Baleia cartoon com chapéu de trader carregando saco de lucros saindo de torre HYPE rachando, ilustrando tomada de lucro da Loracle

A HYPE acabou? Baleia Loracle embolsa US$ 8,6 milhões e reduz posição

Interessante como o nome de um token pode ser profético. A maior posição longa em HYPE on-chain, conhecida como ‘Loracle’, resolveu dar um basta à festa e iniciar sua primeira tomada de lucro. Após ver o preço do token recuperar de US$ 27 para acima de US$ 30, o gigante reduziu sua posição para US$ 46,2 milhões, embolsando cerca de US$ 8,6 milhões em lucros flutuantes. A HYPE, ironicamente, pode estar acabando para quem fica para trás.


Detalhes da Operação de Saída

A posição em HYPE foi aberta em 12 de janeiro com 5x de alavancagem, a um preço médio de US$ 22. Desde então, Loracle foi rolando a posição aos poucos, elevando o preço médio para US$ 24,55. O pico de lucro flutuante chegou a US$ 16 milhões, mas em 21 de fevereiro, veio o movimento: redução contínua em pequenas quantidades, ainda em curso no momento da notícia. Curioso como os peixes grandes sempre saem na hora certa, deixando o cheiro de euforia para os menores.

Essa não é uma saída abrupta, mas estratégica. Com o token voltando aos US$ 30 após uma queda recente, o timing parece calculado para travar ganhos sem derrubar o preço de uma vez. Uma lição clássica: baleias não vendem tudo de uma vez para evitar pânico.

Quem é Loracle, o Rei do Hyperliquid?

Loracle, ou Laurent Zeimes (X: @loraclexyz), é um dos earliest contributors do ecossistema Hyperliquid. Fundador do Hypurrfun, ele tem se destacado no mercado de contratos perpétuos da plataforma. Não é um novato qualquer: sua atividade sugere um trader profissional, misturando posições longas agressivas com hedges sofisticados em BTC, ETH, até PAXG (ouro tokenizado) e ZEC.

Segundo análises, Loracle não aposta tudo em uma carta só. Seus shorts em Bitcoin e Ethereum criam uma proteção relativa, lucrando quando HYPE supera os majors. É o tipo de jogada que separa os pros dos apostadores. Enquanto isso, o resto do mercado fica com a ‘esperança’ — ou HYPE — de que o rally continue.

O Que Isso Diz Sobre o Mercado de HYPE?

Quando a maior baleia começa a reduzir, é natural questionar: isso sinaliza o topo? HYPE, impulsionado pelo buzz no Hyperliquid, viu um rebound recente, mas movimentos como esse de Loracle podem esfriar o entusiasmo. Não é pânico, mas cautela. Para traders menores, é um lembrete: monitore as carteiras grandes via ferramentas como Coinbob. Elas saem primeiro, sempre.

A estratégia de Loracle destaca o jogo de alto risco no DeFi: alavancagem alta, rolling de posições e hedges cross-asset. Enquanto ele trava US$ 8,6 milhões, o varejo fica se perguntando se a festa de euforia virou ressaca. Vale observar se mais whales seguem o exemplo.

Lições para o Leitor Comum

No fim das contas, baleias como Loracle operam em outro nível: paciência para entrar baixo, timing para sair e diversificação para sobreviver. Para nós, meros mortais, a ironia é clara: o token se chama HYPE, e quando o hype real some, os grandes já lucraram. Monitore endereços grandes, evite FOMO no pico e lembre: no cripto, a esperança é a última que sai — mas as baleias saem antes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Dois bilionários cartoon em ringue de boxe com luvas marcadas 100K e troféu HYPE, satirizando aposta de Hayes contra Samani no circo cripto

Arena de Bilionários: Hayes Aposta US$ 100 Mil Contra Samani

Interessante como os bilionários do cripto transformam desentendimentos em espetáculos públicos. Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, acabou de desafiar Kyle Samani, da Multicoin Capital, para uma aposta de US$ 100 mil sobre o token HYPE. O período vai de 10 de fevereiro a 31 de julho de 2026, com o perdedor doando para caridade escolhida pelo vencedor. Tudo isso após Hayes despejar tokens DeFi e recomprar HYPE. Circo armado no Twitter.


Regras do Jogo: HYPE Contra o Mundo

Segundo as condições propostas por Hayes, o HYPE da Hyperliquid precisa superar qualquer altcoin com capitalização acima de US$ 1 bilhão no CoinGecko durante os próximos seis meses. Samani escolhe o rival — conveniente, não? Se HYPE vencer, ótimo para Hayes; caso contrário, ele doa os 100 mil. Curioso como ninguém menciona o risco de manipulação em um mercado onde baleias como ele ditam o ritmo.

A provocação veio após Samani criticar duramente a Hyperliquid: código supostamente fechado, operação centralizada, fundador que “fugiu do país” e facilitação de atividades criminosas. Hayes rebateu sem negar, apenas apostando que o mercado provará quem está certo. Nada como uma wagneriana aposta para calar bocas.

Despejo DeFi: Rotação ou Fuga Estratégica?

Enquanto isso, on-chain não mente: Hayes transferiu US$ 3 milhões em ENA, ETHFI e PENDLE para exchanges, coincidindo com quedas de 3-7% nos preços. Padrão clássico — comprou em dezembro de 2025, vendeu agora. Em paralelo, acumulou mais 57 mil HYPE por US$ 1,91 milhão, chegando a 131 mil tokens. Estratégia brilhante ou apenas girando capital para o próximo hype?

Para nós, meros mortais, isso significa volatilidade amplificada. Brasileiros expostos em exchanges locais sentem o baque quando baleias descarregam. Hayes despeja DeFi como quem limpa o armário antes da festa nova.

Histórico Volátil: Amor-Odio com HYPE

Ah, o histórico de Hayes com HYPE é uma novela mexicana. Previu 126x em 2025, vendeu 96 mil tokens em setembro por US$ 5,1 milhões para “comprar uma Ferrari”, e agora recomprou apostando tudo. Volatilidade de opiniões? Ou mero oportunismo? Multicoin, de Samani, acumula US$ 46 milhões em HYPE apesar das críticas — hipocrisia ou hedge esperto?

Hyperliquid avança com HIP-4 e integrações, mas críticas regulatórias ecoam o passado da BitMEX. Hayes transforma análise em cassino, e o mercado adora o show.

