhos, com alta de mais de 300% em 12 meses, atingindo picos de US$ 85-90 no COMEX contra US$ 136 em Xangai.

Razões paper-to-physical de 300:1 expuseram tensões entre derivativos e demanda física. Plataformas como CME elevaram margens em 36% para prata e 33% para ouro em três dias, forçando liquidações automáticas em mercados em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 415.985,78 (-5,18% em 24h) às 06:42 de 01/02/2026.

Colapso da Prata e Fatores Estruturais

A prata rompeu seu recorde histórico de nove meses verdes, atraindo posições alavancadas excessivas. Fundos de hedge reduziram exposição líquida em 36%, o menor nível em 23 meses. O rompimento desencadeou cascata de margin calls, com vendas forçadas acelerando a queda de 35-39%. No Brasil, a prata spot valia R$ 447,33 (-26,75% em 24h), refletindo o impacto global.

A clareza sobre liderança do Fed, com Kevin Warsh em ascensão, removeu suporte a ativos duros, sinalizando disciplina no balanço patrimonial. Indicadores como volume e open interest confirmam liquidações sistemáticas, não venda orgânica.

Impacto no Mercado Cripto: Liquidações Atípicas

No cripto, contratos tokenizados de prata lideraram liquidações com US$ 142 milhões (depois US$ 70 milhões), superando Ethereum (US$ 139-229 milhões) e Bitcoin (US$ 82-95 milhões). Total: 145.989 traders afetados, US$ 594 milhões perdidos em 24h.

Bitcoin oscilava em US$ 83 mil (atual: US$ 78.826 para BTC e US$ 2.424,7 para ETH), mostrando resiliência relativa. Plataformas como Hyperliquid viram ordem de US$ 18,1 milhões em XYZ:SILVER-USD liquidada. Isso evidencia o uso crescente de cripto para estratégias em commodities.

Níveis Técnicos a Observar

No curto prazo, monitore suportes em prata (US$ 70-85 spot) e BTC (US$ 78k). A média móvel de 50 dias no ouro (próxima de US$ 2.200) pode atuar como resistência. Volumes de liquidação e margens ajustadas indicam potencial para volatilidade prolongada. Dados de funding rates e correlações macro guiarão próximos movimentos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Lingotes de ouro e prata derretendo em poças vermelhas sob tempestade feroz com silhuetas de traders caindo, ilustrando crash nos metais e liquidações cripto

Ouro e Prata Derretem 40%: Porto Seguro Vira Armadilha Sangrenta

Curioso como o porto seguro da prata tokenizada virou a maior carnificina do dia, com US$ 142 milhões em liquidações superando até o Bitcoin. Em 24 horas de pânico global no dia 31 de janeiro, a prata despencou 40%, o ouro 16% e traders cripto que fugiram para metais preciosos levaram um banho de realidade. Nem os ativos ‘estáveis’ escaparam da tempestade perfeita, apagando bilhões em valor de mercado.


Queda Brutal nos Metais Preciosos

Interessante que, enquanto o Bitcoin é chamado de volátil, o ouro e a prata entregaram um show de horrores. A prata, que subira 70% no mês para US$ 122/onça, evaporou ganhos anuais em uma queda de 40% para US$ 73. O ouro, de US$ 5.600 para US$ 4.700 (-16%). No Brasil, segundo a AwesomeAPI, a prata spot está em R$ 447,33 (-26,75%) e o ouro em R$ 25.709,60 (-8,94%). Bilhões sumiram do market cap desses ‘refúgios seguros’, mais que o dobro do valor total do criptomercado em um dia.

O movimento reflete realização de lucros após altas insanas, mas também tensão geopolítica e fraqueza do dólar. Traders que viam metais como hedge contra cripto levaram um tapa na cara da realidade: mercados são mercados, e alavancagem dói em qualquer lugar.

Liquidações Recordes na Prata Tokenizada

A cereja irônica do bolo veio das plataformas cripto. Futuros de prata tokenizada lideraram com US$ 142 milhões em liquidações, batendo BTC (US$ 82 milhões) e ETH (US$ 139 milhões). Na Hyperliquid, uma posição alavancada de US$ 18,1 milhões foi wipeada. Total: 129 mil traders liquidados, US$ 543,9 milhões perdidos.

Por quê? Plataformas DeFi como Hyperliquid oferecem exposição 24/7 a commodities com leverage baixo inicial, atraindo quem foge de BTC. Mas quando o preço vira – de US$ 120 para US$ 101, como notou a Crypto Economy –, o caos explode. Uma baleia perdeu US$ 8,99 milhões em uma posição comprada. Volume recorde de US$ 1,79 bilhão na prata perpetual. Absurdo? Traders cripto redescobrindo que ‘seguro’ é ilusão.

Motivos do Colapso e Lições Irônicas

Hedge funds cortaram 36% das posições compradas em prata, no menor nível em 23 meses. CME Group elevou margens em até 50% para ouro e prata, forçando saídas. Isso colidiu com o trading pesado em venues cripto, onde ativos tokenizados viraram apostas macro especulativas.

Enquanto isso, o Bitcoin, cotado a R$ 412.298 segundo o Cointrader Monitor (-7,13% em 24h), se saiu ‘melhor’ – menos liquidações proporcionais. Ironia fina: o ativo ‘arriscado’ mostrou resiliência relativa. Lição? Narrativas de ‘porto seguro’ falham em pânicos. Traders alavancados em qualquer coisa – cripto, metais ou fiat – pagam o pato. Vale monitorar se rotação volta para BTC ou se metais tokenizados crescem apesar do banho de sangue.

O Que Monitorar Agora

No caos, cripto venues viram hubs para views macro em commodities. Mas com order books rasos em protocolos como HIP-3, correções viram carnificina. Para brasileiros, com dólar volátil, esses dumps destacam: diversificação não é sinônimo de segurança eterna. Fique de olho em estabilização dos metais e liquidações em altcoins. O mercado ri por último.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monólito dourado do Bitcoin erguendo-se firme de oceano de metais preciosos derretendo, simbolizando resiliência relativa ao crash de ouro e prata

Bitcoin Resiste Crash dos Metais e Mantém US$ 83 mil

Os dados mostram um paradoxo no mercado: enquanto ouro e prata sofrem quedas expressivas de 12% e 35% respectivamente em um único dia, o Bitcoin resiste com estabilidade em torno de US$ 83.000. No entanto, liquidações alavancadas expulsaram o BTC do top 10 ativos globais por capitalização de mercado, agora em 11º lugar com US$ 1,67 trilhão. Essa resiliência relativa pode sinalizar força em meio à volatilidade.


