Silhuetas sombrias de baleias drenando fluxos vermelhos de exchanges para plataforma DeFi rachada, alertando saques e queda no mercado cripto

Rastro de Baleias: Hayes Desova DeFi e Saques da Binance Disparam

Investigações on-chain revelam movimentações suspeitas de Arthur Hayes, que transferiu US$ 3,15 milhões em tokens DeFi como ENA, ETHFI e PENDLE nos últimos 15 minutos, sinalizando possível venda. Paralelamente, um novo endereço sacou US$ 107 milhões em Bitcoin da Binance, enquanto outro retirou 60 mil ETH (US$ 123 milhões) da Gate para depósito na Aave V3, sugerindo alavancagem agressiva. Esses rastros precedem volatilidade?


Movimentação de Arthur Hayes em DeFi

Evidências da Lookonchain mostram Hayes enviando 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão). O timing é questionável: por que desovar posições em DeFi agora, em meio a um mercado de Bitcoin acima de US$ 70 mil e Ethereum próximo de US$ 2.100? Hayes, ex-CEO da BitMEX, tem histórico de trades de alto risco. Isso pode indicar visão de baixa ou realização de lucros antes de correção.

Red flags iniciais: transferências rápidas para exchanges ou pools de liquidez sugerem quedas coordenadas. Investidores devem verificar endereços associados em ferramentas como Arkham ou Nansen para padrões recorrentes.

Saques Massivos de Bitcoin da Binance

Um endereço recém-criado retirou 1.548,76 BTC da Binance, equivalentes a US$ 106,83 milhões. Monitoramento da Onchain Lens destaca o padrão: novos wallets sacando volumes institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 368.871 (+3,28% em 24h), tornando esses saques ainda mais relevantes para brasileiros.

Esses fluxos de saída reduzem a pressão de venda imediata nas exchanges, mas sinalizam acumulação por baleias. Histórico recente mostra saques semelhantes precedendo pumps ou ajustes de posição para derivativos.

ETH para Alavancagem na Aave V3

Outro movimento alarmante: um novo wallet sacou 60 mil ETH (US$ 122,96 milhões, a ~US$ 2.049/ETH) da Gate.io e depositou diretamente na Aave V3, protocolo de empréstimos DeFi. Isso aponta para abertura de posições alavancadas, possivelmente longs em ETH ou colaterais para trades complexos.

Aave V3 é conhecido por liquidações em cenários de alta volatilidade. Com ETH a R$ 11.022, o risco para posições alavancadas é elevado se houver correção. Baleias usando isso para apostar contra o mercado?

Red Flags e Como se Proteger

Conectando os pontos: Hayes desovando DeFi, BTC saindo da Binance e ETH para alavancagem na Aave formam um rastro institucional que precede ondas de volatilidade. Red flags incluem novos endereços (anonimato), timing pós-rally de BTC e foco em derivativos/DeFi. Não há prova de coordenação, mas padrões on-chain não mentem.

Para se proteger: monitore wallets de insiders via Lookonchain/Dune; evite FOMO em pumps; diversifique e use stop-loss em posições alavancadas. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas on-chain básicas. Fique vigilante — o mercado cripto premia os atentos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Touro Bitcoin cartoon enfraquecido segurando escudo ETF rachado vazando energia vermelha, com silhueta corporativa ao fundo simbolizando saídas da BlackRock

Queda do Bitcoin: Hedging BlackRock e Saídas de ETFs

Por que os ETFs de Bitcoin, vistos como salvadores do preço, aceleram a queda? Dados on-chain mostram uma pressão de venda institucional intensa, com saídas recordes do IBIT da BlackRock totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, atribui o movimento a hedging mecânico de produtos estruturados ligados ao ETF, gerando vendas automáticas em spot e derivativos. O BTC despencou de US$ 84.000 para US$ 60.000, com recuperação parcial para US$ 68.500 (-16% semanal).


Situação Atual dos Preços e Fluxos On-Chain

Os dados revelam uma queda máxima de aproximadamente 30%, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 60.000 antes de rebote para US$ 68.500. A métrica UTXO Exchange Inflow SMA 7D registrou picos: 14.900 BTC em 4 de fevereiro, 20.800 BTC em 5 de fevereiro, atingindo 22.800 BTC — maior desde outubro, quando BTC superava US$ 122.000. Isso indica envios massivos de carteiras de baleias para exchanges, sinalizando realização de lucros ou redução de exposição.

Na Binance, netflows de BTC atingiram +US$ 727 milhões em 5 de fevereiro, enquanto USDT registrou -US$ 450 milhões, reforçando um ambiente risk-off. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.065,82 às 18:53 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 466,82 BTC.

Saídas Recordes dos ETFs Spot

O IBIT da BlackRock, maior ETF de Bitcoin, sofreu resgates de US$ 4,7 bilhões em 2 de fevereiro e US$ 7,7 bilhões em 5 de fevereiro, totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. O GBTC da Grayscale registrou outflow de US$ 2,1 bilhões no mesmo período. Esses fluxos negativos invertem o padrão de alta anterior, onde inflows institucionais sustentavam compras.

Os dados do CryptoQuant mostram que esses resgates coincidem com o aumento de inflows em exchanges, sugerindo que instituições estão reduzindo posições via ETFs e transferindo para vendas spot. Isso cria pressão descendente, especialmente em mercados com liquidez limitada.

Hedging Mecânico: Teoria de Arthur Hayes

Arthur Hayes explica que dealers e bancos que emitem notas estruturadas e produtos ligados ao IBIT hedgeiam exposição vendendo BTC spot e derivativos. Quando há outflows ou redemptions, ajustes rápidos nos hedges geram vendas mecânicas em cascata, amplificando quedas. “A queda provavelmente deve-se ao hedging de dealers nos produtos estruturados do IBIT”, postou Hayes no X.

Essa dinâmica técnica, não fundamental, diferencia a queda atual de problemas inerentes ao ativo. Picos de volume e rebalanceamentos rápidos observados confirmam o padrão, com liquidez fina exacerbando o movimento.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem suporte próximo de US$ 65.000-68.000, testado recentemente. Resistência em US$ 74.000-US$ 80.000, com médias móveis de 50 e 200 dias como referências chave. Fluxos de ETFs e inflows de exchanges permanecem métricas críticas: reversão para inflows positivos pode sinalizar alívio.

Com dólar a R$ 5,21, o equivalente em reais reforça volatilidade para investidores brasileiros. Vale observar netflows diários e UTXO inflows para avaliação da pressão sustentada.


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Prisma cristalino Ethereum rompendo barreira vermelha com silhuetas de baleias, sinalizando queda abaixo do custo médio e risco de capitulação

Ethereum Cai Abaixo do Custo Médio das Baleias: Risco de Capitulação?

O preço do Ethereum caiu abaixo do custo médio de aquisição (realized price) das baleias (detentores com mais de 100 mil ETH), fixado em torno de US$ 2.074. Essa quebra ocorreu após uma desvalorização superior a 30% na primeira semana de fevereiro, atingindo mínimas de US$ 1.850 em 6 de fevereiro. Os dados on-chain indicam um momento crítico, com potencial para capitulação ou recuperação violenta, conforme padrões históricos. Atualmente, o ETH negocia a US$ 2.106 (R$ 11.041).


Quebra do Realized Price em Todos os Cohorts

De acordo com métricas on-chain da CryptoQuant, o Ethereum rompeu o realized price não apenas das baleias, mas de todos os grupos de investidores por tamanho de carteira. O realized price representa o custo médio de aquisição dos holders, calculado pelo valor total realizado dividido pelo suprimento em circulação nessas carteiras.

As linhas de custo médio das baleias (roxo, >100k ETH) em US$ 2.074, grandes investidores (azul), médias (verde) e pequenas carteiras (amarelo) foram todas violadas para baixo. Essa convergência simultânea é rara e eleva a pressão sobre os grandes players, que detêm volumes significativos capazes de influenciar o mercado.

No contexto atual, com o ETH em US$ 2.106, o mercado testa essa zona crítica. A perda de suporte no realized price das baleias historicamente atua como resistência em quedas prolongadas.