O Que Sobrou para o Leitor?

Enquanto eles brigam por 100 mil — troco para eles —, o varejo monitora wallets via Arkham ou Lookonchain. Lição irônica: ignore a euforia social, diversifique em BTC/ETH, use stop-loss. Os grandes entretêm, mas o circo é deles. Vale assistir, mas não aposte a casa.


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Personagens cartoon de Hayes despejando tokens DeFi e erguendo troféu HYPE contra executivo Multicoin em arena digital, expondo conflito no mercado cripto

Hayes Despeja DeFi e Aposta US$ 100 Mil em HYPE Contra Multicoin

Investigações on-chain revelam que Arthur Hayes despejou milhões em tokens DeFi como ENA, ETHFI e PENDLE para exchanges, sinalizando possível venda em massa. Paralelamente, o ex-CEO da BitMEX lançou uma aposta de US$ 100 mil contra Kyle Samani, da Multicoin, defendendo que HYPE superará qualquer altcoin acima de US$ 1 bilhão em 6 meses. Evidências apontam para rotação agressiva de capital — mas é estratégia ou pump and dump?


Movimentações On-Chain Suspeitas

Evidências on-chain mostram Hayes transferindo 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão) de suas carteiras para endereços de exchanges nas últimas horas. Monitoramentos como Lookonchain classificam isso como “likely to sell”, padrão recorrente do investidor.

Esse volume totaliza mais de US$ 3 milhões, coincidindo com quedas de 3-7% nos preços dos tokens. Histórico revela ciclo: comprou esses ativos em dezembro de 2025, vendeu em massa agora. Red flag: tais quedas de baleias amplificam volatilidade, impactando holders menores que seguem seus rastros.

Para brasileiros, com exposição via exchanges locais, isso eleva riscos em posições alavancadas nessas altcoins especulativas.

Aposta Pública e Críticas ao Hyperliquid

A provocação veio após Kyle Samani criticar o Hyperliquid, plataforma nativa do HYPE, por supostos problemas: fundadores “fugindo da pátria”, código fechado, facilitação de crimes e operação permissionada. Samani, recém-saído da Multicoin, expressou desalento com o setor.

Hayes rebateu sem negar acusações, apostando de 10/02/2026 a 31/07/2026 que HYPE outperform qualquer shitcoin com market cap superior a US$ 1 bilhão. Perdedor doa US$ 100 mil a caridade escolhida pelo vencedor. Ironia: Multicoin acumula ~US$ 46 milhões em HYPE via 17 transações recentes, apesar das críticas de seu ex-sócio.

Comentários destacam hipocrisia: posições ditam opiniões, com Samani acusado de ciúmes competitivos.

Histórico de Hayes e Red Flags

Hayes tem “amor-ódio” com HYPE: previu 126x em 2025, vendeu para “comprar Ferrari” em setembro, recomprrou em janeiro 2026. Plataforma Hyperliquid destaca-se com propostas como HIP-4 (mercados de previsão) e integrações institucionais, impulsionando HYPE +20% semanal apesar de correções gerais.

Red flags incluem closed source e críticas regulatórias, ecoando BitMEX (passado conturbado de Hayes). Padrão de compra-venda-compra sugere trading curto-prazo, não convicção longa. Mercado reage: HYPE em US$ 32-33, mas quedas DeFi pressionam liquidez.

Estratégia agressiva ou ego? Evidências on-chain não mentem, mas intenções demandam cautela.

Como se Proteger de Baleias

Investidores devem monitorar wallets conhecidas via Arkham ou Lookonchain. Evite FOMO em pumps de influencers com histórico volátil como Hayes.

  1. Configure alertas on-chain para grandes transfers.
  2. Diversifique em BTC/ETH, evite DeFi especulativo.
  3. Use stop-loss em altcoins.
  4. Foque fundamentals, ignore hype social.

Hayes gira capital — proteja o seu rastreando antes de ser pego no rastro.


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Rede isométrica DeFi com fluxo dourado rotacionando de âncora Bitcoin para nodos cyan pulsantes, simbolizando recordes de Aster e Hyperliquid

Rotação no DeFi: Aster e Hyperliquid Batem Recordes

Os dados mostram o Bitcoin recuperando para US$ 71,3 mil neste domingo (8), com alta de 3,2% em 24 horas após queda para US$ 62 mil na quinta-feira, segundo o Portal do Bitcoin. Em paralelo, a Aster dispara 16% para US$ 0,62, impulsionada por volumes recordes em DEXs de futuros perpétuos. A Hyperliquid acumula US$ 25,19 milhões em receita semanal, sinalizando rotação tática para protocolos DeFi com geração de receita real durante a lateralização do BTC.


Contexto do Mercado: Recuperação do Bitcoin

O Bitcoin registra alta de 3,2% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 71,3 mil, após perdas semanais de 9,1%. A mínima de US$ 62 mil na quinta-feira representou o menor nível em dois anos, pressionado por liquidações generalizadas. Ethereum avança 4,4%, Solana 2,7% e XRP 4,1%, indicando recuperação ampla no top 100.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 371.215,63 apresenta variação positiva de 1,68% em 24 horas, com volume de 278,99 BTC. Os dados sugerem estabilização, mas volumes em derivativos DeFi destacam rotação setorial.

DEXs de perpétuos registraram o segundo maior volume diário histórico na quinta, superando US$ 70 bilhões, conforme DeFiLlama. Esse movimento reflete busca por alavancagem em cenários de volatilidade.

Alta da Aster: Volumes em Futuros Perpétuos

A Aster, DEX na BNB Chain especializada em futuros perpétuos com alavancagem até 1.001x, lidera ganhos com +16% em 24 horas para US$ 0,62. Na quinta, capturou US$ 10 bilhões em volume, atrás apenas da Hyperliquid (US$ 24,7 bilhões).

Os números indicam atração de traders para plataformas com liquidez profunda em derivativos. Lançada recentemente, a Aster compete diretamente com Hyperliquid, beneficiando-se do apoio de figuras como CZ, cofundador da Binance, que adquiriu posições significativas. Níveis a observar: suporte em US$ 0,50 e resistência em US$ 0,70, baseados em padrões recentes de volume.

Essa performance ocorre apesar da correção no BTC, reforçando fundamentos de receita via taxas de trading em períodos de alta volatilidade.