Crash dos Metais Preciosos

A prata registrou a maior desvalorização, caindo de US$ 120 para US$ 75 por onça em poucas horas, uma perda de 35% no dia 30 de janeiro, conforme reportado pela CoinDesk. O ouro, que havia atingido recorde de US$ 5.600 na quinta-feira, recuou para US$ 4.718, uma queda de 12%. Platina e paládio também sofreram, com reduções de 24% e 20%, respectivamente.

Essa correção violenta nos metais preciosos ocorre após um rally parabólico que drenou capital de risco de outros ativos, incluindo criptomoedas. O movimento foi exacerbado por uma venda generalizada em ativos de risco, com Nasdaq caindo 1,25% e S&P 500 0,9%. Os dados indicam que traders experientes em metais comparam a volatilidade da prata à era dos irmãos Hunt em 1980.

Bitcoin Fora do Top 10 Globais

O market cap do Bitcoin encolheu para aproximadamente US$ 1,67 trilhão, posicionando-o em 11º lugar no ranking global de ativos, atrás de Meta Platforms (US$ 1,86 trilhão), TSMC (US$ 1,76 trilhão) e Saudi Aramco (US$ 1,66 trilhão), segundo o Crypto Briefing e CompaniesMarketCap. O preço do BTC negociava em torno de US$ 87.500 recentemente, mas testou mínimas semanais próximas a US$ 81.000.

O mercado cripto total perdeu 5% em 24 horas, atingindo US$ 2,9 trilhões. Apesar disso, uma pesquisa recente aponta que investidores institucionais consideram o Bitcoin subvalorizado nesses níveis, sugerindo potencial de recuperação em capitalização.

Estabilidade Técnica do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin em reais está em R$ 437.428,13, com variação positiva de 1,95% nas últimas 24 horas e volume de 398,12 BTC. Essa estabilização em US$ 83.000 reflete resiliência relativa, com o ativo testando suporte em US$ 81.000 sem rompimento significativo.

Dados on-chain preliminares indicam redução em liquidações alavancadas, com volume de opções para upside em fevereiro (como calls em 105.000 BTC) ganhando tração. A média móvel de 50 dias permanece acima de US$ 80.000, atuando como suporte dinâmico. Indicadores de volume mostram acumulação por holders de longo prazo, contrastando com o pânico nos metais.

Níveis Chave a Monitorar

Os traders devem observar o suporte em US$ 81.000 (mínima semanal) e resistência em US$ 87.500 (nível pré-queda). Um rompimento acima de US$ 85.000 poderia sinalizar reversão da tendência de curto prazo. No contexto macro, a indicação de Kevin Warsh como presidente do Fed — visto como hawkish — contribuiu para a venda em risco, mas o fluxo reverso de capitais dos metais pode beneficiar o BTC.

A volatilidade semanal reflete ajuste de posições alavancadas, mas a retenção acima das mínimas sugere força subjacente. Investidores institucionais monitoram o mNAV e fluxos ETF para avaliar o sentimento.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Montanha de prata derretendo em avalanche vermelha atingindo rede cripto, com monolito Bitcoin dourado resistindo, simbolizando crash de metais e liquidações

Crash de US$ 1,1T nos Metais: Prata Derrete e Castiga Cripto

O tradicional porto seguro dos metais preciosos está derretendo: uma queda violenta de mais de 35% na prata apagou US$ 1,1 trilhão em valor de mercado em menos de 24 horas, contaminando ouro, ETFs e criptomoedas. Liquidações de US$ 770 milhões em posições compradas de cripto mostram o risco sistêmico. Bitcoin, apesar da pressão, resiste melhor que os metais, sinalizando alguma resiliência em meio ao pânico.


Queda Brutal nos Metais Preciosos

A prata despencou mais de 35% após recordes acima de US$ 100/onça, chegando a US$ 92, enquanto o ouro, que superou US$ 5.500 pela primeira vez, caiu para abaixo de US$ 5.000, perdendo cerca de US$ 4 trilhões em valor. A platina e o paládio também sofreram quedas de 15,5% e 12%, respectivamente. Esse colapso, sem gatilho macro evidente, foi impulsionado por margin calls e vendas forçadas em mercados alavancados finos.

Analistas apontam para realização de lucros após altas explosivas: ouro +20% no mês, prata +50%. Bancos centrais compravam ouro em ritmo recorde para diversificar reservas, e a prata ganhava com demanda industrial (solar, IA). Mas o excesso de posições long levou a um unwind mecânico, ampliado pela liquidez baixa.

Contágio para Criptomoedas e Liquidações

O impacto chegou às criptos como uma onda de liquidações cruzadas: US$ 770 milhões em posições compradas evaporaram em 30 minutos. Bitcoin caiu para US$ 82.000 (hoje em torno de R$ 444 mil segundo Cointrader Monitor), Ethereum para US$ 2.700 e Solana para US$ 115. O dólar mais forte, após anúncio de Trump sobre o próximo chair do Fed (Kevin Warsh), piorou o cenário para commodities.

Prata em BRL caiu 26,75% para R$ 447, ouro 8,93% para R$ 25.710 (AwesomeAPI). Esse contágio lembra que cripto ainda é high-beta de risco macro: quando tradicionais tremem, tudo corre junto.

Bitcoin Resiste Mais que Ouro: Sinal de Resiliência?

Curiosamente, como explica o Portal do Bitcoin, ouro e prata caem mais que BTC sem motivo macro claro. Apesar da volatilidade, Bitcoin acumula +0,9% em 24h no Brasil, enquanto metais derretem. Isso sugere resiliência: BTC não depende só de demanda industrial ou reservas centrais, mas de adoção como reserva de valor digital.

Porém, cuidado: em deleveragings sistêmicos, ouro vende junto com risco para cobrir margins. Investidores apressados em vender metais para liquidez afetam tudo.

