Investidor cartoon com carteira apertada por mão burocrática selada com 3.5%, simbolizando impacto do IOF sobre criptomoedas no Brasil

IOF de 3,5% sobre Cripto: Impacto no Bolso do Brasileiro?

O governo federal propõe cobrar IOF de 3,5% sobre a compra de criptomoedas como Bitcoin no Brasil a partir de 2026, segundo a reportagem do Livecoins. Isso significa que, para cada R$ 10 mil investidos em BTC – que hoje vale cerca de R$ 354 mil por unidade, conforme o Cointrader Monitor –, você pagaria R$ 350 extras de imposto. A medida levanta dúvidas jurídicas sobre se cripto é mesmo ‘operação de câmbio’ e pode bagunçar o planejamento de quem usa exchanges para proteger o dinheiro da inflação.


O Que Muda com Essa Proposta de IOF?

Hoje, comprar Bitcoin ou stablecoins em exchanges brasileiras ou internacionais muitas vezes não paga IOF, dependendo da operação. Mas se aprovada, a alíquota de 3,5% incidiria diretamente na compra de criptoativos. Imagine você, que guarda R$ 2 mil por mês para a família: isso pode virar R$ 70 a mais de taxa só para entrar no mercado cripto.

A advogada Lorena Botelho, citada na matéria original, alerta que o IOF é regulado para crédito, câmbio, seguros e títulos mobiliários. O governo quer enquadrar cripto como ‘câmbio’, mas isso pode violar o princípio da legalidade tributária, criando brechas para brigas na Justiça. Para o pequeno investidor, é mais uma camada de custo em um país onde o dólar já aperta o bolso.

Cripto é Mesmo ‘Câmbio’? As Dúvidas Jurídicas

Criptomoedas como Bitcoin não são moedas estrangeiras, diferentemente do dólar ou euro. O Banco Central tem interpretado compras de cripto como operações de câmbio, mas Botelho questiona: isso cabe na lei? Se o decreto do governo esticar o conceito sem base legal clara, pode rolar processos judiciais longos, como já vimos com outros impostos.

Para quem opera no dia a dia, isso gera insegurança. Se você usa stablecoins para remessas ao exterior ou proteção contra inflação, uma decisão errada pode travar sua estratégia. O risco é real: litígios podem demorar anos, mas o imposto vem agora, encarecendo cada transação em reais concretos.

Isenção de R$ 10 Mil: Ajuda ou Armadilha?

A proposta isenta operações até R$ 10 mil, o que protege quem investe pouco. Para um salário mínimo de R$ 1.412, isso cobre várias compras mensais sem taxa extra. Mas há pegadinhas: fracionar operações para burlar pode ser visto como planejamento agressivo, atraindo fiscalização da Receita.

Exchanges vão precisar de sistemas caros para monitorar por CPF, o que pode subir spreads ou taxas ocultas. Se você bate os R$ 10 mil todo mês, calcule: em R$ 20 mil, paga IOF só nos R$ 10 mil extras, mas fique de olho no calendário mensal para não perder a isenção.

O Que Fazer Agora para Proteger Seu Bolso?

Essa proposta é um teste para o mercado cripto brasileiro. Fique atento às votações no Congresso e ajustes. Enquanto isso, planeje com margem para 3,5% extras – melhor prevenir do que remediar no IRPF do ano que vem.

  1. Revise suas compras: priorize abaixo de R$ 10 mil por mês para testar a isenção.
  2. Monitore exchanges locais vs. internacionais – algumas já cobram IOF em remessas.
  3. Guarde comprovantes: se rolar judicialização, você precisa provar.
  4. Diversifique: use P2P ou carteiras frias para reduzir exposição a taxas.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança em impasse com personagens cartoon: Executivo puxando impostos IOF 3,5% vs Legislativo elevando reserva soberana de Bitcoin no Brasil

Brasil em Impasse Regulatório: IOF de 3,5% vs Reserva Estratégica Soberana de Bitcoin

O governo brasileiro planeja impor um IOF de 3,5% sobre compras de criptomoedas acima de R$ 10 mil, conforme minuta da Receita Federal, enquanto na Câmara dos Deputados o relator propõe uma Reserva Estratégica Soberana de Bitcoins (RESBit) e o fim da tributação sobre o setor. Essa queda de braço entre Executivo e Legislativo reflete tensões globais sobre como nações posicionam-se diante do Bitcoin como ativo de reserva ou operação financeira tradicional, impactando diretamente investidores locais em um mercado que saltou 338% em valor declarado desde 2020.


Proposta do Executivo: Equiparando Cripto a Câmbio

A Receita Federal defende a incidência do IOF para garantir “neutralidade fiscal”, equiparando transações com criptoativos a remessas internacionais ou compras de moeda estrangeira, que já pagam a alíquota de 3,5%. A medida, ainda em minuta para consulta pública, prevê isenção para pessoas físicas em aquisições até R$ 10 mil mensais, com expectativa de vigência em 2026.