Hyperliquid: Receita Recorde e Desempenho do HYPE

A Hyperliquid acumula US$ 25,19 milhões em receita na semana, com crescimento contínuo por três semanas, per DeFiLlama. O token nativo HYPE valorizou mais de 80% desde o mínimo de US$ 20,5 (21/01), atingindo picos acima de US$ 38 antes de recuar para US$ 31,5.

Em relação ao BTC, o par HYPE/BTC avança mais de 70% nas últimas duas semanas, destacando resiliência relativa. Volumes elevados sustentam a geração de receita, com taxas de plataforma capturando fração significativa das negociações perpétuas.

Indicadores técnicos apontam média móvel de 50 períodos em US$ 28 como suporte chave, enquanto RSI em 65 sugere momentum moderado sem sobrecompra.

Rotação Tática para DEXs de Derivativos

Durante a lateralização do Bitcoin entre US$ 62-71 mil, traders rotacionam para DEXs como Aster e Hyperliquid, priorizando protocolos com revenue real via volumes de perpétuos. Esses ativos capturam taxas em cenários de liquidações massivas, como os US$ 70 bilhões da quinta.

Os dados mostram correlação inversa temporária: enquanto BTC consolida perdas semanais, perp DEXs expandem market share. Traders devem monitorar volumes diários acima de US$ 20 bilhões por plataforma como sinal de sustentabilidade. Próximos níveis para BTC: suporte em US$ 68 mil e resistência em US$ 75 mil.

Essa dinâmica reforça diversificação em DeFi para exposição a derivativos descentralizados.


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Vault glassmorphism hexagonal absorvendo raios voláteis HYPE cyan e laranja, emitindo prêmios dourados em ecossistema DeFi do Hyperliquid

HYPE como Colateral: Hyperion Lança Vault de Renda Volátil

A Hyperion DeFi, empresa listada na Nasdaq (HYPD), anunciou o lançamento do Volatility Income Vault, uma inovação que usa seus 1,86 milhão de tokens HYPE como colateral para negociações de opções on-chain. Em parceria com o protocolo Rysk no HyperEVM, a estratégia gera renda por meio de prêmios de opções, somando-se ao rendimento base do staking de cerca de 4%, sem apostar na direção do preço. Isso representa um passo além do simples hold ou stake, transformando a tesouraria em um motor de receita ativa e transparente.


O Que é o Volatility Income Vault

O Volatility Income Vault é um cofre on-chain projetado para tesourarias institucionais, ancorado na blockchain Hyperliquid. Diferente de estratégias passivas, ele permite que detentores de HYPE, como a Hyperion, forneçam colateral para emissão de contratos de opções. Esses contratos incluem covered calls (opções de compra cobertas) e cash-secured puts (opções de venda garantidas com caixa), onde o emissor coleta prêmios pagos pelos compradores que especulam sobre o preço do HYPE em USD.

A Hyperion, que detém mais de 1,86 milhão de HYPE — avaliados em dezenas de milhões de dólares —, usa tokens de liquid staking (LSTs) e stablecoins como colateral dentro do vault. Isso otimiza o capital, permitindo que os ativos gerem rendimento simultaneamente via staking e prêmios de opções. O anúncio, feito via comunicado oficial, destaca a transparência total das operações on-chain, verificável por qualquer um via exploradores de blocos.

Como Funciona Tecnicamente

No núcleo, o vault opera como um smart contract especializado no HyperEVM, a máquina virtual da Hyperliquid. Os detentores depositam HYPE LSTs ou stablecoins, que servem de garantia para vender opções. Quando um trader compra uma covered call, por exemplo, ele paga um prêmio upfront à Hyperion pelo direito de comprar HYPE a um preço strike futuro. Se o preço não atingir o strike, o contrato expira, e o emissor fica com o prêmio integral.

Da mesma forma, cash-secured puts permitem vender HYPE a um preço fixo se ativado, mas com stablecoins em reserva para entrega. Os prêmios acumulados — tipicamente mais altos em períodos de volatilidade — se somam ao yield do staking, criando uma camada extra de renda. O protocolo Rysk fornece a infraestrutura para liquidação automática e execução eficiente, reduzindo riscos de contraparte. Essa abordagem é agnóstica à direção do mercado: lucra com a volatilidade inerente, não com mercados de alta ou baixa.

Executivos como o CEO Hyunsu Jung enfatizam: "Melhoramos a eficiência de execução e precificação, otimizando o yield sobre nossos holdings de HYPE", conforme detalhado na cobertura da Crypto Economy.

Contexto do Ecossistema Hyperliquid

O Hyperliquid se destaca por seu mecanismo deflacionário: cerca de 97% das taxas de trading são usados para recompra e queima de HYPE, com mais de US$ 3 milhões recomprados em 24 horas recentemente. Seu exchange perpétuo rivaliza com gigantes como Binance, processando bilhões em volume. Isso cria um suporte estrutural ao preço do HYPE, beneficiando tesourarias como a da Hyperion.

O lançamento ocorre strategicamente antes de um unlock de 9,92 milhões de HYPE em 6 de fevereiro, período de alta volatilidade que eleva prêmios de opções. Propostas como HIP-4, para mercados de predição, podem expandir ainda mais a utilidade do ecossistema, atraindo volume de plataformas como Polymarket.

Por Que Isso Importa para DeFi

Essa estratégia marca uma evolução nas tesourarias on-chain: de passivas (apenas staking) para ativas, gerando renda previsível via volatilidade. Para instituições, oferece yield verificável sem especulação, alinhado a mandatos de risco baixo. A Hyperion planeja abrir o vault a outros holders institucionais de HYPE, fomentando infraestrutura compartilhada.

No entanto, o mercado reagiu com cautela: ações HYPD caíram 13% para US$ 3,50 em meio a um selloff geral. Investidores devem monitorar TVL do vault, volume de opções e desempenho on-chain para validar a inovação. Métricas como usuários ativos e transações diárias serão chave para adoção real.


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Plataforma glassmorphism DeFi com nucleo HYPE e seta +20% ascendentes, simbolizando HIP-4 de Hyperliquid revolucionando prediction markets

HYPE Sobe 20%: Hyperliquid HIP-4 Desafia Polymarket

A equipe por trás do HyperCore, infraestrutura central da Hyperliquid, anunciou suporte à proposta HIP-4 para introduzir Outcome Trading, uma forma inovadora de mercados de predição on-chain. Diferente da Polymarket tradicional, essa mecânica elimina liquidações forçadas e chamadas de margem, usando contratos totalmente colateralizados. O token nativo HYPE reagiu com alta de 20%, atingindo US$ 37 em meio ao mercado em baixa, conforme reportado pelo Cointelegraph.