Lições de Proteção para Investidores

Esse episódio é um aviso de proteção: diversifique, reduza alavancagem e monitore cross-asset. Volatilidade em metais pode sinalizar stress maior. BTC segurando melhor é positivo, mas não imuniza contra pânicos. Vale observar apetite por risco pós-volatilidade e dados do Fed. Monitore posições e evite FOMO reverso em quedas.


💰 Proteja seu portfólio: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas para gerenciar riscos em cripto.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Doge cartoon gigante dançando em festa memecoin com balões 197% e HYPE, traders DeFi perplexos ao fundo, ilustrando explosão de volume em DOGE e HYPE

Loucura nos Memecoins: DOGE +197% em Volume e HYPE da Prata Atropelam

No circo cripto de hoje, o volume de Dogecoin explodiu 197%, batendo US$ 1,29 bilhão, enquanto o token HYPE saltou 24% para US$ 27,90 puxado pelo alta insana da prata tokenizada. Plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume diário. Protocolos ‘sérios’ no canto, memes no picadeiro principal. É valor ou só FOMO de cachorro e metal brilhante?


Dogecoin: O Rei Meme Acorda com Fome de Volume

Dogecoin, o eterno palhaço das criptos, decidiu que volatilidade é pros fracos. Seu volume de negociação disparou 197%, alcançando US$ 1,29 bilhão em 24 horas, segundo dados recentes. Apesar do preço oscilando como um meme viral no Twitter – cotado agora em torno de R$ 0,66 –, o movimento sugere revival de interesse retail.

Em um mercado onde liquidez some mais rápido que promessa de Elon Musk, esse pico pode estabilizar swings extremos. Traders de varejo, sedentos por ação rápida, voltam ao DOGE para vendas rápidas ou apostas. Mas pergunte-se: é retomada orgânica ou só mais um pump de cassino digital? O histórico de Doge mostra que volume alto muitas vezes precede… mais volatilidade deliciosa.

Enquanto isso, Bitcoin patina a R$ 463.266 (Cointrader Monitor), com variação de -0,23% nas últimas 24h. BTC sério? DOGE ri por último.

HYPE e Prata: Memetal Precioso Tokenizado

Do outro lado do picadeiro, o token HYPE do Hyperliquid deu um salto de 24%, negociado a US$ 27,90. Culpa? Não de fundamentals DeFi profundos, mas do alta da prata, que bateu recordes na TradeXYZ. Volume de 24h no contrato SILVER-USDC: impressionantes US$ 1,3 bilhão, com open interest de US$ 142 milhões. Plataforma HIP-3 viu total de US$ 1 bilhão diário, open interest ATH de US$ 790 milhões.

Prata spot a US$ 106,89 (+12% semanal), tokenizada em perpétuos onchain 24/7. Nada de horários de bolsa chatos – aqui é cassino global. TradeXYZ, permissionless, atrai liquidez com Growth Mode, permitindo qualquer um lançar mercados com stake de 500k HYPE. Resultado? Baleias apostam em commodities como se fosse roleta. Protocolos sérios piscam admirados.

Prata em BRL? Cerca de R$ 587. Brilhante, não? Literalmente.

Fábrica de Memes vs. DeFi Sério: Quem Ganha?

Ironia máxima: enquanto layer-1s e yield farms ‘revolucionários’ lutam por TVL, memes e prata faturam bilhões. Doge, nascido de piada, volume explode sem whitepaper chique. HYPE, de uma exchange perpétua, surfa commodity tradicional tokenizada. Onde o valor real? Em utility ou no puro espetáculo?

Mercado cripto como cassino global: FOMO de cachorros digitais e metais preciosos atrai o povão, enquanto devs de protocolos sérios codam no escuro. É bolha? Talvez. Mas rentável. Investidores monitoram: se DOGE sustentar volume, rebound possível. HYPE segue prata – e ouro tokenized já passa US$ 4B em cap. Próximo ato: mais memes ou crash cômico?

Leitores espertos sabem: no circo cripto, palhaços pagam as contas.


✨ Entre no circo cripto: Abra sua conta gratuita na Binance e negocie DOGE, prata e mais.

📞 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cristalina de gelo rachando com prata líquida formando HYPE fluindo, simbolizando hashrate no Texas e boom de prata no DeFi

Hashrate sob Gelo no Texas e Prata no DeFi: Contraste Tecnológico

Uma onda de frio intenso no Texas derrubou o hashrate do Bitcoin em cerca de 40%, de 1.133 ZH/s para 690 EH/s, forçando mineradoras como MARA a desligarem rigs. Ao mesmo tempo, o token HYPE da Hyperliquid explode mais de 25% para US$ 34, impulsionado por volumes recordes em contratos perpétuos de prata. Gelo no Texas e fogo no DeFi: o que esses eventos revelam sobre a resiliência tecnológica da rede Bitcoin e ecossistemas DeFi?


Hashrate em Queda: O Impacto Climático no Texas

O hashrate, métrica que mede o poder computacional total da rede Bitcoin, sofreu uma contração abrupta nos últimos dias. Dados mostram queda de 1.133 ZH/s (zetahashes) para 690 EH/s (exahashes), uma redução de aproximadamente 40%. Isso não reflete capitulação minerária por baixa rentabilidade, mas um evento externo: uma tempestade de gelo nos EUA, com epicentro no Texas, que responde por cerca de um terço do hashrate global.

Mineradoras como MARA tiveram seu hashrate dividido por quatro em relação à média mensal. O frio extremo estressa a infraestrutura elétrica, elevando preços de energia e forçando desligamentos para evitar sobrecargas na rede. Como resultado, tempos de bloco se alongam temporariamente, mas o protocolo Bitcoin se prepara para o ajuste automático de dificuldade.

Resiliência do Bitcoin: Ajuste de Dificuldade em Ação

A rede Bitcoin é projetada para lidar com flutuações no hashrate. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com a queda atual, estima-se uma redução de -4,54% no próximo ajuste, restaurando o equilíbrio sem comprometer a segurança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 462.694 (-0,38% em 24h) demonstra estabilidade apesar do choque. Mineradores afetados podem vender BTC para cobrir custos fixos se o frio persistir, mas historicamente esses eventos climáticos são transitórios. A descentralização geográfica mitiga riscos sistêmicos, provando que gargalos físicos não derrubam a rede.