Segundo o órgão, o boom do mercado — de R$ 94,9 bilhões declarados em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024 — cria brechas para arbitragem tributária, prejudicando a concorrência no sistema financeiro. A proposta alinha-se às recentes regras do Banco Central, que classificam certas operações cripto como câmbio, reacendendo debates sobre a natureza híbrida desses ativos em jurisdições como Brasil e União Europeia.

Autoridades fiscais argumentam que a tributação corrige disparidades, mas o setor questiona a equiparação automática, defendendo debate legislativo amplo em vez de decreto executivo.

Iniciativa da Câmara: Bitcoin como Reserva Estratégica Soberana

No Projeto de Lei 4.501/2024, o deputado Luiz Gastão (PSD/CE), relator na Comissão de Desenvolvimento Econômico, apresentou substitutivo que autoriza o Executivo a acumular até 5% das reservas internacionais em Bitcoin, gerido pelo Banco Central e Ministério da Fazenda com carteiras frias para máxima segurança.

O texto revoga a Instrução Normativa 1.888/2019, eliminando a obrigatoriedade de reporte de transações ao fisco, e permite pagamento de tributos federais em BTC, com conversão ao preço de mercado. Relatórios semestrais ao Congresso garantiriam transparência, posicionando o Brasil ao lado de pioneiros como El Salvador, onde o Bitcoin é moeda legal desde 2021.

O autor original, deputado Eros Biondini (PL-MG), vê na RESBit uma blindagem contra riscos geopolíticos e flutuações cambiais, inclusive como lastro potencial ao Drex, o real digital.

Contexto Global e Implicações para o Brasil

Essa dicotomia brasileira ecoa tendências mundiais: enquanto EUA avançam com ETFs de Bitcoin aprovados pela SEC e nações como Alemanha e Suíça acumulam cripto em tesourarias, governos emergentes debatem tributação para capturar receitas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 355.971,67 (-2,22% em 24h), destacando volatilidade que justifica tanto cautela fiscal quanto adoção soberana.

Para investidores brasileiros, o desfecho definirá custos operacionais e confiança institucional. Uma vitória legislativa poderia atrair fluxos globais, mas resistência executiva sinaliza priorização de arrecadação em meio a déficits fiscais.

Próximos Passos na Batalha Regulatória

A consulta pública sobre o IOF e a tramitação do PL na Câmara marcam o calendário de 2026. O mercado monitora se o conflito escalará para o STF ou se emergirá consenso, influenciado por pressões internacionais como o G20 sobre stablecoins e CBDCs. Investidores devem acompanhar atualizações, ponderando diversificação em cenários de incerteza regulatória.


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Investidor cartoon segurando stablecoin USDT com bolso apertado por mão fiscal marcada IOF 3.5%, ilustrando impacto de novo imposto no Brasil

Stablecoins com IOF de 3,5%: Impacto no Seu Bolso

O governo brasileiro estuda taxar stablecoins com IOF de 3,5%, equiparando-as a operações de câmbio tradicional. Após o Banco Central classificar compras, vendas e remessas com USDT ou USDC como câmbio a partir de fevereiro de 2026, a Receita Federal pode cobrar o imposto. Para quem usa essas moedas para enviar dinheiro ao exterior ou proteger o capital da inflação, isso significa custo extra imediato no dia a dia.


O Plano do Governo em Detalhes

O Banco Central publicou normas que enquadram transações com stablecoins como operações cambiais: compras, vendas, trocas, pagamentos internacionais e até repasses para cartões. Isso fecha uma brecha usada por brasileiros para movimentar valores sem IOF, como remessas familiares ou importações. No primeiro semestre de 2025, R$ 227 bilhões foram negociados em cripto, com USDT respondendo por 67%. Uma fonte estima perda de até US$ 30 bilhões anuais em impostos para o governo.

A Receita precisa regulamentar para o IOF valer, mas o movimento é claro: stablecoins viram ‘dólar digital’ para fins tributários. Não é sobre ganhos de capital (já taxados acima de R$ 35 mil/mês), mas sobre cada transação de câmbio.

Quanto Isso Custa no Seu Bolso?

Imagine enviar R$ 1.000 para sua família nos EUA via USDT. Hoje, só spread da exchange. Com IOF de 3,5%, são R$ 35 extras por operação – equivalente a um tanque de gasolina ou duas semanas de feira. Para R$ 10 mil mensais em remessas, o custo sobe R$ 350/mês, ou R$ 4.200/ano.

Para proteção de capital, converter salário em USDC para fugir da inflação? Cada ida e volta ao real gera IOF duplo (7%). É como o câmbio tradicional nas casas de câmbio, onde você já paga isso há anos. Empresas importadoras também sentem: insumos pagos em stablecoin sem IOF hoje podem virar alvo de imposto de importação retroativo.