O Que é Outcome Trading na HIP-4

A Hyperliquid, maior DEX de perpetual futures descentralizada, expande seu ecossistema com a HIP-4. Essa proposta integra uma nova classe de ativos à HyperCore, permitindo apostas em eventos reais como eleições políticas ou resultados esportivos. Ao contrário de futuros perpétuos tradicionais, que envolvem alavancagem e riscos de liquidação, o Outcome Trading opera com colateral total dentro de uma faixa de preço fixa.

O sistema usa o stablecoin nativo USDH para liquidações, garantindo que ganhos e perdas sejam limitados ao capital depositado. Isso cria uma experiência similar a um “bilhete de aposta” com pagamento máximo definido, sem surpresas de chamadas de margem. A funcionalidade está em fase de testnet, com rollout para mainnet previsto após validações técnicas.

Arquitetura Técnica: Vantagens Sobre Polymarket

O diferencial está na composability da Hyperliquid. Como perps e predições rodam na mesma engine de liquidez, traders podem hedge posições de forma eficiente. Por exemplo, uma posição comprada em Ethereum pode ser protegida com uma aposta em “ETH abaixo de US$ 2.000”, reduzindo a margem requerida pois os riscos se compensam no mesmo saldo.

Plataformas isoladas como Polymarket não oferecem essa integração, limitando a capital efficiency. Mercados de predição on-chain acumularam US$ 12,4 bilhões em volume no último mês, segundo Dune Analytics, destacando o potencial. A Hyperliquid aproveita seu volume semanal de perps acima de US$ 200 bilhões para capturar frações desse mercado.

Impacto no Token HYPE e Métricas On-Chain

O anúncio impulsionou o HYPE em 20% para US$ 37, com ganho de 70% desde o mínimo local em janeiro. Dados on-chain da Santiment mostram volume de trading no maior nível em três meses, sinalizando interesse institucional crescente. O TVL e transações diárias da DEX também beneficiam do HIP-3 anterior, que adicionou RWAs como ações e metais preciosos.

Analistas como Ignas destacam como essa evolução pode elevar receitas do protocolo, aumentando demanda por HYPE via fees e governança. Em um bear market, essa resiliência técnica reforça os fundamentos do projeto.

Por Que Isso Importa para DeFi

A HIP-4 representa uma evolução nos mercados de predição: de plataformas isoladas para ecossistemas compostos. Usuários ganham ferramentas para hedging avançado sem os riscos de perps tradicionais, potencializando adoção real. Monitore o mainnet launch e volumes iniciais para validar o impacto. Essa integração pode redefinir como DeFi lida com eventos reais, unindo liquidez de perps bilionária com predições em ascensão.


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Hub isométrico translúcido com arcos ramificando para esferas luminosas de outcomes, simbolizando Outcome Trading no HIP-4 da Hyperliquid

Hyperliquid HIP-4: Outcome Trading na Testnet Expande DeFi

A Hyperliquid anunciou o lançamento da testnet para Outcome Trading sob a Hyperliquid Improvement Proposal 4 (HIP-4), introduzindo contratos totalmente colateralizados para trading baseado em eventos reais, como eleições, esportes e dados econômicos. Diferente dos futuros perpétuos tradicionais, essa primitiva elimina alavancagem e liquidações forçadas, oferecendo payouts não-lineares e settlement temporal fixo. O token nativo HYPE reagiu com alta de mais de 20% em 24 horas, refletindo otimismo do mercado.


O Que é Outcome Trading no HIP-4

Outcome Trading representa uma evolução primitiva no HyperCore da Hyperliquid. São contratos que se assentam em uma faixa de preço fixa, dependentes exclusivamente do resultado de eventos reais. Ao contrário de derivativos alavancados, exigem colateral total da posição, similar a um staking garantido, eliminando riscos de liquidação. Isso cria um ambiente mais estável para expressar visões de mercado sobre incertezas externas.

A implementação via HIP-4 foca em aplicações como mercados de previsão e instrumentos opções-like bounded. Inicialmente, mercados “canonical” serão curados, usando fontes de dados objetivas para settlement em USDH, a stablecoin nativa. O design prioriza transparência técnica, integrando-se ao HyperEVM para composabilidade com dApps existentes.

Como Funciona Tecnicamente

No cerne, os contratos de outcome introduzem não-linearidade nos payouts e maturidade temporal, expandindo a expressividade do HyperCore além de perpétuos lineares. Traders depositam colateral integral (ex: USDH), definindo posições em faixas de outcome binário ou múltiplo. O settlement ocorre via oráculos confiáveis, sem intermediários centralizados, garantindo atomicidade on-chain.

Essa estrutura compõe com portfolio margin, permitindo hedges sofisticados. Por exemplo, um trader pode combinar outcome contracts com posições em perpétuos HIP-3 (que já atingiram OI recorde de US$ 793 milhões em commodities e ações tokenizadas). A testnet atual permite experimentação, com planos para permissionless markets pós-feedback, democratizando a criação de pools de liquidez para eventos globais.

Do ponto de vista código, espera-se commits no GitHub da Hyperliquid revelando otimizações em gas para HyperEVM, mantendo TVL e transações diárias elevadas — métricas que definem adoção real em DeFi.

Por Que Isso Importa para Traders e Ecossistema

HIP-4 posiciona Hyperliquid como plataforma multi-primitiva, rivalizando com Polymarket em prediction markets sem sacrificar velocidade de perpétuos. Analistas notam que, mesmo capturando volume total de Polymarket (valuation de US$ 10 bilhões), adicionaria apenas 5% à receita atual da Hyperliquid, destacando subvalorização em US$ 7 bilhões vs. escala de perp markets.

Para traders brasileiros, isso significa acesso descentralizado a eventos globais — de eleições americanas a dados econômicos — sem custódia centralizada. A ausência de leverage atrai perfis conservadores, enquanto integração com HyperEVM abre portas para devs construírem sobre outcomes. Volumes recentes pós-HIP-3 validam tração: open interest em alta, usuários ativos crescendo.