Explosão do HYPE: Prata On-Chain na Hyperliquid

Em contraste, o ecossistema DeFi brilha com a alta de 60% no HYPE nos últimos dias, atingindo US$ 34 — máximo em dois meses. O protocolo Hyperliquid, via framework HIP-3, permite mercados perpétuos permissionless de ativos reais (RWAs), como prata.

A plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume 24h e US$ 790 milhões em open interest, impulsionados por contratos SILVER-USDC: US$ 1,3 bilhão em volume e US$ 142 milhões em OI. A prata spot subiu 12% na semana para US$ 106,89 (R$ 585,22 via AwesomeAPI), quebrando US$ 100. Isso destaca como blockchains resolvem gargalos financeiros, oferecendo trading 24/7 sem intermediários.

Lições do Contraste: Tecnologia Supera Adversidades

O ‘gelo no Texas’ expõe vulnerabilidades físicas da mineração, mas o ajuste algorítmico garante continuidade. Já o ‘fogo no DeFi’ da Hyperliquid mostra inovação em perp markets on-chain para commodities, atraindo liquidez com baixos custos via Growth Mode. Esses eventos ilustram a maturidade cripto: protocolos autoajustáveis lidam com choques climáticos e expandem para RWAs.

Para investidores brasileiros, monitore hashrate em CryptoQuant e volumes em Hyperliquid. A resiliência tecnológica reforça o potencial de longo prazo, independentemente de volatilidades externas. Vale observar se o rally da prata impulsiona mais adoção de RWAs em DeFi.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Eclipse dourado de ouro sobre disco cyan hexagonal de Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando perda para ouro e prata em crise risk-off

Bitcoin vs Ouro: Por Que Está Perdendo Nesta Crise

O Bitcoin está atrás do ouro e da prata em desempenho recente, com o metal amarelo subindo 80% e a prata 250% no último ano, enquanto o BTC caiu 16%. Em meio a uma crise de aversão ao risco, investidores migram para reservas de valor tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 461.790 reflete esse cenário de risk-off, onde ativos seguros como ouro prevalecem sobre o “ouro digital”.


Desempenho Recente: Ouro e Prata em Alta

No último ano, o ouro avançou 80%, impulsionado por bancos centrais acumulando reservas e uma “desfinancialização da economia global”, como explica Anthony Pompliano. A prata explodiu 250% graças à demanda industrial em defesa, IA e veículos autônomos. Cobre e platina também sobem: 40% e 200%, respectivamente.

Em contraste, o Bitcoin oscila entre US$ 84.000 e US$ 94.000 desde novembro, com queda de 30% desde outubro, conforme Santiment. Hoje, ouro está a R$ 26.848/oz e prata a R$ 581/oz, destacando a rotação para metais preciosos em tempos incertos.

Para iniciantes, isso ilustra o ciclo risk-on (apetite por risco, BTC sobe) versus risk-off (busca por segurança, ouro ganha).

O Gráfico BTC/GOLD Revela Mudanças

O ratio BTC/XAU caiu abaixo da tendência de Power Law pela primeira vez, sinalizando possível quebra do padrão histórico. Historicamente, níveis abaixo da média móvel de 200 semanas (EMA 200-2W) marcavam fundos do BTC em dólares.

Agora, com ouro acima de US$ 5.000/oz devido a intervenções do iene e temores de shutdown nos EUA, o Bitcoin parece subvalorizado em termos de ouro. Analistas questionam se o gráfico está “quebrado”, mas uma correção no ouro poderia impulsionar o BTC para US$ 140.000.

Entenda: o gráfico BTC/GOLD mede força relativa. Queda indica que o BTC perde apelo como reserva de valor em crises, favorecendo o ETF GLD e metais físicos.

Razões Estruturais e Narrativas por Trás

Pompliano aponta mudanças na estrutura do BTC: adoção por Wall Street reduz volatilidade (de 80 vol para 40 vol), com instituições comprando de holders antigos. Facilita posições vendidas e opções, diminuindo picos parabólicos.

Narrativas enfraquecem: menos caos geopolítico e inflação baixa (Trueflation em 1,2%) reduzem o BTC como hedge. Competição com IA e outros riscos dilui atenção. Santiment nota queda de US$ 2,24 bilhões em stablecoins, sinal de saída para fiat/ouro.

Recuperação depende de influxo em stablecoins, restaurando confiança para risk-on.

O Que Monitorar como Iniciante

Vigie o ratio BTC/GOLD: recuperação acima da EMA pode sinalizar reversão. Ouro corrigindo (se yields sobem) beneficia BTC. Estude ciclos: em risk-off, diversifique com ouro; em risk-on, BTC brilha.

Paciência é chave: BTC a US$ 89.126 parece atrativo, mas espere sinais de stablecoins crescendo. Entender isso ajuda a navegar crises sem pânico.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Lingote de prata em rede DeFi isométrica com tubos cyan e 'HYPE' central, simbolizando volume superando Solana e XRP

Prata no DeFi: HYPE Dispara 24% com Volume Superando Solana e XRP

Hyperliquid: o volume de futuros de prata na Hyperliquid superou Solana e XRP, alcançando quase US$ 1 bilhão em 24 horas, enquanto o token nativo HYPE disparou 24%. Lançada em outubro de 2025, a proposta HIP-3 permitiu a criação permissionless de mercados de perpétuos, atraindo traders para commodities em infraestrutura DeFi. Esse movimento revela uma nova fronteira para ativos do mundo real em DEX, com open interest de prata em US$ 155 milhões.


Alta no Volume de Prata

O contrato SILVER-USDC na Hyperliquid registrou volume de US$ 1,25 bilhão em 24 horas, posicionando-se como o terceiro mercado mais ativo, atrás apenas de Bitcoin e Ethereum. Esse patamar supera significativamente os volumes de Solana e XRP na mesma plataforma, conforme dados do CoinGecko.

Durante as horas asiáticas, a prata negociou em torno de US$ 110-111, com open interest elevando-se para US$ 155 milhões. O funding ligeiramente negativo indica alta rotatividade e posicionamento bidirecional, sugerindo uso para hedge e volatilidade macro, não apostas especulativas unidirecionais.

