Personagens cartoon de Trump e Powell em cabo de guerra sobre corda de juros com Bitcoin central e ETH/SOL oscilando, ilustrando tensão Fed no trade cripto

Fed Pausa Juros: Trump vs Powell no Centro do Trade Cripto

O Federal Reserve manteve as taxas de juros estáveis, em torno de 3,6%, conforme anúncio de Jerome Powell nesta quarta-feira (29/01/2026). Powell destacou estabilização econômica e progresso na inflação, que recuou dos picos de 2022, mas segue acima da meta de 2%. Essa pausa intensifica o confronto com Donald Trump, que pressiona por cortes mais agressivos, posicionando Bitcoin e altcoins como termômetros macro de liquidez e apetite por risco. Investidores cripto monitoram o embate para ajustar posições.


Decisão do Fed: Economia Estável, Mas Cautela Persiste

A decisão do FOMC reflete uma economia em expansão sólida, com crescimento anualizado de 4,4% no terceiro trimestre de 2025 e sinais de equilíbrio no mercado de trabalho. Powell enfatizou que as taxas atuais não estão freando o crescimento de forma notável, mas a inflação permanece “um pouco elevada”. Dois governadores dissentiram em favor de um corte de 0,25 ponto percentual, sinalizando divisões internas.

O comitê adota abordagem meeting-by-meeting, dependente de dados, sem curso pré-definido. Isso contrasta com expectativas de cortes mais rápidos, especialmente após três reduções em 2025. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 431.653 (-5,62% em 24h), refletindo volatilidade em ativos de risco.

Trump vs. Powell: Tensões Políticas no Horizonte

O embate Trump-Powell ganha centro do palco macro. Trump critica publicamente a falta de cortes mais profundos e sinaliza substituir Powell quando seu mandato acabar em maio de 2026. Há investigações do Departamento de Justiça sobre reformas no prédio-sede do Fed (US$ 2,5 bilhões) e disputa judicial sobre demissão de governadora Lisa Cook.

Assessores como Kevin Hassett defendem independência do Fed, mas alertam que pressão política pode erodir confiança nos mercados. Para cripto, isso eleva incerteza: políticas frouxas impulsionam risco, mas rigidez freia altas. Trump disse não ter planos de demitir Powell “por enquanto”, mantendo tensão latente.

Cripto como Barômetros de Risco Macro

Bitcoin, Ethereum e Solana atuam como proxies de liquidez global. Dados atuais mostram BTC em US$ 82.249 (-6,3% 24h), ETH em R$ 14.259 (-6,87%) e SOL em R$ 604 (-5,68%), com dólar a R$ 5,185. Mercados absorvem a pausa sem pânico, mas quedas semanais indicam cautela.

Analistas veem BTC testando suportes em US$ 81.000-87.000, sensível a sinais do Fed. Se Trump prevalecer em cortes, liquidez pode impulsionar ativos de risco; caso contrário, consolidação ou correção. Volumes em BTC somam US$ 91 bi em 24h, com altcoins sensíveis a apetite global.

Próximos Passos para Investidores

Monitore dados de emprego (payrolls), CPI e próxima reunião do FOMC em março. Indicadores de liquidez, como M2 e yield curve, guiarão rumos. Para brasileiros, com BTC em queda, posições compradas demandam stops apertados; posições vendidas curtas visam volatilidade política. Estratégia: diversificar em stablecoins durante tensão, aguardando clareza no mandato de Powell.

Dados sugerem pausa prolongada se inflação persistir, limitando upside cripto de curto prazo. Vale acompanhar dissidências no FOMC para sinais de virada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança precária com figura do Fed adicionando pesos de 3.5% contra Bitcoin em suporte 88K, ilustrando decisão do FOMC

Fed Mantém Juros em 3,50%: Bitcoin Testa Suporte em US$ 88 Mil

O Federal Reserve manteve as taxas de juros estáveis entre 3,50% e 3,75% na reunião do FOMC, confirmando o fim das apostas por cortes imediatos que animavam o mercado cripto. O Bitcoin, que chegou a testar US$ 90 mil, agora trava próximo de US$ 88.500, pressionado pela redução na liquidez para ativos de risco. O sonho do corte de juros acabou? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 457.245 (-1,68% em 24h), refletindo o impacto macroeconômico.


Decisão do Fed: Manutenção e Dissidências

A decisão foi tomada por 10 votos a 2, com dissidências de Stephen Miran e Chris Waller favoráveis a um corte de 25 pontos-base, conforme reportado pela CoinGape. O comunicado oficial destacou que a atividade econômica expande de forma sólida, mas o desemprego estabiliza em níveis baixos e a inflação permanece elevada. Jerome Powell, em coletiva, reforçou que aumentos de juros estão fora de cogitação, marcando o fim do ciclo de aperto, como detalhado pela Blockonomi.

Expectativas de mercado, via CME FedWatch, indicam apenas 16% de chance de corte em março e 30% em abril. Essa reversão de apostas, de mais de 40% em novembro para quase zero agora, gela o otimismo e reduz a liquidez disponível para investimentos especulativos como criptomoedas.