O HYPE, cotado em torno de US$ 37 com volume 24h de US$ 990 milhões, sinaliza confiança, mas o real valor reside nos fundamentos on-chain: composabilidade e primitivas inovadoras.

Próximos Passos e Monitoramento

A testnet HIP-4 está ativa para testes públicos. Hyperliquid planeja mainnet em 2026 se validação positiva, iniciando com canonical markets e evoluindo para permissionless. Traders devem monitorar feedback on-chain, TVL em outcomes e integração HyperEVM. Essa iteração reforça: código é lei, e Hyperliquid prova maturidade técnica em DeFi.


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Doge cartoon gigante dançando em festa memecoin com balões 197% e HYPE, traders DeFi perplexos ao fundo, ilustrando explosão de volume em DOGE e HYPE

Loucura nos Memecoins: DOGE +197% em Volume e HYPE da Prata Atropelam

No circo cripto de hoje, o volume de Dogecoin explodiu 197%, batendo US$ 1,29 bilhão, enquanto o token HYPE saltou 24% para US$ 27,90 puxado pelo alta insana da prata tokenizada. Plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume diário. Protocolos ‘sérios’ no canto, memes no picadeiro principal. É valor ou só FOMO de cachorro e metal brilhante?


Dogecoin: O Rei Meme Acorda com Fome de Volume

Dogecoin, o eterno palhaço das criptos, decidiu que volatilidade é pros fracos. Seu volume de negociação disparou 197%, alcançando US$ 1,29 bilhão em 24 horas, segundo dados recentes. Apesar do preço oscilando como um meme viral no Twitter – cotado agora em torno de R$ 0,66 –, o movimento sugere revival de interesse retail.

Em um mercado onde liquidez some mais rápido que promessa de Elon Musk, esse pico pode estabilizar swings extremos. Traders de varejo, sedentos por ação rápida, voltam ao DOGE para vendas rápidas ou apostas. Mas pergunte-se: é retomada orgânica ou só mais um pump de cassino digital? O histórico de Doge mostra que volume alto muitas vezes precede… mais volatilidade deliciosa.

Enquanto isso, Bitcoin patina a R$ 463.266 (Cointrader Monitor), com variação de -0,23% nas últimas 24h. BTC sério? DOGE ri por último.

HYPE e Prata: Memetal Precioso Tokenizado

Do outro lado do picadeiro, o token HYPE do Hyperliquid deu um salto de 24%, negociado a US$ 27,90. Culpa? Não de fundamentals DeFi profundos, mas do alta da prata, que bateu recordes na TradeXYZ. Volume de 24h no contrato SILVER-USDC: impressionantes US$ 1,3 bilhão, com open interest de US$ 142 milhões. Plataforma HIP-3 viu total de US$ 1 bilhão diário, open interest ATH de US$ 790 milhões.

Prata spot a US$ 106,89 (+12% semanal), tokenizada em perpétuos onchain 24/7. Nada de horários de bolsa chatos – aqui é cassino global. TradeXYZ, permissionless, atrai liquidez com Growth Mode, permitindo qualquer um lançar mercados com stake de 500k HYPE. Resultado? Baleias apostam em commodities como se fosse roleta. Protocolos sérios piscam admirados.

Prata em BRL? Cerca de R$ 587. Brilhante, não? Literalmente.

Fábrica de Memes vs. DeFi Sério: Quem Ganha?

Ironia máxima: enquanto layer-1s e yield farms ‘revolucionários’ lutam por TVL, memes e prata faturam bilhões. Doge, nascido de piada, volume explode sem whitepaper chique. HYPE, de uma exchange perpétua, surfa commodity tradicional tokenizada. Onde o valor real? Em utility ou no puro espetáculo?

Mercado cripto como cassino global: FOMO de cachorros digitais e metais preciosos atrai o povão, enquanto devs de protocolos sérios codam no escuro. É bolha? Talvez. Mas rentável. Investidores monitoram: se DOGE sustentar volume, rebound possível. HYPE segue prata – e ouro tokenized já passa US$ 4B em cap. Próximo ato: mais memes ou crash cômico?

Leitores espertos sabem: no circo cripto, palhaços pagam as contas.


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Rede cristalina de gelo rachando com prata líquida formando HYPE fluindo, simbolizando hashrate no Texas e boom de prata no DeFi

Hashrate sob Gelo no Texas e Prata no DeFi: Contraste Tecnológico

Uma onda de frio intenso no Texas derrubou o hashrate do Bitcoin em cerca de 40%, de 1.133 ZH/s para 690 EH/s, forçando mineradoras como MARA a desligarem rigs. Ao mesmo tempo, o token HYPE da Hyperliquid explode mais de 25% para US$ 34, impulsionado por volumes recordes em contratos perpétuos de prata. Gelo no Texas e fogo no DeFi: o que esses eventos revelam sobre a resiliência tecnológica da rede Bitcoin e ecossistemas DeFi?


Hashrate em Queda: O Impacto Climático no Texas

O hashrate, métrica que mede o poder computacional total da rede Bitcoin, sofreu uma contração abrupta nos últimos dias. Dados mostram queda de 1.133 ZH/s (zetahashes) para 690 EH/s (exahashes), uma redução de aproximadamente 40%. Isso não reflete capitulação minerária por baixa rentabilidade, mas um evento externo: uma tempestade de gelo nos EUA, com epicentro no Texas, que responde por cerca de um terço do hashrate global.

Mineradoras como MARA tiveram seu hashrate dividido por quatro em relação à média mensal. O frio extremo estressa a infraestrutura elétrica, elevando preços de energia e forçando desligamentos para evitar sobrecargas na rede. Como resultado, tempos de bloco se alongam temporariamente, mas o protocolo Bitcoin se prepara para o ajuste automático de dificuldade.

Resiliência do Bitcoin: Ajuste de Dificuldade em Ação

A rede Bitcoin é projetada para lidar com flutuações no hashrate. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com a queda atual, estima-se uma redução de -4,54% no próximo ajuste, restaurando o equilíbrio sem comprometer a segurança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 462.694 (-0,38% em 24h) demonstra estabilidade apesar do choque. Mineradores afetados podem vender BTC para cobrir custos fixos se o frio persistir, mas historicamente esses eventos climáticos são transitórios. A descentralização geográfica mitiga riscos sistêmicos, provando que gargalos físicos não derrubam a rede.