Quem Sente Mais o Impacto?

Você, que manda dinheiro para parentes no Paraguai ou Argentina. O freelancer recebendo em dólar via Upwork e convertendo em USDT. A pequena empresa comprando suprimentos da China sem declarar tudo. Com 20% de alta no volume cripto, stablecoins eram a ‘conta em dólar barata’ para o brasileiro médio – sem burocracia do BC e sem IOF. Agora, perde vantagem sobre TED internacional (IOF 1,1% em alguns casos) ou Western Union (taxas altas).

Volume real: USDT domina porque é estável como dólar, mas sem o custo cambial. Com IOF, pode migrar para Pix internacional (em teste) ou contas em dólar via nomads.

Como se Preparar Agora?

  1. Monitore a Receita: A norma sai em breve, válida a partir de fevereiro de 2026. Consulte contador especializado em cripto.
  2. Calcule custos: Use exchanges transparentes e compare com câmbio tradicional. Para remessas pequenas, avalie Wise ou Remessa Online.
  3. Diversifique: Mantenha parte em reais rentáveis (CDBs acima de CDI) ou BTC/ETH para longo prazo, mas evite alavancagem.
  4. Registre tudo: Declare no IRPF para evitar multas. Ferramentas como Calculadora Cripto da Receita ajudam.

Não entre em pânico: IOF nivela o jogo, mas stablecoins ainda saem na frente em velocidade e privacidade. Ajuste sua estratégia e o impacto fica gerenciável.


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📌 Nota: A fonte original estava temporariamente indisponível; conteúdo baseado em reportagens correlatas da Reuters e Bitcoin.com News.

Burocrata cartoon carimbando stablecoin com IOF 3.5%, investidor preocupado ao lado, ilustrando proposta tributária de cripto como moeda estrangeira no Brasil

Governo Quer Taxar Cripto como Dólar: IOF de 3,5% em Stablecoins?

Cripto no Brasil: o governo quer tratar seus ativos como dólares. O Ministério da Fazenda prepara um decreto para equiparar transações de criptomoedas e stablecoins a operações de câmbio estrangeiro, cobrando IOF de 3,5% em compras, vendas e remessas, conforme reportado pela Bitcoin.com News. Isso afeta quem usa USDT ou USDC para guardar dinheiro ou enviar para família no exterior, encarecendo o dia a dia. A proposta vai a consulta pública em breve.


O Que Diz a Proposta do Governo

O plano é simples, mas pesado pro bolso: classificar movimentações de cripto como câmbio de moeda estrangeira. Hoje, o IOF de 3,5% incide em remessas internacionais, compra de dólar ou saques com cartão fora do país. Com o decreto, exchanges brasileiras teriam que cobrar isso em conversões de real para stablecoins como USDT ou USDC, e vice-versa.

O Banco Central já enquadrou algumas operações assim no ano passado, e o Ministério quer formalizar via decreto. Não há data exata, mas a consulta pública vai medir o impacto. Com o dólar a R$ 5,21 hoje, cada R$ 1.000 convertidos para stablecoin pode custar R$ 35 extras de imposto só no IOF.

Impacto Prático no Seu Dia a Dia

Pensa no seu uso cotidiano: se você guarda salário em USDC para proteger da inflação, cada entrada ou saída de real vai morder 3,5%. Pra quem manda dinheiro pra família nos EUA ou recebe de freelancer gringo, isso soma rápido — tipo R$ 350 em R$ 10 mil enviados.

Exchanges vão monitorar mais essas transações, o que pode atrasar saques ou exigir mais documentos. Não é só imposto: burocracia extra pro brasileiro comum que usa cripto pra pagar conta ou fugir do dólar alto nas casas de câmbio tradicionais.

Oposição Forte e o Que Pode Mudar

A reação já vem pesada. A Abcripto, associação de cripto no Brasil, ameaça processar o governo por inconstitucionalidade. A presidente Julia Rosin disse que não vão deixar passar quieto. O deputado Áureo Ribeiro, relator da lei das criptos, é contra taxar stablecoins atreladas ao dólar ou real.

Recentemente, o Congresso derrubou a MP 1.303, que queria acabar com isenções de IR pra traders. Isso mostra que o clima no Congresso não é favorável a mais impostos. Fique de olho na consulta pública e nas votações — pode barrar o decreto.

O Que Você Pode Fazer Agora

Situação clara: avalie seu uso de stablecoins. Se for reserva ou remessas, calcule o custo extra de 3,5% e veja se vale. Compare com bancos ou Western Union — às vezes sai mais em conta. Monitore sites da Abcripto e Receita Federal pra participar da consulta pública e dar pitaco.

Registre tudo nas exchanges pra declaração de IR futura. E lembre: cripto ainda é ferramenta útil pra inclusão financeira, mas com olhos abertos pros impostos. Acompanhe atualizações aqui no blog pra não ser pego de surpresa.


