Prisma hexagonal Ethereum com base '2K' erodindo e partículas caindo para poços vermelhos, alertando risco de suporte em US$ 2.000

Ethereum no Limite: Hodlers Recuam 90% e US$ 2.000 em Risco

Suporte no Limite: O Ether vai segurar os US$ 2.000 ou o abismo é maior? Dados on-chain da Glassnode revelam queda de 90% na métrica de acumulação de hodlers, de +338.708 ETH para +40.953 ETH em 30 dias. O NUPL está em 0,007, longe da capitulação (-0,22 em abril de 2025). ETH cotado a US$ 2.253 (R$ 11.794) testa zona crítica após mínima de US$ 2.156, com risco de US$ 1.500 se perder suporte, conforme análise recente.


Queda de 90% na Convictção dos Hodlers

Os dados mostram enfraquecimento claro entre investidores de longo prazo. O indicador Hodler Net Position Change, que mede acumulação líquida em 30 dias, atingiu pico de +338.708 ETH em 18 de janeiro. Em 2 de fevereiro, recuou para +40.953 ETH, queda de 90%. Isso indica ausência de compras agressivas nas mínimas recentes próximo a US$ 2.160.

Fundos de mercado tipicamente surgem com persistência de acumulação por hodlers, mesmo em baixa. Aqui, o oposto ocorre: redução drástica sugere que o preço ainda não encontrou suporte consistente. A cunha descendente no gráfico diário preserva estrutura altista, mas a convicção enfraquecida eleva vulnerabilidade a rompimentos.

NUPL e Fluxos de Exchange Sinalizam Pressão

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) caiu de 0,25 para 0,007 em fevereiro, reset parcial de lucros não realizado. Distante da capitulação histórica de -0,22 (abril de 2025, quando ETH saiu de US$ 1.472 para US$ 4.829, +228%), isso aponta espaço para mais downside antes de um fundo genuíno.

Transferências para exchanges subiram 50% no repique de 1-2 de fevereiro, de 24 mil para 37 mil diárias. Ralis recentes são vendidos, com taker-sell dominante no CVD da CryptoQuant. MACD negativo (-81 a -172) reforça momentum de baixa. Retiros de exchanges elevados (ratios 1.74x a 3.58x) mostram liquidez fina.

Níveis Críticos de Suporte e Resistência

Suporte imediato em US$ 2.250-US$ 2.160, piso da cunha descendente. Perda abre US$ 1.540 (Fibonacci extensão), alinhado a mínimas de 2025. Resistência em US$ 2.690 (Fib 50%, rompimento anterior); acima, US$ 2.843. Abaixo de US$ 2.843, ralis são corretivos.

ETH oscila em US$ 2.000-US$ 2.200 como gatilho direcional. Crypto trader Ted Pillows alerta: break reabre mínimas de abril de 2025. TradingView confirma referências em US$ 2.229 baixo e US$ 4.830 alto.

Contexto Atual e Monitoramento

Hoje (4/02/2026), ETH em US$ 2.253 (+0,89% 24h), após mínima US$ 2.224. Em reais, R$ 11.794 (dólar R$ 5,24). Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 398.388 (-3,41% 24h), reflete risco off em majors.

Os números sugerem cautela: monitorar CVD turn, MACD cruzamento e volume de hodlers. Proteção de capital pode envolver stops abaixo US$ 2.160, mas sem recomendação direcional. Níveis técnicos guiam decisões baseadas em dados.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Hodler cartoon defendendo Bitcoin dourado de mão burocrática com fatura vermelha, simbolizando tributação anual de ganhos não realizados na Holanda

Holanda Aprova Taxar Ganhos de Bitcoin Sem Venda

Os Países Baixos aprovam reforma fiscal polêmica que tributará ganhos não realizados em Bitcoin e outros ativos a partir de 2028. A lei, batizada de ‘Wet werkelijk rendement Box 3’, cobra impostos anuais com base na valorização do patrimônio de início a fim do ano, independentemente de vendas. A medida, aprovada pelo Parlamento apesar de críticas, pode gerar problemas de liquidez para hodlers de Bitcoin, especialmente em mercados voláteis.


Detalhes da Proposta Fiscal

A nova legislação holandesa altera fundamentalmente o sistema de impostos sobre o patrimônio, conhecido como Box 3. Atualmente, os ganhos são tributados apenas quando realizados, ou seja, após a venda de ativos. Com a reforma, prevista para entrar em vigor em 2028, os investidores terão de pagar impostos sobre a valorização hipotética de seus bens ao longo do ano. Isso inclui a comparação entre o valor do Bitcoin em 1º de janeiro e 31 de dezembro, além de rendimentos como juros e dividendos.

O Parlamento aprovou a medida com ressalvas, conforme reportado pela imprensa local. A iniciativa visa capturar a ‘renda real’ gerada pelos ativos, mas ignora a falta de liquidez em casos de não venda. Para criptomoedas como Bitcoin, cuja cotação pode oscilar drasticamente – segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 471.106 com variação de -1,67% em 24h –, isso representa um risco significativo de endividamento fiscal sem caixa disponível.

Críticos argumentam que o modelo pune a retenção de longo prazo, contrariando a popular filosofia de HODL no ecossistema cripto.

Impactos para Hodlers e Investidores Locais

Para quem mantém Bitcoin como reserva de valor, a tributação de ganhos não realizados pode forçar vendas prematuras para cobrir impostos, exacerbando a volatilidade. Imagine um investidor com BTC valorizado 50% em um ano: ele pagaria impostos sobre esse ganho sem ter vendido nada, possivelmente precisando liquidar parte do portfólio em um momento desfavorável.

