Executivo cartoon BlackRock canalizando influxo dourado via funil IBIT durante tempestade vermelha, simbolizando absorção institucional no ETF após queda Bitcoin

Efeito BlackRock: US$ 231,6 milhões no IBIT Sinaliza Absorção Institucional

O ETF IBIT da BlackRock registrou influxo de US$ 231,6 milhões na sexta-feira, após uma semana turbulenta para o Bitcoin, que chegou a US$ 60 mil. Apesar do pânico no varejo, o volume recorde de US$ 10 bilhões em negociações sinaliza que os grandes participantes institucionais estão absorvendo a oferta. O segredo da BlackRock? Bilhões fluindo para o ETF em meio ao caos, construindo a base para o próximo ciclo de alta.


Volume Recorde Revela Força Institucional

O iShares Bitcoin Trust (IBIT) quebrou seu recorde de volume na quinta-feira, com mais de 284 milhões de ações negociadas, equivalentes a US$ 10 bilhões em valor nocional. Isso representa um aumento de 169% sobre o recorde anterior, ocorrido em novembro. Mesmo com a queda de 13% no preço do ETF — a segunda pior desde o lançamento —, o movimento demonstra resiliência. Analistas como Eric Balchunas destacam que, em dias de pânico, os tubarões institucionais entram para comprar barato.

Os fluxos totais nos ETFs de Bitcoin nos EUA somaram US$ 330,7 milhões positivos na sexta, revertendo três dias de saídas líquidas de US$ 1,25 bilhão. Em 2026, o IBIT teve apenas 11 dias de inflows líquidos até agora, reforçando que esses momentos são cruciais para medir compromisso de longo prazo.

Queda do Bitcoin e o Rebound Institucional

O Bitcoin despencou 24,3% nos últimos 30 dias, negociado a cerca de US$ 69.820. Quinta-feira foi o dia mais volátil, com BTC testando US$ 60 mil, mas o IBIT rebotou quase 10% na sexta, fechando em US$ 39,68. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 357.726 no Brasil, com alta de 2,8% nas últimas 24 horas e volume de 860 BTC.

Enquanto empresas como MARA Holdings transferiram mais de 1.300 BTC para venda, os ETFs mostram que a adoção corporativa persiste. Fluxos acumulados nos spot ETFs de Bitcoin superam US$ 55 bilhões, apesar das perdas recentes no preço de 42% para holders.

Especulação de Hong Kong como Contraponto

Uma especulação sobre hedge funds de Hong Kong ganhou força para explicar a venda agressiva. Traders apontam volume alto no IBIT com saídas modestas de US$ 175 milhões, sugerindo posições alavancadas em opções. No entanto, sem evidências concretas em filings regulatórios, isso parece ruído de curto prazo. O foco permanece na absorção institucional: fundos com exposição massiva ao IBIT não sinalizam pânico generalizado.

Baixas liquidações em exchanges CeFi e movimentos sincronizados com Solana reforçam que o varejo não liderou a queda. Os fundamentos se fortalecem com a entrada contínua de capital tradicional.

O Que Isso Significa para o Mercado

Esses fluxos no IBIT confirmam a tese de adoção global: volatilidade de curto prazo é oportunidade para instituições. Como em ciclos passados pós-halving, o mercado está construindo bases sólidas. Investidores atentos aos fluxos de ETF veem sinais de alta de longo prazo, ignorando o ruído. Monitore os próximos inflows — eles ditarão se essa correção foi o fundo definitivo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon girando válvula em estrutura Bitcoin para liberar fluxo de renda dourada, simbolizando ETF com dividendos mensais da BlackRock

Dividendos de Bitcoin: BlackRock Registra ETF com Renda Mensal

A BlackRock oficializou o registro S-1 na SEC para o iShares Bitcoin Premium Income ETF, um produto inovador que acompanha o preço do Bitcoin enquanto gera renda premium mensal para investidores. Diferente do IBIT tradicional, que é passivo e foca apenas na valorização à vista, este ETF adota uma estratégia ativa de venda de opções de compra sobre ações do IBIT, arrecadando prêmios como yield extra. Ideal para perfis conservadores que buscam retornos regulares sem complexidades de DeFi.