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Mão governamental cartoon apertando carteira de stablecoins com selo IOF, simbolizando impacto de imposto em cripto no Brasil

Governo Quer IOF em Cripto: Quanto Vai Pesar no Bolso?

O Ministério da Fazenda prepara uma consulta pública sobre cobrança de IOF em criptomoedas, equiparando-as a operações de câmbio. Isso pode adicionar até 3,5% de imposto em compras de stablecoins como USDT. Paralelamente, um projeto de lei avança para proibir stablecoins algorítmicas, exigindo colateral total. Para o brasileiro comum, isso significa remessas e ‘dólar cripto’ mais caros. Entenda agora antes que apareça na sua nota de corretagem.


O Que É Essa Consulta Pública Sobre IOF?

A consulta pública é o jeito do governo ouvir opiniões antes de editar um decreto. Aqui, o foco é tratar transações com cripto, especialmente stablecoins, como câmbio. No câmbio tradicional, o IOF varia: 0,38% em entradas de dinheiro, 1,1% em investimentos no exterior e até 3,5% em compras ou envios para fora.

Exemplo prático: você quer comprar R$ 1.000 em USDT para proteger contra inflação ou mandar para a família nos EUA. Se enquadrado como câmbio exterior, paga R$ 35 extras de IOF. Com dólar a R$ 5,70 (cotação atual), isso é quase um lanche no shopping. O Banco Central já enquadrou parte das ops como câmbio para monitorar remessas via stablecoins, buracos que fugiam do radar oficial.

Isso segue regras do BC de 2025 que entraram em vigor, mas sem IOF definido ainda pela Receita. A consulta deve detalhar alíquotas e escopo, evitando judicialização.

Impacto Real no Seu Bolso Diário

Stablecoins dominam 90% das transações cripto no Brasil, com R$ 30-40 bilhões mensais. Para quem usa USDT ou USDC em remessas, viagens ou hedge, o custo sobe. Imagine enviar R$ 5.000 para filho estudando fora: IOF de 1,1% são R$ 55 a mais, equivalente a uma semana de busão em SP.

Compras em exchanges locais podem escapar se forem ‘investimento’, mas internacionais ou pagamentos viram câmbio. Some isso a taxas de exchange (0,5-2%) e spread dólar: o ‘dólar cripto’ sai 5-7% mais caro. Para o varejista, que não é baleia, cada real conta em tempos de salário apertado.

O debate não é novo: MP 1303 de 2025 tentou taxar 17,5%, mas caiu no Congresso. Agora, foco no IOF para fechar brechas em pagamentos globais.

Projeto de Lei Contra Stablecoins Algorítmicas

O PL 4.308/2024, aprovado em comissão, bane stablecoins sem colateral físico, como USDe (Ethena) ou Frax. Exige 100% backed por reservas segregadas para emissoras nacionais. Estrangeiras precisam aval brasileiro; exchanges verificam ou assumem risco.

Crime de mintar sem backing: até 8 anos de prisão. Impacto? Menos opções arriscadas pós-Terra 2022, mas stablecoins colateralizadas como USDT/USDC seguem, sob mais escrutínio. No Brasil, onde stablecoins são ‘dólar do povo’, isso força compliance, mas pode elevar custos indiretos.

O PL vai para comissões de Finanças e Constituição antes do Senado. Mercado de R$ 6-8 bilhões/mês sente o baque se algorítmicas sumirem.

O Que Fazer Antes das Mudanças?

  1. Calcule seus custos atuais: Some taxas + spread + possível IOF. Apps de exchange mostram simulações.
  2. Participe da consulta: Quando abrir (em breve), mande sua opinião via site da Fazenda. Sua voz conta para equilibrar.
  3. Diversifique canais: Compare exchanges locais (sem câmbio?) vs globais. Para remessas, veja Wise ou bancos tradicionais.
  4. Monitore: Siga BC e Receita. Mudanças vêm em meses, não anos. Ajuste estratégia para minimizar impostos legais.

Isso é regulação chegando ao cotidiano. Fique esperto para não levar surpresa na próxima compra.


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Personagens cartoon de traders brasileiros desafiando montanha burocrática com selos IOF, simbolizando ação da ABcripto contra taxáção em stablecoins

ABcripto Ameaça Processar Governo por IOF em Stablecoins

A ABcripto ameaça processo judicial contra o governo caso o IOF seja imposto sobre transações com stablecoins via decreto. A presidente Júlia Rosin argumenta que classificar ativos como USDT como ‘moeda estrangeira’ é inconstitucional, pois o imposto é exclusivo para câmbio tradicional. Freelancers e pequenos investidores, que usam stablecoins para remessas rápidas e baratas, podem ver custos explodirem em até 3,38%. A briga entre exchanges brasileiras e a Fazenda está só começando.


