Reservatório dourado de ETFs drenando fluxo vermelho controlado por silhuetas de baleias, simbolizando saídas recordes e pressão vendedora no Bitcoin

ETFs de Bitcoin Drenam US$ 4 Bilhões: Pior Início de Ano da História

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA acumularam saídas de quase US$ 4 bilhões em cinco semanas, marcando o pior início de ano da história da criptomoeda, com BTC caindo 22% em 2026. O barco está afundando? Dez baleias controlam 64% dos influxos para exchanges, segundo dados recentes, preparando um possível despejo em massa. A história mostra que esses sinais precedem correções prolongadas.


Saídas Recordes dos ETFs de Bitcoin

Nos últimos dias, os ETFs spot de Bitcoin registraram mais uma sessão de saídas, com US$ 165,7 milhões drenados na quarta-feira, elevando o total semanal para US$ 403,9 milhões. Em cinco semanas consecutivas de perdas, o montante acumulado ultrapassa US$ 3,9 bilhões, pressionando os ativos sob gestão (AUM) para US$ 84,3 bilhões — bem abaixo do pico de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025.

O iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, liderou as retiradas com US$ 368 milhões na semana, enquanto fundos como o Fidelity Wise Origin viram saídas diárias de US$ 50 milhões. Instituições como Brevan Howard reduziram exposição em até 85% no quarto trimestre. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 351.535 às 18:55 desta sexta, com variação positiva de 0,67% nas últimas 24 horas, mas o contexto macro permanece incerto.

A história de ciclos passados, como 2018 e 2022, sugere que fluxos negativos prolongados corroem o otimismo institucional, ignorado pelo mercado em meio à euforia residual de 2025.

Baleias Dominam Fluxos para Exchanges

A razão de baleias em exchanges centralizadas (CEX) atingiu 0,64, o nível mais alto desde 2015, com apenas 10 carteiras responsáveis por 64% dos influxos de Bitcoin. Esse padrão indica preparação para vendas em massa por grandes detentores, ampliando a pressão vendedora em um momento de fragilidade.

Dados da CryptoQuant mostram transferências recordes para a Binance desde o início de 2026, totalizando 363.000 BTC. Baleias historicamente acumulam em baixas e despejam em topos, como visto nos mercados de baixa de 2018 (-84%) e 2022 (-77%). O mercado está ignorando esse alerta clássico, mas cuidado: liquidez spot limitada pode acelerar quedas.

Em paralelo, o preço do BTC oscila em torno de US$ 67.000-68.000, com volume de trading em ETFs caindo 21% na semana, refletindo baixa convicção compradora.

Medo Extremo e Subvalorização Questionável

Mesmo com ganhos de 2% nas últimas 24 horas, o Bitcoin permanece em ‘extreme fear’ pelo 20º dia consecutivo no Fear & Greed Index, conforme análise da Bitwise. A gestora vê o ativo como ‘significativamente subvalorizado’ em relação à oferta global de moeda e ouro, mas recuperações em V são raras pós-capitulações — exceto na Covid.

Fluxos fracos para ETPs e consolidação lateral para baixo são o cenário mais provável. Previsões otimistas citam o Clarity Act (80% de chance de aprovação), mas o ceticismo prevalece: liquidez global cresce 10% ao ano, mas recessão nos EUA caiu para 20% de probabilidade, sem impulsionar risco ainda. Analistas alertam para volatilidade com dados de PCE hoje.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esses fluxos sinalizam risco de baixa prolongada, ecoando topos de ciclo passados. ETFs acumulam entradas totais de US$ 53,9 bilhões desde 2024, mas resgates de US$ 2,7 bilhões em 2026 revertem ganhos. Baleias preparam o terreno para mais quedas, com BTC 50% abaixo do ATH de US$ 126.000.

Monitore influxos on-chain, decisões do Fed e suporte em US$ 60.000. A proteção de capital é prioridade: sobreviver ao bear vale mais que capturar o bull. O mercado ignora lições históricas a seu próprio risco.


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Balança cósmica com massa de ouro volátil fragmentando e monolito Bitcoin estável, simbolizando maturidade do BTC sobre ouro em saídas de ETFs

ETFs de BTC Registram Saídas de US$ 360M: Ouro Mais Volátil que Bitcoin?

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram a quarta semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 360 milhões até 13 de fevereiro, enquanto o ouro exibe volatilidade mensal superior ao Bitcoin pela segunda vez em menos de um ano. Adicionalmente, os ETFs de Ether viram US$ 242 milhões em saídas. Os dados sugerem uma maturidade crescente do BTC em contraste com a turbulência inesperada do metal tradicional.