Essa inversão de fluxo ocorre enquanto Bitcoin permanece estável perto de US$ 88.000, em equilíbrio defensivo com fluxos de ETF resfriados e demanda por proteção downside.

O Token HYPE e o HIP-3

O HIP-3 alcançou open interest recorde de US$ 790 milhões, triplicando desde US$ 260 milhões há um mês. Lançado em outubro de 2025, o HIP-3 permite que usuários criem mercados perpétuos ao travar tokens HYPE, expandindo a oferta para commodities como prata e ouro.

HYPE, token nativo da Hyperliquid, valorizou 24% em 24 horas, negociando acima de US$ 28. Indicadores técnicos como RSI em 59 e MACD positivo reforçam momentum altista, com baleias retirando suprimento de exchanges e volume total em US$ 2,43 bilhões, alta de 166%.

A plataforma destaca-se por liquidez em descoberta de preços cripto, conforme CEO Jeff Yan.

Divisão de Taxas no HIP-3

A proposta HIP-3 divide as taxas de trading 50/50 entre o criador do mercado e a exchange. Os criadores travam HYPE para lançar mercados, e as taxas geradas financiam recompras do token via Assistance Fund da Hyperliquid, que usa 97% da receita para recompras no mercado aberto.

Essa mecânica cria um loop virtuoso: mais volume em mercados HIP-3 eleva receitas, aumenta recompras de HYPE e pressiona o preço para cima. Deployers configuram shares adicionais de 0-300%, mas o split base alinha incentivos entre participantes e protocolo.

No modo growth, taxas taker caem até 90%, de 0,045% para 0,0045-0,009%, acelerando adoção.

Implicações para Traders Brasileiros

Essa tendência sinaliza maturidade DeFi: infraestrutura cripto agora atrai macro trades em commodities. Traders ganham acesso permissionless a perpétuos de prata com alta liquidez, diversificando além de criptoativos. No entanto, volatilidade persiste, com prata suscetível a fatores macro como ouro (+15% em 30 dias).

Para brasileiros, monitorar HYPE e HIP-3 oferece visão sobre tokenização de RWA. Plataformas como Hyperliquid posicionam-se como venues globais para price discovery, potencializando retornos via recompras.


💰 Comece a negociar criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas avançadas para DeFi e perpétuos.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Correntes vermelhas fluindo de rede digital cyan rachada para lingotes de ouro e prata, simbolizando rotação de capital institucional para metais preciosos

Cripto Sangra US$ 7 Bi: Capital Institucional Migra para Ouro

Os mercados cripto enfrentam uma fuga recorde de US$ 1,73 bilhão de fundos na semana passada, segundo a CoinShares, com BlackRock e Fidelity liderando as retiradas. Paralelamente, a oferta de stablecoins ERC-20 na Ethereum caiu US$ 7 bilhões, de US$ 162 bi para US$ 155 bi, sinalizando redução de liquidez. Capital institucional migra para metais preciosos, com prata em US$ 100/onça e ouro próximo a US$ 5 mil/onça, em movimento risk-off clássico.


Saídas Recorde em ETFs de Cripto

De acordo com relatório da CoinShares, os produtos negociados em bolsa (ETPs) de criptomoedas registraram a maior saída semanal desde novembro de 2025, totalizando US$ 1,73 bilhão. BlackRock viu US$ 950 milhões em retiradas de seu iShares Bitcoin Trust, Fidelity perdeu cerca de US$ 470 milhões e Grayscale, US$ 270 milhões. O mercado americano concentrou quase todo o volume, com US$ 2 bilhões saindo de lá.

Bitcoin e Ethereum foram os mais afetados: fundos de ETH perderam US$ 1,1 bilhão, enquanto BTC registrou saídas de US$ 630 milhões. Apesar disso, nichos como Solana atraíram US$ 17 milhões, indicando rotação seletiva. Esses dados refletem ceticismo renovado com ativos de grande capitalização em meio a expectativas frustradas de cortes rápidos de juros pelo Fed.

Queda Histórica na Liquidez de Stablecoins

Dados on-chain revelam a primeira contração semanal acentuada de stablecoins ERC-20 no ciclo atual. A capitalização caiu US$ 7 bilhões na rede Ethereum, marcando sinal de alerta para liquidez cripto. Analistas como Darkfost associam isso a conversões de volta para fiat, com emissores queimando suprimento excedente.

Na Binance, saídas massivas confirmam o padrão: US$ 1,97 bilhão em BTC, US$ 1,34 bilhão em ETH e US$ 3,11 bilhões em USDT ERC-20 na semana de 19 de janeiro. Reservas de USDT na exchange despencaram de US$ 9,16 bi para US$ 4,6 bi em duas semanas, sugerindo realização de lucros e redução de exposição.

Rotação para Metais Preciosos

Enquanto cripto perde tração, capital rotaciona para ativos tradicionais de refúgio. A prata atingiu US$ 100/onça, recorde histórico, e o ouro opera a US$ 4,9 mil/onça, com ganho semanal de 8%, aproximando-se de US$ 5 mil. Relatório da CryptoQuant destaca essa inversão paradigmática, com dólar enfraquecido pela maior desvalorização semanal desde maio passado.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,33 bilhão em saídas sem colapso total de preço, graças à resiliência de mineradores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.743 (-0,44% em 24h). Ouro a R$ 26.940/onça e prata R$ 595/onça (AwesomeAPI) reforçam a flight-to-safety.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa dinâmica aponta mudança de sentimento: cripto volta a ser visto como ativo de risco em ambiente macro volátil. Liquidez sistêmica do Fed contraiu US$ 90 bilhões recentemente, pressionando ativos especulativos. Investidores recalibram prazos, optando por hedges ou altcoins descontadas.

Bitcoin testa suporte em US$ 87.500 (média móvel 100 semanas), com resistência em US$ 90 mil. Monitorar inflows em metais e stablecoins indicará se o risk-off persiste. Para traders brasileiros, diversificação ganha relevância em meio a USD/BRL a R$ 5,295.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon Pai Rico carregando baú de Bitcoin e prata para longe de montanha de dívida EUA em chamas, ilustrando all-in de Kiyosaki

Pai Rico All-In: Kiyosaki Compra BTC e Prata Contra Dívida EUA

O autor de ‘Pai Rico, Pai Pobre’, Robert Kiyosaki, anunciou que continua comprando mais Bitcoin e prata apesar da volatilidade recente, prevendo que a prata atingirá US$ 200 por onça em 2026. Ele atribui essa convicção ao crescimento explosivo da dívida nacional dos EUA e à erosão do poder de compra do dólar, posicionando esses ativos como defesas contra o colapso fiat. Kiyosaki critica líderes monetários e adota uma estratégia de longo prazo focada em escassez real.