Como Funciona a Estratégia de Renda

O novo ETF da BlackRock detém Bitcoin físico, ações do IBIT e caixa, criando uma base diversificada. A mágica está na venda ativa de call options sobre o IBIT ou índices de ETPs de Bitcoin. Ao vender essas opções, o fundo recebe prêmios pagos pelos compradores, que ganham o direito de adquirir as ações por preço fixo. Esses prêmios se convertem em renda distribuída aos cotistas, proporcionando um fluxo de caixa além da apreciação do BTC.

Essa abordagem de covered call é comum no mercado tradicional para ativos sem dividendos, transformando o Bitcoin em gerador de yield acessível. A custódia é reforçada com Coinbase e Anchorage Digital, minimizando riscos de contraparte, enquanto o BNY Mellon gerencia o caixa.

Diferenças Estratégicas com o IBIT Tradicional

O IBIT, maior ETF de Bitcoin spot do mundo, é puramente passivo: compra BTC e segura, capturando 100% do potencial de alta sem trades ativos. Já o Premium Income sacrifica parte do potencial explosivo de alta em troca de renda previsível, apelando a investidores que priorizam fluxo de caixa mensal. Taxas serão mais altas — similares aos 0,99% do concorrente NEOS BTCI (US$ 1,09 bilhão em AUM) —, justificadas pela gestão ativa.

Concorrentes como Roundhill YBTC (US$ 225 milhões) e YieldMax YBIT (US$ 74 milhões) já operam assim, mas a entrada da BlackRock valida a estratégia e deve atrair bilhões em inflows institucionais.

Benefícios para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa exposição ao Bitcoin com yield institucional sem precisar de wallets ou protocolos DeFi arriscados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 462.775 (-0,68% em 24h), reforçando seu apelo como reserva de valor. Essa inovação sinaliza maturidade: o BTC evolui de ativo especulativo para gerador de renda estável.

Com a maior gestora do mundo apostando nisso, é provável que mais family offices e fundos de pensão sigam, acelerando a adoção global e beneficiando holders de longo prazo.

Próximos Passos e Perspectivas

Aguardamos detalhes como ticker, taxa exata e data de lançamento, pendentes de aprovação da SEC. Esse movimento de alta reforça a tese de que o Bitcoin não é só ‘ouro digital’, mas uma máquina de yield para a era Trump 2.0. Investidores devem monitorar inflows no IBIT, que já supera US$ 50 bilhões, como indicador de demanda.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon girando manivela em máquina ETF Bitcoin produzindo fluxo de renda mensal para investidores, simbolizando estratégia covered calls da BlackRock

BlackRock Planeja ETF de Bitcoin com Renda Mensal via Opções

Bitcoin com dividendos? A BlackRock protocolou na SEC o lançamento do iShares Bitcoin Premium Income ETF, um fundo que gera renda mensal via venda de opções (covered calls) sobre seu ETF spot IBIT. A estratégia permite aos investidores capturar prêmios de opções sem vender o ativo subjacente, atraindo perfis conservadores que buscam yield além da valorização do BTC, cotado a R$ 465.046,59 segundo o Cointrader Monitor.


Detalhes do Novo ETF de Renda

O iShares Bitcoin Premium Income ETF será ativamente gerenciado, rastreando o preço do Bitcoin via ações do IBIT — o maior ETF spot de BTC com mais de US$ 69,7 bilhões em ativos. O diferencial está na sobreposição de uma estratégia de opções: o fundo venderá call options, recebendo prêmios pagos pelos compradores que adquirem o direito de comprar as ações IBIT a um preço fixo pré-determinado.

Esses prêmios serão distribuídos mensalmente aos cotistas como renda adicional. A abordagem covered call é comum em fundos de ações tradicionais e agora migra para cripto, oferecendo estabilidade em mercados laterais onde a volatilidade do BTC gera prêmios elevados.

Como Funcionam as Covered Calls

Em termos simples, uma covered call ocorre quando o emissor detém o ativo (aqui, exposição ao Bitcoin via IBIT) e vende opções de compra sobre ele. Se o preço do BTC subir acima do strike price da opção, o comprador exerce e o fundo entrega o ativo; caso contrário, o prêmio é retido integralmente.

Essa mecânica rentabiliza holdings de longo prazo sem forçar vendas, ideal para quem acredita no BTC como reserva de valor mas quer fluxo de caixa recorrente. No entanto, limita ganhos em altas explosivas, priorizando yield sobre upside ilimitado — um trade-off consciente para investidores avessos a risco.

