Executivos cartoon de exchange e tokenização em handshake dinâmico rumo a portal IPO, simbolizando aquisição da Kraken e aceleração para IPO

Kraken Adquire Magna e Acelera Rumo ao IPO

A aquisição da plataforma de tokenização Magna pela Payward, empresa-mãe da Kraken, marca um passo ousado rumo à maturidade institucional. Anunciada nesta quarta-feira, a operação permite que a Magna opere de forma independente, mas turbinada pela infraestrutura da exchange. Próxima parada: Wall Street! Com filing confidencial para IPO já submetido à SEC, o mercado cripto constrói bases sólidas para a adoção em massa.


O Que a Magna Traz para a Kraken

A Magna é especializada em soluções de tokenização avançadas, atendendo mais de 160 clientes com pico de US$ 60 bilhões em TVL em 2025. Sua plataforma facilita fluxos como vesting onchain e off-chain, token claims white-label, custódia, escrow e staking especializado. Para empresas, isso significa gerenciar tokens de forma eficiente e segura, integrando criptoativos às operações tradicionais.

Bruno Faviero, CEO da Magna, destacou: “Juntando-se à Kraken, ganhamos recursos para infraestrutura institucional, liquidez profunda e distribuição global”. Essa sinergia fortalece os fundamentos da Kraken, preparando-a para demandas corporativas crescentes. O mercado está construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, e essa aquisição é prova concreta.

Estratégia Agressiva de Expansão

Não para por aí. Em 2025, a Payward já havia adquirido Breakout (trading prop cripto), NinjaTrader (futures), Small Exchange (derivativos) e Capitalise (software). Recentemente, integrou-se ao ICE Chat para OTC institucional e patrocinou “Trump Accounts”, iniciativa do presidente Donald Trump. Esses movimentos reportaram US$ 2,2 bilhões em receita ajustada para 2025, um salto de 33%.

O filing confidencial para IPO em novembro sinaliza confiança. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.847 (-1,45% em 24h), em meio a um ecossistema maduro. A Kraken posiciona-se como player global, conectando varejo e instituições.

Tendência de IPOs Revela Maturidade do Setor

A Kraken não está sozinha. Ledger discute IPO nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, Copper (custódia) planeja listing similar, e Securitize viu receitas saltarem 840% em filing SEC. Esses passos refletem a tese de adoção: fluxos institucionais superam volatilidade de curto prazo.

Como em ciclos passados pós-halving, os fundamentos se fortalecem. Baleias e tesourarias corporativas acumulam, ETFs fluem, e plataformas como Kraken pavimentam o caminho. Para o investidor brasileiro, isso significa mais liquidez local e opções profissionais. Vale monitorar como isso impulsiona altcoins e tokenização.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa aquisição consolida a Kraken como hub para tokenização corporativa, testando a resiliência do modelo em bull markets. Investidores devem observar integrações futuras e o cronograma do IPO. O setor cripto amadurece: de especulação para infraestrutura financeira global. Fique de olho — os fundamentos de alta estão se alinhando.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon saindo com caixas de arranha-céu de exchange rachado e seta vermelha descendente, ilustrando crise na Gemini pós-IPO

Crise na Gemini: Ações Caem 14% Após Saída de Três Executivos Pós-IPO

A Gemini Space Station Inc. (GEMI) registrou a saída imediata de três executivos-chave — COO Marshall Beard, CFO Dan Chen e CLO Tyler Meade —, conforme filing regulatório divulgado nesta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. As ações caíram até 14%, para cerca de US$ 6,50, sinalizando instabilidade institucional apenas cinco meses após o IPO na Nasdaq. Os dados indicam preocupações com governança e prejuízos projetados em torno de US$ 600 milhões para 2025.


Detalhes das Saídas e Transição de Liderança

Os dados do filing 8-K revelam que as demissões são efetivas imediatamente, com Beard também renunciando ao conselho de diretores, sem desacordos operacionais reportados. A Gemini não planeja substituir o COO, transferindo responsabilidades de receita para o cofundador Cameron Winklevoss. Foram nomeados interinos: Danijela Stojanovic como CFO e Kate Freedman como general counsel, conforme detalhado na análise de mercado.

Essa transição ocorre em um contexto de corte de 25% da força de trabalho global, anunciado recentemente, e redução de ativos totais de US$ 10,8 bilhões em outubro para US$ 5,2 bilhões atuais. Os números mostram 600 mil usuários mensais transacionando, um aumento de 17% em relação ao ano anterior, mas insuficiente para mitigar a pressão financeira.

Impacto Imediato nas Ações e Desempenho de Mercado

As ações GEMI registraram queda de 10% a 14% no pregão inicial, negociando em US$ 6,54 por volta das 18h (horário de Brasília), enquanto o mercado amplo subia. Esse movimento contracíclico reflete perda de confiança dos investidores, com o ticker sobperformando pares do setor cripto. Os dados de volume de negociação da Gemini, em 19º lugar entre CEXs com US$ 31,9 milhões em 24h, indicam posição enfraquecida.

Bitcoin opera em US$ 67 mil, com retração de 25% nos últimos três meses, ampliando o cenário desafiador para exchanges públicas. A volatilidade das ações GEMI pós-IPO destaca a sensibilidade a eventos de governança em empresas cripto listadas.

Contexto Financeiro e Estratégico

A empresa projeta prejuízo líquido de US$ 587 milhões a US$ 602 milhões em 2025, apesar de receita líquida estimada em US$ 165-175 milhões, alta ante US$ 141 milhões em 2024, impulsionada por cartões de crédito. O IPO de setembro de 2025 captou US$ 425 milhões, mas a estratégia de retração — fechamento de operações no Reino Unido, UE e Austrália, foco em EUA e prediction markets — reflete ajustes drásticos.

Indicadores técnicos mostram suporte próximo a US$ 6,00 e resistência em US$ 7,50. Volumes elevados no dia sugerem realização de lucros, com médias móveis de 50 dias em declínio. Investidores monitoram o próximo filing trimestral para métricas de mNAV e liquidez.

Implicações para Governança e Mercado Cripto

Os números expõem riscos de concentração em fundadores Winklevoss, com Cameron acumulando papéis múltiplos. Para traders, vale observar níveis de suporte em US$ 6,00; rompimento abaixo pode acelerar vendas. O episódio reforça a necessidade de equipes executivas estáveis em exchanges públicas, especialmente em ciclos de baixa como o atual, com BTC testando mínimas recentes.

Dados sugerem maior escrutínio regulatório e de acionistas, potencialmente impactando valuation. Usuários devem avaliar diversificação de plataformas em meio à reestruturação.


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Personagens cartoon engenheiros abandonando fortaleza high-tech instável de IA, com líder no topo, simbolizando demissões em massa na xAI antes de IPO

Crise no Império Musk: Metade da xAI Abandona Navio Antes do IPO

Interessante como as coisas acontecem no timing perfeito: justo quando Elon Musk fundiu a xAI com a SpaceX para um império de US$ 1,25 trilhão e mira um IPO ambicioso, metade do time fundador – seis dos 12 originais – decide partir. Jimmy Ba e Yuhuai Wu foram os últimos a sair na semana passada, deixando o barco balançando enquanto Musk sonha com cidades lunares. Quem vai construir esse titã da IA agora?


Saídas Recentes: O Êxodo Acelera

Jimmy Ba, que cuidava de pesquisa, segurança e tutoria em IA, saiu na terça-feira com um post educado no X, agradecendo Musk e prometendo amizade eterna. No mesmo dia, Yuhuai “Tony” Wu, líder de raciocínio e diretamente reportando a Musk, anunciou seu “próximo capítulo”. Curioso como ambos anunciaram suas saídas de forma positiva. Antes deles, Hang Gao (do Grok Imagine), Vahid Kazemi (cansado de labs repetitivos), Ayush Jaiswal (priorizando a família) e Shayan Salehian (acelerar a ciência) também acenaram adeus. Simon Zhai fechou a lista recente com um “incrível”. Seis de doze: matemática implacável.

Histórico de Fugas e o Fantasma do Culto Musk

Não é de hoje: Kyle Kosic migrou para a OpenAI em 2024, Christian Szegedy (ex-Google) saiu em fevereiro passado, Igor Babuschkin fundou uma VC em 2025 e Greg Yang citou saúde em janeiro. Motivos oficiais? Pessoais, saúde, novas aventuras. Mas é evidente que trabalhar para Musk é uma maratona exaustiva. Estilo demandante, prazos extremamente apertados, polêmicas com o Grok gerando imagens controversas e posts problemáticos. Competição feroz com OpenAI e Anthropic não ajuda. É o clássico culto à personalidade: todos querem o gênio visionário, mas poucos aguentam o dia a dia. Ou será burnout na era da IA hiperacelerada?