Fluxos Negativos nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin spot nos Estados Unidos acumularam saídas líquidas de US$ 360 milhões na semana encerrada em 13 de fevereiro, marcando a quarta semana consecutiva de fluxos negativos. Segundo dados compilados, o período viu entradas iniciais revertidas por grandes saídas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira e US$ 410 milhões na quinta-feira, apagando ganhos prévios. Fidelity registrou entradas modestas de US$ 11 milhões na sexta, mas BlackRock viu saída de US$ 9,3 milhões.

Fevereiro caminha para fechamento negativo, com saídas acumuladas de mais de US$ 6,7 bilhões desde novembro. Os ativos sob gestão caíram 50%, de US$ 170 bilhões para US$ 82,8 bilhões. O Bitcoin negocia em torno de US$ 70.500, lutando para romper os US$ 70.000, após correção de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro.

Saídas nos ETFs de Ether Pressionam Preço

Os ETFs spot de Ether registraram US$ 242 milhões em saídas líquidas entre quarta e quinta-feira, revertendo influxos recentes. O ETH segura níveis acima de US$ 2.000, mas underperformou o mercado cripto mais amplo, caindo 38% em 30 dias. Os dados mostram demanda institucional esfriando, com yields de Treasuries de 2 anos em 3,42%, sinalizando expectativa de cortes de juros pelo Fed.

Métricas de derivativos indicam cautela: o delta skew de opções de 30 dias em 10%, favorecendo puts (viés de baixa). O yield de staking de 2,9% fica abaixo da meta do Fed de 3,5%, com suprimento ETH crescendo 0,8% anualizado. Apesar disso, as saídas representam menos de 2% dos US$ 12,7 bilhões em AUM.

Volatilidade do Ouro Supera Bitcoin

Pela segunda vez em menos de um ano, a volatilidade mensal do ouro ultrapassou a do Bitcoin, conforme análise quantitativa. O metal subiu de US$ 4.000 para US$ 5.600 (alta de 40%) antes de cair para US$ 4.400 em três dias, exibindo picos acima da média de 10 anos. Já o BTC mostra redução estrutural de volatilidade ao longo de ciclos.

Atualmente, o ouro cotado a US$ 5.042 reflete euforia tardia, enquanto o Bitcoin, com oferta fixa em 21 milhões e emissão previsível, ganha tração como reserva de valor. Segundo o Portal do Bitcoin, isso questiona a narrativa tradicional de estabilidade do ouro.

Implicações e Níveis a Monitorar

Os dados mostram rotação para ativos de risco em meio a inflação mais baixa nos EUA (CPI 2,4% anual em janeiro). Bitcoin acumula perdas realizadas de US$ 8,7 bilhões na semana, próximo a recordes históricos. Níveis de suporte para BTC em US$ 65.000-66.000; resistência em US$ 71.000-71.500. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 369.198 (+1,4% 24h).

Investidores devem observar resultados corporativos, dívida pública dos EUA e tensões globais. Sentimento permanece em “medo extremo”, similar a 2022.


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Executivos cartoon com redes capturando partículas douradas caindo de nuvens, simbolizando instituições comprando ETFs de Bitcoin na queda de 13%

ETFs de Bitcoin Registram US$ 311 Mi em Entradas Apesar de Queda de 13%

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram US$ 311,6 milhões em entradas líquidas nesta semana, quase compensando os US$ 318 milhões de saídas da semana anterior, conforme dados da SoSoValue. Isso ocorre apesar de uma queda de 13% no preço do Bitcoin, que testou níveis abaixo de US$ 68.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 348.931,78 nesta quinta-feira (12/02), com variação de +0,46% em 24 horas.


Detalhes dos Fluxos Semanais

Os dados mostram uma reversão rápida nos fluxos. Na terça-feira (11/02), os ETFs atraíram US$ 166,6 milhões, estendendo a sequência de entradas para três sessões consecutivas, de acordo com a análise da SoSoValue. Líderes incluem o ARKB da Ark Invest com US$ 68,5 milhões, FBTC da Fidelity com US$ 56,9 milhões e IBIT da BlackRock com US$ 26,5 milhões, conforme reportado pela AMBCrypto.

As últimas três semanas registraram perdas totais acima de US$ 3 bilhões. O fluxo comprador atual sugere que instituições estão absorvendo a oferta de vendedores varejistas, caracterizando um clássico movimento de buy the dip.

Contexto On-Chain e Desempenho de Preço

O Bitcoin caiu 13% na última semana, negociando em torno de US$ 66.820 (-3% em 24h), segundo CoinMarketCap. Indicadores on-chain revelam queda nos endereços ativos, sinalizando menor participação do varejo, mas domínio de mercado em 59%, reforçando a resiliência institucional, conforme dados da Glassnode.

O open interest em derivativos resetou de US$ 90 bilhões para US$ 45 bilhões, limpando posições alavancadas excessivas e reduzindo risco de volatilidade extrema. Com dólar a R$ 5,19, o equivalente em reais dos inflows semanais supera R$ 1,6 bilhão.