Competidores e Contexto de Mercado

O produto compete com fundos como NEOS Bitcoin High Income ETF (BTCI, US$ 1,09 bilhão AUM, taxa 0,99%), Roundhill YBTC (US$ 225 milhões) e YieldMax YBIT (US$ 74 milhões). Esses ETFs já provam demanda por estratégias de income em cripto, especialmente pós-aprovação dos spot ETFs em 2024.

Com a escala da BlackRock (US$ 12,5 trilhões AUM global), o Premium Income pode dominar o nicho, ampliando adoção institucional do Bitcoin. Para brasileiros, abre portas para yield regulado via corretoras acessíveis.

Oportunidades para Investidores Conservadores

Essa inovação alinha Bitcoin à mentalidade de dividendos de ações blue-chip, atraindo family offices e aposentados. Em um cenário de BTC acima de US$ 88 mil, com volatilidade gerando prêmios atrativos, o ETF pode oferecer rendimentos anuais na casa dos 20-30% — superior a renda fixa tradicional, sem abrir mão da exposição ao ativo.

Vale monitorar aprovação da SEC e lançamento, que pode impulsionar inflows no ecossistema IBIT e sinalizar maturidade do mercado cripto.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem BlackRock cartoon atraindo 73% de rio dourado de capital para cofre IBIT em ETFs Bitcoin, simbolizando dominância institucional

BlackRock Domina: 73% dos US$ 1,42 Bi em Inflows Recordes de ETFs BTC

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram US$ 1,42 bilhão em influxos na semana de 12 a 16 de janeiro de 2026, o maior volume em três meses, segundo a crypto.news. A BlackRock dominou com seu IBIT capturando 73% das entradas (US$ 1,035 bilhão), enquanto a BeInCrypto destaca o otimismo institucional. Por que o Wall Street escolheu a BlackRock para custodiar o futuro do Bitcoin? Esse movimento reforça a tese de adoção massiva.


Recordes Semanais e Reversão de Fluxos

Os influxos de US$ 1,42 bilhão marcam uma virada impressionante após saídas de US$ 681 milhões na semana anterior, conforme detalhado pela crypto.news. O pico ocorreu na terça-feira (14/01), com US$ 843,62 milhões, seguido por US$ 753,73 milhões na segunda. Apesar de uma saída de US$ 394,68 milhões na quinta, o saldo semanal foi robusto.

Os ativos totais dos ETFs de Bitcoin atingiram US$ 124,56 bilhões, com influxos cumulativos de US$ 57,82 bilhões desde o lançamento. Esse volume reflete a maturidade do produto, atraindo investidores institucionais em busca de exposição regulada ao BTC.

Dominância do IBIT e o ‘Smart Money’

O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock liderou com US$ 1,035 bilhão em entradas, representando 73% do total, como reportado pela NewsBTC. Essa concentração demonstra confiança no track record da maior gestora de ativos do mundo, que oferece custódia segura e liquidez superior.

O ‘smart money’ — fundos de pensão, endowments e family offices — prefere o IBIT por sua escala e integração com portfólios tradicionais. Essa preferência não é aleatória: reflete a visão de longo prazo de que o Bitcoin é reserva de valor definitiva, impulsionando a demanda institucional.

Impacto na Liquidez e Perspectivas de Preço

A absorção massiva pelo IBIT reduz a liquidez spot no mercado, retirando Bitcoins da circulação disponível. Como os ETFs compram BTC diretamente, isso cria escassez artificial, pressionando preços para cima. A BeInCrypto nota que o BTC segura suporte em US$ 95 mil, com potencial para US$ 98 mil e US$ 100 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 509.386,87 às 20:39 deste domingo (variação -0,58% em 24h). Essa dinâmica sugere consolidação com viés de alta, com influxos persistentes podendo catalisar nova alta.

O Que Isso Significa para Investidores

Para brasileiros, essa dominância valida a tese de adoção global. O ‘smart money’ concentrado no IBIT sinaliza confiança no ecossistema Bitcoin, melhorando liquidez institucional e reduzindo volatilidade a longo prazo. Vale monitorar se os fluxos mensais sustentam esse ritmo — os dados sugerem que sim, reforçando o viés de alta.

