Ponte cross-chain digital hexagonal rachada com vazamento de energia vermelha, simbolizando hack na IoTeX por vazamento de chaves privadas

Hack na IoTeX: Ponte Cross-Chain Perde US$ 2 Milhões por Chaves Privadas

A ponte cross-chain da IoTeX foi invadida por meio de um vazamento de chaves privadas, resultando em prejuízo de cerca de US$ 2 milhões em ativos como USDC, USDT, IOTX e WBTC. O incidente, confirmado pela equipe e analisado pela PeckShield, levou à pausa nos serviços de depósito e saque. A rede DePIN está segura, com recuperação prevista em 24 a 48 horas. Usuários precisam monitorar anúncios oficiais para evitar riscos adicionais. Sua carteira na IoTeX está exposta?


Detalhes do Ataque Sofisticado

O ataque à ponte da IoTeX foi obra de um grupo profissional que planejou a invasão por longo tempo, obtendo controle total sobre contratos inteligentes como TokenSafe e MinterPool. A PeckShield identificou a extração direta de fundos do cofre, com estimativas iniciais variando de US$ 430 mil a US$ 8,8 milhões — ajustadas para US$ 2 milhões após excluir tokens falsos sem valor, como CIOTX e CCS, que foram congelados.

Esse tipo de invasão destaca um padrão alarmante: em 2025, 88% das perdas no primeiro trimestre vieram de comprometimentos de chaves privadas. Quando o atacante vira ‘administrador’, não há limites lógicos impostos por código — o risco é total. A IoTeX já conteve o incidente e colabora com exchanges e autoridades para rastrear e congelar os fundos roubados.

Riscos Estruturais das Pontes Cross-Chain

É importante considerar que bridges cross-chain são historicamente o elo mais frágil nas blockchains. Casos como Ronin (US$ 625 milhões em 2022), Wormhole (US$ 320 milhões) e Multichain (US$ 126 milhões) mostram o padrão: o problema não está só no código auditado, mas na arquitetura. Alguém precisa gerenciar chaves privadas para validar transferências entre cadeias, criando um ponto único de falha.

O risco aqui é claro: mesmo com auditorias, se o dispositivo ou processo de gestão de chaves for invadido — via malware, phishing ou engenharia social —, tudo colapsa. Em 2026, ainda vemos esses vetores persistirem. Para redes DePIN como IoTeX, que integram IoT e finanças, essa vulnerabilidade pode comprometer ecossistemas inteiros. Atenção para sinais semelhantes em outros projetos.

O Que Fazer para Proteger Seus Fundos

Se você tem ativos na IoTeX, o primeiro passo é verificar saldos em exploradores como o oficial da rede ou PeckShield. Evite interagir com a ponte até o anúncio oficial de reabertura — pausas evitam perdas em cascata. Monitore o Twitter oficial da IoTeX (@iotex_io) e PeckShield para atualizações em tempo real.

Considere diversificar: não concentre fundos em bridges ou hot wallets. Use hardware wallets para chaves principais e ative 2FA em contas ligadas. Historicamente, respostas rápidas como essa da IoTeX recuperam confiança, mas lições de Bybit e HTX mostram que ‘recuperação’ exige vigilância pós-evento. Não ignore: revise suas exposições agora.

Plano de Recuperação e Lições Aprendidas

A IoTeX planeja restaurar operações de chain e depósitos/saques em 24 a 48 horas, após upgrades de segurança. A transparência — divulgando perdas e parcerias com autoridades — é positiva, mas o teste real virá com a prevenção de recorrências. Para investidores brasileiros, avalie o impacto em IOTX: quedas são comuns pós-hack, mas recuperações dependem de execução.

Esse episódio reforça: em cripto, risco de custódia privada supera exploits de código. Monitore, proteja e questione arquiteturas centralizadas em bridges. A proteção começa com informação precisa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Garras cibernéticas neon vermelhas emergindo de portal digital capturando carteiras cripto fragmentadas, alertando sobre plugins IA maliciosos

Alerta: 1.184 Plugins de IA Maliciosos Roubam Carteiras Cripto

Sua produtividade com IA pode custar suas criptomoedas: o marketplace ClawHub do OpenClaw abriga 1.184 skills maliciosas que roubam chaves SSH, carteiras cripto, senhas de navegador e até abrem reverse shells. Um único atacante uploadou 677 pacotes, com o top skill baixado milhares de vezes apesar de 9 vulnerabilidades. É importante considerar: texto em IA agora é executável, alerta a analista Patrícia Prado.


Detalhes do Ataque em Cadeia de Suprimentos

O risco aqui é claro: os plugins se disfarçam de ferramentas úteis como bots de trading cripto, trackers de carteiras Solana ou resumos de YouTube. No entanto, o SKILL.md embute instruções maliciosas que levam usuários a executar scripts shell ofuscados. Esses baixam o Atomic Stealer (AMOS), um malware para macOS que varre carteiras Phantom, sessões do Telegram, chaves de API de exchanges e arquivos sensíveis.

Identificado como “ClawHavoc” pela Koi Security, o ataque afeta 12 contas no ClawHub, com domínios falsos como clawhub1. A atenção deve ir para o volume: downloads na casa dos milhares mostram como a confiança cega em marketplaces de IA expõe usuários a perdas irreversíveis em carteiras não custodiais.

Fundador da SlowMist, Yu Xian, reforça: muitos skills OpenClaw têm riscos potenciais, demandando ambientes isolados para execução.

Moonwell: Exemplo Real de Perda por IA

Não é teoria: o hack na Moonwell custou US$ 1,78 milhão há poucos dias. Um erro em código para precificar cbETH — gerado com co-autoria do Claude Opus 4.6 — esqueceu de multiplicar taxas ETH/USD, permitindo liquidações em massa e prejuízos para 181 borrowers.

Auditorias humanas, GitHub Copilot e ferramentas como OpenZeppelin falharam. Isso destaca o risco ampliado: a segurança Web3 vai além de contratos; IA em ferramentas de desenvolvimento e agents cria novas superfícies de ataque. Patrícia Prado alerta: o que observar são falhas sutis em código vibe-coded que passam testes unitários mas colapsam em produção.

Passos Práticos para Mitigar Riscos

Atenção para ações imediatas:

  1. Verifique skills instalados no ClawHub/OpenClaw: remova qualquer com downloads suspeitos ou autores como hightower6eu.
  2. Use ambientes isolados: VMs ou containers (Docker) para rodar agentes de IA, separando chaves privadas.
  3. Audite scripts manualmente antes de executar: evite curl de fontes desconhecidas.
  4. Monitore carteiras com ferramentas como Clawdex da Koi Security e ative 2FA/multi-sig onde possível.
  5. Atualize OS e carteiras; rode antivírus focados em macOS como contra AMOS.

Esses passos reduzem exposição sem abandonar IA produtiva.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Com 1 milhão de agentes de IA previstos para 2026 (VanEck), marketplaces como ClawHub testam a maturidade da segurança em IA-Web3. Plataformas agora têm report flags, mas prevenção exige auditoria rigorosa. O leitor deve refletir: vale a conveniência se custa seus BTC? Priorize proteção — histórico de ataques em cadeia de suprimentos como este ensina que prevenção evita perdas evitáveis.


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Escudo cibernético hexagonal rachado com energia vermelha infiltrando, simbolizando hacks em contas cripto e alertas de scams

Hack na Asobitcoin e Golpes SOU: Riscos Iminentes

A conta oficial no X da Asobitcoin, associação bitcoin de El Salvador, foi hackeada e agora promove uma estafa com vídeo falso de Michael Saylor prometendo 500 BTC e 10 mil ETH. Em paralelo, um executivo da Shiba Inu alerta sobre golpes no novo projeto NFT SOU, com sites falsos e links de phishing para drenar carteiras. É essencial verificar fontes antes de qualquer ação, especialmente em projetos recentes como esses.


Hack na Asobitcoin: Sinais de Alerta no X

É importante considerar que o risco aqui é alto quando contas verificadas são comprometidas. A conta @Asobitcoin foi alterada para @incensiv, uma suposta blockchain de camada 1 falsa. O perfil publicou um post com vídeo gerado por IA mostrando Saylor distribuindo criptomoedas via código QR, uma tática clássica de phishing. Atenção para o fato de que posts antigos da organização ainda permanecem visíveis, o que pode confundir seguidores desatentos.

A Asobitcoin, dedicada à adoção de Bitcoin em El Salvador, não emitiu alerta oficial em outras redes até o momento da redação. Isso reforça a necessidade de canais secundários de verificação. Usuários como Adrián Treviño já avisaram da fraude, mas o dano potencial é grande em um país pioneiro na adoção legal de Bitcoin. Histórico mostra casos semelhantes, como o hack na conta de Gloria Zhao do Bitcoin Core em janeiro.