Padrões Históricos de Comportamento

Analisando dados de 2018-2022, o rompimento abaixo do realized price das baleias apresentou dois caminhos principais. Em meados de 2020 e final de 2022, o preço reverteu violentamente, transformando o nível em suporte e iniciando altas expressivas. Já em 2018-2019, a quebra levou a uma capitulação prolongada, com quedas para mínimas multianuais.

Os dados mostram que baleias, com maior capital, tendem a HODL em cenários de rebound, mas capitulam sob pressão extrema para evitar liquidações. Essa dualidade explica a volatilidade: quem tem mais a perder pode amplificar movimentos em ambas as direções.

Diferentemente de varejistas, as ações das baleias impactam liquidez e sentiment. Uma venda coordenada poderia acelerar a baixa, enquanto acumulação em baixas históricas sinalizou fundos.

Níveis Críticos a Monitorar

O nível mais relevante é o realized price das baleias em US$ 2.074. Uma recuperação acima dele em 30-45 dias seguiria padrões de 2020/2022, potencializando alta. Falha nesse prazo pode levar a suportes em US$ 1.800, com risco de extensão para US$ 1.600-1.300.

Para holders menores, a faixa de US$ 2.534-2.675 atuará como resistência inicial em tentativas de rebound. Indicadores como médias móveis de 50 e 200 dias reforçam essa zona, alinhando com volumes de capitulação recente.

Atualmente, com variação positiva de 2,1% nas últimas 24 horas, o ETH recupera terreno, mas o volume indica cautela. Traders devem observar fluxos on-chain e liquidações em exchanges.

Contexto de Mercado e Implicações

A queda do Ethereum reflete um mercado de baixa amplo, com Bitcoin em R$ 365.010 (Cointrader Monitor), variando -0,82% em 24h. Correlação positiva pressiona altcoins como ETH.

Os dados sugerem monitorar o comportamento das baleias: acumulação ou distribuição definirá o próximo movimento. Investidores devem avaliar risco de capitulação, priorizando gerenciamento de posições em níveis técnicos chave.


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Fortaleza dourada Bitcoin rachada por impactos vermelhos em nível 65K, núcleo intacto brilhando, simbolizando capitulação e saúde on-chain

Capitulação do Bitcoin: US$ 890 milhões em liquidações nos US$ 65 mil

O Bitcoin experimentou uma capitulação massiva, com perdas realizadas atingindo US$ 890 milhões em média diária nos últimos sete dias, o maior nível desde o final de 2022, segundo métricas da Glassnode. O preço despencou para US$ 60.000 — mínima desde outubro de 2024 — antes de recuperar acima dos US$ 65.000, acompanhado de US$ 2,6 bilhões em liquidações de posições alavancadas em 24 horas, predominantemente compradas. Os dados on-chain indicam redução de risco acelerada, mas levantam dúvida: o pior passou ou a capitulação inicia?


Magnitudes da Capitulação On-Chain

Os dados da Glassnode registram o segundo maior pico na métrica de capitulação em dois anos, com vendas forçadas elevando as perdas realizadas. Em cerca de 10 horas de trading intenso, posições alavancadas foram liquidadas, transferindo moedas de compradores recentes para vendedores rápidos. O preço caiu abaixo de marcadores de custo on-chain de holders de curto prazo, gerando pressão emocional adicional.

Essa dinâmica removeu alavancagem acumulada, mas deixou o mercado com menor liquidez em níveis atuais. A média de US$ 890 milhões em perdas diárias reflete desalavancagem significativa, similar a eventos de estresse passados que precederam volatilidade elevada.

Contexto Técnico: Sobrevenda Extrema

De acordo com análise do mercado de derivativos, o US$ 65.000 emergiu como campo de batalha após rompimento do suporte em US$ 70.000. O RSI posicionou o Bitcoin como o terceiro mais sobrevendido em sua história, condição historicamente associada a rebounds violentos. Open interest em futuros caiu abaixo de US$ 100 bilhões pela primeira vez desde março de 2025.

As taxas de funding anuais para BTC viraram negativas, sinalizando demanda por posições vendidas. Volatilidade implícita de 30 dias saltou para 100%, recuando para 70% após a recuperação inicial. Puts em opções curtas negociam com prêmio de 20 pontos sobre calls, indicando receio persistente de downside.

Recuperação Inicial e Estrutura de Longo Prazo

O mercado mostrou sinais de estabilização, com Bitcoin recuperando de US$ 60.000 para US$ 67.949 e Ether de US$ 1.750 para US$ 2.007. Altcoins como Solana e Optimism caíram 30%, enquanto DeFi underperformou com perdas acima de 10%. Indicador de altseason caiu para 24/100, sugerindo rotação para ativos mais seguros.

No longo prazo, a capitulação diferencia pânico de curto prazo — com liquidações de posições compradas especulativas — da estrutura de mercado. Níveis de suporte próximos a US$ 65.000 foram testados, mas médias móveis de longo prazo (ex: 200-semanas) permanecem acima. Os dados sugerem limpeza de posições fracas, potencialmente fortalecendo bases para recuperação, embora volatilidade persista.

Cotação Atual em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.992,10 nesta manhã de sábado (07/02/2026), com variação de +3,04% em 24 horas e volume de 861 BTC. Traders devem monitorar realized losses, OI em futuros e RSI para sinais de continuação ou reversão.


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Figuras cartoon de Vitalik e baleia antropomórfica despejando ETH em zonas de liquidação '1.7K' e '1K', ilustrando pressão vendedora crítica

Vitalik e Baleias Vendem ETH em Zonas Críticas de US$ 1.700

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, vendeu 6.183 ETH (cerca de US$ 13,2 milhões) em três dias, enquanto o preço do ETH despencou abaixo de US$ 2.000. Paralelamente, o fundo Trend Research, ligado ao investidor Jack Yi, reduziu 96% de sua posição de 645.000 ETH. Dados on-chain indicam clusters de liquidação entre US$ 1.000 e US$ 1.700, elevando o risco de cascata de vendas. Por que os criadores do ativo estão vendendo agora? Os números revelam uma dança das baleias em meio à correção.


Vendas de Vitalik Buterin: Movimentações On-Chain

Carteiras associadas a Vitalik Buterin transferiram 6.183 ETH para exchanges entre 2 e 5 de fevereiro, com preço médio de saída de US$ 2.140, totalizando US$ 13,2 milhões, conforme dados da Lookonchain. Parte dos recursos, cerca de US$ 500.000 de 212 ETH vendidos em 2 de fevereiro, foi direcionada ao fundo Kanro, focado em pesquisa biomédica contra doenças raras.

Buterin justificou retiradas recentes de 16.384 ETH para financiar projetos em biotecnologia, hardware seguro e software de privacidade, em meio a um período de contenção de gastos na Ethereum Foundation. Esses movimentos coincidem com a queda de 30% semanal do ETH, que testou US$ 1.900, abaixo das médias móveis de 50 e 100 semanas.

Trend Research e Jack Yi: Liquidação em Massa

O fundo Trend Research, gerido por Jack Yi, registrou pico de 645.000 ETH (valor superior a US$ 1,8 bilhão no auge), financiado via empréstimos na Aave (cerca de US$ 958 milhões em stablecoins). Entre 1 e 4 de fevereiro, vendeu 153.500 ETH a US$ 2.294, seguido de lotes adicionais de 20.000-30.000 ETH para a Binance, deixando apenas 21.300 ETH (US$ 44 milhões).

Jack Yi havia postado em 3 de fevereiro sobre o “melhor momento para compra spot“, prevendo ETH acima de US$ 10.000, mas optou por desmontar a posição alavancada. Sua esposa, Joy Lou, contrastou ao prever meltdown nas ações americanas em duas semanas, gerando debates sobre hedging familiar.

Zonas de Liquidação: Riscos para Grandes Holders

Dados on-chain da Lookonchain identificam clusters críticos: Trend Research com 356.150 ETH (US$ 671 milhões) liquida entre US$ 1.562-1.698; Joseph Lubin e duas baleias com 293.302 ETH (US$ 553 milhões) em US$ 1.329-1.368; 7 Siblings com 286.733 ETH (US$ 541 milhões) em US$ 1.029-1.075. Esses níveis atuam como ímãs em correções, ampliando volatilidade.