Movimentos Institucionais e Diversificação

O Goldman Sachs reduziu exposição ao IBIT em 39% no 4T25, de 34 milhões para 20,7 milhões de ações (US$ 1 bilhão), além de cortes em FBTC e em ETFs de Ether. No entanto, iniciou posições em ETFs de XRP (6,95 milhões de ações, US$ 152 milhões) e Solana (8,24 milhões de ações, US$ 104 milhões), conforme filing na SEC, via Cointelegraph.

Outros ETFs: Ether com US$ 13,8-14 milhões, Solana US$ 8,4 milhões e XRP US$ 3,3 milhões em inflows na terça. Analista Eric Balchunas (Bloomberg) nota que apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs apesar da queda.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados indicam estabilização: suporte em US$ 66.000 (próximo de médias móveis de 50 dias) e resistência em US$ 68.000. Volumes de ETF sugerem acúmulo institucional acima de US$ 60 bilhões em AUM no IBIT. Fluxos contínuos podem testar US$ 70.000 se o varejo retornar. Monitore volume 24h (351 BTC no Brasil) e domínio para confirmação de tendência.


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Executivos cartoon empilhando ouro de ETFs versus traders varejistas caindo em liquidações vermelhas, paradoxo institucional no mercado Bitcoin

Paradoxo Bitcoin: ETFs Acumulam US$ 616 Milhões em Meio a Liquidações

Os dados mostram um paradoxo no mercado de Bitcoin: enquanto os ETFs spot acumulam US$ 616 milhões em entradas consecutivas pela primeira vez em um mês, conforme o DiarioBitcoin, traders varejistas enfrentam liquidações de US$ 250 milhões em 24 horas próximos a US$ 70.000, segundo o Cointelegraph. Essa divergência entre institucionais e varejo ocorre em meio a queda do BTC para mínimos de 15 meses em torno de US$ 68.500.


Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os 12 ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas netas consecutivas pela primeira vez desde 15 de janeiro. Na sexta-feira, o fluxo foi de US$ 471 milhões, seguido por US$ 145 milhões na segunda-feira, totalizando US$ 616 milhões em dois dias. O mini BTC da Grayscale liderou com US$ 130,5 milhões, enquanto BlackRock registrou saída modesta de US$ 20,8 milhões.

Apesar disso, os ETFs acumulam saídas mensais acima de US$ 6 bilhões desde novembro, com AUM total em 1,29 milhão de BTC, queda de apenas 7% desde outubro. Essa resiliência institucional contrasta com o preço spot, que corrigiu 50% do pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, atingindo US$ 60.000 na semana passada, conforme análise do CriptoNoticias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.860 (-2,59% em 24h), reflete pressão no mercado brasileiro alinhada à volatilidade global.

Liquidações Massivas no Varejo

Em 24 horas, o mercado cripto viu US$ 250 milhões em liquidações, com BTC rangebound entre US$ 68.500 e US$ 72.000. O movimento subiu para US$ 71.000, liquidando US$ 130 milhões em shorts, seguido de queda para US$ 68.000, eliminando US$ 150 milhões em longs. Baleias continuaram vendendo, conforme ferramentas como FireCharts binned CVD.

Análise indica falta de demanda fresca para absorver influxos de exchanges, com momentum de demanda negativo. Isso sinaliza enfraquecimento na capacidade de absorção de oferta distribuída, similar a ciclos passados de consolidação ou correção.

Divergência Institucional vs. Preço Spot

A desconexão é clara: enquanto o preço spot cai 40% do ATH, AUM dos ETFs recua apenas 7%. ETFs compram BTC spot diretamente para respaldar ações, reduzindo oferta disponível e potencialmente preparando absorção de vendas varejistas. ETH ETFs, por contraste, viram saídas de US$ 3,3 bilhões desde outubro.

Níveis técnicos a observar incluem suporte em US$ 68.500 e liquidez concentrada em US$ 66.000-68.000, maior que acima de US$ 72.000-74.000. Bears buscam controle, mas influxos institucionais podem estabilizar.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem que instituições absorvem oferta varejista, potencialmente pavimentando reversão se fluxos persistirem. Correlacionado à recuperação recente de US$ 60.000 para US$ 72.000, o rompimento do range negativo nos ETFs indica mudança no sentimento institucional. Traders devem monitorar sustentabilidade desses fluxos e reteste de suportes locais.


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Fênix Solana cyan emergindo de vale sombrio rumo a pico dourado com 2000, guiada por analistas cartoon otimistas como Cathie Wood

Solana a US$ 2.000 em 2030? Standard Chartered Eleva Meta

A Solana (SOL) negociada a US$ 99,31 (R$ 520,30), caiu abaixo do suporte psicológico de US$ 100 pela primeira vez desde 2024, com queda de 17% na semana e 48% no ano. No entanto, o Standard Chartered elevou suas projeções de longo prazo para US$ 2.000 até 2030, apesar de reduzir a meta de 2026 para US$ 250. Os dados mostram transição para casos de uso em stablecoins e micropagamentos.