Fusão SpaceX e IPO: Timing Perfeito para o Caos

A xAI se fundiu com SpaceX no início de fevereiro, após incorporar a plataforma X em 2025. Objetivo? Centros de dados espaciais, satélites de IA. Rotação nos executivos já ocorre: CFO, jurídico, engenharia de produtos e até a CEO da X, Linda Yaccarino, deixou o cargo sem sucessor anunciado. Musk admite em reuniões internas que a empresa está em “fluxo”, com alguns mais aptos para startups iniciais. Investidores provavelmente estão preocupados com um IPO da SpaceX previsto para junho. Manter o ritmo em IA com time pela metade? Será um grande desafio. xAI avança “mais rápido que qualquer uma”, diz o chefe, mas números contam outra história.

Musk Mira a Lua: Quem Fica para Limpar?

Enquanto o navio afunda – ou flutua, dependendo do otimismo –, Musk redireciona para a Lua: fábrica lunar de satélites IA, integrando Tesla, Neuralink e Boring Company. Ambições estratosféricas, mas com fundadores saindo em sequência, surge a pergunta central: quem constrói o sonho? A indústria de IA é um caldeirão de talentos voláteis, e xAI exemplifica o risco de depender de uma figura central. Vale monitorar se esse éxodo freia o hype ou se Musk recruta mais “amigos” para o próximo ato.


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Balança cartoon com personagem confiante de Kraken em lado alto rumo IPO com 2.2B e Galaxy estressado em prejuízo de 482M, contrastando finanças de exchanges

Kraken Bate US$ 2,2 Bi em Receita rumo ao IPO; Galaxy Prejuízo de US$ 482 Mi

Enquanto a exchange Kraken reportou receita de US$ 2,2 bilhões em 2025, um aumento de 33% em relação ao ano anterior, preparando-se para um IPO, a Galaxy Digital anunciou prejuízo líquido de US$ 482 milhões no Q4, impactada pela queda de 20% no Bitcoin. Os dados destacam a resiliência das plataformas de trading ante riscos direcionais de preço.


Desempenho Recordista da Kraken

Os resultados financeiros da Kraken para 2025 mostram equilíbrio entre receitas de trading (47%) e atividades baseadas em ativos (53%). O EBITDA ajustado cresceu 26% para US$ 530,6 milhões. O volume de transações atingiu US$ 2 trilhões, alta de 34%, com ativos na plataforma em US$ 48,2 bilhões (+11%) e contas financiadas em 5,7 milhões (+50%).

Esses números equivalem a cerca de R$ 11,5 bilhões em receita (dólar a R$ 5,24). A empresa, que levantou US$ 800 milhões a valuation de US$ 20 bilhões, protocolou IPO confidencial na SEC em novembro de 2025. Expansões incluem ações tokenizadas (volume superior a US$ 5 bilhões) e aquisições como NinjaTrader.

Prejuízos da Galaxy Digital em 2025

A Galaxy registrou prejuízo anual de US$ 241 milhões, com o Q4 impulsionado por depreciação de ativos digitais e custos pontuais de US$ 160 milhões. Apesar disso, o lucro bruto ajustado foi de US$ 426 milhões no ano, com US$ 2,6 bilhões em caixa e stablecoins ao fim do período.

A plataforma gerenciou US$ 12 bilhões em ativos e captou US$ 2 bilhões em inflows na gestão de ativos. O CEO Michael Novogratz atribuiu as perdas ao “mercado de baixa” em cripto, com Bitcoin em patamares baixos do range, sugerindo foco e preparação para acumulação.

Contraste: Taxas vs. Exposição Diretional

Os dados revelam uma dinâmica clara no ecossistema cripto: exchanges como Kraken capturam valor via taxas de trading e custódia, independentes da direção de preços, enquanto fundos como Galaxy enfrentam volatilidade em holdings de ativos. No Q4, queda de 20% no BTC impactou diretamente os balanços dos fundos, mas volumes elevados beneficiaram plataformas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 398.807 (-3,06% em 24h) reflete persistente pressão vendedora, reforçando a vantagem das exchanges em mercados voláteis.

Implicações para o Setor

Esses relatórios indicam maturação: exchanges diversificam (tokenização, derivativos) e buscam capital público via IPO, enquanto fundos ajustam estratégias para mitigar riscos de preço. Investidores devem monitorar volumes de trading, inflows de AUM e aprovações regulatórias como indicadores de saúde setorial. A estratégia de eficiência composta da Kraken, inspirada em big techs, pode servir de benchmark.


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Personagens cartoon Robinhood injetando ouro em tubulações Talos e Copper mirando IPO, simbolizando maturidade da infraestrutura cripto

Robinhood Injeta US$ 45 Milhões em Talos; Copper Mira IPO Bilionário

Wall Street consolida sua aposta na infraestrutura de trading cripto, com a Robinhood injetando US$ 45 milhões na Talos, avaliada em US$ 1,5 bilhão. Em paralelo, a firma de custódia Copper avança em conversas iniciais para IPO, seguindo o rival BitGo. Esses movimentos sinalizam um ‘encanamento’ financeiro cada vez mais sólido para ativos digitais, independentemente das oscilações de preço.


Robinhood Expande Estratégia com Talos

A Robinhood Markets participou de uma extensão da rodada Series B da Talos, elevando o total captado para US$ 150 milhões. Fundada em Nova York, a Talos oferece infraestrutura institucional de trading para criptoativos, agregando liquidez de exchanges, desks OTC e prime brokers. Seus clientes incluem centenas de instituições em 35 países, gerenciando coletivamente US$ 21 trilhões em ativos sob gestão (AUM).

Novos investidores estratégicos como Sony Innovation Fund, IMC, QCP e Karatage se juntaram a investidores como a16z crypto, BNY e Fidelity. “A flexibilidade da Talos permite aprofundar nossa liquidez e entregar features avançadas aos clientes da Robinhood Crypto”, afirmou Johann Kerbrat, SVP de Cripto da Robinhood. A empresa tem investido em blockchain própria no Arbitrum, ações tokenizadas na Europa e novos produtos como staking e futuros perpétuos, evidenciando um viés de alta na integração cripto-tradicional.

A Talos acelera via M&A, como a aquisição da Coin Metrics por mais de US$ 100 milhões, adicionando analytics onchain e dados de mercado.

Copper em Rota para Abertura de Capital

A Copper, sediada em Londres, está em conversas preliminares com bancos como Goldman Sachs, Citi e Deutsche Bank para um possível IPO. A decisão depende de metas de receita de curto prazo, mas o momento é propício após o IPO do BitGo, que debutou com valuation de US$ 2 bilhões na NYSE (preço inicial US$ 18, agora ~US$ 12,50).

A Copper fornece custódia baseada em MPC (multi-party computation), settlement e serviços de prime brokerage, reduzindo riscos de contraparte para bancos e traders. Recentemente, nomeou executivos como Amar Kuchinad (CEO global) e Tammy Weinrib (CCO Américas), fortalecendo compliance e expansão nos EUA.

Esses passos refletem a maturidade do setor: em 2025, 11 IPOs cripto levantaram US$ 14,6 bilhões, com foco em infraestrutura resiliente e receitas recorrentes.

Infraestrutura Cripto: O Novo Pilar de Wall Street

Apesar da volatilidade recente no Bitcoin e altcoins, o ‘plumbing’ cripto atrai capital bilionário. Diferente de 2025, dominado por tesourarias de ativos digitais, 2026 prioriza infraestrutura com compliance robusto e estabilidade operacional. Robinhood e Copper exemplificam como gigantes tradicionais veem cripto como trilhos digitais para finanças convencionais.

Para investidores brasileiros, isso significa maior liquidez e segurança institucional, pavimentando adoção em massa. Vale monitorar: esses investimentos sinalizam um mercado cripto mais maduro e menos volátil a longo prazo.


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Personagens cartoon estilizados de Ledger e CertiK batendo sino da NYSE com escudos, celebrando IPOs de segurança cripto

Ledger e CertiK na Bolsa: Gigantes da Segurança Cripto Chegam a Wall Street

As gigantes da segurança cripto, Ledger e CertiK, preparam estreias triunfais na Bolsa de Nova York. A Ledger, maior fabricante de carteiras hardware, avalia IPO com US$ 4 bilhões, enquanto a CertiK, pioneira em auditorias Web3, mira US$ 2 bilhões. Esses movimentos chegam após o sucesso da BitGo e reforçam a maturidade do setor de infraestrutura cripto, atraindo capital institucional em um ambiente regulatório favorável. Para o mercado brasileiro, é um sinal claro de legitimidade e crescimento sustentável.