Impacto Imediato no Bitcoin e Ativos de Risco

O BTC recuou de picos próximos a US$ 90 mil para a faixa de US$ 88.500-89.500 logo após o anúncio, com pouca variação nas ações americanas e dólar fortalecido. No Brasil, com dólar a R$ 5,20 (AwesomeAPI), o suporte em US$ 88 mil equivale a cerca de R$ 457.600, alinhado à cotação atual de R$ 457.245. A manutenção dos juros em patamares restritivos limita o apetite por risco, adiando o ‘rali’ impulsionado por liquidez farta.

Dados on-chain mostram que 63% do suprimento investido em BTC tem custo acima de US$ 88 mil, aumentando a vulnerabilidade se o suporte falhar. Ouro, por outro lado, avança 3,7% para US$ 5.300/onça, atraindo fluxo de investidores avessos a risco.

Análise Técnica: Suporte Crítico em US$ 88k

Gráficos diários revelam suporte chave entre US$ 85k-90k, com baixa liquidez abaixo de US$ 80k. O BTC testa essa zona após rejeitar resistências em US$ 90k-95k nas últimas semanas. Indicadores como RSI mostram neutralidade (próximo de 50), mas MACD indica momentum de baixa moderado. Uma quebra abaixo de US$ 88k pode levar a US$ 85k, enquanto manutenção abre caminho para US$ 92k.

No contexto brasileiro, com volume 24h de 261 BTC nas exchanges locais, a estabilidade em R$ 457 mil é crucial. Investidores devem monitorar o payroll de fevereiro e dados de inflação PCE excluindo tarifas, projetados para pico em meados de 2026.

O Que Esperar: Liquidez Restrita e Paciência

A estratégia do Fed de ‘higher for longer‘ adia cortes até sinais claros de enfraquecimento no emprego ou queda na inflação subjacente (core PCE ~2% sem tarifas). Para cripto, isso significa consolidação em vez de euforia. Mercados precificam pausa até junho, coincidindo com fim do mandato de Powell. Estratégia acionável: acumular em dips acima de US$ 88k, com stops abaixo de US$ 85k, priorizando preservação de capital em ambiente de liquidez escassa.

Os dados sugerem volatilidade de curto prazo, mas resiliência macro favorece BTC como reserva de valor a médio prazo.


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Personagens cartoon estilizados de Trump e Powell em duelo tenso, com núcleo Bitcoin estagnado entre raios de energia, simbolizando conflito macroeconômico

Bitcoin estagnado abaixo de US$ 92 mil: Duelo Trump vs. Fed

O Bitcoin estagnou abaixo de US$ 92 mil nesta semana, enquanto moedas de privacidade e ações de miners disparam com notícias da Meta sobre IA. No centro do impasse, o embate entre Donald Trump e Jerome Powell, chair do Fed, que enfrenta ameaças de indiciamento por resistir a cortes de juros. Essa guerra institucional coloca o BTC no fogo cruzado, gerando incerteza macro que freia o ímpeto altista. Investidores aguardam sinais claros em um mercado de liquidez concentrada.


Estagnação do BTC: Resistência em US$ 92k

O Bitcoin oscila entre US$ 91.900 e US$ 92.000 há dias, sem romper a resistência chave. Dados de mercado indicam que, apesar de um leve tick up no total de capitalização cripto para US$ 3,1 trilhões, o BTC não acompanha o ritmo de altcoins seletivas como Monero (XMR, +16%) e Zcash (ZEC). A estagnação reflete cautela: traders evitam exposição prolongada em um ativo sensível a políticas monetárias. Privacy coins, por outro lado, ralleiam com especulações sobre demanda por anonimato em meio a regulações apertadas.

Miners também sobem, impulsionados por rumores de integração de IA da Meta em operações de mineração. No entanto, volumes no BTC permanecem tímidos, com liquidações de shorts superando longs, sinal de apostas contra o rei das criptos.

Declarações de Powell e Pressão Trump

Jerome Powell, em declaração recente, revelou ameaças de indiciamento criminal do governo Trump por defender a independência do Fed. Trump pressiona por juros baixos para estimular a economia, alinhado à sua visão pró-cripto, mas Powell alerta que interferência política compromete a política monetária baseada em dados. Essa tensão eleva a volatilidade: taxas altas drenam liquidez de risco para ativos safe como treasuries, enquanto cortes poderiam injetar capital em BTC.

O Altcoin Season Index caiu de 57 para 39, confirmando domínio BTC na absorção de inflows – US$ 200 bilhões recentes foram majoritariamente para ele. Altcoins sofrem liquidações de US$ 3 milhões em longs, enquanto BTC vê shorts liquidados.

Implicações Macroeconômicas para Cripto

Em um cenário de Bitcoin season, o foco está na zona de liquidez US$ 92.500-94.000. Rompimento acima pode estender rally, mas aprofunda domínio BTC, deixando altcoins para trás. Falha nisso mantém rotação setorial estreita. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.705 (+1,66% em 24h), com volume de 230 BTC. Essa equivalência destaca exposição ao dólar forte e risco cambial.

Politicamente, o duelo Trump-Fed questiona se BTC é porto seguro ou vítima de choques institucionais. Histórico mostra que incertezas macro freiam bull runs prolongados.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem vigiar FOMC meetings, dados de emprego EUA e reações de Powell. Um BTC acima de US$ 94k sinaliza força; abaixo de US$ 90k, correção. Com liquidez concentrada, diversificação em privacy coins pode hedgear, mas risco sistêmico persiste. Vale cautela: volatilidade macro pode transformar otimismo em armadilha para bulls excessivos.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.