Declaração Firme de Júlia Rosin

A nova presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), Júlia Rosin, foi categórica em entrevista ao Valor Econômico. ‘O IOF está ligado ao câmbio. Uma stablecoin não é uma moeda‘, declarou. Ela destacou que as stablecoins já pagam IOF na emissão (‘minting’), quando há conversão de reais para dólares via exchanges. Impor taxa adicional nas transferências internas equipara o ativo a moeda estrangeira, contrariando leis aprovadas pelo Congresso que regulam criptoativos como categoria própria.

Com mais de 50 empresas associadas, a ABcripto representa exchanges como Mercado Bitcoin e Binance Brasil. Rosin prometeu ação judicial imediata se o Ministério da Fazenda editar medida provisória (MP) ou decreto. ‘Isso freia a inovação e afeta a competitividade do Brasil no mercado global de cripto’, enfatizou.

Por Que Stablecoins Não São Câmbio?

Stablecoins como USDT e USDC mantêm paridade 1:1 com o dólar, mas rodam em blockchains como Ethereum ou Tron. Não são emitidas por bancos centrais, diferentemente do dólar físico ou contas offshore. A Receita Federal já tributa ganhos de capital em IR (15-22,5%), mas o IOF de 0,38% a 3,38% incide só em remessas reais ao exterior.

A tese da inconstitucionalidade baseia-se na Lei 14.478/2022, que define criptoativos como ‘representação digital de valor negociável’. Taxá-los como câmbio via decreto ignora o Legislativo, podendo cair no STF. Analistas veem brecha explorada por freelancers: converter BRL para USDT custa pouco, evita IOF de cartões pré-pagos (6,38%).

Impacto Direto no Bolso do Brasileiro

Para o freelancer na Upwork recebendo em dólares, stablecoins são salvação: taxa zero ou mínima para receber USDT e converter em BRL localmente. Com IOF, cada R$ 10 mil em remessa vira R$ 338 a mais em imposto – dinheiro perdido para taxas de câmbio ou Pix falhos. Pequenos investidores em DeFi ou staking perdem rentabilidade: um yield de 5% APY em USDT cai pela metade após taxas.

Diego Duarte, trader prático, alerta: ‘É o fim da vantagem competitiva. Plataformas como Binance viram reféns de burocracia, e o varejo paga a conta’. Volumes de USDT no Brasil superam R$ 10 bi/mês, por dados da Receita. Taxa extra pode levar à migração para exchanges offshore, com risco de evasão fiscal.

Próximos Passos na Briga Judicial

O governo sinaliza taxação pós-regulamentação do BC (Resolução 521/2025). Secretário Dario Durigan prometeu ‘tributação merecida’. Legisladores pró-cripto, como o PL, prometem obstruir. ABcripto monitora e mobiliza associados para lobby no Congresso.

Investidores devem acompanhar: diversifique para BTC/ETH se yields caírem; use wallets self-custody para evitar exchanges taxadas. A batalha define se o Brasil lidera ou atrasa na economia tokenizada.


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📌 Nota: A fonte principal estava parcialmente indisponível; conteúdo complementado com cobertura verificada.

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Personagens cartoon de representante cripto confrontando burocrata com selos IOF e pilhas de decretos, defendendo stablecoins contra imposto

ABcripto ameaça processo contra IOF em stablecoins no Brasil

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) marcou posição contra a cobrança de IOF sobre transações com stablecoins, alertando que uma taxação via decreto presidencial pode encarecer essas moedas estáveis usadas por milhões de brasileiros como proteção contra a inflação. A nova presidente, Júlia Rosin, afirmou que a entidade recorrerá à Justiça se o governo insistir, argumentando inconstitucionalidade. Dados recentes da Receita Federal mostram stablecoins dominando o volume negociado, com USDT e USDC à frente.


Por que o IOF preocupa o setor cripto?

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é aplicado em transações cambiais, mas a ABcripto defende que stablecoins não são moedas estrangeiras. Elas têm valor atrelado ao dólar, mas circulam no blockchain como ativos virtuais, conforme o Marco Legal dos Criptoativos (Lei 14.478/2022). Aplicar IOF seria equipará-las a câmbio tradicional, o que a entidade considera erro jurídico.

Para o brasileiro comum, isso significa custo extra em operações cotidianas. Imagine converter reais em USDT para preservar poder de compra em tempos de inflação alta: um IOF de até 6,38% nas remessas internacionais tornaria isso menos viável. Já na emissão (‘mintagem’) de stablecoins, o IOF já incide sobre a moeda fiat depositada, garantindo tributação dupla desnecessária.

A Receita Federal voltou a divulgar dados em janeiro de 2026, revelando que em setembro de 2025, USDT movimentou R$ 15,72 bilhões em 1,18 milhão de operações, superando o Bitcoin (R$ 2,46 bilhões). USDC liderou transações com 2,42 milhões. Esses números mostram a relevância prática das stablecoins para poupança diária.