Detalhes do IPO da Ledger: Autocustódia em Alta

A Ledger planeja abrir capital nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, aproveitando o momentum pós-IPO da BitGo, que levantou US$ 212,8 milhões e superou US$ 2 bilhões em valor de mercado. A empresa já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras hardware e protege cerca de US$ 100 bilhões em criptoativos globalmente. Esse passo reflete a demanda crescente por soluções de autocustódia, especialmente após roubos que somaram bilhões em 2025.

O timing é perfeito: com o mercado cripto em ciclo de recuperação, investidores institucionais buscam ativos de base sólida como custódia e segurança. A Ledger não tem token próprio, mas seu modelo de negócios demonstra estabilidade, superando o desempenho médio do setor em 2026. Para brasileiros, isso pode pressionar exchanges locais a adotarem padrões mais elevados de proteção de ativos.

CertiK Entra na Corrida: Primeira de Segurança Web3 na Bolsa

A CertiK avalia IPO com US$ 2 bilhões, posicionando-se como potencial primeira empresa puramente Web3 de segurança a se listar em bolsa. Especializada em auditorias de protocolos blockchain e detecção de vulnerabilidades, a firma capitaliza o boom da infraestrutura on-chain, onde segurança é o pilar fundamental para adoção em massa.

Em um ano marcado por exploits e hacks, serviços como os da CertiK ganham relevância. Seu valuation reflete confiança de investidores em ferramentas que mitigam riscos, essenciais para DeFi, NFTs e aplicações corporativas. Junto à Ledger, forma um duo que valida o ecossistema cripto perante Wall Street, atraindo fluxos de capital inéditos.

Por Que Isso É Otimista para o Mercado Cripto?

Esses IPOs não são isolados: Kraken mira US$ 20 bilhões e ConsenSys US$ 7 bilhões, segundo fontes como Benzinga. O foco em infraestrutura sinaliza o fim da era de especulação pura e o início de uma fase madura, com capital fluindo para negócios rentáveis e regulados. A separação entre custódia e negociação reduz riscos, beneficiando detentores de longo prazo.

No Brasil, onde o varejo cripto cresce rapidamente, esses eventos inspiram confiança. Empresas locais podem se beneficiar de inovações globais, enquanto investidores ganham opções mais seguras. O otimismo é fundamentado: segurança e autocustódia capturam valor estável em ciclos voláteis.

Próximos Passos e Oportunidades para Investidores Brasileiros

Monitore aprovações regulatórias e janelas de listagem na NYSE. Para o público brasileiro, o recado é claro: priorize autocustódia com ferramentas testadas como Ledger e exija auditorias CertiK-like em protocolos. Esses IPOs consolidam cripto como ativo legítimo, pavimentando o caminho para adoção institucional ampla. O futuro é brilhante para quem aposta na base sólida do ecossistema.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Balões cartoon de IPOs estilizados furados e deflacionando sobre Wall Street, com traders preocupados simbolizando quedas de BitGo e COIN

BitGo Despenca 22% Após IPO e COIN Recua: Fuga de Risco?

As ações cripto enfrentam uma queda acentuada em Wall Street, com a BitGo (BTGO) despencando quase 22% no segundo dia de negociação após seu IPO, fechando a US$ 14,50, abaixo do preço de oferta de US$ 18. Paralelamente, a Coinbase (COIN) recua cerca de 2% para US$ 218, em meio a preocupações com resultados do Q4 2025 e atrasos no CLARITY Act. Apesar do otimismo geral no mercado de ações, o setor cripto revela sinais de ressaca pós-hype.


Desempenho Fraco da BitGo Pós-IPO

A BitGo, provedora de custódia de ativos digitais pioneira no Wrapped Bitcoin (WBTC), realizou seu IPO na NYSE na quinta-feira (23/01/2026), captando mais de US$ 212 milhões a uma valuation de cerca de US$ 2 bilhões. O preço de abertura superou a faixa prospectada de US$ 15-17, mas o entusiasmo evaporou rapidamente. No segundo dia, as ações caíram 22%, contrastando com ganhos modestos no S&P 500 (+0,03%) e Nasdaq (+0,28%).

Fundada em 2013 e recentemente realocada para Sioux Falls, Dakota do Sul, a BitGo representa o primeiro IPO cripto de 2026. Analistas atribuem a queda à cautela institucional em meio à volatilidade do Bitcoin, que oscila em torno de US$ 89 mil, e à percepção de risco elevado em custódia de criptoativos. O movimento sugere falta de apetite sustentado por ações puramente expostas ao setor.

Pressões na Coinbase e Previsões de Receita

A Coinbase, maior exchange dos EUA, vê seu papel (COIN) sob pressão, com perda de 8% nos últimos cinco dias e 4% no ano. O declínio atual reflete modelagens de analistas como Compass Point, que reiteram rating de venda com alvo em US$ 190, prevendo um miss de 4% na receita do Q4 2025 em trading e serviços de assinatura.

Os volumes de negociação mais fracos e guidance conservador para Q1 2026 agravam o cenário. A divulgação de resultados está marcada para 12 de fevereiro, mas expectativas apontam para underwhelming performance, impulsionada por condições macroeconômicas e menor atividade no mercado cripto. Indicadores técnicos mostram o ativo em modo risk-off, com suporte entre US$ 200-220.

Atrasos no CLARITY Act Ampliam Incertezas

O impasse no CLARITY Act, legislação para clareza regulatória em cripto, pesa sobre o setor. Sem avanços significativos até fevereiro, conforme analistas, o bill enfrenta markup tardio em fevereiro ou março. Isso cria barreiras para adoção institucional, afetando diretamente custodiadoras como BitGo e exchanges como Coinbase.

A falta de progresso regulatório reforça a narrativa de risco regulatório persistente, mesmo com Bitcoin estável. Empresas cripto dependem de marcos legais para atrair capital de grandes investidores, e o atraso sinaliza volatilidade prolongada para ações do setor. Outros IPOs, como o SPAC ligado à Kraken, monitoram o impacto.

Volatilidade Normal ou Alerta Estrutural?

Dados objetivos indicam volatilidade inerente: BitGo exemplifica o pop and drop comum em IPOs de tech de alto risco, enquanto COIN reflete correlação com volumes cripto. Analistas como Danny Marques veem potencial de reversão, com indicadores semanais resetados e compressão sugerindo expansão para cima – possível 2x em 2026 se regulação avançar.

No entanto, a divergência com índices amplos sugere seletividade: apetite institucional fraco para pura exposição cripto. Investidores devem monitorar earnings da Coinbase e updates legislativos para sinais de estabilização.


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Figura cartoon saindo de prisão simbólica rumo a prédios de BitGo descendente e Ledger ascendente com $4B, marcando fim da era FTX e IPOs de custódia

Fim da Era FTX: Ellison Livre e IPOs de BitGo e Ledger

A libertação de Caroline Ellison após 14 meses de prisão sinaliza o fim de uma era sombria para o setor cripto. Ex-CEO da Alameda Research e testemunha chave contra Sam Bankman-Fried no colapso da FTX, ela cumpriu parte de sua sentença de dois anos. Enquanto o mercado vira essa página, empresas de infraestrutura como BitGo e Ledger miram na bolsa de valores, mostrando amadurecimento, mas com lições duras de desempenho inicial.


O Fim do Capítulo FTX

Para quem está começando no mundo cripto, vale lembrar: a FTX era uma das maiores exchanges até seu colapso em 2022, quando fundos de clientes foram usados indevidamente pela Alameda Research, firma de trading ligada ao fundador Sam Bankman-Fried (SBF). Caroline Ellison, então CEO da Alameda, se declarou culpada de fraude e conspiração, entregando US$ 11 bilhões e aceitando um banimento de 10 anos de cargos executivos.

Sua sentença de dois anos foi bem mais leve que os 25 anos de SBF, graças à cooperação como testemunha. Agora, sob supervisão em um programa de reingresso, Ellison representa o fechamento jurídico de um escândalo que abalou a confiança no setor. Isso permite que o cripto foque em crescimento regulado e infraestrutura sólida.