Explosão do HYPE: Prata On-Chain na Hyperliquid

Em contraste, o ecossistema DeFi brilha com a alta de 60% no HYPE nos últimos dias, atingindo US$ 34 — máximo em dois meses. O protocolo Hyperliquid, via framework HIP-3, permite mercados perpétuos permissionless de ativos reais (RWAs), como prata.

A plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume 24h e US$ 790 milhões em open interest, impulsionados por contratos SILVER-USDC: US$ 1,3 bilhão em volume e US$ 142 milhões em OI. A prata spot subiu 12% na semana para US$ 106,89 (R$ 585,22 via AwesomeAPI), quebrando US$ 100. Isso destaca como blockchains resolvem gargalos financeiros, oferecendo trading 24/7 sem intermediários.

Lições do Contraste: Tecnologia Supera Adversidades

O ‘gelo no Texas’ expõe vulnerabilidades físicas da mineração, mas o ajuste algorítmico garante continuidade. Já o ‘fogo no DeFi’ da Hyperliquid mostra inovação em perp markets on-chain para commodities, atraindo liquidez com baixos custos via Growth Mode. Esses eventos ilustram a maturidade cripto: protocolos autoajustáveis lidam com choques climáticos e expandem para RWAs.

Para investidores brasileiros, monitore hashrate em CryptoQuant e volumes em Hyperliquid. A resiliência tecnológica reforça o potencial de longo prazo, independentemente de volatilidades externas. Vale observar se o rally da prata impulsiona mais adoção de RWAs em DeFi.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Lingote de prata em rede DeFi isométrica com tubos cyan e 'HYPE' central, simbolizando volume superando Solana e XRP

Prata no DeFi: HYPE Dispara 24% com Volume Superando Solana e XRP

Hyperliquid: o volume de futuros de prata na Hyperliquid superou Solana e XRP, alcançando quase US$ 1 bilhão em 24 horas, enquanto o token nativo HYPE disparou 24%. Lançada em outubro de 2025, a proposta HIP-3 permitiu a criação permissionless de mercados de perpétuos, atraindo traders para commodities em infraestrutura DeFi. Esse movimento revela uma nova fronteira para ativos do mundo real em DEX, com open interest de prata em US$ 155 milhões.


Alta no Volume de Prata

O contrato SILVER-USDC na Hyperliquid registrou volume de US$ 1,25 bilhão em 24 horas, posicionando-se como o terceiro mercado mais ativo, atrás apenas de Bitcoin e Ethereum. Esse patamar supera significativamente os volumes de Solana e XRP na mesma plataforma, conforme dados do CoinGecko.

Durante as horas asiáticas, a prata negociou em torno de US$ 110-111, com open interest elevando-se para US$ 155 milhões. O funding ligeiramente negativo indica alta rotatividade e posicionamento bidirecional, sugerindo uso para hedge e volatilidade macro, não apostas especulativas unidirecionais.

Essa inversão de fluxo ocorre enquanto Bitcoin permanece estável perto de US$ 88.000, em equilíbrio defensivo com fluxos de ETF resfriados e demanda por proteção downside.

O Token HYPE e o HIP-3

O HIP-3 alcançou open interest recorde de US$ 790 milhões, triplicando desde US$ 260 milhões há um mês. Lançado em outubro de 2025, o HIP-3 permite que usuários criem mercados perpétuos ao travar tokens HYPE, expandindo a oferta para commodities como prata e ouro.

HYPE, token nativo da Hyperliquid, valorizou 24% em 24 horas, negociando acima de US$ 28. Indicadores técnicos como RSI em 59 e MACD positivo reforçam momentum altista, com baleias retirando suprimento de exchanges e volume total em US$ 2,43 bilhões, alta de 166%.

A plataforma destaca-se por liquidez em descoberta de preços cripto, conforme CEO Jeff Yan.

Divisão de Taxas no HIP-3

A proposta HIP-3 divide as taxas de trading 50/50 entre o criador do mercado e a exchange. Os criadores travam HYPE para lançar mercados, e as taxas geradas financiam recompras do token via Assistance Fund da Hyperliquid, que usa 97% da receita para recompras no mercado aberto.

Essa mecânica cria um loop virtuoso: mais volume em mercados HIP-3 eleva receitas, aumenta recompras de HYPE e pressiona o preço para cima. Deployers configuram shares adicionais de 0-300%, mas o split base alinha incentivos entre participantes e protocolo.

No modo growth, taxas taker caem até 90%, de 0,045% para 0,0045-0,009%, acelerando adoção.

Implicações para Traders Brasileiros

Essa tendência sinaliza maturidade DeFi: infraestrutura cripto agora atrai macro trades em commodities. Traders ganham acesso permissionless a perpétuos de prata com alta liquidez, diversificando além de criptoativos. No entanto, volatilidade persiste, com prata suscetível a fatores macro como ouro (+15% em 30 dias).

Para brasileiros, monitorar HYPE e HIP-3 oferece visão sobre tokenização de RWA. Plataformas como Hyperliquid posicionam-se como venues globais para price discovery, potencializando retornos via recompras.


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Pilar de suporte com '20' gravado rachando sob cascata vermelha de tokens HYPE, silhuetas de baleias sombrias, alertando risco no Hyperliquid

Hyperliquid: Venda de US$ 9,8 milhões pela Equipe Ameaça Suporte de US$ 20

Nove carteiras ligadas à equipe da Hyperliquid despejaram 450 mil tokens HYPE, totalizando US$ 9,8 milhões (aproximadamente R$ 52 milhões, com dólar a R$ 5,32). O movimento ocorreu em meio a uma queda de 9,21% no preço do HYPE, que testou US$ 20,80 antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. Dados on-chain revelam pressão vendedora intensa de insiders, questionando a narrativa de crescimento da DEX descentralizada e alertando traders sobre a fragilidade do suporte crítico em US$ 20.


Detalhes das Vendas pelas Carteiras da Equipe

As transações foram identificadas por analistas on-chain e reportadas via Qwantify.io. Dos 1,125 milhão de HYPE distribuídos para janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto 33,14% foram em staking. Após as operações, restaram apenas 50 mil HYPE (cerca de US$ 1 milhão) nas carteiras spot.

