Executivos cartoon tech e institucional apertando mãos sob selo de aprovação regulatória, simbolizando retorno da Nexo aos EUA via parceria Bakkt

Nexo Retorna aos EUA: Redenção Regulatória via Parceria com Bakkt

A plataforma de empréstimos cripto Nexo anunciou seu retorno ao mercado americano após três anos de ausência, impulsionado por uma parceria estratégica com a Bakkt. O relançamento, ocorrido em 16 de fevereiro de 2026, ocorre três anos após o pagamento de uma multa de US$ 45 milhões à SEC por seu produto Earn Interest. Essa movimentação sinaliza uma possível evolução no ambiente regulatório dos EUA, favorecendo empresas que priorizam conformidade. Para investidores globais, incluindo brasileiros, representa acesso ampliado a produtos de rendimento e crédito lastreados em cripto.


Contexto da Saída e Lições Regulatórias

Em 2023, autoridades americanas, lideradas pela SEC, questionaram o produto Earn Interest da Nexo, classificando-o como security não registrado. A plataforma optou por um acordo de US$ 45 milhões sem admissão de culpa e suspendeu operações nos EUA, redirecionando foco para jurisdições mais amigáveis como Europa e Ásia. Essa decisão reflete o rigor regulatório imposto pelo governo de Washington, que buscava proteger investidores de riscos em plataformas de empréstimo descentralizadas.

No cenário global, essa saída contrastou com avanços em outras regiões. Na União Europeia, o MiCA estabeleceu frameworks claros para stablecoins e lending, enquanto na América Latina, países como El Salvador adotaram Bitcoin como moeda legal. A experiência da Nexo ilustra como decisões em um mercado dominante como os EUA reverberam mundialmente, forçando adaptações em estratégias internacionais.

A Parceria com Bakkt e Novo Modelo Compliant

O relançamento utiliza a infraestrutura de trading regulada da Bakkt, uma empresa listada em bolsa especializada em compliance institucional. Os produtos incluem yields flexíveis e fixos, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e rampas fiat on/off. Essa aliança garante adesão a padrões americanos, mitigando riscos passados. Segundo dados on-chain da CryptoQuant, a Nexo emitiu cerca de US$ 863 milhões em empréstimos no último ano, com 30% quitados durante quedas de mercado, indicando deleveraging gerenciado.

Para o ecossistema cripto global, essa parceria reforça a tendência de colaboração entre plataformas offshore e entidades reguladas nos EUA. Bakkt, com sua ênfase em custódia segura, atua como ponte para o varejo americano, similar a como a Coinbase Ventures investe em compliance para expansão.

Implicações Geopolíticas e para Investidores Brasileiros

O retorno da Nexo coincide com mudanças no clima regulatório americano pós-eleições de 2024, onde propostas pró-cripto ganharam tração no Congresso. Leis como o CLARITY Act visam definir clareza para ativos digitais, potencialmente abrindo portas para mais players globais. Internacionalmente, isso contrasta com restrições na China e avanços na UE, posicionando os EUA como hub competitivo.

Para brasileiros, habituados a exchanges locais como Mercado Bitcoin, o relançamento oferece diversificação. Com o real volátil frente ao dólar, produtos de yield em dólar via Nexo podem servir como hedge, desde que observadas regras do BC sobre remessas. Investidores devem monitorar aprovações estatais e impactos em concorrentes como BlockFi.

Próximos Passos no Cenário Regulatório Global

Embora otimista, o movimento exige vigilância. Reguladores estaduais e federais continuarão escrutinando lending, especialmente após colapsos como o da Celsius. A Nexo posiciona-se como exemplo de redenção regulatória, mas o sucesso dependerá de adesão contínua. Globalmente, sugere que mercados maduros recompensam compliance, influenciando estratégias em emergentes como Brasil e Índia.


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Personagens cartoon de Grayscale e Bitwise disputando prisma Aave luminoso, simbolizando competição por ETF e avanço DeFi institucional

Grayscale e Bitwise Disputam ETF de Aave: DeFi Ganha Força

A Grayscale avançou em sua estratégia de altcoins ao protocolar a conversão de seu Aave Trust em um ETF spot na NYSE Arca, com ticker GAVE, custódia da Coinbase e taxa de 2,5%. Bitwise também entra na disputa com proposta similar, enquanto a Nexo retorna aos EUA após três anos via parceria com a Bakkt, oferecendo yield, crédito e exchange regulados. Esses movimentos reforçam a institucionalização do DeFi.