BitGo na Bolsa: Lições de um IPO Volátil

Entrando em 2026, a custódia de ativos digitais ganha destaque. A BitGo, empresa de custódia cripto, estreou na NYSE quinta-feira com IPO a US$ 18 por ação, valuation de US$ 2 bilhões – o primeiro do ano após Circle, Bullish e Gemini em 2025.

Mas no segundo dia, as ações caíram 12%, negociando a US$ 16,53. Para iniciantes: custódia é como um cofre seguro para criptomoedas, essencial para instituições. Essa queda ensina que entrar na bolsa exige transparência e resultados consistentes, além de resistir à volatilidade do Bitcoin, que oscila entre US$ 89 mil e US$ 95 mil recentemente. Investidores agora cobram mais “entrega” de empresas cripto listadas.

Ledger Aposta Alto na NYSE

Em contraste otimista, a Ledger, francesa líder em hardware wallets (carteiras físicas seguras), planeja IPO na NYSE visando US$ 4 bilhões – triplicando sua valuation de US$ 1,5 bilhão em 2023. Bancos como Goldman Sachs, Jefferies e Barclays assessoram o processo, que pode ocorrer ainda este ano.

O CEO Pascal Gauthier destacou receitas recordes em centenas de milhões, impulsionadas por hacks crescentes – mais de US$ 500 mil perdidos em 2023 em um incidente. Apesar de um recente vazamento de dados via parceiro, a demanda por segurança autônoma (sem depender de terceiros) impulsiona o crescimento. Hardware wallets protegem chaves privadas offline, ideais para holders de longo prazo.

Do Colapso à Wall Street: O Novo Ciclo Cripto

Esses eventos marcam a transição do cripto: de escândalos como FTX para maturidade via IPOs de infraestrutura. BitGo alerta para riscos de listagem em mercados voláteis, enquanto Ledger mostra potencial com foco em segurança. Para investidores brasileiros, monitore esses papéis na NYSE, mas lembre: diversifique e priorize fundamentos. O setor amadurece, virando páginas rumo a adoção institucional.


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Executivos cartoon apertando mãos sobre ponte unindo NYSE clássica a rede blockchain, celebrando IPO da BitGo e tokenização

BitGo estreia na NYSE com IPO de US$ 2,13 bilhões: Primeira listagem cripto de 2026

A BitGo realizou seu IPO histórico na NYSE, tornando-se a primeira empresa cripto a estrear em bolsa em 2026. Com preço de US$ 18 por ação, acima da faixa prevista de US$ 15-17, a custodiante arrecadou US$ 2,13 bilhões, sinalizando a maturidade do setor. As ações subiram 13% na estreia, enquanto a Ondo Finance tokenizou o ativo em blockchains como Solana e Ethereum, construindo a ponte perfeita entre Wall Street e crypto.


Detalhes do IPO e Desempenho Inicial

A oferta pública inicial da BitGo foi precificada em US$ 18 por ação, superando expectativas e captando US$ 2,13 bilhões. O CEO Mike Belshe mantém controle com 56% dos votos, reforçando estabilidade estratégica. Plataforma custodia US$ 104 bilhões em ativos, suportando mais de 1.550 tokens, com receita nos primeiros nove meses de 2025 atingindo cerca de US$ 10 bilhões, um salto de mais de 400% ante o ano anterior.

Na estreia, as ações abriram em US$ 22,40, tocaram US$ 24,10 e fecharam próximas a US$ 20,10, alta de 13% sobre o preço IPO. Esse desempenho reflete confiança institucional crescente no modelo de custódia segura da BitGo, pioneira em soluções para grandes players.

Tokenização pela Ondo: Crypto Vai à Bolsa On-Chain

Logo após a campainha na NYSE, a Ondo Finance tokenizou as ações da BitGo via Ondo Global Markets, lançando-as em Solana, Ethereum e BNB Chain. Essa inovação permite acesso global on-chain em tempo real, marcando um marco na convergência entre finanças tradicionais e DeFi. A plataforma da Ondo, com TVL de US$ 466 milhões e volume acumulado de US$ 6,4 bilhões desde setembro de 2025, agora lista a BitGo como a 205ª ação tokenizada.

Essa tokenização democratiza o investimento, permitindo que holders de crypto negociem ações da BitGo sem corretoras tradicionais, acelerando a adoção institucional e retail.

Implicações para o Mercado Cripto Institucional

O IPO da BitGo valida a tese de maturidade do ecossistema cripto. Com projeção de receita anual de 2025 entre US$ 160-161 bilhões, a empresa demonstra escalabilidade em custódia, essencial para ETFs, fundos e corporações. Investidores como Valor Equity Partners (4,6% votos) e Redpoint Ventures (3,9%) apostam no crescimento, em meio a um mercado onde Bitcoin oscila firmemente acima de US$ 90 mil.

Esse evento pavimenta o caminho para mais listagens cripto, fortalecendo a narrativa de alta: crypto não é mais nicho, é Wall Street 2.0. Monitore o ticker BTGO.US para sinais de alta contínua.

Por Que Isso Importa para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, o sucesso da BitGo reforça oportunidades em custódia segura e tokenização. Com o real volátil, alocar em ativos globais como ações tokenizadas via Ondo pode diversificar portfólios. A convergência acelera inflows institucionais, beneficiando BTC e altcoins. Fique de olho: o futuro é híbrido, on e off-chain.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Carteira hardware cartoon subindo degraus da Wall Street com ajuda de banqueiro, escudo rachado simbolizando críticas de segurança no IPO da Ledger

Ledger Planeja IPO de US$ 4 Bi: Chega à Wall Street?

A Ledger, líder em carteiras hardware, está em negociações avançadas com Goldman Sachs, Jefferies e Barclays para um IPO nos Estados Unidos, com valuation superior a US$ 4 bilhões. O movimento ocorre em meio à crescente demanda por soluções de autocustódia, impulsionada por mais de US$ 3,4 bilhões roubados em hacks cripto em 2025. Apesar do otimismo institucional, críticas de ZachXBT questionam a segurança da empresa.


Detalhes do IPO e Desempenho Recorde

A francesa Ledger, fundada em 2014, registrou receita na casa dos centenas de milhões em 2025, seu melhor ano até agora. O CEO Pascal Gauthier já havia sinalizado planos de listagem em Nova York em novembro, destacando que o capital para cripto não está na Europa. A demanda por dispositivos como o Ledger Nano X explode com o aumento de fraudes online, posicionando a empresa como reserva confiável para chaves privadas offline.

BitGo, concorrente em custódia, estreou na NYSE ontem com alta de 24%, abrindo em US$ 22,40. Esse sucesso reforça o apetite de Wall Street por players de segurança cripto, sugerindo que a Ledger pode capturar valor significativo no IPO previsto para este ano.

Críticas de ZachXBT e Histórico de Segurança

O investigador on-chain ZachXBT ironizou o IPO, acusando a Ledger de priorizar lucros sobre segurança. Ele cita o vazamento de 2020, quando um erro em API expôs 1 milhão de emails e 272 mil dados completos (nomes, endereços, telefones), levando a roubos direcionados e perdas milionárias. Problemas recentes incluem falhas na bateria do Nano X e taxas para clear signing.

Embora a Ledger não compense vítimas e defenda suas medidas, esses incidentes erodem confiança. ZachXBT vê o IPO como mera extração máxima de lucros, mas a empresa argumenta que hacks crescem globalmente, validando sua relevância.

Por Que Investidores Podem Apostar na Ledger?

Apesar das críticas, o tom otimista prevalece: autocustódia é essencial em um mercado maduro. Com Bitcoin a R$ 470.755 (Cointrader Monitor, variação -1,8% em 24h) e dólar a R$ 5,29, o valuation de US$ 4 bi (cerca de R$ 21 bi) parece atrativo para uma líder com crescimento explosivo.

Goldman Sachs e Barclays validam a tese institucional. Riscos existem, mas melhorias contínuas e demanda por hardware offline podem impulsionar ações pós-IPO, como visto com BitGo. Vale monitorar atualizações regulatórias nos EUA.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para brasileiros, o IPO reforça a adoção global de carteiras hardware em exchanges locais como Binance. Com hacks em alta, migrar para Ledger pode proteger portfólios. No entanto, pesquise histórico e evite decisões precipitadas.