Situação Atual: Queda Acentuada

Os dados indicam que a Solana registrou US$ 191 milhões em liquidações de posições compradas, o maior volume desde outubro de 2025. Taxas de funding viraram negativas, sinalizando aumento de posições vendidas. Produtos de investimento em SOL acumularam US$ 31 milhões em saídas, com ETFs spot registrando US$ 11,24 milhões apenas na sexta-feira passada.

Essa correção acompanha o mercado amplo, com Bitcoin abaixo de US$ 75.000 e Ethereum sob US$ 2.300. O suporte de US$ 100 atua como nível psicológico chave, testado pela primeira vez em anos, conforme volume de transferências e RSI indicam possível exaustão vendedora.

Projeções do Standard Chartered

O banco revisou sua análise, reduzindo a previsão para fim de 2026 de US$ 310 para US$ 250, mas elevando metas subsequentes: US$ 400 em 2027 (ante US$ 350), US$ 700 em 2028 (ante US$ 475), US$ 1.200 em 2029 e US$ 2.000 em 2030. A justificativa baseia-se no modelo de baixíssimo custo de transação — taxa média de US$ 0,0007 —, posicionando a rede para dominar micropagamentos via IA e stablecoins.

Volume de stablecoins na Solana processa duas a três vezes mais rápido que no Ethereum. Métricas a monitorar incluem volume de transferências de stablecoins e velocidade, com 47% do ‘PIB’ on-chain em 2025 vindo de DEXs de memecoins, participação em declínio.

Visão Otimista de Cathie Wood

Apesar da retração, Cathie Wood, CEO da Ark Invest, mantém visão positiva, posicionando SOL como diversificador de portfólio ao lado de Bitcoin, Ethereum e HyperLiquid. Ela destaca correlação baixa entre Bitcoin e ouro (0,14 desde 2020), sugerindo que ouro liderou bull runs anteriores, podendo indicar recuperação se padrões históricos se repetirem.

Wood enfatiza que criptoativos de alta qualidade como SOL resistem em cenários de diversificação, com dados de outflows não alterando fundamentos de infraestrutura.

Níveis Técnicos e Próximos Passos

Níveis de suporte imediatos incluem US$ 96,70 (mínima diária) e US$ 90 (média móvel de 200 dias). Resistências em US$ 105 (máxima recente) e US$ 120. Investidores devem observar volume de stablecoins e RSI para sinais de reversão.

A transição de memecoins para DeFi e micropagamentos pode elevar o preço SOL se métricas confirmarem adoção, embora volatilidade persista no curto prazo. Manter monitoramento de outflows de ETFs e funding rates.


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Pêndulos brutalistas com massa dourada oscilando violentamente sobre cyan estável, ilustrando ouro mais volátil que Bitcoin em pico de crise

Ouro Mais Volátil que Bitcoin: Pico Desde 2008

Os dados mostram uma inversão histórica: a volatilidade de 30 dias do ouro superou 44%, maior nível desde a crise de 2008, enquanto o Bitcoin registrou 39% no mesmo período. Paralelamente, ouro e prata apagaram US$ 10 trilhões em capitalização de mercado em poucos dias, contra US$ 500 bilhões perdidos pelo criptomercado. Essa anomalia questiona o status de porto seguro do metal precioso em meio a tensões globais.


Volatilidade Invertida nos Dados

A métrica de volatilidade de 30 dias, compilada pela Bloomberg e citada pelo Portal do Bitcoin, posiciona o ouro acima do Bitcoin pela primeira vez desde maio de 2025, em episódio ligado a tensões comerciais. Historicamente, desde 2009, tal inversão ocorreu apenas duas vezes. O ouro, associado à preservação de valor, exibia oscilações inferiores às criptomoedas especulativas. Agora, com 44%, evoca os picos da crise financeira global de 2008, quando mercados tradicionais colapsaram.

No mesmo intervalo, o Bitcoin manteve volatilidade em 39%, alinhada a seu perfil de ativo de risco. Essa métrica reflete o desvio padrão anualizado dos retornos diários, capturando instabilidade recente. Investidores monitoram se o padrão persiste ou reverte com estabilização macroeconômica.

Quedas Aceleradas nos Preços

Ouro despencou cerca de 10% em um dia, de máximas próximas a US$ 5.600 por onça para US$ 4.400 no pregão asiático desta segunda-feira (02/02), recuperando para US$ 4.730 logo após. Prata seguiu, caindo de US$ 121 para US$ 70,5. Segundo o CryptoPotato, essa retração combinada eliminou US$ 10 trilhões em capitalização de mercado, três vezes o tamanho total do criptomercado.