Investidores devem observar o preço BTC acima de US$ 95 mil como sinal positivo, preparando terreno para US$ 100 mil.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon empurrando lingotes BTC para cofre gelado de cold storage, simbolizando HODL institucional da BlackRock no ETF IBIT

BlackRock Transfere BTC da Coinbase: HODL Institucional

A BlackRock realizou transferências de 300 BTC da Coinbase para endereços de custódia a frio, gerando especulações sobre possível pressão de venda. No entanto, analistas esclarecem que se trata de operações rotineiras de custódia para backing do ETF IBIT, impulsionadas por US$ 648 milhões recordes em 16 de janeiro de 2026. Não entre em pânico: isso reforça a estratégia de HODL institucional, protegendo ativos contra vulnerabilidades de hot wallets.


Mecânica das Transferências de Custódia

As movimentações recentes da BlackRock da Coinbase Prime para vaults dedicados do IBIT seguem protocolos padrão de custódia. Quando investidores compram ações do ETF em bolsas tradicionais, a Coinbase, como custodiante, reloca o Bitcoin equivalente para armazenamento frio seguro. Essa prática atende a requisitos regulatórios e garante a integridade dos ativos lastreados.

Analista Brain, em post no X, destacou que esses fluxos on-chain, visíveis em exploradores como Arkham, correspondem diretamente aos US$ 648 milhões em inflows líquidos no IBIT. Não são saques para liquidação, mas conversões de demanda de ETF em holdings físicos de Bitcoin, demonstrando confiança de longo prazo na gestão de ativos digitais.

Inflows Recordes no ETF IBIT

O ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock registrou seu maior inflow semanal desde o lançamento, com US$ 648 milhões em entradas líquidas no dia 16 de janeiro. Esse volume explica as grandes transferências observadas, consolidando o IBIT como líder em acumulação institucional de Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.557 (equivalente a cerca de US$ 95.360), com variação de -0,28% nas últimas 24 horas. Os inflows contrabalançam pressões macroeconômicas, como a drenagem de liquidez pelo Federal Reserve, criando suporte em torno de US$ 94.000.

Dinâmica de Mercado e Padrões de Acumulação

O mercado exibe sinais mistos: Bitcoin em US$ 95.360 e Ethereum em US$ 3.287, com taxas de funding perpétuo ligeiramente negativas (-0,0004), refletindo ceticismo entre traders alavancados. Contudo, os fluxos de ETF absorvem pressão vendedora, estabelecendo pisos de preço sustentados pela demanda institucional.

Padrões semelhantes ocorrem no ETHA (Ethereum ETF da BlackRock), com acumulação em US$ 3.200. Observadores de saldos em exchanges devem diferenciar custódia de vendas reais para evitar interpretações errôneas de dinâmicas de suprimento. A “efeito BlackRock” reforça o comportamento buy-and-hold entre investidores profissionais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, essas operações sinalizam maturidade no ecossistema cripto global. Com o Bitcoin acima de R$ 500 mil, monitorar métricas on-chain como outflows de exchanges e inflows de ETFs é essencial para contextualizar volatilidade. A estratégia de cold storage da BlackRock mitiga riscos de hacks em hot wallets, priorizando segurança em escala institucional.

Investidores devem focar em dados objetivos: inflows positivos indicam acumulação, não distribuição. Isso pode sustentar níveis de suporte atuais, mesmo em regimes macro de risco neutro. Vale acompanhar atualizações de fluxos ETF para projeções de médio prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Professor Ivy League cartoon abrindo cofre revelando tesouros Bitcoin e Ethereum ETFs luminosos, sinalizando adoção bullish por endowments

Dartmouth Ivy League Revela US$ 15 milhões em ETFs Bitcoin e Ethereum

O Dartmouth College, prestigiada universidade da Ivy League, revelou via Form 13F aportes em ETFs de Bitcoin e Ethereum. São 201.531 ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, avaliadas em US$ 10 milhões, e 178.148 ações do Grayscale Ethereum Mini Trust, no valor de US$ 5 milhões, ambos ao final de dezembro de 2025. Esse movimento sinaliza a confiança crescente de gestores conservadores no potencial de longo prazo dos ativos digitais como reserva de valor.


Detalhes das Posições em ETFs Cripto

A divulgação, registrada em 14 de janeiro de 2026, destaca posições novas no endowment da Dartmouth. O IBIT, um dos ETFs de Bitcoin spot mais populares, representa uma exposição direta ao BTC sem a necessidade de custódia privada. Com valor de US$ 10.006.014 em 201.531 ações, essa alocação reflete uma aposta estratégica em um ativo que tem se consolidado como digital gold.

