Executivos cartoon em confronto sobre mesa com stablecoins, simbolizando embate entre Jamie Dimon e Brian Armstrong em Davos

Confronto em Davos: Dimon xinga CEO da Coinbase de ‘cheio de merda’

No glamour gelado de Davos, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, perdeu a paciência e xingou o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, de “cheio de merda“. O confronto aconteceu durante um café com Tony Blair, simbolizando o choque entre o velho dinheiro de Wall Street e o novo mundo cripto. Bancos temem que recompensas de stablecoins drenem trilhões em depósitos.


O Confronto Pessoal

Imagine a cena: elites globais tomando café no Fórum Econômico Mundial, quando Dimon, o eterno cético das criptos, interrompe Armstrong apontando o dedo. “You are full of s—”, disparou, segundo fontes próximas ao Wall Street Journal. O motivo? Declarações de Armstrong na TV, acusando bancos de sabotar o Clarity Act, lei que pode regular ativos digitais nos EUA.

Armstrong, 43 anos e bilionário da Coinbase (US$ 55 bilhões em valor de mercado), tem pressionado publicamente contra o projeto. Ele ajudou a pausar uma votação no Senado, virando o debate em “Coinbase vs Bancos”. Dimon, representando o establishment, não engoliu as críticas sobre lobby bancário contra rewards de stablecoins.

Esses pagamentos, na casa dos 3,5%, funcionam como juros atrativos, enquanto poupanças bancárias rendem quase nada. Bancos alertam: migração em massa de depósitos poderia quebrar o funding de empréstimos, especialmente para bancos menores.

Rejeições de Wall Street

Não parou em Dimon. Armstrong levou rejeição direta de outros titãs. Brian Moynihan, do Bank of America, ouviu por 30 minutos, mas rebateu: “Se querem ser banco, sejam banco”. Charlie Scharf, Wells Fargo, recusou conversa: “Nada a discutir”. Jane Fraser, Citigroup, deu menos de um minuto. Uma verdadeira rejeição coletiva, expondo o abismo entre TradFi e cripto.

Apesar das parcerias — Coinbase usa JPMorgan e Citi —, a briga é pelo controle de depósitos e pagamentos digitais. O Clarity Act decide quem oferece stablecoins e sob quais regras. Coinbase retirou apoio ao texto atual, chamando-o de “pior que o status quo“.

Analistas veem nisso um teste para adoção mainstream: cripto invade finanças tradicionais, mas Wall Street revida com regulação pesada.

Implicações e o Futuro da Briga

O embate em Davos viralizou, personificando conflito de personalidades: Dimon, o urso das criptos, vs Armstrong, o touro implacável. Semana que vem, a Casa Branca reúne bancos e cripto CEOs para discutir legislação travada.

Para brasileiros, o eco é global: regulação americana influencia mercados emergentes. Stablecoins como USDC rendem mais que CDI aqui, atraindo quem foge da inflação. Bancos globais querem equiparar isso a depósitos regulados, limitando inovação.

Vale monitorar: se Clarity Act passar pró-bancos, exchanges perdem edge; se pró-cripto, depósitos migram. O mercado reage com volatilidade, mas o show de Davos prova: a revolução cripto incomoda os gigantes tradicionais.


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