Bitcoin, por sua vez, caiu abaixo de US$ 75.000, para mínima de US$ 74.400 em nove meses, com perdas de US$ 500 bilhões no agregado cripto. Ethereum rompeu US$ 2.200. Liquidations superaram US$ 3,3 bilhões em longs, ampliando o pânico vendedor.

Contexto Macroeconômico e Comparações

Fatores como pausa nos cortes de juros pelo Fed, tensões no Oriente Médio e compras chinesas prévias impulsionaram o rali do ouro, seguido de reversão brusca. Bitcoin acumulou queda de 11% no ano e 21% em 12 meses, contra ganho de 66% do ouro no período. A capitalização de mercado do ouro permanece 10 vezes maior que a de BTC + altcoins; prata supera cripto total.

Segundo o Cointrader Monitor, às 19:20 de 02/02, Bitcoin cotava a R$ 414.665,74 (+1,66% em 24h). Ouro em US$ 4.655,85 (bid). Esses dados sugerem correlação crescente em estresse, com metais perdendo status relativo de refúgio.

Níveis Técnicos a Observar

Para ouro, suporte em US$ 4.400 testado; resistência US$ 4.730. Bitcoin encontra suporte em US$ 74.000, com média móvel de 200 dias em US$ 72.000. Prata testa US$ 70. Indicadores como RSI mostram sobrevenda em múltiplos ativos, mas volume indica pressão persistente. Traders avaliam rotação setorial em cenários de risco sistêmico, priorizando liquidez sobre narrativas tradicionais.


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Radar cibernetico detectando 9 orbes luminosos em constelacao neon, simbolizando criptomoedas promissoras no radar de especialistas para fevereiro

Fevereiro Promete: 9 Criptos no Radar dos Especialistas

Fevereiro de 2026 chega com o mercado cripto em tom cauteloso, após quedas recentes no Bitcoin — que segundo o Cointrader Monitor está cotado a R$ 409.765 (-1,49% em 24h) — e Ethereum. Mas especialistas, como os da Foxbit, apontam oportunidades estratégicas. O Portal do Bitcoin lista nove criptomoedas para ficar de olho, diferenciando euforia de infraestrutura sólida. Este guia educacional ajuda você a montar um roteiro de estudos mensal, explicando cada uma de forma simples.


Solana (SOL): A Euforia com Base Técnica

Pense na Solana como uma rodovia movimentada no trânsito caótico das blockchains — rápida e eficiente. Em outras palavras, ela lidera em volume de transações graças a stablecoins (moedas estáveis atreladas ao dólar) e upgrades que cortam o tempo de processamento. André Sprone, da MEXC, e André Franco, da Boost Research, destacam sua atividade on-chain intensa. Isso significa que, mesmo com o preço atual em torno de R$ 542, o ecossistema sustenta valorizações potenciais. Por que observar? Para entender como redes velozes atraem apps do dia a dia, como pagamentos rápidos — ideal para iniciantes estudarem adoção real.

Hyperliquid e Arbitrum: Infraestrutura DeFi Essencial

A Hyperliquid (HYPE) é como um cassino cripto avançado: plataforma de derivativos on-chain com volumes trilionários e receita forte, mesmo em baixas. A Coinext nota sua atração institucional. Já o Arbitrum (ARB), solução de escalabilidade para Ethereum (que barateia transações), lidera em valor travado, segundo Marcelo Person da Foxbit. Pense assim: Arbitrum é o metrô expresso do Ethereum, resolvendo congestionamentos. Com incentivos e migrações de protocolos, fevereiro pode testar sua resiliência. Estude esses para aprender sobre DeFi (finanças descentralizadas) e rollups — bases do futuro escalável.

Avalanche, XRP e Sui: Aposta Institucional

Avalanche (AVAX) foca em tokenização de ativos reais, compatível com EVM (máquina virtual Ethereum). Marcelo Person vê potencial corporativo. O XRP, cotado a R$ 8,49, ganha com clareza regulatória, ETF possível e stablecoin RLUSD da Ripple — perfeita para transferências internacionais rápidas, como remessas de família. Já a Sui (SUI) impressiona por desenvolvedores ativos, ETF em análise e stablecoin própria. Em outras palavras, esses são projetos com uso prático para bancos e empresas. Seu roteiro: acompanhe notícias regulatórias para ver maturidade além do hype.

Nichos Promissores: Ouro, Esporte e BNB

No nicho proteção, XAUt (ouro tokenizado) é ouro digital — lastreado em metal físico, ideal em incertezas, como notam Person e Paulo Camargo da Underblock. Chiliz (CHZ) anima fãs de futebol: fan tokens crescem com Copa 2026 e tokenização de receitas de clubes, via Coinext. Pense no CHZ como ingressos digitais rentáveis. Por fim, BNB (R$ 4.030) avança com hard fork Fermi na Binance Smart Chain e ETFs — ecossistema robusto para quem quer praticidade. Estude nichos para diversificar além das gigantes.