Esse padrão sugere que a equipe tem priorizado vendas de tokens desbloqueados e não stakeados, aumentando a oferta circulante em um momento de domínio baixista no mercado. Historicamente, tal comportamento de insiders pode sinalizar falta de confiança interna, ampliando a volatilidade para holders comuns. Para traders brasileiros, isso equivale a um despejo de mais de R$ 52 milhões em valor de mercado, pressionando o preço em exchanges locais e globais.

Baleias Viram para o Lado Baixista

Não são apenas insiders: grandes investidores seguem o mesmo caminho. Uma baleia abriu posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, conforme dados do Onchain Lens. O volume de derivativos na Hyperliquid subiu 79,8% para US$ 1,46 bilhão, com Open Interest (OI) crescendo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

O Long/Short Ratio em 0,89 confirma o viés baixista predominante, com a maioria dos participantes apostando na continuação da queda. Esse aumento simultâneo de volume e OI indica maior participação no mercado de futuros, mas inclinada para posições vendidas, o que pode acelerar perdas em cenários de liquidação em cascata.

Indicadores Técnicos Reforçam o Risco

Na análise técnica, o MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, domínio claro dos vendedores. O Directional Movement Index (DMI) caiu para 13 na zona baixista, sinalizando estrutura de tendência enfraquecida. Esses indicadores, combinados com o teste recente de mínimas de oito meses em US$ 20,80, apontam para momentum descendente sustentado.

Em contexto mais amplo, o Bitcoin opera a R$ 476.968 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,31% em 24h, mas altcoins como HYPE sofrem mais em correções generalizadas.

Suporte de US$ 20 em Xeque: O Que Traders Devem Fazer

Se a pressão vendedora persistir, o HYPE arrisca romper o suporte de US$ 20, mirando US$ 18,70 como próximo alvo. Traders que utilizam a DEX Hyperliquid para negociações de perpétuos devem monitorar liquidez nesse nível, ajustando stops e posições para evitar liquidações. A venda por insiders fragiliza a confiança na plataforma, especialmente quando o token nativo perde tração.

Recomenda-se cautela: aguarde confirmação de reversão acima de US$ 22 para entradas compradas, ou prepare posições vendidas com alvo em US$ 18. Dados on-chain continuam cruciais para antecipar movimentos de baleias e equipe.


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Insiders cartoon despejando tokens HYPE sobre linha de suporte '20' rachando, ilustrando pressão de venda na Hyperliquid

Hyperliquid: Equipe Vende US$ 9,8 Milhões em HYPE e Pressiona Suporte Crucial

Hyperliquid em alerta: Nove carteiras ligadas à equipe despejaram 450 mil tokens HYPE no mercado, totalizando US$ 9,8 milhões. A venda massiva, reportada por analistas on-chain, coincide com uma queda de 9,21% no preço do token, que agora testa US$ 21. O suporte crucial de US$ 20 está por um fio, levantando suspeitas de insider selling em meio a um mercado já em baixa. Isso expõe a fragilidade por trás da narrativa de crescimento da DEX.


Rastreando as Carteiras: As Vendas da Equipe

Investigação on-chain revela que, de 1,125.766 HYPE distribuídos em janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto apenas 33,14% foram stakeados. Sobraram apenas 50 mil HYPE, avaliados em cerca de US$ 1 milhão, nas carteiras spot. Esse padrão sugere que a equipe Hyperliquid prioriza liquidez imediata sobre compromisso de longo prazo, despejando tokens recém-liberados.

O comportamento histórico reforça a preocupação: a equipe tem vendido consistentemente os unstaked e desbloqueados. Em um contexto de baixa generalizada, essa injeção de suprimento circulante acelera a pressão vendedora, traindo a confiança dos holders retail que ainda apostam na plataforma de perpétuos.

Baleias Adotam Viés de Baixa e Ampliam a Queda

Não são só os insiders: grandes players seguem o exemplo. Uma baleia abriu uma posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, sinalizando expectativa de continuidade da baixa. O volume de derivativos da Hyperliquid explodiu 79,8%, atingindo US$ 1,46 bilhão, com Open Interest subindo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

A razão comprada/vendida está em 0,89, confirmando domínio de baixa entre traders. Essa virada das baleias para posições vendidas reflete pessimismo generalizado, agravado pelo dump da equipe. Participantes do mercado agora apostam em mais quedas, transformando a Hyperliquid em um campo minado para compradores na baixa.

Indicadores Técnicos Sinalizam Risco Elevado

O HYPE despencou para uma mínima de US$ 20,80, nível não visto desde maio de 2025, antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. O MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, enquanto o Directional Movement Index (DMI) caiu para 13, na zona bearish extrema.

Esses sinais técnicos, aliados à pressão vendedora dominante, indicam risco real de rompimento do suporte de US$ 20, com alvo em US$ 18,70. A estrutura fraca do token expõe vulnerabilidades que insiders parecem explorar sem piedade.

Insider Selling: Lição para Investidores Cripto

Esse caso da Hyperliquid é um lembrete clássico de manipulação interna nas criptos: equipes prometem inovação enquanto vendem nos picos para retail. Rastrear carteiras on-chain é essencial para evitar armadilhas. Com o suporte de US$ 20 ameaçado, holders devem monitorar unlocks futuros e posições de baleias. É provável que mais dumps venham, aprofundando a tendência de baixa. Fique vigilante – o mercado cripto não perdoa ingenuidade.


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Balão GAS cartoon murchando com rachadura 98% e criador fugindo de paraquedas, expondo colapso de memecoin por abandono

A Gás Acabou: Token GAS Derrete 98% Após Criador Pular Fora

A história do token GAS é o roteiro perfeito de comédia trágica no mundo cripto: de pico de US$ 60 milhões para US$ 1,1 milhão em apenas quatro dias. Tudo por causa de Steve Yegge, o engenheiro de software por trás do Gas Town AI, que primeiro inflamou o hype com um post viral e depois pulou do barco citando ‘expectativas insustentáveis’. Investidores que sonhavam com fortunas rápidas agora contam os trocados, provando que no circo das memecoins de IA, a gasolina acaba rápido.


A Ascensão Relâmpago e o Cheiro de Queimado

No dia 15 de janeiro, o token GAS, ligado ao experimental Gas Town AI coding-agent, explodiu para uma valorização de US$ 60 milhões. Traders correram para o launchpad Bags na Solana, atraídos pelo endosso de Yegge em um post no Medium que prometia o céu da economia de criadores. Era o auge do frenesi por tokens de IA: quem não quer surfar a onda do futuro com um clique?