O ETH opera abaixo de todas as principais médias móveis semanais, com volume de venda em expansão confirmando distribuição. Suporte imediato em US$ 1.600-1.750; rompimento expõe US$ 1.300. Recuperação exige reteste acima de US$ 2.200.

Contexto Técnico e Níveis a Monitorar

No momento da redação, ETH cotado a aproximadamente R$ 10.538 (equivalente a ~US$ 2.020 com dólar a R$ 5,22). Indicadores semanais mostram momentum enfraquecido, com rompimento de estrutura de consolidação tardia. Volumes crescentes em quedas sugerem pressão sustentada de venda institucional, conforme índice Coinbase Premium em mínimas desde 2022.

Investidores devem observar liquidez nessas zonas de liquidação e interações com Bitcoin, que também corrige. Estabilização acima de US$ 2.000 indicaria pausa na correção; fechamento semanal abaixo de US$ 1.700 ativa próximos clusters.


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Rede hexagonal DeFi rompendo com cascata de partículas ETH dourado em vórtice descendente, simbolizando liquidação massiva de baleia na Aave

Baleia Despeja US$ 3 Bilhões em ETH: Liquidação na Aave Pressiona Ether

Os dados on-chain mostram que a Trend Research, ligada ao investidor Jack Yi, vendeu 170.033 ETH em apenas 10 horas, equivalentes a cerca de US$ 3,225 bilhões, para quitar empréstimos na Aave. Essa ação faz parte de uma redução maior de posição em mais de 400 mil ETH desde o início de fevereiro, impulsionada pela queda de 30% no preço do Ether para US$ 1.748. O movimento reflete desalavancagem forçada em meio a riscos de liquidação próximos a US$ 1.700.


Mecânica de Desalavancagem na Aave

A Trend Research construiu sua posição em ETH usando o protocolo Aave: comprou Ether em exchanges como a Binance, usou-o como colateral para emprestar stablecoins e reinvestiu esses fundos em mais ETH. O custo médio de aquisição ficou em torno de US$ 3.180 por ETH, resultando em prejuízos não realizados de aproximadamente US$ 469 milhões com o preço atual em US$ 2.076.

Com a recente correção de mercado, o valor do colateral caiu abaixo dos thresholds de liquidação da Aave, entre US$ 1.698 e US$ 1.562. Para evitar perdas totais, a entidade transferiu lotes significativos para a Binance, incluindo 20 mil ETH avaliados em US$ 39,8 milhões recentemente. Essa estratégia reduziu sua exposição de 651 mil para 247 mil ETH em wrapped ETH (AETHWETH).

Escala da Pressão Vendedora On-Chain

Desde 1º de fevereiro, a Trend Research liquidou mais de 411 mil ETH na Binance, com preço médio de venda de US$ 2.294. Os dados da Arkham e Lookonchain confirmam volumes cumulativos acima de US$ 3,5 bilhões em ETH vendido, coincidindo com a queda de 30% no ETH na semana passada. No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 10.881 por ETH atualmente.

Essa pressão vendedora colossal contribuiu para testar suportes críticos no gráfico diário do Ether, como a média móvel de 200 dias em torno de US$ 1.800. Apesar da recuperação para US$ 2.076 (+13,8% em 24h), o volume de vendas reflete fragilidade em posições alavancadas no ecossistema DeFi.

Implicações para a Saúde do Mercado Ethereum

A desalavancagem destaca vulnerabilidades on-chain: protocolos como Aave exigem ratios de colateral acima de 150-180% para posições longas em ETH. Com o mercado cripto volátil, baleias como a Trend Research priorizam gerenciamento de risco, evitando liquidações em cascata que amplificariam quedas.

Os dados sugerem que o suporte em US$ 1.700 foi pivotal; uma violação poderia acionar mais de US$ 19 bilhões em liquidações globais, como visto em eventos recentes. Traders devem monitorar o saldo de ETH na Aave e fluxos para exchanges, indicadores chave de pressão vendedora persistente.


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Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Baleia digital cyan coletando cristais XRP dourados contra correntes descendentes vermelhas, simbolizando acumulação de whales e velocidade recorde em queda de preço

XRP: Velocidade Recorde e Baleias Acumulam em Meio a Queda

A atividade de baleias no XRP atinge pico histórico, com 42 novas carteiras acima de 1 milhão de tokens adicionadas desde 1º de janeiro, totalizando 2.016 endereços detendo mais de US$ 2 milhões. Paralelamente, a Ripple movimentou 534 milhões de XRP entre wallets internas, enquanto o preço cai para mínima de 15 meses em US$ 1,11. Os dados on-chain mostram contraste entre uso da rede e pressão vendedora.


Velocidade de Transação Atinge Máximas Anuais

Os dados mostram que a velocidade de transação no XRP Ledger subiu para 0,013, nível coincidente com as máximas anuais vistas em 2025. Esse indicador mede a frequência com que cada XRP é transacionado por unidade de tempo, refletindo maior circulação e utilidade da rede. Após meses de resfriamento, o aumento sugere elevação na demanda por block space, impulsionada por trades, pagamentos ou atividades em DeFi.

No momento da análise, com preço em torno de US$ 1,57, a rede opera em alta fricção, típico de fases de redistribuição. Historicamente, níveis como 0,013 precedem pontos de inflexão, merecendo monitoramento para sinais de capitulação ou reversão. O volume de trading subiu 30% nas últimas 24 horas, apesar da queda de 10% no preço para US$ 1,43.

Acumulação por Grandes Detentores

Carteiras com pelo menos 1 milhão de XRP cresceram pela primeira vez desde setembro de 2025. Desde janeiro, 42 novas baleias entraram, elevando o total para 2.016, com holdings acima de US$ 2 milhões. Essa acumulação ocorre em fase de pullback, alterando a dinâmica de suprimento e sinalizando convicção subjacente não refletida no preço spot.

Os dados indicam que grandes investidores posicionam-se para potenciais shifts de mercado, comum em períodos de baixa confiança. Atualmente, cotação em R$ 6,96 (equivalente a US$ 1,32), com variação diária de -6,5% em reais.

Movimentações da Ripple e Pressão de Preço

A Ripple executou transferências internas totais de 534 milhões de XRP em três horas: 200 milhões seguidos de 100 milhões para uma wallet central, com redirecionamentos de 20 milhões, 15 milhões e 117 milhões para outros endereços. Um deles, rpx…ZY1, ligado a transações de baleias recentes, reteve 117 milhões.

Essas operações coincidem com o preço testando US$ 1,11, mínima de 15 meses, antes de recuperação para US$ 1,29. O movimento não implica venda imediata, mas destaca rotatividade interna em meio a onda vendedora ampla no mercado cripto.

Níveis Técnicos a Monitorar

Situação atual: velocidade alta e acumulação contrastam com preço em suporte de 15 meses. Contexto técnico aponta US$ 1,30 como resistência imediata, com suporte em US$ 1,11. Métricas on-chain sugerem maior engajamento, mas volume e open interest demandam atenção. Investidores devem observar continuidade da velocidade acima de 0,013 e endereços de baleias para indícios de fundo ou extensão da baixa.


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Silhueta de baleia cyberpunk emergindo com fluxo de 80K ETH de plataforma exchange, simbolizando retirada massiva em mercado em baixa

Garrett Jin Retira 80.000 ETH da Binance em Meio a Queda

Garrett Jin, trader conhecido como Bitcoin OG ‘1011short’, retirou 80.000 ETH avaliados em aproximadamente US$ 168 milhões da Binance nesta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, conforme dados on-chain. A movimentação ocorre em meio a uma correção ampla de mercado, com o Bitcoin caindo abaixo de US$ 71.000 e o Ethereum sob US$ 2.100. A capitalização total do criptomercado encolheu 6% para US$ 2,4 trilhões, segundo CoinGecko. Os dados sugerem possível realocação estratégica por parte do investidor experiente.


Detalhes da Transação On-Chain

Os dados da plataforma Arkham Intelligence confirmam a retirada em múltiplas transações para a carteira associada a Jin. No momento da operação, o preço do Ethereum oscilava em torno de US$ 2.100, representando um volume significativo equivalente a cerca de 0,07% da oferta circulante de ETH. Essa ação contrasta com depósitos anteriores realizados pelo trader no final de 2025, quando transferiu 100.000 ETH (US$ 292 milhões na época) para a Binance, interpretado como potencial sinal de venda.