O risco aqui é que vítimas conectem carteiras ao QR ou links, perdendo fundos irrecuperáveis. Sempre pergunte: isso faz sentido vindo de uma entidade oficial?

Golpes no Projeto SOU da Shiba Inu

O novo projeto SOU (SHIB OWES YOU), lançado para compensar perdas de um exploit em bridge do Shibarium em setembro de 2025 – estimadas em US$ 2-4 milhões em 17 tokens –, já atrai scammers. Lucie, executiva da Shiba Inu, advertiu sobre portais falsos, sites espelho do oficial e links phishing que pedem conexão de wallets para mintar NFTs compensatórios.

Os NFTs SOU são auditados pela Hexens e emitidos na Ethereum, registrando publicamente o que o ecossistema deve aos afetados. No entanto, fraudadores exploram a euforia criando clones maliciosos. O risco aqui é duplo: perda financeira direta e erosão de confiança em mecanismos legítimos de compensação.

Projetos pós-exploit são alvos comuns, pois misturam legitimidade com urgência. Verifique sempre via canais oficiais, como o site principal da Shiba Inu, e evite cliques impulsivos.

Como Identificar e se Proteger

Atenção para estes sinais de contas hackeadas no X:

  1. mudanças abruptas de nome,
  2. posts promocionais de sorteios irreais,
  3. vídeos com IA de figuras conhecidas,
  4. QR codes suspeitos.

Nunca dê permissões a sites sem confirmação por Discord oficial, Telegram ou site verificado.

Para SOU, acesse apenas o portal oficial e valide contratos via Etherscan. Use wallets com aprovações limitadas e monitore transações. Em geral, o princípio é: se parece bom demais, provavelmente é scam. Revogue permissões antigas em sites como Revoke.cash periodicamente.

Esses incidentes destacam vulnerabilidades em redes sociais e projetos emergentes. É possível que mais fraudes surjam; monitore atualizações oficiais.

Lições para Investidores Cripto

Casos como Asobitcoin e SOU lembram que segurança é prioridade sobre oportunidade. O mercado cripto evolui, mas riscos persistem: hacks em contas influentes e exploração de eventos recentes. Proteja seu patrimônio verificando sempre múltiplas fontes e evitando ações precipitadas.

Vale monitorar respostas oficiais da Asobitcoin e Shiba Inu. Fique atento: proteção começa com ceticismo saudável.


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Escudo hexagonal cyan com brecha vermelha liberando ganchos phishing, representando hack na conta oficial da Flare Networks

Alerta de Golpe: Conta Flare Networks no X Hackeada

A conta do developer hub da Flare Networks no X foi comprometida por hackers com intenções maliciosas, conforme alerta oficial da equipe. A comunidade foi orientada a não clicar em links, baixar arquivos ou interagir com mensagens recentes daquela conta até novo aviso. Parceira próxima da Ripple no ecossistema XRP, o incidente destaca vulnerabilidades em contas verificadas, podendo levar a ataques de phishing e drenagem de carteiras. Nenhum prejuízo financeiro foi reportado até o momento, mas a urgência é máxima para evitar armadilhas como brindes falsos de airdrops.


Detalhes do Comprometimento da Conta

A Flare Networks, provedora de oráculos e infraestrutura para blockchains como a XRP Ledger, confirmou o hack em sua conta oficial do developer hub no X. O último post detectado antes do alerta, há cerca de nove horas, mencionava um scan do LayerZero, exibindo o valor total protegido pelo protocolo. No entanto, mensagens posteriores não representam a equipe e visam enganar seguidores com conteúdo malicioso.

É importante considerar que invasões a contas verificadas no X seguem um padrão recorrente no cripto. Hackers exploram a credibilidade da conta para disseminar links de phishing, que direcionam a sites falsos solicitando chaves privadas ou aprovação de transações maliciosas. A equipe da Flare está trabalhando ativamente na recuperação, prometendo atualizações em tempo real via canais oficiais alternativos.

O risco aqui é a confiança imediata que usuários depositam em perfis azuis. Pergunta retórica: quantas vezes vimos projetos perderem credibilidade por falhas semelhantes? Fique atento aos canais verificados da Flare para confirmações autênticas.

Riscos Imediatos para Usuários de Flare e Ripple

Como aliada da Ripple, a Flare atrai uma base de usuários do XRP que frequentemente interagem com anúncios de integrações e airdrops. Ataques como esse são portais para drenadores de carteira (wallet drainers), malwares que esvaziam fundos ao induzir aprovações de contratos inteligentes fraudulentos. Nos últimos anos, scammers usaram a popularidade do XRP para campanhas falsas, inclusive impersonando executivos como o CEO Brad Garlinghouse com vídeos gerados por IA.

Atenção para o padrão: promessas de brindes surpresa ou recompensas exclusivas da Flare Networks hoje podem ser iscas. O impacto potencial inclui perda total de ativos em carteiras conectadas, especialmente se o usuário autorizar transações sem verificar a origem. Projetos como Flare, com TVL significativo, tornam-se alvos prioritários para maximizar danos.

Historicamente, incidentes semelhantes afetaram comunidades de altcoins, resultando em milhões drenados. Não é FUD, mas realismo: vulnerabilidades sociais precedem exploits técnicos em 80% dos casos reportados.

Medidas de Proteção e Próximos Passos

Primeiro, ignore completamente qualquer comunicação da conta hackeada do Flare Dev Hub. Verifique sempre atualizações em sites oficiais como flare.network ou contas principais no X. Use autenticação de dois fatores (2FA) em todas as plataformas sociais e carteiras, preferencialmente com apps como Google Authenticator em vez de SMS.

Para usuários de Ripple e Flare, revise transações recentes em exploradores como XRPScan ou Flare Explorer. Se exposto a links suspeitos, desconecte carteiras de dApps desconhecidas e considere rotacionar seeds. Monitore por rug pulls ou scams derivados deste incidente.

O que observar a seguir: recuperação da conta e análise forense divulgada pela Flare. Enquanto isso, priorize segurança sobre novidades. Invista tempo em práticas defensivas — elas preservam seu capital em um mercado repleto de armadilhas.


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Ponte digital rachada vazando energia vermelha com silhuetas sombrias fugindo, simbolizando exploit e roubo em bridge DeFi

Hackers em Fuga: CrossCurve Processa Após Roubo de US$ 3 milhões em DeFi

A CrossCurve sofreu um exploit em sua bridge cross-chain, resultando na perda de cerca de US$ 3 milhões em fundos. Em paralelo, a conta oficial no X do Arbitrum DAO foi invadida, causando pânico inicial no mercado. Esses incidentes destacam uma onda de ataques a infraestruturas DeFi e contas de organizações autônomas, com projetos agora recorrendo a ações legais para rastrear e congelar os ativos roubados. Investidores brasileiros precisam ficar atentos aos riscos ocultos nessas tecnologias.


Exploit na Bridge da CrossCurve: Modus Operandi Revelado

O ataque à CrossCurve, protocolo DeFi antes conhecido como EYWA, explorou uma falha de validação em contratos inteligentes da bridge cross-chain. Hackers enviaram uma mensagem falsa entre blockchains, liberando fundos indevidamente. As perdas foram estimadas em US$ 1,3 milhão na Ethereum e US$ 1,28 milhão na Arbitrum, com valores menores em Optimism, Base, Mantle e Celo, totalizando até US$ 3 milhões.

O CEO Boris Povar identificou 10 endereços Ethereum ligados aos atacantes e emitiu um ultimato de 72 horas para devolução dos fundos. Sem resposta, a equipe promete ações criminais e civis, incluindo cooperação com exchanges para congelamento de ativos. Esse modus operandi é comum em bridges, que concentram liquidez alta e contratos complexos, tornando-as alvos prioritários para exploits sofisticados.

Para o ecossistema DeFi, o impacto vai além das perdas financeiras: quedas em TVL e retração de liquidez afetam yields e confiança geral. Auditorias rigorosas emergem como necessidade urgente.

Invasão na Conta DAO do Arbitrum: Pânico e Recuperação Rápida

A conta no X do Arbitrum DAO foi comprometida, gerando alertas falsos e venda imediata de ARB. O token registrou queda abrupta, com velas vermelhas acumulando em poucas horas, impulsionada pelo medo de um incidente maior.

A equipe do Arbitrum agiu rápido, restaurando o controle da conta e confirmando que não houve comprometimento do protocolo subjacente. O preço do ARB recuperou-se parcialmente, estabilizando próximo aos níveis pré-incidente. Indicadores como RSI e CMF mostraram saída de capitais temporária, mas sem colapso em território de sobrevenda extremo.