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Executivo cartoon abrindo portas da NYSE com cofre BTGO dourado subindo +25%, celebrando IPO cripto de 2026 e otimismo em custódia

BitGo Salta 25% em Estreia na NYSE: IPO Cripto de 2026

A BitGo (BTGO) saltou cerca de 25% no pregão de abertura na NYSE nesta quinta-feira (22/01), após precificar seu IPO em US$ 18 por ação na quarta. A empresa de custódia cripto, avaliada em torno de US$ 2 bilhões, torna-se a primeira do setor a abrir capital em 2026, sinalizando confiança institucional em infraestrutura mesmo em meio à volatilidade do mercado.


Desempenho Inicial e Detalhes do IPO

A ação chegou a subir até 36%, atingindo US$ 24,50 no início das negociações, antes de fechar com alta de 2,7% em US$ 18,49. O IPO gerou cerca de US$ 212,8 milhões em receitas brutas com a oferta de 11,8 milhões de ações classe A, acima da faixa inicial de US$ 15-17. Fundadores como o CEO Michael Belshe mantêm controle significativo via ações classe B e opções.

Desde 2013, a BitGo acumula mais de US$ 90 bilhões em ativos sob custódia (AUM), atuando como custodiante para diversos ETFs de cripto spot. Essa solidez operacional explica o apetite dos investidores por sua infraestrutura de ‘encanamento’ do ecossistema cripto.

Confiança Institucional e Valuation

O sucesso da estreia reflete otimismo com empresas de custódia regulada, diferenciando-se de listagens voláteis como a da Circle (US$ 7 bilhões em 2025). Analistas da VanEck destacam a BitGo como ativo superior a muitos tokens com market cap similar, graças à geração de receita recorrente e market share crescente.

No contexto macro, com Bitcoin negociado a R$ 472.691 (Cointrader Monitor), a valorização da BitGo sugere que Wall Street prioriza compliance e serviços essenciais sobre especulação com preços de criptoativos.

Tokenização On-Chain pela Ondo Finance

Inovando, a Ondo Finance lançará versões tokenizadas das ações BTGO em Ethereum, Solana e BNB Chain ainda nesta quinta, via Ondo Global Markets. Isso permite que investidores globais, especialmente fora dos EUA, acessem o ativo com stablecoins, sem intermediários tradicionais.

A plataforma já tokeniza ações e ETFs americanos, com US$ 466 milhões em TVL e US$ 6,4 bilhões em volume acumulado. Essa ponte entre finanças tradicionais e DeFi acelera liquidez e eficiência, alinhando-se a tendências como as destacadas pela BlackRock para 2026.

Implicações para o Mercado Cripto

O IPO da BitGo serve de termômetro: após o ‘inverno cripto’, indica apetite por infraestrutura estável. Pode pavimentar o caminho para outros custodiantes, como Anchorage Digital, testando valuations em um mercado sob pressão — BTC 30% abaixo da máxima de outubro.

Investidores devem monitorar o desempenho sustentado da BTGO, mNAV e integração DeFi. Dados sugerem maturidade setorial, mas volatilidade persiste.


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Executivos cartoon de Wall Street e cripto apertando mãos sobre pilar com selo IPO, simbolizando funding pré-IPO e maturidade institucional

Anchorage Digital Busca US$ 200-400 Milhões Pré-IPO na Bolsa de Nova York

A Anchorage Digital, sediada em Nova York e afiliada ao primeiro banco de ativos digitais com licença federal nos EUA, busca captar entre US$ 200 milhões e US$ 400 milhões em rodada de financiamento prévia a uma possível oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Nova York. A notícia, reportada pela Bloomberg em 16 de janeiro de 2026, sinaliza a maturidade do setor cripto, migrando de iniciativas isoladas para estruturas bancárias tradicionais reguladas.


O Que é um Banco Cripto com Carta Federal?

A Anchorage se destaca por possuir uma afiliação com o primeiro banco de ativos digitais charteado federalmente nos Estados Unidos. Essa licença, emitida pelo OCC (Office of the Comptroller of the Currency), concede status equivalente a bancos tradicionais, com supervisão rigorosa e proteções para custodiantes. Diferente de custodiantes não bancários, isso permite à Anchorage oferecer serviços de custódia segura de criptoativos e emissão de stablecoins sob a GENIUS Act.

Para investidores brasileiros, isso representa um selo máximo de segurança: ativos protegidos por padrões bancários federais, com segregação de fundos e auditorias constantes. A empresa já emitiu stablecoins em parceria com a Tether, como o USAT, ampliando sua oferta para instituições que demandam compliance total. Essa estrutura reduz riscos de falhas operacionais comuns em plataformas não reguladas.

Detalhes da Captação e Histórico de Crescimento

A rodada atual visa fortalecer o balanço patrimonial antes do IPO, potencialmente valorizando a empresa acima dos US$ 3 bilhões de sua última avaliação. Em 2021, a Anchorage captou US$ 350 milhões liderados pela KKR, e 2025 foi marcado por aquisições, como o braço de wealth da Securitize, e novas linhas de negócio em tokenização.

Segundo relatos recentes, o funding servirá para expandir equipes de stablecoins e parcerias institucionais, preparando o terreno para listagem pública em 2026 ou 2027. A companhia declinou comentar, mas fontes indicam que condições de mercado e aprovações regulatórias definirão o cronograma exato.

Implicações para o Mercado Cripto e Investidores Brasileiros

Esse movimento reforça a transição do criptomercado para Wall Street. Com players como Anchorage adotando modelos bancários regulados, grandes investidores institucionais ganham confiança para alocar em criptoativos. Para o brasileiro, isso significa mais opções seguras via custodiantes globais compatíveis com exchanges locais.

A maturidade institucional reduz volatilidade associada a riscos regulatórios, facilitando adoção por fundos de pensão e family offices. Monitore o sucesso dessa captação: um IPO bem-sucedido pode atrair bilhões em inflows para o ecossistema cripto, beneficiando holders de longo prazo.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Investidores devem acompanhar atualizações sobre valuation final, investidores na rodada e timeline do IPO. Com o mercado cripto em alta — Bitcoin acima de US$ 95 mil —, essa jogada posiciona a Anchorage como pioneira na fusão de finanças tradicionais e digitais. Fique atento a anúncios oficiais para oportunidades de exposição indireta via ações públicas.


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Personagens cartoon de banqueiro Wall Street e custodio cripto apertando mãos sobre pilha '400M' dourada com sino IPO ao fundo, validando setor cripto

Anchorage Digital Planeja US$ 400 Milhões Antes de IPO

Cripto na Bolsa? A Anchorage Digital, primeiro banco de criptomoedas com carta federal nos EUA, planeja captar entre US$ 200 milhões e US$ 400 milhões, segundo reportagens da Bloomberg. Esse movimento reacende rumores de um IPO em 2026 ou 2027, sinalizando a maturidade do setor e a entrada definitiva no coração de Wall Street. Para investidores brasileiros, é um marco de validação institucional.


Detalhes da Captação e Rumores de IPO

A Anchorage, avaliada em mais de US$ 3 bilhões na última rodada, busca fortalecer sua posição financeira antes de uma possível oferta pública inicial. Fundada em 2017 por Diogo Mónica e Nathan McCauley, a empresa já captou US$ 350 milhões em sua Série D em 2021, com apoio de pesos-pesados como Apollo, Goldman Sachs e KKR. O plano de funding atual é visto como runway para o IPO, inspirado no sucesso da Circle no ano passado.

Embora a companhia não confirme oficialmente, o timing é propício: o apetite por infraestrutura cripto regulada cresce entre instituições tradicionais. Analistas apontam que essa captação pode elevar a valuation e preparar o terreno para uma listagem que atrairia bilhões em investimentos públicos.

Vantagem Regulatória: O Primeiro Banco Cripto Federal

O diferencial da Anchorage é sua charter federal obtida em 2021 pelo Office of the Comptroller of the Currency, tornando-a o pioneiro em custódia institucional segura nos EUA. Isso oferece confiança a grandes clientes, diferentemente de plataformas não reguladas. Nos últimos meses, expandiu para gestão de patrimônio com a aquisição da Securitize For Advisors e ciclo de vida de tokens via Hedgey.

Além disso, avanços em stablecoins e venture capital diversificam receitas, posicionando-a como hub completo para ativos digitais. Essa solidez regulatória é o que atrai gigantes como Bloomberg, que destacam o potencial de crescimento sustentável em meio à volatilidade do mercado cripto.

Concorrência Aquecida e Onda de IPOs

O setor ferve: a BitGo protocolou IPO esta semana, enquanto Bitpanda, Kraken e HashKey planejam listagens regionais. Concorrentes como Circle, Ripple, Fidelity Digital Assets e Paxos buscam status similar de trust banks. Essa competição impulsiona inovação, mas a pioneirismo da Anchorage a coloca à frente.