Atualmente, segundo a Cointrader Monitor, o Bitcoin é cotado a R$ 336.929,49, com variação de -12,31% nas últimas 24 horas e volume de 1.181 BTC. O Ethereum registra queda de -12,42%, negociado a R$ 9.838,74. Esses níveis refletem uma correção técnica após picos recentes.

Histórico de Movimentos do Trader

Garrett Jin ganhou notoriedade por sua precisão em trades de alto volume. Em outubro de 2025, ele abriu uma posição vendida de US$ 735 milhões em Bitcoin na Hyperliquid, lucrando estimados US$ 160 milhões minutos antes de uma crash de mercado desencadeada pelo anúncio de tarifas pelo presidente Trump. Recentemente, sua carteira ainda detém mais de 30.600 BTC, avaliados em mais de US$ 2 bilhões, conforme rastreamento on-chain.

No contexto de dezembro de 2025, o depósito massivo de ETH na Binance coincidiu com posições compradas totais de US$ 717 milhões em BTC, ETH e SOL. A retirada atual pode indicar uma reversão tática, com os dados mostrando acumulação em carteiras frias ou preparação para novas posições em derivativos.

Contexto Técnico do Mercado

O mercado cripto apresenta padrões de baixa no curto prazo. O Bitcoin testou suportes próximos a US$ 71.000, com a média móvel exponencial de 50 períodos (EMA50) atuando como resistência em US$ 75.000. Para Ethereum, o recuo abaixo de US$ 2.100 alinha-se com o suporte da banda inferior de Bollinger nas timeframes de 4 horas. O índice de força relativa (RSI) de 14 períodos encontra-se em zona de sobrevenda (abaixo de 30), sugerindo potencial para recuo técnico.

Volume de negociações reflete aumento na venda durante a queda, com capitulação observada em métricas como o ratio de volume spot/futuros. Movimentações de baleias como a de Jin frequentemente precedem mudanças de tendência, embora os dados históricos mostrem variabilidade em impactos diretos no preço.

Implicações e Níveis a Monitorar

Retiradas massivas de exchanges por detentores de longo prazo (OLTH – Old Long Term Holders) historicamente correlacionam com redução de pressão de venda, potencializando rallies subsequentes. No caso de Jin, a ação pode sinalizar confiança em uma recuperação do Ethereum, especialmente com catalisadores pendentes como atualizações de rede ou fluxos de ETF.

Níveis chave para observação incluem: resistência em US$ 2.200 para ETH (EMA20 diária) e suporte em US$ 2.000 (Fibonacci 0,618 da retração recente). Para BTC, monitorar US$ 70.000 como suporte crítico e US$ 73.500 como pivô. Os dados on-chain continuarão cruciais para validar qualquer reversão, com foco em inflows/outflows de exchanges e concentração de baleias.


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Personagem cartoon de Vitalik liberando fluxo ETH para ecossistema e filantropia, ilustrando transferências on-chain estratégicas

Vitalik Transfere US$ 29 Milhões em ETH: Estratégia Técnica Revelada

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, movimentou US$ 29 milhões em ETH de suas carteiras Gnosis para a Ethereum Foundation, em meio a uma queda de quase 30% no preço do ETH na última semana. Paralelamente, vendeu US$ 1,63 milhão para financiar a organização filantrópica Kanro. Esses fluxos on-chain não sinalizam um ‘dump’ pessoal, mas apoiam a ‘austeridade moderada’ da fundação, priorizando desenvolvimentos técnicos essenciais. O ETH cotado a US$ 2.138 (R$ 11.235) reflete volatilidade, mas os fundos visam o futuro da rede.


Detalhes das Movimentações On-Chain

Analisando os dados on-chain via Arkham Intelligence, Vitalik converteu 13.217 ETH em wrapped ETH (wETH) de uma de suas carteiras Gnosis (endereço: 0x220866b1a2219f40e72f5c628b65d54268ca3a9d), reduzindo seu saldo total de 241.000 para 227.268 ETH, avaliados em cerca de US$ 486 milhões. Parte desse montante — US$ 2,3 milhões em ETH — foi liquidada, enquanto US$ 500 mil em USDC provenientes de 211,84 ETH foram direcionados à Kanro, biotech focada em prevenção de pandemias.

Essas ações seguem uma retirada anterior de 16.384 ETH (US$ 44,7 milhões na época), anunciada por Buterin para financiar a fundação nos próximos anos. wETH, uma versão ERC-20 do ETH 1:1, facilita interações em protocolos DeFi sem sair da carteira principal — como um ‘tokenizado’ do ETH nativo para composability em smart contracts.

Contexto Técnico: Austeridade e Novo Caminho para Ethereum

A Ethereum Foundation entra em fase de ‘mild austerity’, conforme postado por Vitalik, para entregar uma ‘roadmap agressiva’ que posicione a rede como um ‘world computer’ escalável sem comprometer descentralização ou segurança. Os recursos financiarão software e hardware open-source verificável em áreas como finanças descentralizadas, comunicações seguras, governança on-chain, sistemas operacionais distribuídos e biotecnologia.

Recentemente, Buterin criticou a dependência excessiva de layer-2s (L2s), notando que o progresso para ‘stage 2’ e interoperabilidade tem sido mais lento que o esperado. ‘A visão original dos L2s no ecossistema Ethereum não faz mais sentido’, afirmou, propondo um ‘novo path’ que equilibre escalabilidade L1 com inovações híbridas. Métricas on-chain mostram L1 escalando via sharding e danksharding, processando mais transações diárias que muitos L2 isolados.

Implicações para o Ecossistema e Investidores

Para holders de ETH, essas movimentações reforçam compromisso de longo prazo: Vitalik ainda detém 227.268 ETH (US$ 486 milhões), priorizando TVL e usuários ativos sobre especulação. Historicamente, vendas como essa (ex: US$ 984 mil em memecoins para Kanro em 2025) financiam pesquisa sem impactar preço diretamente — o ETH caiu por fatores macro, não por esses fluxos.

Investidores devem monitorar commits no GitHub da EF, upgrades como Verkle Trees e adoção real via transações diárias (atualmente ~1,2 milhão). Isso sinaliza maturidade: recursos alocados onde importam — no código subjacente que define o valor real do protocolo.


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Montanha de blocos BTC dourados desmoronando em avalanche vermelha para vórtice, simbolizando movimento do Butão e perda dos US$ 70K no Bitcoin

Bitcoin Perde US$ 70K: Butão Move Milhões para Exchanges

Os dados on-chain mostram o governo do Butão movendo mais de 184 BTC, equivalentes a cerca de US$ 14 milhões, para firmas de trading como QCP Capital e uma carteira hot da Binance. A movimentação ocorre pela primeira vez em três meses, coincidindo com a perda do suporte psicológico de US$ 70.000 pelo Bitcoin, que atingiu US$ 69.101 na Bitstamp. Por que um dos maiores detentores governamentais ativa suas reservas agora?


Movimentações On-Chain do Butão

Wallets ligadas ao Royal Government of Bhutan, gerenciadas via Druk Holding & Investments, transferiram ao menos 284 BTC nos últimos sete dias, totalizando US$ 22 milhões, conforme plataforma Arkham Intelligence. A maior operação, de 184 BTC (US$ 14,09 milhões), ocorreu há sete horas, direcionada a endereços novos e contrapartes conhecidas como QCP Capital e Binance. Uma transferência anterior de 100,8 BTC (US$ 8,3 milhões) foi para um depósito merchant da QCP.

Arkham destaca um padrão histórico: o Butão vende BTC em lotes de cerca de US$ 50 milhões, com pico de vendas em setembro de 2025. Suas reservas caíram de 13.295 BTC em outubro de 2024 para 5.700 BTC atualmente. Movimentos paralelos de ETH e US$ 1,5 milhão em USDT indicam gerenciamento ativo de tesouraria, não mera redistribuição para cold storage.