Apesar do susto, o mercado diferenciou o problema social da saúde da rede. Arbitrum segue como um dos ecossistemas mais subvalorizados em relação a market cap versus TVL, o que ajudou na contenção das perdas e rápida entrada de compradores.

Onda de Ataques DeFi: Respostas Legais e Lições para o Brasil

Esses casos integram uma sequência preocupante de invasões a infraestruturas DeFi e contas DAO. Bridges como a da CrossCurve são vetores recorrentes devido à complexidade cross-chain, enquanto contas sociais de DAOs viram alvos para manipulação de mercado via FUD (medo, incerteza e dúvida).

Projetos respondem com rastreamento on-chain e judicial: identificação de wallets, petições a exchanges e autoridades para congelamentos. No entanto, a recuperação plena é rara, dado o caráter pseudônimo da blockchain. Para brasileiros, que enfrentam regulação em ascensão via CVM, esses riscos assimétricos – perdas imediatas versus processos longos – demandam cautela extra em DeFi.

Priorize protocolos auditados múltiplas vezes, evite bridges de alto risco e monitore sinais de rug pull ou exploits. A segurança permanece o calcanhar de Aquiles do setor, influenciando alocações de capital globais.


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Policiais e hackers cartoon cercando cidadela digital com 'X' e airdrops falsos, representando invasão policial na X e hack na Arbitrum

Cerco à X: Invasão Policial e Hack na Arbitrum

Investigações revelam uma onda de insegurança na plataforma X: a polícia francesa invadiu o escritório em Paris para apurar conteúdo ilegal gerado pelo Grok AI, incluindo mais de 23 mil imagens sexuais não consensuais de crianças. Em paralelo, a conta oficial da Arbitrum DAO no X foi hackeada, promovendo um golpe de airdrop falso que direciona usuários a sites maliciosos. Esses incidentes expõem falhas graves de segurança na rede social usada pelo ecossistema cripto.


Invasão Policial Revela Abusos do Grok AI

Evidências apontam que o Grok, chatbot da xAI integrado à X, foi usado para gerar material de abuso sexual infantil e imagens NSFW sem consentimento. A unidade francesa de cibercrimes, em coordenação com a Europol, executou a busca no escritório parisiense na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. Elon Musk e executivos como a ex-CEO Linda Yaccarino foram convocados para interrogatório.

A investigação foca na disseminação de conteúdo ilegal, manipulação de algoritmos e extração fraudulenta de dados. O lançamento do “Spicy Mode” em agosto permitiu geração de deepfakes explícitos, como casos envolvendo celebridades. Grupos de defesa do consumidor questionam se a xAI previu o mau uso, exigindo testes rigorosos de safeguards antes do deploy. A X nega irregularidades, chamando a ação de “politicizada”, mas o cerco regulatório avança no Reino Unido, UE e além.

Hack na Arbitrum DAO: Golpe de Airdrop Falso

A conta @arbitrumdao_gov no X foi comprometida, com invasores postando anúncios de um suposto airdrop. Mensagens citavam “snapshot confirmado” e pediam conexão de wallets em gov-arbitrum.com, um domínio falso. O conteúdo imitava comunicações oficiais, referenciando bridging, swaps e governança para atrair vítimas.

A equipe da Arbitrum confirmou o breach via conta principal (@arbitrum), alertando: ignore links e posts do perfil hackeado. Não há impacto no protocolo ou fundos de usuários, e nenhum prejuízo foi reportado até o momento. A recuperação do acesso está em andamento, mas o incidente reforça riscos de contas sociais como vetores para phishing e drainers.

Conexões e Red Flags na Plataforma X

Os casos conectam-se pela vulnerabilidade central da X: contas verificadas de projetos cripto são alvos prioritários para hackers, enquanto ferramentas de IA como Grok amplificam ilícitos. Investigações revelam falhas em algoritmos que priorizam engajamento sobre moderação, facilitando disseminação de scams e abusos. No cripto, onde a X é hub para anúncios oficiais, um hack pode drenar milhões em segundos.

Reguladores europeus, como ICO no UK, questionam processamento de dados pessoais no Grok, exigindo transparência em safeguards. A ausência de respostas claras da X sobre prevenção de breaches levanta suspeitas de negligência sistêmica. Para o ecossistema, isso sinaliza urgência em diversificar canais de comunicação oficiais.

Como se Proteger de Scams e Breaches

Verifique sempre domínios: evite links de airdrops não anunciados em canais primários como sites oficiais ou Discord verificados. Nunca conecte wallets a sites suspeitos — use hardware wallets para transações sensíveis. Monitore contas sociais por inconsistências, como linguagem apressada ou snapshots surpresa.

Para IA, desconfie de gerações NSFW e reporte abusos. Diversifique fontes: confirme notícias em múltiplos canais. Projetos devem adotar 2FA avançado, chaves de hardware para contas e comunicações multi-plataforma. Fique atento: a segurança começa com ceticismo.


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Escudo hexagonal digital rompido com brecha vermelha expelindo partículas douradas, simbolizando hack de US$ 3 milhões na CrossCurve DeFi

Alerta: Hack na CrossCurve Drena US$ 3 Milhões – Pare Agora

A CrossCurve, protocolo de liquidez cross-chain, confirma um exploit de US$ 3 milhões via mensagens cross-chain forjadas que burlaram validações de segurança. O ataque ocorreu em múltiplas redes e o time pede que usuários pausem todas as interações imediatamente enquanto investigam. Se você tem posições em pools relacionados ou usa bridges semelhantes, o risco aqui é significativo – verifique seus fundos agora para evitar perdas adicionais. Isso reforça a necessidade de cautela em protocolos de bridge.


Detalhes do Exploit: Mensagens Forjadas no Coração do Ataque

De acordo com análises de segurança, o vetor de ataque explorou uma vulnerabilidade no contrato ReceiverAxelar. Atacantes puderam chamar a função expressExecute com uma mensagem cross-chain spoofed – ou seja, uma comunicação falsa entre chains que bypassou a validação do gateway. Isso liberou fundos diretamente no contrato PortalV2, drenando cerca de US$ 3 milhões em ativos.

É importante considerar que bridges cross-chain como a CrossCurve (ex-EYWA Protocol, em parceria com Curve Finance) dependem de validações múltiplas para evitar pontos únicos de falha. Aqui, o risco foi uma falha na verificação de mensagens, permitindo que qualquer um simulasse uma transação legítima. Usuários expostos incluem aqueles com votos alocados em pools Eywa ou posições ativas no protocolo.

O saldo do PortalV2 caiu a zero por volta de 31 de janeiro, conforme dados on-chain citados por alertas de segurança como Defimon.

Redes Afetadas e Contratos em Risco

O incidente é multi-rede, impactando várias blockchains conectadas pela bridge da CrossCurve. Embora detalhes exatos das chains não tenham sido listados publicamente ainda, o mecanismo envolve protocolos de consenso como Axelar para roteamento de mensagens. Atenção para contratos como ReceiverAxelar e PortalV2, onde o unlock indevido ocorreu.

A Curve Finance, parceira do projeto, emitiu alerta: quem alocou votos em pools relacionados deve revisar posições e considerar removê-las. "Permaneçam vigilantes e tomem decisões baseadas em risco", orientou o time. Esse é um lembrete de que até projetos auditados podem ter brechas – revise suas interações recentes com CrossCurve em exploradores como Etherscan ou equivalentes nas chains envolvidas.

Perdas totais estimadas em US$ 3 milhões, mas sem relatório post-mortem oficial até o momento, o número exato pode variar.

Ações Imediatas: Proteja Seus Fundos

Primeiro e mais urgente: pare de interagir com a CrossCurve agora. Não aprove transações, não vote em pools e não deposite fundos até anúncio oficial de correção. Se você tem exposição:

  1. Cheque seus wallets por interações recentes com contratos CrossCurve via exploradores on-chain.
  2. Remova votos ou liquidez de pools Eywa/CrossCurve, conforme orientação da Curve.
  3. Monitore os 10 endereços listados pelo CEO Boris Povar – se afetado, reporte.
  4. Considere diversificar para protocolos com histórico mais robusto de segurança.

O risco aqui é de drenagem adicional se a vulnerabilidade persistir. Sempre priorize protocolos com múltiplas auditorias e track record comprovado.

Resposta do Protocolo e Lições para o Mercado

A CrossCurve identificou 10 endereços receptores e oferece 10% de bounty (sob política SafeHarbor WhiteHat) para retorno de fundos em 72 horas. Sem cooperação, prometem ações legais, incluindo litígios civis e coordenação para congelamento de ativos com exchanges e law enforcement. "Não acreditamos em intenção maliciosa inicial", disse o CEO, mas a paciência é limitada.