Corrida pelo ETF de Aave: Grayscale vs Bitwise

O mercado está construindo uma ponte sólida entre finanças tradicionais e DeFi. A Grayscale, pioneira em produtos cripto, protocolou o Form S-1 para transformar seu Aave Trust em ETF spot, detendo diretamente tokens AAVE. Com custódia pela Coinbase e listagem na NYSE Arca sob GAVE, o produto mira exposição regulada ao maior protocolo de lending descentralizado, com mais de US$ 27 bilhões em TVL segundo DeFiLlama.

A Bitwise não ficou para trás: em dezembro, submeteu proposta com até 60% em tokens diretos e 40% em securities. Essa competição entre gigantes sinaliza confiança crescente em ativos DeFi, mesmo com AAVE negociado a cerca de US$ 126, 80% abaixo do pico de 2021. Fundamentos como staking e governança fortalecem a tese de longo prazo, similar aos ETFs de Bitcoin que pavimentaram a adoção institucional.

Aave: Protocolo Líder no DeFi Institucional

O Aave se destaca com TVL robusto em múltiplas chains, utility em staking e mecanismos que reduzem supply. Analistas veem o ETF como catalisador para visibilidade institucional, especialmente com visões como a do fundador Stani Kulechov sobre tokenização de US$ 50 trilhões em ativos como energia solar. O preço orbita US$ 124-129, com suporte no EMA-20 (~US$ 123,81) e resistência em US$ 129,34. Um rompimento pode levar a US$ 135-145.

Esses filings seguem precedentes europeus de 21Shares e Global X, mostrando apetite global. Para o ecossistema, é um passo rumo a yield on-chain acessível a fundos de pensão e family offices, diversificando além de Bitcoin e Ethereum.

Retorno da Nexo: Yield Regulamentado nos EUA

A Nexo, com US$ 11 bilhões em AUM, reentra nos EUA após saída em 2022 por atritos regulatórios. Parceria com Bakkt habilita yield fixo/flexível, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e ramps fiat via ACH/wire. Isso ocorre em meio a expansão global, com US$ 371 bilhões processados e aquisições como Buenbit.

O timing é perfeito: políticas pró-cripto sob Trump facilitam compliance. Investidores agora acessam rendimentos on-chain sem barreiras geográficas, provando que o DeFi não é mais nicho — é infraestrutura financeira em ascensão.

Implicações para Adoção e Investidores Brasileiros

Esses eventos confirmam: o capital institucional migra para yield DeFi regulamentado. ETFs de Aave democratizam acesso, enquanto Nexo traz serviços maduros aos EUA. No Brasil, com crescente interesse em altcoins, monitorar aprovações SEC é chave. Os fundamentos se fortalecem, e ciclos passados mostram que adoção precede valorização sustentada. Vale acompanhar fluxos e TVL para posicionamento estratégico.


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Regulador cartoon batendo martelo de multa em plataforma de empréstimos cripto, com '500K' voando, ilustrando sanção da Califórnia à Nexo

Califórnia Multa Nexo em US$ 500 mil por Empréstimos Sem Licença

A plataforma de criptomoedas Nexo foi multada em US$ 500 mil pelo Departamento de Proteção Financeira e Inovação da Califórnia (DFPI) por conceder empréstimos garantidos em cripto sem licença a 5.456 residentes do estado. A ação, anunciada nesta semana, destaca o cerco regulatório contínuo às empresas do setor e serve de alerta para investidores que buscam serviços de lending em plataformas não reguladas adequadamente.


Detalhes da Investigação e Multa

O DFPI investigou operações da Nexo Capital Inc., entidade sediada nas Ilhas Cayman, entre julho de 2018 e novembro de 2022. Durante esse período, a plataforma ofereceu empréstimos sem avaliar a capacidade de pagamento dos mutuários, suas dívidas existentes ou histórico de crédito, violando exigências estaduais para credores. A comissária KC Mohseni enfatizou que credores devem seguir a lei, mesmo em empréstimos garantidos por criptomoedas, para evitar riscos aos consumidores.

Como parte do acordo, a Nexo deve transferir todos os fundos de residentes californianos para uma afiliada licenciada nos EUA em até 150 dias. Essa medida visa proteger os ativos dos usuários afetados, mas levanta preocupações sobre a estabilidade e conformidade das operações passadas da empresa.

Histórico de Problemas Regulatórios da Nexo

Essa não é a primeira sanção contra a Nexo nos EUA. Em 2023, o DFPI co-liderou uma força-tarefa multiestadual que resultou em um acordo de US$ 22,5 milhões pelo produto Earn Interest, oferecido sem registro. No mesmo ano, a SEC impôs outra multa de igual valor por falha no registro de empréstimos em cripto, totalizando US$ 45 milhões em penalidades naquele período.