Queda Abaixo de US$ 70.000 na Bitstamp

Durante o horário asiático, o Bitcoin registrou mínima de US$ 69.101 na Bitstamp, negociando com desconto em relação a outras exchanges como Coinbase (US$ 70.002). O preço global médio acumula queda de mais de 7% em 24 horas, após pico de US$ 126.000 em outubro. A pressão de venda na Bitstamp, agora sob Robinhood, sugere liquidez local enfraquecida.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 375.672,57 às 06:46, com variação de -5,74% em 24 horas e volume de 684 BTC.

Contexto Técnico e Implicações

O rompimento do suporte de US$ 70.000 ativa padrões de baixa no gráfico diário, com médias móveis de 50 e 200 dias em confluência na faixa de US$ 72.000-US$ 75.000 atuando como resistência imediata. Volumes de venda elevados coincidem com a inatividade prévia das wallets butanesas, sugerindo que holders soberanos respondem a estresse de mercado — similar a ajustes corporativos e mineradores.

Arkham interpreta os fluxos para exchanges como preparatórios para liquidez ou vendas, alinhados a um histórico de monetização de mineração hidrelétrica. Sem confirmação de vendas efetivas, os dados apontam para uso ativo de BTC como ferramenta de balanço patrimonial em volatilidade.

Níveis Críticos a Monitorar

Os dados sugerem potencial para correção mais profunda se o suporte de US$ 69.000 falhar, com próximo alvo em US$ 60.000-US$ 65.000, zona de Fibonacci 0,618 do rally recente. Recuperação acima de US$ 71.500 invalidaria o cenário de baixa de curto prazo. Traders devem observar volumes on-chain e fluxos de exchanges para avaliação da pressão sustentada versus recuo técnico.


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Baleia colossal surreal emergindo de abismo digital com cristais ETH e '80K' marcado, nadando para rede DeFi em meio à queda do mercado

Baleia BTC OG Retira 80 Mil ETH da Binance em Meio à Queda

Os dados on-chain monitorados pela Onchain Lens indicam que a entidade conhecida como ‘BTC OG 内幕巨鲸’, uma baleia com histórico de operações agressivas, retirou 80.000 ETH da Binance em 5 de fevereiro de 2026. O valor da transação equivale a aproximadamente US$ 168 milhões (R$ 879 milhões), executada em um momento de queda no preço do Ethereum, que registra variação negativa de 0,69% nas últimas 24 horas frente ao dólar. Esta movimentação contrasta com depósitos prévios da mesma baleia na exchange.


Detalhes da Transação On-Chain

A retirada foi registrada em tempo real pelos monitores de blockchain, com o valor exato reportado em US$ 167,79 milhões no momento da operação. Convertido à cotação atual, onde o Ethereum negocia a US$ 2.132 (R$ 11.187 por unidade, com dólar a R$ 5,238), o lote representa uma posição significativa no mercado. Os dados mostram que essa baleia utiliza a Binance como hub para transferências, movendo ativos para carteiras externas presumivelmente cold storage ou protocolos DeFi.

Essa ação ocorre após meses de depósitos intensos na exchange, totalizando volumes expressivos de ETH. A métrica de volume reforça a relevância: transações desse calibre impactam a liquidez percebida e podem influenciar análises de fluxo de entrada/saída em plataformas centralizadas.

Contexto Histórico da Baleia

Os padrões de comportamento dessa entidade revelam uma estratégia sofisticada. No final de 2025 e início de 2026, a baleia depositou grandes quantidades de ETH na Binance, coincidente com posições em perpetuals na Hyperliquid que enfrentavam prejuízos flutuantes substanciais. Esses influxos serviram como colateral para evitar liquidações em posições alavancadas, demonstrando gerenciamento de risco sob pressão.

Agora, a inversão para retiradas sugere fechamento parcial de posições ou realocação. Análises indicam uso recorrente de ETH como garantia em protocolos como Aave para empréstimos de stablecoins, que são reinvestidos em derivativos ou compras adicionais, caracterizando um ciclo de alavancagem contínua sem aporte de capital fresco.

Implicações para o Mercado de Ethereum

Retiradas de baleias para cold wallets são frequentemente interpretadas como acúmulo de longo prazo, reduzindo a oferta circulante em exchanges. Alternativamente, pode preparar trocas OTC ou depósitos em pools de liquidez DeFi. No atual cenário de volatilidade, com ETH testando suportes em torno de US$ 2.075 (mínima diária), essa movimentação não altera fundamentos macro, mas merece monitoramento quanto a sinais de pressão vendedora ou acumulação.

Os dados on-chain não indicam destino imediato dos fundos, mas históricos sugerem integração em ecossistemas de borrow/lend. Traders observam métricas como taxa de financiamento em perpetuais e TVL em protocolos para contextualizar o impacto potencial.

Níveis Chave a Monitorar

Para Ethereum, níveis técnicos relevantes incluem resistência em US$ 2.173 (máxima diária) e suporte em US$ 2.075. Variação 24h de -5,08% em reais reflete pressão local. Baleias como essa contribuem para assimetrias de informação; no entanto, o mercado cripto demonstra resiliência, com volume global mantido.

Investidores devem priorizar dados primários de blockchain explorers para validação independente, evitando interpretações especulativas isoladas.


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Rede energetica dourada e cyan se contraindo em nucleo tenso, liberando particulas para baixo, simbolizando queda de US$55bi em juros abertos do Bitcoin

Bitcoin: Juros Abertos Caem US$ 55 Bilhões e Sinalizam Cautela

O juros abertos de Bitcoin registrou queda de US$ 55 bilhões em 30 dias, equivalente a 744 mil BTC, sinalizando redução drástica no apetite por alavancagem entre traders de futuros. Esse desmonte de posições ocorre enquanto o BTC luta para se manter acima de US$ 70 mil, com analistas apontando para maior pressão vendedora e possível correção mais profunda. Dados indicam fechamentos em massa em exchanges como Binance e Bybit.


O Que São Juros Abertos e Sua Queda Recente

Os juros abertos (open interest) representam o número total de contratos de futuros ou derivativos em aberto em um mercado, refletindo o volume de posições ativas de traders. Uma queda acentuada, como os US$ 55 bilhões observados nos últimos 30 dias, sugere fechamento massivo de posições, conhecido como deleveraging.

De acordo com dados da CryptoQuant, o Binance viu redução de 276.869 BTC em posições abertas, Bybit de 330.828 BTC e OKX de 136.732 BTC apenas na terça-feira. Esse movimento coincide com a perda do suporte em US$ 75 mil pelo Bitcoin, indicando que traders estão reduzindo alavancagem em resposta à fraqueza de preço, em vez de novas apostas vendedoras puras.

No agregado, cerca de 744 mil BTC saíram de posições abertas, o que, ao preço médio atual próximo de US$ 74 mil, equivale à expressiva desvalorização de US$ 55 bilhões em exposição ao mercado de derivativos.

Implicações: Menos Volatilidade ou Menos Saúde?

A redução nos juros abertos pode trazer dois cenários. Por um lado, menos alavancagem diminui o risco de liquidações em cascata, potencialmente estabilizando a volatilidade de curto prazo. Traders excessivamente alavancados amplificam movimentos de preço; sua saída promove um mercado mais spot-driven, ancorado em demanda real.

Por outro, sinaliza cautela generalizada, com o cumulative volume delta (CVD) negativo em US$ 40 bilhões nos últimos seis meses no Binance, indicando domínio de ordens vendedoras. Reservas em exchanges subiram 34 mil BTC desde 19 de janeiro, de 2.718 milhões para 2.752 milhões, elevando o risco de oferta no curto prazo. Inflows totalizaram 756 mil BTC em janeiro e mais 137 mil desde fevereiro.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 383.744,88 às 18h33 desta quarta (4/2), com variação de -4,4% em 24h e volume de 529,73 BTC. Com dólar a R$ 5,24, isso reforça a pressão em reais.

Perspectivas de Analistas e Níveis Críticos

Analistas como Boris e Axel Adler Jr. destacam que uma capitulação completa ainda não ocorreu, podendo vir em níveis inferiores. Scient prevê fundos duráveis via consolidação de 2-3 meses nos suportes de US$ 60 mil ou até US$ 50 mil. Mark Cullen antecipa reversão de curto prazo para US$ 86-89 mil, mas risco macro de queda ao US$ 50 mil.