Para o ecossistema cripto, esses movimentos representam validação: de nicho especulativo a infraestrutura essencial para finanças globais. Investidores institucionais veem nisso uma oportunidade de escala, com custódia segura pavimentando o caminho para adoção em massa.

Implicações Otimistas para o Mercado Cripto

Um IPO da Anchorage seria divisor de águas, provando que bancos cripto podem prosperar sob escrutínio regulatório e atrair capital tradicional. Para brasileiros interessados em cripto, sinaliza estabilidade: mais players regulados significam opções seguras e crescimento exponencial. Vale monitorar avanços, pois isso pode impulsionar o bull market institucional em 2026.

O otimismo é fundamentado: com backing de Wall Street e expansão estratégica, a Anchorage exemplifica como o setor amadurece, transformando rumores em realidade bilionária.


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Executivos cartoon crypto e Wall Street em handshake sobre documentos SPAC sob sinal Nasdaq neon, marcando avanco da Kraken para bolsa

Kraken avança para Nasdaq com SPAC de US$ 250 milhões

A KRAKacquisition Corp., SPAC patrocinada por afiliada da Kraken, protocolou na SEC uma oferta pública inicial de US$ 250 milhões para listagem na Nasdaq. São 25 milhões de units a US$ 10 cada, um movimento que acelera a entrada da exchange na bolsa e coloca pressão direta na Coinbase. Esse "cheque em branco" corporativo sinaliza o amadurecimento acelerado do setor cripto, em meio a um cenário regulatório favorável pós-Trump.


Detalhes da Oferta KRAKacquisition

A empresa de aquisição de propósito específico (SPAC), sediada nas Ilhas Cayman, planeja listar sob o ticker KRAQU na Nasdaq, com ações Classe A e warrants separando-se depois em KRAQ e KRAQW. Patrocinada pela Kraken, Tribe Capital e Natural Capital, a SPAC pode mirar fusão com qualquer setor, mas o contexto aponta para ativos digitais como reserva de valor contra inflação.

O Santander atua como coordenador líder, reforçando credibilidade institucional. Esse passo vem após a Kraken captar US$ 800 milhões em novembro de 2025, valendo US$ 20 bilhões, e protocolar confidencialmente seu IPO.

O que é uma SPAC e por que acelera IPOs?

SPAC significa Special Purpose Acquisition Company, um "cheque em branco" listado em bolsa para captar fundos e fundir-se rapidamente com uma target privada, evitando o longo processo tradicional de IPO. Para leigos, imagine uma empresa vazia que levanta capital público e depois "casando" com a Kraken, permitindo listagem em meses, não anos.

Essa estrutura ganhou tração em cripto por sua agilidade, especialmente com regulação amena. A KRAKacquisition destaca a expertise da Kraken em riscos e compliance, posicionando-a como player maduro para Wall Street.

Pressão na Coinbase e onda de listagens cripto

A manobra da Kraken intensifica competição com a Coinbase, já listada desde 2021. Enquanto a COIN enfrenta volatilidade, a Kraken chega com valuation fresco de US$ 20 bilhões e foco em expansão global, incluindo Wyoming como nova sede. Investidores veem nisso um divisor: quem domina custódia e trading institucional?

Não é isolado: a BitGo protocolou IPO de até US$ 201 milhões, mirando valuation de US$ 1,96 bilhão e custodiando US$ 90-104 bilhões em ativos. Circle, Gemini e Figure já abriram capital, testando apetite por infraestrutura cripto.

Implicações para o mercado e investidores brasileiros

Esses IPOs consolidam cripto como asset class madura, atraindo capital tradicional via ETFs e tesourarias. Para brasileiros, sinaliza padrões globais de compliance chegando via regulação do BC, que exige capital mínimo em corretoras a partir de fevereiro 2026. Vale monitorar: sucesso aqui pode elevar valuations locais e reduzir riscos sistêmicos.

O otimismo é fundamentado – com Bitcoin acima de US$ 92 mil e fluxos em ETFs, o ecossistema ganha robustez para o ciclo atual.


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Executivos cartoon abrindo portas da NYSE com cofre digital flutuante, simbolizando IPO da BitGo e futuro institucional da cripto

BitGo Busca IPO de US$ 2 Bilhões na NYSE: Futuro Institucional da Cripto

A BitGo, uma das principais empresas de custódia de criptomoedas, anunciou o lançamento de seu IPO na New York Stock Exchange (NYSE), mirando levantar cerca de US$ 200 milhões com valuation de até US$ 2 bilhões. Com apoio de gigantes como Goldman Sachs e Citigroup, esse movimento sinaliza a maturação do mercado cripto, trazendo infraestrutura segura para instituições. Para investidores brasileiros, é um passo rumo à adoção corporativa global de ativos digitais.


O Que é Custódia Cripto e Por Que BitGo Lidera?

Imagine uma “cofre digital” para Bitcoin e outras criptomoedas, projetado para grandes instituições como bancos e fundos de investimento. Essa é a essência da custódia cripto, serviço oferecido pela BitGo desde 2013. Diferente de carteiras pessoais, a custódia institucional garante segurança avançada, com chaves privadas protegidas, seguros contra hacks e conformidade regulatória.

A BitGo gerencia bilhões em ativos para clientes globais, incluindo exchanges e gestoras. Seu modelo de negócios baseia-se em taxas fixas por armazenamento, menos volátil que trading. Para iniciantes, pense assim: enquanto você guarda moedas em apps como Binance, instituições precisam de soluções enterprise para trilhões em volume. Essa demanda explode com ETFs de Bitcoin aprovados nos EUA.

Essa expertise atraiu investidores como Goldman Sachs, validando a BitGo como pilar da infraestrutura cripto.

Detalhes do IPO: Números e Estrutura

O IPO inclui cerca de 11,8 milhões de ações, com faixa de preço entre US$ 15 e US$ 17 por ação, podendo gerar até US$ 201 milhões em proceeds. Desses, 11 milhões são novas ações Class A da BitGo Holdings, e o restante de acionistas existentes. A listagem usará o ticker BTGO na NYSE, após registro na SEC em 2025.

Goldman Sachs atua como lead bookrunner, com Citigroup como bookrunner. Esse syndicate de Wall Street reforça credibilidade, atraindo investidores tradicionais para cripto. Para o público brasileiro, é como ver Nubank ou XP ir à bolsa: acesso a capital público financia expansão tech e compliance.

Os fundos levantarão capital para inovação em segurança, como wallets multi-assinatura e suporte a novas blockchains, fortalecendo a posição da BitGo.

Contexto de Mercado: IPOs Cripto em Alta

O movimento da BitGo ocorre em 2026, após recuperação cautelosa do mercado IPO americano. Em 2025, Circle (stablecoin USDC) e Bullish (exchange) debutaram com sucesso na NYSE, superando eToro. Kraken também planeja listagem, mostrando apetite por negócios cripto regulados.

Desafios incluem volatilidade pós-queda de outubro 2025, tarifas e shutdown governamental. Investidores priorizam revenue estável da custódia sobre trading especulativo. Dados sugerem que custodiantes como BitGo beneficiam-se da adoção institucional, com BlackRock e Fidelity expandindo serviços cripto.

Para o Brasil, onde CVM discute regras para criptoativos, esse IPO inspira: custódia segura pavimenta caminho para fundos locais investirem bilhões em Bitcoin sem riscos operacionais.

O Que Isso Revela Sobre o Futuro Institucional?

O IPO da BitGo marca transição: cripto deixa era especulativa para infraestrutura financeira madura. Instituições buscam custódia para alocar em ETFs, treasuries corporativos e DeFi permissionado. Com valuation de US$ 2 bi, BitGo testa apetite por múltiplos de fee-based revenue.

Investidores devem monitorar: sucesso impulsiona mais IPOs (ex: Anchorage, Fireblocks); falha expõe riscos regulatórios. Para brasileiros, sinaliza oportunidade: plataformas locais podem integrar custódia global, atraindo reais para ecossistema cripto. Vale acompanhar BTGO para medir confiança no setor.


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Personagem cartoon de exchange cripto abrindo portas douradas da Nasdaq com luz cyan, simbolizando IPO acelerado via SPAC

Kraken Mira Nasdaq com SPAC de US$ 250 Milhões

A KRAKacquisition Corp., SPAC recém-formada e vinculada à exchange Kraken, protocolou uma oferta pública inicial de US$ 250 milhões junto à SEC. Esse movimento representa um passo ousado rumo à listagem na Nasdaq, utilizando o modelo de empresa de cheque em branco para acelerar o processo de IPO. Com unidades a US$ 10 cada, o plano reforça a confiança institucional no ecossistema cripto, abrindo portas para fusões estratégicas em meio ao otimismo regulatório pós-eleições nos EUA. A Kraken na bolsa? Parece cada vez mais próximo.