Mas o hype é como fogos de artifício – bonito, mas some em fumaça. Quatro dias depois, em 19 de janeiro, o token já patinava em US$ 1,1 milhão, uma queda de 98%. O que mudou? Nada além da realidade batendo à porta. Yegge agradeceu os quase US$ 300 mil arrecadados pela comunidade CT/BAGS, mas deixou claro: o foco é no projeto real, não no cassino tokenizado.

O Criador Lava as Mãos e Deixa a Fatura

Steve Yegge, figura carismática do mundo tech, sabe jogar. Primeiro, publica o post que inflama o mercado; depois, em outro texto datado de 18 de janeiro, se distancia elegantemente: ‘Sinto muito pela multidão CT/BAGS, mas Gas Town precisa da minha atenção total’. É o clássico: use o hype para funding, depois volte ao trabalho sério enquanto holders choram.

Expectativas insustentáveis? Claro, quando se vende sonho de IA revolucionária atrelado a um token sem utilidade real. Yegge usou os fundos para impulsionar o Gas Town – parabéns a ele. Mas para os investidores, é lição dura: figuras carismáticas prometem o paraíso, mas entregam evaporização de capital. Quem diria que ‘creator economy’ rimava com ‘crash economy’?

Vítimas Colaterais: O Domínio do Bags Desmorona

O estrago não parou no GAS. Outros tokens do Bags sofreram o mesmo destino. O RALPH (Ralph Wiggum) caiu de US$ 50 milhões para US$ 12 milhões. Já o RedwoodJS despencou para zero após os devs declararem: ‘Não endossamos crypto’. Poético, não? A fatia de mercado do Bags no Jupiter launchpad tracker encolheu de 42% para 16% em dias.

É o efeito dominó do hype: uma memecoin de IA puxa as outras, e quando uma explode (no mau sentido), todas vão pro brejo. Solana, que já viu de tudo, ganha mais um capítulo na saga de pumps e dumps recordes.

Lições Irônicas para o Circo Cripto

Essa saga do GAS grita o óbvio: tokens baseados puramente em hype de IA e endossos de gurus evaporam mais rápido que promessa de lucro fácil. Investidores brasileiros, atentem: no mundo das memecoins, o risco é o rei. Monitore market caps, utilidade real e, acima de tudo, se o criador já tem um pé na porta.

Vale assistir o gráfico do GAS – uma montanha-russa de 700% de alta seguida de -98%. Perfeito para quem acha que cripto é loteria. Próximo ato? Mais um ‘gênio da IA’ vendendo ilusões. Mas hey, pelo menos rendeu uma boa risada (amarga).


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Metrópole isométrica DeFi com torre exibindo 69% dominando fluxo de traders geométricos migrando de CEX cinzenta, simbolizando liderança da Hyperliquid em perpétuos DEX

Hyperliquid Domina 69% dos Perpétuos em DEXes

A Hyperliquid agora controla 69% dos usuários ativos diários em negociações de perpétuos em exchanges descentralizadas (DEXes), superando plataformas centralizadas como a Binance. Lançada há menos de três anos, a DEX registrou volumes diários acima de US$ 27 bilhões e open interest de US$ 15 bilhões no terceiro trimestre de 2025, sinalizando uma disrupção no mercado de derivativos cripto.


Ascensão Rápida e Métricas On-Chain

A Hyperliquid surgiu no início de 2023 e ganhou tração explosiva após o airdrop de seu token nativo HYPE em novembro de 2024, atraindo centenas de milhares de traders. Dados recentes da Coinglass mostram que ela domina o mercado de perpétuos DEX, com 69% dos usuários ativos diários migrando para sua plataforma em busca de liquidez superior e execução rápida.

O volume diário atingiu picos de US$ 27 bilhões em agosto de 2025, enquanto o open interest — valor total de posições abertas — alcançou US$ 15 bilhões no Q3 do mesmo ano. Essas métricas on-chain destacam como a Hyperliquid se tornou o hub preferido para derivativos descentralizados, deixando rivais como dYdX e GMX para trás do top 10.

Traders valorizam a concentração de liquidez, que reduz slippage e melhora o preenchimento de ordens, especialmente em ativos voláteis como memecoins de Solana.

Vantagens Técnicas da Plataforma

O segredo da Hyperliquid reside em sua arquitetura técnica. Diferente de AMMs tradicionais, ela adota um central limit order book (CLOB) on-chain, similar aos usados por exchanges centralizadas. Nesse sistema, ordens são organizadas por preço, permitindo negociações precisas e spreads apertados sem intermediários.

Como DEX, a Hyperliquid oferece settlement on-chain, onde usuários mantêm custódia total de seus fundos, eliminando riscos de hacks comuns em CEXs. A execução rápida e ferramentas familiares atraem traders profissionais, que migram de plataformas centralizadas em busca de performance comparável com descentralização verdadeira.

Essa inovação técnica explica o crescimento: em menos de três anos, ela passou de zero a líder absoluta, com dados confirmando superioridade em velocidade e eficiência.

Disrupção para Exchanges Centralizadas

A dominância da Hyperliquid desafia o reinado das CEXs como Binance e Coinbase. Enquanto centralizadas oferecem conveniência, sofrem com vulnerabilidades de segurança — histórico de hacks bilionários — e custos elevados de custódia. DEXes como essa proporcionam segurança inerente via não-custódia, custos mais baixos em fees e melhor UX para traders experientes.

Implicações futuras incluem migração em massa para DeFi, pressionando CEXs a inovar em híbridos ou perder market share. Para usuários brasileiros, isso significa acesso global a perpétuos sem barreiras regulatórias locais, mas com necessidade de wallets compatíveis.

O token HYPE, negociado a cerca de US$ 25 (+3% em 24h), reflete o otimismo, apesar de unlocks programados como os US$ 331 milhões em janeiro de 2026.

Perspectivas e Monitoramento

Analistas veem potencial de alta para HYPE se o suporte em US$ 22,5 se mantiver, impulsionado por expansão contínua. No entanto, volatilidade e emissões mensais demandam cautela. Traders devem monitorar métricas on-chain via Coinglass para capturar tendências precoces nessa revolução DeFi.

Essa virada reforça: o futuro do trading cripto é descentralizado, com protocolos como Hyperliquid redefinindo padrões de eficiência e segurança.


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