Bitcoin e Ethereum: As Âncoras do Mercado

Não ignore as bases: Bitcoin dita confiança com ETFs e grandes investidores; Ethereum sustenta DeFi e tokenização. Mesmo com ETH em R$ 12.097, fundamentos resilientes. Analistas concordam: em fevereiro estratégico, esses medem o pulso geral. Seu plano mensal: acompanhe cotações diárias, leia whitepapers simples e pergunte em comunidades. Você está construindo conhecimento sólido — parabéns por começar!


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Baleia cartoon dourada engolindo BTC caindo em oceano tempestuoso enquanto peixes retail fogem em pânico, simbolizando acumulação de baleias na queda do Bitcoin

Baleias Acumulam Bitcoin na Queda: Varejo Sai em Massa

Os dados mostram uma clara divergência entre varejo e baleias no mercado de Bitcoin: enquanto holders com menos de 10 BTC distribuem posições em meio à queda abaixo de US$ 80 mil, carteiras com 10 mil BTC ou mais mantêm acumulação neutra a positiva. Sardinha vende no medo e baleias compram o mergulho, transferindo riqueza em tempo real. O BTC negocia a US$ 77.661 (-7,8% em 24h).


Dados Glassnode: Baleias em Acumulação

O Accumulation Trend Score da Glassnode, calculado com base em saldos e aquisições nos últimos 15 dias, revela que apenas o coorte de baleias com 10.000 BTC ou mais apresenta tendência de acumulação leve (score próximo a 1). Todos os outros grupos, especialmente varejo com menos de 10 BTC, estão em distribuição persistente há mais de um mês.

Desde novembro, quando o BTC caiu para US$ 80 mil, as mega-baleias mantêm equilíbrio neutro-positivo. Paralelamente, o número de entidades com pelo menos 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303, indicando que grandes players absorvem a oferta durante a correção. Esses dados on-chain sugerem que o selloff não altera a estratégia de holders institucionais.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil e Novos Endereços

Pela primeira vez desde abril de 2025, o Bitcoin negociou abaixo de US$ 80 mil, atingindo US$ 78 mil. Apesar da volatilidade, a rede registrou 335.772 novos endereços em 24 horas — o maior volume diário em dois meses, desde novembro de 2025.

Esse influxo ocorreu na faixa dos US$ 81 mil, sinalizando entrada oportunista de novos acumuladores. A métrica reforça demanda relativa mais forte, com BTC caindo 5,6% contra 10% do ouro no mesmo período (quinta a sexta-feira). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 410.138 (-7,74% em 24h, volume de 501 BTC).

Níveis Técnicos a Observar

O BTC perdeu a estrutura de cunha ascendente, com risco de recuo adicional de 12,6% para US$ 75.850. Suporte imediato em US$ 78.763; perda abre caminho para US$ 75.895. Resistência em US$ 82.503 (suporte perdido) e US$ 87.210.

Reconquista de US$ 87 mil indicaria força compradora renovada. Métricas on-chain em melhora, como novos endereços e acumulação de baleias, contrastam com pressão vendedora de varejo. Investidores monitoram esses níveis para posicionamento, em um mercado com variação diária de US$ 75.773-84.266 (baixa-alta 24h).

Implicações para o Mercado

A transferência de BTC de mãos pequenas para grandes holders é um padrão recorrente em correções. Com ouro a R$ 25.709 (-8,9%), o BTC demonstra resiliência relativa. Traders atentos aos dados Glassnode veem oportunidade em observar fluxos on-chain para medir capitulação varejista versus convicção de baleias.


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Núcleo cristalino Bitcoin corrompido por veias vermelhas pulsantes e fluxo de partículas para poços, alertando lucros on-chain negativos

Alerta On-chain: Lucros Bitcoin Negativos pela 1ª Vez Desde 2023

O ciclo de lucro on-chain do Bitcoin entrou em território negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas realizadas acumuladas de 69 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 6,18 bilhões. Isso coincide com o Sharpe ratio negativo, similar aos drawdowns de 2022, e uma entrada de 16.653 BTC em exchanges nos últimos dias, pressionando o preço abaixo de US$ 90 mil. Os dados sugerem enfraquecimento no momentum de alta.


Ciclo de Lucro On-chain em Território Negativo

De acordo com análise da CryptoQuant, o net realized profit/loss — métrica que captura ganhos ou perdas realizados ao mover moedas on-chain — registrou perdas líquidas nos últimos 30 dias. Essa inversão ocorre após o Bitcoin cair abaixo de US$ 90 mil, forçando detentores de curto prazo a realizar perdas.

Em março de 2024, os lucros realizados atingiram 1,2 milhão de BTC, mas em outubro de 2025, mesmo com novo ATH de US$ 124.774, caíram para 331 mil BTC. O padrão atual espelha março de 2022, quando o mercado de urso já estava em curso. Cumulativamente, as perdas somam 69 mil BTC, ou US$ 6,18 bilhões a preços atuais.