Esse exploit segue o de SagaEVM (US$ 7 milhões semanas atrás), destacando vulnerabilidades recorrentes em bridges. Para investidores: avalie sempre o risco de smart contracts terceiros. Histórico ensina – falhas semelhantes custaram bilhões ao DeFi. Mantenha posições conservadoras e fique atento a atualizações oficiais.


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Cofre tesouraria DeFi hexagonal rachado com cristais SOL vazando em cascata vermelha, ilustrando hack de US$27M na Step Finance

Step Finance Perde US$ 27 Milhões em SOL: Token Desaba 80%

A Step Finance, hub de analytics no ecossistema Solana, confirmou uma violação grave em sua tesouraria, resultando na perda de 261.854 SOL — equivalente a cerca de US$ 27,9 milhões na data do incidente, 31 de janeiro de 2026. O token de governança do projeto despencou mais de 80% em minutos, em uma reação de pânico no mercado. Investigações iniciais apontam para um vetor de ataque conhecido, com fundos unstakados e transferidos para endereços suspeitos. Usuários de Solana devem ficar atentos aos riscos de custódia em DeFi.


Detalhes do Ataque à Tesouraria

De acordo com evidências on-chain, a autorização de stake foi transferida para um endereço malicioso (endereço rastreado aqui), permitindo o unstake imediato de 261.854 SOL. A CertiK, firma de auditoria de segurança, emitiu um alerta em tempo real, destacando a retirada dos fundos durante o horário APAC. O valor perdido, estimado entre US$ 27 e 30 milhões, representa um golpe significativo para o projeto, que atua como dashboard para posições DeFi no Solana.

A Step Finance descreveu o incidente como um “ataque sofisticado facilitado por um vetor conhecido”, mas detalhes técnicos exatos ainda estão sob investigação. Transferências subsequentes mostram os fundos sendo divididos e direcionados para exchanges, um padrão comum em tentativas de lavagem.

Queda Brutal do Token e Reação do Mercado

O impacto foi imediato: o token de governança da Step Finance (STEP) derreteu mais de 80% em questão de minutos, com order books esvaziando em meio ao pânico dos holders. No momento da redação, o SOL está cotado em R$ 535,60 (cotação via AwesomeAPI), o que torna a perda atual aproximada de R$ 140 milhões. Essa volatilidade reforça os riscos de exposição a tesourarias centralizadas em ecossistemas de alta velocidade como Solana.

Observadores on-chain notaram swaps rápidos e dispersão dos fundos, complicando o rastreamento, mas ferramentas como Solana Explorer já identificam os fluxos iniciais.

Resposta da Equipe e Estado da Tesouraria

A equipe agiu rapidamente: funções de tesouraria foram restringidas, controles multisig revisados e contas sob controle direto do protocolo congeladas onde possível. A Step Finance está colaborando com firmas de segurança de elite e compartilhando dados com a comunidade Solana. Usuários fora da tesouraria não foram afetados, conforme esclarecimentos iniciais, mas a confiança no projeto está abalada.

Investigações forenses continuam, com foco em recuperação via on-chain e rotas legais se exchanges forem envolvidas. O projeto prometeu atualizações transparentes, mas omissões iniciais sobre o vetor exato levantam questionamentos sobre práticas de segurança prévias.

Red Flags e Como se Proteger em DeFi Solana

Evidências apontam para falhas em autorizações de stake e custódia de tesouraria — red flags comuns em DeFi durante picos de volatilidade. Projetos centralizam fundos sem multisig robusto ou auditorias contínuas, expondo usuários indiretos via tokens de governança.

Medidas preventivas:

  1. Verifique autorizações de smart contracts regularmente via explorers como Solscan.
  2. Diversifique posições DeFi, evitando overexposure em um protocolo.
  3. Use wallets não-custodiais e monitore unstakes suspeitos.
  4. Aguarde auditorias independentes antes de interagir com tesourarias expostas.

Como investidor, priorize protocolos com histórico comprovado de segurança. Esse caso reforça: em Solana, velocidade não substitui vigilância.


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Escudo hexagonal cyan com rachadura vermelha vazando partículas SOL douradas, simbolizando hack de US$27M na Step Finance em Solana

Hack na Step Finance: US$ 27 milhões em SOL Roubados e STEP Desaba 90%

A brecha na tesouraria da Step Finance, plataforma DeFi de rastreamento de portfólios na Solana, resultou na perda de cerca de 261.854 SOL, equivalente a aproximadamente US$ 27 milhões (R$ 142 milhões, pela cotação atual do dólar). O incidente, ocorrido durante o horário APAC, levou o token nativo STEP a despencar mais de 90%, atingindo US$ 0,001578. A equipe confirmou o ataque via vetor conhecido e iniciou medidas de remediação, mas o risco para usuários conectados persiste.


Detalhes do Ataque à Tesouraria

A Step Finance, conhecida como a “página inicial da Solana”, oferece um dashboard unificado para monitorar posições em yield farms, LP tokens e protocolos DeFi na rede. Fundada em 2021, a plataforma também gerencia o SolanaFloor e o evento Solana Crossroads, além de ter adquirido a Moose Capital, rebatizada como Remora Markets.

Dados onchain analisados pela CertiK mostram que os fundos foram unstakados e transferidos de carteiras controladas pela Step Finance. O ataque foi facilitado por um “vetor de ataque bem conhecido”, segundo a equipe, mas detalhes sobre smart contracts, chaves comprometidas ou acesso interno ainda não foram divulgados. É importante considerar: será que usuários com permissões ativas em protocolos semelhantes estão expostos?

Até o momento, não há confirmação de impacto em fundos de usuários além dos ativos próprios do protocolo. No entanto, o risco aqui é claro: brechas em tesourarias podem sinalizar vulnerabilidades sistêmicas.

Queda Brutal do Token STEP e Reação do Mercado

A resposta do mercado foi imediata e severa. O token de governança STEP, essencial para incentivos e decisões no protocolo, desabou 93,3% em 24 horas, segundo o CoinGecko. Com a Solana negociada a cerca de US$ 105 (R$ 557), a perda totaliza valores alarmantes para holders.

Esse tipo de colapso não é isolado. A volatilidade inerente a tokens de governança em DeFi amplifica riscos em cenários de crise. Atenção para o seguinte: em um ecossistema onde a confiança é o principal ativo, quedas como essa podem drenar liquidez permanentemente. Investidores brasileiros, com o dólar a R$ 5,25, sentem o impacto dobrado em reais.

O que observar? Volumes de negociação e tentativas de recuperação do preço, mas sem ilusões: a história mostra que rebounds são raros após eventos assim.

Riscos Persistentes e Lições do Passado

Quase 80% dos projetos cripto que sofrem hacks significativos nunca se recuperam totalmente, não pelo prejuízo inicial, mas pela erosão de confiança. Executivos de segurança Web3, como o CEO da Immunefi, destacam que equipes despreparadas hesitam na comunicação, agravando danos.

Casos históricos como o Ronin Bridge (US$ 625 milhões) ou Wormhole (US$ 325 milhões) ilustram: falhas em crisis response levam a saídas em massa de usuários e perda de credibilidade. Na Step Finance, a prudência exige que avaliemos: o vetor conhecido era conhecido o suficiente para prevenção? E qual o contraponto para quem usa dashboards DeFi?

É realista admitir incertezas: sem auditoria completa, vulnerabilidades semelhantes podem afetar outros protocolos Solana.

O Que Observar e Ações Imediatas

Para usuários da Step Finance e protocolos conectados: revogue permissões em carteiras imediatamente. Plataformas como Revoke.cash facilitam isso, prevenindo acessos indesejados. Monitore onchain via explorers como Solscan para movimentações suspeitas.

Atenção para sinais de alerta: atualizações lentas da equipe, falta de transparência ou promessas de reembolso sem plano concreto. O risco aqui é de exposição contínua — priorize proteção de ativos. Em um mercado volátil, ações preventivas evitam perdas evitáveis.

Como conselheira, recomendo: revise conexões DeFi regularmente. A lição é clara — protocolos inovadores carregam riscos inerentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cofre tesouraria digital hexagonal com brecha vermelha vazando particulas douradas SOL, simbolizando hack de US$ 27 mi na Step Finance

Hack de US$ 27 milhões na Step Finance: Token STEP Cai 80%

Investigações revelam que a Step Finance, plataforma DeFi de rastreamento de portfólios na Solana, sofreu um comprometimento de segurança em suas carteiras de tesouraria. 261.854 SOL, equivalentes a cerca de US$ 27 milhões (R$ 142 milhões), foram desstakeados e transferidos. O token de governança STEP despencou mais de 80% em 24 horas, em meio a uma correção geral do mercado cripto. A equipe investiga, mas não detalha o vetor de ataque.