Estratégia de Kiyosaki Contra o Colapso do Dólar

Robert Kiyosaki não se deixa abalar pelas oscilações de curto prazo em ouro, prata, Bitcoin ou Ethereum. Sua lógica é simples e poderosa: a dívida dos EUA continua subindo sem freios, enquanto o dólar perde valor dia após dia. "Não me importo com os preços… porque sei que a dívida nacional dos EUA continua crescendo e o poder de compra do dólar continua caindo", declarou ele em postagens recentes no X.

Ele vai além, questionando a competência de PhDs no Federal Reserve e no Tesouro americano, comparando-os ao seu "pai pobre". A solução? "Eu só continuo comprando mais ouro, prata, Bitcoin e Ethereum e fico mais rico". Essa abordagem de alta reforça a tese de que ativos com suprimento limitado são o novo padrão em um mundo de impressão monetária desenfreada. Para Kiyosaki, a volatilidade é irrelevante diante de tendências macroeconômicas inevitáveis.

Prata: O Metal Estrutural da Era Tecnológica

Kiyosaki destaca a prata como superior por seu duplo papel: dinheiro ancestral e metal essencial na tecnologia moderna. "Ouro e prata são dinheiro há milhares de anos", afirma, mas a prata ganha destaque na "era da tecnologia", atuando como metal estrutural, similar ao ferro na Revolução Industrial. Com a prata negociada próxima a US$ 103 por onça atualmente (alta de mais de 6% no dia), sua previsão de US$ 200 em 2026 parece cada vez mais plausível.

No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 546 por onça (XAG-BRL), com o dólar em R$ 5,29. Investidores locais podem se beneficiar dessa alta projetada, especialmente com a demanda industrial por prata em painéis solares, eletrônicos e baterias crescendo exponencialmente. Kiyosaki já celebrou a prata acima de US$ 100, sinalizando o início de uma valorização massiva.

Bitcoin Entra na Jogada como Ativo Escasso

Paralelamente à prata, Kiyosaki acumula Bitcoin, que ele vê como o ouro digital. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 468.727 (-1,3% em 24h, volume de 98 BTC). Essa correção recente? Apenas ruído para o investidor de longo prazo como Kiyosaki, que aposta na escassez de 21 milhões de unidades contra a inflação fiat ilimitada.

O ‘Pai Rico’ está abandonando métodos antigos por esse novo paradigma: Bitcoin e prata como hedges contra a dívida global. Para brasileiros, com o real também pressionado, alocar em BTC via exchanges confiáveis pode replicar essa estratégia vencedora, protegendo patrimônio em tempos de incerteza monetária.

Lições para Investidores: Escolha o Lado Vencedor

A mensagem de Kiyosaki é clara e motivadora: em um mundo onde governos imprimem dinheiro sem limites, ativos reais com suprimento finito vencem. Sua posição ‘all-in’ em Bitcoin, prata, ouro e ETH inspira confiança fundamentada. Vale monitorar a dívida dos EUA, que ultrapassa US$ 35 trilhões, e as implicações para o dólar global.

Investidores devem considerar diversificação em hard assets, mas sempre com pesquisa própria. O otimismo de Kiyosaki reforça que, ignorando o barulho, a tendência de alta é inexorável para esses ativos escassos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxo vermelho saindo de núcleo BTC rachado para pilares dourado e prateado, simbolizando saídas recordes de ETFs e fuga para ouro e prata

Bitcoin Cai para US$ 88.500 com Saídas Recordes de US$ 1,6 Bilhão em ETFs

Ouro e prata batem recordes enquanto Bitcoin sangra: o refúgio digital falhou? O Bitcoin recuou para US$ 88.500 após saídas recordes de US$ 1,6 bilhão em ETFs spot nos últimos quatro dias, invertendo o fluxo de entradas da semana anterior. Enquanto isso, a prata superou US$ 100/oz pela primeira vez na história e o ouro se aproxima de US$ 5.000/oz, questionando a narrativa de BTC como ‘ouro digital’. Investidores institucionais parecem migrar para refúgios tradicionais em meio à volatilidade.


Saídas Massivas nos ETFs Secam Liquidez

As saídas de mais de US$ 1 bilhão em ETFs de Bitcoin nesta semana evaporaram liquidez, com resgates acelerados desde 16 de janeiro. Em um dia, US$ 708 milhões foram retirados, forçando emissores a venderem BTC e pressionando o preço de US$ 95.500 para US$ 87.000. O suprimento de stablecoins como USDT e USDC caiu de US$ 304 bi para US$ 302 bi, ampliando a ‘seca de liquidez’ e criando ambiente de risco para quedas acentuadas.

Segundo o CoinDesk, os retornos durante o pregão americano evaporaram de 9% para 2% no ano, com resgates de stablecoins indicando saída institucional. Ações cripto como Coinbase (-2,6%) e miners como Riot (-2%) refletem o pessimismo. No Brasil, o BTC está em R$ 473.872 (Cointrader Monitor), com dólar a R$ 5,29.

Bitcoin Entra em Fase Inicial de Bear Market

O ciclo de lucratividade do Bitcoin virou negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com holders realizando perdas líquidas de 69.000 BTC nos últimos 30 dias. Lucros anuais caíram de 4,4 mi para 2,5 mi BTC, ecoando a transição de alta para baixa de 2021-2022. Analistas da CryptoQuant alertam para perda de momentum no mercado de alta.

Suportes chave em US$ 84.000 (congestionamento de 941k BTC) e US$ 80.000 (127k BTC) são testados. Glassnode nota que BTC negocia abaixo do preço médio de custo do 75% da oferta (US$ 92.940), elevando risco de downside. Viés de baixa no MACD em timeframe de 2 meses sugere drawdowns de 50-64% historicamente.