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destacou que “turistas do Bitcoin estão cortando perdas”, indicando saída de investidores especulativos.

Sharpe Ratio Revela Risco Desproporcional

O Sharpe ratio do Bitcoin, que mede retornos ajustados ao risco em relação a ativos seguros como T-Bills americanos, mergulhou em território negativo, níveis vistos em drawdowns de 2018-2019 e pós-colapso de 2022. Isso sinaliza que a volatilidade elevada não é compensada por retornos adequados.

Dados da CryptoQuant mostram que o ratio permaneceu negativo por meses em bear markets anteriores, mesmo após estabilização de preços. Não indica necessariamente fundo de mercado, mas reset de risk-reward. Analistas observam que recuperações sustentadas ocorrem quando o ratio volta a positivo, alinhando com novos bull runs.

Atualmente, com BTC negociando próximo a US$ 89 mil após volatilidade intraday e underperformance ante ouro e ações tech, o cenário permanece de cautela.

Influxo de 16 Mil BTC Aumenta Pressão Vendedora

Uma entrada líquida de 16.653 BTC em exchanges nas últimas 24 horas, conforme reportado, agrava a pressão de venda após o rally perder força em US$ 90 mil. Esse movimento sugere que holders estão posicionando-se para liquidez, potencializando sell-off.

Em contextos de métricas on-chain negativas, inflows assim historicamente amplificam correções. Investidores monitoram saldos de exchanges para sinais de capitulação ou absorção por compradores institucionais.

Cotação Atual e Estratégias de Risco

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.515,78 (-1,69% em 24h), alinhado à queda global para US$ 89.051,68 (dólar a R$ 5,28). Para gestão de risco, priorize posições dimensionadas, stop-loss e diversificação.

Os dados frios indicam possível repetição de padrões de 2022, mas fatores macro como política do Fed e dívida EUA podem alterar trajetória. Vale monitorar recuperação do Sharpe ratio e outflows de exchanges como sinais de reversão.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


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Núcleo hexagonal do Bitcoin Core com fissura vermelha crítica e redes de contenção, representando bug de segurança e riscos de apreensão

Bug no Bitcoin Core e Correção de Preço: O Que Está Acontecendo?

📊 BOLETIM CRIPTO | 07/01/2026 | NOITE

O sentimento de cautela define o início deste período no mercado cripto. O alerta crítico sobre um bug de exclusão de carteiras no Bitcoin Core, combinado com uma correção de preço que gerou US$ 466 milhões em liquidações, estabelece um viés de baixa moderado. Embora avanços institucionais significativos ocorram nos bastidores — como o pedido de ETFs pelo Morgan Stanley —, o sentimento imediato é dominado por preocupações técnicas. A apreensão recorde de 127 mil BTC pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) adiciona uma camada de incerteza sobre a oferta circulante. O viés bearish moderado prevalece, condicionado à resolução da falha no software e à defesa de suportes técnicos nas próximas horas.


🔥 Destaque: Bug Crítico no Bitcoin Core e Risco de Perdas

Os desenvolvedores do Bitcoin Core, implementação de referência da rede, emitiram um alerta urgente removendo as versões 30.0 e 30.1 de seu site oficial. A medida drástica responde a um bug severo identificado no processo de migração de carteiras legadas (formato Berkeley DB), que pode resultar na deleção completa de todos os arquivos de carteira no diretório do usuário.

O problema, embora afete um grupo específico de usuários executando nós completos com pruning (redução de armazenamento) ativado, ressalta a complexidade técnica da manutenção do software. A falha ocorre quando a migração de uma carteira antiga falha, desencadeando inadvertidamente a exclusão de arquivos adjacentes caso o arquivo wallet.dat padrão esteja ausente. Para usuários sem backups recentes, isso representa um risco de perda total e irreversível de fundos.

As implicações para a confiança no ecossistema são imediatas. O incidente alimenta narrativas de incerteza técnica, conhecidas como FUD, em um momento onde o mercado já demonstra fragilidade de preço. Embora a rede Bitcoin em si — consenso, mineração e transações — continue operando perfeitamente, a percepção de segurança do software cliente principal sofre um abalo temporário.

A comunidade técnica recomenda o downgrade imediato para a versão estável 28.1 até que a correção na v30.2 seja lançada. Investidores que utilizam soluções de autocustódia devem redobrar a atenção aos procedimentos de segurança, evitando, por ora, qualquer migração de arquivos antigos até novo aviso oficial.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um momento de correção técnica e realização de lucros. O Bitcoin recuou para a faixa de US$ 91.800, arrastando consigo o restante do setor e provocando uma cascata de liquidações que atingiu majoritariamente posições compradas (longs). Investidores que operam em grandes plataformas como a Binance viram um volume expressivo de posições serem encerradas compulsoriamente, sinalizando uma limpeza de alavancagem excessiva.