Após essas ações, a Nexo se retirou do mercado americano em 2022, encerrando produtos tradicionais de empréstimo para clientes nos EUA. A empresa ainda não retomou serviços por lá, focando em conformidade, mas o novo caso expõe deficiências sistêmicas, como alertou Kadan Stadelmann, da Komodo Platform, sobre a falta de verificações básicas de crédito.

Implicações para Investidores e Lições Práticas

Para investidores brasileiros interessados em lending cripto, esse episódio reforça a importância de escolher plataformas com licenças claras e supervisão regulatória. Sem avaliações adequadas de risco, empréstimos podem levar a perdas significativas em cenários de volatilidade, similar a crises financeiras tradicionais. A regulação californiana, conhecida por sua rigidez, prioriza supercolateralização e proteções ao tomador, evitando repetições de eventos como a crise de 2008 no setor cripto.

Acordos sem admissão de culpa, comuns nesses casos, podem mascarar problemas profundos, expondo usuários a riscos futuros como novas multas ou interrupções de serviço. Monitore sempre o status regulatório das plataformas e priorize aquelas com histórico de compliance sólido.

Resposta da Nexo e Perspectivas Futuras

A Nexo classificou a multa como referente a "questões históricas", afirmando que não reflete suas operações atuais ou padrões de governança. A empresa mantém diálogo com reguladores e busca retomar atividades nos EUA de forma compliant. No entanto, analistas questionam a dependência de tais acordos e alertam para potenciais escrutínios adicionais.

Enquanto a Nexo trabalha na transferência de fundos, investidores afetados devem verificar seus saldos e considerar migrações seguras. Esse caso ilustra que o cerco regulatório global continua forte, demandando cautela redobrada de todos no ecossistema cripto.


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Pinguim cartoon Pudgy e carro F1 antropomorfizado no pódio de vitória com bola de futebol, celebrando parcerias cripto-NFTs com F1 e Manchester City

Cripto no Pódio: Nexo na F1 e Pudgy Penguins no Manchester City

Gigantes do esporte de elite estão abraçando o universo cripto. A plataforma Nexo anunciou um patrocínio de quatro anos com a equipe Audi Revolut na Fórmula 1, enquanto os Pudgy Penguins firmaram parceria com o Manchester City para uma coleção premium de NFTs e merchandising. Essas alianças reforçam a tese de adoção mainstream, trazendo credibilidade institucional a ativos digitais por meio de marcas globais de prestígio.


Nexo Acelera na Fórmula 1 com Audi Revolut

A Nexo, plataforma líder em empréstimos e ganhos com criptomoedas, entra no circuito da Fórmula 1 como patrocinadora oficial da equipe Audi Revolut. O acordo, válido por quatro anos, marca uma expansão estratégica da exchange europeia para o mundo do automobilismo de alta velocidade. Essa parceria não é apenas visibilidade: representa a integração de serviços financeiros blockchain em um esporte que atrai milhões de fãs globais, ávidos por inovação.

Com a Audi entrando na F1 em 2026, a equipe Audi Revolut busca parceiros alinhados com tecnologia de ponta. A Nexo, conhecida por sua robustez regulatória e produtos como o Nexo Card, posiciona-se perfeitamente. Essa união sinaliza confiança crescente de instituições tradicionais no ecossistema cripto, especialmente em um momento de recuperação pós-halving do Bitcoin. Analistas veem isso como um catalisador para maior aceitação de criptoativos entre o público premium do esporte motor.

A visibilidade global da F1, com corridas em circuitos icônicos como Monza e Silverstone, amplificará a marca Nexo, atraindo novos usuários para suas soluções de staking e empréstimos garantidos por cripto. É um passo bullish rumo à normalização financeira descentralizada.

Pudgy Penguins Conquista o Futebol com Manchester City

Os adoráveis pinguins da Web3, Pudgy Penguins, anunciaram uma colaboração exclusiva com o Manchester City, um dos clubes mais valiosos do mundo. A parceria inclui uma coleção limitada de NFTs premium e produtos oficiais, com lançamento previsto para 17 de janeiro de 2026. Diferente de hype especulativo, o foco é na expansão cultural da marca PENGU para milhões de torcedores Citizens ao redor do globo.

Essa iniciativa destaca a maturidade dos projetos NFT: em vez de pumps de preço de curto prazo, prioriza colecionáveis de alta qualidade e merchandising físico. O Manchester City, com sua base de fãs engajada e histórico de inovações em engajamento digital, oferece o palco perfeito. A Pudgy Penguins visa transformar seu IP em uma franquia global, acessível a fãs de futebol que ainda não mergulharam no blockchain.