Ouro e Prata Superam BTC como Refúgios Reais

A narrativa de Bitcoin como ‘ouro digital’ é questionada enquanto metais preciosos disparam: ouro a US$ 4.985,91 (+0,57%) e prata a US$ 103,22 (+6,49%), per AwesomeAPI. Prata bate recorde histórico acima de US$ 100, ouro mira US$ 5k, e cobre sobe 2,5%. Institucionais fogem de ativos de risco para commodities tangíveis em meio a volatilidade.

Wintermute observa uptick em resgates de stablecoins para fiat, sinal de retração. BTC age mais como ‘tech stock’ que refúgio, sofrendo com liquidações de US$ 3 bi em longs. No Brasil, equivalentes: ouro ~R$ 26.400/oz, prata ~R$ 546/oz, destacando superioridade dos ativos reais.

Riscos e Próximos Passos para Investidores

Viés de baixa domina: perda de US$ 84k pode aprofundar bear market, com analistas prevendo consolidação prolongada ou quedas a US$ 58k. Pressão de holders de longo prazo, inflows para exchanges (17k BTC) e derivativos fracos agravam. Monitore suportes e macro (tarifas Trump, Fed).

Em cenário de aversão ao risco, diversificação para ouro/prata faz sentido. Vale acompanhar liquidez global (BTC -25% discount vs M2) para possíveis rebounds, mas ceticismo prevalece. Dados sugerem cautela até recuperação de US$ 90k.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidores cartoon migrando de plataforma Bitcoin rachada para pilhas de ouro e prata, simbolizando Grande Rotação para segurança

Grande Rotação: Investidores migram de Bitcoin para ouro e prata em busca de segurança

A Desconstrução do “Ouro Digital” e o Domínio da Alavancagem

A narrativa do “ouro digital” para o Bitcoin enfrenta um teste de fogo em 2026. A BloFin Research destaca que, embora o BTC tenha apresentado um rali significativo no ano anterior, impulsionado por derivativos liquidados em dólar, sua volatilidade e correlação com o sistema financeiro tradicional o afastam da ideia de reserva de valor independente. A análise revela que, em momentos de incerteza, a alavancagem em dólar no mercado cripto transforma o Bitcoin em um ativo de risco, negativamente impactado pela redução da liquidez do dólar e pelas taxas de juros americanas. Essa dinâmica contrasta fortemente com o comportamento do ouro, cujo preço é determinado majoritariamente pela oferta e demanda à vista, preservando seu status como ativo desvinculado das decisões de política fiscal e monetária.

Ouro e Prata em Ascensão: A Fuga para a Segurança

Enquanto o Bitcoin e o Ethereum demonstram fragilidade, o ouro e a prata atingem máximas históricas, refletindo a busca dos investidores por segurança. O relatório da BloFin Research salienta que o ouro é reconhecido como moeda forte fora do sistema e garantia amplamente aceita, o que lhe confere um “prêmio de independência” em períodos de instabilidade. A prata, por sua vez, também acompanha essa tendência de valorização. Essa fuga para a segurança é impulsionada pela incerteza macroeconômica e regulatória, fazendo com que ativos como o ouro se tornem preferenciais em relação às criptomoedas, que, por sua vez, continuam a ser vistas como investimentos de alto risco.

Bitcoin: Maturidade Institucional ou Precificação Incorreta?

A despeito da performance do ouro, o CEO da XBTO, Philippe Bekhazi, argumenta que a divergência não significa uma perda de convicção no Bitcoin, mas sim a entrada do ativo em uma “era institucional” pós-IPO. Segundo a análise da CoinDesk, o aprofundamento da propriedade institucional do Bitcoin, o crescimento dos ETFs e as estratégias de hedge com derivativos estariam comprimindo sua volatilidade. Essa maturidade, combinada com a demanda de longo prazo de ETFs e balanços corporativos, ancoraria sua avaliação. No entanto, o mercado está testando se o subdesempenho do Bitcoin em relação ao ouro é um sinal de amadurecimento ou uma precificação inadequada frente aos metais preciosos. A tese de “ouro digital” pode falhar se o Bitcoin negociar como um ativo de alta beta em períodos de inflação ou crise, ou se houver saídas significativas de ETFs durante correções.

Perspectivas e Desafios para o Cenário Cripto

Apesar do cenário adverso, a BloFin Research indica que a cripto pode reagir se as condições financeiras se tornarem mais flexíveis, a incerteza política diminuir ou o mercado voltar a priorizar crescimento e liquidez. No entanto, para o investidor macroeconômico atual, predomina o entendimento de que a cripto se comporta como ativo de risco em meio à incerteza institucional, enquanto metais preciosos assumem um papel de “ativos de excepcionalismo”. Esta “grande rotação” de capital coloca em evidência a necessidade de os investidores reavaliarem suas estratégias e a própria classificação do Bitcoin como um porto seguro, especialmente diante de um mercado que cada vez mais o precifica como um ativo de alta volatilidade ligado ao dólar.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Orbes luminosos de ouro dourado, prata prateada e Bitcoin cyan conectados em cosmos turbulento, simbolizando fuga para ativos reais amid fraqueza do dólar

Ouro e Prata em Recordes Históricos: Fuga para Ativos Reais?

Recorde atrás de recorde: o novo máximo histórico do ouro em US$ 4.640 nesta quarta-feira (14/01) reflete o desespero do mercado por ativos reais em meio à instabilidade macroeconômica. A prata também avança rumo a US$ 88, enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 94 mil após tentar romper US$ 92 mil com dados de CPI abaixo do esperado nos EUA. Esses movimentos questionam se o BTC é mesmo o ‘ouro digital’ ou apenas uma carona na desvalorização do dólar, conforme análise de traders. O que isso diz sobre o futuro do sistema financeiro global?


Recordes do Ouro e Prata: Sede por Segurança Máxima

O ouro (XAUUSD) registrou um novo patamar inédito em US$ 4.640 durante a sessão asiática, com Londres testando repetidamente essa máxima. Traders observam que, apesar da força altista geral, falhas na consolidação acima desse nível podem levar a recuos para suportes em US$ 4.620, US$ 4.612 ou até US$ 4.600. A prata acompanha o movimento, aproximando-se de US$ 88, reforçando a narrativa de fuga para safe havens tradicionais.