O gráfico semanal mostra BTC testando mínimas anuais, com inflows para exchanges como Binance e Coinbase sugerindo reposicionamento. Se reservas ultrapassarem 2,76 milhões BTC, pressão vendedora pode intensificar. Traders monitoram o ponto de controle local e tendência de baixa.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar os juros abertos para sinais de estabilização, inflows de exchanges e CVD. Uma recuperação acima de US$ 75 mil poderia invalidar o viés baixista, mas persistência abaixo de US$ 70 mil aponta para US$ 68 mil como piso potencial. Dados on-chain sugerem mercado em transição para maior realismo, com menos especulação alavancada.


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Vórtice turbulento de plasma vermelho sugando partículas cyan com núcleo dourado emergente, simbolizando volatilidade extrema e capitulação no Bitcoin

Bitcoin Registra Volatilidade Extrema: US$ 740 Mi em Liquidações

O Bitcoin registrou volatilidade extrema na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, caindo para US$ 72.900 — mínima em 14 meses, desde novembro de 2024 — antes de uma alta que recuperou para US$ 76.800. Esse movimento gerou US$ 740 milhões em liquidações de derivativos em 24 horas, principalmente posições compradas em BTC (US$ 287 milhões) e ETH (US$ 267 milhões), conforme dados do CoinGlass. A ação reflete limpeza de alavancagem excessiva em meio a tensões macroeconômicas.


Detalhes da Sessão Volátil

Os dados mostram que o Bitcoin quebrou o suporte de longo prazo em torno de US$ 74.500, nível de abril de 2025, confirmando território de baixa. A mínima intradiária de US$ 72.900 ocorreu na sessão inicial dos EUA, impulsionada por temores de shutdown governamental — evitado por acordo no Congresso — e turbulências no setor de tecnologia. Comentários do CEO da Nvidia, Jensen Huang, em entrevista à CNBC, ajudaram no rebote ao dissipar rumores sobre OpenAI.

Ethereum seguiu padrão similar, com queda para US$ 2.120 e recuperação de 10% para acima de US$ 2.300. O mercado total de criptoativos atingiu capitalização de US$ 2,64 trilhões, mínima em nove meses, indicando pressão ampla sobre altcoins.

Capitulação de Short-Term Holders

Os números on-chain revelam capitulação intensa de holders de curto prazo (STH). Mais de 40.000 BTC foram enviados a exchanges em prejuízo nas últimas 24 horas, com pico de 54.000 BTC (cerca de US$ 4 bilhões) no dia anterior, segundo CryptoQuant. Wallets com 10 a 10.000 BTC, detentoras de dois terços do suprimento, venderam 50.181 BTC em duas semanas, per Santiment.

Essa venda em perda por STH tipicamente sinaliza esgotamento de pressão vendedora. Historicamente, tais eventos de capitulação precedem formações de fundo, removendo participantes fracos do mercado. Reservas da Binance permanecem estáveis em 659.000 BTC, com fluxos líquidos normais, sem indícios de pânico sistêmico.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Tecnicamente, o rompimento das mínimas de abril 2025 eleva risco de correção mais profunda. Benjamin Cowen, da Into The Cryptoverse, observa que sweeps de mínimas anteriores frequentemente precedem altas de alívio de contra-tendência, embora falha em rebote rápido possa prolongar o viés de baixa. Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 72.000 e resistência em US$ 76.800 (máxima recente).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 398.990 às 07:38 de hoje, com variação de -2,99% em 24 horas e volume de 504 BTC. Essa equivalência em reais destaca impacto local da volatilidade global.

Implicações para o Mercado

Liquidações massivas e capitulação on-chain sugerem limpeza de posições alavancadas, potencialmente pavimentando rally de curto prazo. No entanto, os dados indicam persistência do bear market, com queda de 25% em três semanas e 40% do pico histórico. Investidores devem observar fluxos on-chain, volumes de exchange e indicadores macro, como decisões do Fed, para próximas movimentações. Ausência de estresse em grandes plataformas reforça resiliência estrutural.


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Prisma hexagonal Ethereum com base '2K' erodindo e partículas caindo para poços vermelhos, alertando risco de suporte em US$ 2.000

Ethereum no Limite: Hodlers Recuam 90% e US$ 2.000 em Risco

Suporte no Limite: O Ether vai segurar os US$ 2.000 ou o abismo é maior? Dados on-chain da Glassnode revelam queda de 90% na métrica de acumulação de hodlers, de +338.708 ETH para +40.953 ETH em 30 dias. O NUPL está em 0,007, longe da capitulação (-0,22 em abril de 2025). ETH cotado a US$ 2.253 (R$ 11.794) testa zona crítica após mínima de US$ 2.156, com risco de US$ 1.500 se perder suporte, conforme análise recente.


Queda de 90% na Convictção dos Hodlers

Os dados mostram enfraquecimento claro entre investidores de longo prazo. O indicador Hodler Net Position Change, que mede acumulação líquida em 30 dias, atingiu pico de +338.708 ETH em 18 de janeiro. Em 2 de fevereiro, recuou para +40.953 ETH, queda de 90%. Isso indica ausência de compras agressivas nas mínimas recentes próximo a US$ 2.160.

Fundos de mercado tipicamente surgem com persistência de acumulação por hodlers, mesmo em baixa. Aqui, o oposto ocorre: redução drástica sugere que o preço ainda não encontrou suporte consistente. A cunha descendente no gráfico diário preserva estrutura altista, mas a convicção enfraquecida eleva vulnerabilidade a rompimentos.

NUPL e Fluxos de Exchange Sinalizam Pressão

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) caiu de 0,25 para 0,007 em fevereiro, reset parcial de lucros não realizado. Distante da capitulação histórica de -0,22 (abril de 2025, quando ETH saiu de US$ 1.472 para US$ 4.829, +228%), isso aponta espaço para mais downside antes de um fundo genuíno.

Transferências para exchanges subiram 50% no repique de 1-2 de fevereiro, de 24 mil para 37 mil diárias. Ralis recentes são vendidos, com taker-sell dominante no CVD da CryptoQuant. MACD negativo (-81 a -172) reforça momentum de baixa. Retiros de exchanges elevados (ratios 1.74x a 3.58x) mostram liquidez fina.

Níveis Críticos de Suporte e Resistência

Suporte imediato em US$ 2.250-US$ 2.160, piso da cunha descendente. Perda abre US$ 1.540 (Fibonacci extensão), alinhado a mínimas de 2025. Resistência em US$ 2.690 (Fib 50%, rompimento anterior); acima, US$ 2.843. Abaixo de US$ 2.843, ralis são corretivos.

ETH oscila em US$ 2.000-US$ 2.200 como gatilho direcional. Crypto trader Ted Pillows alerta: break reabre mínimas de abril de 2025. TradingView confirma referências em US$ 2.229 baixo e US$ 4.830 alto.

Contexto Atual e Monitoramento

Hoje (4/02/2026), ETH em US$ 2.253 (+0,89% 24h), após mínima US$ 2.224. Em reais, R$ 11.794 (dólar R$ 5,24). Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 398.388 (-3,41% 24h), reflete risco off em majors.

Os números sugerem cautela: monitorar CVD turn, MACD cruzamento e volume de hodlers. Proteção de capital pode envolver stops abaixo US$ 2.160, mas sem recomendação direcional. Níveis técnicos guiam decisões baseadas em dados.


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Personagens cartoon de robô AI e expert cripto em handshake energético, simbolizando convergência xAI com dados on-chain e DeFi

xAI de Musk abre vaga para expert em cripto para dados on-chain

A xAI de Elon Musk abriu vaga para um especialista em cripto para treinar seus modelos de IA, como o Grok, em análise de mercados digitais, dados on-chain e protocolos DeFi. A vaga remota, com remuneração entre US$ 45 e US$ 100 por hora, visa criar a melhor analista de cripto do mundo. Esse movimento sinaliza a integração profunda entre inteligência artificial e a economia blockchain, fortalecendo os fundamentos de adoção em longo prazo. Há 12 horas, o mercado reage com otimismo à convergência.