Detalhes do Incidente de Segurança

Dados on-chain compartilhados pela CertiK confirmam a movimentação anormal: 261.854 SOL saíram das carteiras de tesouraria da Step Finance. A plataforma anunciou o breach em sua conta no X, solicitando auxílio de firmas de cibersegurança, mas omitiu como os atacantes obtiveram acesso. Evidências apontam para um possível exploit em mecanismos de staking ou chaves privadas comprometidas.

Fundada em 2021, a Step Finance agrega posições DeFi, farms de rendimento e tokens LP em um dashboard unificado para protocolos Solana. Ela também opera um validador na rede, usando rendimentos para recompras de STEP. Até o momento, não há indícios de que fundos de usuários comuns foram afetados, mas a tesouraria centralizada expõe riscos sistêmicos.

Colapso do Token STEP e Impacto na Solana

O token de governança STEP sofreu uma queda superior a 80% nas últimas 24 horas, segundo dados de mercado. No mesmo período, a Solana (SOL) recuou 11,7%, cotada a R$ 546,10. O Bitcoin opera a R$ 413.144,79, com variação de -7,12% em 24 horas, segundo o Cointrader Monitor.

O incidente agrava a pressão sobre o ecossistema Solana, conhecido por alta velocidade mas vulnerável a exploits em contratos inteligentes. A Step Finance também gerencia SolanaFloor (mídia) e Solana Crossroads (evento), além de ter adquirido a Moose Capital, rebatizada Remora Markets, para trading de equity tokenizado.

Red Flags e Falhas Identificadas

O projeto não explica o mecanismo exato do breach, levantando suspeitas sobre práticas de custódia. Tesourarias centralizadas em DeFi, mesmo em blockchains como Solana, concentram riscos: uma única brecha compromete milhões. A dependência de um validador próprio para buybacks de tokens cria incentivos desalinhados, onde falhas operacionais impactam diretamente holders de STEP.

Histórico de hacks em Solana destaca padrões: falta de audits regulares, chaves quentes expostas e complexidade em protocolos agregadores. Aqui, a ausência de transparência inicial sobre o vetor de ataque reforça ceticismo quanto à governança.

Como se Proteger de Riscos Semelhantes

Primeiro, priorize auto-custódia: evite deixar ativos em protocolos de tesouraria ou dashboards centralizados. Verifique audits independentes (CertiK, PeckShield) e monitore transações on-chain via explorers como Solscan. Diversifique posições e use hardware wallets para staking.

Em tempos de crise, como a atual correção de mercado, red flags como omissões em anúncios de segurança demandam cautela. Monitore atualizações oficiais da Step Finance e evite FOMO em tokens de governança de projetos sob investigação. A proteção começa com verificação rigorosa.


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Rede hexagonal cyan com brecha vermelha reparada por fluxo dourado e expansao verde, simbolizando recuperacao de Binance e Bybit apos crash e hack

Binance Compensa US$ 3,28 Bilhões Após Flash Crash e Bybit Recupera Mercado

A Binance detalhou o flash crash de 11 de outubro de 2025, negando falha sistêmica e confirmando compensações superiores a US$ 3,28 bilhões para usuários afetados. Paralelamente, a Bybit recuperou terreno após hack de US$ 1,5 bilhão, alcançando US$ 1,5 trilhão em volume de negociações em 2025 e 8% de participação de mercado, segundo o CoinGecko. Os dados destacam a resiliência das principais exchanges em cenários de estresse extremo.


Detalhes do Flash Crash na Binance

Os dados mostram que o evento de 11 de outubro de 2025 foi desencadeado por múltiplos fatores: impacto macroeconômico com queda de US$ 1,5 trilhão em valor de mercado das ações globais, concentração de posições alavancadas em níveis históricos, contração de liquidez por parte dos market makers e congestionamento na rede Ethereum. A core engine de matching, verificação de risco e sistema de liquidações da Binance operaram normalmente durante o período crítico, sem interrupções gerais.

A plataforma identificou dois incidentes técnicos secundários: declínio de performance no subsistema de transferências de ativos entre 05:18 e 05:51 (horário de Pequim), causando atrasos em transferências e exibições temporárias de saldo zero em contas isoladas, sem perdas reais; e desvios temporários nos índices USDe, WBETH e BNSOL entre 05:36 e 06:15, devido a filtros de valores atípicos em meio a baixa liquidez. Esses problemas ocorreram após o pico de liquidações, que representaram cerca de 75% do total no dia.

Até 22 de outubro de 2025, a Binance concluiu compensações totais acima de US$ 3,28 bilhões. Adicionalmente, lançou o “Plano Tongzhou” com US$ 300 milhões em fundo de auxílio a usuários e US$ 100 milhões em empréstimos de baixo juro para suporte a clientes institucionais e ecológicos.

Otimizações e Solvência Demonstrada

Os números indicam que as otimizações pós-evento foram implementadas rapidamente, reforçando a estabilidade do núcleo operacional. A capacidade de absorver e compensar perdas dessa magnitude — sem obrigação regulatória para falhas não sistêmicas — reflete reservas substanciais de liquidez. Em 2025, a Binance manteve liderança com volume anual estimado em US$ 7,3 trilhões, apesar de leve declínio de 0,5% ante 2024, atribuído parcialmente ao evento de outubro.

A base de usuários supera 300 milhões, sustentada por diversificação em produtos além do spot trading, incluindo derivativos e ecossistema amplo. Essas métricas de volume e participação de mercado, compilados pelo CoinGecko, posicionam a exchange como referência em resiliência operacional.

Recuperação da Bybit Após Hack Histórico

A Bybit enfrentou um dos maiores hacks da história em fevereiro de 2025, com perda de US$ 1,5 bilhão em Ether via vulnerabilidade em cold wallet. Apesar disso, registrou US$ 1,5 trilhão em volume anual, capturando 8% do mercado total de exchanges centralizadas. Dos top 10, seis cresceram volumes, totalizando ganho extra de US$ 1,3 trilhão.

Fatores como manutenção de saques abertos, honra de saldos e comunicação transparente do CEO Ben Zhou contribuíram para retenção de liquidez e confiança. Relatórios indicam que 80% dos projetos hackeados não se recuperam totalmente, mas ações rápidas alteraram essa dinâmica para a Bybit.

Implicações para o Mercado de Exchanges

Os volumes totais de 2025 mostram maturidade crescente, impulsionados por altas históricas em Bitcoin e altcoins, além de políticas de fees agressivas em rivais como MEXC (crescimento de 90%). Traders devem monitorar métricas como open interest na Binance, que retornou a níveis pré-outubro, e participações de volume para avaliar estabilidade. Esses eventos reforçam a importância de infraestrutura robusta em cenários de alta alavancagem.


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Agente DOJ cartoon apreendendo mixer digital escuro enquanto hacker DeFi foge de prisão rachada, simbolizando justiça e riscos em cripto

DOJ Apreende US$ 400 Milhões do Mixer Helix e Hacker DeFi Escapa da Sérvia

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) anunciou a apreensão recorde de US$ 400 milhões do serviço de mixagem Helix, ligado a transações de drogas. Em paralelo, o hacker canadense Andean Medjedovic, acusado de roubar US$ 65 milhões em protocolos DeFi, escapou da custódia sérvia após prisão em Belgrado. Esses casos expõem a caça implacável a criminosos cripto, mas também brechas na cooperação internacional.


Apreensão Histórica no Helix pelo DOJ

O governo americano tomou posse legal de US$ 400 milhões em criptomoedas provenientes do Helix, um mixer de Bitcoin operado por Larry Dean Harmon. Harmon, já condenado por lavar mais de US$ 300 milhões em fundos ilícitos, usava o serviço para ocultar transações ligadas ao narcotráfico na dark web. Essa operação representa uma das maiores recuperações de ativos cripto pela Justiça americana, sinalizando endurecimento contra ferramentas de anonimato usadas por criminosos.

Investigadores rastrearam os fluxos desde mercados ilegais como o Silk Road até carteiras controladas por Harmon. A ação do DOJ reforça a capacidade de análise on-chain para desmantelar redes de lavagem, mas destaca que mixers continuam sendo vetores de crime apesar de sanções prévias contra plataformas semelhantes.