Já o Grayscale Ethereum Mini Trust, com US$ 4.998.833 em 178.148 ações, adiciona diversificação ao portfólio com exposição ao ETH, a principal plataforma para finanças descentralizadas (DeFi) e contratos inteligentes. Ao todo, os aportes somam cerca de US$ 15 milhões, uma fatia modesta mas significativa para um endowment acadêmico conhecido por sua abordagem cautelosa.

Contexto no Portfolio do Endowment

O Form 13F totaliza US$ 393 milhões em nove posições principais, onde o IBIT ocupa cerca de 2,5% e o ETH Mini 1,3%. Comparado a holdings tradicionais como o SPDR S&P 500 ETF (US$ 227 milhões), mercados emergentes e ETFs de qualidade, a cripto surge como uma hedge contra inflação e diversificador de risco. Essas posições não existiam no 13F anterior de setembro de 2025, confirmando aquisições recentes em meio à valorização do Bitcoin para US$ 96.284 no momento da divulgação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 514.568 no Brasil, com variação de -1,28% em 24h, reforçando sua maturidade como ativo global.

Tendência de Adoção nas Universidades Ivy League

Dartmouth não está sozinho. Brown University reportou IBIT no 13F de março de 2025 (US$ 4,9 milhões), Emory alocou US$ 15,8 milhões em Bitcoin Mini Trust em outubro de 2024, e Harvard detém a maior posição conhecida, com US$ 442,9 milhões em IBIT. Esses endowments, geridos por profissionais de elite, validam a tese institucional: cripto não é especulação passageira, mas alocação estratégica para preservação de patrimônio de longo prazo.

Analistas como MacroScope destacam o filing como "sinal importante do complexo de endowments", apontando para uma onda de adoção que fortalece a narrativa bullish.

Implicações bullish para o Mercado Cripto

Para investidores brasileiros, esse endosso Ivy League é um catalisador poderoso. Endowments gerenciam bilhões com foco em sustentabilidade, e sua entrada via ETFs regulados reduz barreiras regulatórias e operacionais. Com o Bitcoin acima da retração de 0,618 Fibonacci semanal, os dados sugerem momentum para novas máximas históricas.

É provável que mais instituições sigam, ampliando liquidez e estabilidade. Vale monitorar próximos 13Fs para medir a aceleração dessa tendência transformadora.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon BlackRock guiando personagem Bitcoin no início de estrada dourada infinita, simbolizando adoção institucional early stage

BlackRock: Bitcoin no Início da Jornada Financeira

O head de produtos ETF da BlackRock, Jay Jacobs, afirmou que o Bitcoin ainda está nos primeiros passos de sua integração ao mercado financeiro tradicional. Apesar dos dezenas de bilhões de dólares captados pelo ETF IBIT desde o lançamento, o processo de adoção permanece em estágio inicial, com investidores e assessores aprendendo a posicionar o ativo em carteiras diversificadas. Essa visão otimista reforça um ciclo prolongado de alta para o BTC.


Early Stage dos ETFs de Bitcoin

A declaração de Jacobs veio durante o programa ETF Edge da CNBC, destacando que o IBIT, principal ETF de Bitcoin da BlackRock, representa apenas o começo de uma transformação maior. Lançado após a aprovação regulatória nos EUA, o produto atraiu capital institucional maciço, legitimando o BTC como reserva de valor corporativa e alternativa estratégica.

Além do IBIT, a gestora expandiu para o ETHA, ETF ligado ao Ethereum, ampliando a exposição a criptoativos regulados. Esse movimento sinaliza confiança em um ecossistema em maturação, onde barreiras regulatórias e operacionais estão sendo superadas, abrindo portas para alocações permanentes em portfólios tradicionais.

Os inflows contínuos demonstram que instituições veem o Bitcoin não como especulação de curto prazo, mas como componente essencial de diversificação, resistente a ciclos econômicos adversos.

Confiança em Meio à Volatilidade

Todd Rosenbluth, head de research da VettaFi, complementou a análise ao observar fluxos positivos mesmo em períodos de oscilações intensas no preço do BTC. Essa resiliência indica um compromisso de longo prazo, com investidores tratando cripto como alocação estratégica, não tática.

No contexto atual, com o Bitcoin negociando próximo de US$ 90.000, os ETFs mantêm atração, democratizando o acesso além do público nativo cripto. Plataformas reguladas reduzem riscos operacionais, facilitando a entrada de family offices, fundos de pensão e investidores conservadores.