Na prática, isso afeta especialmente portfólios concentrados em ativos ilíquidos ou voláteis. Na Holanda, onde o mercado cripto cresce, a medida pode desencorajar a adoção institucional e retail. Analistas europeus alertam para o potencial ‘efeito chilling‘ sobre investimentos de longo prazo, similar a debates sobre ‘wealth taxes‘ em outros países.

Além disso, a complexidade de cálculo anual – rastreando valores precisos de múltiplos ativos – demandará novas ferramentas de contabilidade, elevando custos para declarantes.

Contexto Europeu e Possível Tendência

Na vizinha Alemanha, o regime é mais amigável: ganhos com cripto são isentos após um ano de posse, e só tributados na venda. Não há planos imediatos para tributação de ganhos não realizados, mas a aprovação holandesa reacende debates na UE sobre harmonização fiscal. Países como França e Itália já experimentam regras rigorosas para criptoativos sob MiCA.

Essa proposta pode inspirar tendências continentais, pressionando por maior arrecadação em meio a déficits orçamentários. Para investidores brasileiros com exposição europeia, vale monitorar: tratados bilaterais evitam dupla tributação, mas complicam planejamento patrimonial. A volatilidade geopolítica fiscal na Europa reforça a importância de diversificação soberana.

Segundo o BTC Echo, a reforma reflete uma visão governamental de cripto como ativo tributável similar a ações, ignorando sua natureza descentralizada.

O Que Esperar e Como se Preparar

Embora limitada à Holanda inicialmente, a lei sinaliza um endurecimento regulatório na Europa pós-MiCA. Hodlers devem revisar estratégias de custódia e relatórios fiscais, priorizando jurisdições favoráveis. No Brasil, onde impostos sobre cripto seguem regras de ganho de capital na venda, a notícia serve como alerta global.

Investidores atentos acompanharão evoluções parlamentares e potenciais emendas. A batalha entre inovação financeira e controle estatal continua, com implicações para a adoção do Bitcoin em escala.


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21 figuras cartoon em tronos elevados dominando fatia '13%' de esfera Bitcoin sobre planície dourada, revelando concentração de supply pelos top detentores

Top 21 Detentores Controlam 13% do Supply de BTC em 2026

Quem manda no Bitcoin? Uma análise da distribuição BTC em 2026 revela que os 21 maiores detentores controlam cerca de 13,1% do supply circulante, totalizando 2,75 milhões de BTC. Em 2025, esse grupo acumulou 420 mil BTC, equivalentes a US$ 40 bilhões, segundo dados on-chain de Arkham e BitMEX. Satoshi Nakamoto, MicroStrategy e ETFs como BlackRock dominam, sinalizando concentração entre HODLers institucionais.


Os Maiores Acumuladores Individuais e Corporativos

Satoshi Nakamoto lidera com aproximadamente 968.400 BTC, minerados nos primórdios da rede e intocados desde 2010, representando 4,61% do supply total e um valor estimado em US$ 87,7 bilhões. Em segundo lugar, a MicroStrategy detém 672 mil BTC, após adicionar 226 mil unidades em 2025, consolidando-se como a maior tesouraria corporativa com 3,2% do circulante.

Governos também figuram no topo: os EUA controlam 328 mil BTC de apreensões, enquanto o Reino Unido tem 61 mil. Empresas como Block.one (164 mil BTC) e Tether (96 mil BTC) reforçam a diversificação de reservas, com a stablecoin usando lucros para aquisições estratégicas.

Aquisições Recordes em 2025 e Concentração On-Chain

Os 21 maiores detentores ampliaram posições em 420 mil BTC ao longo de 2025, capturando 2,2% da oferta circulante em meio a volatilidade. Mineradoras como MARA Holdings (53 mil BTC) e novas entrantes como Twenty One Capital (44 mil BTC) exemplificam o apetite institucional. Dados de BitcoinTreasuries e Arkham Intelligence destacam que, apesar da pseudonimidade, padrões on-chain identificam esses whales.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.474 (média das exchanges brasileiras), com variação positiva de 0,24% em 24h. Essa acumulação sugere confiança de longo prazo, mas levanta debates sobre centralização.

Domínio dos ETFs e Implicações para HODLers

ETFs spot dos EUA capturam atenção: o iShares Bitcoin Trust da BlackRock custodia 779 mil BTC, seguido por Fidelity (198 mil) e GBTC (164 mil). Embora sob custódia de clientes, esses veículos representam influxos massivos de capital tradicional, alterando a dinâmica de distribuição.

Pessoas físicas ainda detêm a maioria (13,66 milhões de BTC), mas instituições crescem. Winklevoss (70 mil BTC) e Tim Draper (30 mil) exemplificam HODLers individuais. On-chain, o supply efetivo pode ser menor (16-17 milhões BTC) devido a chaves perdidas, ampliando o impacto desses grandes players.

O Que Isso Significa para o Mercado?

A concentração em top 21 wallets indica maturidade, com HODLers resistindo a vendas apesar de correções. No entanto, riscos como quantum computing ou políticas regulatórias persistem. Investidores devem monitorar métricas on-chain via Arkham e BitMEX para medir o sentimento. Para brasileiros, o BTC em R$ 488 mil reforça o apelo como reserva de valor.


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