Apesar da estabilidade no preço do token PENGU (negociado em torno de US$ 0,012), o sentimento comunitário permanece otimista, com influenciadores destacando o potencial de 60% de alta em 2026. Parcerias como essa pavimentam o caminho para NFTs como ativos culturais, não apenas especulativos.

Por Que Essas Parcerias Impulsionam a Adoção Cripto

Marcas como Audi F1 e Manchester City não apostam em parcerias aleatórias. Sua escolha pela Nexo e Pudgy Penguins reflete due diligence rigorosa, validando a credibilidade do setor cripto. O esporte de elite exige parceiros estáveis e inovadores, e blockchain atende perfeitamente com transparência e eficiência.

Essas alianças mainstream democratizam o acesso a cripto: fãs da F1 veem logos de exchanges em carros velozes, enquanto torcedores do City colecionam NFTs exclusivos. Isso constrói confiança orgânica, atraindo capital institucional e varejistas. Em um mercado projetado para novos ATHs em 2026, tais movimentos reforçam a narrativa bullish de adoção irreversível.

Para investidores brasileiros, monitore como essas tendências globais impactam exchanges locais e tokens relacionados. A credibilidade ganha no pódio e nos gramados é o combustível para o próximo ciclo de crescimento.


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Holder cartoon recebendo pilha de cash com selo 0% de juros enquanto segura BTC e ETH intactas, ilustrando lançamento de empréstimos da Nexo

Nexo Lança Empréstimos a 0% de Juros para BTC e ETH

A Nexo anunciou o lançamento do Zero-interest Credit, um produto que permite a holders de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) obterem empréstimos com 0% de juros e sem taxas. Ideal para quem quer liquidez sem vender ativos, o serviço usa os criptoativos como colateral em termos fixos, eliminando risco de liquidação prematura. Disponível em jurisdições permitidas, expande opções de CeFi para maximizar stacks sem custos extras. Anúncio feito em 8 de janeiro de 2026.


O Que é o Zero-Interest Credit da Nexo

O Zero-interest Credit (ZiC) é uma linha de crédito expandida da Nexo, focada em empréstimos fixos para detentores de BTC e ETH. Anteriormente restrito a canais privados e OTC — onde gerou mais de US$ 140 milhões em empréstimos em 2025 —, agora acessível a usuários comuns. A plataforma, fundada em 2018 e atuante em 150 jurisdições, reentrou nos EUA em abril de 2025 após acordo com a SEC.

Trata-se de uma solução CeFi híbrida, combinando simplicidade centralizada com proteção contra volatilidade. Holders escolhem o valor e duração do empréstimo antecipadamente, com condições de repagamento definidas no início, permitindo planejamento preciso sem surpresas.

Como Funciona Tecnicamente

No processo, o usuário deposita BTC ou ETH como colateral e recebe liquidez em stablecoins ou outros ativos. Os termos fixos garantem sem liquidação antes do vencimento, diferentemente de empréstimos variáveis comuns em plataformas como Aave ou Compound. Ao fim do período, repague com stablecoins ou devolva o colateral, dependendo das condições de mercado. Há opção de renovação com novos termos.

A CPO da Nexo, Elitsa Taskova, destacou: “Oferece liquidez custo-eficiente, clara e livre de incertezas de liquidação”. Isso é possível graças à estrutura overcollateralized, onde o colateral excede o valor emprestado, mitigando riscos para a plataforma. Para brasileiros, verifique conformidade regulatória local antes de usar.

Benefícios Práticos para Holders Brasileiros

Imagine manter seu BTC rendendo yields em staking ou savings da Nexo (até 8-12% APY em alguns produtos), enquanto usa como colateral para empréstimos 0% APR. Sem vender, você acessa capital para despesas, investimentos ou trading sem tributação imediata sobre ganhos de capital — comum no Brasil com IR sobre vendas de cripto.

No contexto de recuperação do lending cripto em 2025, com TVL DeFi crescendo de US$ 48 bilhões para pico de US$ 92 bilhões, produtos como esse democratizam acesso a liquidez. Holders evitam sell-offs forçados em bear markets, maximizando HODL estratégias.

Riscos, Limites e Considerações

Apesar dos atrativos, há limites: valores e durações dependem do colateral disponível e elegibilidade por jurisdição — nem todos os países suportam crypto-backed lending. Riscos incluem volatilidade: se o colateral cair muito até o vencimento, repagamento em stablecoins pode ser oneroso. Não há fees iniciais, mas spreads implícitos ou custos de stablecoins aplicam-se.

Monitore LTV (loan-to-value) implícito e regulamentos da CVM/BC no Brasil. Plataformas CeFi como Nexo tiveram lições pós-FTX/Celsius, adotando modelos conservadores. Sempre DYOR: teste com valores pequenos e diversifique colaterais.


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