Detalhes da Vaga e Responsabilidades

A posição de “Finance Expert – Crypto” exige expertise em como traders profissionais analisam dados on-chain, avaliam tokenomics e gerenciam riscos em mercados voláteis e 24/7. O profissional gerará dados de alta qualidade em texto, voz e vídeo, incluindo anotações detalhadas, críticas de outputs de modelos e explicações de estratégias. Problemas como liquidez fragmentada e riscos de MEV (Maximal Extractable Value) serão foco, resolvendo desafios reais do ecossistema cripto.

Segundo o anúncio no Greenhouse, isso inclui sessões de vídeo estruturadas e raciocínio passo a passo. Sumit Gupta, CEO da CoinDCX, destacou no X: “O futuro não é cripto vs. IA, mas cripto + IA”. Plataformas como X já dominam discussões cripto, e Musk quer posicionar o Grok como líder em pesquisa do setor. Os fundamentos se fortalecem com essa aposta estratégica.

Fusão com SpaceX e Infraestrutura Espacial

Essa iniciativa surge após rumores de fusão entre xAI e SpaceX, elevando a valoração combinada para mais de US$ 1,25 trilhão — equiparável à capitalização do Bitcoin. SpaceX, com Starlink e Starshield, planeja data centers espaciais alimentados por energia solar constante, superando limites terrestres de energia e refrigeração. A expertise em cripto quantitativo integra análise on-chain, DeFi e trading de derivativos.

Para Musk, isso cria um ecossistema soberano: X fornece dados humanos em tempo real, Grok processa com IA treinada em blockchain, e SpaceX hospeda via satélites. Criptomoedas como Bitcoin se tornam ideais para transações borderless em órbita, onde bancos tradicionais não chegam. O mercado está construindo uma ponte entre espaço e finanças digitais.

Implicações para o Mercado Cripto

A convergência AI-cripto acelera a adoção institucional. Com IA treinada em dados reais de blockchain, análises de mercado ganham precisão inédita, identificando arbitragens cross-exchange e padrões DeFi. X prepara “smart cashtags” com preços em tempo real, contratos inteligentes e discussões relevantes, ampliando o alcance.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 397.803 (-4,24% em 24h), mas fluxos institucionais como esse indicam resiliência. Investidores devem monitorar como o Grok influenciará tesourarias corporativas e ETFs. Em ciclos passados, adoção de grandes players catalisou altas sustentáveis — os fundamentos cripto se robustecem.


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Silhuetas de baleias cyberpunk liberando cristais ETH em queda com núcleo vermelho de lucro short, ilustrando movimentos on-chain bearish

Baleias Operam ETH: Lucro de US$ 15,5 Milhões em Short e Vendas no Butão

Os dados on-chain revelam movimentos significativos de grandes posições vendidas em ETH e vendas pelo fundo soberano de Butão. O trader conhecido como ‘ZEC máximo’ reduziu 80% de sua posição vendida, registrando lucro semanal de US$ 15,5 milhões. Paralelamente, o endereço ligado à Druk Holdings vendeu 26.535 ETH em 24 horas para gerir risco em posição alavancada. Esses fluxos indicam cautela entre grandes participantes em meio à queda recente do ETH, cotado a cerca de R$ 12.132 (-5,11% em 24h).


Detalhes da Operação do Trader ‘ZEC Máximo’

O endereço monitorado como ‘ZEC máximo’, famoso por posições short massivas em ZEC, realizou stop-profit em cerca de 80% de sua posição vendida em ETH entre 1 e 2 de fevereiro. Inicialmente avaliada em US$ 57 milhões, a posição foi reduzida para US$ 9,5 milhões, com lucro flutuante restante de US$ 4,2 milhões — equivalente a 662% sobre o preço médio de entrada de US$ 3.235.

Essa redução gradual acumulou US$ 15,5 milhões em lucros semanais para o endereço. Anteriormente, o trader enfrentou perdas flutuantes de US$ 21 milhões em ZEC antes de reverter para ganhos. Os dados sugerem uso de alavancagem de até 15x em plataformas como HyperLiquid, com preço de liquidação bem abaixo do mercado atual, demonstrando gerenciamento de risco disciplinado.

A estratégia envolve rotação entre ativos voláteis como ETH e ZEC, com entradas fracionadas e stops de lucro sistemáticos, típicos de fundos de hedge on-chain.

Gestão de Risco pelo Fundo Soberano de Butão

O endereço associado ao fundo Druk Holdings, soberano de Butão, vendeu 26.535 ETH nas últimas 24 horas. Essa ação ocorre após pico de posição alavancada em 20 de janeiro, com cerca de 117.000 ETH (US$ 459 milhões). Atualmente, detém 51.710 stETH como colateral em Aave, com empréstimo de US$ 79,75 milhões em USDT e health factor de 1,17 — nível crítico próximo ao risco de liquidação.

A redução visa elevar a saúde da posição, comum em cenários de volatilidade. O fundo utilizou stETH para loops de alavancagem, apostando em alta de ETH, mas pressões recentes forçaram desmonte parcial. Dados indicam persistência em visão de longo prazo, preservando posição substancial apesar do risco elevado.

Contexto Técnico e Fluxos de Mercado

Esses movimentos coincidem com ETH testando suportes abaixo de US$ 2.300, após recuo de máximas recentes. O volume de shorts lucrativos reflete viés de baixa no curto prazo, com funding rates negativos em perpetuais sinalizando dominância de vendedores. Grandes carteiras como essas respondem a métricas como RSI abaixo de 30 e desvios da média móvel de 50 dias.

Para Butão, o health factor de 1,17 destaca vulnerabilidades de alavancagem institucional em DeFi. Monitorar liquidações em Aave e inflows em exchanges pode indicar direção. Volumes de ETH em 24h mostram saída líquida de baleias, alinhada a queda de 5,11%.

Níveis a Observar no ETH

Os dados on-chain sugerem foco em suporte de US$ 2.200 e resistência em US$ 2.500. Volatilidade implícita elevada e open interest em declínio pós-lucros de shorts apontam para consolidação. Traders devem rastrear endereços de baleias via ferramentas como Coinbob para antecipar fluxos. Posições remanescentes no trader indicam potencial para mais stops se ETH romper médias móveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado Bitcoin descendo em vácuo negro de liquidez rumo à plataforma de suporte 73K, ilustrando teste crítico de preço e liquidações

Bitcoin Enfrenta Vácuo de Liquidez: Suporte em US$ 73 mil em Teste

O Bitcoin registrou queda abaixo dos US$ 80 mil após liquidações de US$ 1,3 bilhão em 12 horas, expondo um vácuo de liquidez entre US$ 73 mil e US$ 80 mil. Métricas on-chain da CryptoQuant confirmam baixa densidade de ordens de compra, UTXOs e custo médio de investidores de ETFs nessa faixa. Contraponto positivo: detentores de longo prazo (LTH) acumularam 186 mil BTC recentemente. Apostas em opções no Deribit equiparam puts de US$ 75 mil a calls de US$ 100 mil, refletindo cautela do mercado em 1º de fevereiro de 2026.


Vácuo de Liquidez Confirmado por Três Métricas

Os dados mostram um espaço vazio de liquidez no order book spot da Binance entre US$ 73.000 e US$ 80.000, formado entre outubro e novembro de 2025. Apesar da alta para US$ 100 mil no fim de 2025, essa zona permaneceu intocada, atuando como ímã em cenários de volatilidade elevada.

O histograma de preços de UTXOs reforça a tese: transações nessa faixa foram mínimas, indicando ausência de base de custo consolidada. Ademais, o custo médio de investidores de spot ETFs está em torno de US$ 79.000. Esses elementos sugerem que o preço pode gravitar para US$ 73.000, nível não revisitado desde abril de 2025, equivalendo a uma desvalorização de cerca de 40% do pico recente.

Análises baseadas em CryptoQuant QuickTake destacam que tais vácuos frequentemente atraem preço em correções, embora a reação dependa de volume e sentimento.

Detentores de Longo Prazo Aceleram Acúmulo

Em meio à dinâmica de baixa, os LTH acumularam aproximadamente 186.000 BTC em média mensal, conforme métrica LTH Supply Change (Coinbase fix). Essa transição reduz a oferta de short-term holders, sinal histórico de convicção em fases de acumulação ou fim de correções.