Fuga Cinematográfica de Andean Medjedovic

O jovem matemático canadense de 22 anos, Andean Medjedovic, é acusado de drenar US$ 16,5 milhões do Indexed Finance em 2021 e US$ 48,8 milhões do KyberSwap em 2023. Usando alavancagem e exploits em pools de liquidez, ele manipulou preços para lucrar às custas de investidores. Após anos fugindo pela Europa, Oriente Médio e América do Sul, foi preso em agosto de 2024 em Belgrado sob alias “Lorenzo”.

Durante o processo de extradição para a Holanda e EUA, Medjedovic negou as acusações e expressou desejo de ficar na Sérvia. No entanto, ele desapareceu da custódia local, expondo falhas graves na vigilância. Os US$ 65 milhões roubados permanecem imóveis em wallets monitoradas por firmas como TRM Labs, complicando sua lavagem futura.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esses episódios ilustram a dualidade do setor: inovações DeFi e privacidade atraem tanto usuários legítimos quanto predadores. O DOJ demonstra sucesso em recuperar ativos de mixers, mas a fuga de Medjedovic revela limitações em jurisdições como a Sérvia, onde cooperação internacional patina. Especialistas em blockchain alertam que evasão prolongada exige perfeição em ofuscação, mas ferramentas de rastreamento evoluem rapidamente.

Para investidores brasileiros, esses casos reforçam a necessidade de protocolos seguros e due diligence em plataformas DeFi. Reguladores globais intensificam esforços, mas criminosos exploram brechas geográficas. Vale monitorar desenvolvimentos, pois condenações podem superar 10 anos de prisão se Medjedovic for recapturado.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Rede DeFi cartoon com brecha '17M' vermelha expondo hack, regulador cortando banner otimista de exchange tech, alertando riscos ocultos

Hack de US$ 17 milhões em DeFi Expõe Riscos Ocultos

Um hack de US$ 17 milhões em SwapNet e Aperture Finance expôs falhas elementares de validação de entrada em protocolos DeFi, permitindo que atacantes roubassem ativos via chamadas arbitrárias. No mesmo cenário, o regulador britânico baniu uma campanha da Coinbase por trivializar riscos de investimento em cripto. Esses eventos reforçam: por trás de interfaces amigáveis, perigos reais ameaçam seu capital. É hora de redobrar a cautela.


Falha Técnica no Coração do DeFi

Os contratos das plataformas SwapNet e Aperture Finance falharam em validar entradas adequadamente, expondo a capacidade de chamadas arbitrárias. Isso permitiu que atacantes abusassem de aprovações de tokens existentes para executar transferFrom e drenar US$ 17 milhões em 26 de janeiro. De acordo com a análise da BlockSec, essa vulnerabilidade clássica decorre de confiança excessiva em inputs externos, sem checagem rigorosa de contexto ou legalidade.

Em DeFi, onde tudo roda em código autônomo, ausências como essa são fatais. Histórico mostra que eventos semelhantes, de pontes cross-chain a agregadores, somam bilhões em perdas. Projetos prometem inovação, mas falhas básicas persistem, deixando usuários expostos a exploits imprevisíveis. O investidor comum, atraído por yields altos, raramente percebe esses furos até ser tarde.

Marketing que Mascara Perigos

A campanha “Everything is Fine” da Coinbase usou humor satírico para retratar a crise de custo de vida no Reino Unido, insinuando cripto como solução fácil. Veiculada em julho de 2025, sem avisos de risco obrigatórios, foi considerada irresponsável pela Advertising Standards Authority (ASA). Anúncios em metrôs e online trivializaram investimentos de alto risco, violando regras da Financial Conduct Authority.

A Coinbase defendeu-se alegando provocação ao debate financeiro, mas reguladores viram armadilha: humor minimiza volatilidade e perdas potenciais. No UK, histórico inclui bans a ads de Coinfloor e Crypto.com por omissões semelhantes. Com adoção retail caindo de 12% para 8%, autoridades apertam o cerco contra promessas vazias que atraem novatos desavisados.

Lições para o Investidor Brasileiro

Esses casos unem técnica falha e marketing enganoso em alerta uníssono: não se deixe seduzir por narrativas otimistas. Em DeFi, gerencie autorizações de tokens com ferramentas como Revoke.cash, revocando permissões desnecessárias. Pesquise auditorias independentes e evite protocolos sem histórico sólido. Plataformas centralizadas como Coinbase enfrentam escrutínio regulatório crescente, o que pode sinalizar maturidade, mas não elimina riscos inerentes.

Monitore padrões como input validation e o princípio do menor privilégio. Para brasileiros, com real volátil, cripto atrai como hedge, mas exige disciplina. Revogações pendentes e diversificação são escudos básicos contra drainers e hacks. O mercado evolui, mas a proteção começa com você: verifique, questione e nunca invista além do tolerável.

Próximos Passos e Vigilância

Enquanto DeFi busca correções, reguladores globais harmonizam regras contra hype irresponsável. Fique atento a atualizações de segurança em protocolos usados e notícias regulatórias. Eventos como esse impulsionam evolução: melhores auditorias, educação user-side e transparência. Mas o ônus da due diligence recai no investidor. Cultive hábitos protetores para navegar esse ecossistema hostil com mais segurança.


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Personagem tech cartoon manipulado por sombra hacker em ícone X enviando anzóis phishing para traders, alertando golpe em conta de cofundador Scroll

Alerta Golpe: Conta do Cofundador da Scroll Hackeada no X

Hackers invadiram a conta no X do cofundador da Scroll, Kenneth Shen (@shenhaichen), e agora enviam mensagens privadas (DMs) em massa se passando por oficiais do X. O golpe usa engenharia social para enganar usuários, prometendo ‘verificação de conta’ ou suporte. Se você recebeu DM do perfil, ignore e não clique em links. A invasão foi reportada em 25 de janeiro de 2026, alertando a comunidade cripto sobre riscos imediatos.


Detalhes da Invasão Confirmada

A Scroll, uma solução de Layer 2 para Ethereum conhecida por escalabilidade zk-rollups, viu seu cofundador Kenneth Shen ter a conta comprometida. De acordo com relatos de comunidades cripto, os invasores assumiram o controle total do perfil @shenhaichen e iniciaram uma campanha de phishing direcionada. As DMs falsas imitam comunicações oficiais da plataforma X, criando urgência falsa para roubar credenciais ou fundos.

Essa tática não é isolada. A análise do incidente revela padrões de ataques profissionais: roubo de credenciais via malware ou engenharia social prévia, seguido de exploração imediata para atingir seguidores influentes no ecossistema cripto. A Scroll, com seu crescimento recente, atrai atenção de criminosos cibernéticos.

Táticas de Engenharia Social em Ação

Os hackers se passam por “suporte do X”, alegando problemas na conta da vítima e solicitando ações como envio de chaves privadas, seeds ou cliques em links maliciosos para ‘verificação’. Nunca o suporte oficial do X pede tais informações via DM. Essa é a essência da engenharia social: explorar confiança em figuras conhecidas para burlar defesas naturais.

Investigando padrões semelhantes, vemos ataques a contas de projetos como Cointelegraph e fundos falsos de Scroll (@ScrollFDN fake). Os criminosos priorizam perfis com alto engajamento, maximizando o alcance do scam. No caso de Shen, as mensagens visam holders de tokens Scroll ou entusiastas de L2, prometendo benefícios exclusivos.

Medidas de Proteção Imediatas para Usuários

  1. Ignore DMs suspeitas: Qualquer solicitação de dados sensíveis é golpe. Verifique sempre via canais oficiais da Scroll (site, Discord, Telegram).
  2. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, preferindo apps como Google Authenticator, não SMS.
  3. Monitore sua conta X: Altere senhas fortes e únicas se houver interação recente com perfis cripto.
  4. Use extensões anti-phishing como uBlock Origin e evite links encurtados.

Para a comunidade brasileira, o risco é ampliado pela adoção crescente de L2s como Scroll em exchanges locais. Relate perfis falsos ao X e avise grupos de Telegram sobre o incidente.

Contexto Maior: Ameaças Recorrentes no Ecossistema Cripto

A Scroll não é vítima isolada. Projetos em ascensão enfrentam ondas de ataques coordenados durante fases de alta visibilidade, como mainnet ou airdrops. A análise da fonte destaca que contas X são vetores preferidos por sua influência direta sobre decisões de investimento. No Brasil, onde o mercado cripto explode, esses hacks podem levar a perdas significativas em reais.

Autoridades como CFTC nos EUA discutem reformas regulatórias, mas a defesa individual permanece crucial. Monitore atualizações oficiais da Scroll e evite euforia: segurança precede especulação. Esse caso reforça a necessidade de educação contínua contra scams sofisticados.