Ações da ABcripto e diálogo com o governo

Júlia Rosin, eleita em dezembro de 2025, reuniu-se com o Ministério da Fazenda no fim do ano. A proposta é criar um grupo de trabalho para debater o tema via lei complementar, envolvendo sociedade civil. “Qualquer mudança precisa de discussão ampla, não decreto”, enfatiza. Sem isso, ações judiciais questionarão a medida por violar o marco regulatório.

O Banco Central incluiu algumas operações cripto no mercado de câmbio em sua regulação recente, mas para fins de monitoramento, não tributação extra. A ABcripto representa mais de 50 empresas e vê na taxação um freio à inovação financeira acessível, especialmente para remessas e proteção patrimonial no varejo.

Para o investidor prático, monitore atualizações da entidade. Se aprovado, ajuste estratégias: priorize exchanges locais sem conversão imediata ou explore alternativas como ETFs de cripto sem IOF direto.

Impacto no bolso do brasileiro comum

Stablecoins viraram ferramenta essencial contra desvalorização do real. Com inflação acumulada acima de 4% em 2025 e dólar volátil, elas oferecem estabilidade sem burocracia bancária. Um IOF extra elevaria custos em 1-6% por operação, corroendo ganhos em cenários de alta inflação.

Exemplo prático: R$ 10 mil em USDC para reserva de emergência. Com IOF de 0,38% em compras de câmbio (atual para pessoa física), já paga R$ 38. Se estendido a transferências on-chain, multiplica em múltiplas transações. Para famílias, isso significa menos proteção ao salário corroído.

Dados demográficos da RFB apontam 4,5 milhões de declarantes em setembro, com homens dominando 86% do volume. Mas crescimento entre mulheres (13,77%) indica adoção ampla. A batalha judicial pode definir se cripto continua acessível ou vira luxo tributado.

Próximos passos para investidores

Acompanhe reuniões do conselho da ABcripto na próxima semana. Se você usa stablecoins para hedge, diversifique: mantenha parte em reais indexados à inflação (Tesouro IPCA+) e avalie custos totais antes de converter. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já otimizam rotas, mas fique atento a mudanças regulatórias.

Essa guerra fiscal testa o equilíbrio entre arrecadação e inovação. Para o dia a dia, calcule: IOF extra pode custar R$ 100-500 anuais em portfólios médios de R$ 50 mil.


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Personagens cartoon de ABCripto com escudo stablecoins versus burocrata com martelo IOF em balança, ilustrando batalha judicial contra imposto no Brasil

ABCripto vs Governo: Batalha contra IOF em Stablecoins

A indústria cripto brasileira, liderada pela ABCripto, ameaça entrar na Justiça contra o Ministério da Fazenda caso avance com a cobrança de IOF sobre transferências de stablecoins. Representando mais de 50 empresas, a entidade argumenta que equiparar ativos como USDT e USDC a moedas estrangeiras viola a Constituição e carece de base legal. Com stablecoins respondendo por até 90% do volume de negociações no país, a medida pode encarecer o dia a dia de traders, freelancers e famílias que usam essas ferramentas para remessas e proteção contra inflação. Usuários comuns seriam os primeiros impactados.


O Que o Governo Pretende Fazer com Stablecoins?

O Ministério da Fazenda planeja tratar transferências de stablecoins como operações de câmbio estrangeiro, aplicando o IOF já cobrado em transações internacionais. Stablecoins, como USDT e USDC, são criptomoedas atreladas ao dólar americano, usadas no Brasil para poupança em dólar digital, negociações e envios de dinheiro ao exterior. A proposta ganha força com novas regras do Banco Central, vigentes a partir de fevereiro de 2026, que classificam pagamentos em stablecoins como atividade cambial.

Essa equiparação ignora a natureza descentralizada desses ativos, que não são emitidos por bancos centrais estrangeiros. A ABCripto alerta que o governo não tem autoridade para criar tributos dessa forma sem aprovação congressional, o que configuraria abuso de poder regulatório. Recentemente, o Brasil já alterou a tributação de criptoativos, eliminando isenções sobre ganhos e impondo uma alíquota fixa de 17,5%, mas essa nova camada de IOF elevaria custos significativamente.

Por Que a ABCripto Diz Que É Inconstitucional?

Julia Rosin, presidente da ABCripto, defende que stablecoins não se enquadram como “moeda estrangeira” prevista na lei. Elas são representações digitais de valor, reguladas como ativos virtuais pela Lei 14.478/2022, não como câmbio tradicional. Cobrar IOF exigiria mudança legislativa, não mera interpretação ministerial. A entidade vê violação ao princípio da legalidade tributária, que proíbe criação de impostos por decreto.

Além disso, a medida contraria o marco regulatório recente, aprovado pelo Congresso, que busca fomentar inovação sem onerar excessivamente o setor. Se implementada, poderia incentivar migração para plataformas offshore ou serviços informais, dificultando a fiscalização e aumentando riscos para usuários. A batalha judicial promete questionar esses fundamentos na Justiça, potencialmente chegando ao STF.

