Tornado Cash "lavou" bilhões em 2025: você usa mixers de privacidade? Segundo dados da Bitrace, o protocolo registrou influxos de 693.412 ETH, equivalentes a cerca de US$ 2,5 bilhões, com saldo líquido de US$ 1,4 bilhão. Apesar das sanções do Tesouro americano em 2022, o mixer continua ativo, atraindo tanto usuários legítimos quanto atividades ilícitas ligadas a DAOs hackeadas e fraudes. Isso expõe usuários a riscos legais graves em um mercado sob escrutínio regulatório.
Volumes Recordes Revelados pela Bitrace
Os números impressionam: em 2025, o endereço de negócios do Tornado Cash acumulou 693.412 ETH em entradas, totalizando aproximadamente US$ 2,5 bilhões em valor de mercado. O saldo líquido atingiu US$ 1,4 bilhão, predominantemente em Ethereum, conforme reportado pela Bitrace. Esses fluxos demonstram a resiliência do protocolo mesmo após anos de pressão regulatória.
O mecanismo do Tornado Cash, que quebra links entre depósitos e saques via depósitos em pools comuns, continua popular para quem busca anonimato on-chain. No entanto, essa privacidade absoluta atrai não só defensores da liberdade financeira, mas também criminosos que exploram o sistema para ofuscar origens de fundos ilícitos.
Sanções e Riscos Legais Persistentes
Desde 2022, o OFAC (escritório de controle de ativos estrangeiros dos EUA) incluiu o Tornado Cash em sua lista de sanções, acusando-o de facilitar lavagem de dinheiro em larga escala. Desenvolvedores foram processados, e interagir com o protocolo pode resultar em congelamento de ativos ou ações criminais para usuários americanos e entidades reguladas.
Em 2025, os volumes massivos indicam que as sanções não deteram o uso global. Países como EUA e UE monitoram ativamente transações ligadas a mixers, com exchanges obrigadas a reportar fluxos suspeitos. Usar Tornado Cash expõe carteiras a blacklists, dificultando saques em plataformas compliant.
Uso Ilícito e Conexões com DAOs Hackeadas
Investigações revelam que grande parte dos influxos provém de fontes duvidosas: hacks em DAOs, roubos de exchanges e fraudes DeFi. Protocolos como o Tornado foram pivô em casos notórios, onde atacantes depositam ETH roubado em pools para emergir "limpos". A Bitrace destaca essa concentração, ecoando relatórios sobre lavagem de fundos de exploits em DeFi.
Para o leitor brasileiro, o alerta é claro: enquanto mixers prometem privacidade, o risco de herdar fundos "sujos" de pools compartilhados é real. Autoridades globais, incluindo o MPF no Brasil, intensificam rastreamento via ferramentas como Chainalysis, punindo inadvertidamente usuários inocentes.
Proteja Sua Privacidade Sem Riscos Desnecessários
Diante desses volumes bilionários e histórico controverso, é essencial priorizar ferramentas de privacidade compliant. Alternativas como zk-proofs em protocolos regulados ou coinjoins em Lightning Network oferecem anonimato sem o estigma de sanções. Monitore sempre a origem dos fundos e evite mixers blacklisted.
O caso Tornado Cash serve de lição: privacidade é direito, mas ignorar riscos legais pode custar caro. Fique atento a atualizações regulatórias e opte por estratégias que preservem sua soberania financeira sem expor ao radar das autoridades.
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