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Cúpula digital cyan rachada vazando silhuetas de usuários e fluxo vermelho com 50K, representando hack de dados fiscais de 50 mil cripto-usuários

Shiny Hunters: grupo hacker expõe 50 mil usuários de cripto

Seus dados fiscais de criptomoedas estão em risco? O grupo hacker Shiny Hunters invadiu a plataforma Waltio, expondo e-mails e saldos de portfólios de cerca de 50 mil usuários franceses referentes a 2024. A extorsão já começou, com ameaças de venda de dados sensíveis. Na França, epicentro de sequestros por cripto, o pânico se instala entre investidores.


Detalhes do Ataque à Waltio

A Waltio, plataforma francesa de relatórios fiscais para cripto usada por 150 mil clientes na França, Bélgica e Espanha, confirmou um ataque “sofisticado” em 21 de janeiro de 2026. Hackers acessaram dados limitados de 2024, como e-mails, saldos agregados, ganhos e perdas – muitos relatórios incompletos. Crucialmente, senhas, chaves de API, endereços de carteiras, históricos de transações e dados bancários não foram comprometidos.

A empresa corrigiu a vulnerabilidade e denunciou a extorsão às autoridades parisienses, especializada em cibercrimes. O CEO Pierre Morizot alerta para phishing via email, SMS ou ligações falsas, comum em vazamentos assim.

Quem São os Shiny Hunters?

Os Shiny Hunters são um coletivo notório de hackers, autores de breaches massivos em empresas como AT&T e outras. No caso Waltio, enviaram amostras da base roubada – emails e saldos fiscais – para provar posse e exigir resgate. Pesquisas indicam que, sem pagamento, dados como esses costumam ir a leilão na dark web, onde criminosos compram para extorsão direcionada ou ataques físicos.

Embora não haja confirmação de venda imediata, o padrão do grupo sugere alto risco. Na França, isso agrava a onda de violência: 6 ataques físicos a holders em 2026, 19 em 2025, incluindo sequestros como o de David Balland, cofundador da Ledger.

Riscos Iminentes para Investidores

Expor saldos de cripto é um convite à extorsão: hackers sabem quem tem patrimônio alto, facilitando alvos para golpes ou invasões. Na França, investigações ligam breaches digitais a crimes reais, com invasões domiciliares a perfis “discretos”. Usuários da Waltio enfrentam spam malicioso e chantagem personalizada, transformando dados fiscais em ameaça vital.

O vazamento ecoa rumores negados pela Waltio em dezembro de 2025, questionando a segurança prévia. Rumores persistem de ligações com sequestros locais, como em La Rochelle.

Como se Proteger: Lições Urgentes

Não confie em terceiros para dados sensíveis. Adote auto-custódia com hardware wallets (chaves físicas offline) para blindar fundos. Serviços com criptografia end-to-end evitam vazamentos centralizados. Monitore emails por phishing, mude senhas e evite compartilhar saldos fiscais.

Para brasileiros: evite plataformas estrangeiras sem conformidade local. A França prova que declaração fiscal vira alvo – priorize privacidade sobre conveniência. Autoridades francesas investigam, mas a prevenção é individual.


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Fortaleza cyber rachada vazando dados cyan com sombra de chave inglesa, simbolizando hack na Waltio e riscos de phishing para holders crypto

Alerta: Hack na Waltio Expõe Dados de 50 Mil Usuários Crypto

Seus dados fiscais podem estar à venda no dark web: o grupo de hackers Shiny Hunters invadiu a plataforma francesa de impostos cripto Waltio, expondo e-mails e saldos de 50 mil usuários, principalmente franceses. Autoridades abriram investigação e alertam para phishing personalizado e até sequestros para roubar ativos digitais. O caso reforça os perigos de vazamentos em serviços fiscais.


Detalhes do Ataque dos Shiny Hunters

O ataque à Waltio foi reivindicado pelo notório grupo Shiny Hunters, conhecido por breaches em empresas como Peloton e Microsoft. Eles enviaram demanda de resgate à plataforma, comprovando acesso com amostras de dados roubados: endereços de e-mail e resumos de portfólios de 2024. Felizmente, senhas, acessos a exchanges e dados bancários não foram comprometidos.

A Waltio, sediada em Clermont-Ferrand e com 150 mil usuários, é usada para calcular ganhos de capital em criptoativos. O incidente afeta cerca de um terço da base, gerando denúncia por extorsão e acesso não autorizado ao Promotor de Paris. A empresa notificou a CNIL (autoridade de proteção de dados francesa) e recomenda verificar códigos de segurança em e-mails oficiais.

Riscos Elevados: De Phishing a Ameaças Físicas

Vazamentos em plataformas fiscais são minas de ouro para criminosos. Com e-mails e saldos conhecidos, hackers criam phishing hiperpersonalizado, fingindo ser suporte ou polícia para roubar chaves privadas. Pior: na França, crescem os wrench attacks – sequestros ou invasões domiciliares para forçar transferências de cripto.

Autoridades francesas registram 10 invasões recentes, incluindo o sequestro de um casal aposentado em Sallanches e tentativa frustrada em Paris. A Unidade Nacional de Cibersegurança alerta: polícia nunca pede dados por telefone ou visitas surpresa. O caso Ledger (breach anterior) agrava a ansiedade na comunidade crypto local.

Como Holders Brasileiros Devem se Proteger

Embora o breach seja francês, brasileiros usando plataformas fiscais semelhantes (ou globais) correm riscos idênticos. Criminosos internacionais vendem dados no dark web, mirando perfis ricos em BTC ou ETH. Aqui vão dicas práticas:

  1. Use 2FA físico (YubiKey ou similar) em exchanges e wallets, nunca SMS.
  2. Crie e-mail exclusivo para cripto, sem vincular a contas pessoais ou fiscais.
  3. Desconfie de mensagens urgentes sobre “segurança” ou “verificação” – sempre acesse contas diretamente.
  4. Monitore vazamentos em sites como Have I Been Pwned e use VPN para transações.
  5. Mantenha seed phrases offline e diversifique custódia (hardware wallets como Ledger ou Trezor).

Verifique declarações fiscais antigas e altere senhas se possível. Plataformas devem investir em criptografia pós-quântica e auditorias regulares.

Próximos Passos e Lições

Investigação segue em aberto, com foco na extensão do dano. Para o ecossistema cripto, o caso Waltio é alerta: dados fiscais + saldos = alvo prioritário. Holders devem priorizar opsec (segurança operacional) acima de conveniência. Monitore notícias oficiais da Waltio e autoridades francesas. No Brasil, CVM e Receita Federal podem emitir orientações semelhantes se breaches migrarem.


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Cristal hexagonal de stablecoin com rachadura vermelha vazando energia em rede DeFi, ilustrando hack e desancoragem da SagaEVM

Hack de US$ 7 Milhões Paralisa SagaEVM e Desancora Stablecoin

O protocolo Layer-1 Saga suspendeu sua rede SagaEVM após um exploit de US$ 7 milhões que permitiu saques não autorizados de USDC, convertidos em ETH. A stablecoin nativa Saga Dollar desancorou, caindo para US$ 0,75, expondo os riscos inerentes a ativos algorítmicos em ecossistemas emergentes. A rede permanece pausada no bloco 6.593.800 enquanto a equipe investiga e colabora com exchanges para blacklistar o atacante. Usuários: evitem qualquer transferência para a SagaEVM até resolução.


Detalhes do Exploit na SagaEVM

O incidente envolveu uma sequência coordenada de implantações de contratos, atividades cross-chain e retiradas de liquidez, resultando em US$ 7 milhões drenados. Pesquisadores de segurança suspeitam de um mecanismo de mint infinito explorando falhas na lógica de ponte IBC, permitindo emissão sem lastro adequado. A equipe Saga confirmou que não há falha de consenso, comprometimento de validadores ou vazamento de chaves, mas o TVL da plataforma despencou 55%, de US$ 37 milhões para US$ 16 milhões em 24 horas.

Stablecoins como Saga Dollar, Colt e Mustang foram impactadas diretamente, com o desancoramento destacando a fragilidade de designs nativos ou algorítmicos, que dependem de mecanismos on-chain para manter paridade. Diferente de stablecoins colateralizadas como USDT, essas são vulneráveis a exploits que manipulam suprimento ou liquidez.

Riscos das Stablecoins Algorítmicas e Nativas

Este caso reforça os perigos das stablecoins algorítmicas, que usam algoritmos para ajustar suprimento e demanda, mas falham em cenários de pânico ou ataques. O Saga Dollar, projetado para ecossistema Saga, ilustra como uma brecha em pontes cross-chain pode destruir confiança instantaneamente. Em 2025, hacks somaram US$ 3,41 bilhões, com aumento em drenagens de wallets. Investidores em DeFi Layer-1 devem priorizar auditorias múltiplas e evitar exposição excessiva a ativos nativos não testados em escala.