No entanto, a demanda spot permanece fraca, com risco de capitulação adicional. O padrão ecoa abril de 2025, durante retração similar. Dados da CryptoQuant indicam que LTH absorvem supply, potencialmente limitando downside, mas sem recuperação de demanda, o suporte pode ser testado.

Traders monitoram se esse acúmulo sustenta níveis chave ou se pressão vendedora prevalece.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil Amplifica Riscos

A perda do suporte em US$ 80.000, custo médio dos ETFs e True Market Mean, eleva preocupações, conforme análise de Burak Kesmeci. Retestes prévios em outubro de 2025 reforçaram o nível, mas rompimento abre caminho para US$ 72.000, US$ 68.000 e US$ 62.000, clusters de volume profile.

Para reversão, rebound para US$ 90.000, SMA111 em US$ 95.000 e US$ 100.000. No Deribit, open interest de puts US$ 75.000 atinge US$ 1,159 bilhão, paridade com calls US$ 100.000, invertendo otimismo pós-eleição Trump.

Put activity supera calls em strikes inferiores, sinalizando hedge contra declínio adicional.

Níveis a Observar e Cotação em Reais

Os dados apontam US$ 73.000-80.000 como zona crítica, com LTH oferecendo contrapeso. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 405.094 às 18:53 de 1º de fevereiro, com variação de -1,9% em 24h e volume de 344 BTC.

Investidores atentam a fechamentos semanais abaixo de US$ 80.000 para confirmar bearish, ou rebound acima de US$ 90.000 para bullish. Métricas de liquidez, on-chain e opções fornecem base factual para decisões autônomas.


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Pilar dourado de Bitcoin rachando no suporte 80K e despencando para abismo com partículas vermelhas, simbolizando quebra de preço e liquidações bilionárias

Bitcoin Rompe Suporte de US$ 80k e Despenca para US$ 75,5k

O Bitcoin rompeu o suporte crítico de US$ 80.600, atingindo uma mínima de US$ 75.555 em 31 de janeiro, o menor nível desde abril de 2025, conforme dados de mercado. A queda, impulsionada por tensões geopolíticas no Irã e fortalecimento do dólar, gerou liquidações de US$ 1,14 bilhão em uma hora. Os dados da Glassnode indicam que o rompimento abre caminho para o True Market Mean em torno de US$ 80.000, enquanto holders de longo prazo aceleram vendas.


Rompimento Técnico e Mínimas Anuais

Os dados mostram que o Bitcoin consolidava acima do suporte estrutural de US$ 83.400, calculado pelo modelo de custo base dos short-term holders (STH). A perda desse nível, confirmada pelo breakdown analisado pela Glassnode, acelerou a venda, levando a uma mínima intradiária de US$ 75.555. Essa é a cotação mais baixa desde 11 de abril de 2025, representando uma queda de cerca de 9% nas últimas 24 horas.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 413.442, com variação de -7,02% em 24 horas e volume de 506 BTC. O rompimento do suporte psicológico de US$ 80.000 confirma viés de baixa no timeframe semanal, com o preço testando mínimas de 2025 pela primeira vez em meses.

Análise On-Chain da Glassnode

A Glassnode destaca que a oferta de STH em perda permaneceu em 19,5% acima desse suporte, abaixo do limiar de capitulação de 55%, indicando alguma resiliência inicial. No entanto, o ritmo acelerado de vendas por long-term holders (LTH), o mais rápido desde agosto de 2025, sugere pressão contínua. O True Market Mean, calculado como média ponderada pelo volume de holders de longo prazo, posiciona-se em US$ 80.700, um nível agora acessível após o breakdown.

Taxas de funding em derivativos permanecem neutras, refletindo apetite especulativo cauteloso. No mercado de opções, gamma negativa abaixo de US$ 90.000 eleva o risco de volatilidade. Esses indicadores on-chain apontam para um mercado frágil, onde liquidez será o fator decisivo para estabilização ou aprofundamento da correção.

Liquidações e Contexto Geopolítico

A volatilidade provocada por explosões no Irã desencadeou um flash crash, reduzindo temporariamente a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 1,5 trilhão e o total cripto para US$ 2,6 trilhões. Liquidações totalizaram US$ 2,54 bilhões em 24 horas, com US$ 1,14 bilhão em uma única hora, ampliando o pânico.

Fatores macro, como a nomeação de Kevin Warsh para a cadeira do Fed por Trump — vista como hawkish —, impulsionaram o dólar e desfizeram o rali de metais preciosos, pressionando ativos de risco. O CoinDesk 20 Index caiu 12,4% na semana, alinhando-se à perda de 9,2% do Bitcoin.

Sentimento e Níveis Críticos a Monitorar

O Crypto Fear & Greed Index atingiu “extreme fear”, nível historicamente associado a reversões, conforme Santiment. Comentários bearish em redes sociais atingiram extremos, atuando como indicador contrarian. No entanto, os dados priorizam níveis técnicos: suportes em US$ 75.000 (próxima mínima de 2025) e US$ 80.700 (True Mean); resistências em US$ 83.400 e média móvel de 50 períodos (~US$ 81.800).

Traders devem observar volume e oferta em perda dos STH para sinais de exaustão vendedora. A utilidade reside em monitorar esses patamares para decisões baseadas em dados, sem viés direcional.


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Baleia cartoon dourada engolindo BTC caindo em oceano tempestuoso enquanto peixes retail fogem em pânico, simbolizando acumulação de baleias na queda do Bitcoin

Baleias Acumulam Bitcoin na Queda: Varejo Sai em Massa

Os dados mostram uma clara divergência entre varejo e baleias no mercado de Bitcoin: enquanto holders com menos de 10 BTC distribuem posições em meio à queda abaixo de US$ 80 mil, carteiras com 10 mil BTC ou mais mantêm acumulação neutra a positiva. Sardinha vende no medo e baleias compram o mergulho, transferindo riqueza em tempo real. O BTC negocia a US$ 77.661 (-7,8% em 24h).


Dados Glassnode: Baleias em Acumulação

O Accumulation Trend Score da Glassnode, calculado com base em saldos e aquisições nos últimos 15 dias, revela que apenas o coorte de baleias com 10.000 BTC ou mais apresenta tendência de acumulação leve (score próximo a 1). Todos os outros grupos, especialmente varejo com menos de 10 BTC, estão em distribuição persistente há mais de um mês.

Desde novembro, quando o BTC caiu para US$ 80 mil, as mega-baleias mantêm equilíbrio neutro-positivo. Paralelamente, o número de entidades com pelo menos 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303, indicando que grandes players absorvem a oferta durante a correção. Esses dados on-chain sugerem que o selloff não altera a estratégia de holders institucionais.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil e Novos Endereços

Pela primeira vez desde abril de 2025, o Bitcoin negociou abaixo de US$ 80 mil, atingindo US$ 78 mil. Apesar da volatilidade, a rede registrou 335.772 novos endereços em 24 horas — o maior volume diário em dois meses, desde novembro de 2025.

Esse influxo ocorreu na faixa dos US$ 81 mil, sinalizando entrada oportunista de novos acumuladores. A métrica reforça demanda relativa mais forte, com BTC caindo 5,6% contra 10% do ouro no mesmo período (quinta a sexta-feira). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 410.138 (-7,74% em 24h, volume de 501 BTC).

Níveis Técnicos a Observar

O BTC perdeu a estrutura de cunha ascendente, com risco de recuo adicional de 12,6% para US$ 75.850. Suporte imediato em US$ 78.763; perda abre caminho para US$ 75.895. Resistência em US$ 82.503 (suporte perdido) e US$ 87.210.

Reconquista de US$ 87 mil indicaria força compradora renovada. Métricas on-chain em melhora, como novos endereços e acumulação de baleias, contrastam com pressão vendedora de varejo. Investidores monitoram esses níveis para posicionamento, em um mercado com variação diária de US$ 75.773-84.266 (baixa-alta 24h).

Implicações para o Mercado

A transferência de BTC de mãos pequenas para grandes holders é um padrão recorrente em correções. Com ouro a R$ 25.709 (-8,9%), o BTC demonstra resiliência relativa. Traders atentos aos dados Glassnode veem oportunidade em observar fluxos on-chain para medir capitulação varejista versus convicção de baleias.


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