O Que é um SPAC e Por Que Acelera IPOs?

Uma SPAC (Special Purpose Acquisition Company), ou empresa de cheque em branco, é uma estrutura corporativa criada especificamente para captar recursos via bolsa e, em seguida, fundir-se com uma companhia privada almejada. Diferente de um IPO tradicional, que pode demorar anos com escrutínio regulatório intenso, o SPAC permite listagem em meses. No caso da SPAC apoiada pela Kraken, os 25 milhões de unidades emitidas incluem ações Classe A e frações de warrants, negociáveis na Nasdaq sob o ticker KRAQU.

Essa abordagem otimiza tempo e custos, atraindo investidores institucionais ávidos por exposição a criptoativos. Com Santander como gestor exclusivo da oferta, o processo ganha credibilidade bancária tradicional, sinalizando maturidade do setor.

Detalhes da KRAKacquisition e Parcerias Estratégicas

Baseada nas Ilhas Cayman e patrocinada por afiliada da Kraken, a KRAKacquisition não definiu ainda o alvo de fusão, mas foca em “qualquer negócio ou indústria” com potencial sinérgico. Formada em parceria com fundos como Tribe Capital e Natural Capital, reflete a rede robusta da Kraken. Recentemente, a exchange captou US$ 800 milhões a uma avaliação de US$ 20 bilhões, com apoio de gigantes como Jane Street e DRW Venture Capital.

A tese de investimento destaca a inflação erodindo o dólar e o Bitcoin como reserva de valor descentralizada. A expertise regulatória e de gerenciamento de riscos da Kraken, acumulada ao longo de anos, posiciona a SPAC como veículo ideal para aquisições no espaço cripto.

Contexto de Momentum no Mercado Cripto

O anúncio ocorre em um ambiente favorável, com ventos regulatórios positivos após a reeleição de Donald Trump em 2024. Firmas como Circle, Gemini e Figure Technologies já debutaram na bolsa, enquanto BitGo arquivou para US$ 200 milhões gerenciando US$ 104 bilhões em ativos. A Kraken, que confidencialmente protocolou IPO em novembro e mudou sede para Wyoming, demonstra compromisso com transparência e expansão.

Esse fluxo de listagens institucionais valida o amadurecimento das exchanges, facilitando influxo de capital tradicional e legitimando cripto como classe de ativo madura.

Implicações Otimistas para Investidores e Ecossistema

Para investidores brasileiros, o SPAC da Kraken sinaliza aceleração na adoção corporativa de cripto, potencializando valorizações em ativos digitais. Monitorar tickers como KRAQ e KRAQW pode revelar oportunidades de exposição indireta à exchange. Com o mercado em alta – Bitcoin acima de US$ 95 mil –, esse movimento reforça a narrativa bullish: cripto não é mais especulação, mas infraestrutura financeira global.

Os próximos passos incluem aprovação da SEC e anúncio de fusão, eventos que podem impulsionar ainda mais o otimismo setorial.


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Executivos cartoon abrindo portas da NYSE com cofre digital cyan brilhante, simbolizando IPO da BitGo e avanço da custódia cripto

BitGo Busca US$ 2 Bi em IPO na NYSE: Custódia Cripto Avança

Mais um gigante cripto chega à Bolsa de Nova York. A BitGo, líder em custódia de ativos digitais, protocolou na SEC seu IPO visando uma avaliação de até US$ 2 bilhões. Com oferta de 11,8 milhões de ações a US$ 15-17 cada, a empresa pode captar US$ 200 milhões sob o ticker BTGO. Esse movimento reforça o amadurecimento da infraestrutura cripto, impactando diretamente a confiança de investidores institucionais e retail no ecossistema.


Detalhes da Oferta Pública

A oferta da BitGo foi registrada na segunda-feira (12 de janeiro de 2026), com data prevista para 21 de janeiro na NYSE. Fundada em 2013 em Palo Alto, a empresa gerencia mais de US$ 104 bilhões em ativos digitais, oferecendo soluções de wallet privada, custódia regulada, staking e trading.

Seus resultados financeiros impressionam: em 2025, projeções indicam US$ 15,4 bilhões em receitas de vendas de ativos digitais, contra US$ 2,5 bilhões no ano anterior. Apesar de uma queda em staking (menos US$ 82 milhões), novas assinaturas geraram US$ 60 milhões, culminando em US$ 35 milhões de lucro líquido até setembro. Esses números demonstram resiliência em meio à volatilidade do mercado.

O Que é Custódia Cripto e Sua Importância Técnica

Custódia cripto é o serviço de armazenamento seguro de chaves privadas associadas a ativos digitais, garantindo proteção contra hacks, perdas ou falhas humanas. Diferente de exchanges centralizadas, a custódia qualificada usa tecnologias como multi-assinatura (multi-sig) e hardware security modules (HSM), onde transações exigem aprovações múltiplas.

Para o ecossistema, empresas como a BitGo são o “cofre” da infraestrutura. Elas habilitam instituições a alocar bilhões em Bitcoin e altcoins sem riscos operacionais excessivos. Uma avaliação de US$ 2 bilhões valida essa maturidade técnica, atraindo capital tradicional e elevando padrões regulatórios globais.

Crescimento e Aprovações Regulatórias

A BitGo acelerou em 2025 com aprovações chave: licença BaFin na Alemanha para operar em 27 países da UE e aprovação condicional do OCC nos EUA para charter bancário nacional — ao lado de Ripple, Circle e Paxos. Isso permite liquidações mais rápidas e custódia fiduciária plena.

Com Goldman Sachs como lead underwriter, ao lado de Citigroup e outros, o IPO reflete confiança de Wall Street. De uma valuation de US$ 1,75 bilhão em 2023, o salto para US$ 2 bilhões sinaliza otimismo no setor, especialmente após debuts fortes de Circle e Bullish.

Impacto para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, esse IPO reforça a adoção institucional global, potencializando stablecoins e ETFs cripto acessíveis via B3. Monitore o BTGO para exposição indireta à custódia, mas avalie riscos de volatilidade. É um marco: a infraestrutura cripto agora compete com finanças tradicionais, abrindo portas para portfólios diversificados.


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Executivos cartoon abrindo portas da NYSE para cofre digital com '2B' dourado, simbolizando IPO da BitGo com valuation de US$ 2 bilhões

BitGo rumo ao IPO na NYSE: Valuation de US$ 2 bilhões em vista

A BitGo, uma das principais provedoras de custódia de criptoativos nos EUA, anunciou o lançamento de sua oferta pública inicial (IPO) na NYSE, com o objetivo de levantar até US$ 201 milhões em uma valorização próxima a US$ 2 bilhões. A empresa oferece 11,8 milhões de ações Class A a um preço esperado entre US$ 15 e US$ 17 cada, conforme detalhado no arquivamento junto à Bitcoin Magazine e Crypto Economy. Fundada em 2013 e sediada em Palo Alto, a companhia destaca-se pela infraestrutura segura para instituições em meio à maturação do setor.


Detalhes da Oferta Pública Inicial

A estrutura da oferta inclui 11 milhões de ações emitidas diretamente pela BitGo e cerca de 821.600 ações de acionistas existentes, dos quais a empresa não receberá os recursos. Há ainda uma opção de 30 dias para os underwriters adquirirem até 1,77 milhão de ações adicionais. O ticker proposto é BTGO, com o Goldman Sachs atuando como principal gerente da oferta, ao lado de Citigroup e outros bancos. Essa movimentação reflete a confiança do mercado em empresas de infraestrutura cripto, diferenciando-se de plataformas de trading voláteis.

O IPO ocorre em um contexto de expansão institucional, onde custodians como a BitGo ganham tração por serviços de armazenamento seguro, sem exposição direta a negociações especulativas. Analistas apontam que a precificação final dependerá da demanda de investidores tradicionais, sensíveis a métricas de compliance e receita recorrente.

Desempenho Financeiro e Crescimento

Nos primeiros nove meses de 2025, a BitGo reportou receita de quase US$ 10 bilhões, um salto expressivo ante US$ 1,9 bilhão no mesmo período de 2024. O lucro líquido atingiu US$ 35,3 milhões, comparado a US$ 21,2 milhões no ano anterior, impulsionado por serviços como self-custody wallets, operações de trust reguladas e prime brokerage. Esses números demonstram a escalabilidade do modelo de negócios focado em custódia, com margens sustentáveis em um ecossistema em amadurecimento.