Impacto no Usuário Brasileiro do Dia a Dia

Para o investidor prático, o efeito é imediato: stablecoins dominam 90% das transações cripto no Brasil, usadas em trades rápidos, pagamentos freelance internacionais e hedge contra desvalorização do real. Uma taxa extra de IOF – que pode chegar a 6,38% em remessas – tornaria cada transferência mais cara, erodindo margens em operações cotidianas.

Freelancers recebendo em dólares via Upwork ou Fiverr, por exemplo, converteriam para stablecoins para evitar spreads bancários, mas pagariam mais. Pequenos negócios e famílias enviando dinheiro para parentes no exterior sentiriam o peso. Com o volume atual, isso impactaria milhões de reais diários. Usuários devem monitorar exchanges locais para ajustes de taxas e considerar diversificação, mas sempre com cautela.

Próximos Passos e o Que Monitorar

A ABCripto deu ultimato ao governo, e a resposta definirá se o processo avança. Enquanto isso, o setor cobra diálogo com reguladores para equilibrar inovação e proteção ao consumidor. Globalmente, países como EUA e Índia enfrentam dilemas semelhantes com stablecoins, sugerindo que o Brasil segue tendência de maior escrutínio.

Para você, acompanhe atualizações da ABCripto e Banco Central. Mantenha registros de transações para compliance fiscal e evite pânico: a judicialização pode barrar a taxa. Essa luta reforça a importância de uma regulamentação pró-mercado, preservando o acesso acessível a ferramentas financeiras modernas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Advogada cartoon da Abcripto confrontando burocrata com stablecoins e selos IOF caindo, simbolizando disputa judicial sobre regulação de stablecoins

Abcripto Vai Processar Governo por IOF em Stablecoins?

Guerra fiscal no horizonte: a Abcripto ameaça processar o governo brasileiro caso o Ministério da Fazenda imponha IOF sobre transações com stablecoins como USDT e USDC por decreto. Julia Rosin, presidente da associação que reúne mais de 50 empresas nacionais de cripto, alega inconstitucionalidade, argumentando que esses ativos digitais não podem ser equiparados a moedas estrangeiras. A medida reacende debates sobre regulação, após declarações do secretário Dario Durigan em novembro de 2025, e pode impactar diretamente o ecossistema cripto brasileiro em um momento de expansão global.


Posição Firme da Abcripto Contra a Taxação

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (Abcripto), liderada por Julia Rosin, posicionou-se veementemente contra a proposta de taxar transações internas com stablecoins via IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Rosin destaca que essa imposição por decreto violaria regulamentações aprovadas pelo Congresso Nacional, que definem criptoativos de forma distinta de moedas fiduciárias estrangeiras.

Atualmente, o IOF já incide na emissão (minting) de stablecoins, quando há conversão de reais para dólares digitais. Cobrar novamente em operações como depósitos, saques ou trocas configuraria dupla tributação, elevando custos operacionais para exchanges e corretoras nacionais. Essa resistência reflete a preocupação do setor com medidas que possam frear a inovação em um mercado onde o Brasil busca se posicionar como hub regional de criptoativos, competindo com vizinhos como Argentina e Uruguai.

O embate ganha contornos geopolíticos: enquanto os EUA avançam em regulações amigáveis para stablecoins e a Europa aprova frameworks como o MiCA, o Brasil arrisca isolar-se se adotar posturas excessivamente fiscais.

Por Que Stablecoins Não São Moedas Estrangeiras?

Julia Rosin é categórica: USDT (Tether) e USDC não se enquadram como moedas estrangeiras, pois o IOF foi criado para operações de câmbio tradicional. Essas stablecoins funcionam como pontes digitais no ecossistema global de cripto, permitindo remessas rápidas, proteção contra inflação e acesso a mercados internacionais sem intermediação bancária convencional.

No contexto brasileiro, onde o real enfrenta volatilidade, elas são essenciais para hedge e liquidez. Taxá-las como câmbio elevaria alíquotas de até 6,38% por operação, impactando bilhões em volume anual. Isso contrasta com visões globais: nos EUA, stablecoins são tratadas como ativos regulados pela CFTC e SEC, não como forex puro, fomentando crescimento sem onerar excessivamente.

A Abcripto vê risco de precedentes perigosos, podendo estender taxações a outros criptoativos e desencorajar investimentos estrangeiros no Brasil.

Impactos no Mercado Brasileiro e Global

Para investidores brasileiros, o custo adicional reduziria o poder de compra em plataformas locais, complicando estratégias de arbitragem e trading. Empresas do setor enfrentariam maiores despesas de compliance, possivelmente repassadas em spreads mais altos ou atrasos em saques, afetando a adoção em massa.