Essa dinâmica bullish fundamenta a tese de que quedas recentes são oportunidades de acumulação, alinhadas à visão de Jacobs sobre um horizonte extenso de crescimento.

Perspectivas para Holders de Longo Prazo

Para holders pacientes, a mensagem é clara: o bull market do Bitcoin tem pernas longas. A educação financeira em curso, impulsionada por ETFs, deve acelerar a adoção global, elevando a capitalização de mercado do BTC para patamares históricos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.027,86 às 22:23 desta quinta-feira (8), com variação de -0,46% nas últimas 24 horas e volume de 267 BTC. Esse patamar reforça a solidez, preparando terreno para novas máximas.

Instituições como BlackRock pavimentam o caminho, transformando ceticismo em alocação obrigatória. Monitore inflows e aprovações regulatórias para capturar o upside de um ciclo multianual.

O Que Esperar em 2026

Com mais ETFs de altcoins como Solana e XRP no horizonte, o ecossistema cripto ganha maturidade. A BlackRock, maior gestora mundial, aposta em educação e integração, sugerindo que o BTC pode rivalizar com ouro e tech stocks em escala global.

Para o investidor brasileiro, essa narrativa otimista valida estratégias HODL, priorizando paciência sobre timing perfeito em um mercado ainda jovem.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Líder institucional cartoon iniciando trilha dourada infinita com holders seguindo, simbolizando jornada inicial do Bitcoin pela BlackRock

BlackRock: Bitcoin Ainda no Início da Jornada Financeira

O head de ETFs da BlackRock, Jay Jacobs, declarou que o Bitcoin ainda está nos primeiros passos de sua integração ao sistema financeiro tradicional, apesar dos bilhões captados pelo ETF IBIT. A afirmação veio durante o programa ETF Edge da CNBC e reforça um processo de educação e adoção em early stage, com foco em carteiras diversificadas. Para investidores otimistas, isso confirma um ciclo prolongado de valorização.


Declaração de Jay Jacobs no ETF Edge

Jay Jacobs destacou que, mesmo com o IBIT captando dezenas de bilhões desde o lançamento em janeiro de 2024, o mercado cripto ainda aprende a integrar o Bitcoin. Investidores e assessores agora acessam o ativo via estruturas reguladas, facilitando exposição sem complexidades operacionais. A discussão evolui para o papel do BTC em portfólios, analisando seu comportamento em ciclos de mercado ao lado de ações e renda fixa.

A BlackRock, maior gestora global com US$ 12,5 trilhões em AUM, também lançou o ETHA para Ethereum, consolidando sua posição como porta de entrada institucional. Segundo o site oficial do IBIT, o fundo gerencia US$ 70,9 bilhões em ativos, com NAV de US$ 51,42 e volume médio diário de 53 milhões de shares.

Inflows Bilionários e Liderança do IBIT

O sucesso do IBIT é evidente: é o ETF de Bitcoin mais negociado desde o lançamento, com liquidez superior reduzindo custos transacionais. Apesar da volatilidade recente, com BTC oscilando abaixo de US$ 90 mil, os inflows persistem, sinalizando compromisso de longo prazo. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.270 (-0,33% em 24h), refletindo estabilidade em meio a correções globais.

Todd Rosenbluth, da VettaFi, observou que investidores tratam ETFs como alocação estratégica, mantendo posições em quedas. Volumes acumulados superam US$ 2 trilhões, com BTC ETFs representando 6,6% da capitalização do ativo.

Confiança Institucional em Meio à Volatilidade

Mesmo com BTC testando suportes abaixo de US$ 90 mil, a resiliência dos inflows demonstra maturidade crescente. A aprovação de padrões genéricos pela SEC em 2025 acelerou lançamentos, incluindo Solana e XRP. Gigantes como Morgan Stanley protocolam ETFs semelhantes, validando a tendência.

Para holders, isso reforça a tese bullish: adoção institucional impulsiona demanda sustentada, mitigando volatilidade de curto prazo com horizontes longos.

Perspectiva para Holders de Longo Prazo

O otimismo fundamentado reside na paciência: BlackRock vê BTC como reserva de valor em diversificação. Com AUM do IBIT em US$ 70,9 bilhões e tecnologia integrada via Coinbase Prime, o fundo exemplifica acessibilidade. Em bull market prolongado, dados sugerem potencial para novos ATHs, beneficiando quem acumula agora. Vale monitorar inflows semanais para confirmar momentum.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.