O cenário macro apresenta contrastes nítidos. Enquanto o preço sofre pressão de curto prazo, o Morgan Stanley protocolou pedidos para ETFs de Bitcoin, Ethereum e Solana, reafirmando o compromisso institucional de longo prazo. No Brasil, o lançamento da stablecoin BRD, que paga rendimentos atrelados à Selic, demonstra inovação regional vibrante.

A apreensão de 127.271 BTC pelo DOJ (Departamento de Justiça dos EUA), ligada a uma fraude massiva na Ásia, introduz um novo risco de oferta. O mercado agora pondera se esses ativos serão leiloados, o que poderia adicionar pressão vendedora futura, ou se permanecerão bloqueados por longos períodos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Perda de fundos irreversível: Usuários do Bitcoin Core enfrentam risco crítico ao migrar carteiras legadas sem backups adequados nas versões afetadas.
  • Cascata de liquidações: A correção para US$ 91k expôs posições alavancadas; novas quedas podem acionar stop-loss em massa.
  • Oferta governamental: A custódia de 127 mil BTC pelo DOJ cria um “teto” psicológico devido ao medo de vendas em leilão público.
  • Restrições regulatórias: Proposta de lei nos EUA visa barrar apostas em mercados de previsão, ameaçando a liquidez de protocolos DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em correção: A queda atual pode oferecer ponto de entrada atrativo para investidores com foco no longo prazo, dado o suporte institucional via ETFs.
  • Renda fixa em blockchain: A nova stablecoin BRD oferece exposição à taxa Selic (15%), atraindo capital estrangeiro para o ecossistema brasileiro.
  • Economia de criadores: A integração da Rumble Wallet com USDT abre canais de monetização direta, beneficiando a adoção de pagamentos cripto.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bug crítico no Bitcoin Core ameaça exclusão de carteiras
Versões 30.0 e 30.1 foram removidas após descoberta de falha grave na migração de arquivos antigos. Usuários são orientados a voltar para a versão 28.1 para evitar perda de fundos.

2. BTC corrige para US$ 91k com US$ 466M em liquidações
Primeira correção significativa de 2026 limpa o mercado de alavancagem excessiva. Apesar da queda, fundamentos macro e fluxos para ETFs sugerem que a tendência primária permanece intacta.

3. DOJ custodia US$ 11,6 bi em BTC de mega-golpe
Prisão de Chen Zhi resulta na maior apreensão civil da história. Os 127 mil bitcoins confiscados demonstram a eficácia do rastreamento on-chain, mas geram receio sobre venda futura.

4. Morgan Stanley arquiva ETFs de BTC, ETH e SOL
Gigante financeiro formaliza pedido para fundos negociados em bolsa, sinalizando que a demanda institucional por ativos digitais continua forte, ignorando a volatilidade de curto prazo.

5. BRD: Stablecoin BRL com yield de 15% lançada
Ex-diretor do Banco Central do Brasil apresenta token lastreado em títulos públicos que compartilha rendimentos da Selic, visando atrair investidores globais para o mercado brasileiro.

6. Rumble lança carteira cripto com suporte da Tether
Plataforma de vídeo integra pagamentos diretos em Bitcoin e USDT, oferecendo alternativa resistente à censura para criadores de conteúdo e competindo com processadores tradicionais.

7. EUA propõem lei contra apostas em prediction markets
Após lucro suspeito de insider na prisão de Maduro, legisladores buscam proibir autoridades de participar de mercados de previsão, aumentando o risco regulatório sobre o setor.


🔍 O Que Monitorar

  • Atualizações do Bitcoin Core: O lançamento da correção (v30.2) é crucial para estancar o FUD técnico e restaurar a confiança no client padrão.
  • Suporte de US$ 90.000: A defesa deste nível de preço é essencial para evitar uma correção mais profunda em direção aos US$ 85k.
  • Carteiras do DOJ: Qualquer movimentação nos 127 mil BTC apreendidos será interpretada pelo mercado como sinal de venda iminente.
  • Volume na Binance: O interesse de compra em exchanges como a Binance ajudará a identificar se o fundo local da correção foi atingido.

🔮 Perspectiva

É provável que o viés bearish moderado persista nas próximas 12 a 24 horas, enquanto o mercado digere o impacto do bug no Bitcoin Core e a limpeza de alavancagem. A ausência de uma recuperação rápida acima de US$ 93.000 pode sinalizar uma consolidação prolongada. Contudo, investidores experientes devem observar que os fundamentos de rede permanecem inalterados e a tese institucional segue fortalecida pelos movimentos do Morgan Stanley. A cautela é recomendada, mas o pânico parece injustificado diante da natureza estritamente técnica e localizada dos problemas atuais.


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