No cenário global, essa medida posicionaria o Brasil como outlier: enquanto El Salvador adota Bitcoin como moeda legal e Dubai atrai firms com isenções fiscais, taxações agressivas podem repelir talentos e capitais. Parlamentares pró-cripto já sinalizam oposição, prometendo barrar o decreto no Legislativo, o que reforça o papel do Brasil na agenda internacional de inovação blockchain.

O volume de stablecoins no país já é bilionário, servindo remessas e proteção inflacionária — uma taxa extra frearia essa dinâmica essencial para a economia digital emergente.

Próximos Passos e Estratégias para Investidores

Monitore o Ministério da Fazenda e comunicados da Abcripto. Se o processo judicial avançar, liminares podem suspender a taxa temporariamente. Enquanto isso, diversifique plataformas, priorizando aquelas com boa compliance fiscal e baixas taxas.

Em um mundo onde regulação cripto evolui rapidamente — com G20 discutindo padrões globais —, o desfecho brasileiro influenciará a atratividade do país para o ecossistema Web3. Fique atento: essa batalha pode redefinir o futuro das criptomoedas por aqui.


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Personagem Abcripto cartoon com escudos USDT e USDC desafiando gigante burocrático com impostos IOF, simbolizando resistência à taxção de stablecoins no Brasil

Abcripto Ameaça Processar Governo por Taxa em Stablecoins

O governo planeja impor IOF sobre stablecoins, mas a Abcripto, associação que reúne mais de 50 empresas de cripto, ameaça processar o Ministério da Fazenda caso o IOF seja imposto por decreto sobre transações de stablecoins como USDT e USDC. Julia Rosin, presidente da entidade, alega inconstitucionalidade, ao defender que isso equipara ativos digitais a moedas estrangeiras.


A Posição Firme da Abcripto

Julia Rosin, recém-eleita presidente da Abcripto — a Associação Brasileira de Criptoeconomia —, posicionou-se publicamente contra a taxação de transações com stablecoins. Segundo ela, impor o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) por decreto seria inconstitucional. Isso porque contrariaria regulamentações já aprovadas pelo Congresso Nacional, que não tratam criptoativos como moedas estrangeiras.

A Abcripto representa o setor nacional, agrupando exchanges, corretoras e empresas de tecnologia blockchain. Rosin enfatiza que stablecoins já incidem IOF na emissão (minting), quando há conversão de reais para dólares digitais. Cobrar novamente nas transações internas seria dupla tributação, elevando custos para usuários e empresas.

Essa resistência ganha força após declarações do secretário Dario Durigan, do Ministério da Fazenda, em novembro, sinalizando foco em taxar e regular criptoativos. Parlamentares pró-cripto já prometem barrar iniciativas semelhantes.

Por Que Stablecoins Não São Moedas Estrangeiras?

Stablecoins como USDT (Tether) e USDC são criptomoedas atreladas ao dólar, usadas para proteção contra inflação e remessas rápidas. No Brasil, servem como ponte entre reais e o ecossistema global de cripto, sem envolver câmbio tradicional.

Rosin argumenta: “O IOF está ligado a câmbio de moedas. Uma stablecoin não é moeda”. Na emissão, já há IOF por envolver fiat. Taxar fluxos internos — depósitos, saques ou trocas — tornaria essas operações mais caras, impactando liquidez no mercado local.

A proposta reacende debate iniciado em novembro, quando medidas de taxação geraram polêmica. A Abcripto vê nisso um risco à inovação, podendo afastar investimentos e elevar burocracia para traders brasileiros.

Impacto Prático no Bolso do Investidor Brasileiro

Para você que usa USDT para comprar Bitcoin ou transferir valor, uma taxa extra de IOF (alíquotas de até 6,38%) pode encarecer cada operação. Imagine pagar mais para converter BRL em USDT na sua exchange favorita — isso reduz o poder de compra e complica estratégias de hedge contra o real volátil.

Empresas locais enfrentariam custos operacionais maiores, possivelmente repassados em spreads ou taxas de saque. O setor estima que isso freie adoção de cripto no Brasil, onde stablecoins movimentam bilhões anualmente. Usuários casuais, como quem usa para remessas familiares, sentiriam o peso imediatamente.

Se o decreto sair, espere aumento na burocracia: mais relatórios fiscais e compliance para corretoras, indiretamente afetando prazos de saques e depósitos.

Próximos Passos: O Que Monitorar

Mantenha o radar ligado no Ministério da Fazenda e Abcripto. Se o processo judicial avançar, pode haver liminar suspendendo a taxa, dando tempo para adaptação. Enquanto isso, diversifique: avalie plataformas P2P ou internacionais com taxas menores, mas verifique compliance com Receita Federal.

Acompanhe atualizações no site da Abcripto e notícias regulatórias. O embate judicial pode definir o futuro da taxação cripto no Brasil, protegendo seu acesso acessível a stablecoins.


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