Ainda, o exploit não comprometeu a infraestrutura principal (SSC mainnet), mas paralisa operações na EVM, afetando dApps e usuários. A recuperação de fundos depende de blacklists em exchanges e bridges, um processo demorado e incerto.

O Que Usuários Devem Fazer Agora

Primeiro, evitem transferências para SagaEVM: a rede está pausada, e tentativas podem resultar em fundos presos. Verifiquem wallets conectados a Saga por atividades suspeitas e desconectem dApps não confiáveis. Monitorem endereços do atacante via explorers como Etherscan. Para proteção geral: usem hardware wallets, ativem 2FA, evitem aprovações ilimitadas e diversifiquem em stablecoins colateralizadas de emissores auditados.

A equipe Saga publicará post-mortem detalhado. Enquanto isso, o mercado reage com cautela, destacando a necessidade de due diligence em protocolos emergentes. Fiquem atentos a atualizações oficiais e evitem FOMO em yields altos sem segurança comprovada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristal oráculo digital hexagonal rachado por fluxo vermelho caótico, simbolizando exploit de flash loans e manipulação em DeFi

Hack na Makina Finance: Entenda o Exploit de US$ 4,13 Milhões

A Makina Finance, um protocolo de finanças descentralizadas (DeFi), foi alvo de um exploit que resultou na perda de aproximadamente US$ 4,13 milhões em 20 de janeiro. O ataque explorou uma vulnerabilidade de oráculo em um pool de liquidez da Curve, onde um fraudador manipulou os preços de ativos utilizando um flash loan. Este incidente serve como um alerta para a segurança em protocolos DeFi, questionando a resiliência de sistemas que dependem de oráculos para fixar preços.


Detalhes do Ataque: Manipulação de Oráculos e Flash Loans

No cerne do ataque à Makina Finance esteve a manipulação de preços via oráculo e o uso de um flash loan massivo. O atacante utilizou um empréstimo instantâneo de 280 milhões de USDC e, com US$ 170 milhões desse montante, manipulou o MachineShareOracle – o mecanismo que o pool DUSD/USDC da Curve usava para determinar o preço dos ativos. Em seguida, trocou 110 milhões de USDC através do pool, conseguindo extrair cerca de US$ 5 milhões em valor, conforme relatado pela CryptoPotato.

A complexidade do ataque se intensificou com a execução de bots MEV (Maximal Extractable Value), que, de acordo com informações da Crypto.news, anteciparam a transação do atacante. Esses bots realizaram uma série de negociações rápidas que esvaziaram 1.299 ETH do pool, equivalente a aproximadamente US$ 4,13 milhões. Os fundos roubados foram então direcionados para duas carteiras distintas, com US$ 3,3 milhões para 0xbed2 e US$ 880 mil para 0x573d.

As Consequências e Medidas de Segurança

A Makina Finance se manifestou em suas redes sociais, confirmando que o incidente afetou apenas suas posições de provedor de liquidez DUSD na Curve, assegurando que outros ativos e implementações não foram comprometidos. A equipe afirmou que os ativos subjacentes armazenados nas máquinas permanecem seguros e, como medida de precaução, ativou o modo de segurança em todos os seus sistemas. Provedores de liquidez do pool DUSD Curve foram aconselhados a retirar seus fundos.

Este recente exploit se soma a outros incidentes notáveis no espaço DeFi, como o ataque ao Truebit Protocol, que resultou na perda de aproximadamente US$ 26,5 milhões em ETH. Empresas de segurança on-chain, como SlowMist e Certik, alertam que versões desatualizadas do Solidity representam um risco sistêmico, recomendando o uso da biblioteca SafeMath para prevenir vulnerabilidades lógicas.

Impacto para o Usuário e Lições Aprendidas

A série de ataques ressalta a importância da diligência e pesquisa aprofundada ao interagir com protocolos DeFi. Investidores e usuários devem se manter vigilantes quanto aos oráculos e às vulnerabilidades de flash loan, que continuam sendo vetores de ataque. Embora a Makina Finance tenha agido para mitigar o problema, a ocorrência serve como um lembrete de que o ecossistema DeFi, apesar de seu potencial, carrega riscos inerentes que exigem constante monitoramento e aprimoramento de segurança.

Acompanhar as notícias e os relatórios de segurança de empresas especializadas é fundamental para entender os riscos e tomar decisões informadas. Investir em DeFi, embora promissor, exige uma compreensão aprofundada dos mecanismos de segurança dos protocolos e uma análise crítica das fontes de liquidez e precificação.


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Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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Manto digital de privacidade rasgado expondo barras XMR douradas com luz vermelha vazando, simbolizando roubo e riscos em privacy coins

Rali Artificial? Roubo de US$ 282 Milhões Derruba Monero

O Monero (XMR) despencou mais de 22% após atingir seu preço recorde de US$ 797, com queda para US$ 617 e perda de US$ 3 bilhões em capitalização de mercado. A alta, inicialmente atribuída à narrativa de privacidade, foi revelada como artificial pelo investigador on-chain ZachXBT: fundos de um roubo de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram convertidos em XMR, impulsionando o preço ilusoriamente. Isso ocorreu em 17 de janeiro de 2026, destacando riscos ocultos em moedas de privacidade.


Alta Recorde e Queda Abrupta do XMR

O Monero alcançou seu all-time high (ATH) de US$ 797 há três dias, elevando sua capitalização para mais de US$ 14,7 bilhões. No entanto, em 17 de janeiro, o ativo corrigiu violentamente, caindo mais de 5% em 24 horas e acumulando perda de 22% desde o pico. Atualmente, negocia em torno de US$ 617, com market cap em US$ 11,5 bilhões.

Essa volatilidade interrompeu o momentum que posicionava o XMR perto do Top 10 do CoinGecko. Apesar da retração, o ganho semanal ainda é de 33%, mas o episódio expõe a fragilidade de rallies baseados em fluxos não orgânicos. Investidores que entraram no topo agora enfrentam prejuízos significativos, reforçando a necessidade de análise on-chain antes de exposições elevadas.

A correção reflete uma venda agressiva após a exposição pública, com o preço testando suportes críticos. Para traders brasileiros, isso equivale a uma oscilação de cerca de R$ 1.000 por XMR em poucos dias, dependendo da cotação do dólar.

O Roubo de US$ 282 Milhões e a Lavagem via Monero

O investigador ZachXBT conectou o rali a um roubo sofisticado de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin, ocorrido em 10 de janeiro. Os criminosos usaram engenharia social para comprometer uma hardware wallet, drenando os fundos de uma única vítima.

Em seguida, os atacantes converteram os BTC e LTC em XMR por meio de múltiplas instant exchanges, criando um choque de oferta artificial que elevou o preço. "O atacante começou a converter os roubados para Monero, causando o aumento acentuado", alertou ZachXBT em post no X. Ele descartou envolvimento de hackers norte-coreanos, apontando para outros atores.

Essa tática explora a privacidade do Monero para lavagem de dinheiro, comum em crimes crypto. O influxo massivo distorceu o mercado temporariamente, mas a venda posterior causou o colapso, prejudicando holders legítimos.

Riscos para Investidores em Privacy Coins

Moedas de privacidade como XMR e Zcash atraem fluxos ilícitos, tornando seus preços suscetíveis a manipulações. Esse caso ilustra como crimes on-chain podem inflar rallies falsos, levando a correções brutais quando expostos.

Para brasileiros, expostos a volatilidade cambial extra, o risco é ampliado. ZachXBT's análise destaca: investigações on-chain são essenciais para detectar padrões suspeitos, como grandes conversões via exchanges instantâneas. Plataformas reguladas e wallets com multi-sig oferecem proteção contra engenharia social.

Reguladores globais monitoram privacy coins por facilitação de lavagem; sanções ou delistagens em exchanges podem agravar quedas. Diversifique, use stop-loss e priorize transparência em investimentos crypto.

Próximos Passos e Medidas de Proteção

Vale monitorar o suporte em US$ 600 para XMR; quebra pode levar a US$ 500. A comunidade privacy deve fortalecer auditorias on-chain para mitigar riscos futuros. Investidores: revise exposições a assets de alto risco, opte por BTC/ETH como base segura.

Proteções práticas incluem hardware wallets com seed phrases seguras, autenticação 2FA e evitar links suspeitos. Ferramentas como Chainalysis ajudam a rastrear fluxos ilícitos, mas a prevenção é chave contra engenharia social.

Esse episódio reforça: em crypto, o que sobe rápido pode cair mais rápido ainda. Fique alerta e proteja seus ativos.


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