Pódio top 10 com monólito Bitcoin expulso para 13º por prata e gigantes tech, touro abatido e analistas cartoon alertando sobre bear market

Bitcoin Expulso do Top 10: Cai para 13º em Ativos Globais

O Bitcoin foi expulso do top 10 global de ativos por market cap, caindo para o 13º lugar com US$ 1,55 trilhão, atrás de prata (US$ 4,62 trilhão) e gigantes como Tesla. A falta de novo capital apontada por Ki Young Ju agrava a pressão de venda, enquanto Jim Cramer questiona os touros ausentes abaixo de US$ 80 mil. A história mostra que exuberância assim precede correções profundas.


Reversão Brutal no Ranking de Ativos

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,55 trilhão, conforme dados do CompaniesMarketCap em 2 de fevereiro de 2026. Isso o coloca atrás não só da prata, com US$ 4,62 trilhão, mas também de empresas como Tesla e Broadcom. Há seis meses, em julho de 2025, o BTC ocupava o 6º lugar com US$ 2,35 trilhão, superando prata e Alphabet.

O ouro lidera com US$ 33 trilhões, seguido por NVIDIA, Microsoft e Amazon. Essa rotação de capital para ativos tradicionais ignora a narrativa de ‘ouro digital’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 413.804 (+2,3% em 24h), mas o dólar a R$ 5,26 reforça a fraqueza em reais. O mercado cripto perdeu US$ 500 bilhões na semana, enquanto metais preciosos apagaram US$ 10 trilhões.

Falta de Novo Capital Pressiona Vendas

Ki Young Ju, da CryptoQuant, destaca o Realized Cap estagnado, sinal de ausência de inflows frescos. Holders iniciais realizam lucros acumulados via ETFs e MicroStrategy, mas os fluxos secaram. Sem compradores novos, cada venda encontra bids fracos, levando a consolidação lateral ou pior.

A história repete: em ciclos passados, como 2018 e 2022, a falta de capital novo marcou topos. MicroStrategy impulsionou o rally, mas sem ela, o risco de -70% paira — embora Saylor segure. O preço tocou US$ 75 mil, nível de abril de 2025, com Ethereum caindo mais (21% semanal).

Touros Sumidos: Cramer Cobra Liquidez

Jim Cramer, dono de BTC, ironiza: ‘Onde estão os defensores habituais? Têm até segunda para voltar a US$ 82 mil e alegar duplo fundo’. Ele critica a inação nos fins de semana, quando liquidez some abaixo de US$ 80 mil. O ‘efeito inverso Cramer’ vira meme, mas sua dúvida ecoa: por que os bulls calam na baixa?

Volume de venda cai, mas quedas aceleram, com baleias comprando enquanto o retail vende. Isso sugere topo de ciclo, com liquidações de alavancados retail. O mercado ignora esses sinais, focado em narrativas otimistas.

Implicações: Ciclos e Riscos Macro

O mercado está ignorando lições de bolhas passadas — tulipas, dot-com. Com Fed e geopolítica incertos, capital rotaciona para ouro e S&P 500. Cuidado com a ilusão de adoção eterna: volatilidade tradicional e commodities prova que BTC é risco, não refúgio.

Vale monitorar inflows ETFs, realized cap e suporte em US$ 75 mil. Sem novo capital, consolidação prolongada ou bear market é provável. Proteja o capital: sobrevivência no bear vale mais que euforia no bull.


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