Esse ímpeto ocorre em um contexto de desconfiança institucional, onde o índice Dólar (DXY) mostra fraqueza correlacionada inversamente aos metais preciosos. Investidores buscam proteção contra a erosão do poder de compra fiat, ecoando padrões históricos de crises. No entanto, o ceticismo persiste: esses recordes nominais são sustentáveis ou apenas um pico especulativo antes de correções mais profundas?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 509.164 (alta de 2,94% em 24h) tenta acompanhar, mas sua volatilidade contrasta com a resiliência dos metais físicos.

Contexto Macro: CPI Baixa e Pressões sobre o Fed

Os dados de inflação americana divulgados ontem impulsionaram o otimismo inicial: o CPI geral ficou em 2,7% nos 12 meses até dezembro de 2025, alinhado às expectativas, mas o núcleo veio em 2,6%, 0,1pp abaixo do previsto pelo BLS. Isso levou o S&P 500 a novas máximas acima de 6.990, apesar das tensões entre Trump e Powell.

O presidente eleito reiterou pedidos por cortes de juros, citando tarifas comerciais como freio à inflação. No entanto, o Fed sinaliza manutenção das taxas na reunião de 28 de janeiro, com probabilidades baixas de redução imediata. Essa spat pública eleva incertezas, beneficiando ouro e prata como hedges contra políticas monetárias expansionistas.

Mercados reagem com euforia de curto prazo, mas o histórico sugere cautela: inflação ‘plana’ em dezembro pode mascarar pressões subjacentes, como déficits fiscais crescentes.

Bitcoin: Ouro Digital ou Bolha Especulativa?

O Bitcoin tenta romper a resistência em US$ 92.600-94.000, aproximando-se de médias móveis ponderadas por volume (VWAP) em US$ 94 mil e US$ 96 mil. Traders alertam para liquidez acumulada em ambos os lados, com liquidações cruzadas de cripto próximas a US$ 170 milhões em 24h.

Enquanto alguns veem o BTC como reserva de valor alternativa, sua correlação com ações de risco questiona o rótulo de ‘ouro digital’. Em cenários de debasement monetário, metais físicos prevalecem pela tangibilidade e liquidez eterna. O BTC pode surfar a fraqueza do dólar agora, mas pullbacks profundos — para US$ 88.700 — não são descartados se o momentum falhar.

Investidores devem monitorar o DXY e decisões do Supremo sobre tarifas, que podem redefinir fluxos de capital.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, onde o real enfrenta pressões semelhantes, esses recordes globais reforçam a diversificação em ativos reais. O ouro e prata oferecem proteção contra inflação importada, enquanto o Bitcoin — apesar do preço atual acima de R$ 500 mil — carrega riscos de volatilidade extrema. Uma estratégia precavida prioriza alocações modestas em cripto, com foco em hedges tradicionais durante essa fuga para segurança.

Vale questionar: o ‘ouro digital’ resiste à próxima crise de confiança ou revela-se apenas especulação passageira?


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com barras de ouro e prata em recordes superando prédio Federal Reserve rachado, Bitcoin resistindo, em crise econômica

Ouro e Prata Batem Recordes em Meio a Crise no Fed

A fuga para ativos tangíveis ganha força: ouro ultrapassa US$ 4.624 por onça e prata bate US$ 88 em máximas históricas. Tensões entre Trump e Powell, com subpoena ao Fed, sinalizam um voto de desconfiança no sistema tradicional americano. Inflação via CPI abaixo do esperado impulsiona metais, mas o dólar fraqueja. Bitcoin oscila em torno de US$ 92 mil – porto seguro genuíno ou mera carona na liquidez global? Isso expõe fragilidades na economia dos EUA em 13 de janeiro de 2026.


Recordes Históricos de Ouro e Prata

O preço da prata superou US$ 88 após o CPI dos EUA registrar 2,7% anual e núcleo em 2,6%, abaixo das expectativas. O metal acumula alta de 21% no ano e se aproxima de US$ 100, beneficiado por inflação branda que reduz temores de juros altos. Ouro, por sua vez, avança 71% desde janeiro de 2025, atingindo US$ 4.624, impulsionado por demanda retail em meio a volatilidade geopolítica.

A prata já subiu 145% em 2025 e mais 20% no início de 2026, com volumes recordes em contratos Micro Silver da CME. Esses ganhos refletem fuga de investidores para ativos físicos, contrastando com a narrativa otimista de Wall Street sobre recuperação econômica.

Tensões Políticas Ameaçam Independência do Fed

O conflito Trump vs. Powell escalou com subpoena do Departamento de Justiça ao Fed, alegando irregularidades em reformas. Powell rebateu em vídeo, defendendo autonomia monetária contra pressões políticas. Senadores republicanos condenam a interferência, mas o episódio erode confiança no dólar como reserva global.

Geopolítica agrava: desafios à Venezuela, tensões no Irã e ambições na Groenlândia alimentam incerteza. FedWatch indica 95% de chance de juros estáveis em 3,50%-3,75%, mas qualquer sinal de politização pode disparar rendimentos e pressionar o status quo financeiro americano.

Bitcoin: Refúgio Real ou Bolha Inflacionária?

Bitcoin resiste próximo de US$ 92 mil, com ETFs registrando inflows iniciais de US$ 1,5 bi em 2026, mas outflows posteriores deixam saldo quase neutro. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.035, com alta de 4,53% em 24h e volume de 281 BTC.

Ceticismo prevalece: enquanto metais tangíveis brilham, BTC parece surfar liquidez frouxa do Fed, não substituindo ouro como hedge soberano. Volatilidade implícita cai, mas Dimon do JPM alerta subestimação de riscos macro. É provável que BTC sofra se o dólar colapsar de vez.

Implicações para o Mercado Global

A disparada de ouro e prata questiona saúde da economia americana: inflação “controlada” mascara fragilidades fiscais e políticas. Investidores devem monitorar reunião do Fed em 28 de janeiro. Para brasileiros, exposição a metais via ETF ou BTC local faz sentido, mas diversificação é chave em tempos de bearish no fiat.

Vale observar CME lançando futuros de 100 onças de prata em fevereiro, sinal de institucionalização. No entanto, narrativas de “refúgio seguro” para cripto merecem escrutínio – história mostra bolhas estourando primeiro em ativos especulativos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.