Leiloeiro cartoon erguendo martelo sobre mineradoras Bitcoin e carteira hardware em leilão da Receita Federal, investidores com plaquinhas

Receita Leiloa Mineradoras de BTC: Lances de R$800 a R$11.500

A Receita Federal do Brasil abre novo leilão eletrônico com equipamentos de mineração de Bitcoin e outras criptos, além de uma carteira hardware. São cinco lotes disponíveis no Aeroporto de Viracopos (SP), com lances mínimos entre R$ 800 e R$ 11.500. As propostas começam em 29 de janeiro e vão até 2 de fevereiro de 2026, com sessão de lances no dia 3. Comprar hardware cripto do governo pode ser barganha, mas exige cautela com condição dos itens.


Os Cinco Lotes em Detalhe

Os lotes incluem ASICs populares para mining de Bitcoin e altcoins. O mais acessível é o lote 190, com uma Canaan Avalon Nano 3 por R$ 800. Esse é um equipamento caseiro de baixa potência (4 TH/s), ideal para iniciantes que querem testar mineração em casa como aquecedor portátil que gera satoshis.

O lote 208 oferece uma Antminer S19 da Bitmain para Bitcoin, com lance inicial de R$ 7.000. Já o lote 220 tem duas Iceriver KS5L para Kaspa (KAS), partindo de R$ 10.000. O lote 234 reúne uma Bitmain Antminer T21 de BTC e outra ASIC similar, por R$ 8.800.

O pacote premium é o lote 157 (R$ 11.500), com duas Antminer L7 (Litecoin), uma Antminer K7 (CKB), S19 (BTC), mineradora Helium (HNT) e uma carteira Cypherock, além de componentes extras. Todos os itens foram apreendidos em Viracopos, o que sugere origem em importações irregulares.

Como Participar: Passo a Passo Prático

Para dar lances, acesse o e-CAC da Receita e selecione “Participar de leilão eletrônico”. Exige conta com nível Prata ou Ouro de confiabilidade. Certifique-se de ter certificado digital ou código de acesso.

  1. Consulte o edital completo para regras e fotos dos lotes.
  2. Verifique lotes disponíveis: Pessoas físicas só podem licitar nos 190, 208, 220 e 234. O 157 é exclusivo para PJ.
  3. Faça propostas online de 29/01 a 02/02. A melhor proposta vence na sessão de 03/02.
  4. Pague em até 24h após arremate, via DARF ou PIX. Retire os bens em Viracopos em 15 dias.

Calcule custos extras: frete de SP, energia para mining (S19 consome ~3kW) e possível manutenção, já que são usados/apreendidos.

Custo-Benefício: Vale a Pena?

Para entusiastas, sim: uma S19 nova custa R$20k+, e aqui sai por R$7k se ganhar o lance. A Nano 3 é barata para hobby. Mas riscos incluem: condição física (poeira, desgaste), garantia zero e conformidade fiscal – itens apreendidos podem ter problemas aduaneiros residuais.

Compare potência vs. custo atual de eletricidade (R$0,80/kWh). Exemplo: KS5L nova ~R$15k/unidade; lote com duas por R$10k é atrativo se funcionarem. Monitore concorrência: leilões passados tiveram arremates próximos ao mínimo.

Alternativas? Mercado secundário como Mercado Livre tem ASICs usadas, mas sem o apelo de “do governo”. Se minerar, priorize eficiência energética pós-halving BTC.

Dicas Finais para Arrematar

Estude fotos e descrições nos links dos lotes. Teste ferramentas como WhatToMine para ROI. Tenha plano B para retirada logística. Pessoas físicas evitem o lote 157. Fique de olho em leilões recorrentes da RFB – ano passado foram 55 mineradoras.

Essa é chance prática para montar home mining baratos, mas DYOR e calcule tudo antes de lances impulsivos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Aquecedor H1 cartoon em estande CES expelindo vapor formando BTC, com personagens animados, simbolizando mineração doméstica eficiente

Superheat H1: Aquecedor que Mina BTC no CES 2026

Imagine ligar seu aquecedor de água e ganhar Bitcoin ao mesmo tempo. É isso que promete o Superheat H1, apresentado pela Superheat no CES 2026. O equipamento integra um módulo de mineração de Bitcoin baseado em ASICs a um aquecedor de 50 galões, reaproveitando o calor gerado pelos cálculos intensivos para aquecer sua água ou ambiente. Mina BTC enquanto aquece o banho: genial ou gimmick?


Como Funciona o Superheat H1 Tecnicamente

O coração do Superheat H1 é um módulo de mineração ASIC, hardware especializado para resolver os problemas matemáticos que validam transações na rede Bitcoin. Durante esse processo, os chips geram muito calor – tradicionalmente dissipado por ventiladores. Aqui, esse calor é canalizado para um tanque de água de cerca de 50 galões (190 litros), aquecendo-o de forma eficiente.

Segundo a empresa, o consumo elétrico é similar ao de um aquecedor convencional, mas com o bônus da mineração. O sistema monitora temperatura e desempenho via aplicativo móvel, permitindo ajustes remotos. Isso transforma uma despesa doméstica em oportunidade de renda passiva, dependendo do preço do Bitcoin e da dificuldade da rede.

Para contextualizar, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.793 nesta manhã, com variação de -0,02% em 24h. Em regiões frias, onde aquecimento é essencial, o payback pode ser atrativo.

Vantagens da Mineração Doméstica Eficiente

A grande sacada é o dual-use: você paga pela eletricidade uma vez e obtém dois benefícios – água quente e Bitcoin minerado. Em residências, aquecimento de água representa até 20% da conta de luz. Se a mineração compensar parte disso, o ROI acelera.

Comparado a rigs de mineração tradicionais, que desperdiçam energia em calor inútil, o H1 é sustentável. Ideal para quem quer entrar na mineração sem barulho excessivo ou espaço dedicado. No entanto, rentabilidade varia: com halving recente e competição de grandes fazendas, miners domésticos precisam de eficiência energética como essa.

Usuários no hemisfério norte, com invernos rigorosos, podem ver isso como revolução. No Brasil, onde aquecedores são menos comuns, mas contas de luz altas, ainda faz sentido para entusiastas.

Preço, Controle e Disponibilidade

O Superheat H1 custa cerca de US$ 2.000, acima de aquecedores básicos (US$ 500-1.000), mas justificado pelo módulo minerador. Controle via app permite pausar mineração em picos de tarifa elétrica ou priorizar aquecimento.

Apresentado no CES 2026, em Las Vegas, o produto ainda não tem data de lançamento comercial confirmada. A Superheat destaca integração plug-and-play, compatível com redes elétricas residenciais padrão.

Desafios incluem manutenção dos ASICs e volatilidade do BTC, mas o modelo modular facilita upgrades conforme a rede evolui.

Perspectivas Futuras e Impacto no Ecossistema

A Superheat planeja expandir: transformar redes de H1 em computação distribuída para nuvem e IA. Imagine milhares de aquecedores formando uma "nuvem" residencial, monetizando o poder computacional ocioso.

Isso democratiza mineração, reduzindo barreiras para iniciantes. Mas questões regulatórias e eficiência energética pós-halving serão chave. Para brasileiros, com energia cara, vale monitorar adaptações locais.

Genial para quem une tech e economia doméstica, ou gimmick passageiro? O tempo dirá, mas inovações como essa aceleram adoção de cripto no dia a dia.


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