A valorização implícita de US$ 1,85 bilhão a US$ 2 bilhões posiciona a BitGo como uma das líderes em ativos sob custódia (AUC), competindo com players como Fidelity Digital Assets. O crescimento reflete a adoção institucional de criptoativos, com bancos e fundos buscando soluções reguladas para alocação em digital assets.

Aprovações Regulatórias e Integração ao Sistema Financeiro

Recentemente, a BitGo obteve aprovação condicional do OCC (Office of the Comptroller of the Currency) para operar como banco trust nacional federal, ao lado de Ripple, Circle, Fidelity e Paxos. Essa transição de charter estadual para nacional amplia sua capacidade de oferecer serviços fiduciários em todo os EUA, sem aceitar depósitos ou emitir empréstimos, mas com foco em salvaguarda de ativos digitais.

A regulação sob a SEC e OCC reforça a credibilidade, permitindo potencial emissão de stablecoins via GENIUS Act. Para o leitor brasileiro, isso sinaliza maior segurança em custódia transfronteiriça, com padrões americanos influenciando exchanges globais como a Binance.

Implicações para Custódia e Mercado Cripto

O IPO da BitGo marca a maturação de infraestrutura pura no cripto, contrastando com exchanges sujeitas a escrutínio regulatório intenso. Investidores ganham exposição a um modelo de receita estável, ancorado em compliance e proteção de ativos, essencial para alocações institucionais.

Para o setor, reforça a tendência de integração ao mercado tradicional: custodians públicos facilitam fluxos de capitais de fundos de pensão e family offices. No entanto, volatilidade macroeconômica e eleições nos EUA podem impactar o pricing. Vale monitorar o desempenho pós-listagem para avaliar resiliência.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executiva cartoon chutando placa IPO para longe enquanto guia token XRP por caminho privado, escapando de labirinto SEC bullish

Ripple Sem IPO: Privacidade Bullish para XRP

A presidente da Ripple, Monica Long, confirmou em entrevista à Bloomberg que a empresa não planeja um IPO no momento, optando por manter sua estrutura privada. Essa decisão é vista como bullish para o XRP, garantindo agilidade estratégica contra pressões regulatórias da SEC e foco na adoção global. Ripple privada significa XRP mais livre para crescer? O movimento reforça o compromisso com metas de longo prazo em pagamentos transfronteiriços, beneficiando diretamente o ecossistema do token nativo.


Histórico das Especulações sobre IPO

Especulações sobre um possível IPO da Ripple surgiram desde 2020, impulsionadas por declarações do CEO Brad Garlinghouse no Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele indicou que a empresa estaria entre as pioneiras em aberturas de capital no espaço cripto. No entanto, o processo foi pausado após a ação da SEC em dezembro de 2020, criando incertezas regulatórias.

Em 2024, Garlinghouse mencionou a possibilidade de IPO fora dos EUA devido ao ambiente hostil. Recentemente, em novembro de 2025, a Ripple captou US$ 500 milhões em uma rodada liderada por Fortress e Citadel, elevando sua valuation para US$ 40 bilhões. Esse funding reacendeu os rumores, mas Monica Long os descartou, enfatizando que a empresa tem caixa suficiente para crescimento sustentável.

Estratégia Privada: Vantagens Competitivas

Manter a privacidade permite à Ripple focar em objetivos de longo prazo, sem a pressão de relatórios trimestrais que incentivam o short-termism. A empresa pode executar seu roadmap sem interferências de acionistas, como demonstrado na aquisição da GTreasury por US$ 1 bilhão, acessando o mercado de tesouraria corporativa de US$ 120 trilhões.

Além disso, decisões ágeis são facilitadas: sem votações de acionistas ou divulgações extensas, a Ripple avança rapidamente em oportunidades. Essa flexibilidade é crucial em um setor volátil, onde a aquisição estratégica recente surpreendeu o mercado, fortalecendo sua posição em tokenização de RWAs e serviços de pagamentos.

Benefícios Diretos para o XRP

Ripple e XRP são entidades distintas, mas simbióticas: a empresa desenvolve o XRP Ledger (XRPL), maior detentora de XRP e provedora de soluções sobre a rede. Permanecer privada evita o risco de dual-asset, onde investidores optariam por ações seguras com dividendos em vez do token volátil, diluindo o fluxo de capital para o XRP.

Assim, o sucesso da Ripple direciona exposição via XRP, mantendo-o como bridge asset para liquidez. Com conformidade ISO 20022, o token ganha tração em infraestrutura financeira global. Essa estratégia anti-regulatória é bullish, reduzindo escrutínio e permitindo desenvolvimento discreto de plataformas empresariais.

Implicações para Adoção e Futuro

A decisão reforça a confiança institucional no XRP, conectando-se à adoção em pagamentos (mais de US$ 95 bilhões em volume Ripple Payments) e stablecoin RLUSD (US$ 1 bilhão de market cap). Sem IPO, a Ripple prioriza inovação como Ripple Prime, brokerage para múltiplos ativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza estabilidade: monitore o XRPL para RWAs e cross-border. A privacidade protege contra volatilidade regulatória, pavimentando caminho para XRP em bancos e tesourarias. É provável que essa abordagem acelere parcerias globais, impulsionando valor de longo prazo.


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Personagem fintech cartoon saltando de plataforma B3 rachada para torre Nasdaq dourada com '500M', expondo crise na bolsa brasileira

PicPay Protocola IPO de US$ 500 Milhões na Nasdaq e Expõe Crise na B3

O banco digital PicPay protocolou pedido de IPO na Nasdaq para captar até US$ 500 milhões, nesta segunda-feira (6). Controlada pela J&F (do JBS), a fintech registra lucros recordes e 66 milhões de clientes, mas opta pelos EUA em meio à crise da B3, sem novos IPOs há quatro anos devido à Selic a 15% e incertezas fiscais. Isso afeta diretamente o acesso a capitais para empresas brasileiras.


Números Sólidos Justificam a Jogada

A fintech apresentou resultados impressionantes nos documentos à SEC. Nos nove primeiros meses de 2025, o lucro líquido atingiu R$ 313,8 milhões, alta de 82% ante R$ 172 milhões em 2024. A receita total saltou para R$ 7,26 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,78 bilhões do ano anterior, com clientes ativos crescendo de 37,5 para 42,1 milhões.

Hoje, o PicPay tem 66 milhões de clientes cadastrados e uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões, com inadimplência acima de 90 dias em 6,2%. Há compromisso firme de US$ 75 milhões da gestora Bicycle, de Marcelo Claure (ex-SoftBank). Os papéis terão ticker PICS, com Citigroup, Bank of America e RBC como coordenadores.

Segunda Tentativa Após Fracasso em 2021

Não é a primeira vez: em 2021, o PicPay tentou IPO nos EUA, mas cancelou em 2022 por condições adversas de mercado, quando ainda dava prejuízo. Agora, com balanços positivos e recuperação gradual de IPOs em Wall Street, a empresa mira janeiro para a oferta, com roadshow a partir do dia 20.

Os recursos vão para capital de giro, crescimento orgânico, tecnologia e novos produtos como seguros e investimentos. Para o investidor brasileiro, isso sinaliza confiança no modelo de negócios, mas também a necessidade de mercados mais líquidos fora do Brasil.

Crise na B3: Empresas Fogem para Wall Street

A B3 vive seca de IPOs desde agosto de 2021, com Selic a 15% — maior nível desde 2006 — favorecendo renda fixa e afastando risco. Incertezas fiscais pioram o cenário. O número de listadas caiu de 385 (2022) para 335 hoje, com OPAs de EDP, Cielo e JBS.

Fintechs como Nubank, Stone, XP, Pátria e Inter já escolheram os EUA por maior liquidez e múltiplos atrativos. O PicPay reforça a tendência: Brasil perde valor para mercados globais. Investidores locais podem acessar via Nasdaq, mas perdem proximidade e sofrem com câmbio.

Impacto Prático para Brasileiros

Para quem investe em ações BR, isso pressiona a B3 a melhorar condições — juros menores e estabilidade fiscal. PicPay, que explora cripto via parcerias como com Binance, pode atrair mais capital tech. Monitore o IPO: sucesso abre portas para outras fintechs, mas risco cambial pesa para retail.


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